Filed under: arrependimento, bens materiais, bom senso, cuidado de Deus, graça, guia divina, idolatria, Israel | Tags: cuidado de Deus, idolatria, Israel, prosperidade
Comentário devocional:
A cura e prosperidade que Deus concedera a Israel [Efraim] fizeram esta nação cometer ainda mais maldades. Deus diz: “Quando eu tento curar Israel, o mal [escondido] de Efraim fica exposto” (NVI).
Ladrões agiam dentro da cidade de Samaria e hordas de salteadores saqueavam fora da cidade (Oséias 7:1). Isto corresponde ao tempo do profeta Jonas. Quando Deus curou a nação de Israel, salvando-os de todos os tipos de problemas, eles interpretaram mal, como se isso fosse Sua aprovação pelo seu mau comportamento (Oséias 7:2).
Oséias 7:3-7 descreve as maldades praticadas naquela época. Injustiças eram praticadas com o consentimento do rei (Jeroboão II) e de seus oficiais. Todos eles eram adoradores de ídolos. Uma vez que Deus curou a nação de Israel, os malfeitores se tornaram ainda mais corruptos e se encheram do mal, como a massa torna-se maior depois de misturada com fermento (7:4).
Jeroboão I convocou uma festa, que foi celebrada após a confecção de bezerros de ouro, no dia 15 do oitavo mês (I Reis 12:28-32). Os sacrifícios dessa festa seriam supostamente “ofertas pacíficas” ao Senhor (Êxodo 32:6), assim como Aarão fizera na festa de adoração ao bezerro de ouro na base do monte Sinai. Tanto à época de Aarão, como de Jeroboão, o povo comeu e bebeu e fizeram uma festa (Êxodo 32:5-7; Oséias 7:5).
O rei estendeu a sua mão aos malfeitores e, juntos, eles se tornam inflamados com vinho e seus corações se incendiaram (Oséias 7: 5-6). Os malfeitores destruiriam reis e juízes, assim como um forno queima todas as coisas com o fogo. Mas nenhum dos reis e juízes clamaram a Deus por ajuda (7:7). O norte de Israel perderia seu poder nacional e as nações estrangeiras a devorariam. No entanto eles não retornariam para o seu Deus (7:8-10).
Israel, como uma pomba insensata buscou o Egito e a Assíria para obter socorro (7:11). Deus, porém, não queria que eles procurassem nações estrangeiras a fim de obter ajuda (7:12). Ele desejava redimi-los, mas eles fugiram dEle. Então, o Senhor os entregou ao destino que eles mesmos escolheram: a morte! (7:13). Esta lhes veio através da carestia de alimentos e pela espada de seus inimigos.
Eles então choraram em suas camas pela falta de grãos e bebida, mas não se arrependeram de coração (7:14). Deus desejava fortalecer Israel, mas eles haviam se tornado como um arco defeituoso, de cordas frouxas, incapaz de levar a flecha ao alvo. O que mais Deus poderia fazer por eles?
O que mais Deus precisa fazer por nós para que o busquemos de todo o coração?
Yoshitaka Kobayashi
Japão.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/7/
Traduzido por JAQ/GASQ/JDS
Texto bíblico: Oséias 7
Comentário em audio
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Filed under: Amor de Deus | Tags: amor de Deus, apostasia, Ezequiel, Israel
Ezequiel 20 começa com a vinda dos anciãos de Judá a Ezequiel a fim de consultar a Deus. Porém Deus não aceita ser interrogado por eles por causa de obstinada recusa deles em andar nos Seus caminhos (v. 1-4). Em vez de responder a pergunta dos anciãos, Deus deixou-lhes uma tocante mensagem nos versos 5 a 44.A primeira parte da resposta divina é uma revisão da história de Israel a partir do período egípcio até a sua estadia na Terra Prometida. A mensagem destaca os hábitos rebeldes de Israel e a fidelidade e a bondade de Deus para com a nação (vv. 5-31). A história é descrita em quatro etapas: (1) no Egito (vv. 5-9), (2) a geração adulta no deserto (vv. 10-17), (3) a segunda geração no deserto (vv. 18 – 26), (4) e em Canaã (vv. 27-29).
