Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 35 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 35 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 35 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 35 by Luís Uehara
14 de junho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/35

Enquanto estavam nos campos de Moabe, perto do rio Jordão e na frente de Jericó (verso 1), Deus deu instruções ao seu povo através de Moisés. Entre as cidades que pertenciam aos levitas, seis delas foram estabelecidas como refúgio para o assassino que matou sem intenção ou por engano (v. 11). Estas cidades foram estrategicamente localizadas em todo o território para que o assassino pudesse chegar rapidamente. Lá ele teria que permanecer até a morte do sumo sacerdote, e só então ele poderia voltar para sua terra natal (verso 28). Se ele deixasse a cidade, o vingador poderia matá-lo.

As cidades de refúgio eram um santuário e, portanto, um símbolo apropriado de Cristo que protege o pecador que nEle se esconde pela fé (Sl 46: 1; Rm 8: 1, 33, 34; Fil 3: 9). Enquanto o transgressor permanecesse obediente e submisso às exigências do sumo sacerdote, sua vida seria protegida. Ao nos prepararmos para a Canaã celestial, o príncipe deste mundo nos empurra para dentro de seu território para cometer erros involuntários. A melhor coisa será permanecermos escondidos no Santuário, sob a proteção do nosso Sumo Sacerdote Jesus Cristo.

Edgard Horna Santillán
Professor de Antigo Testamento
Seminário Teológico DSA
Universidade da União Peruana

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/35
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara

 



AS CIDADES DOS LEVITAS E DE REFÚGIO by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2022, 0:53
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Cidades dos levitas: Quedes, Siquém, Hebrom; na Transjordânia: Bezer, Ramote e Golã. Cf. Josué 20:7, 8.

Fonte: http://www.swartzentrover.com/cotor/bible/bible/bible%20Atlas/040.jpg



NÚMEROS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2022, 0:50
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529 palavras

2 dêem cidades aos levitas. Os levitas não deviam habitar juntos no território (18:20, 23-24), mas deveriam ser distribuído por Israel em cidades. A presença dos servos do Senhor contribuiria para unificar nEle a nação. Andrews Study Bible.

mil côvados. Cerca de 450 metros. Andrews Study Bible.

6 Das 48 cidades dadas aos levitas, seis eram cidades de refúgio. Estas seis cidades foram colocadas sob a supervisão dos levitas porque eles seriam os juízes mais imparciais. Life Application Study Bible.

acolha. As cidades de refúgio eram um santuário e, por isso, um tipo de Cristo, que acolhe o pecador que recorre a Ele em fé (ver Êx 21:13; Dt 19:2-9; Sl 46:1; 142:5; Is 4:6; Rm 8:1, 33, 34; Fp 3:9; Hb 6:18, 19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1036.

11-28 Se alguém morresse por causa de violência, assumia-se que seria um assassinato, mas o suspeito de assassinato não era automaticamente considerado culpado. As cidades de refúgio asseguravam ao acusado que a justiça seria feita. Mas se ele ou ela deixassem a cidade, seriam considerados culpados e poderiam ser mortos pela parte vingadora. … As cidades de refúgio representavam o cuidado de Deus pela justiça em uma cultura que nem sempre protegia o inocente. É injusto tanto relevar maus feitos quanto estabelecer conclusões precipitadas quanto à culpa. Quando alguém for acusado de fazer algo errado, posicione-se pela justiça, proteja aquele cuja culpa ainda não foi comprovada e ouça atenciosamente todos os lados da história. Life Application Study Bible.

11 involuntariamente. A palavra aqui usada significa, literalmente, “por engano”, “por equívoco” (ver Js 20:3; Ec 5:6). CBASD, vol. 1, p. 1036.

12 vingador. [Heb goel] Um membro da família da vítima costumeiramente era designado para vingar a morte da vítima, matando o homicida. Biblia de Genebra.

15 estas seis cidades. Ver o nome delas em Josué 20:7, 8 [Quedes, Siquém, Hebrom; na Transjordânia: Bezer, Ramote e Golã]  . CBASD, vol. 1, p. 1036.

19 ao encontrar o homicida, matá-lo-á. Inclusive nas cidades de refúgio, que são reservadas apenas para o caso da morte acidental, 11. Isto quer dizer que o assassino nunca está livre de quem possa vingar o seu crime. Assim é a consciência daquele que não pediu perdão pelos seus pecados, 32.1-5. Bíblia Shedd.

20 empurrar. Ou melhor, “se o jogar”, ou seja, de um lugar alto de onde a queda pudesse causar a morte (ver Ez 34:21). CBASD, vol. 1, p. 1037.

A frase com mau intento vem do hebraico “espreitar” ou “ficar de tocaia”. Bíblia Shedd.

24 julgará. O acusado era retirado da cidade de refúgio, provavelmente sob a proteção de uma escolta, até algum lugar onde a comunidade refletiria sobre as evidências do caso (Êx 21:12-14; Dt 19:1-13). CBASD, vol. 1, p. 1037.

25 até à morte do sumo sacerdote. Ver também o v. 28. A morte do sumo sacerdote produzia uma alteração na condição jurídica de um homicida – o réu não mais estava sujeito à pena imposta pelo homicídio. Biblia de Genebra.

Este sistema reconhecia a seriedade de tirar a vida humana, mesmo por acidente e dava aos parentes do morto tempo para se recuperarem da ira. Andrews Study Bible.

