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Comentário devocional:
Não é bom não produzir frutos. Quem quer ser infrutífero? No entanto, aqui Jesus diz que alguns serão encontrados infrutíferos. Então, o Pai, como jardineiro, irá cortar fora estes ramos da videira.
Esta parábola pode trazer um sentimento de preocupação. Afinal, como é que vamos realmente saber se somos frutíferos ou não? Dentro do Reino de Deus, muitas vezes nosso fruto não se mostra imediatamente. Muitas vezes, como diz a Bíblia: um planta, outro rega, e ainda um outro colhe! Ou um estabelece uma base enquanto outro edifica sobre ele (1Co 3:5-10). Aqui Jesus usa a analogia de uma videira e um ramo. Trabalhe um pouco em jardinagem e a preocupação começará a se dissipar.
No meu quintal, há árvores e arbustos. Meus dois favoritos são a macieira e um arbusto especial. O arbusto me traz grande alegria, porque, naturalmente, atrai muitos tipos de borboletas. Mas ele exige um trabalho cuidadoso de poda. A macieira também requer muito cuidado. Ao longo dos anos, ao cuidar dessas duas obras de Deus, tenho notado que os ramos que não produzem frutos são os que não se desenvolveram da maneira certa. O que quero dizer? Eles não cresceram para cima, para o sol, então não produzem frutos.
Nenhuma planta produz frutos a menos que olhe para o sol. Nenhuma pessoa dá frutos a menos que olhe para o Filho de Deus. “Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em mim” (Jo 15:4 NVI). Você está mantendo seus olhos em Jesus?
Jesus disse: “Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor. Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos de meu Pai e em seu amor permaneço. Tenho lhes dito estas palavras para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa” (vv 9-11 NVI).
Christopher Bullock, M.Div.
Pastor, em Atlanta, Georgia
Estados Unidos da America
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/15/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: João 15
Comentário em áudio
Filed under: Amor de Deus, batismo, crescimento espiritual, humildade | Tags: glória de Jesus, humildade, Jesus, Lava-pés
13.1 – 17.26 O relato dos acontecimentos no cenáculo registrado em João é muito maior que o constante em todos os demais evangelhos… …devemos a João a maior parte das informações sobre o que o Senhor disse a Seus discípulos naquela noite. Uma característica do relato é a ênfase que Jesus dá ao amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Este amor é ilustrado na comovente cena do lava-pés, na qual o Filho de Deus não desdenha realizar o mais humilde trabalho de um servo (Fp 2.7-8). Bíblia de Genebra.
1 amou-os até ao fim. A expressão ainda pode ser traduzida como “ao extremo”, significado que pode ser aplicado aqui, embora a tradução literal, “até ao fim”, também seja apropriada ao contexto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1142.
2-5 Um contraste vivo entre Judas que serve a si mesmo e Jesus, que Se dá a Si mesmo. Bíblia de Genebra.
3 sabendo. Este que o Pai tudo confiara às Suas mãos. A humilde conduta de Jesus não foi porque ele tivesse esquecido a sua condição de Filho encarnado de Deus. Seu ato demonstra que condição superior e privilégio não são razão para a arrogância, porém são altas credenciais para o serviço. Bíblia de Genebra.
viera de Deus.Isto é mencionado para ressaltar que, enquanto lavava os pés empoeirados dos discípulos, Jesus estava plenamente consciente de Sua divindade. O ato foi, assim, uma suprema demonstração de humildade. CBASD, vol. 5, p. 1142.
5 lavar os pés aos discípulos. O lava-pés era um elemento comum de hospitalidade num país poeirento, onde as pessoas usavam sandálias (cf. Lc 7.44). Esta tarefa era geralmente realizada pelo membro mais humilde da casa. Bíblia de Genebra.
