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TEXTO BÍBLICO DEUTERONÔMIO 18 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 18 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dt/18
Deuteronômio 18 contém duas passagens muito diferentes, ambas com profundo significado espiritual.
Nos versículos 1-8, o plano de Deus quanto ao cuidado para com os sacerdotes é destacado. Como não tinham herança como as outras tribos, os sacerdotes deveriam ser sustentados por seus companheiros israelitas. Um pensamento interessante é encontrado no versículo 2, onde é mencionado que o Senhor é a herança do sacerdote. Como esse pensamento pode se aplicar em nossos dias? Em 1 Pedro 2:9 somos chamados de “sacerdócio real”. Qual é a nossa herança?
A segunda passagem é um lembrete de que precisamos ouvir a Deus, não aqueles que nos pedem para ouvir outras vozes, sejam elas humanas ou demoníacas. Embora em muitas Bíblias haja um intervalo entre os versículos 13 e 14, eles devem ser lidos juntos. Há um contraste entre aqueles que ouvem os feiticeiros e aqueles que ouvem a voz de Deus. De fato, os versos 14 em diante falam de “um profeta” cuja mensagem virá diretamente de Deus. Quem poderia ser esse profeta? Alguns dizem que é uma metáfora para os profetas de Deus em todas as épocas, mas os escritores do Novo Testamento parecem pensar de forma diferente. Jesus disse: “Moisés escreveu sobre mim… (João 5:46). Leia também João 1:45; Mateus 17: 5; Atos 7:37.
Moisés está se referindo à Jesus. Isso pode ser confirmado lendo João 1:1-14.
Mark Etchell
Pastor da Igreja Adventista do Monte do Campus
Universidade de Loma Linda, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/18
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1218 palavras
1 Os sacerdotes levitas e toda a tribo de Levi. Todos os sacerdotes eram levitas, mas nem todos os levitas eram sacerdotes. Bíblia Shedd.
Não somente os sacerdotes, mas a tribo inteira de Levi, totalizando vinte e três mil homens, não devia receber nenhuma herança (Nm 18.20, 26, 62; Dt 10.9). Bíblia de Genebra.
2 não terão herança. Deviam cuidar para não se envolverem com os negócios desta vida, cf 2 Tm 2.4. Bíblia Shedd.
3 o direito reservado aos sacerdotes. Em lugar de uma herança sob a forma de terra e em reconhecimento de seus deveres sacerdotais, os sacerdotes tinham direito a porções específicas dos animais oferecidos em sacrifício. Bíblia de Genebra.
sacrifícios. Especificamente, um sacrifício pacífico. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1115.
9-14 Magia, feitiçaria e consulta aos mortos (cf Is 8.19) foram proibidas. Os poderes sobrenaturais de origem satânica, muitas vezes, se manifestam nessas práticas. A seita religiosa do espiritismo é incompatível com o cristianismo bíblico. Bíblia Shedd.
9 as abominações daqueles povos. O que se segue é a lista mais completa de artes mágicas ou espíritas do AT. Todas eram praticadas em Canaã, e todas são condenadas e proibidas. O povo não deve recorrer a semelhantes fontes para obter informações, orientação ou revelação. Pelo contrário, deve escutar os profetas verdadeiros do Senhor (cf. v. 14-22; Is 8.19-20). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Moisés proíbe todas as tentativas de discernir o futuro através das artes ocultas, meios pagãos, bem como apelar para a feitiçaria e a bruxaria [ver tb Lv 19:26, 31, cf ASB]. O caráter detestável dessas práticas é sublinhado e citado como uma razão do julgamento divino contra os cananeus (vs 9, 12). Bíblia de Genebra.
O povo de Deus pode confiar que Ele os protegerá de forças sobrenaturais do mal (E 6.10-18) e que Ele cuidará do seu futuro. Seguir práticas ao se envolver com forças malignas para obter poder, defender-se de outras malignas, descobrir o que está para vir (1Sm 28), ou simplesmente satisfazer curiosidade afasta a pessoa de Deus e de Sua proteção. ASB – Andrews Study Bible.
