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TEXTO BÍBLICO II REIS 13 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
II REIS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2rs/13/
Duas histórias incomuns que podemos ser tentados a ignorar, porém com perda de mensagens importantes.
Jeoás, um jovem rei idólatra de Israel, foi visitar o profeta moribundo Eliseu. Isso pode sugerir que ele tinha algumas qualidades resgatáveis – talvez houvesse esperança para Israel. Eliseu pede ao rei que atire uma flecha pela janela. Jeoás concorda e o profeta grita: “Esta é … a flecha da vitória sobre a Síria!” Eliseu então pede a Jeoás que atire suas flechas para o chão. A maioria dos comentaristas acredita que tal ordem não significava acertar para o chão, mas atirar mais flechas. O rei obedece, mas logo interrompe. O profeta, então, expressa frustração e raiva.
E quanto a você? Você é um cristão de três flechas? Você hesita ao orar? E quanto à salvação? A fé? O testemunho? Ou você permite que Deus lhe ofereça Seus limites imensuráveis?
Elias cavalga para o céu em uma carruagem ardente (cap. 2) e não morre – Deus conquista a morte através da trasladação! Eliseu também se relaciona com a morte (v. 21). Ele morre e é enterrado. Um encontro acidental de um homem morto com os ossos de Eliseu faz com que o homem recobre a vida! Mais uma vez Deus vence a morte – desta vez através da ressurreição! Dois profetas; duas histórias de morte; duas razões para a esperança. Aleluia!
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/13
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1240 palavras
Agora o fio da história abandona as narrativas sobre os profetas reformadores, para descrever a história de Israel até sua destruição. Bíblia Shedd.
2 pecados de Jeroboão. Ter colocado dois ídolos de ouro em Israel (1Rs 12.28-30) [idolatria]. Bíblia de Estudo Andrews.
3 a ira do SENHOR. A ira humana é irrazoável, cruel e vingativa. A ira de Deus é um sentimento diferente. Ao descrever Seu caráter aos eles humanos, Deus usa a linguagem humana e permite que os escritores bíblicos utilizem expressões que se aproximem do pensamento divino, mesmo que elas o transmitam de forma imperfeita. “Ira” é utilizada aqui para descrever a reação de Deus ao pecado. Incluir todos os elementos da resposta humana à provocação para compreender a palavra “ira”, quando aplicada a Deus, é violar a linguagem bíblica. … O ser humano tem uma concepção obscurecida de Deus. Em Cristo, Deus demonstrou Seu caráter ao mundo. Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim vê o Pai”(Jo 14:9). Para compreender de forma mais plena a natureza da “ira” de Deus é necessário estudar as reações de Jesus a situações que suscitaram Suas emoções. O comportamento dEle na purificação do templo (Jo 2:13-17) é uma demonstração de indignação, autoridade e poder. A repreensão aos fariseus (Mt 23) foi dada com lágrimas em Sua voz (DTN, 353). Há o choro angustiado sobre os judeus obstinados (Lc 19:41; DTN, 575, 587). Foi Ele quem dirigiu o destino de Israel nos dias de Jeoacaz. As aflições com a Síria foram permitidas por amor e na esperança de que a disciplina divina restauraria os instáveis israelitas à razão e a Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1021, 1022.
4 Jeoacaz fez súplicas. Nenhum dos 19 reis foi genuinamente justo ou piedoso. Alguns buscaram ao Senhor, mas somente nas horas de calamidade nacional ou social, como se vê nos casos de Jeoacaz e Acabe (1 Rs 21.27-29). O car; ater místico do rei Jeú descreve-se em 2 Rs 10.29-31. O que Deus deseja é um verdadeiro arrependimento, seguido pela consagração total do coração (Rm 12.1-2; 2 Co 5.15). Bíblia Shedd.
5 Salvador. Aqui a palavra quer dizer um libertador político, e podia referir-se aos próprios assírios, que naquela época começaram a subjugar a Síria (Is 10.5-11). Bíblia Shedd.
