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Importante:
Amanhã leremos Levítico 16, que trata do Dia da Expiação –Yom Kippur–, o centro da Torah (Pentateuco).
A ampla compreensão deste texto é vital para o entendimento da Doutrina do Santuário, um dos pilares doutrinários da Igreja Adventista, com seus desdobramentos em Daniel e Apocalipse.
Não perca!
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 15 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 15 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LEVÍTICO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/15
Muitos podem não conseguir ver como um capítulo sobre emissões corporais poderia gerar pensamentos devocionais espirituais. No entanto, esses escritos inspirados têm uma mensagem vital para nós hoje. Palavras com “limpo” como palavra raiz aparecem 37 vezes em um total de 33 versos. Pode haver muito pouca dúvida de que Deus está preocupado com a limpeza. E com razão.
A limpeza é uma daquelas qualidades que se originam com um Deus santo. A Terra em si é uma maravilha de autolimpeza com seus muitos ciclos ecológicos. Esse operação em prol da limpeza só poderia vir de um Designer limpo. Podemos concluir, portanto, que os adoradores de Deus devem ser limpos em todos os aspectos de sua vida.
Uma premissa bem conhecida é “a pureza é próxima da piedade”. A palavra grega traduzida por “piedade” significa “santidade”, sem a qual ninguém verá a Deus (Hebreus 12:14). E enquanto é impossível obter santidade pela limpeza exterior, somos tornados completamente limpos diante de Deus quando somos transformados em criações completamente novas em Cristo pelo poder de Deus.
A limpeza é importante para Deus. Ele não apenas nos redime com o Seu sangue, mas também nos purifica de toda a imundícia. Isso não é apenas uma suposição segura, mas um fato maravilhoso!
Christian Martin
Pastor sênior
Igreja Adventista do Sétimo Dia do Sul de Denver
Denver, Colorado EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/15
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1086 palavras
Este capítulo aborda a impureza causada pelas emissões dos órgãos sexuais: (a) emissão masculina de longo prazo (p. ex., gonorreia: vs. 2-15); (b) emissão masculina de curto prazo (vs. 16-18); (c) emissão feminina de curto prazo (menstruação, vs. 19-24); (d) emissão feminina de longo prazo (vs. 25-30). É surpreendente que processos perfeitamente naturais como o contato sexual (v. 18) ou a menstruação pudessem tornar alguém imundo (isto é, incapaz de adorar). Mas todos esses casos envolvem a perda de fluidos do corpo (sangue ou sêmen), e qualquer perda de “fluidos da vida” sugere a morte e é incompatível com a presença de Deus, que é vida perfeita. O Novo Testamento nos mostra Deus, o doador da vida perfeita, encarnado em Jesus Cristo, curando os que sofriam a exclusão da sua presença por causa dessas regras do Antigo Testamento (Mt 9.20-22). O programa divino da redenção foi historicamente progressivo. Bíblia de Genebra.
1-3 Certos fluxos do corpo eram normais, mas causavam impureza cerimonial. Outros fluxos eram anormais e indicavam doenças. As doenças venéreas eram usualmente transmitidas através de relações sexuais promíscuas, sendo, pois, claramente associadas ao pecado. Bíblia Shedd.
2 fluxo. [Aqui] se refere a alguma impureza que a Septuaginta traduz “gonorréia”, doença conhecida desde a antiguidade mais remota, sendo tão antiga como o pecado que a produz. Bíblia Shedd.
3 se o seu corpo vaza o fluxo ou o estanca (ARA; NVI: “quer continue ou fique retido”). O homem continuava a constar como imundo até que, fisicamente curado, era também cerimonialmente purificado, 13-15. Bíblia Shedd.
4-12 Regulamentava-se o isolamento completo para essas pessoas doentes. Bíblia Shedd.