10-13 Os israelitas estavam/eram naturalmente curiosos a respeito das práticas ocultistas das religiões canaanitas. Mas Satanás está por detrás do oculto e Deus terminantemente proibiu Seu povo de envolvimento com isto. Hoje em dia, as pessoas são fascinadas com horóscopos, adivinhos, feitiçaria/magia e cultos bizarros. Frequentemente seus interesses vem do desejo de conhecer e controlar o futuro. Mas Satanás não é menos perigoso hoje do que era no tempo de Moisés. Na Bíblia, Deus nos diz tudo que precisamos saber a respeito do que irá acontecer. A informação que Satanás oferece é provavelmente distorcida ou completamente falsa. Com a fidedigna orientação do Espírito Santo através da Bíblia e da igreja, não precisamos buscar fontes do oculto para obter informações enganosas. Life Application Study Bible Kingsway.
10 faça passar pelo fogo o seu filho. Ver Lv 18:21; 20:2-5. Esta foi uma forma das abominações mencionadas em Deuteronômio 12:31. Em épocas posteriores, foi amplamente praticada em Israel (2Rs 16:3 [Acaz]; 21:6 [Manassés]; Jr 32:35 [povo e líderes, em geral]). O culto a Moloque gerava filhos ilegítimos, … [que] eram sacrificados – ambos os atos eram considerados agradáveis a Moloque. Em tempos remotos o fogo era adorado e honrado por povos pagãos como um deus. Atualmente o culto ao fogo ainda existe na Índia. CBASD, vol. 1, p. 1116.
15-23 Após a morte de Moisés, ainda haveria necessidade de revelações divinas. Para suprir a esta necessidade, o Senhor criaria a instituição profética. Mas, segundo a descrição do profeta ideal feita por Moisés, tais palavras apontam mais para o Messias. Os profetas, de Samuel a Malaquias, possuíam as características mencionadas até certo grau, mas só em Jesus cristo tal predição foi realmente cumprida. Bíblia Shedd.
15 semelhante a mim. O v. 16, bem como o contexto geral (v. esp. v.20-22), indica que há referência a uma série de profetas. No monte Horebe, o povo pediu que Moisés fosse receber a mensagem da parte de Deus e a entregasse a eles (v. Êx 20.19 e nota [BENV]). Mas, já que Moisés está para partir, avisa ao povo que outro porta-voz tomará o seu lugar e que ainda outro será necessário para a geração seguinte. Trata-se, portanto, de uma referência coletiva aos profetas que se seguirão. Por isso mesmo, é também a base para a expectativa messiânica e se cumpre de modo muito especial em Jesus (v. Jo 1.21, 25, 45; 5:46; 6.14; 7:40; At 3.22-26; 7.37). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Este não poderia ser um profeta comum porque Moisés somente tinha acesso face a face com Deus (34:10; Nm 12:6-8). … João Batista negou que ele fosse “O Profeta” (Jo 1:21). Mas o povo no NT reconheceu que jesus Cristo cumpriu o papel de um profeta especial (porta voz de Deus) como Moisés (Jo 6:14; 7:40; At 3:22-23). Andrews Study Bible.
Quem é este profeta? Estêvão utilizou este verso para basear sua reivindicação de que Jesus Cristo é o Filho de Deus, o Messias (At 7:37). A vinda de Jesus Cristo à Terra não foi um pensamento posterior, mas parte do plano original de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
“Tanto na vida, como na missão que desempenhou, foi Moisés a personificação de Cristo, pois como Ele, salvaram-lhe a vida enquanto criança; como Ele, renunciou a um trono para partilhar da sorte de seus irmãos; finalmente, como Ele, tornou-se um guia da salvação de Israel. Foi fiel (Hb 3.2) e manso (Nm 12.3; Mt 11.29); cheio de compaixão e amor (Nm 27.17; Mt 9.36); poderoso intercessor pelo seu povo (Dt 9.18; Hb 7.25) que falou face a face com Deus e irradiou a glória divina (2 Co 3.7). Tal como Jesus, foi profeta poderoso em obras e palavras (cf Lc 24.19), anunciador da vontade de Deus (Dt 6.1; Ap 1.1), mediador da aliança (Dt 29.1; Hb 8.6, 7), e finalmente chefe e guia do povo (cf Is 55.3, 4)” (NCB, p 244), [cf citado nos comentários da Bíblia Shedd].
