Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de abril de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 5 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 5 by Jobson Santos
18 de abril de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/5

Em Levítico 4, as ofertas pelo pecado cobriam pecados não intencionais, aqueles cometidos sem que se tenha consciência deles. Levítico 5:1-13 estende esta cobertura para quem intencionalmente não se apresentasse como testemunha de um crime (v. 1) ou deixasse de passar pela purificação ou de cumprir um juramento (versos 2-4).

Quando uma pessoa (homem ou mulher) reconhecia que havia pecado, o indivíduo carregava culpa suscetível de punição, até que confessasse a Deus (não a um sacerdote), e oferecesse uma oferta pelo pecado. Então Deus (não o sacerdote), que é quem sabe quando o arrependimento é genuíno, escolhe perdoar.

Em Levítico 5:14 a 6:7, as ofertas de transgressão expiam os pecados graves de sacrilégio: mau uso de algo santo que pertence a Deus (como o dízimo), ou deliberadamente usar mal do santo nome de Deus em um juramento falso, para enganar outra pessoa. Como tais pecados traziam benefício econômico ilícito, o pecador devia restaurar o valor devido a Deus ou à outra pessoa, acrescentando uma multa de 20%, antes de trazer uma oferta pela culpa (compare Mat. 5:23-24).

Mesmo quando endireitamos as coisas da melhor maneira que podemos, ainda precisamos do sacrifício de Cristo. Quando sentimos nossa culpa mas não podemos identificar o nosso pecado (Lv 5:17-19), podemos deixar o nosso fardo com Jesus!

Roy Gane
Andrews University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LEVÍTICO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de abril de 2022, 0:50
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1113 palavras

1-6 Estes versículos tratam dos pecados de omissão, de inadvertência e de precipitação. Os casos em vista são: (a) o pecado de negligenciar testemunho (v. 1). (b) o pecado do contato com qualquer coisa imunda (vs. 2-3); (c) o pecado de fazer juramentos precipitados (v. 4). Bíblia de Genebra.

a voz da imprecação (ARA; NVI: “tendo sido testemunha de algo que viu ou soube”). Ou seja “uma imprecação pública”. O cenário é uma cena judicial em que testemunhas são chamadas a depor. Alguém se recusa a testemunhar e é declarado culpado. Às vezes, há deveres desagradáveis que se prefere evitar, mas que devem ser cumpridos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 792.

quando alguém tocar alguma coisa imunda. As pessoas dos tempos antigos não tinham o conhecimento médico e sanitário disponível hoje. Não havia como saber que, ao ter contato com certas doenças, podia-se contrai-las e contaminar outros. Assim, o único princípio seguro era evitar tudo o que fosse suspeito. Transgredi-lo podia levar a uma epidemia. Como medida preventiva, esse princípio ainda é válido. CBASD, vol. 1, p. 793.

3 E o souber depois. A pessoa pode ser ignorante e, portanto, seu ato pode ser desculpável; mas, embora ignorante, pode ser que ela se torne uma ameaça aos outros como portadora de infecção. Em certos casos, pode ser que ela não seja totalmente inocente e se deve ensinar uma lição para impressioná-la, bem como aos outros. … Alguns deliberadamente fecham os olhos para a luz, assegurando a si mesmos que, se não veem, estão livres da responsabilidade da culpa. No entanto, em um julgamento, é preciso dar um relato não apenas a respeito do que se sabe, mas do que se podia saber caso a pessoa se esforçasse para tanto. CBASD, vol. 1, p. 793.

quando alguém jurar temerariamente. Isso não se refere à conversação, mas à solene confirmação de uma promessa a ser cumprida ou para refrear-se de fazer certas coisas. … Se uma das partes contratantes se esquecesse da promessa feita pelo juramento, ou se a repudiasse, quando mais tarde de conscientizasse da quebra do acordo, então seria culpado. Quebrar a palavra é um pecado flagrante do nosso tempo e parece aumentar cada vez mais. Os cristãos devem se precaver disso. CBASD, vol. 1, p. 793.

Você, alguma vez, já efetuou um juramento de fazer ou não fazer algo e então percebeu o quão insensata sua promessa foi? O povo de Deus é chamado a manter sua palavra, mesmo que tenha feito promessas difíceis de cumprir. Jesus advertiu contra juramentos (no sentido de fazer votos ou promessas) quando Ele disse: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do maligno” (Mt 5.37, NVI). Nossa palavra deveria ser suficiente. Se achamos que temos que reforçá-la com um juramento, algo está errado com nossa sinceridade. A única promessa que estamos desobrigados a cumprir são promessas que levam ao pecado. Uma pessoa sábia e auto controlada evita fazer promessas precipitadas. Life Application Study Bible.

confessará. O ofertante tinha de confessar a Deus o seu pecado para receber o perdão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O inteiro sistema de sacrifícios não poderia auxiliar o pecador a não ser que ele trouxesse o seu sacrifício com  uma atitude de arrependimento e um desejo de confessar o pecado. Hoje, por causa do sacrifício de Cristo na cruz, não temos que fazer sacrifícios de animais. Mas é ainda vital que confessemos o pecado, porque a confissão mostra reconhecimento da realização do pecado, percepção da santidade de Deus, humildade perante Deus e desejo de se afastar do pecado (Sl 51.16, 17). Mesmo a morte de Jesus será de pouco valor para nós se não nos arrependermos e O seguirmos. É como a vacina contra uma perigosa doença – não nos será útil se não entrar em nossa corrente sanguínea. Life Application Study Bible.