4 cama. Algo semelhante a uma esteira (cf 2Sm 11.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 cuspir sobre alguém era um costume oriental que demonstrava desprezo, expressando um insulto (Nm 12.14; Dt 25.9; Jó 30.10; Is 50.6; Mt 26.67). até a tarde. Isto significava a imundície cerimonial até o poente, que era o fim do dia israelita. Durante esse tempo de imundície, a pessoa não podia oferecer sacrifício algum. Bíblia Shedd.
9 sela. Heb, merkabh, lit “algo para sentar-se”, traduzido “carro” em 1 Rs 4.26, e “assento” em Ct 3.10. Bíblia Shedd.
12 vaso de barro. Estes vasos porosos retinham a sujeira e deixavam os germes se desenvolverem; haveria muito mais facilidade em lavar e purificar os vasos de madeira e de metal, cf 6.28. Bíblia Shedd.
13 águas correntes. Excelente profilaxia contra as bactérias. Bíblia Shedd.
16 Quando de um homem sair o sêmen. Emissão noturna (comparar com Dt 23:10-11)
banhará todo o seu corpo. A atividade sexual normal e a menstruação da mulher não exigiam nenhum sacrifício, mas somente a lavagem e um período mínimo de impureza. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 pele (ARA; NVI: “couro”). Estas peles cabeludas eram os assentos e colchões do povo. Bíblia Shedd.
18 e tiver emissão do sêmen (ARA). NVI: “e lhe sair o sêmen”.
Este verso não quer dizer que o sexo é algo sujo ou repugnante. Deus criou o sexo para o prazer de marido e mulher assim como para a continuidade da raça e continuidade da aliança. Tudo deve ser visto e feito tendo em vista o amor e controle de Deus. O sexo não está separado da espiritualidade e do cuidado de Deus. Deus se interessa pelos seus hábitos sexuais. Nós tendemos a separar nossa vida física da espiritual, mas existe uma inseparável ligação entre elas. Deus deve ser o Senhor da nossa vida completa – incluindo nossa vida privada. Life Application Study Bible.
A impureza ritual das relações sexuais não implica que o sexo é algo mau ou “sujo” (ver Cantares de Salomão). Mas, desde a queda no pecado (Gn 3), a reprodução humana cria nova vida que eventualmente irá morrer.Andrews Study Bible.
19 sete dias. V 12.2. Esse regulamento forma os antecedentes históricos de 2Sm 11.4 (Bate-Seba). Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 No caso de o período menstrual da mulher começar durante a relação sexual. A situação é diferente de 18.19 e 20.18. menstruação. Durante a menstruação [período geralmente de grande desconforto], a mulher era protegida contra a atividade sexual. Nenhuma oferta era exigida por causa da impureza contraída por um homem dessa maneira, mas a impureza durava sete dias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
25-27. Os hebreus tinham sido abençoados com uma revelação particular e específica de Deus, e por isso mesmo, somente a Ele podiam prestar culto. A impureza moral separa o adorador do seu Deus. A impureza física, sem ser estritamente pecado, certamente não podia ser classificada como santidade e, além disso, sugere o pecado. Nunca se deve esquecer do fato de estarmos adorando o Deus da santidade; era esta a razão de ser destes sacrifícios de purificação. Bíblia Shedd.
25 fluxo de sangue por muitos dias. Como, e.g., a mulher em Mt 9.20. além desse período. O fluxo anormal, possivelmente provocado por doença, era tratado como enfermidade e exigia uma oferta quando a mulher sarava (v. 28-30; cf. v.14, 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.
todos os dias do fluxo (ARA). NVI: “enquanto durar o corrimento”.
26 toda coisa sobre que se assentar será imunda, conforme a impureza da sua menstruação (ARA). NVI: “tudo sobre o que ela se sentar estará impuro, como durante a sua menstruação”.
30 o sacerdote oferecerá (ARA). NVI: “o sacerdote sacrificará”.