10 Que já se banhou. A lavagem completa do discípulo simboliza-se no batismo; nesse ato o crente se identifica pela fé com o batismo de Cristo na cruz (cf 3.3, 5; At 2.38; Rm 6.1-11; Tt 3.5; Hb 10.22; 1 Pe 3.18ss). Bíblia Shedd.
não necessita senão lavar os pés. Representa a necessidade da confissão diária dos pecados para manter a comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.
11 Ele sabia quem era o traidor. A ação de Judas foi de sua própria decisão, livre e responsável, contudo foi levada a efeito de acordo com o plano de Deus. Bíblia de Genebra.
15 Eu vos dei o exemplo. A humildade de Cristo é um padrão para seus discípulos. Ao invés de aspirar a dominar, eles devem estar ávidos a servir (Mt 20.26-28; Fp 2.5-8; 1Pe 2.21). Bíblia de Genebra.
A ordenança [do lava-pés] tem um triplo significado: (1) Simboliza a purificação do pecado. O batismo simboliza a primeira purificação experimentada pelo crente. A purificação das contaminações que se acumulam posteriormente é simbolizada pelo lava-pés. Como no caso do batismo, o rito não tem nenhum significado a menos que o participante, pelo arrependimento e pela conversão, tenha renunciado ao pecado em sua vida. Não há nenhum mérito em si no lava-pés. Só quando há um adequado preparo preliminar é que a cerimônia passa a ter significado. (2) Simboliza uma renovada consagração ao serviço. O que participa e se inclina para lavar os pés de seus irmãos indica, desta forma, que está disposto a se empenhar no serviço do Mestre, não importa quão humilde seja esse serviço. (3) Tipifica o espírito de companheirismo cristão. A ordenança é, assim, um serviço preparatório adequado para a participação na Ceia do Senhor (ver DTN, 642-651). CBASD, vol. 5, p. 1144.
17 se as praticardes. …nossas obras … são a evidência da verdadeira fé. Confiança e obediência são inseparáveis. Bíblia de Genebra.
18 que se cumpra. A profecia não havia decretado que Judas devia trair o Senhor. A presciência divina previra o que aconteceria (ver com de Jo 12:39). CBASD, vol. 5, p. 1145.
19 antes que aconteça. Se Jesus não tivesse dito de antemão aos discípulos que Judas desertaria, eles poderiam ter concluído que Ele cometera um erro de julgamento ao permitir que Judas fosse um dos doze. A escolha de Judas tinha sido uma ideia, não de Jesus, mas dos próprios discípulos (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 1145.
A veracidade de uma predição anterior era a marca de um verdadeiro profeta, e a falsa predição era o caminho seguro para discernir o falso profeta (Dt 18.18-22). Bíblia de Genebra.
22 sem saber a quem ele se referia. Judas tinha ocultado seu propósito traidor tão cuidadosamente que os outros discípulos nada perceberam. Cada discípulo começou a temer que ele pudesse ser o elo fraco (Mt 26.22). Bíblia de Genebra.
26 É aquele a quem Eu der o pedaço de pão molhado. No médio oriente, ainda hoje, receber primeiro um bocado da mão do hospedeiro significa uma grande honra. Judas continuou como o alvo da graça de Cristo até que “saiu” (30). Bíblia Shedd.
27 Tão logo Judas comeu o pão. Se dar o pão a Judas era sinal de honra, parece também ter sido um último apelo – ao qual Judas não aceitou. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A recusa de Judas em responder ao apelo de Jesus abriu o seu coração para o controle de Satanás. Bíblia de Genebra.
30 Judas saiu. E era noite. Considerando o realce que João atribuía ao conflito entre a luz e as trevas, essa anotação pode ser mais que uma referência ao horário – também uma referência às trevas na alma de Judas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
31-32 glorificado. O verbo é repetido cinco vezes. Podia-se esperar a palavra oposta (“humilhado”), porque, na linguagem de Paulo, Jesus desceu ao último degrau de Sua profunda “humilhação”, sendo pendurado na cruz sob a maldição divina (Gl 3.13). Porém, João faz o foco incidir sobre a glória de Deus através de Cristo, para mostrar a glória de Deus revelada especialmente na cruz. Bíblia de Genebra.
