Filed under: idolatria, pecado, profecias, Queda de babilônia | Tags: misericórdia
Comentário devocional:
Jeremias 51 (v. 3-4) diz: ” Não poupem os seus [de Babilônia] jovens guerreiros, destruam completamente o seu exército” (NVI). Ciro conquistou a Babilônia e matou o rei Belsazar, mas não destruiu a cidade de Babilônia e não matou o soldados.
A profecia de Deus é sempre condicional. Se o exército babilônico tivesse resistido e não se rendido aos medos, Ciro teria destruído todos os soldados babilônicos. A cidade da Babilônia continuou existindo até o tempo de Seleuco Nicator. Depois que ele construiu a cidade de Selêucia perto de Babilônia, seus habitantes se mudaram para Selêucia e a cidade de Babilônia se tornou afinal uma ruína como predito por Jeremias (v. 26, 29).
Uma das razões para a punição divina do reino da Babilônia foram as atrocidades desnecessárias cometidas contra Judá e a cidade de Jerusalém (v. 35). Deus usou os reis dos medos para lutar contra a Babilônia (v. 11). Esta mensagem é a repetição de Isaías 13:7. Deus permitiu que Babilônia punisse Judá, mas Babilônia não deveria cometer tamanha crueldade contra Judá, que continuava a ser o povo de Deus e seria perdoado por Ele (Jer 50:20). Eles oprimiram o povo de Judá e não os deixaram voltar à sua terra natal por 70 anos (Jer 50:33).
Outra razão foi o pecado cometido contra o Santo de Israel (v. 5). Os soldados babilônicos – que obviamente não eram sacerdotes – entraram nos lugares sagrados do templo de Deus em Jerusalém, e levaram muitos dos utensílios.
Nos versos 59 a 64 encerra-se a longa profecia contra Babilônia. No quarto ano do rei Zedequias, Jeremias confiou o livro (rolo) desta profecia contra a Babilônia ao sumo sacerdote (Jer 52:24) Seraías, pedindo-lhe que a lesse em voz alta quando todos estivessem na Babilônia, amarrasse nele uma pedra e o jogasse no rio Eufrates. Isso significava que Babilônia afundaria “para não mais se erguer” (v. 64 NVI).
Mesmo para Babilônia, a destruição da cidade foi adiada, pois o aviso era condicional. Da mesma forma Deus é clemente e misericordioso para conosco, esperando por nosso arrependimento para nos salvar de nossa condição pecaminosa.
Deus está sempre desejoso de nos conceder as Suas bênçãos. Existe algo em nós que O impeça de agir assim?
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/51/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Jeremias 51
Filed under: correção, idolatria, pecado | Tags: advertência, Astarote, Ishtar, Vênus
Comentário devocional:
Os judeus que se mudaram para o Egito se estabeleceram em quatro lugares: Migdol e Tafnes, na fronteira, Mênfis (Baixo Egito) e Patros (Alto Egito). A última mensagem profética de Jeremias para este povo deixava claro que o motivo dos problemas que enfrentavam, entre eles a fome e a destruição de Jerusalém, era a sua adoração de ídolos e por servirem a outros deuses (v. 2-10). Mesmo após a destruição de Jerusalém eles não haviam se arrependido e voltado para Deus.
A mensagem de Deus entregue ao povo de Judá, no Egito, foi uma mensagem de punição. Ali eles não viveriam ilesos como pensavam que seria (v. 11-14).
Mesmo que a mensagem de Deus possa parecer apenas uma mensagem negativa, devemos entender que toda a mensagem de punição é condicional. Por exemplo, a mensagem de Deus ao povo de Nínive era negativa (Jonas 3:4). No entanto, quando o povo se arrependeu, a cidade não foi destruída (Jonas 3:10). Também a mensagem dada a Ezequiel era negativa (Ezequiel 3:18); no entanto, se o ímpio se arrependesse, sua vida poderia ser prolongada (Ezequiel 3:21).
O povo de Judá no Egito respondeu a Jeremias e disse: “É certo que faremos tudo o que dissemos que faríamos — queimaremos incenso à Rainha dos Céus e derramaremos ofertas de bebidas para ela, tal como fazíamos, nós e nossos antepassados … . Naquela época tínhamos fartura de comida, éramos prósperos e nada sofríamos. Mas, desde que paramos de queimar incenso à Rainha dos Céus e de derramar ofertas de bebidas a ela, nada temos tido e temos perecido pela espada e pela fome” (v. 17, 18 NVI).”
Jeremias lhes respondeu, dizendo que o que eles e seus antepassados tinham feito era errado e que era por causa deste mau comportamento que eles sofriam e a terra estava desolada (v. 22, 23). Disse-lhes também: “os judeus no Egito perecerão pela espada e pela fome até que sejam todos destruídos… Serão poucos os que escaparão da espada e voltarão do Egito para a terra de Judá” (v. 27, 28).