31 separeis os filhos de Israel das suas impurezas (ARA; NVI: “Mantenham os israelitas separados das coisas que os tornam impuros”). Palavras dirigidas aos sacerdotes, ressaltando a importância dos regulamentos. Como Deus habitava no tabernáculo, qualquer falta de santidade, simbolizada pelos fluxos no cap. 15, podia resultar na morte se as pessoas comparecessem na presença divina. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Quem quer que se aventurasse a ir ao tabernáculo quando estivesse contaminado poderia contaminar também o santuário, apesar de, em muitos casos, a imundícia [impureza] ser involuntária e não requerer sacrifício. Essas normas indicam o interesse de Deus na saúde pessoal e na limpeza, ao mesmo tempo em que enfatizam a pureza das coisas sagradas. A impureza cerimonial era um símbolo da impureza moral. nas leis levíticas, a diferença entre o pecado real e a impureza é claramente distinta. Deus odeia o pecado. Ele conhece seu princípio e sabe qual é sua natureza. Ele também abomina toda espécie de impureza, embora nem todas possam ser consideradas como pecado. Deus faz diferença entre pecado e impureza e não classifica como transgressão moral o que é simplesmente imundícia [impureza]. Contudo, nem por isso Ele deixa de mostrar aos seres humanos que aborrece todo tipo de contaminação. Não se deve passar por alto essa lição. Deus exige santidade e pureza, modéstia e humildade. Ele orienta que Seus filhos nada façam para embotar os sentidos de modo a não ouvir claramente a Sua voz. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 833, 834.
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“Assim, separareis os filhos de Israel das suas impurezas, para que não morram nelas, ao contaminarem o Meu tabernáculo, que está no meio deles” (v.31).
A lei sobre as imundícias do homem e da mulher apresentam algumas restrições que em certos detalhes podemos até entender como sendo um exagero, mas que na verdade se tratava de uma proteção divina. Foi a forma que Deus encontrou para preservar tanto a saúde quanto a intimidade de Seus filhos. Provavelmente, a primeira parte do capítulo sobre o vazamento de fluxo seminal, ou a retenção dele, fosse referente a alguma enfermidade no homem, podendo ser até alguma doença venérea. Logo após, o capítulo trata sobre o período menstrual da mulher. O Senhor buscou ensinar o Seu povo noções importantes acerca do cuidado com a higiene e de como isto pode ser uma questão de vida ou morte.
Habitando em tendas no meio do deserto, tanto homens quanto mulheres precisavam seguir as orientações de Deus para o bem geral da nação. Além da mulher não possuir os recursos que temos hoje para conter “o fluxo costumado do seu corpo” (v.19), por uma questão de higiene, como de cuidado para com a mulher neste período, Deus também estabeleceu regras para que nenhum homem a importunasse nos dias de sua menstruação. Dada a cultura predominantemente patriarcal, se o Senhor não tivesse sido tão enfático com relação a isto, o homem não respeitaria este período feminino tão íntimo e incômodo.
Mesmo em nossos dias, acredito que necessitamos de semelhante zelo no cuidado com o nosso corpo, a fim de que ele seja oferecido diariamente como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm.12:1). Como nosso Criador, Seu cuidado em estabelecer limites nos lembra do que aconteceu no Éden quando um limite foi quebrado. Apesar de muitos especialistas discordarem a respeito da abstinência no período menstrual, pesquisas já comprovaram que há um risco maior em se contrair doenças sexualmente transmissíveis e até mesmo algum tipo de infecção. Portanto, é prudente levarmos essas questões em consideração. Mas o versículo 25 revela algo ainda mais crítico: a mulher que era acometida do fluxo de sangue além do período natural.