É possível que a referência seja a Adad-Nirari III, que, de acordo com o Cânon Epônimo assírio ou a lista limmu (ver p. 38, 139), gerou a Assíria de 810 a 782 a.C. No quinto ano de seu reinado, Adad-Nirari III escreveu sobre uma grande campanha no Mediterrâneo, durante a qual o rei da Síria se torno seu vassalo e foi forçado a pagar pesado tributo. Essa submissão da Síria à Assíria teria posto um fim às invasões da Síria contra Israel. CBASD, vol. 2, p. 1022.
6 poste-ídolo (ARA; NVI: “poste sagrado”). Objeto usado na adoração cananéia e edificado por Acabe. Bíblia de Estudo Andrews.
Samaria. Capital do reino do norte. Bíblia de Estudo Andrews.
7 dez carros de guerra. Só serviria para um pequeno contingente de polícia local. Segundo os anais de Salmaneser III, Acabe contribuíra com 2 mil carros de guerra à coligação de forças que se opunham aos assírios na batalha de Carcar em 853 a.C. Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 havia de morrer.Segundo Reis não relata um ato sequer de Eliseu durante décadas. Bíblia de Estudo Andrews.
meu pai. Título de respeito e submissão. Bíblia de Estudo Andrews.
O idoso profeta era um tipo de pai sábio e compreensivo. Sempre que o rei se via em dificuldades, ia ao profeta em busca de orientação e apoio. Jeoás estava longe de ser justo, mas foi atraído a Eliseu e reconhecia nele um verdadeiro servo de Deus. CBASD, vol. 2, p. 1023.
Carros de Israel seus cavaleiros! O mesmo título fora dado a Elias (2:12). Por ser o protetor de Israel Eliseu assumiu um papel ativo nas guerras. Bíblia de Estudo Andrews.
Jeoás usou a mesma expressão que brotara dos lábios de Eliseu quando viu Elias subir num redemoinho (2.11-12). Embora a história registra que Jeoás fora mau, ele não podia deixar de lamentar a perda do poder espiritual e moral que a nação sofreria com a morte do grande profeta. O sentido da exclamação equivalia dizer que as vitórias políticas e militares que Israel obtinha eram devidas às orações de Eliseu e aos seus conselhos (6.8-23). Bíblia Shedd.
15 Então lhe disse Elizeu. A resposta de Elizeu à lamentação do rei foi profetizar-lhe vitórias nos anos seguintes, em proporção a fé demonstrada naquela entrevista (17-19). Bíblia Shedd.
16 pôs suas mãos sobre as mãos do rei. Com esse ato simbólico, Eliseu indicou que Jeoás devia lutar – tendo sobre ele a bênção divina – contra os arameus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 Flecha da vitória. Uma declaração de guerra, naqueles tempos, muitas vezes, era feita atirando-se uma flecha dentro do território inimigo. Bíblia Shedd.
a janela que dá pro leste (NVI; ARA: “para o oriente”). Essa janela abria-se para o lado da região controlada pela Síria. Bíblia de Genebra.
Dava vista para a Transjordânia, que estava sob o controle dos arameus e Ben-Hadade II. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 atira contra a terra. Este foi outro ato simbólico para indicar que a vitória sobre a Síria não seria fácil. A libertação completa não viria senão como resultado de esforço longo e constante. O rei estava sendo constante. CBASD, vol. 2, p. 1023.
18 golpeou o chão três vezes e parou. De alguma maneira, Jeoás deixou de perceber o sentido interior que o profeta o estava exortando a fazer. Eliseu considerou que Jeoás era claramente culpado pela sua falta de entusiasmo. Bíblia de Genebra.