Aqui, a ideia da glória compreende uma referência à morte sacrifical de Jesus na cruz e à salvação dela resultante. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 Um novo mandamento. Em certo sentido, era antigo (v. Lv 19.18), mas para os discípulos de Cristo era novo, por ser sinal da fraternidade gerada entre eles pelo grande amor de Cristo por eles (cf. Mt 22.37-39; 12.30, 31; Lc 10.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O novo elemento é a mudança de “próximo” para “uns aos outros” e a mudança de “a si mesmo” para “como Eu vos amei”. O amor cristão tem o amor sacrifical de Cristo como seu modelo e a comunidade de crentes como o primeiro lugar (ainda que certamente não exclusivo) onde esse amor se expressa (cf. Mt 25.40; Gl 6.10; Ef 5.25). Bíblia de Genebra.
36 mais tarde, porém, me seguirás. Esta é uma profecia a respeito do martírio de Pedro (21.18-19). Bíblia de Genebra.
Comentário devocional:
Apenas seis dias antes da Páscoa, Jesus está de volta ao povoado de Lázaro e participa de um jantar em sua honra. Muitos judeus estavam em Betânia quando Lázaro havia morrido. E como Jerusalém ficava muito próxima, apenas 3 quilômetros de Betânia, amigos e muitos que tinham vindo pranteá-lo quando de sua morte vieram ver Lázaro vivo novamente.
Compare isso com o que acontece em seguida. Maria leva um frasco de perfume que valia o salário de um ano, derrama-o sobre os pés de Jesus e então começa a limpar os pés dele com os seus cabelos. Maria demonstra o seu amor como nenhuma outra pessoa. O salário de um ano, através daquele perfume, derramado sobre os pés de Jesus! Isso é adoração genuína! Judas Iscariotes critica o ato, porque ele quer uma parte do dinheiro para si mesmo. Adoração falsa e egoísmo!
Uma grande multidão de Judeus ouvira que Jesus estava lá e queria vê-Lo e a Lázaro. Ironicamente, os principais sacerdotes queriam matar também a Lázaro porque ele era um testemunho vivo de que Jesus era o Messias. Segundo pensavam, Jesus representava uma ameaça a segurança nacional dos judeus que se encontravam sob a lei romana.
Por um tempo, muitos judeus passaram a crer em Jesus. Eles até mesmo o receberam em Jerusalém, com ramos de palmeiras e “Hosanas” quando Jesus adentrou a cidade montado num jumentinho. Saudaram a Jesus como o Messias; afinal Suas bênçãos e curas deram prova disso. Ao agitarem ramos de palmeira era como se estivessem balançando a bandeira nacional à vista de seus opressores romanos.
Havia crença e descrença entre os judeus e seus líderes, mas alguns que acreditavam estavam com medo de exporem publicamente a sua fé em Jesus (João 12:42-43). Eles teriam sido bem mais corajosos se soubessem que no domingo seguinte Jesus haveria de ressuscitar!
E você? É um crente autêntico, ou falso? É um verdadeiro adorador, ou um falso adorador? É você um verdadeiro crente ou um crente com medo? Sejamos espiritualmente honestos a respeito de nossa fé.
Adoremos ao Pai como resultado daquilo que Jesus fez por nós! Pois “vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (João 4:23, ARA)
Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/12/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: João 12
Comentário em áudio
Filed under: Evangelho, Israel, Jesus, sofrimento | Tags: choro de Jesus, Jesus, Jesus chorou, Lázaro
“Jesus chorou.” João 11:35.
Jesus foi tocado pela tristeza humana e chorou ante a dor. “Pelo que convinha que, em tudo, fosse semelhante aos irmãos” (Hb 2:17, ARC). Por identificar-se com a humanidade, “pode socorrer aos que são tentados”(Hb 2:18, ARC). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1127.
