Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de abril de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 16 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 16 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 16 by Jobson Santos
29 de abril de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/16

Este era o dia que Deus desejava fosse lembrado por todos na nação de Israel. O foco mudara de sangue derramado para sangue aplicado. Depois de termos visto os serviços diários, somos apresentados agora ao serviço anual conhecido pelos filhos de Israel como Yom Kippur, o Dia da Expiação. Cada indivíduo tinha que mostrar lealdade a Deus praticando a renúncia própria. Se fossem descuidados ou indiferentes ao que se passava dentro do véu, sofreriam a pena de morte.

Dois bodes eram escolhidos, mas apenas um seria sacrificado. Apenas o bode para o Senhor era sacrificado. Seu sangue era aspergido sobre o propiciatório, limpando simbolicamente o santuário de todos os pecados que tinham sido perdoados durante o ano. O outro bode era enviado vivo para o deserto, uma terra desabitada longe do santuário, e deixado sozinho para morrer.

Embora fosse um dia solene, também era um dia de grande alegria. Para os que compreendiam a importância do evento e não permitiam suas mentes se desviarem para outros assuntos, era um dia de purificação e triunfo. O mesmo pode acontecer conosco hoje! Através do sangue de Cristo, foi feita a provisão para a nossa purificação do pecado e está chegando o dia em que o pecado não mais existirá!

Christian Martin
Pastor sênior
Igreja Adventista do Sétimo Dia do Sul de Denver
Denver, Colorado EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/16
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LEVÍTICO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de abril de 2022, 0:50
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1877 palavras

Este capítulo é o clímax da primeira seção do Livro, os 16 capítulos que apresentam o caminho de acesso a Deus, do qual este ritual é o mais solene e eficaz, realizado uma vez ao ano, pelo qual o sumo sacerdote entrava no santuário para fazer expiação pelo povo. Bíblia Shedd.

O Dia da Expiação [Yom Kippur], em que uma expiação anual pelos pecados da nação era feita, era o dia mais santo do calendário do Antigo Testamento. Bíblia de Genebra.

Ver 23.26-32; 25.9; Êx 30.10; Nm 29.7-11; Hb 9.7. A ordem do dia para o Dia da Expiação era a seguinte:

  1. O sumo sacerdote ia até a bacia no pátio, retirava suas vestes regulares, lavava-se (v. 4) e entrava no Lugar Santo para vestir as roupas especiais para o Dia da Expiação (v. 4).
  2. Saía para sacrificar o novilho no altar do holocausto como oferta pelo pecado de si mesmo e dos demais sacerdotes (v. 11).
  3. Entrava no Lugar Santíssimo com parte do sangue do novilho, com incenso e com brasas vivas do altar do holocausto (v. 12,13). O incenso era colocado sobre as brasas vivas, e a fumaça do incenso ocultava a arca à vista.
  4. Aspergia parte do sangue do novilho sobre a tampa da arca e diante dela (v. 14).
  5. Saía para fora do tabernáculo e lançava sortes entre dois bodes para determinar qual deles devia ser sacrificado e qual deles devia ser o bode emissário [para Azazel] (v. 7, 8).
  6. Diante do altar do holocausto, o sumo sacerdote sacrificava o bode para a oferta pelo pecado do povo e, pela segunda vez, entrava no Lugar Santíssimo, desta vez para a aspergir o sangue do bode diante da tampa da arca e sobre ela (v. 5, 9, 15, 16a).
  7. Voltava ao Lugar Santo (chamado “Tenda do Encontro” no v. 16) e aspergia ali o sangue do bode (v. 16b).
  8. Saía até o altar do holocausto e o aspergia (v. 18) com o sangue do novilho (a favor dele mesmo, v. 11) e do bode (a favor do povo, v. 15).
  9. Enquanto estava no pátio, punha as duas mãos no segundo bode, simbolizando, assim, a transferência a este do pecado de Israel, e o mandava embora ao deserto (v. 20-22).
  10. O homem que levava o bode embora, depois de ter cumprido a sua tarefa, lavava a si mesmo e suas roupas fora do acampamento (v. 26) antes de voltar a ficar entre o povo.
  11. O sumo sacerdote entrava no Lugar Santo para tirar as vestes especiais (v. 23).
  12. Saía até a bacia para lavar-se e vestir suas vestes sacerdotais regulares (v. 24).
  13. Para o sacrifício final, saía até o grande altar e oferecia um carneiro (v. 3) como holocausto a favor de si mesmo e outro carneiro (v. 5) a favor do povo (v. 24).
  14. A conclusão do dia inteiro era a remoção dos sacrifícios que representavam as ofertas pelo pecado a um lugar fora do arraial, e ali o homem que cumpria esse ritual banhava-se e lavava as suas roupas (v 27, 28) antes de voltar a ficar entre o povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-25 De acordo com o Talmude, o sumo sacerdote passava a semana precedente ao Dia da Expiação em um quarto reservado para ele nos aposentos destinados aos sacerdotes, envolvido em meditação e oração e revisando cuidadosamente o ritual do dia. Ele podia pensar somente no significado do serviço que estava prestes a desempenhar. CBASD, vol.1, p. 839.