Falaram bem. Ver Dt 5:25, 28. Deus levou em consideração os sentimentos [temor pela vida/profundo terror, cf. nota CBASD em Dt 5:25, 28] manifestados pelo povo, com relação a ouvir Seus conselhos, e não falou novamente como no Monte Sinai. CBASD, vol. 1, p. 1120.
18 um profeta. Moisés, o mais proeminente profeta do período do Antigo Testamento, introduziu o tema da profecia israelita. Deus comunicaria a Sua Palavra a Israel através de uma sucessão de profetas… Esta passagem … encontra cumprimento final no profeta que é igual [nas características], ou na verdade, maior [na sua amplitude e significado] do que o profeta Moisés – Jesus Cristo (At 3.22-226; 7.37; cf Jo 5.45-47; Hb 3.2-6). Bíblia de Genebra.
Cristo era o profeta “que devia vir ao mundo” (Jo 6.14). CBASD, vol. 1, p. 1120.
19 falar em Meu nome. A verdadeira função de um profeta é revelar a vontade de Deus. Esse aspecto da obra profética foi exemplificado por Cristo de forma perfeita (Jo 12:47-50; cf. Jo 8:28, 42, 47; Hb 12:25, 26). CBASD, vol. 1, p. 1120.
20-22 Dois meios de discernir os falsos profetas dos profetas autênticos são dados em Deuteronômio. O primeiro é a integridade teológica – um verdadeiro profeta não ensinará o erro e nem desviará o povo (v. 10, 13.1-5). O segundo é que suas predições proféticas sobre o futuro se cumprirão (v. 22). Bíblia de Genebra.
falar alguma palavra em Meu Nome. Um falso profeta que de modo blasfemo reclamasse a si autoridade divina seria um enganador perigoso. Durante o período da monarquia, falsos profetas se opuseram ao ministério de Deus exercido pelos profetas de Deus e frequentemente davam ao povo um falso senso de segurança (veja, p. ex., Jr 28). Andrews Study Bible.
21 Como conhecerei? Os judeus tinham a tendência de depender de sinais e maravilhas (Jo 2:18; 1Co 1:22), e o Senhor os advertiu contra isso (Dt 13:1, 2). CBASD, vol. 1, p. 1120.
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“Perfeito serás para com o Senhor, teu Deus” (v.13).
O zelo dos levitas na rebeldia do povo no monte Sinai lhes consagrou para a obra sagrada do santuário. As famílias desta tribo foram organizadas para cuidar de diferentes partes do tabernáculo e, da descendência de Arão, se perpetuaria a linhagem sacerdotal. Esse tema precisava ficar bem claro na mente dos filhos de Israel para que o povo comum não se aproximasse das coisas sagradas e morresse. Como o Éden foi a escola de nossos primeiros pais, o santuário tornou-se a escola de Israel, ensinando-lhes lições diárias sobre santificação e o plano da redenção.
Era costume entre os povos pagãos consultar quem lhes oferecesse algum tipo de agouro. Através da necromancia, magia e consulta aos “mortos”, eles praticavam rituais e cerimônias abomináveis como, por exemplo, o sacrifício de seus próprios filhos. Deus foi muito enfático com relação a isso: “pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor” (v.12). Usar de qualquer desses artifícios é abominável e caracteriza um ato de rebelião contra Deus e desprezo por Sua Palavra.
Quão diferente é, no entanto, o papel de um profeta de Deus. Não há predições humanas, nem concepções falíveis ou consulta aos “mortos”, e sim a perfeita vontade de Deus expressa através de um instrumento escolhido para este fim. Moisés foi considerado o grande líder e profeta do Senhor na história de Israel, mas ele mesmo reconheceu que de Israel sairia um grande profeta, maior do que ele. Um profeta que faria tudo o que o Senhor lhe ordenasse.