O entusiasmo moderado com que a ordem de Eliseu foi obedecida refletia zelo insuficiente para realizar a tarefa proclamada. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jeoás parou cedo demais. Foi-lhe dito que atirasse no chão, mas ele decidiria quantas vezes atiraria. Isto determinaria o resultado final. Se ele fosse agressivo e determinado, perseverando até alcançar o objetivo, obteria completa vitória sobre seu inimigo e a Síria nunca mais seria uma ameaça a Israel. CBASD, vol. 2, p. 1023.
siros. Ou, sírios, nome grego para os habitantes da terra de Arã, localizada ao norte de Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
20 moabitas. Habitantes da terra localizada a leste do mar Morto. Os coabitas eram descendentes de Ló, sobrinho de Abraão. Bíblia de Estudo Andrews.
à entrada do ano. Ou, “na primavera do ano”, época em que os reis saíam para a guerra. Bíblia de Estudo Andrews.
21 sepultura de Eliseu. Ele foi enterrado em uma caverna. … por meio deste milagre, Deus chamou a atenção a atenção do povo para a Fonte do poder do falecido profeta. Bíblia de Estudo Andrews.
Reviveu. Este milagre teve um efeito profundo sobre os que o testemunharam e sobre os que se relacionariam com ele mais tarde. Era tempo de sofrimento e angústia. Os moabitas faziam expedições na terra e roubavam as novas colheitas. Era uma época em que as pessoas poderiam perguntar: Onde está o Deus de Eliseu? Onde estão os milagres do passado? A ressurreição do corpo evidenciou que o Deus de Israel não estava morto. Ele estava disposto a operar milagres. Se as pessoas dessem atenção às mensagens do profeta, Deus mais uma vez concederia vitória sobre o intruso e restauraria a segurança à região. CBASD, vol. 2, p. 1024.
23 Ele não se dispôs a destrui-los ou a eliminá-los. O Senhor, na sua misericórdia e graça, era longânime com o seu povo e refreou-se de implementar maldição conforme a aliança: o exílio para longe de Canaã. Esse adiamento do juízo forneceu a Israel a oportunidade de se arrepender e voltar à fidelidade segundo a aliança. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Porém o Senhor teve misericórdia de Israel, e se compadeceu dele, e Se tornou para ele, por amor da aliança com Abraão, Isaque e Jacó; e não quis destruir e não o lançou ainda da Sua presença” (v.23).
Por muitas vezes a nação eleita se desviou dos propósitos divinos e trocou a adoração ao Deus único e verdadeiro pela idolatria das nações pagãs. Vez após outra, os filhos de Israel davam as costas ao Senhor, e quando as nações cujos deuses serviam os ameaçavam e oprimiam, clamavam ao Senhor e Ele Se compadecia deles, providenciando-lhes auxílio. Ao contrário do que a maioria pensa, quanto mais eu estudo o Antigo Testamento, mais eu consigo enxergar a imensidão do amor e da misericórdia de Deus e a tragédia e infelicidade em andar longe dos Seus propósitos. Pois o Novo Testamento não anula o Antigo, antes o confirma.
Numa linguagem atual, podemos dizer que Israel não se emendava. Como um pai corrige seu filho, Deus procurava corrigir a nação rebelde na medida de sua necessidade. Quando a Bíblia diz que Deus entregou Israel nas mãos dos reis da Síria, quer dizer que Deus respeitou o livre arbítrio do povo em confiar em seus deuses de paus e pedras. Contudo, diante da tragédia em andar na contramão de Deus, uma súplica foi o bastante, uma oração, para Deus Se compadecer de Seu povo e mandar-lhes “um salvador” (v.5). Se isto não se chama amor, não sei mais do que chamar. O Deus que é amor, está em toda a Escritura. Cristo mesmo afirmou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).
Compreendem, amados? “Deus é amor” (1Jo.4:8)! Ele não tem amor, Ele é o próprio amor! Assim como Ele ouviu a oração de um rei que tinha feito tudo o que era mau diante dEle, Deus ouviu e viu a desgraça humana. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Mas enquanto estivermos neste mundo de pecado, haveremos de passar por aflições. Servir a Deus não é sinônimo de uma vida sem dificuldades, e sim de uma vida que mesmo em meio às dificuldades, aguarda “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).