Nos evangelhos, encontramos o relato de uma mulher que há 12 anos sofria deste mal. Conforme estudamos no capítulo de hoje, tudo o que aquela mulher tocasse tornava-se imundo. Contudo, ela rompeu todas as barreiras do preconceito e se pôs no meio de uma grande multidão. Imaginem quantas pessoas ela não tocou até conseguir chegar perto de Cristo. Nada mais importava para ela, a não ser tocar nas vestes dAquele que era o Único capaz de torná-la limpa, e com muita dificuldade, ela tocou na orla do “jaleco” do Médico dos médicos. Sabem o que é mais lindo nessa história, amados? Em meio àquela multidão, Jesus perguntou: “Quem Me tocou? […] porque senti que de Mim saiu poder” (Lc.8:46). Notem que a Bíblia não diz que foi o poder da fé que a curou, mas o poder que saiu de Jesus. O toque da fé é o conduto que faz com que o poder divino possa atuar em nosso favor. Quando confiamos nAquele que nos salvou, a consequência inevitável é a salvação.
Qual tem sido a barreira que tem lhe impedido de ir ao encontro de Jesus? Hoje, o Senhor nos diz que nem demônios, nem multidões, nem a morte, absolutamente nada “poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:39). Por isso, não pense que o seu problema não tem solução, mas continue suplicando com fervor e perseverança. Deus tem o poder de transformar maldição em bênção! Aleluia! Aquela mulher entendeu isso e sua fé em Cristo a salvou! E o sangue que era símbolo de imundícia, tornou-se símbolo de fé. Deus reverteu este conceito ao enviar o Seu único Filho em favor de nós, que éramos imundos em nossos pecados.
Aceite ser purificado pelo único sangue que tem poder para salvar, o sangue do Cordeiro de Deus. Não permita que pessoas ou situações desfavoráveis lhe impeçam de tocar nas vestes de justiça de Cristo. Lembre-se que, no meio de grande multidão, os olhos do Salvador percorriam ao redor para encontrar o olhar de uma única mulher. Jesus está, agora, olhando para a Terra e a pergunta é: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (Lc.18:8). Que muito em breve possamos ouvir da boca do nosso Resgatador: “Filho(a), a tua fé te salvou” (Mc.5:34). Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pela fé em Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Levítico15 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 15 – A oração por cura das doenças não é a única solução. Acreditar que basta apenas orar, significa desconsiderar os cuidados que Deus deseja que tenhamos. Fique alerta!
Estudando atentamente Levítico, podemos assimilar a ideia de que “é trabalho perdido ensinar o povo a volver-se para Deus como Aquele que cura suas enfermidades, a menos que seja também ensinado a renunciar aos hábitos nocivos. Para que recebam Sua bênção em resposta à oração, devem cessar de fazer o mal e aprender a fazer o bem. Seu ambiente deve ser higiênico, corretos os seus hábitos de vida. Devem viver em harmonia com a Lei de Deus, tanto a natural como a espiritual”. Portanto, “em caso de doença, convêm verificar a causa. As condições insalubres devem ser mudadas, os maus hábitos corrigidos. Então se auxilia a natureza em seu esforço para expelir as impurezas e restabelecer as condições normais do organismo” (Ellen White. CBV, 227, 127).
Doenças são oriundas do pecado. Deus não as projetou para Seus filhos. Seu propósito sempre é restaurar a saúde e preservar-nos saldáveis holisticamente: “Se vocês derem atenção ao Senhor, o seu Deus, e fizerem o que Ele aprova, se derem ouvidos aos Seus mandamentos e obedecerem a todos os Seus decretos, não trarei sobre vocês nenhuma das doenças que eu trouxe sobre os egípcios, pois Eu Sou o Senhor que os cura” (Êxodo 15:26).
Warren W. Wiersbe observa que Levítico 15, “‘fluxo” 23 vezes. “Significa, simplesmente, a eliminação de um líquido, quer seja da água na natureza ou de um fluido do corpo humano. A eliminação de fluidos no corpo humano pode ser normal [Levítico 15:16-18] ou anormal [Levítico 15:1-15, 19-24], mas de qualquer modo era considerada imunda e devia ser tratada de acordo com a lei de Deus. Essas prescrições incluem a preocupação de Deus com a higiene pessoal e com a mulher, mas tudo indica que a motivação central é o dever da santidade pessoal. Nem todos somos leprosos, mas todos tempos nossos ‘fluxos’ ocasionais que nos contaminam e podem contaminar os outros”.