“Onde o pusestes?” perguntou. “Disseram-Lhe: Senhor, vem e vê”. João 11:34. Juntos, dirigiram-se para o sepulcro.
Foi uma cena dolorosa. Lázaro fora muito amado, e as irmãs por ele choravam, despedaçado o coração, ao passo que os que haviam sido amigos
seus, misturavam as lágrimas com as das desoladas irmãs. Em face dessa aflição humana e de que os amigos consternados pranteavam o morto, enquanto o Salvador do mundo ali Se achava — “Jesus chorou”. João 11:35.
Se bem que fosse o Filho de Deus, revestira-Se, no entanto, da natureza humana e comoveu-Se com a humana dor. Seu terno, compassivo coração está sempre pronto a compadecer-se perante o sofrimento. Chora com os que choram, e alegra-Se com os que se alegram.
Não foi, porém, simplesmente pela simpatia humana para com Maria e Marta, que Jesus chorou. Havia em Suas lágrimas uma dor tão acima da simples mágoa humana, como o Céu se acha acima da Terra. Cristo não chorou por Lázaro; pois estava para o chamar do sepulcro. Chorou porque muitos dos que ora pranteavam a Lázaro haviam de em breve tramar a morte dAquele que era a ressurreição e a vida. Quão incapazes se achavam, no entanto, os incrédulos judeus de interpretar devidamente Suas lágrimas! Alguns, que não conseguiam enxergar senão as circunstâncias exteriores da cena que perante Ele estava, como causa de Sua tristeza, disseram baixinho: “Vede como o amava!” Outros, procurando lançar a semente da incredulidade no coração dos presentes, disseram, irônicos: “Não podia Ele, que abriu os olhos ao cego, fazer também com que este não morresse?” João 11:36, 37. Se estava no poder de Cristo salvar a Lázaro, por que, então, o deixou morrer?
Com profética visão, percebeu Cristo a inimizade dos fariseus e dos saduceus. Sabia que Lhe estavam premeditando a morte. Não ignorava que alguns dos que tão cheios de aparente simpatia se mostravam, em breve fechariam contra si mesmos a porta da esperança e os portais da cidade de Deus. Em Sua humilhação e crucifixão estava para verificar-se uma cena que daria em resultado a destruição de Jerusalém, e então ninguém lamentaria os mortos. O juízo que estava para cair sobre Jerusalém foi perante Ele claramente delineado. Contemplou Jerusalém cercada pelas legiões romanas. Viu que muitos dos que agora choravam por Lázaro morreriam no cerco da cidade, e não haveria esperança em sua morte.
Não foi somente pela cena que se desenrolava a Seus olhos, que Cristo chorou. Pesava sobre Ele a dor dos séculos. Viu os terríveis efeitos da transgressão da lei divina. Viu que, na história do mundo, a começar com a morte de Abel, fora incessante o conflito entre o bem e o mal. Lançando o olhar através dos séculos por vir, viu o sofrimento e a dor, as lágrimas e a morte que caberiam em sorte aos homens. Seu coração pungiu-se pelas penas da família humana de todos os tempos e em todas as terras. Pesavam-Lhe fortemente sobre a alma as misérias da pecadora raça, e rompeu-se-Lhe a fonte das lágrimas no anelo de lhes aliviar todas as aflições.
O Desejado de Todas as Nações, p. 462 – 464.
Filed under: Jesus, ressurreição | Tags: Caifás, glória de Jesus, glorificação, Jesus, Lázaro
Filed under: ressurreição | Tags: divindade de Jesus, Filho de Deus, Jesus, Lázaro, mortos, ressurreição, vida plena
Comentário devocional:
Nesta história Jesus não cura no momento em que é chamado. Após receber a urgente mensagem, Ele aguarda algum tempo para ir até Betânia e curar seu amigo Lázaro. Então, Ele diz: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou até lá para acordá-lo” (v. 11 NVI).