Eliseu foi um grande homem de Deus, mas padeceu de uma “enfermidade de que havia de morrer” (v.14). Deus usa até a morte como instrumento de proteção aos Seus filhos. Pois a morte é apenas um descanso, um sono. E a morte dos justos terá o seu fim na primeira ressurreição (1Ts.4:16). Creio que a grande confusão causada acerca do caráter de Deus Pai é que muitos aceitam e desejam a Jesus como seu Salvador, mas rejeitam submeter-se a Ele como o seu Senhor. O versículo 5 nos deixa bem claro qual é a ordem dos fatores: “O Senhor deu um salvador a Israel”. E o próprio Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim, vê o Pai […] o Pai, que permanece em Mim, faz as Suas obras” (Jo.14:9 e 10).
Quando Jeoacaz se humilhou e reconheceu o senhorio de Deus, foi enviado um libertador. Jeoás, seu filho, deveria ter lançado a “flecha da vitória do Senhor” (v.17) na terra quantas vezes fosse preciso, mas “feriu três vezes e cessou” (v.18), não perseverou. Assim como no antigo Israel, nos últimos dias, “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). E logo após este verso diz que “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Precisamos avançar, perseverantes, como flechas do Senhor, declarando a Sua vitória mediante o poder do amor. Como Eliseu segurou nas mãos do rei para lançar a flecha, Deus deseja que nos coloquemos em Suas mãos. Então, Ele enviará o Salvador, com poder e grande glória, para a nossa eterna libertação.
Como o foi com Jeoás, por vezes nós mesmos frustramos os desígnios de Deus em nossa falta de fé. Deus deseja fazer de nós flechas que atinjam esta Terra quantas vezes for preciso, pelo poder do Espírito Santo, na proclamação do evangelho eterno. Convido o povo de Deus, onde quer que estiver, para nos ajuntarmos em uma assembleia solene, em jejum e oração, na quarta-feira, dia 07 de dezembro. Clamemos pelo batismo do Espírito Santo, para que o Senhor nos use como usou a Eliseu. Vigiemos e oremos!
Bom dia, flechas da vitória do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#2Reis13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 13 – Se quisermos uma vida relevante e interessante é fundamental que mergulhemos fundo na busca pela vontade do Autor da vida; e, dar devida atenção a Sua Palavra, que é a Bíblia Sagrada!
Ao considerar o capítulo em pauta, sugiro três atitudes:
• Estabeleça o plano de colocar Deus como centro de tudo, em tudo o que você fizer.
• Dependa da orientação de Deus e de Sua Palavra quanto aos planos de tua vida.
• Lute confiando no poder de Deus até ver os planos dEle realizados em tua história.
Tais itens foram desconsiderados pelos reis tanto de Israel quanto de Judá, mas não por Eliseu – grande homem de Deus que, até seus ossos secos deram sinal revelando o sobrenatural poder de Deus atuando através deles (II Reis 13:20-21).
Do capítulo tratando de Jeoacaz, Jeoás e Eliseu, somos informados que, estando o povo de Deus em perigo de inimigos, maior perigo era a morte do servo de Deus. Jeoás, rei de Israel, considerava o profeta como seu pai e como carros de Israel e seus cavaleiros (II Reis 13:14).
Chorando, Jeoás pediu conselhos; Eliseu orientou que ele atirasse flechas. Ele atirou 3, quando deveria ter atirado mais; desta forma, apenas 3 vezes feriria os siros, portanto não os venceria completamente (II Reis 13:15-19). Esse exercício rende preciosas lições aos que buscam a Deus em momentos de crises e de intenso desespero:
• Retesa o arco: Saia do comodismo e da ociosidade. Não deixe a preguiça reger tua conduta.