Desde a sua concepção como nação, Israel tem constantemente se rebelado contra Deus. Dois dos pecados que se destacam são a idolatria e a profanação do sábado. Israel foi infiel, contaminando-se com ídolos em vez de dedicar-se inteiramente a Deus. Ela profana o sábado por não entender que o seu objetivo é servir como um sinal de que pertence ao Senhor (v. 12).
A segunda parte da mensagem fala da apostasia de Israel no tempo de Ezequiel, e inclui purificação e restauração (vv. 30-44). O povo de Deus não era menos idólatra do que os seus antepassados; eles estavam repetindo os mesmos pecados, incluindo o sacrifício dos filhos no fogo (v. 31). Mas Deus vai trazê-los de volta de seu cativeiro e pleiteará com eles face a face, como Ele uma vez confrontou seus antepassados no deserto. Ele limpará a nação dos idólatras e rebeldes e, em seguida, renovará a sua aliança com os remanescentes (vv. 32-38). Após o período de castigo e purificação, Deus trará os israelitas de volta dos vários países para onde foram espalhados para uma terra restaurada, onde a verdadeira adoração será restabelecida e ídolos não serão mais adorados (vv. 40-44).
Apesar da repetida apostasia de Israel no passado bem como nos dias de Ezequiel, Deus permanece fiel a seu povo. Na verdade, Ele tem grandes planos para a sua futura restauração.
A longanimidade e a paciência de Deus para com o ser humano é vista claramente em Seu trato com o rebelde povo de Israel. Ele não lida conosco como merecemos, pelo contrário, trata-nos com amor, porque esta é a Sua natureza.
Chawngdinpuii Chawngthu
Universidade Adventista Spicer
Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/20/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 20
Comentário em áudio
Comentários selecionados:
Este capítulo chave reconta a misericórdia e fidelidade divinas em meio à rebelião de Israel e provê a base para o julgamento de Deus. Andrews Study Bible.
3 juro pela Minha vida. Juramento divino que revela a intenção inalterável de Deus. Bíblia NVI Vida.
Vós não Me consultareis. Deus nunca retém a luz do inquisidor honesto; mas, se este se recusa a andar na luz revelada, é presunção pedir mais luz. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 708.
4 Julgá-los-ei? O conteúdo deste capítulo é como um processo jurídico contra a nação, no qual as acusações seguem o curso da história nacional. … A data do discurso seria por volta de julho de 591 a.C. (v.1), quatro anos antes da destruição de Jerusalém. Bíblia Shedd.
6 terra onde mana leite e mel. Sua verdadeira beleza achava-se em ter sido selecionada para ser habitação de Deus (Dt 12.5,11). Bíblia NVI Vida.
8 rebelaram-se contra Mim. A história não menciona diretamente essa revolta no Egito. Contudo, a propensão do povo para os costume idólatras do Egito confirma isso (ver Js 24.14; cf PP 259). Quando chegou a oportunidade para sair do Egito, muitos relutaram em fazê-lo. CBASD, vol. 4, p. 708.
11. Viverá por eles. Deus esperava que a obediência fosse motivada pelo amor e por uma apreciação inteligente do caráter divino. CBASD, vol. 4, p. 708.
12 sábados como sinal. A observância do sábado por Israel tinha por finalidade servir de sinal de que era o povo santo de Deus (ver Êx 31.13-17). Ezequiel ressalta o sábado (v. 22.8,26; 23.38; 44.24; 45.16; 46.30) da mesma maneira que Jeremias (Jr 17.19-27; cf Ne 13.17-18). Bíblia NVI Vida.