Assim, olhando mais a fundo, Wiersbe sintetiza:
• Levítico 13 revela o pecado.
• Levítico 14 revela a salvação.
• Levítico 15 revela a santidade.
Desta maneira, Deus mostra Seu interesse em preparar-nos para relacionar-Se com Ele! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 14 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LEVÍTICO 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/14
Nada pode substituir a alegria de receber uma nova oportunidade. A primeira parte deste capítulo fornece um meio de redenção para aqueles que, como descrito em Lev 13, sofrem de doenças de pele. Tal medida foi instituída por razões óbvias: ajudar a minimizar, ou pelo menos mitigar, as epidemias de saúde. No entanto, se alguém fosse declarado impuro e a pessoa fosse curada de sua doença, haveria um modo dela ser reintegrada na sociedade.
Você pode imaginar como seria fantástico se você tivesse sido condenado ao ostracismo, longe do bem maior da convivência com sua família e de seu povo, e depois descobrir que você tinha sido curado? Essa oportunidade de purificação – uma maneira formal de se reintegrar à comunidade – deve ter sido incrível. Pense por um momento sobre quão maravilhosa essa nova oportunidade pareceria para essa pessoa.
Tais novas oportunidades nos lembram, em última instância, da nova oportunidade de vida – desta vez a vida eterna – que Jesus torna possível para cada um de nós através de Sua morte no Calvário. “E, quando eu for levantado da terra, todos atrairei a Mim” (João 12:32, NLT).
Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/14
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1399 palavras
2 lei do leproso. Como o leproso era excluído não apenas do santuário, mas também do acampamento, havia duas cerimônias incluídas na restauração. A primeira o reabilitava a entrar no acampamento e se associar com seus irmãos. A segunda, uma semana mais tarde, era feita no pátio do tabernáculo e o reintegrava plenamente à irmandade, com todos os privilégios do relacionamento do concerto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 829.
purificação. Ser purificado significava começar a vida de novo, uma figura do novo nascimento no Espírito Santo. Bíblia Shedd.
3-8 O primeiro estágio da purificação acontecia fora do acampamento. O homem tomava um banho e lavava as suas roupas e, então, se barbeava. Eram, então, tomadas duas aves. O sangue de uma delas era usado para purificar o homem. A morte dessa primeira ave sugeria o fim da vida antiga do homem fora do acampamento; o vôo para a liberdade da outra ave retratava a libertação dos efeitos da enfermidade. então o homem poderia entrar novamente no acampamento. Bíblia de Genebra.
3 O leproso não podia curar a si mesmo, nem se pronunciar limpo; nem tinha condições de ir procurar o ministro de Deus: o sacerdote é que tinha de ir ao seu encontro, fora do arraial. Bíblia Shedd.
4 duas aves vivas e limpas. Comparar com o par de bodes na cerimônia do Dia da Expiação, um dos quais era morto e o outros mantido vivo (Lv 16). Andrews Study Bible.
Não domesticadas, diz o Talmude. Possivelmente porque uma ave doméstica não fugiria como pedia o simbolismo (v. 7). CBASD, vol. 1, p. 829.
5 que uma das aves seja morta. Doenças e pecado simbolizavam o pecado e tornavam a pessoa cerimonialmente impura. A purificação preceituada incluía sacrifícios bem como lavagens. Bíblia de Estudo NVI Vida.
águas correntes. Literalmente “água viva”, que era apropriada para um ritual que pretendia remover associação com a morte (comparar com 15:13; Nm 19:17). Andrews Study Bible.
A frase dá ideia de uma nascente ou de um córrego, cf Jo 4.10; 7.38. Bíblia Shedd.