• Abra a janela para o oriente e atira: Siga a direção determinada por Deus, então avance confiantemente.
• Toma as flechas e fere a terra: Seja intensivo em tua dedicação ao lutar pelos sonhos que Deus te dá.
Toda pessoa que procura a Deus, ainda que de forma errada, recebe atenção e resposta; porém, a vitória depende da confiança depositada nEle. Os reis de Israel venciam pela graça de Deus, mas permaneciam em desgraça pela falta de mais confiança em Sua regência (II Reis 13:22-25).
Sem Deus, a vida é incompleta mesmo para os reis. Na hora do desespero, os aflitos se lembram de Deus; que não os decepciona. A decepção que as pessoas enfrentam se dá pelo fracasso em viver intensamente as orientações divinas!
Portanto, precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO II REIS 12 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
II REIS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2rs/12/
Joás estava ansioso para reparar o templo de Deus. Então pediu aos sacerdotes que recolhessem dinheiro e deu também a sua oferta.
Dinheiro mal utilizado pode causar dor e sofrimento para muitos (1Tm 6:10 NVI). A Bíblia registra os passos tomados pelo sacerdote Joiada para seu controle e uso correto:
1. Uma caixa especial para recolher a oferta.
2. Sacerdotes guardavam a entrada.
3. O dinheiro era contado, trazido para o templo e colocado em sacos.
4. O valor do salário do trabalhador era determinado.
5. O dinheiro era dado aos supervisores para pagar os salários e para todos os itens relacionados com a reforma.
6. O uso do dinheiro era determinado e não podia ser alterado.
Todas estas cuidadosas medidas visavam garantir que o dinheiro de Deus fosse bem gasto. No entanto, a parte mais interessante está no versículo 15: “Não se exigia prestação de contas dos que pagavam os trabalhadores, pois agiam com honestidade” (NVI). Os supervisores estavam numa posição que lhes permitiria enganar os seus trabalhadores, mas porque eles eram confiáveis, obviamente tratavam os trabalhadores com honestidade e integridade.
Que o Senhor nos permita desenvolver este tipo de atmosfera de confiança no nosso ambiente de trabalho. E que sejamos honestos conosco mesmos ao lidar com dinheiro.
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/12
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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424 palavras
7 não recebais mais dinheiro. O que evidentemente ocorreu foi que os sacerdotes receberam o dinheiro e o utilizaram em benefício próprio. O rei ordenou então que isso parasse, e que o dinheiro fosse entregue para o propósito para o qual fora planejado: reparar o templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1018.
8 O privilégio de receber as ofertas do povo vinculava-se com a responsabilidade de vigiar o estado do Templo. Tais sacerdotes não conheciam o segredo da mordomia, em usar os bens concedidos por Deus de uma maneira que o próprio Deus aprovaria. Parece que as despesas pessoais apresentavam-se sempre em primeiro lugar, e as da construção haveriam de ser feitas num “amanhã” que nunca chegava. Assim também a pessoa não experimentada na comunhão com Deus acaba por perder seus privilégios, para não ter de enfrentar as responsabilidades. Esses sacerdotes ficavam à espera que o dinheiro “sobrasse” após serem feitas suas próprias despesas. Até hoje, porém, as sobras não fazem a obra e Deus. Bíblia Shedd.
15 com fidelidade. Este é um magnífico testemunho do caráter dos escolhidos para essa importante responsabilidade. … É um triste comentário sobre o caráter dos sacerdotes que, por sua infidelidade, tornaram necessária essa medida. CBASD, vol. 2, p. 1019.
20 feriram Joás. Não havia motivo, mesmo em se considerando a apostasia do rei, permitindo a idolatria tão logo [o sacerdote] Joiada morresse (cujo filho fora apedrejado por levantar sua voz em protesto, 2 Cr 24.17-22; comp 2 Rs 12.2). Bíblia Shedd.