O sábado é, com frequência, citado como um exemplo importante que representa a lei inteira (22.8, 26; 23.38; 44.24; cf Ne 13.18; Is 56.2,4,6; Jr 17.19-27). Bíblia de Genebra.
Isto não significa que o sábado foi instituído no Sinai, pois existia desde a criação (Gn 2.1-3); mas foi ali ordenado novamente. … As pessoas podem arrazoar que os propósitos salutares do sábado poderiam ser alcançados em qualquer outro dia. Contudo, Deus especificou um dia determinado e ordenou que fosse santificado e conservado livre de empreendimentos mundanos e prazeres pessoais (Is 58:13). CBASD, vol. 4, p. 708.
13 profanaram. Pela não observância do repouso sabático (v. Jr 17.21-23), ou por não o observarem segundo o modo e o espírito pretendido por Deus (v. Am 8.5). Bíblia NVI Vida.
20 sinal. Houve uma época na qual as autoridades inglesas exigiam que os que vinham receber seus vencimentos de auxílio por desemprego tinham que comparecer cada dia num dia e horário diferentes, como prova de que não assumiram outros interesses. Da mesma forma, o estar sempre disponível para as coisas de Deus, no dia de descanso marcado, é um sinal de que o homem não se deixou iludir pelos prazeres e ambições do mundo, tais como usar este dia para passeios, para horas extras de serviço, ou para tagarelices vãs entre os familiares e o vizinhos. Bíblia Shedd.
O sábado … devia conservar Deus sempre na lembrança (ver PR, 182). Se o sábado tivesse sido lembrado como Deus planejou, os pensamentos e as afeições do ser humano teriam sido levados ao Criador como objeto de reverência e adoração, e nunca teria havido um idólatra ou ateu. CBASD, vol. 4, p. 709.
26 o que abre a madre. O primogênito, que os pagãos sacrificavam a Moloque e a Baal como oferta queimada. Bíblia Shedd.
29 lugar alto. Heb bamah, que significa qualquer lugar ao ar livre usado como santuário da idolatria. No versículo há um trocadilho, pois ba’ significa “vir” e mah “que?”. Bíblia Shedd.
32 como as nações. A tentação de perder seu caráter incomparável estava sempre diante de Israel (v. 1Sm 8.5). Bíblia NVI Vida.
O profeta desvenda as aspirações secretas dos que o consultam e diz categoricamente que suas ambições não serão alcançadas. … Talvez acreditassem que, se eles estivessem nas mesma condição dos pagãos, tendo responsabilidade menores, Yahweh os deixaria em paz. … Deus lida com as pessoas segundo a luz e os privilégios que receberam. Ele não retira esses privilégios nem abandona facilmente aqueles para quem planejou um elevado destino. O que ele planeja e executa é para o bem dos envolvidos, como eles próprios, por fim, vão admitir. CBASD, vol. 4, p. 709.
35. deserto dos povos. O exílio entre as nações seria, para Israel, igual a uma volta ao deserto pelo qual já viajara a caminho da terra prometida (v. Os 2.14). Bíblia NVI Vida.
37 passar debaixo do Meu cajado. Uma figura que representa o pastor que conta e separa seu rebanho (Lv 27:32; Jr 33:13). CBASD, vol. 4, p. 711.
39. Cada um sirva. Ver Js 24:15. Se depois de advertidas, as pessoas ainda se recusam em obedecer, não há nada mais que Deus possa fazer. A coerção é contrária ao caráter divino. Portanto, ele não as impede de servir aos ídolos. CBASD, vol. 4, p. 711.
40 Santo Monte. Jerusalém, especialmente a área do templo. Bíblia Shedd.
O remanescente fiel adoraria no santo monte de Deus. A glória da graça de Deus é que ele trata conosco com misericórdia e não segundo os nossos pecados merecem (20.44; Ed 9.13; Jó 33.27; Sl 103.10; Lm3.22-23, 31-33). Bíblia de Genebra.
43 terão nojo de si mesmos. Arrependimento total (v. 6.9; 16.63; Lc 15.17-19). Bíblia NVI Vida.