6 pau de cedro… estofo carmesim… hissopo. Não há informação a respeito do significado a respeito do significado do pau de cedro, do hissopo e do estofo carmesim. Talvez, o fragrante [perfumado] pau de cedro sugerisse o incenso perfumado usado no santuário. O hissopo é símbolo de purificação (Sl 51:7). O estofo carmesim era uma faixa estreita de lã tingida e dobrada para amarrar o hissopo ao cedro, já que ambos eram mergulhados no sangue. CBASD, vol. 1, p. 829. [Pessoalmente, e com base apenas em intuição pessoal, esses elementos (+ o sangue) me lembram elementos da crucificação de Jesus (Jeferson)].
7 soltará a ave viva. Para levar embora a impureza (comparar com 16:21-22). Andrews Study Bible.
A cerimônia era uma bela representação do que Deus fizera e ainda faria pelo leproso. Um pássaro selvagem era morto e o outro, mergulhado no sangue do primeiro, era libertado. De fato, o leproso estivera ás portas da morte, mas havia sido curado e o milagre da cura relacionava-se à água e ao sangue. Havia apenas um sinal de sangue, uma gota ou duas, mas depois de receber a aspersão, ele era declarado limpo. O sacrifício real ainda não havia sido feito, a pessoa ainda não havia chegado ao altar. O sangue do pássaro selvagem não tinha virtude purificadora, mas no devido tempo, o sacerdote tomaria um cordeiro e o oferecia em holocausto. CBASD, vol. 1, p. 829.
8 Os levitas eram purificados de modo semelhante (ver Nm 8.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Após os rituais do primeiro dia, a pessoas estava pura o suficiente, naquele estágio, e poderia entrar no acampamento, mas não totalmente restaurado para entrar em sua tenda. Estágios adicionais se seguiam no sétimo e no oitavo dias (vs. 9-20). Ao requerer estágios de purificação, Deus mostrou de quão longe Ele trouxera uma pessoas de volta á harmonia com Sua santidade. Comparar com Mc 8:22-25; onde Jesus curou um cego em estágios. Andrews Study Bible.
9-20 No segundo estágio de purificação, o israelita era levado de volta à plena comunhão com Deus. As cerimônias assemelhavam-se à consagração de um sacerdote (cap. 8). O israelita era molhado com sangue e ungido com azeite, ligando-se ao altar, o símbolo da presença de Deus. Uma variação desse procedimento de restauração estava prescrito para os pobres nos vs. 21-31. Bíblia de Genebra.
10 No oitavo dia. Uma semana após a primeira cerimônia, fora do acampamento (v. 3-8), o leproso se dirigia à porta do tabernáculo, para os ritos finais. CBASD, vol. 1, p. 829.
três dízimas de um efa Equivalente a 6,6 litros, o efa sendo de 22 litros. O sextário era uma medida para líquidos, de 0,3 litros. Bíblia Shedd.
12 Este é o único caso de uma vítima inteira ser movida perante o Senhor. Bíblia Shedd.
14 a ponta da orelha direita. Esta parte do ritual era semelhante à da consagração do sacerdote e talvez tivesse o mesmo significado (Lv 8:23). CBASD, vol. 1, p. 830.
15-18 O sacerdote tinha que colocar uma parte do sextário de óleo na palma da sua mão esquerda, uma cerimônia que pertence somente a esta purificação dos leprosos. … Só estes recebiam, além do sangue que, especialmente, indica a reconciliação, o óleo que simboliza o poder tão necessário para ter uma vida de saúde recuperada. Bíblia Shedd.
19 As três qualidades de ofertas para os leprosos eram: 1) a oferta pela culpa, 13; 2) a oferta pelo pecado, 19; 3) o holocausto, 19, com a oferta de manjares, 20. … Com isso, o homem era restaurado ao seu estado legal de pureza e de comunhão com Deus e com os homens. Bíblia Shedd.