Lázaro vivia em Betânia, a menos de 3 km a leste de Jerusalém. O pequeno povoado se aninhava na encosta oriental do Monte das Oliveiras. Jesus orara por muitas vezes neste monte e fora recebido muitas vezes na casa de Lázaro e suas irmãs. Eles se tornaram mais ligados do que familiares entre si.
Por que Jesus esperou pela morte daquele a quem Ele amava? (v.3) Jesus mesmo explica que isto ocorrera para a glória de Deus (v.4), assim como ocorrera com o cego de nascença a quem Jesus recuperou a vista (Jo 9:3), para que os discípulos cressem (v. 15).
Ao narrar a ressurreição de Lázaro, João 11 responde à pergunta feita a Jesus em João 10:36-38. Ele estava blasfemando ao dizer que era o Filho de Deus? Alguns pensavam que estava. Jesus diz que eles não precisariam acreditar nEle, a não ser que fizesse as obras de Seu Pai. Mas se Ele fizesse – como ao ressuscitar Lázaro – então todos eles saberiam que Jesus está no Pai e o Pai nEle.
Jesus tinha ressuscitado anteriormente duas pessoas: 1) o filho da viúva de Naim – Ele deu ordem para o garoto levantar e este ressurgiu (Lc 7:11-17) e 2) a filha de Jairo – Ele só falou uma palavra para efetuar a cura (Lc 8:40-56). Neste capítulo, entretanto, Jesus espera até Lázaro estar morto por quatro dias, para que não houvesse qualquer dúvida de que ele estava realmente morto. Assim não haveria qualquer dúvida de que Ele é a Ressurreição e a Vida. E este fato não só se refere à capacidade de Jesus em trazer mortos físicos novamente à vida, mas também em dar vida aos que estão mortos espiritualmente. Jesus tem a vida nEle! E através dEle podemos experimentar uma “nova vida”.
Pode ser que você esteja se sentindo preso em uma tumba espiritual durante quatro dias, ou 40 anos, mas o seu Salvador Doador e Restaurador da vida não se esqueceu de você! Ele te ama!
Deixe-O vencer as suas batalhas espirituais e lhe dar uma vida renovada. Ele morreu na cruz por você e ressuscitou no terceiro dia.
Então, pela fé, abra a lápide de seu coração hoje a este Grande Médico e receba a vida em abundância!
Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/11/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: João 11
Comentário em áudio
Filed under: Amor de Deus, cuidado de Deus | Tags: Bom Pastor, Comunhão, Jesus
Comentário devocional:
Ovelhas são animais de rebanho cuja tendência é seguir um líder. Por serem animais muito mansos, o líder pode ser simplesmente aquele que sai em frente. Daí a importância de Jesus se apresentar como o Bom Pastor. Ele conhece as Suas ovelhas e é por elas conhecido. Quando as ovelhas conhecem o seu pastor — porque estão totalmente familiarizadas com aquele que se preocupa com elas — elas não são propensas a seguir um impostor.
O que não é facilmente notado em uma leitura superficial do texto, é que pode-se ver a conexão entre a história anterior — a cura do homem cego — e a declaração de Jesus de ser o Bom Pastor. O homem curado é como a ovelha que reconhece a voz do Pastor e O segue. Como o Bom Pastor, Jesus cuida de Suas ovelhas, mesmo aquelas que foram rejeitadas — como o cego a quem as pessoas acusaram de ter pecado — e as cura e liberta da escuridão literal e espiritual.
A cura do cego nas imediações do templo durante a Festa dos Tabernáculos teve como objetivo abrir os olhos das multidões que viajaram a Jerusalém para aquele banquete espiritual. Jesus está oferecendo às pessoas a oportunidade e a capacidade de distinguir entre o bom pastor — Ele próprio — que não quer nada além do melhor para suas ovelhas, e os líderes religiosos de Seus dias — os mercenários — que de muitas maneiras rejeitam algumas pessoas e deixam de lado.