Quando os siros se retiraram, deixaram Joás”gravemente enfermo” (2Cr 24:25). Enquanto Joãs estava confinado à cama, os conspiradores o feriram. A conspiração estava ligada à apostasia do rei e ao assassinato de Zacarias, filho de Joiada. Joás devia sua vida e seu trono ao fiel sumo sacerdote. Foi um ato de ingratidão assassinar o filho de seu benfeitor. O sentimento contra Joás era tão forte que, quando morreu, o enterraram “não nos sepulcros dos reis” (2Cr 24:26). CBASD, vol. 2, p. 1020.
Milo. Possivelmente uma área fortificada na parte norte da antiga cidade jebusita conquistada por Davi [Jerusalém]. CBASD, vol. 2, p. 1020.
21 Jozacar. Jozacar que dizer “Yahweh lembrou”. CBASD, vol. 2, p. 1020.
Jozabade. Jozabade quer dizer “Yahweh retribuiu”. Há uma coincidência interessante entre os nomes desses dois conspiradores [Jozacar e Jozabade] e as últimas palavras que o filho de Joiada, Zacarias, proferiu quando foi apedrejado por ordem de Joás: “O SENHOR o verá e o retribuirá” (2Cr 24:22), ou seja, “Que o SENHOR veja e vingue”. O rei Joás falhou em recordar a bondade do sacerdote Joiada para com ele, mas o Senhor Se lembrou e o vingou. CBASD, vol. 2, p. 1020.
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“Também não pediram contas aos homens em cujas mãos entregavam aquele dinheiro, para o dar aos que faziam a obra, porque procediam com fidelidade” (v.15).
A missão de Joás não teve início em seus sete anos de idade, mas nos anos dos quais passou aprendendo aos pés do sacerdote na Casa do Senhor. Joiada foi para ele a figura de um pai e de um amigo fiel. Sua conduta foi pautada nos conselhos do sábio sacerdote. Ao ver o precário estado de conservação do templo, Joás ordenou que o lugar que lhe foi o primeiro lar fosse reformado. A Casa de Deus representava o desejo do Senhor em habitar no meio do Seu povo. Não há paredes que O contenham, mas Ele escolheu o templo como um lugar que representava a Sua presença e como uma escola da verdadeira educação.
Joás aprendeu aos pés de Joiada porque, antes, Joiada aprendeu aos pés do Senhor. A Bíblia afirma que nós somos “casa espiritual” (1Pe.2:5), edificada sobre a Rocha, que é Cristo e Sua Palavra (Mt.7:24). O firme fundamento da igreja não é a sua estrutura, nem tampouco os seus tesouros, pois estas coisas são perecíveis. O fundamento, o alicerce da igreja, é a pessoa de Cristo Jesus! Portanto, se a nossa vida estiver edificada em Jesus, em obediência à Sua Palavra, Ele mesmo reparará os estragos que o pecado tem nos causado e nos conservará como “povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9).
Sobre a importância de reavivamento e reforma no meio do povo de Deus, Ellen White escreveu: “Precisa haver um reavivamento e uma reforma, sob a ministração do Espírito Santo. Reavivamento e reforma são duas coisas diversas. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma significa uma reorganização, uma mudança nas ideias e teorias, hábitos e práticas. A reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja ligada com o reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem efetuar a obra que lhes é designada, e no realizá-la, precisam fundir-se”. (Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 128).
Toda a nossa vida deve estar depositada “ao pé do altar” (v.9) do Senhor e Ele mesmo operará em nós o reavivamento e a reforma tão necessários. E, neste sentido, não podemos deixar de observar a fidelidade dos tesoureiros. Eram tão honestos que nem precisavam prestar contas do dinheiro que recebiam. Os filhos do reino, aqueles que um dia receberão coroas de glória, têm a obrigação de agir como aqueles homens, em total fidelidade. Sabemos que o dinheiro sempre foi o principal motivo da corrupção do coração do homem e as Escrituras dizem que “o amor do dinheiro é a raiz de todos os males” (1Tm.6:10). A ganância e a cobiça têm sido muito difíceis de se conter, principalmente em nossos dias, em meio à crise econômica em que vivemos. Mas já pararam para analisar que quanto mais se tem, menos se é feliz? Que a sociedade em que se predomina o consumismo é também a sociedade das doenças emocionais?