11 um jarro da melhor farinha como oferta pelo pecado. Esse ritual para uma pessoa que não poderia oferecer nem mesmo um par de pássaros era uma oferta de purificação que substituía o sacrifício de um animal (compare Hb 9:22 – “quase todas as coisas são purificadas com sangue” (NVI). Não era uma simples “oferta de grãos” (Lv 2). Andrews Study Bible.

Ele não devia por azeite ou incenso sobre a oferta, pois se tornaria uma oferta de cereais. Sem esse elemento, era uma oferta pelo pecado. … Aqui há uma situação incomum: uma oferta pelo pecado sem sangue derramado. Mas, há também outra coisa surpreendente: ofertas pelo pecado nunca eram colocadas sobre o altar. Por uma questão de ênfase, Deus repete: “é oferta pelo pecado”. Como explicar a diferença no ritual que Deus permite aqui? De acordo com Hebreus 9:22, “sem derramamento de sangue não há remissão” do pecado. Essa é a regra. Levítico 5:11-13 apresenta uma exceção à regra geral. Nem todas as coisas, mas “quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue” (Hb 9:22). O fato é que, neste caso, uma oferta pelo pecado sem sangue efetuava a expiação, e isso provavelmente explique o “quase”. … jamais pode haver real remissão do pecado fora do sangue de Cristo. Se assim fosse, Sua morte seria em vão; porém, no tipo [modelo] havia casos em que a remissão e a purificação se efetuavam sem o imediato derramamento de sangue. CBASD, vol. 1, p. 794.

15 ofensa. Heb. ma’al, “engano”, “infidelidade”, “quebra da Lei”. Aqui se aplica a pecados públicos, danos cujo valor podia ser calculado. Bíblia Shedd.

nas coisas sagradas do Senhor. As “coisas sagradas do Senhor” são as primícias, os dízimos, as ofertas e o que mais pertencesse ao Seu serviço. A transgressão aqui considerada envolvia reter ou diminuir, ou seja, pagar menos do que era devido. CBASD, vol. 1, p. 794.

16 oferta pela culpa. Em heb, é uma palavra só: ‘asham, que quer dizer “culpa” no sentido de danos e estragos, e também é o nome técnico do tipo de sacrifício que a culpa requer. Cristo é o único que cumpre completa e satisfatoriamente tudo aquilo que é previsto nesta oferta, imputando-nos Sua justiça, cf 2 Co 5.21, onde a palavra “pecado” tem exatamente o sentido de ‘asham. A profecia de Isaías usa a mesma palavra para a obra de Cristo, Isa 53.10. Bíblia Shedd.

17-19 Conforme indica a frase “ainda que não o soubesse” (v. 17), esses versículos concernem à pessoa que suspeite ter transgredido a lei divina, ou à pessoa que não tenha certeza a esse respeito. É um remédio sacrifical para aqueles que tem uma consciência inquieta. Nesse caso, não há qualquer exigência de reparação, pois a natureza do delito é incerta. Bíblia de Genebra.

17-19 e fizer contra algum de todos os mandamentos. A segunda situação é muito parecida com a primeira (v. 14-16), mas diz respeito à prática de coisas proibidas. Tais coisas, embora não especificamente mencionadas, provocavam o desagrado de Deus. CBASD, vol. 1, p. 794.



Levítico 05 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de abril de 2022, 0:45
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“Será, pois, que, sendo culpado numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou” (v.5).

Havia uma necessidade urgente em ensinar aos filhos de Israel a triste condição de que o pecado faz separação entre o homem e Deus (Is.59:2). Os sacrifícios, a intercessão dos sacerdotes e a manifestação da glória de Deus deveriam ser para os pecadores a revelação do Messias, o script do plano da salvação. Cada tipo de sacrifício tinha sempre o objetivo final de salvar do pecado. Os pecados, ainda que fossem ocultos, precisavam ser confessados diante do Senhor e expiados com sacrifício. Eram as ofertas pela culpa e pelo pecado.

Na segunda parte do capítulo, encontramos o sacrifício pelo sacrilégio ou prejuízo quanto às “coisas sagradas do Senhor” (v.14). Se houvesse qualquer tipo de dano às coisas do santuário, mesmo que sem a intenção de cometê-lo, era necessário o sacrifício e a restituição de quinta parte do valor envolvido. Transgredir “os mandamentos do Senhor”, ainda que não o soubesse, recebeu um grau ainda maior de culpa, constituindo “iniquidade” (v.17). Esta oferta revela a importância que o Senhor dá aos Seus mandamentos, em não eximir ninguém que os transgredissem. Foi pelas nossas transgressões que Cristo morreu em nosso lugar. Seus mandamentos constituem a lei régia do Universo e serão a base legal no dia do juízo (Tg.2:12).