30 Ninguém podia ser executado com base na evidência de apenas uma testemunha. Biblia de Genebra.

32 aquele que se acolher à sua cidade de resgate. A obrigatoriedade de morar na cidade de refúgio era considerada uma punição pelo descuido ao cometer um homicídio acidental. CBASD, vol. 1, p. 1037.



Números 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de junho de 2022, 0:45
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“Não contaminareis, pois, a terra na qual vós habitais, no meio da qual Eu habito; pois Eu, o Senhor, habito no meio dos filhos de Israel” (v.34).

Das quarenta e oito cidades estabelecidas por Deus como cidades dos levitas, seis delas foram separadas para um fim especial. Cada tribo de Israel daria cidades para a habitação dos levitas e para as cidades de refúgio “na proporção da herança” (v.8) que recebesse. As cidades de refúgio serviam para acolher o homicida que matasse “alguém involuntariamente” (v.11). Na linguagem jurídica atual, poderíamos denominar tal homicídio de culposo, ou seja, sem a intenção de matar.

Mesmo que fosse um ato involuntário, o homicídio derramava na terra um sangue que precisava ser expiado, assim como o crime culposo hoje, apesar de ter uma pena amenizada, não deixa de ter a sanção penal prevista. Enquanto aguardava um julgamento que levasse em conta a ausência de dolo, o homicida não poderia sair dos muros da cidade de refúgio, devendo ficar ali “até à morte do sumo sacerdote, que foi ungido com o santo óleo” (v.25). A morte do sumo sacerdote prefigurava o sacrifício de Cristo, que faria expiação por toda humanidade. Mas se o homicida saísse “dos limites de sua cidade de refúgio, onde se tinha acolhido, e o vingador de sangue” o encontrasse “fora dos limites dela”, este poderia matá-lo sem que fosse “culpado do sangue” (v.26-27).

Feliz é aquele que faz do Senhor o seu refúgio. Para este há sempre a segurança em saber que a sua vida está nas melhores mãos. Diz o salmista: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2). Somos todos pecadores, e, portanto, culpados do sangue do Inocente. Porque “assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm.5:12). “Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades” (Is.53:5).

Somente em Cristo podemos permanecer seguros até que Ele venha. Sair de sua presença significa colocar em risco a própria vida, podendo selar o destino eterno para a perdição. Ao contrário do vingador de sangue em Israel, que geralmente era um dos parentes mais próximos da vítima, buscando vingar o sangue derramado, há um derramador de sangue espreitando cada vida humana esperando a mínima oportunidade para matar e destruir todo aquele que abandona o seguro refúgio divino. Portanto, amados, “sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8).

Enquanto estivermos abrigados no esconderijo do Altíssimo, Satanás continuará apenas em derredor. À cada dia, apegue-se à Palavra de Deus e à oração, e você permanecerá seguro até àquele Grande Dia.

Vigiemos e oremos!

Bom dia, refugiados no Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2022, 0:40
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NÚMEROS 35 – Líderes espirituais são essenciais para Deus, pois realizam um serviço especial. O destino de povos, nações e do mundo dependem muito de bons líderes espirituais.

Os levitas (líderes espirituais) deveriam receber 48 cidades de herança, das quais 6 seriam consideradas cidades de Refúgio para abrigar assassinos culposos. Três destas cidades ficariam antes da terra de Canaã, as outras três em Canaã. Elas seriam úteis a israelitas (crentes) e estrangeiros (interessados). Através delas, Deus intencionava preservar a vida de assassinos culposos, não de criminosos intencionais.

Até a morte do sumo sacerdote, o refugiado não deveria deixar a cidade; caso saísse, os vingadores agiriam. Números 35 apresentam leis de preservação da vida e da justiça. Antes de prejudicar alguém, o indivíduo deveria conscientizar-se das terríveis consequências, assim evitava prejudicar alguém. Essa era e ainda pode ser um excelente sistema de inibir o desenvolvimento do ódio, da crueldade/perversidade e da malícia humana.

Líderes espirituais deveriam prezar pela justiça contra o assassino doloso e proteger assassinos culposos. Porém, nem mesmo crimes acidentais são insignificantes perante Deus. Somente após o sumo sacerdote morrer, haveria liberdade do refugiado de voltar à vida normal. “A morte do sumo sacerdote libertava os asilados que viviam nas cidades de refúgio. Nesse caso, o vingador do sangue não poderia mais causar dano ao agressor. A morte de Cristo, nosso sumo sacerdote, nos liberta da condenação exigida pela lei. Tal prescrição não faria sentido se não simbolizasse a obra de nosso Senhor na cruz!” – explica William MacDonald.

O Comentário Bíblico Africano destaca:
• Homicídio não devia ser considerado levianamente. Quem mata outra pessoa merece morrer; entretanto, a pena de morte não devia ser aplicada levianamente. Precisaria mais de uma testemunha do crime para aplicar a pena (35:29-30).
• Nenhum homicida, de crime doloso ou culposo, poderia ser resgatado (35:31). Ricos não poderiam pagar para escapar das consequências dos seus crimes.
• Quando alguém buscava proteção numa cidade de refúgio, não era possível pagar resgate para que pudesse voltar para casa antes da morte do sumo sacerdote (35:32). O propósito primário dessas prescrições visava proteger a terra da contaminação provocada pelo derramamento do sangue inocente ou pela falta de justiça.

Deus pretende refrear a maldade! Líderes espirituais precisam cooperar com Ele nesse propósito, juntamente com a comunidade! – Heber Toth Armí.




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