Este é o sinal de que a pessoa está verdadeiramente arrependida. … A aversão pelos próprios pecados é um dos antídotos mais eficientes contra uma posterior repetição deles. A razão pela qual se recorre tão repetidamente aos mesmos erros é que não se tem tristeza pelos pecados. CBASD, vol. 4, p. 711.
44 não segundo. A salvação é e sempre será uma dádiva imerecida. A conduta ímpia só merece a morte. CBASD, vol. 4, p. 712.
45 veio a mim. Na Bíblia hebraica, os v. 45 a 49 formam a abertura do capítulo 21. … As palavras “volve os rosto” (v. 46) parecem ligar esta seção ao cap. 21, pois a mesma frase ocorre em 21:2. CBASD, vol. 4, p. 712.
46 para o sul. Em direção a Judá e Jerusalém, objeto de todas as profecias de Ezequiel nesses capítulos. Qualquer invasão babilônica atravessaria a Palestina de norte a sul (v. 26.7). Bíblia NVI Vida.
47 acenderei em ti um fogo. Linguagem figurada comum em referência a forças invasoras. Bíblia de Genebra.
toda árvore verde. Isto é, pessoas de todas as classes, toda a população. CBASD, vol. 4, p. 712.
do Neguebe até o norte. Expressa totalidade e não direção, significando toda a nação, de fronteira a fronteira. Bíblia NVI Vida.
48 não se apagará. O fogo seria tão feroz que ninguém poderia extingui-lo. Portanto, arderia até completar sua obra de destruição. CBASD, vol. 4, p. 712.
49. proferidor de parábolas. Ezequiel ressente-se do fardo de ser considerado falso profeta, cujas predições nunca se cumprem [ver tb. Jn 3.10-4.3]. Bíblia Shedd.
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Comentário devocional:
Deus tinha planos maravilhosos para Jerusalém. Ele fez promessas incríveis a seu respeito. Jerusalém foi o lugar aonde Ele colocou o Seu Nome; o lugar em que o seu trono de adoração foi estabelecido no Santo dos Santos do templo; o lugar do qual Ele planejava governar as nações.
Quando Israel como nação finalmente rejeitou a Deus e Jerusalém foi destruída (no ano 70 AD), todos os planos e promessas para Jerusalém e Sião passaram a valer para o remanescente final. Os herdeiros são aqueles que aceitam os planos de Deus (Gl 3:29); são os contritos e humildes que tremem diante da Sua Palavra (Is 66:2b). Individualmente e coletivamente, os fiéis se tornaram o templo de Deus – mini-Jerusalens – esplendorosos troféus na mão divina (v. 3). Agora, chamados de “cristãos”, eles estão casados com o Seu noivo ( 61:10) que os ama com o hesed, o amor fiel de um marido (Is 54:5).
Sempre fico profundamente tocada pelas expressões de prazer mútuo e alegria que caracterizam a nossa relação de amor com Deus. Quão terna, quão profunda, quão abrangente é esta união que Deus deseja ter com cada um de nós (Veja por exemplo: Isaías 61:10; Sofonias 3:17). Assim como nós chamamos uma pessoa a quem queremos muito bem de “querido” ou “querida”, Deus chama a sua noiva de nomes hebraicos especiais, Hephzibah (Delícia) e Beulah (Procurada e Casada) .