Em todos estes casos há a conclusão indiscutível do desejo de Deus em estender o Seu perdão à humanidade. Mas há também claros recados de que nem a ignorância e nem o que é oculto exime o pecador de ir em busca do perdão. Na caminhada cristã o humano precisa cooperar com o divino. Não eram as ofertas em si que operavam a remissão do pecador, mas a sua intenção ao ofertá-las. Existe hoje uma necessidade absurda por divulgação da imagem. As redes sociais estão cheias de aparência, enquanto a realidade da maioria absoluta grita por socorro. Por outro lado, parece que essas mesmas redes sociais se transformaram em uma espécie de ferramenta de justiceiros, onde vulgo “cristãos” julgam que atirar os pecados de outros no ventilador os torna melhores do que eles. Não é diante das pessoas que devemos aparecer, mas diante do altar do Senhor, oferecendo-Lhe nosso coração a fim de que não seja o eu exaltado, e sim Cristo que nele habita.

Uma das funções das ofertas era a confissão de pecados. A verdade precisava ser dita diante do Onisciente. Isto não significava que o pecador tinha de confessar diante de todos os seus pecados, e sim diante de Deus e do sacerdote oficiante. Mas todas as vezes em que um filho de Israel carregava a sua oferta a caminho do tabernáculo, ele precisava atravessar parte do acampamento até chegar lá. Somos todos pecadores e carecemos da graça de Deus. A mesma atitude que o Senhor esperava de Israel, Ele espera de nós hoje. Que quando vermos nossos irmãos indo ao Senhor em busca de perdão, possamos nos compadecer e cooperar com o Espírito Santo no processo de resgate. No que estiver ao nosso alcance, encaminhemos o errante aos pés do Salvador.

Mesmo sem essa intenção, os algozes da mulher adúltera a levaram ao melhor lugar do mundo. Enquanto o seu pecado era divulgado nas “redes sociais” de Israel, Jesus manteve o silêncio e escreveu, em lugar em que facilmente seriam apagados, os pecados de seus acusadores. Ali ela não encontrou palavras condenatórias, mas o perdão de um Deus que a amava incondicionalmente. Pode ser que você esteja passando por situação semelhante. Pode ser que você não tenha encontrado braços que lhe amparem, mas dedos que lhe acusam. Saiba que, ainda assim, há um Deus que está bem perto de você; que as pedras que lhe ameaçam a vida não têm mais poder do que a Rocha da vida eterna que, agora, te diz: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (Jo.8:11). Se você aceitar, Jesus lhe dará uma nova vida com Ele. Vigiemos e oremos!

Bom dia, alvos do amor de Deus em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 5 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de abril de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 5 – A santidade é um processo divino na humanidade contaminada pelo pecado. Rituais instituídos divinamente orientam o caminho do pecador a desfrutar a presença do Criador. O livro de Levítico, de forma geral, “está inteiramente associado com o conteúdo do livro de Êxodo, que conclui com a descrição do santuário ao qual está associada toda forma de culto externo descrita em Levítico” (Russell Champlin).

Continuando as formas de sacrifícios e ofertas dos primeiros capítulos, Levítico 5 orienta quanto aos sacrifícios por pecados ocultos, pela culpa e pecados por ignorância. Há sacrifícios especiais pela culpa resultante do engano, blasfêmia precipitada e impureza. Consistindo assim, num capítulo de conteúdo riquíssimo. A oferta da transgressão contra Deus “retrata Cristo expiando os aspectos nocivos do pecado, ou seja, a injúria cometida”, assinala Merrill Unger.

O perdão de Deus poderia ser experimentado por todo aquele que praticava os rituais sem ignorar seu significado espiritual. Desta forma, a transgressão do culpado seria perdoada por Deus (Levítico 4:26, 31, 35; 5:6, 10, 13). Contudo, a expiação de pecados por ignorância (Levítico 4:1-35) ou pecados por negligência (Levítico 5:1-13) deveria ser acompanhada pela restituição ao indivíduo prejudicado (Levítico 5:14-19).

Note que Deus preza pelo pobre, reconhece e considera sua situação. Assim, o pobre deveria oferecer duas rolinhas ou pombinhos ao sacerdote como oferta pela culpa (Levítico 5:7). Se fosse paupérrimo, o transgressor deveria levar pelo menos uma porção de farinha (Levítico 5:11).

Deus proveu perdão para pecados cometidos por ignorância, negligência e imprudência. A diferença basilar destas ofertas está na exigência adicional da restituição: Além da oferta pelo pecado, deveria acontecer a restituição.

O pecado é seriíssimo – inclusive pecados involuntários; quando apontados, devem ser devidamente tratados. Pessoas descobertas em pecados devem arrepender-se e então restaurar a quem prejudicou, a fim de reatar o relacionamento com Deus.

Note como Jesus tratou enfaticamente deste assunto: “Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois, volte e apresente sua oferta” (Mateus 5:23-24).

Na oração modelo, Jesus ensinou a pedir racionalmente: “Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6:12). Consideremos seriamente isso… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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