Apesar de ter sido sobremodo importante, o ministério de Moisés jamais poderia superar o ministério de Cristo. Daquela nação, apesar de inconstante e rebelde, sairia a salvação não apenas de Israel, mas de toda a humanidade. Jesus veio e cumpriu fielmente as palavras de Seu Pai: “Eu nada posso fazer de Mim mesmo”, declarou Ele, “na forma por que ouço, julgo. O Meu juízo é justo, porque não procuro a Minha própria vontade, e sim a dAquele que Me enviou” (Jo.5:30).
Jesus nos foi o perfeito exemplo de dependência e abnegação. Inteiramente entregue à vontade do Pai, não dava um só passo sem que antes não houvesse buscado em oração toda a sabedoria necessária. Cumpre-nos olhar para Cristo e seguir-Lhe as pisaduras. Precisamos atender ao Seu chamado: “aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração” (Mt.11:29). O vasto e rico conhecimento de Deus está à nossa disposição e, à cada dia, nos é dado o privilégio de adquirirmos a inscrição de Seu caráter por intermédio do Espírito Santo: “E Eu colocarei o Meu Espírito dentro de vós, e vos farei andar nos Meus estatutos, e guardareis os Meus juízos, e os farei” (Ez.36:27).
Na ótica divina, a perfeição é alcançada quando há uma entrega completa do coração, quando permitimos que Ele seja o único Deus e Senhor de nossa vida. Sigamos o exemplo de nosso Salvador e Mestre: Vigiemos e oremos!
Feliz semana, discípulos de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 18 – Os líderes espirituais são essenciais para impedir a proliferação das teologias do inferno. Muitos demônios têm sido professor de teologia de falsos líderes espirituais que têm atraído muitos que procuram por espiritualidade sem consultar a Bíblia.
Estude Deuteronômio 18.
A Cristologia está presente neste capítulo do começo ao fim. É um texto cristocêntrico inspirado pelo Espírito Santo, pregado com autoridade por Moisés. Nos versículos centrais contém exortações quanto à distorções da espiritualidade. O alerta divino deve incentivar-nos a tomar cuidado com espiritismo, ocultismo, necromancia, espiritualismo satânico, magias, feitiçaria, médiuns, etc. Considerando que “o Senhor tem repugnância por quem pratica tais coisas, e é por causa dessas abominações que o Senhor” expulsou os pagãos de Canaã (Deuteronômio 18:9-12), devemos expulsar de nossa existência aos filmes, séries, desenhos animados, novelas, livros e revistas que contenham tais abominações repugnantes a Deus.
Deus mesmo levanta líderes para combater as teologias fabricadas nos laboratórios do inferno. Caso as pessoas não queiram dar ouvidos aos verdadeiros líderes espirituais, serão cobrado pelo próprio Deus, O qual executara juízo e a sentença por acreditarem no corruptor dos Seus planos salvíficos. “Se alguém não ouvir as minhas palavras, que o profeta falará em meu nome, eu mesmo lhe pedirei contas”; o proclamador de verdades que Deus não compactua, está sentenciado à morte (Deuteronômio 18:19-20; 2 Pedro 2:1-3; 3:16).
Apesar disso, o engano será forte no tempo do fim. João escreveu: “Então vi saírem da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs. São espíritos de demônios que realizam sinais milagrosos; eles vão aos reis do mundo, a fim de reuni-los para a batalha do grande dia do Deus todo-poderoso”; e então, alertou sobre as palavras de Jesus: “‘Eis que venho como ladrão! Feliz aquele que permanece vigilante e conserva consigo as suas vestes, para que não ande nu e veja a sua vergonha’” (Apocalipse 16:13-15).
Em meio a tantas vozes confusas de tantos gurus da espiritualidade, devemos estar cientes que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida; sem Ele ninguém terá acesso a Deus (João 14:6). Conquanto, não é todo caminho que nos conduz ao Pai Celestial: Portanto, precisamos de Jesus, Seus ensinos e de Seus líderes. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DEUTERONÔMIO 17 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 17 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dt/17
A festa da Páscoa era um momento especial para relembrar a experiência do Êxodo, na qual os antigos israelitas foram libertados da escravidão no Egito. Se eles sempre se lembrassem da escravidão de onde vieram, teriam melhor oportunidade de apreciar a Deus e aceitar Suas provisões para o futuro.