O nome “Rainha do Céu” é outro nome da deusa assíria relacionada com o planeta Vênus. Em outros lugares da Bíblia ela é chamada Astarote e Anate. Os crentes desta religião adúltera haviam praticado a cerimônia de fertilidade oficiada pelas prostitutas femininas e prostitutos masculinos de seus templos.
O povo de Judá teimosamente afirmou que não iria mais servir a Deus, e violou dois dos mandamentos de Deus: a adoração de ídolos e o adultério. Que tragédia para o povo de Deus cometer tal maldade! Que lição para nós hoje!
Querido Deus, quando enviares mensagens de advertência e reprovação, mantenha o meu coração sensível a Teus apelos e minha mente disposta a fazer a Tua vontade. Amém.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/44/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Jeremias 44
Filed under: correção, desobediência, pecado | Tags: idolatria, pecaminosidade
Comentário devocional:
Tínhamos pessoas para jantar em casa e eu estava ajudando a lavar os pratos. Havia muita coisa a lavar e enquanto Karen lavava eu secava e guardava os pratos. Em certo momento, peguei um copo de cristal para secar e você já deve saber o que aconteceu: ele escorregou da minha mão e caiu no chão, se espatifando em um milhão de pedaços. Não havia mais nada a fazer além de varrer os pedaços para jogá-los no lixo.
Apesar do profeta de Deus estar sendo ameaçado e implorando ao Senhor por misericórdia para com o povo, Deus lhe diz: “Vá!” Ele tinha uma mensagem de julgamento divino que deveria ser dada de uma forma que não admitisse má interpretação. Então Deus orientou Jeremias que encenasse uma parábola.
Os anciãos do povo e os sacerdotes respeitavam Jeremias o suficiente a ponto de concordarem em acompanhá-lo ao lugar que o Senhor os havia mandado, o infame Vale dos Filhos de Hinom ou Geena. Este lugar, ao sul de Jerusalém, tornou-se mais tarde símbolo de destruição total. Foi o lugar onde os reis apóstatas ofereceram seus próprios filhos como sacrifícios aos deuses demônios Moloque e Baal. Era também o local onde o lixo da cidade era queimado.
Olhando para esta cena, Jeremias pronuncia a catástrofe iminente, arrolando os motivos. Era como se Deus quisesse que todos que ouvissem ou lessem esta mensagem entendessem a depravação a que chegara Seu povo. Deus declarou que a idéia de sacrificar crianças como holocaustos a Baal ou Moloque estava muito longe de Seu caráter e tal coisa nunca sequer deveria ser cogitada pelo povo. Somente da mente do inimigo poderia surgir a idéia de que Criador demandasse coisa tão terrível!
O profeta conclui quebrando um vaso de cerâmica criado para conter líquidos, como água ou óleo, em tantos pedaços que nunca poderiam ser colados novamente. Então o profeta repete novamente as acusações contra o povo por terem abandonado a Deus e ido atrás da adoração de demônios como se fossem seus deuses.
Jeremias termina a “parábola viva” declarando que toda a cidade se tornaria como o contaminado “Tofete”, um lugar específico no Vale do Hinom, onde o sacerdote de Moloque oficiava a queimava crianças ainda com vida. O nome “Tofete” deriva de uma palavra que significa tambores e um comentarista sugere que os tambores eram usados para abafar os gritos das crianças quando estavam sendo sacrificadas.
Você pode imaginar a procissão de anciãos e sacerdotes retornando à cidade após esta experiência com Jeremias? Então, no Pátio do Santuário, o profeta repete a mensagem de Deus para que todos que por ali passassem tomassem dela conhecimento.
O mais difícil desta porção da Escritura é tentar entender como o povo de Deus caiu tão fundo. Como isso pôde acontecer a reis, sacerdotes, anciãos e pessoas? A resposta é que existe algo no vírus do pecado que é tão destruidor que sem a intervenção do poder do Evangelho em nossas vidas, nos destrói de dentro para fora.
“Obrigado, Pai Celestial, por Jesus e pelo poder do Evangelho para nossa transformação. Amém”.
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/19/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 19
Filed under: Amor de Deus, correção, Israel, pecado | Tags: escolhas, obediência, salvação
Comentário devocional:
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart – http://www.hartresearch.org/
Filed under: aprendizado, comunhão, confiança em Deus, crescimento espiritual, pecado, sábado | Tags: conhecer a Deus, conhecimento, rebeldia
Comentário devocional:
Certo dia eu estava no Museu Britânico em Londres, olhando para uma grande pedra que faz parte da história antiga, protegida por uma caixa de vidro. Uma pedra escura, com inscrições em três línguas antigas. Era nada menos que a pedra de Rosetta, descoberta no Egito por uma expedição arqueológica em 1799. Fiquei me perguntando: porque eles tiveram tanto trabalho nesta tarefa tão delicada quanto difícil de preservar tão perfeitamente estes escritos na pedra dura? Obviamente, para eles o texto era tão importante que eles procuraram fazer um registro permanente do mesmo.