21-32 As cerimônias elaboradas e o exames cuidadosos revelam que a pureza é importantíssima, e que não se obtém só por querer, Rm 9.16. A chave das cerimônias é o cordeiro da oferta pela culpa: 1) Foi morto para pagar a culpa; 2) Foi oferecido no lugar da oferta pelo pecado e do holocausto, vinculando estes três sacrifícios, v.13; 3) Foi oferecido no lugar santo (Cristo levou Seu sacrifício até o Santuário eterno, entrando no céu, Hb 9.24-25); 4) Esta oferta pertencia ao sacerdote, assim como a oferta de Cristo é para alimentar o povo de Deus, o sacerdócio real, 1 Pe 2.9; 5) Esta oferta era santíssima, para um povo santo, do tipo que se descreve em 1Pe. Bíblia Shedd.
21 Se for pobre. A pessoa pobre podia oferecer dois pombinhos ou duas rolinhas no lugar dos dois cordeiros exigidos para a oferta pelo pecado. No entanto, não havia substituição para o cordeiro pela oferta pela culpa. CBASD, vol. 1, p. 830.
34 Eu enviar a praga. Deste versículo alguém podia concluir que Deus é a fonte imediata de toda a lepra; precisa-se, porém, ter em mente as seguintes considerações: 1) A Bíblia descreve aquilo que Deus permite dentro da Sua Providência, como “ato de Deus”, Êx 15.26; Dt 7.15; 1 Sm 2.6; Pv 3.33; Is 45.7; 2) Há certos casos onde se vê o homem colhendo os resultados daquilo que semeou, Gl 6.7-8; 3) Em outros casos, não há um elo imediato com algum pecado específico, Jo 9.1-3. Bíblia Shedd.
Isso pode ou não implicar um ato direto de Deus. NA Bíblia, essas expressões ocorrem de modo a não haver referência clara a um ato de Deus. Por exemplo, Deus alimenta as aves (Lc 12:24). Quando uma praga atinge uma casa, pode ser um ato direto dEle ou pode ser resultado da falha humana por não construi-la de modo sábio. CBASD, vol. 1, p. 830, 831.
41 Hoje sabemos que muitas doenças são devidas a bactérias que se multiplicam rapidamente sob condições favoráveis de escuridão e de umidade. Antes de os homens saberem disso, Deus já tinha providenciado leis higiênicas que preservariam os obedientes destas pragas. Bíblia Shedd.
45 A casa profanada pelo mofo, míldio ou fungo seria lugar profanado para alguém morar, de modo que medidas drásticas teriam de ser tomadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
48 Esse segundo exame era feito para verificar a eficácia da cura. Bíblia Shedd.
54-57 Deus disse aos israelitas como diagnosticar doenças de pele infecciosas e míldio [bolor], de tal forma que eles pudessem adequadamente evitá-los e tratá-los. Essas leis foram dadas para saúde e proteção do povo. Elas ajudavam os israelitas a evitar doenças que eram sérias ameaças naquele tempo e lugar. Apesar deles não entenderem as razões médicas para algumas dessas leis, sua obediência a elas os fariam mais saudáveis. Muitas das leis de Deus podiam parecer estranhas aos israelitas. Essas leis, contudo, os ajudavam a evitar não somente contaminação física, mas também contaminação moral e espiritual. A Palavra de Deus provê um padrão para um viver físico, espiritual e mortal saudáveis. Podemos não entender sempre a sabedoria das leis de Deus, mas se as obedecermos, nós iremos prosperar. Life Application Study Bible.
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“Para ensinar quando qualquer coisa é limpa ou imunda. Esta é a lei da lepra” (v.57).
