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710 palavras
1-42 A distribuição da Transjordânia às tribos de Rúben, Gade e metade de Manassés. Bíblia Shedd.
As tribos de Rúben e Gade, possuidores de muito gado, pediram permissão para estabelecerem-se no território da Transjordânia (a região a leste do rio Jordão e do mar Morto), já conquistado (vs 1-5; cf 21.24-26, 31-35). Visto que todo o Israel devia participar da conquista e visto que a ausência deles desencorajaria as outras tribos, Moisés advertiu-os severamente contra o pecado da geração que saiu do Egito (vs. 6-15). Sua admoestação inclui um clássico reconhecimento do domínio soberano de Deus como juiz: “sabei que o vosso pecado vos há de achar” (v. 23). Bíblia de Genebra.
1 a terra de Gileade. Esta expressão, às vezes, é usada para descrever a totalidade do território de Israel além do rio Jordão, Gn 37.25. Morar ao leste do Jordão causaria uma separação do resto dos israelitas e, não havendo uma barreira natural entre Gileade e o oriente(de onde provinham as invasões durante a história de Israel), o perigo era grande. … Apesar das terras serem férteis, ficavam isoladas das demais tribos de Israel, e por isso, as tribos que eram as primeiras a possuírem a terra, foram também as primeiras a serem despojadas dela. … Rúben nunca mais aparece como uma tribo importante, e os que ficaram em Gileade nunca chegaram a se destacar na história de Israel. Bíblia Shedd.
lugar de gado. Neste território, ficava Basã, região conhecida por seu fino gado (ver Sl 22:12). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1024.
15 Se não quiserdes segui-Lo, também ele deixará todo o povo. Como seus pais haviam feito e perecido no deserto. … O povo poderia então se recusar a atravessar o Jordão para consolidar a posse de Canaã. CBASD, vol. 1, p. 1025.
16-19 A terra a leste do Jordão havia sido conquistada. O trabalho pesado havia sido feito por todas as tribos juntas. Mas as tribos de Rúben e Gade e a meia tribo de Manassés não pararam após suas terras estarem desocupadas. Eles se comprometeram a continuar trabalhando com os outros até que a terra de todos fosse conquistada. Após outros ajudarem você, você apresenta desculpas para ajudá-los? Finalize o trabalho todo, mesmo aquelas partes que não beneficiem você diretamente. Life Application Study Bible Kingsway.
18 Não voltaremos para nossa casa até que. Tendo em vista a relativa facilidade da conquista da região a leste do Jordão, Gade e Rúben sem dúvida pensavam que a área a oeste do rio seria rapidamente ocupada. CBASD, vol. 1, p. 1024.
20 perante o SENHOR. Yahweh é conhecido como o Deus das batalhas, que ia à frente da nação em marcha para confundir os inimigos (ver Nm 21:14; Js 4:5, 11-13; 6:8, 9; Lz 5:23). CBASD, vol. 1, p. 1026.
23 se não fizerdes assim… sabei que o vosso pecado vos há de achar. Literalmente, “e conheçais o vosso pecado, que vos há de achar”. Deus expressou a mesma ideia ao se dirigir a Caim: “o pecado jaz á porta” (Gn 4:7). CBASD, vol. 1, p. 1026.
25 Como ordena meu senhor. Um toque tipicamente oriental, uma vez que aquilo que Moisés declarara era exatamente o que eles mesmos haviam sugerido. CBASD, vol. 1, p. 1026.
28 Moisés deu ordem a respeito deles a Eleazar, o sacerdote, e a Josué. Moisés sabia que não atravessaria o Jordão. Por isso, colocou sobre Eleazar e Josué a responsabilidade de garantir que Rúben e Gade cumprissem suas promessas (ver Js 1:13, 14; 22:1-6). CBASD, vol. 1, p. 1026.
33 meia tribo de Manassés. Parece que, depois de estabelecidas com as tribos de Rúben e de Gade as condições para povoar a Transjordânia, metade da tribo de Manassés também entrou no acordo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ao que parece, muitos elementos dessa tribo tinham-se unido a Rúben e a Gade no desejo de viver a leste do rio Jordão. Durante o tempo no deserto, a tribo de Manassés tinha aumentado de 32.200 homens para 52.700 (cf. 1.35; 26.34). Rúben e Gade estabeleceram-se em território já conquistado (vs 33-38), mas a meia tribo de Manassés seguiu mais para o norte e fez novas conquistas (vs. 39-42). Bíblia de Genebra.