Na matemática de Deus menos é mais. Podemos observar isso nas lições deixadas por Cristo: quando exaltou a oferta da viúva pobre (Lc.21:1-4); quando condenou a avareza (Lc.12:15); quando pediu ao jovem rico que usasse suas riquezas para abençoar aos pobres (Mt.19:21); quando nos advertiu quanto não andarmos ansiosos por coisa alguma (Lc.12:22). Como vimos no início, somos casas espirituais de Deus e, como tais, precisamos confiar a administração de nossa vida a Ele, e Ele suprirá as nossas necessidades. Não é pecado ser rico, amados. Não entendam mal. Pecado é usar as riquezas sem a aprovação de Deus e apenas para propósitos egoístas. Que sejamos moradas do Senhor, valorizando mais as pessoas, e menos as coisas; eis a genuína reforma que repara os estragos de nosso enganoso coração. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#2Reis12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 12 – Viver do passado pode implicar valorizar rachaduras, a deterioração provocada pelo tempo, ou o comodismo. Tais problemas o jovem rei Joás precisou enfrentar. Por estes mesmos motivos carecemos de reavivamentos e reformas.
Mais que reforma física e estrutural importa a reforma espiritual (pessoal/coletiva). Por conseguinte, é extremamente sábio considerar com oração este tema.
No reparo do templo através de Joás várias princípios podem ser observados:
• Atitudes proativas e ousadas baseadas na Palavra de Deus são passos essenciais para iniciar uma adoração genuína que eleve da atmosfera terrestre à atmosfera celeste. Natural ou automaticamente nenhum reavivamento e reforma acontece – é fundamental “decisão” e “ação” (II Reis 12:1-8).
• Investimentos financeiros estratégicos são primordiais ao desenvolvimento espiritual. As ofertas precisam ir além das convencionais, devem ser ofertas de sacrifício. Comprometimento integral com Deus promove desprendimento financeiro (II Reis 12:8-16).
• Ameaças e pressões dos inimigos do bem não devem afrouxar nosso compromisso com o Deus que reaviva a fé de pessoas desfalecidas espiritualmente. Se as tentações nos levarem a relaxar espiritualmente daremos brechas para as desgraças – pode ser o triste fim trágico de um começo fantástico (II Reis 12:17-21).
Quando uma reforma espiritual inicia, jamais deveria parar. Algumas pessoas ficam estagnadas no tradicionalismo; entretanto, tal tradicionalismo requer reforma. Outras alegam necessidade de retornar às estratégias que funcionaram no passado; no entanto, os museus revelam que nem tudo o que deu certo antigamente é eficaz na atualidade. Às vezes, para abrir uma mente bitolada, basta ter bom-senso!
“Não somos chamados a adorar e a servir a Deus mediante o uso dos meios empregados em anos anteriores. Hoje requer serviço mais eficiente do que antes. Ele requer o aproveitamento dos dons celestiais. Ele requer o aproveitamento dos dons celestiais. Ele nos colocou em uma posição na qual precisamos de coisas mais elevadas e melhores do que precisávamos antes”, afirma veementemente Ellen White.
Sobre a obra evangelística no tempo do fim, ela também salienta:
“Novos métodos precisam ser introduzidos. O povo de Deus tem que despertar para as necessidades da época em que vive […]. Alguns dos métodos usados nesta obra serão diferentes dos que foram usados na mesma no passado; mas não permitamos que alguém, por causa disto, ponha obstáculos no caminho mediante a crítica”.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.