“Como o pastor vai adiante das ovelhas, enfrentando primeiro o perigo do caminho, assim faz Jesus com Seu povo. “E, quando tira para fora as Suas ovelhas, vai adiante delas”. João 10:4. O caminho para o Céu é consagrado pelas pegadas do Salvador. A vereda pode ser íngreme e acidentada, mas Jesus por ela passou; Seus pés calcaram os cruéis espinhos, a fim de tornar mais fácil o trilho para nós. Todo fardo que somos chamados a suportar, levou-o Ele próprio.”(O Desejado de Todas as Nações, p. 480).
Que o conhecimento de que o nosso Pastor é Jesus, que está lutando por nossa segurança e salvação, nos encoraje sempre. E tenhamos a certeza de que reconhecemos a Sua voz por permanecermos em contato com Ele e com a Sua Palavra a cada dia.
Willie Oliver
Diretor Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/10/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: João 10
Comentário em áudio
Filed under: Deus, Jesus | Tags: Antíoco Epifânio, deuses, elohim, Hannukah, Jesus, Judas Macabeu
22 Festa da Dedicação. Esta festa foi instituída por Judas Macabeu para comemorar a purificação do templo e a restauração de seus serviços após a profanação por Antíoco Epifânio [rei da Síria, cf Andrews Study Bible]. … Na literatura rabínica a festa é chamada Hanukkah, que significa “dedicação”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1118.
Esta festa é agora chamada Hannukah, é celebrada em dezembro. Comemora a restauração do templo nos tempos de Judas Macabeu e a revolta judaica contra Antíoco Epifânio (164 a.C.). Bíblia de Genebra.
Esse foi o último grande livramento que os judeus haviam experimentado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 jamais perecerão. A negativa é forte no grego. Em seu significado mais pleno, “perecerão” aqui faz referência à morte final e irrevogável, isto é, à segunda morte (Ap. 20:14; cf Mt 20:28; Jo 3:16). CBASD, vol. 5, p. 1119.
30 somos um. A palavra traduzida por “um” é neutra, mostrando que a unidade de pessoas não é o ponto em discussão. Jesus afirmou Sua unidade com o Pai em vontade, propósito e objetivos. O Pai estava diretamente envolvido nas palavras e nos atos de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1120.
Não são Pessoas idênticas, mas uma em essência… O Pai, o Filho e o Espírito Santo possuem igualmente a plenitude da natureza divina. Esta unidade essencial subjaz à sua unidade no propósito redentor. Bíblia de Genebra.
32 boas obras. Embora a referência aqui inclua os milagres de Jesus, os termos no grego subentendem as obras em geral que têm acima de tudo um caráter bom e nobre. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 sois deuses. A citação é de Salmo 82:6, que acusa os juízes injustos, chamados de “deuses”. CBASD, vol. 5, p. 1120.
No Antigo Testamento, os juízes humanos … podiam ser chamados “deuses”, porque eram considerados como agindo em lugar de Deus, ao fazerem justiça. A palavra hebraica ‘elohim é usada não só para referir ao único Deus verdadeiro, mas também para denotar deuses falsos, anjos e, muito raramente, homens exercendo junções divinas. O argumento de Jesus pode ser entendido como segue: “Ao invés de ofender-se porque esta palavra é aplicada a Mim, devíeis examinar as minhas credenciais que provam que meu Pai me enviou a este mundo”. Bíblia de Genebra.
Se Deus, o Autor da Bíblia, chama homens de “deuses” … quanto mais teria o Filho direito a este título. Bíblia Shedd.
Ver Êx 22.28 e nota textual NVI [“Não insultem os juízes”]; Dt 1.17; 16.18; 2Cr 19.6. Bíblia de Estudo NVI Vida.
39 Ele se livrou. João não nos dá detalhes, mas torna claro que nada poderia acontecer a Jesus até que Deus determinasse a hora (7.44; 8.59). Bíblia de Genebra.
A pergunta acerca de como se poderia obter pedras no templo talvez encontre resposta no fato de que o templo de Herodes ainda estava em processo de construção. CBASD, vol. 5, p. 1103.