Para alguns pode parecer que Deus está sendo muito duro ao ordenar o apedrejamento daqueles que estavam se prostrando e adorando a outros deuses (Dt 17:3-5). No entanto, as orientações de Deus precisam ser compreendidas no contexto da aliança existente entre Israel e Deus. Além disso, Deus institui avaliações e verificações como: “duas ou três testemunhas” (v.6) e a ajuda de sacerdotes e levitas (v.9). Porém, o mais importante está no versículo 19: obedecendo “fielmente a todas as leis e a todos os mandamentos” (BLH). Todos os julgamentos deviam ser claramente baseados nas leis escritas de Deus.
As instruções de Deus para o rei eram: não multiplique (acumule) cavalos, esposas e ouro. O reinado de Salomão foi a era de ouro da monarquia israelita, ele cedeu à tentação de multiplicar todos os três e a história registra as profundezas em que ele caiu.
No entanto, quando ele se tornou um rei tolo, velho e cansado, Deus veio a Salomão e lhe pediu para escrever o livro de Eclesiastes. Com certeza há alguns elementos negativos ao longo deste livro, mas nada é mais impressionante do que a representação de Deus que ele deixa conosco: um Deus que nunca lança os nossos fracassos passados em nosso rosto. Ele ainda nos ama e continuará trabalhando conosco para nos tornar mais obedientes.
John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/17
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1193 palavras
1 Essas instruções dizem respeito à perfeição dos animais oferecidos a Deus, cf Lv 22.17-33. Os sacrifícios do Antigo Testamento eram tipos de Cristo, o “cordeiro sem defeito e sem mácula” (1 Pe 1.9; cf Hb 9.14). Bíblia Shedd.
O simbolismo é claro: Deus é santo (Lv 21.23) e ele requer perfeição. Como símbolos do Salvador perfeito que viria e de seu precioso sacrifício, os animais sacrificados teriam de ser sem defeito. Bíblia de Genebra.
Um sacrifício imperfeito não simbolizaria Cristo devidamente (ver 1Pe 1;19). A lei concernente à perfeição do sacrifício dos animais é detalhada em Lv 22.17-25. Mais tarde, houve sacrifícios imperfeitos, oferecidos com a conivência de sacerdotes corruptos (Ml 1:7-12). Somente o melhor é digno de ser colocado perante Deus. Deus merece o melhor que o ser humano pode oferecer, e reter isso é manifestar desonra. É presunçoso oferecer a Deus o que tem pouco valor ou o que custou pouco ou nada. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1112.
2-7 Está aqui em vista o pecado da idolatria, cuja seriedade é indicada pela pena de morte, constantemente decretada (v. 5, cap. 13). Em tais casos, a pena judicial não era a reabilitação ou a restituição, mas expurgar a abominação da idolatria de Israel (vs 4, 7). Bíblia de Genebra.
3 sol. Heb shemesh, que, sob o nome próprio Shamash e outros nomes, era adorado por vários povos semíticos, assim como era a lua, heb yareah. É por este motivo, para demonstrar que o sol e a lua não eram divindades poderosas, e sim, apenas objetos que obedeciam aos propósitos divinos, que estas duas palavras hebraicas não são mencionadas na narrativa da criação do mundo, Gn 1.15, sendo chamados de “luzeiros”. O exército dos céus se refere à adoração dos planetas e estrelas. Bíblia Shedd.
O exército do céu. A forma principal de idolatria, e em mutos sentidos a pior, era a adoração aos corpos celestes. CBASD, vol. 1, p. 1112.
não ordenei. De preferência, “proibi”. CBASD, vol. 1, p. 1112.
5 às tuas portas. Ver Dt 16:18. Junto às portas da cidade, anciãos, juízes e o rei se sentavam para julgar em lugares designados para esse propósito (ver com. De Gn 19:1). CBASD, vol. 1, p. 1112.
6 duas ou três testemunhas. A condenação não se baseava em boatos. Duas ou três testemunhas tinham de concordar (v. 6; 19.15-19; Nm 35.30) e estar suficientemente convictas e sinceras para participar do apedrejamento, sabendo que a pena pelo falso testemunho a um crime era a mesma do próprio crime (19.19). Bíblia de Genebra.