Arão tinha que passar horas se preparando para se encontrar com Deus. Mas nós podemos nos aproximar de Deus a qualquer momento (Hb 4:16). Que privilégio! Nos é oferecido acesso a Deus mais fácil do que o do sumo sacerdote dos tempos do Antigo Testamento! Ainda assim, não devemos nunca esquecer de que Deus é santo e de que este privilégio deve nos fazer nos aproximar de Deus com muito cuidado e respeito. O caminho para Deus foi-nos aberto através de Cristo. Mas fácil acesso a Deus não elimina nossa necessidade de preparar nossos corações ao nos aproximarmos em oração. Life Application Study Bible.

Falou o SENHOR a Moisés. Embora Arão fosse o escolhido como sumo sacerdote, Deus mantinha Moisés como líder e, através dele, dava instruções a Arão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 835.

que não entre… para que não morra. Isso foi logo após a morte dos dois filhos de Arão, registrada no capítulo 10. Embora ainda houvesse alguns meses até o Dia da Expiação, Deus instruiu Arão em relação a isso, para que se familiarizasse com o ritual. CBASD, vol. 1, p. 835.

dentro do véu. O véu em questão aqui é o … que ficava diante do propiciatório (Êx 26:31, 32). CBASD, vol. 1, p. 835.

propiciatório (ARA; NVI: “tampa da arca”). V Êx 25.17 e nota. O sangue aspergido na tampa da arca fazia expiação a favor de Israel no Dia da Expiação (v. 15-17). Na Septuaginta (versão do AT em grego) a palavra traduzida por “tampa da arca” é a mesma aplicada a Cristo e traduzida por “sacrifício para propiciação” em Rm 3.25. Bíblia de Estudo NVI Vida.

propiciatório, heb kapporeth, lit “cobertura”. A tradução grega [Septuaginta, LXX] o chama de hilasterion, “propiciação”, a mesma palavra usada para descrever o Senhor Jesus Cristo em Rm 3.25. … Era a tampa da arca, e o lugar da expiação. Bíblia Shedd.

Lit “tampa da expiação” (Êx 25.17, nota). Essa tampa de ouro puro servia para tampar a arca e como base para os dois querubins [em heb, cherubim, plural de cherub] de ouro. A presença divina aparecia acima da tampa da arca (Êx 25.22; Sl 99.1). Arão salpicava o propiciatório com sangue no Dia da Expiação. Simbolicamente, Deus revelou o evangelho através dessa cobertura da arca. A arca continha as duas tábuas de pedra da lei, inscritas pelo dedo do próprio Deus, representando a eterna lei moral de Deus (Dt 10.1-5). Visto que todos os seres humanos violam a lei, a justiça de Deus requer a morte deles (Ez 18.20; Rm 6.23). Mas Deus providenciou um meio de expiação para o Seu povo escolhido e para a reconciliação com Ele –  o sangue da expiação sobre a tampa da arca. Essa tampa recoberta com sangue era o ponto de encontro entre o santo Deus com o Seu povo pecador. Simbolizava o santuário celeste que Cristo entrou com o Seu próprio sangue (Hb 9.12), sangue eficaz para a expiação de todos os pecados do Seu povo, no passado, no presente e no futuro (Rm 3.21-26; Hb 9.15). Bíblia de Genebra.