38 Nebo. Próximo ao Monte Nebo, onde Moisés faleceu (ver Dt 32:49), a leste da extremidade norte do Mar Morto. CBASD, vol. 1, p. 1027.
deram outros nomes. Literalmente, “mudaram de nome”. Os nomes de Nebo [cf. Dn 1:7] e Baal-Meom foram mudados porque representavam deuses cuja adoração era centralizada nestes locais. Contudo, os nomes antigos persistiram (Js 13:17; Ez 25:9). CBASD, vol. 1, p. 1027.
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“Por que, pois, desanimais o coração dos filhos de Israel, para que não passem à terra que o Senhor lhes deu?” (v.7).
Prestes a entrar em Canaã, duas tribos e meia de Israel fizeram um pedido inusitado: o de permanecer nas terras aquém do Jordão a fim de ter pastos suficientes para os seus gados. A segunda fala dos representantes daquelas tribos, no entanto, esclareceu o seu pedido e tranquilizou o coração do idoso líder, que, prontamente, lhes atribuiu herança daquém do Jordão desde que cumprissem a sua palavra e avançassem com as demais tribos contra os inimigos da nação. Cientes da maldição que lhes sobreviria caso não cumprissem o que lhes fora determinado, acordaram: “O que o Senhor disse a teus servos, isso faremos” (v.31). Assim, aquelas tribos estabeleceram suas moradas na Transjordânia, cada qual com suas cidades segundo a divisão estabelecida por Moisés.
Havia motivos suficientes para que Moisés ficasse alarmado com a escolha daquelas duas tribos e meia. Perto de sua morte, não poderia deixar encargo tão pesado sobre os ombros de seu sucessor. Procurou, então, resolver com celeridade a questão que poderia provocar nova contenda entre os filhos de Israel. A incredulidade tornaria a consumir o coração do povo e ameaçaria deixá-lo novamente em quarentena. Moisés tinha que ser rápido e enérgico, a fim de não permitir tamanho infortúnio. O esclarecimento daquelas tribos quanto às suas intenções de permanecer lutando ao lado de seus irmãos até que chegassem ao seu lugar, deu alívio ao coração de Moisés e garantiu o cumprimento de seu pedido.
A promessa do Senhor a Israel consistia nas terras dalém do Jordão, mas aquelas tribos vislumbraram terras férteis e abundantes na fronteira. Mesmo tendo sido atendido o seu pedido, não temos mais detalhes sobre os resultados positivos ou negativos desta surpreendente escolha. O plano original de Deus era que toda a nação habitasse em Canaã. Agora parecia que estava havendo uma separação. O Senhor opera no meio do Seu povo pela manifestação do Espírito Santo a fim de promover a comunhão. Ninguém atravessará os portais eternos, contudo, sem que haja concordado com isso. O contentamento com as terras da fronteira levarão muitos a lutar junto com o povo de Deus a caminho do Lar, mas, fincados os seus pés ali, não tomarão parte da herança eterna.
Decisões semelhantes têm sido tomadas a cada dia, e muitos que hoje tomam posição nas fileiras de Deus alegam vantagem em suas equivocadas escolhas. É como se cada um declarasse: “O plano de Deus é bom, mas o meu é melhor”. Em tempos de sacudidura, nossas escolhas devem refletir para onde estamos indo. Estamos simplesmente marchando com a intenção de voltar, ou avançando “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14)? É tempo de nos consagrar inteiramente ao Senhor, de modo que estejamos com os pés nesta terra, mas com os olhos sempre no Céu.
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, herdeiros da Canaã celeste!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números32 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 32 – Aqueles que prezam pela unidade do povo de Deus valorizam a liderança espiritual, lutam a favor do corpo de Cristo, acatam exortações dos líderes espirituais, e são cuidadosos para não serem estorvos aos remanescentes de Deus.