Contudo, mesmo duas ou três [testemunhas] poderiam ser falsas, mentirosas (1Rs 21:10, 13; Mt 26.59-61). Portanto, a proibição contra falso testemunho (Dt 5:20; Ex 20.16) era também necessária. Com respeito à punição de uma falsa testemunha, veja Dt 19:16-21. Andrews Study Bible.
7 A mão das testemunhas. A confiança em seu próprio testemunho precisava ser evidenciada pelo ato de assumirem a responsabilidade de desfechar os primeiros golpes. Bíblia Shedd.
Veja também 13:9. Se a testemunha não está suficientemente convicta para desferir o primeiro golpe, ninguém mais estará convicto de que o condenado é digno de morte. Andrews Study Bible. [Ver o uso deste princípio por Jesus, em Jo 8.7].
8 (e 9-13) Os tribunais inferiores seriam espalhados pelas aldeias de Israel (16.18), mas o tribunal superior continuaria funcionando no santuário central. Bíblia Shedd.
Compare com Êx. 18. Os especialistas na lei de Deus do santuário deveriam servir futuramente como cortes judiciais superiores quando os casos fossem difíceis demais para as cortes locais. Durante o período dos “juízes”, a profetiza Débora desempenhou este serviço (Jz 4:4-5). Andrews Study Bible.
Desconhecemos os detalhes precisos do sistema judicial dos israelitas (19.15-21, nota). Havia tribunais superiores que cuidavam de casos mais difíceis (Êx 18.21-26), com sacerdotes que julgavam junto com outros juízes. Esta passagem salienta que o ofício judicial fora divinamente determinado e que os vereditos deviam ser aceitos, sob pena de morte (v. 12). Bíblia de Genebra.
Caso e caso de homicídio. Isto é, o derramamento de sangue que resultou em morte. Devia certificar-se se fora morte acidental ou premeditada (ver Êx 21:12-14). A decisão neste caso determinaria se o acusador seria admitido ou não numa cidade de refúgio. CBASD, vol. 1, p. 1113.
13 para que todo o povo o ouça, e tema. O procedimento tinha por objetivo ensinar o povo a respeitar devidamente a autoridade estabelecida. Isso inculcaria consideração pela autoridade divina e pelas instruções dadas por meio dos canais escolhidos. CBASD, vol. 1, p. 1113.
14-17 Não havia rei nos dias de Moisés, mas a possibilidade futura de haver um governante assim era óbvia, visto que todas as nações antigas tinham seus reis e até fora predita a existência de um rei em Israel, em Gn 49.10. Bíblia de Genebra.
16 não multiplicará para si cavalos. Salomão não acatou esta ordem (1Rs 4:26). A dependência da cavalaria indicava falta de fé no poder de Deus para proteger Seu povo. Isso em geral acompanhava uma tendência à rebelião e ao pecado (ver Is 2:6-8; Am 4:10). … O destino espiritual de Israel se perderia no desejo de alcançar conquistas humanas. CBASD, vol. 1, p. 1113.
16, 17 Quanto maior poder enfeixa nas mãos, maior o perigo de abusar dele. O terceiro rei de Israel, Salomão, negociava com cavalos (1 Rs 10.26-29) e teve setecentas mulheres (1 Rs 11.1-8).
Quando o rei Salomão violou esta lei ao multiplicar mulheres (1 Rs 11), ele colocou sua nação no caminho do desastre. Andrews Study Bible.
Foram exatamente esses delitos que os reis posteriores cometeram, a partir de Salomão em especial (1Rs 4:26; 11:1-4) – só que não obrigaram Israel a voltar ao Egito (v. porém, Jr 42.13-43.7). Bíblia de Genebra.
17 nem multiplicará muito para si prata ou ouro. A riqueza não é má em si. Contudo, ela pode ser uma armadilha quando ocupa o lugar de Deus no coração e na vida do ser humano. A vida pública e particular do rei deveria ser limitada por condições definidas. Nos versículos seguintes aparecem as características que um rei devia ter. CBASD, vol. 1, p. 1114.