3 Arão tinha de oferecer um touro como oferta pelo pecado e um carneiro como holocausto [oferta totalmente queimada] por si mesmo e pela sua família antes de oferecer um bode pelo povo (v. 5). Em contraste, Jesus Cristo, o mediador da nova aliança, não tinha pecado e, por conseguinte, ofereceu sacrifício unicamente pelo povo. Bíblia de Genebra.

dois bodes como oferta pelo pecado. Um era a oferta usual pelo pecado (v. notas em 4.3, 5) e o outro era um bode emissário. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os dois bodes representavam os dois modos pelos quais Deus estava tratando com os pecados dos israelitas: (1) Ele estava perdoando os pecados deles através do primeiro bode, que era sacrificado, e (2) Ele estava removendo a culpa deles através do segundo bode, que era enviado ao deserto. Life Application Study Bible.

expiação (ARA; NVI: “propiciação”). Heb kippêr, “encobrir”. Um sacrifício expiatório cobre a transgressão, para nunca ser considerada e, portanto, punida. Este foi feito por Cristo de maneira eficaz, quando sacrificou em prol dos pecadores a Sua própria vida imaculada, de perfeita obediência a Deus, pagando assim uma penalidade que encobre os pecados dos que creem. O justo  sofreu vicariamente [substitutivamente] pelo injusto, 2 Co 5.21; 1 Pe 2.24. … O efeito desta obra de Cristo é a retidão e a vida eterna para os que a aceitam pela fé, Ef 2.8-10. No dia da expiação, os homens tomavam parte numa cerimônia que prenunciava a morte de Cristo; o sangue dos animais não removia o pecado (Hb 10.4), mas sim, a obra de Cristo, da qual era símbolo, é que o removia. Bíblia Shedd.

bode emissário (ARA; NVI: “para Azazel”). Heb ‘azazel,  … esta cerimônia indicava que a culpa estava sendo simbolicamente afastada da terra e do povo. Bíblia Shedd.

Hebraico “pertencente a Azazel”, do mesmo modo como o outro bode pertencia ao Senhor. … Não sabemos o que o nome “Azazel” significa. “Emissário” é uma tradução proposta do hebraico ”Azazel”. Andrews Study Bible.

Alguns teólogos acham que ambos os bodes são símbolos de Cristo e representam as duas fases de Seu trabalho expiatório. Não são poucos, no entanto, que creem que eles representam duas forças opostas, uma força pelo Senhor e a outra para Satanás. A maioria das versões deixa a palavra hebraica para bode emissário, ‘azazel, sem traduzir, já que não há unanimidade em relação ao significado. Alguns estudiosos defendem, com os judeus, que Azazel denota um espírito pessoal, sobrenatural e pérfido; … Como um bode é para o Senhor, um ser pessoal, o outro bode também deve ser para um ser pessoal; e como ambos são, evidentemente, antitéticos [antagônicos, opostos], o ponto de vista mais consistente é que Azazel se opõe ao Senhor, e, portanto, só pode ser Satanás. … O sangue do bode do Senhor purificava (v. 15, 16); o do bode emissário contaminava (v. 26). O contraste entre os dois bodes é total (ver 20, 21). CBASD, vol. 1, p. 839.

13 A fumaça do incenso cobria a arca da maneira tal que o sumo sacerdote não pudesse ver a gloriosa presença de Deus (v. 2) e viesse a morrer por causa disso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 O ato de o sumo sacerdote entrar no Santo dos Santos era uma prefiguração da entrada de Cristo nos céus, depois de Sua morte e ressurreição, Hb 9.11-12. Bíblia Shedd.

16 pelo santuário (ARA; NVI: “pelo Lugar Santíssimo”). O objeto do sacrifício ritual não era somente o povo de Israel, mas o próprio santuário, que tinha sido contaminado pelos pecados do povo. O santuário terrestre era uma representação do santuário celeste (Hb 9.23-24). Bíblia de Genebra.

Tenda do Encontro (NVI; ARA: tenda da congregação). Aqui e nos vs. 17, 20, 33 o termo significa o Lugar Santo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29, 31 se humilharão (NVI; ARA: “afligireis a vossa alma”). V. nota textual NVI [“Ou jejuarão“]. A expressão veio a ser aplicada ao jejum (Sl 35.13). O Dia da Expiação era o único dia regular de jejum estipulado no AT (v. 23.27, 29, 32 e nota Textual NVI), embora a tradição tenha posteriormente acrescentado outros dias de jejum ao calendário judaico (v. Zc 7.5; 8.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 perpétuo. Foi observado até ao Cativeiro na Babilônia (587 a.C.), e recomeçado depois da restauração (538 a.C.), até a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. … O permanecer na Terra Prometida dependia da Aliança condicional baseada na obediência e na fidelidade dos israelitas para com seu Deus. Bíblia Shedd.

sétimo mês. Tisri,  o sétimo mês, começa com a Festa das Trombetas (v. nota em 23.24). O Dia da Expiação [interpretado pela IASD como tipo da purificação do santuário celeste, em 1844, e que deu início ao juízo investigativo] segue-se no décimo dia, e no décimo quinto dia começa a Festa das Cabanas (v. 23.23-26) [interpretado pela IASD como tipo da Volta de Cristo]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 puros de todos os seus pecados. No dia da Expiação, o israelita arrependido recebia a certeza do perdão dos seus pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 uma vez por ano. Em contraste, Jesus Cristo ofereceu o sacrifício final e completo pelo pecado (Hb 9.23-28). Bíblia de Genebra.

Hb 9.11 – 10.14 ressalta repetidas vezes esse contraste com o sacrifício de Cristo, “uma vez por todas”. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Levítico 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de abril de 2022, 0:45
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“Porque, naquele dia, se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados, perante o Senhor” (v.30).

Todos os dias, pela manhã e à tarde, dois cordeirinhos eram sacrificados no tabernáculo como oferta pelos pecados de Israel. Todos os dias, também, o sacerdote entrava no lugar santo do santuário para queimar o incenso, que representava as orações do povo. O capítulo de hoje fala sobre um dia especial, um feriado anual chamado Dia da Expiação, em hebraico, “Yom Kippur”. Nesse dia acontecia o que não podia ser feito em nenhum outro: o sumo sacerdote entrava no lugar Santíssimo. Lembram? O segundo compartimento do tabernáculo em que ficava a arca da aliança com as tábuas dos dez mandamentos. Era um dia de purificação. Durante todo o ano os filhos de Israel haviam levado seus pecados para o santuário. Neste dia era realizada a expiação, uma espécie de limpeza do santuário.

Antes, porém, o sumo sacerdote precisava oferecer primeiramente por ele e por sua família uma oferta pelo pecado, e só então pelo povo. A expiação feita “por si mesmo, e pela sua casa, e por toda a congregação de Israel” (v.17), aponta para a ordem dos fatores no viés espiritual. Em carta a um pai cristão, Ellen White escreveu: “Aqueles que conquistarem a vida eterna farão tudo o que puderem para pôr sua casa em ordem. Eles precisam começar no próprio coração e prosseguir até que retumbantes vitórias sejam alcançadas. O eu precisa morrer e Cristo viver em seu coração” (Testemunhos Para a Igreja, CPB, v.2, p.88). O verdadeiro espírito missionário provém de um coração verdadeiramente convertido. A boa obra do Espírito Santo na vida sempre nos indicará o lar como sendo o nosso primeiro campo missionário; uma obra que se estende para outros como poderosa e insuperável influência.

Na sequência do Dia da Expiação, dois bodes eram trazidos e acontecia uma espécie de sorteio. Um seria o bode “para o Senhor” (v.8). Sobre este bode não seria lançada culpa, mas, sem culpa alguma, seria morto e seu sangue aspergido no lugar Santíssimo, representando a Cristo, o Inocente que Se ofereceu em sacrifício por nós. Já sobre o bode emissário ou Azazel – cujo significado é “demônio do deserto” – eram lançadas todas as iniquidades do povo e levado para fora do arraial, no deserto, e lá era solto “para terra solitária” (v.22). Ou seja, demônio, que merecia receber toda a culpa, lançado vivo no deserto à sua própria sorte. É praticamente uma ilustração de Apocalipse sobre o destino de Satanás durante o milênio.

Cristo é “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29). Mas apesar de receber sobre Si as nossas iniquidades (Is.53:6), Ele morreu sem culpa. Ele não merecia tal condenação. Porém, o Seu sangue tinha que ser derramado para que tivéssemos vida, para que fôssemos purificados. Existe, porém, uma criatura na qual se originou o pecado e que, um dia, receberá a culpa merecida por todas as iniquidades (bode Azazel), sendo lançado vivo nesta terra que estará desolada como um deserto durante o período de mil anos. A Bíblia diz que, após o retorno de Cristo, Satanás ficará nesta Terra desolada por mil anos sem ter a quem tentar, ou seja, num verdadeiro deserto (Ap.20:1-3). O Dia da Expiação representava, portanto, algo grandioso e profético. Era uma sombra daquilo que um dia se tornaria realidade. Cristo, o nosso Sumo Sacerdote, está hoje no lugar Santíssimo do santuário celestial fazendo expiação por nós, e quando Ele declarar: “Feito está” (Ap.16:17), voltará para buscar os que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14), e Satanás receberá a sua primeira condenação.

Um dia, todos nós compareceremos perante o tribunal de Cristo (1Co.5:10). Conforme Daniel 8:14 e 9:25, desde 1844 vivemos no dia da expiação profético. Jesus está agora intercedendo por cada um de nós. É tempo, pois, de afligirmos a nossa alma; de nos consagrarmos para encontrarmos com o nosso Deus, confessando os nossos pecados Àquele que “é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo.1:9). Hoje é o tempo de buscarmos esta purificação! Nas palavras de Guilherme Müller: “Hoje, e hoje, até que Ele venha”. Nosso Pai do Céu tanto nos amou que entregou o Seu único Filho, o Inocente, por mim e por você (Jo.3:16). Não há maior amor do que este! Aceite, hoje, este amor incondicional que espera ansiosamente pelo Dia em que nos levará “para o Reino do Filho do Seu amor” (Cl.1:13). Vigiemos e oremos!

Bom dia, amados do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 16 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de abril de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

LEVÍTICO 16 – O dia da expiação mostra que, além de querer estar conosco, Deus é por nós; e, nada nem ninguém nos poderá separar dEle, a não ser que optamos por nossos pecados em detrimento ao perdão disponível devido à morte do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Jesus Cristo.

Os rituais do santuário proporcionavam o significado do evangelho: O sacrifício substitutivo de Cristo, a intercessão sacerdotal realizada por Cristo, e, o juízo oficiado por Cristo. O sacrifício substitutivo acontecia diariamente no altar do pátio do Santuário, era a expiação contínua (Êxodo 27:1-8); a intercessão sacerdotal se dava continuamente no altar de incenso do Lugar Santo (Êxodo 30:1-10). Nestes altares, tanto o incenso quanto o sangue simbolizam sacrifício e intercessão. Animais sacrificados apontavam para Cristo morrendo em lugar do pecador. O incenso oferecido pelo Sacerdote indicava a justiça de Cristo apresentada em prol do pecador. A doutrina do juízo de Cristo sobre o pecado era ensinada através dos rituais do Dia da Expiação, que aconteciam no final do calendário israelita.

Os pecadores reconheciam seus pecados durante o ano e recebiam o perdão divino mediante a oferta sacrificada oferecida a Deus; assim, a culpa do transgressor transferia-se para o animal, e do animal para o Santuário, através do sangue aspergido em seus recintos (Levítico 4); implicando, assim, que Cristo assumia a culpa e o pecado do ofertante (Isaías 53). Em Levítico 16, no Dia da Expiação, o Sumo Sacerdote aspergia o sangue do bode para o Senhor nos lugares Santo, Santíssimo e no altar, a fim de purificar o Santuário completamente. Nessa ocasião, os pecados cometidos e confessados durante o ano eram erradicados, para, então, começarem o ano novo com a congregação totalmente purificada, perdoada, consagrada a Deus!

O Dia da Expiação representa o juízo que eliminará o pecado e suas terríveis consequências. Antes do segundo advento de Cristo, há um julgamento (Daniel 8:13-14; Mateus 25:31-46); o qual terá sua segunda fase com os salvos no Céu (Mateus 19:28; 1 Coríntios 6:1-3); e, culminará com a execução dos ímpios, no final do milênio (Apocalipse 20). Satanás é ilustrado pelo bode para Azazel, o causador de todos os pecados; sua morte no deserto indica a erradicação absoluta do pecado!

Portanto, reavivemo-nos! Cristo vencerá! – Heber Toth Armí.




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