Apesar de tudo o que Deus fizera para que Sua promessa de uma terra que mana leite e mel se tornasse realidade, parece haver indisposição por parte de alguns israelitas. As tribos de Rúben, Gade e meia tribo de Manassés solicitaram a Moisés para não receberem a herança em Canaã, mas na Transjordânia, onde haviam chegado (Números 32:1-19). Contentaram-se em chegar próximo à Terra Prometida, e Moisés meio apreensivo, anuiu ao pedido deles; porém, sob condição de que lutassem pelas outras tribos até que tivessem seus territórios em Canaã; além dessa condição, outra exigência de Moisés foi pela constante fidelidade ao Senhor (Números 32:20-42).
Números 32 ensina-nos preciosas lições práticas:
- A lealdade entre membros do povo de Deus é essencial para o sucesso do o remanescente fiel; a independência e o individualismo são mecanismos do diabo para impedir o cumprimento da promessa divina.
- O líder deve sempre pensar no corpo de Cristo como um todo, sem menosprezar ou ser inflexível diante dos pedidos dos liderados que, caso seja diferente do pretendido, deve ser remanejado para que possa satisfazer a todos.
- A unidade nos projetos da congregação do povo de Deus é essencial para que haja prosperidade, sem a qual, o avanço e desenvolvimento dos projetos de Deus podem ser comprometidos.
- Destaca-se que é pecado deixar de cumprir um acordo e ser negligente no auxílio dos outros membros do corpo de Cristo no cumprimento da missão concedida por Deus. Aprendamos tal verdade! (Números 32:23).
O povo de Israel começava a experimentar o cumprimento da profecia de Gênesis 15:16, proferida por Deus cerca de 400 anos antes. Assim, Números 32 mostra que Deus conduz história apesar de nós; embora demorasse 38 anos para adentrar a Terra Prometida após o êxodo egípcio, o atraso aconteceu como Deus havia declarado diante da rebeldia do povo em Números 13 e 14.
Se a liderança espiritual fosse mais consultada frente a decisões que afetam o coletivo, haveria mais sucesso no desenvolvimento eclesiástico onde há conflitos e fracassos.
Enfim, confiemos em Deus, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 31 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 31 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
NÚMEROS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/31
Deus é amor (1 João 4:8). Esta é a premissa principal, a lente através da qual toda a Bíblia deve ser lida. Números 31 nos lembra que a justiça também é outra premissa importante para entender os textos bíblicos. O SENHOR é um Deus de justiça (Is 30:18). A premissa de que Deus é justiça tem sido frequentemente esquecida ou ignorada, especialmente nestes últimos tempos da história da terra.
Números 31 nos lembra que Deus é capaz de usar pessoas, anjos, ou até mesmo a natureza para levar a cabo a justiça. Às vezes até governadores, policiais e cadeias cumprem o propósito de Deus! No entanto, enquanto estamos neste mundo pecaminoso, o inimigo de Deus muitas vezes provoca a injustiça. A maioria das calamidades e desastres que ocorrem na terra não são ações de Deus, mas ações do diabo, que produzem confusão e deturpam o caráter de Deus. Não obstante, Números 31 nos lembra que Deus não permitirá o pecado e o mal para sempre. Ele intervirá e porá fim ao mal e aos malfeitores, porque Deus é Amor e Justiça.
Benjamín Rojas Yauri
Professor de Novo Testamento e Hermenêutica/Supervisor de Estágio
Pesquisador/Research Fellow – Novo Testamento / Universidade de Stellenbosch
Seminário Teológico da Universidade União Peruana
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/31
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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942 palavras
A vitória dos israelitas sobre os midianitas, cuja destruição se fez necessária por serem fonte de prevaricação, moléstia e infecção para o povo de Deus, v. 16. Além do mais, os midianitas tinham se unido aos moabitas para amaldiçoar Israel, proferindo, deste modo, injúria ao Deus de Israel. Bíblia Shedd.
Os midianitas eram um povo nômade que descendia de Abraão e sua segunda mulher, Quetura. A terra de Midiã se estendia ao sul de Canaã, mas grandes grupos de midianitas se deslocavam a muitos quilômetros de sua terra natal, buscando por terras de pasto para seus rebanhos. Um grupo destes estava próximo da terra prometida quando os israelitas chegaram. Quando Moisés fugiu do Egito (Êx 2), ele buscou refúgio na terra de Midiã. Sua mulher e sogro era midianitas. A despeito dessa aliança, israelitas e midianitas foram sempre amargos inimigos. Life Application Study Bible.