18 escreverá para si um translado. Literalmente, “escreverá para si uma cópia”. Uma grande distinção do governante de Israel era a total devoção aos preceitos divinos (ver Js 8:32). Esta “cópia” demonstraria sua fé na Palavra inspirada e sua determinação de ser guiado por ela. Isso fortaleceria a confiança do povo na humilde submissão do rei ao Rei dos reis. CBASD, vol. 1, p. 1114.
19 o terá consigo. É bom que cada qual tenha sua própria Bíblia para uso diário. Bíblia Shedd.
Nele lerá todos os dias de sua vida. O estudo da palavra de Deus e a meditação nela deviam caracterizar o monarca (ver Js 1:8; Sl 1:2; 119:1, 2, 9, 15, 16, 36). CBASD, vol. 1, p. 1114.
Temer. Literalmente, “tremer”, não no sentido de terror, mas de respeito e reverência. Isso representa respeito supremo e profundo (ver Dt 4:10; 6:2; 14:23; 28:58; Sl 61:5; 86:11; Is 59:19; Ml 3:16; 4:2).
20 não se considere superior (NVI: ARA: “não se eleve). O rei não deveria colocar-se acima da lei de Deus, da mesma forma que seus súditos mais humildes não deveriam. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ver Dt 8:2, 14. O ser humano precisa da graça de Deus para não se tornar soberbo. Não é fácil para um rei ou líder se imaginar como servo de seu povo. CBASD, vol. 1, p. 1114.
Prolongue os dias no seu reino. Ver Dt 4:26, 40. Somente alguém verdadeiramente convertido poderia harmonizar a vida de acordo com as obrigações esboçadas para um monarca neste capítulo. Guiado pelas instruções divinas registradas no livro da lei, o rei se tornaria um modelo para o povo, uma cópia viva da vontade de Deus. CBASD, vol. 1, p. 1114.
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“E o terá consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer o Senhor, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir” (v.19).
De todos os pecados, certamente a idolatria tem um destaque no Antigo Testamento. Rodeada de nações pagãs, a nação israelita precisava obedecer às instruções do Senhor a fim de se manter protegida deste mal. A condescendência com a idolatria de alguns seria transformada em uma terrível epidemia se tais pessoas continuassem a propagar no meio do povo a transgressão à aliança de Deus. Cada caso, porém, deveria ser julgado de forma justa, mediante o “depoimento de duas ou três testemunhas” (v.6).
Deus estabeleceu os sacerdotes e os juízes para julgar os litígios que surgissem no meio do povo. Algumas questões poderiam ser resolvidas entre os próprios litigantes, questões de pormenores. Porém, em casos que julgassem serem difíceis demais de se resolver, deveriam buscar “a sentença do juízo” (v.9) estabelecida pelos sacerdotes e juízes, tendo o cuidado de fazer segundo tudo o que anunciaram, sem desviar-se “para a direita nem para a esquerda” (v.11). E aquele que agisse “soberbamente” (v.12), ou seja, que não aceitasse dar ouvidos ao sacerdote e ao juiz, deveria ser punido com a morte, pois havia escolhido receber “o salário do pecado” (Rm.6:23).
Além da questão da idolatria e dos litígios entre os filhos de Israel, estes também manifestariam o desejo de serem governados por um monarca terreno como as demais nações. Prevendo o futuro clamor de Israel por um rei, o Senhor deixou mandamentos específicos que deveriam ser observados pelos futuros monarcas de Israel: não multiplicar cavalos, não voltar ao Egito, não multiplicar para si mulheres e nem “prata ou ouro” (v.16-17). Também deveria escrever e conservar consigo as palavras da lei, as Escrituras, e lê-las todos os dias.
Salomão, por exemplo, foi um rei dotado de excelente sabedoria, mas parece que esqueceu das leis concernentes à sua posição, fazendo tudo ao contrário do que o Senhor estabeleceu como mandamentos da monarquia de Israel: “O peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro” (666! Coincidência? Creio que não!) “Os cavalos de Salomão vinham do Egito e da Cilícia” (Do Egito! De onde o Senhor havia dito: “Nunca mais voltarei por este caminho”, v.16); “Tinha setecentas mulheres, princesas e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração” (Exatamente como o Senhor havia dito: “para que o seu coração não se desvie”, v.17) (1Rs.10:14, 28 e 11:3).
A idolatria, a injustiça, a soberba, a ambição dos monarcas dos outros povos transformaram aquelas nações em trevas e maldição na Terra. O povo de Deus foi chamado por Ele para ser luz e bênção. O apóstolo Paulo escreveu: “A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (Ef.3:8). Eis o que deve impulsionar a nossa vida. Eis o que deve ocupar o nosso coração e fazê-lo pulsar na direção de Deus: Iluminarmos a vida de outros, e não permitirmos que outros nos escureçam a vida. Para isso, precisamos ler todos os dias a Palavra de Deus e permitir que, por meio dela, o Espírito Santo molde o nosso caráter e nos liberte de todos os ídolos modernos que nos afastam de Cristo e da solene missão que Ele nos confiou. A serva do Senhor escreveu o seguinte:
“Quando o povo de Deus tirar os olhos das coisas deste mundo e os puser no Céu e em coisas celestiais, será um povo peculiar porque verá a misericórdia, bondade e compaixão que Deus mostrou aos filhos dos homens. Seu amor evocará deles uma resposta, e na vida mostrarão aos que os rodeiam que o Espírito de Deus os dirige, que estão pondo suas afeições nas coisas do alto e não nas da Terra” (Nos Lugares Celestiais, CPB, 27 de dezembro, p.368). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, luz do mundo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio17 #RPSP
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DEUTERONÔMIO 17 – Existe algo em nós que clama por justiça, exigente de justiça dos outros; em contrapartida, há dentro de nós uma força que puxa para a injustiça, levando-nos (várias vezes) a praticar injustiças.
Ciente dessa luta intensa que lidamos diariamente, Deus opera para ajudar-nos. Assim, conforme o texto, “a prática da aliança por parte da comunidade requeria oficiais políticos e religiosos que, sob Deus, pudessem garantir estabilidade e obediência. O primeiro grupo consistia em ‘juízes e oficiais’ (Dt 16:18-17:13). A tarefa deles era a administração imparcial da justiça (16:18-20) sem recorrer a meios pagãos (16:21-17:1). No interesse da justiça, Deuteronômio 17:2-7 fornece diretrizes para admissão de provas. Questões muito difíceis para resolução local deviam ser decididas por uma corte superior de sacerdotes e juízes no santuário central, com a devida punição do crime” explica Eugene Merrill.
O alvo de Deus é nítido: “Eliminem o mal do meio de vocês” (Deuteronômio 17:7). Todo pecado é crime, inclusive idolatria. Por isso, “caso o indivíduo fosse condenado [pelo crime da idolatria, ou práticas heréticas], a pena era a morte por apedrejamento”; em casos difíceis a serem legislados, “o tribunal se reuniria no lugar escolhido por Deus para Seu santuário. A decisão desse tribunal, correspondente à Suprema Corte de Israel, seria irrevogável. Se o acusado não desse ouvidos ao sacerdote […] nem ao juiz, seria morto (v. 12-13)”, enfatiza William MacDonald.
Deus é radical na erradicação do mal. Seus representantes terrestres deveriam refletir Sua aversão e ódio pelo mal.
Escatologicamente, a erradicação do mal será total. “‘Pois, certamente vem o dia, ardente como uma fornalha. Todos os arrogantes e todos os malfeitores serão como palha, e naquele dia, que está chegando, ateará fogo neles’, diz o Senhor dos Exércitos. ‘Não sobrará raiz ou galho algum’” (Malaquias 4:1).
Complementando, Deuteronômio 17 também revela que, ao consentir na existência de reis em Israel, Deus concedeu diretrizes que implicavam distanciamento do perfil da liderança pagã (Deuteronômio 17:14-18). Mesmo assumindo funções seculares, líderes regidos pelos princípios divinos são diferentes.
Observando teologicamente, o pleno desenvolvimento do plano de redenção acontecerá quando o mal/pecado, juntamente com pecadores impenitentes, forem completamente erradicados – não apenas do Planeta Terra, mas do Universo. Aguardemos esse dia! A justiça será feita! Deus mesmo julgará todos os casos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.