Tanto a comprovação da lepra quanto a cura da doença exigiam cerimônias que deveriam ser observadas. Caso o leproso alegasse estar curado, precisava novamente apresentar-se ao sacerdote e levar consigo “duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e estofo carmesim, e hissopo” (v.4). Realizada a cerimônia de purificação, o ex-leproso era declarado limpo e a ave viva, manchada do “sangue da ave que foi imolada sobre as águas correntes” (v.6), era solta “para o campo aberto” (v.7), como símbolo de uma praga que foi mandada embora. Havia ainda uma série de condições para que a pessoa pudesse ser declarada definitivamente limpa. Mesmo que pudesse voltar ao arraial, precisava aguardar o prazo de sete dias antes de entrar em sua tenda. Também tinha que rapar o cabelo e todo o pelo do corpo, lavar as suas vestes e tomar banho. Além de que, ao oitavo dia, precisava oferecer oferta pela culpa, oferta pelo pecado, holocausto e oferta de manjares.
Em seguida, o Senhor apresentou uma segunda forma de lepra, a “lepra a alguma casa” (v.34). Neste caso, o mais provável é que se tratasse de praga de mofo ou de fungo. Este era um problema que ainda não afetava o povo, visto que ainda habitavam em tendas. Deus os estava preparando para saberem como lidar com tal dificuldade quando estivessem habitando “na terra de Canaã” (v.34). Manchas “esverdeadas ou avermelhadas” (v.37) precisavam ser cuidadosamente observadas. Caso elas se estendessem “nas paredes da casa” (v.39), eram arrancadas as pedras contaminadas, as paredes eram lixadas por dentro e por fora, eram colocadas novas pedras e a casa era rebocada com “outra argamassa” (v.42). Mas caso todo este processo não fosse suficiente, e a praga retornasse, a casa era declarada imunda, sendo derrubada, restando apenas entulho em “lugar imundo” (v.45).
A primeira situação nos remete ao pecador e às consequências do pecado. Há uma obra individual a ser feita na vida do pecador. Como está escrito: “a alma que pecar, essa morrerá” (Ez.18:4). Precisamos prestar contas a Deus do que estamos fazendo de nossa existência. O pecado nos torna sujos e indignos de estarmos na presença de Deus, mas a Sua graça nos é estendida e, então, percebemos que ela é suficiente para nos limpar e purificar de todo mal. Contudo, mesmo retornando ao aprisco do Senhor com a certeza da cura oferecida por Jesus, nossa vida deve ser um testemunho vivo de que estamos curados e livres das imundícies que antes nos maculavam. A família e a sociedade precisam assegurar-se de que o indivíduo está no caminho direito. A mudança interior sempre reflete em uma mudança exterior. Com os ouvidos atentos à vontade de Deus, as mãos dispostas a servi-Lo e os pés firmes no caminho em que deve andar, o verdadeiro crente segue confiante na perfeita expiação de Cristo, e, por Seu sangue, torna-se limpo (v.20).
A segunda situação ilustra a triste realidade de famílias afetadas pela praga do pecado. São, inicialmente, pequenas concessões que, a longo prazo, produzem resultados difíceis de consertar, e, como a casa cujo fungo se espalha e a reforma não adianta, “há nela lepra maligna; está imunda” (v.44). Quantos não têm declarado a respeito de seu lar: “Parece-me que há como que praga em minha casa” (v.35)! Quantos têm sofrido a dor de um casamento fracassado, de um filho desencaminhado ou de uma família que não se ama! Cristo nos oferece uma nova vida, uma reforma por dentro e por fora. Muitos, porém, apesar de inicialmente aceitar a reforma da casa, logo permitem que o pecado torne a adoecê-la, causando-lhe a total ruína.
Amados, o Senhor deseja limpar a nossa vida e a nossa casa. Este é o objetivo da salvação em Cristo Jesus: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). A mudança precisa começar em você e em mim. E por mais que a sua família tenha sido afetada pelo Maligno, saiba que Jesus já o derrotou e está com todo o material em mãos para renovar e purificar o seu lar. Não desista! Ore, persevere, ame e confie no Deus que não conhece o impossível. Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias purificadas pelo sangue de Cristo!
Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
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Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100