8 Balaão morre, não como um justo, o que era seu desejo hipócrita (Nm 23.10), mas sim a morte de um infiel, mercenário e inimigo de Deus. A sua sorte será com os incrédulos, Ap. 21.8. Bíblia Shedd.
O cap. 25 não define o nome do instigador principal da sedução dos homens israelitas à adoração depravada de Baal. Aqui, porém, ele aparece entre os mortos. O que Balaão não conseguira levar a efeito mediante os atos de magia ou de feitiçaria (caps. 22-24) quase conseguiu realizar mediante os seus conselhos aos midianitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9-18 Embora as tropas matassem os homens de Midiã, pouparam as mulheres e crianças como despojo. Moisés ordenou que somente as mulheres virgens (que, portanto, eram inocentes das indecências em Peor) fossem poupadas; as mulheres culpadas e os meninos (que seriam uma ameaça contra os direitos de herança dos homens israelitas) deviam ser executados (v. 15-17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A ordem de Moisés para que todas as mulheres que não fossem virgens fossem executadas deveu-se à imoralidade em Peor. Todos os varões foram mortos, inclusive os meninos, provavelmente para impedir o ressurgimento dos clãs midianitas (cf. v. 7) Bíblia de Genebra.
Homens e mulheres não virgens midianitas foram mortos por causa do dano que causaram a Israel ou porque se colocavam como potencial ameaça no futuro, mas as virgens podiam ser assimiladas em Israel, inclusive através de casamento (comparar com Dt 21:10-13). Andrews Study Bible.
Quando descobrimos pecados em nossas vidas, devemos tratar com eles de maneira séria e definitiva. Quando os israelitas entraram na terra prometida, foi sua atitude indiferente com o pecado que os levou à ruína. Moisés lidou com o pecado de maneira pronta e definitiva. Quando Deus apontar o pecado, aja rapidamente para removê-lo de sua vida. Life Application Study Bible.
16 estas, por conselho de Balaão. Quando Balaão não conseguiu ganhar um salário por amaldiçoar a Israel, 24.10-14, já que o próprio Deus pôs profecias verídicas em sua boca, colaborou na desmoralização de Israel pela idolatria, descrita em 25.1-3, o que levou a esta guerra contra os midianitas que Israel declarou a fim de afastar a causa da prevaricação. Talvez sua presença entre os midianitas na hora da sua morte (v 8) foi para efetuar a cobrança pela destruição de 24.000 israelitas (25.9), que era o motivo de os midianitas terem convocado este profeta falso, 22.4-5. Sua maldição não funcionou, mas seus conselhos malignos causaram esta tragedia. Bíblia Shedd.
A história de Balaão (22:1-24:25), tomada isoladamente, nos levaria a acreditar que Balaão era um homem honesto e temente a Deus. Mas aqui está a primeira das evidências bíblicas de que Balaão não era o bom homem que aparentava ser. Life Application Study Bible.
18 Os regulamentos para o casamento de um soldado com uma mulher que levou cativa da guerra são definidos em Dt 21.10-14. Bíblia Shedd.
19-24 Como essa era uma guerra santa, tanto as pessoas (v. 19, 20) quanto os objetos (v. 21-24) deviam ser purificados (cf. 19.11-13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Visto que os despojos de guerra tinham que ser manuseados de uma maneira que ficasse preservada a santidade de Deus e do povo, os princípios aqui aplicados ajudaram a preparar os israelitas para a conquista vindoura da terra. Bíblia de Genebra.
23 Na obra de purificar o metal, o fundidor sabe que a obra está terminada quando pode ver sua própria face no metal. Assim também o crente está se purificando quando a face de Cristo se reflete nas suas obras e atitudes. Bíblia Shedd.
27 duas partes iguais. A vitória pertencia a todos os israelitas. Bíblia Shedd.
49 nenhum fez falta dentre eles e nós. Sem dúvida, seria considerado uma tragédia que alguns homens perdessem a vida já no limiar da entrada na herança prometida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1, p. 1022.
50 para fazer expiação por nós mesmos. Quando da realização de um censo, deveria se entregar uma taxa de meio ciclo (shekel) por pessoa contada, como resgate por suas vidas (Êx. 30:11-16). Mas nessa ocasião, os oficiais israelitas estavam especialmente gratos a Deus pelo resultado de sua contagem, que mostrou que nenhum deles havia sido morto. Então, fizeram uma rica doação, cujo total superou em muito a taxa requerida. Andrews Study Bible.