O Espírito Santo de Deus, através do profeta Jeremias (Jer 17:1) está aqui usando um poderoso contraste para transmitir uma dolorosa realidade. Os pecados da nação de Judá – o próprio povo escolhido de Deus – estavam permanentemente escritos nas pontas dos seus altares e em seus corações.
Faz sentido imaginar inscrições nas pontas (chifres) dos altares idólatras. Mas como escrever na carne macia do coração? Aqui, o profeta está dizendo que nossa rebeldia e maldade são permanente registradas em nossa memória afetiva – nosso coração – tão permanente quanto as inscrições feitas nos altares de pedra.
Como isso aconteceu? Simples: “Maldito o homem (ou mulher) que confia no homem” (Jer 17:5 ARA). Qual é o resultado inevitável disto? O coração daquele que confia no homem se afasta do Senhor.
Porém, aqui, mais uma vez, nos é colocado o contraste, como esperança e saída: “Mas bendito é o homem (ou mulher) cuja confiança está no Senhor!” (Jer 17:7 NVI). Que incrível diferença! Eu preciso ter esses resultados na minha vida!
Este é o desejo de um coração que começa a conhecer a santidade e glória de Deus. Porém, somos constantemente atraídos pelos encantos e prazeres deste mundo: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto”! (v. 9a ARA). O grito doloroso: “quem o conhecerá?” (v 9b) ecoa através dos tempos e em nossa própria consciência despertada.
Alguma vez você já desejou tanto alguma coisa ruim que chegou a conversar consigo mesmo sobre isto? E se arrependeu depois por isso? Eu já. Descobri, nesta ocasião, que se você disser algo a você mesmo por muito tempo (mesmo que esteja mentindo para si próprio) você vai acabar acreditando!
No final do capítulo (v. 19-27), a palavra vinda diretamente do Senhor recrimina especificamente os negociantes que, no afã do lucro das vendas na feira de domingo, transportavam suas cargas portas adentro da cidade no sábado, dia reservado pelo Senhor para que o povo O conhecesse de maneira especial. Esta admoestação do Senhor não surtiu efeito nenhum, como podemos ver nas medidas de Neemias (Neemias 13:15-22) para corrigir o mesmo problema, que também incluía a todos, incluindo os nobres (Nm 13:17). Isso mais de 60 anos depois, após o retorno do exílio babilônico!
Não importa quem somos, nós realmente não conhecemos a nós mesmos. “Só de um modo o verdadeiro conhecimento do próprio eu pode ser alcançado. Precisamos olhar a Cristo. O desconhecimento dEle é que dá aos homens uma tão alta idéia de sua própria justiça. Ao contemplarmos Sua pureza e excelência, veremos nossa fraqueza, pobreza e defeitos, como realmente são. Ver-nos-emos perdidos e sem esperança, vestidos com o manto da justiça própria, como qualquer pecador. Veremos que se afinal formos salvos, não será por nossa própria bondade, mas pela graça infinita de Deus” Parábolas de Jesus, 79.
Não é à toa que nos versos 13 e 14 ouvimos Jeremias proclamar sua necessidade da graça divina em uma significativa oração! E, assim, também, oramos: “Querido Pai, ’cura-me, … e serei curado; salva-me, e serei salvo, pois Tu és aquEle a Quem eu louvo’ (v. 14 NVI). Tu és minha única esperança! Amém”.
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart – http://www.hartresearch.org/
Califórnia, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/17/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 17
Comentário devocional:
Um dos meus relacionamentos mais difíceis envolveu uma mulher a quem chamarei de Irina. Nós nos conhecemos quando comecei a freqüentar uma igreja adventista do sétimo dia em Moscou há quase dez anos. Irina era uma mãe russa divorciada com dois filhos e aproximadamente a minha idade.
Nos tornamos bons amigos. Gostávamos de passar algumas tardes de sábado juntos e de conversar por telefone durante a semana. Então Irina deixou a cidade por alguns meses. Quando a encontrei novamente, ela me disse que nunca mais entraria em uma igreja adventista novamente. Ela decidira adotar a religião dominante da Rússia, a ortodoxa, e disse que não poderíamos continuar amigos se eu não renunciasse à fé adventista.