Assim como Deus colocou Adão e Eva para serem cuidadores de sua nova criação, Deus coloca aqueles a quem Ele ama para vigiar pelo seu novo reino. Deus e Sua “esposa” são um em propósito e atitude. Nosso Marido Celestial não dormita nem dorme (Sl 121:4 ), nem sua “esposa”. Eles estão de plantão dia e noite (v. 7). Na verdade, eles incentivam-se um ao outro até alcançarem seu objetivo mútuo. Os amados de Deus oram sem cessar e são ousados em pedir “grandes coisas”. O objetivo deles e do Senhor é o mesmo: estabelecer “Jerusalém”, como “uma cidade elogiada no mundo todo” (v. 7, NTLH), tornarem-se eles próprios confiáveis e tornarem as igrejas de Deus lugares seguros de adoração para todas as pessoas (v. 8; 56:8)
Devemos seguir em frente, abrir caminhos, instruir as pessoas, remover obstáculos. Devemos levar a todas as nações a bandeira da vitória (v. 10), o padrão de justiça, a bandeira manchada de sangue do Príncipe Emanuel. Então, quando o juízo pré-advento se completar, nosso Salvador voltará, trazendo com Ele a Sua recompensa (v. 11). Que dia emocionante será esse! Nós, Sua Santa noiva, os remidos do Senhor (v. 12a), finalmente entraremos na cidade celestial (v.12b). A cidade fundada, projetada e construída por Deus (Hb 11:10 Bíblia de Jerusalém ). Entraremos juntamente com todos aqueles que através de todas as eras amaram ao Senhor e ansiaram por Seu aparecimento. Então, ao lado do nosso Noivo celestial, viveremos felizes para sempre! Amém.
Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/62/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 62
Filed under: salvação | Tags: amor, Israel, Jubileu, Messias, salvação pela graça
Comentário devocional:
O trompete de chifre de carneiro soa novamente! Desta vez não para alertar acerca de algum perigo (58:1), mas acompanhado de palavras que trazem alegria para o povo de Deus. Estas palavras são pronunciadas pelo Messias-Servo, cheio do Espírito do Soberano Governador do Universo, ao proclamar o “ano da graça do Senhor” (v. 2) ou o Ano do Jubileu.
A cada cinqüenta anos do calendário judaico se realizava um “jejum sagrado” de regozijo porque trazia liberdade, restauração e libertação para aqueles que tinham sido escravos ou se endividado por qualquer motivo. A chegada de “um ano de graça do Senhor” (v. 2) significava o ingresso na graça e libertação.
Estas palavras, porém, não se aplicavam apenas para Israel. O Messias–Servo está, na verdade, anunciando o Jubileu dos Jubileus. Cerca de 700 anos antes da Encarnação, Isaías disse ao mundo todo que o Messias nasceria na Terra. E, embora sendo completamente Deus (Is 8:8,10, 9:6), iria sujeitar Sua vontade em completa obediência ao Pai e ao Espírito (Is 50:4-9); Ele iria sofrer, morrer e ressuscitar (Is 52:13-53,12). Só então poderia o reino da graça ser anunciado – o tempo de libertação para toda a humanidade.
Jesus leu esta passagem no início do seu ministério público (Lc 4:17-19) dizendo que as palavras de Isaías se cumpriam naquele momento. Esta notícia maravilhosa que deveria ter sido bem recebida pelos ouvintes foi a razão de O tentarem matar por blasfêmia.
O Messias–Servo revela as armas do amor que Deus usa para recuperar o mundo das garras do inimigo cruel (Is 59:16 e seg.): pregar boas notícias, curar corações partidos, libertar cativos, confortar os que sofrem, reviver o espírito daqueles que estão desencorajados e com medo, restaurar o senso de auto-estima daqueles que foram abusados por muito tempo. Este é o Evangelho da Troca, isto é: em vez da dupla porção de punição (Is 40:2) que merecemos, Ele troca a nossa desgraça e vergonha por uma porção dupla de alegria eterna (Is 61:7).
Aqueles que recebem esta mensagem, por sua vez, tornam-se reparadores e restauradores de vidas quebradas. Tornam-se um reino de sacerdotes, uma nação santa, ministros do nosso Deus (v. 6), portadores das vestes da salvação fornecidas pelo próprio Jesus (v.10). Que maravilhoso privilégio!
Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/61/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 61
Filed under: Israel, prosperidade | Tags: alegria, amor de Deus, Israel, paz, promessas, prosperidade, proteção
Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA