Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO DEUTERONÔMIO 8 – Primeiro leia a Bíblia

DEUTERONÔMIO 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

DEUTERONÔMIO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



DEUTERONÔMIO 8 by Luís Uehara
23 de junho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dt/8

“Foi Ele o teu guia neste vasto e terrível deserto, cheio de serpentes ardentes e escorpiões, terra árida e sem água, onde fez jorrar para ti água do rochedo duríssimo.” (Deuteronômio 8:15) “Em cada dia das suas viagens tinham sido guardados por um milagre da misericórdia divina. Em todo o caminho, sob a guia de Deus, tinham encontrado água para refrescar os sedentos, pão do Céu para satisfazer a fome, e paz e segurança, debaixo da nuvem que dava sombra durante o dia, e debaixo da coluna de fogo à noite. Anjos lhes haviam ministrado enquanto subiam as montanhas rochosas, ou desfilavam pelas ásperas sendas do deserto…

Se com todos estes sinais de Seu amor o povo ainda continuava a queixar-se, o Senhor retiraria Sua proteção até que fossem levados a apreciar Seu misericordioso cuidado, e a voltar-se para Ele com arrependimento e humilhação…” Patriarcas e Profetas, p. 312

Nós também estamos viajando para Canaã, a Canaã celestial. Que possamos reconhecer a intervenção de Deus em nossa jornada e agradecê-LO continuamente!

Cindy Tutsch
Diretora Associada (aposentada)
Patrimônio Ellen G. White

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/8
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



DEUTERONÔMIO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2022, 0:50
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722 palavras

Moisés exorta o povo a obedecer e a lembrar-se dos benefícios de Deus (1-6). Apresenta a possibilidade de prosperidade (7-10) e adverte contra o perigo de esquecer-se de Deus (11-20). Bíblia Shedd.

2 Recordar-te ás de todo o caminho. Esquecer-se das muitas coisas que Deus fez é o primeiro passo para ir longe dEle, rumo ao esquecimento (Rm 1:21; LS, 196). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1073.

Ele te humilhou. O maná obrigou Israel a reconhecer que dependia de Deus, a fonte última da vida. Bíblia Shedd.

não só de pão viverá o homem. Essas palavras foram citadas por Jesus em Sua tentação. A verdadeira vida não é fruto do bem estar material, mas, sim, da Palavra de Deus, cf 32.46, 27. Bíblia Shedd.

Foi esta declaração de Moisés que Jesus citou em resposta à primeira tentação de Satanás no deserto (Mt 4:4; Lc 4:4). CBASD, vol. 1, p. 1074.

mas de tudo o que procede da boca do Senhor. Ainda mais básico à vida diária do que o alimento físico é a sustentadora Palavra de Deus (Hb 1.3). Bíblia de Genebra.

O pão sustenta, mas não garante a vida, que é a dádiva de Deus aos que confiam na Sua palavra e por elas vivem – trata-se dos seus mandamentos e promessas (cf. v. 1, 18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

É importante notar que a mais poderosa arma espiritual da qual Jesus lançou mão para derrotar as tentações de Satanás foi a Palavra de Deus. Os três tipos de tentação, dos quais Satanás lançou mão para desviar Jesus na Sua obra de salvação descrevem-se em Mt 4.1-11; as três respostas finais e inabaláveis, que Jesus deu, foram todas tiradas deste discurso de Moisés, e se registram em Dt 6.13; 6.16 e aqui neste versículo. Jesus reconheceu que as palavras que citou são a plena revelação da vontade do Pai, que são a verdade eterna e inabalável, e, citadas com a plena compreensão de seu sentido, com fé inabalável, e com autoridade, são eficazes para enfrentar as forças infernais que desejam estragar o plano divino de restaurar os homens à plenitude da comunhão com Deus. Bíblia Shedd.

4 Nunca envelheceu a tua veste. Uma intervenção miraculosa (ver Dt 29:5; Ne 9:21). Ao que tudo induica, eles não tinham meios para conseguir roupa para si mesmos; do contrário Deus não teria empregado medidas sobrenaturais para satisfazer as necessidades deles. Deus proveu alimento, bebida, proteção e outras coisas quando não podiam conseguir por si mesmos. CBASD, vol. 1, p. 1074.

como um homem disciplina seu filho. Deus é um pai e Sua disciplina tem o propósito de reformar e instruir. Cf 32.6; Hb 12.5-11. Bíblia Shedd.

Deus permitiu que eles passassem fome, a fim de que Ele pudesse mostrar-lhes o Seu suprimento (v. 3). A disciplina geralmente requer dificuldades iniciais, seguidas de bênção (Pv 3.11-12; Hb 12.5-6). Bíblia de Genebra.

7 Boa terra. A Palestina moderna é bem diferente desta descrição. É provável que a fertilidade tenha se esgotado pelo mau uso da terra durante séculos e por terem derrubado seus frondosos bosques, que controlavam a água e a erosão. Descrições do solo egípcios na época do êxodo oferecem uma noção bem mais atrativa do que a apresentada atualmente. CBASD, vol. 1, p. 1074.

10 Louvarás o SENHOR, teu Deus. A gratidão deve ser expressada e sentida. Sem gratidão, o ser humano é pouco melhor que um animal. A verdadeira nobreza de alma começa com o apreço pelas bênçãos dos Céus e pela bondade de nosso próximo (Sl 103:2). CBASD, vol. 1, p. 1074.

12 Boas casas. Com frequência, bens materiais levam à preocupação indevida com as coisas temporais. O cristão deve colocar Deus em primeiro lugar, e confiar que Ele satisfará todas as suas necessidades (Mt 6:33). Muitas vezes, o ser humano coloca essas coisas como prioridade e espera que, de alguma forma, o Céu lhe seja acrescentado. CBASD, vol. 1, p. 1074.

15 Escorpiões. Praga comum na região desértica ao sul da Judeia e menos comum no restante da Palestina. Existem na região cerca de oito tipos de escorpião, sendo que o maior tem cerca de 20 cm de comprimento. CBASD, vol. 1, p. 1075.

Pederneira. Na Bíblia, “pederneira” pode referir-se a qualquer rocha. Algumas facas eram feitas de pederneira (Js 5:2). CBASD, vol. 1, p. 1075.

18 Que te dá força. Tudo o que o ser humano é e tudo o que tem vem de Deus. A consciência disso mantém a pessoa humilde e a capacita a contemplar as coisas temporais em sua verdadeira perspectiva. CBASD, vol. 1, p. 1075.

19 Protesto. Literalmente, “Afirmo-te hoje”. CBASD, vol. 1, p. 1075.



Deuteronômio 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de junho de 2022, 0:45
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“Ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conhecias, nem teus pais o conheciam, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor viverá o homem” (v.3).

Há um cuidado muito especial de Deus para que Seus filhos se mantenham incontaminados do mundo. A vida, a prosperidade e o cumprimento da promessa dada inicialmente a Abraão dependia da fidelidade de Israel para com a aliança do Senhor. A jornada no deserto foi trazida à memória como um período de prova e preparação antes da entrada em Canaã. O povo de Deus estava prestes a cruzar as fronteiras de um território extremamente pagão, e a menos que vivesse “de tudo o que procede da boca do Senhor” (v.3); a menos que aceitasse a disciplina divina como um instrumento do amor de Deus, e Sua lei como uma boa e santa proteção, estaria completamente vulnerável às perigosas influências de nações que não conheciam e nem temiam ao Senhor.

Quando nossa mente é dirigida a pensar e meditar nas bênçãos de Deus, sejam livramentos, milagres ou até mesmo nos benefícios diários de nossas necessidades mais básicas, como alimento, roupa e habitação, isso nos liga a Deus com o elo da gratidão e promove em nosso coração o amor altruísta. Esse exercício diário, se realizado, nos livra da soberba e do egoísmo, e do perigo da exaltação própria: “A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas” (v.17). A história de Israel nos foi deixada como uma apostila de Deus a fim de nos exortar a não cair nas mesmas coisas. Por isso que “estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6).

Percebam que a promessa do Senhor a Israel estava intimamente ligada à obediência. O deserto foi a prova pela qual Deus avaliaria sobre os que poderiam entrar na terra prometida. As dificuldades da peregrinação tinham um fim bem definido: “para te humilhar, e para te provar, e, afinal, te fazer bem” (v.16). Deus nunca permite uma provação que não seja para redundar em bem. Nem tampouco nos pede nada que não seja para a nossa felicidade. Nossa natureza caída, porém, em muitos momentos, nos faz questionar os desígnios de Deus. No “terrível deserto” deste mundo “de serpentes abrasadoras, de escorpiões e de secura” (v.15), nossos olhos, por vezes, ficam escamados pelo desânimo e pela incredulidade, e esquecemos de todos os “oásis” que já desfrutamos pela bondade e misericórdia do Senhor.

O apelo feito a Israel deve nos alcançar hoje qual trombeta que anuncia a última batalha: “Guarda-te não te esqueças do Senhor, teu Deus, não cumprindo os Seus mandamentos, os Seus juízos e os Seus estatutos, que hoje te ordeno” (v.11). Deus prometeu cuidar de Israel, e assim o fez. Ele prometeu executar juízo sobre os desobedientes, e assim o fez. Ele prometeu que nos enviaria o Salvador, e assim o fez. Jesus prometeu que virá segunda vez, e assim o fará. Não temos um Deus que Se deteve no Céu, mas que foi “homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is.53:3). Jesus também passou pelo deserto. E, ao contrário de Israel, que foi sustentado pelo maná, Cristo padeceu fome, mas, em Sua terrível prova, Se apegou com confiança ao alimento da alma, proclamando com autoridade e poder o que está escrito: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4).

Amados, no fim da jornada no deserto, Israel teve de se deparar com a realidade da guerra. Para que pudessem habitar em Canaã sob a bênção divina, os filhos de Israel precisavam se livrar de todos e de tudo o que ameaçasse o seu relacionamento e comunhão com Deus. E quanto mais nos aproximamos do fim do grande conflito, mais necessitamos nos abster de tudo aquilo que nos afasta da vontade do Senhor. Portanto, “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo […]; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo […]; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1Jo.2:15-17).

Precisamos nos revestir de toda a armadura de Deus a fim de enfrentarmos a hora mais escura deste mundo como Jacó lutou com Deus e prevaleceu. A prova e humilhação a que o patriarca se submeteu foi o que o habilitou a sair vitorioso com um nome novo e honroso. “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois coparticipantes dos sofrimentos de Cristo, para que também na revelação de Sua glória, vos alegreis exultando” (1Pe.4:12-13). Ao olharmos para trás, para tudo o que Deus tem feito para o nosso bem, lembremo-nos, acima de tudo, do maior bem que Ele já nos fez: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos gratos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2022, 0:40
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DEUTERONÔMIO 8 – Deus deseja usar Seus servos para o bem comum. É interessante entender que “a revelação de Deus a Moisés [continuou] à medida que Deus Se revela progressivamente (teologia). Deus Se comunica com Moisés em uma linguagem teológica que ele pode e é capaz de entender. Embora a linguagem humana de Moisés limite sua comunicação com Deus, quando mais Deus Se revela a ele, mais ele compreende e mais confia; e, neste contexto, recebe uma missão. A partir da revelação e missão, ele anda com Deus cumprindo a vontade divina. A missão comunicada a Moisés inclui não só a libertação do povo de Israel, mas também o processo da escrita do Pentateuco – o Evangelho no AT. Sua missão inclui revelar e comunicar o conhecimento de Deus a Israel e às nações por meio da Palavra escrita. Nos escritos de Moisés, Deus transmite e revela o Seu caráter, a Sua vontade e os Seus planos. Deus revela que Ele existe, quem Ele é, o que Ele faz e o que exige de Seus filhos”, explica Wagner Kuhn.

Deuteronômio é o ápice do Pentateuco. No capítulo 8, Moisés ensina seus ouvintes (leitores) que Deus exige não apenas prioridade, mas fidelidade exclusiva. Por mais interessantes, atraentes ou populares que fossem os outros deuses, nenhum deles deveria ocupar o lugar do verdadeiro Deus.
• Quem é o Deus verdadeiro? É Aquele que concede lei e sabe que temos condição moral para assimilá-las. É Aquele que incentiva com promessas de vida e prosperidade aos que se submetem a Ele. É Aquele que relembra Seus feitos, para que os Seus súditos abençoados não se esqueçam. É Aquele que oferece do bom e do melhor da terra a Seus servos (Deuteronômio 8:1-9).
• O que Deus faz por Seu povo? Ajuda-o a entender que se não fosse pelo Seu poder, não haveria libertação, nem prosperidade, nem proteção, nem orientação, nem providências nas necessidades. Ele faz aliança com humanos, fortalece-os, abençoa-os e espera ser correspondido (Deuteronômio 8:9-18).
• Como responder a Deus? Comprometendo-nos com Ele! Não sendo negligentes às Suas orientações nem indiferentes à Suas ações, cheios da doença do orgulho que nos faz esquecer Quem Ele é. Devemos tê-lO como Deus (Deuteronômio 8:10-20).

Quanto mais lembrarmos de Deus, melhor será para nós. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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