Irina não ficou feliz com a minha decisão de permanecer frequentando a igreja adventista, mas por algum motivo ela ainda me telefonava regularmente para conversar sobre a vida. Senti-me triste quando ela rejeitou as doutrinas bíblicas e abraçou uma mistura de tradições e práticas ortodoxas russas. Ela nunca abriu espaço para que eu pudesse aconselhá-la a acerca de suas escolhas, então eu só ouvia. Então, um dia ela disse: “Andy, estou cheia de problemas. Estou tendo dificuldades para disciplinar o meu filho. E não consigo me manter num emprego estável. Sou uma mãe ruim? Cometi algum erro em minha vida?”
O que você diria ? Na realidade, a vida de Irina estava caindo aos pedaços, porque ela havia se separado de Deus. Mas ela não queria ouvir isso. Ela só queria ouvir palavras tranquilizadoras de que ela era uma boa pessoa.
Jeremias enfrentou situação semelhante com Israel. Deus queria que ele alertasse o povo a respeito da fome e da destruição que viriam, se eles não se arrependessem. As pessoas, no entanto, preferiam ouvir os falsos profetas que ofereciam promessas agradáveis de paz.
“Por isso, assim diz o Senhor: “Quanto aos profetas que estão profetizando em meu nome, embora eu não os tenha enviado, e que dizem: ‘Nem guerra nem fome alcançarão esta terra’, aqueles mesmos profetas perecerão pela guerra e pela fome! E aqueles a quem estão profetizando serão jogados nas ruas de Jerusalém, por causa da fome e da guerra. E não haverá ninguém para sepultá-los, nem para sepultar as suas mulheres, os seus filhos e as suas filhas. Despejarei sobre eles o castigo que merecem” (Jr. 14:15 , 16, NVI).
Deus não vê com bons olhos aqueles que com falsidade prometem paz aos ímpios. Por mais difícil que possa parecer, às vezes, temos que nos posicionar ao lado da verdade e corajosamente recomendarmos que as pessoas sigam a Jesus e Seus caminhos.
Oração: “Querido Deus, preciso de Tua graça e tato hoje. Ajuda-me a nunca oferecer promessas de paz a alguém que esteja perecendo em um pecado voluntário. Em vez disso, dê-me as palavras, a sabedoria e o amor para encaminhar essa pessoas a Ti e à Tua salvação. Amém”.
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/14/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Jeremias 14
Filed under: guia divina, integridade, pecado | Tags: justificação, justificação pela fé
Comentário devocional:
Quando eu tinha cerca de 9 anos de idade, decidi um dia confrontar o pecado. Eu estava cansado de ser apanhado fazendo alguma coisa errada. Eu não gostava de ser disciplinado e me sentia mal por ter que pedir perdão. Então resolvi não pecar por 24 horas.
O dia começou muito bem. Pela primeira vez eu não demonstrei irritação quando meu pai me acordou para o desjejum. Eu comi sem reclamar o meu mingau de aveia. Mas a irmã mais nova não me ajudou no processo quando começou a me provocar à mesa. Mas eu rapidamente a coloquei no seu lugar, dizendo: “Não importa o que você faça, sua intenção não vai funcionar. Eu não vou pecar hoje.”
Dois minutos depois, minha irmã, com lágrimas escorrendo pelo rosto, correu até mamãe: “Mamãe, mamãe! Andy me bateu!” Aconteceu que, logo que eu revelei o meu plano de não pecar para minha irmã, um brilho apareceu nos seus olhos e ela passou a me provocar mais intensamente. Eu permaneci forte e controlado até o momento em que ela caminhou ao redor da mesa e gentilmente me cutucou com seu dedo irritante. O contato físico disparou uma reação que me fez bater nela com meu pequeno punho.
Uma surra inevitavelmente se seguiu. Mas a dor física doeu menos do que a decepção comigo mesmo quando eu e minha mãe nos ajoelhamos para pedir a Deus que me perdoasse. Eu não tinha conseguido ficar sem pecar nem mesmo até o desjejum terminar. Por quê?
Jeremias nos dá a resposta: “Será que o etíope pode mudar a sua pele? Ou o leopardo as suas pintas? Assim também vocês são incapazes de fazer o bem, vocês, que estão acostumados a praticar o mal” (Jer 13:23, NVI).
Nascidos com uma inclinação natural para o pecado, para nós é tão impossível fazer o bem quanto o é para um etíope mudar a cor de sua pele ou o leopardo perder as suas manchas. Mas o mesmo Deus que criou o etíope e o leopardo também me fez e Ele pode mudar o meu coração pecaminoso. “Existe alguma coisa impossível para o Senhor?”, O Senhor perguntou a Abraão em Gênesis 18:14 (NVI). Claro que não! “Nada é impossível para Deus” (Lucas 1:37 NVI).
Oração: “Querido Deus, eu reconheço que possuo uma inclinação natural que me leva a pecar. É por isso que eu preciso tanto, hoje, de Ti. Mude o meu coração para que ele seja como o Teu e alinha a minha vontade à Tua. Eu quero pensar e fazer somente o bem. Amém”.
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 13