Reavivados por Sua Palavra


ATOS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de maio de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (v.31).


Um “bom testemunho” (v.2) fala mais do que muitas palavras, e a vida de Timóteo confirmou isso. Apesar de ser filho de mãe judia, seu pai era grego e não havia observado a aliança da circuncisão. Paulo, sempre prudente, procurando afastar de seu ministério todo e qualquer motivo de contenda entre os irmãos, logo tratou de circuncidar o jovem Timóteo. E, levando-o em sua companhia, seguiam de igreja em igreja confirmando “as decisões tomadas pelos apóstolos e presbíteros de Jerusalém” (v.4). “Assim, as igrejas eram fortalecidas na fé e, dia a dia, aumentavam em número” (v.5).

Com zelo maior do que um dia o moveu a perseguir os cristãos, Paulo percorria de região em região pregando a palavra do Senhor. Mas assim como de autoridades humanas recebia cartas que o enviavam a determinados lugares, pela Autoridade divina passou a ser conduzido. “Impedidos pelo Espírito Santo” (v.6), Paulo e seus companheiros perceberam que nem sempre as nossas boas intenções estão em harmonia com os propósitos divinos. A Bíblia não revela de que forma o Espírito Santo os impediu de avançar naqueles lugares, mas deixa bem claro que eles reconheceram e obedeceram a ordem do “Espírito de Jesus” (v.7). E a visão que Paulo teve os colocou de volta na rota estabelecida por Deus.

Foi em Filipos, cidade principal da Macedônia, que aqueles servos do Altíssimo conheceram duas famílias especiais: a família de Lídia e a família do carcereiro. “No sábado” (v.13), procurando  eles um lugar onde pudessem orar e adorar, no leito de um rio lhes “pareceu haver um lugar de oração” (v.13), onde, assentados, começaram a pregar para as mulheres que ali tinham se reunido. Uma mulher em especial, “temente a Deus”, os escutava, de forma que “o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia” (v.14). “Depois de ser batizada”, Lídia e toda a sua família rogaram para que eles permanecessem hospedados em sua casa. E os “constrangeu a isso” (v.15).

O que se seguiu, porém, foi uma retaliação de Satanás à obra que estava sendo realizada naquele lugar. Através da cura daquela jovem adivinhadora, Paulo e Silas foram severamente açoitados e encerrados na prisão da pior maneira possível. Eles poderiam ter erguido gritos de dor e desespero e palavras de revolta contra Deus. Mas ao invés de questionar o porquê de tanto sofrimento, a reação daqueles missionários era impressionante, de modo que “oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam” (v.25). Todo o cárcere parou para ouvir o som da fé, que os fazia sentir um conforto sobrenatural, quando um forte tremor abriu as portas e soltou as cadeias que os prendiam.

Atordoado pelo ocorrido, o carcereiro estava disposto a tirar a própria vida quando ouviu uma voz de esperança: “Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos!” (v.28). Nenhum prisioneiro fugiu porque descobriram, pelo testemunho de Paulo e Silas, a verdadeira liberdade. Não eram as portas trancadas de uma prisão ou as cadeias nas mãos que os prendiam, mas as correntes do pecado que lhes aprisionava o coração. A situação que o inimigo achara provocar para desonra, Deus transformou em honra ao nome de Jesus. Aquele homem que dantes sustentava uma posição de carrasco, “trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas” (v.29) em sinal de arrependimento. E a pergunta que um dia Cristo ouvira do jovem rico, foi replicada por ele: “que devo fazer para que seja salvo?” (v.30).

O desfecho daquele dramático incidente, no entanto, redundou em salvação não apenas ao carcereiro, mas a toda a sua casa. E o resultado de sua conversão logo foi notado em suas ações. Cuidando de Paulo e de Silas, “lavou-lhes os vergões dos açoites” e “levando-os para a sua própria casa, lhes pôs a mesa; e, com todos os seus, manifestava grande alegria, por terem crido em Deus” (v.33-34). A injustiça cometida contra eles, porém, causou em Paulo um sentimento de impunidade. Não permitiria que Satanás manchasse a sua reputação ou denegrisse o nome do Senhor ao qual servia. E com ousadia, recusou-se a ser posto em liberdade até que seus algozes o fizessem. “Então, foram ter com eles e lhes pediram desculpas” (v.39).

Uma vida a serviço de Deus não garante ficarmos livres de problemas e sofrimentos. Cristo mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo 16:33). E nas batalhas desta vida, quando aceitamos ser conduzidos pelo Espírito Santo, Ele coloca em nosso caminho irmãos que nos confortam (v.40) e que, usados por Deus, nos são como um refrigério em meio à tormenta.

Satanás tem lhe açoitado? Creia que Deus usará Seus instrumentos para cuidar de suas feridas. Tem fome e sede de justiça? Muito em breve Deus te fará farto (Mt 5:6). Sente-se preso pelas amarras do pecado? Em Jesus há liberdade! Que você e eu perseveremos em oração e louvor ao nome do Senhor e o que aparentemente era uma maldição, Deus transformará em bênção!

Bom dia, servos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Atos16
#RPSP


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