Após a contagem cuidadosa de todos os seus homens, os oficiais descobriram que nenhum soldado havia sido morto na batalha. Imediatamente eles agradeceram a Deus. Após atravessar por tempos difíceis, devemos ser rápidos em agradecer a Deus por nos livrar e proteger de perdas severas. Life Application Study Bible.
arrecadas. Ou “brincos” (NVI). Foram bastante comuns entre os povos orientais, tanto antigos quanto posteriores. CBASD, vol.1, p. 1022.
52 dezesseis mil setecentos e cinquenta ciclos. Cerca de 190 kg [de ouro, e outros materiais preciosos e semi preciosos, cf. v. 50]. Andrews Study Bible.
54 como memorial. Sem dúvida, boa parte da grande quantidade de ouro foi derretida e transformada em utensílios usados no santuário. CBASD, vol.1, p. 1022.
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“Assim, dos milhares de Israel foram dados mil de cada tribo: doze mil ao todo, armados para a guerra” (v.5).
Orientados “por conselho de Balaão” (v.16), os midianitas conseguiram enfraquecer muitos de Israel através dos encantos de suas mulheres. Fatal e irreversível foi a consequência para os que se deixaram contaminar pela idolatria e imoralidade disseminadas por elas. Grande clamor ascendeu no arraial de Deus até que chegou o tempo da “vingança do Senhor” (v.3). Foram convocados mil homens de cada uma das tribos de Israel, totalizando doze mil homens “armados para a guerra” (v.5). Este exército matou “todo homem feito”, além dos “reis dos midianitas”, e “Balaão, filho de Beor, mataram à espada” (v.8).
Vitoriosos, os filhos de Israel regressaram da batalha com as recompensas da guerra: “as mulheres dos midianitas e as suas crianças; também levaram todos os seus animais, e todo o seu gado, e todos os seus bens” (v.9). Contudo, ao Moisés deparar-se com aquelas que foram os instrumentos de maldição, ordenou que fossem mortas todas as que “fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o Senhor” (v.16), mas que deixassem vivas as mulheres virgens. Também mandou exterminar as crianças do sexo masculino a fim de que não suscitassem descendência no futuro. Um período de purificação foi observado antes que o exército e os cativos pudessem entrar no arraial, as presas divididas e ofertas estabelecidas para serem dedicadas ao Senhor.
Em número de doze mil, ao todo, aquele pequeno exército, comparado às forças bélicas dos povos pagãos, retornou ao acampamento incólume. “Teus servos fizeram a conta dos homens de guerra que estiveram sob as nossas ordens, e nenhum falta dentre eles e nós” (v.49) – declararam os capitães dos milhares do exército. Visto o Senhor ter-lhes concedido tão grande bênção e livramento, apresentaram uma oferta voluntária, “cada um o que achou” (v.50); tesouros que foram levados “à tenda da congregação, como memorial para os filhos de Israel perante o Senhor” (v.54).
Temos um vislumbre muito aquém do que realmente acontecia nestas guerras sangrentas. Para alguns povos, porém, esta destruição era inevitável dado o grau de corrupção de seus habitantes. E a ira de Deus é muitas vezes questionada frente aos relatos do Antigo Testamento. Fica evidente que o Senhor não admitia a união do puro com o imundo e nem da justiça com a injustiça. A fim de evitar tal mistura, tanto os pagãos quanto os filhos de Israel que se rebelassem contra o Senhor deveriam ser punidos, e servirem de exemplo para as futuras gerações, como pontuou o apóstolo Paulo: “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6).
Como último exército do Deus vivo somos convocados a nos apresentar “armados para a guerra” (v.5). A nossa luta, no entanto, não consiste mais no uso de lanças e espadas, e nem de uns contra os outros, mas em estarmos revestidos da armadura de Deus. Cingidos “com a verdade”, vestidos “da couraça da justiça”, calçados “com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé”, tomando “o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:14-18), estaremos aptos para a batalha e permaneceremos inabaláveis até a vinda de nosso Senhor e Salvador Cristo Jesus.
