Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 10 by jquimelli
20 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-10/

Inexplicavelmente, Nadabe e Abiú, os filhos de Arão, não seguiram as instruções do Senhor. Foi-lhes ordenado usar o fogo sagrado que havia sido aceso por Deus. Em vez disso, eles usaram fogo comum. Ao fazê-lo, o fogo do Senhor os devorou (v. 2).

Os versos 8-11 explicam como o álcool levou Nadabe e Abiú a uma decisão tão imprudente. Após o incidente, Deus falou a Arão ordenando a ele e seus filhos que se abstivessem de beber vinho ou bebida forte, para que pudessem ver a diferença entre o que é sagrado e o que não é sagrado e ensinar corretamente os estatutos de Deus aos filhos de Israel. O álcool revela atitudes inibidas pelo lóbulo frontal do cérebro e torna mais provável que aqueles sob sua influência façam coisas que não fariam se estivessem em sã consciência.

Deus não é honrado quando entramos na adoração sem reverência. Qualquer influência que diminua nossas inibições (ou seja, música rock e dança) deve ser evitada quando entramos para adorar o santo Deus do universo. Quando entramos nos últimos dias da história da Terra, que adoraremos a Deus com reverência no espírito de santidade e verdade.

Norman e Joelle McNulty
Dr. Norman é neurologista e ancião da igreja adventista do sétimo dia de Hohenwald
Joelle é mãe de três filhas pequenas e professora do rol do berço
Lawrenceburg, Tennessee, EUA

 

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/10 
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de janeiro de 2019, 0:55
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LEVÍTICO 10 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
20 de janeiro de 2019, 0:45
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Deus quer ensinar-nos grandes e preciosas lições; para isso requer nossa atenção devotada a Sua divina Palavra, a Bíblia Sagrada.

Russel Norman Camplin destaca dois pontos deste capítulo:

1. Nadabe e Abiú morrem diante do Senhor (vs. 1-11);
2. Direções sobre as coisas santas (vs. 12-20).

Eleazar e Itamar não cumpriram uma determinada regra, deixando Moisés furioso; mas, Arão o acalma explicando o ocorrido (vs. 12-20). Por outro lado, o desrespeito e negligência espiritual de Nadabe a Abiú atraíram instantaneamente o julgamento divino (vs. 1-11).

Cuidado com fogo estranho, pois, perante Deus ele provoca mortes. Fogo estranho é fervor demoníaco na ministração das coisas sagradas; é atitude errada perante Deus. É religiosidade que atrai pessoas, mas ofende a Deus. É o culto que parece verdadeiro, mas é falso.

No primeiro dia de trabalho no santuário, dois sacerdotes filhos de Arão cometeram um sacrilégio, oferecendo a Deus fogo não ordenado, por estarem embriagados. Não se deve considerar comum aquilo que é sagrado.

Não estar sóbrio e compenetrado na ministração do serviço a Deus atrai terríveis maldiçoes.

Atenção!

• O sexo é sagrado.
• O sábado é sagrado.
• A Bíblia é sagrada.
• O dízimo é sagrado.

Mesmo sabendo disso, muitos agem como Nadabe e Abiú. A pergunta que não quer calar é por que muitos estão profanando coisas sagradas e não estão caindo mortos na atualidade.

A resposta é: A morte instantânea de Nadabe e Abiú revela o fim daqueles que arrogantemente brincam com as coisas sagradas como se fossem banais. Quem brinca com fogo estranho se queimará diante do fulgurante fogo do Senhor.

O Santuário era a explanação do plano da salvação antes da encarnação de Cristo. Adulterá-lo ou manipulá-lo indisciplinadamente implicava em profanação do único método de salvação existente no Universo. Por isso, Leslie Hardinge e Frank Holbrook afirmam que,

Nadabe e Abiú “usaram esse fogo estranho para ter acesso a Deus. Isto não constituiu um erro insignificante. Era na realidade a rejeição do meio de expiação provido por Deus e o estabelecimento de seu próprio sistema de salvação […]. Os filhos de Arão não tinham o direito de introduzir seu próprio sistema de acesso a Deus”.

Este capítulo é um alerta! Deturpar o santuário equivalia a adulterar Jesus! Deus não deixou por menos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de janeiro de 2019, 0:30
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“Nadabe e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e sobre este, incenso, e trouxeram fogo estranho perante a face do Senhor, o que não ordenara” (v.1).


De todas as experiências vividas desde o Egito, certamente esta foi a mais difícil para Arão. Eleito por Deus como líder espiritual da nação de Israel, ele e seus filhos foram consagrados para assumir a primeira geração de sacerdotes do Senhor. Deus lhes colocara em posição privilegiada, mas que também demandava uma imensa responsabilidade. Este episódio levanta alguns questionamentos: Se Deus sabia que Nadabe e Abiú não seriam fiéis, porque não os exclui da eleição? Eles tiveram a oportunidade de se arrepender? Por que o Senhor foi tão severo em Seu juízo? Não poderia haver um jeito diferente de resolver a situação?

A Bíblia não relata mais detalhes acerca deste incidente, mas a morte prematura daqueles recém-sacerdotes indica não apenas a importância do sacerdócio para Deus, mas também de como a Sua adoração é conduzida. O fogo no santuário era uma manifestação de Deus no meio do Seu povo, um sinal de Sua aprovação aos sacrifícios ali oferecidos, e a expressão “fogo estranho” simbolizava a tentativa humana em acrescentar os seus esforços no plano divino. Nadabe e Abiú permitiram que seus corações fossem tomados pelo orgulho de sua função, acrescentando à adoração talvez o que lhes fosse mais conveniente e agradável, fazendo o que o Senhor “não lhes ordenara” (v.1).

Basta uma leitura superficial deste capítulo para que muitos pintem uma tela de um Deus carrasco que tinha prazer em fulminar pecadores. Atentando, porém, para o contexto da época, pela necessidade geral e urgente de educar um povo para fazer “diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo” (v.10), fica mais fácil de entender as medidas que o Senhor teve de tomar a fim de preservar toda uma nação. Apesar das muitas deficiências e limitações daquele povo, era dele que viria o Messias, o Salvador do mundo. O Senhor precisava intervir e impedir que a insensatez daqueles recém-sacerdotes fosse causa de apostasia entre o povo.

O silêncio de Arão diante de tão terrível tragédia familiar marcou o início de seu sacerdócio com o derramamento de sangue mais difícil de seu ministério. Ele pôde sentir a agonia que Deus Pai sentiria quando contemplasse a morte de Seu Unigênito. Arão não pôde chegar perto dos corpos de seus filhos e nem sequer pôde chorar ou observar o período e rituais de luto. Deveria permanecer no tabernáculo com os filhos que lhe restaram somente a ouvir e contemplar a lamentação de “toda a casa de Israel” pelo “incêndio que o Senhor suscitou” (v.6). Quão machucado não deveria estar o coração do velho sacerdote! Como comer das ofertas daquele dia diante de tamanho infortúnio?

Sabem, amados, em matéria de adoração Deus não abre mão de que sejam observados os princípios por Ele estabelecidos em Sua Palavra. Em nenhum outro momento da vida de Jesus encontramos Ele reagindo de forma tão enérgica quanto quando expulsou os cambistas do pátio do templo. O local designado para adorá-Lo deve ser um lugar onde tão somente o resultado seja a verdadeira adoração através da manifestação do fogo do Espírito. Quando o homem age pelo impulso de suas próprias paixões e vontades, confundindo adoração com sensações, está acendendo “fogo estranho” em lugar sagrado, incitando a ira de um Deus que é “Santo, Santo, Santo” (Ap.4:8).

Nunca a igreja viveu um momento tão crítico e confuso como este em que vivemos. Assim como na época de Jesus, há uma clara divisão de grupos erguendo bandeiras: a do extremismo, e a do liberalismo. E neste conflito interno muitos têm esquecido da única Bandeira que deveríamos defender: “O Senhor É Minha Bandeira” (Êx.17:15). Arão sofreu a morte de seus filhos, mas o Senhor a sofreu muito mais. Deus não tem “prazer na morte de ninguém” (Ez.18:32), mas o homem “cruel a si mesmo se fere” (Pv.11:17). Estamos diante de uma guerra bem maior que envolve vida ou morte eterna, e Satanás tem feito de tudo para distrair a igreja de Deus com guerrinhas sem sentido enquanto há um mundo que necessita ver em nós os resultados do “Assim diz o Senhor”.

Precisamos usar de muito cuidado e zelo para com a nossa adoração ao Senhor. Mas não podemos fazer disso uma desculpa para ferirmos uns aos outros ainda que fique notória a reprovação divina. Lembrem que a morte de Nadabe e Abiú não deveria despertar no povo um espírito justiceiro, mas misericordioso: “vossos irmãos, toda a casa de Israel, lamentem o incêndio que o Senhor suscitou” (v.6). O Senhor está à procura de Seus verdadeiros adoradores. Homens e mulheres que estejam dispostos a deixar de lado sua própria vontade para adorá-Lo, mas que façam isto movidos pelo amor de Deus que os impulsiona a amar seus semelhantes. Se aceitarmos, hoje, a Jesus como o nosso Advogado, não precisaremos temê-Lo quando Ele vier como Juiz.

Feliz semana, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico10 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



LEVÍTICO 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
20 de janeiro de 2019, 0:05
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LEVITICO 10 – COMENTARIOS SELECIONADOS by jquimelli
20 de janeiro de 2019, 0:05
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1211 palavras

Um capítulo muito triste: a morte de dois sacerdotes que não diferenciaram o sagrado do profano

1-20 O Senhor, que havia aceitado o sacrifício de Arão (9.23-24), rejeita agora o ministério dos filhos deste, Nadabe e Abiú. Os outros filhos de Arão, Eleazar e Itamar, embora sinceros, também falharam nas suas primeiras tarefas (vs. 16-20). Os hesitantes primeiros passos dos levitas caracterizariam a sua história e conduziriam à profecia de Malaquias sobre um sacerdócio purificado (Ml 3.1-5). Bíblia de Genebra.

incensário. Vasos cerimoniais que continham brasas vivas, usadas para queimas incenso (v. 16, 12, 13; 2Cr 26.19; Ap 8.3, 4). Bíblia de Estudo NVI Vida.

fogo estranho. Fogo não autorizado, fogo profano (Andrews Study Bible).

Fogo comum. … No pátio da tenda da consagração, havia fornos onde os sacerdotes preparavam sua comida, e pode ser que Nadabe e Abiú tomaram o fogo desse lugar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 809.

O primeiro fogo que acendeu a lenha do sacrifício de Arão como sacerdote, foi ateado por Deus [6.13]. Esta origem sobrenatural do fogo sobre o altar serve para nos ensinar que se um sacrifício pode ser feito pelo homem, é só a graça de Deus que o consome, que o torna aceitável, que faz dele um meio de expiação. Nenhum fogo feito pelo homem poderia ser usado no altar do Senhor, e por isso mesmo é que era tão importante que os sacerdotes conservassem sempre acesa a chama que veio a existir de maneira tão notável. O pecado de oferecer sacrifícios com “fogo estranho”, fogo ateado por homens e não por Deus, foi justamente o que provocou a morte de Nadabe e Abiú. … Há quem infira do verso 9 que Nadabe e Abiú cometeram sua ofensa fatal quando estavam sob influência de bebida inebriante, o que dá mais sentido a proibição absoluta aos descendentes de Arão de beberem qualquer bebida fermentada antes de entrarem para os seus deveres sagrados do Tabernáculo (Bíblia Shedd).

saiu fogo de diante do Senhor. Comer o alimento dos sacrifícios estando impuro (7.21) ou entrar no Santo dos Santos sem a aprovação divina poderia levar à morte (16.2). O mesmo fogo divino que consumira o sacrifício inaugural, provendo expiação para o povo (9.24), consome agora aqueles que se aproximaram do altar divino de maneira desautorizada. Assim, a mesma ira divina contra o pecado, que caiu sobre Cristo no Seu sacrifício vicário pelo Seu povo, cairá sobre aqueles que rejeitarem esse sacrifício e, mesmo assim, tentarem se aproximar de Deus com seus pecados (Hb 10.26-31). Bíblia de Genebra.

morreram diante do Senhor. A nova comunidade precisava tomar consciência de que ela existia para Deus, e não o inverso.  Bíblia de Genebra.

falou Moisés a Arão: Isto é o que o Senhor disse: Mostrarei a minha santidade naqueles que se chegam a Mim. A afirmação à qual Moisés se refere é provavelmente a de Êxodo 19:22: “Os sacerdotes, que se chegam ao Senhor, se hão de consagrar, para que o Senhor não os fira.” Aparentemente os filhos de Arão não haviam se consagrado. A consagração ao sacerdócio não havia operado mudança no coração deles; eles eram apenas pessoas “comuns”. A disposição flexível e indulgente de Arão estava na raiz do problema. Sua consciência deve tê-lo perturbado ao pensar em sua fraqueza alguns meses antes [no episódio do bezerro de ouro]. Deus o havia perdoado verdadeiramente e aceitara sua oferta pelo pecado; mas os resultados de sua fraqueza não foram evitados pelo arrependimento. ele se acomodou. CBASD, vol. 1, p. 809.

6 desgrenheis rasgueis. Esses eram sinais de luto (13.45). Os sumos sacerdotes eram proibidos de lamentar mesmo os seus mais chegados parentes (21.10-16), pois uma consagração total a Deus significa separação completa da morte. Bíblia de Genebra.

Arão e seus filhos não deviam fazer isso, pois pareceriam estar em desacordo com o juízo divino. CBASD, vol. 1, p. 809.

não saireis Para juntar-se aos enlutados (v. 21.11, 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como sacerdotes ungidos por Deus, Arão e seus filhos tinham a obrigação de colocar o serviço de Deus em primeiro plano, não podendo interrompê-lo, nem mesmo por causa de um enterro de algum entre seus filhos ou irmãos, Mt 8.21-23 (que aplica a vocação a cada crente) (Bíblia Shedd).

Quando o povo o viu sair calmo e controlado, soube que a trágica perda dos dois filhos não enfraquecera a fé de Arão em Deus. Pode ser que não tenham entendido, mas a compostura de Arão acalmou-lhes os receios e restaurou-lhes a fé. CBASD, vol. 1, p. 810.

10,11 Esta passagem (em conjunto com 19:1, 2) mostra o foco de Levítico. Os Dez mandamentos, registrados em Êxodo 20 eram as leis fundamentais. Levítico explicava e suplementava estas leis com muitas outras orientações e princípios que ajudavam os israelitas a colocá-las em prática. O propósito das leis de Deus era ensinar ao povo como distinguir o certo do errado, o sagrado do comum. A nação que vivia as leis de Deus deveria, obviamente, ser colocada à parte, dedicada a Seu serviço. Life Application Study Bible.

10 para fazerdes diferença. Vinho e bebida forte podem entorpecer as faculdades de modo que a pessoa perca a clara distinção entre o certo e o errado, entre o santo e profano e entre o puro e o impuro. … naquela condição, eles não viam qualquer diferença. Fogo era fogo, não era? Deus, porém, examinou o coração dos dois e viu o que ninguém podia ver. Havia uma diferença. De modo semelhante, o primeiro dia da semana é tão bom quanto o sétimo dia, pelo raciocínio humano – exceto pela ordem de Deus; e isso faz uma diferença vital, a diferença entre a vida e a morte. CBASD, vol. 1, p. 810.

entre o santo e o profano. A distinção entre o santo (sagrado) e o profano (comum) era cuidadosamente mantida (v. Ez 22.26; 42.20; 44.23, 48.14, 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

imundo. Não no sentido de sujo, mas sim de impureza cerimonial, Mq 2.10 (Bíblia Shedd).

16-20 O sacerdote que oferecia a oferta pelo pecado deveria comer uma porção do animal e queimar o restante (6:24-30). Moisés ficou irado porque Eleazar e Itamar queimaram a oferta pelo pecado mas não comeram nada dela. Arão explicou a Moisés que seus dois filhos não sentiram ser apropriado comer do sacrifício após seus dois irmãos, Nadabe e Abiú terem sido mortos por sacrificar de forma errada. Moisés então entendeu que Eleazar e Itamar não estavam querendo desobedecer a Deus. Eles estavam simplesmente com medo e contrariados com o que acabara de acontecer com seus irmãos. Life Application Study Bible.

19 e tais coisas me sucederam. Talvez em referência à morte dos seus dois filhos mais velhos (v. 2), por causa dos quais jejuava, enlutado. Ou, possivelmente, ocorrera algo que o deixara cerimonialmente impuro [p. ex., tocar os corpos mortos]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ao fazerem sua primeira oferta pelo pecado, Arão e seus filhos se omitiram de comer a parte que lhes pertencia, e assim fazendo, demonstraram uma aparente indiferença para com o seu dever de se identificarem com o ofertante no seu pleito diante de Deus, 4.3; 6.26; 7.26; 8.14. Esclarecendo sua atitude, Arão se defendeu nos seguintes termos: tais coisas me sucederam, isto é, estava se recordando dos acontecimentos daquele dia, da morte dos seus filhos, e estava na incerteza de se, naquela circunstância, poderia ser realmente considerado digno de cumprir sua missão sacerdotal, de ser mediador entre o povo e Deus, quando membros de sua própria família tinham provocado a ira de Deus ao ponto de serem fulminados (Bíblia Shedd).




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