Não esqueçamos que a nossa luta é contra Satanás e as potestades que estão a seu serviço. E até em nossas vitórias ele tenta incluir recompensas que não fazem parte do plano divino para nossas vidas. As mulheres midianitas podem representar tudo aquilo que julgamos ser uma bênção, mas que não passam de estratégias malignas para nos destruir. Apegue-se ao Senhor e à sabedoria de Sua Palavra e Testemunhos, e, certamente, o Espírito Santo lhe mostrará a diferença entre o puro e o imundo, entre a justiça e a injustiça. Precioso foi o sangue derramado para que sejamos purificados. Que o nosso coração seja sempre uma oferta voluntária dedicada ao Senhor e que isto reflita em nossa vida. Vigiemos e oremos!
Bom dia, purificados pelo sangue de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números31 #RPSP
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NÚMEROS 31 – O cuidado com influências malignas deve ser tão grande hoje quanto foi aos israelitas à véspera da Terra Prometida. Curiosamente, a promiscuidade sexual e a idolatria atual têm sido bem mais abrangentes e ainda mais camufladas armas de Satanás para perverter o povo remanescente do que foi no passado.
Os midianitas, que tinham vínculos sanguíneos com israelitas por parte de Quetura (Gênesis 25:1-2), se uniram aos moabitas (descendentes de Ló, sobrinho de Abraão) para se tornarem péssimas influências ao povo de Deus. A reação divina foi promover guerra onde não haveria necessidade, revelando que nossa ação contra o mal deve ser, no mínimo, radical. A imoralidade sexual além de enfraquecer o povo, atrai o juízo de Deus. Balaão sabia disso, Satanás também!
Vivemos dias em que os demônios têm tido grandiosas vitórias sobre adolescentes, jovens e adultos. A depravação sexual vem ganhando espaço até mesmo em diversos lares de líderes religiosos. A imoralidade sexual atualmente não está sendo encarada com veemência atualmente por muitos crentes como Deus confrontou conforme visto no relato bíblico.
O resultado deplorável e decadente da imoralidade sempre é o que ninguém quer; porém, a maioria não está disposta a acatar ao alerta divino, muito menos de arrepender-se dos prazeres diabólicos para viver os princípios bíblicos.
A vitória sobre os influenciadores do pecado não deve ser parcial, deve ser total. Embora Deus tenha permitido que os israelitas tomassem espólios dos derrotados midianitas, não permitiu a permanência das mulheres que não fossem virgens – como pretendiam alguns.
Deus mandou erradicar o mal. Devido à vitória, e pelo milagre de Israel não ter perdido nenhum soldado contra os midianitas, líderes israelitas entregaram generosamente ofertas a Deus. Gratidão e generosidade são frutos de corações que reconhecem a bondade e a misericórdia de Deus em suas conquistas.
Números 32 volta a falar de Eleazar; o qual, diferente de seus irmãos biológicos espiritualmente relapsos, perseverou como líder zeloso e fiel (não apenas na causa de Deus, mas também em sua própria casa; pois, seu filho Finéias é exemplo de lealdade ao Senhor frente à imoralidade do povo em Números 25).
Carecemos de Eleazares e Fineias nos dias atuais! Nossa sociedade precisa urgentemente de líderes de fibras que enfrente ousadamente a forte influência da imoralidade!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 30 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 30 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
NÚMEROS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/30
A Bíblia ensina que ser um crente implica em manter a palavra. Ou seja, quando prometemos algo, estamos presos às nossas palavras. Números 30 trata desse tópico no contexto de uma família. Basicamente, se alguém faz uma promessa ou um voto a Deus, essa pessoa deve fazer o que prometeu. No entanto, existem dois casos em que o voto poderia ser anulado. Se a pessoa que havia feito o voto fosse uma moça solteira ou mulher casada, o voto poderia ser anulado pelo pai ou pelo marido, respectivamente.
Essas exceções parecem um pouco estranhas no século XXI. No entanto, o contexto das exceções é a família e os costumes antigos, onde o homem era o encarregado da casa. Talvez o voto não pudesse ser cumprido devido a algumas questões econômicas que eram administradas pelo pai ou pelo marido.
Portanto, atualmente, os votos devem ser realizados levando-se em consideração a dinâmica familiar e a situação econômica, com a comunicação entre os membros da família. No entanto, um voto não é feito ao homem – é um compromisso com o próprio Deus.
Alvaro F. Rodríguez
Professor de Hebraico Bíblico e Antigo Testamento
Seminário Teológico DSA
Universidade da União Peruana
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/30
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara