Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de abril de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 3 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 3 by Jobson Santos
16 de abril de 2022, 0:55
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O nome desse sacrifício, oferta pacífica [ARA; NVI: “oferta de comunhão”; hebraico: shelem], está relacionado com a palavra shalom, que significa “paz” ou “bem-estar.” Seu ritual celebrava, através do sacrifício, o relacionamento de bem-estar entre o homem e Deus. Apontava para o sacrifício de Cristo, através do qual o povo de Deus desfruta paz com Ele (Rm 5:1). Este saudável relacionamento era representado por uma refeição compartilhada entre Deus e o ofertante.

A oferta da paz era o único sacrifício no qual o ofertante poderia participar da carne, após a gordura ser queimada a Deus sobre o altar e o sacerdote tomar a sua parte (comparar com Lev. 7). O “comer” de Deus era simbólico, porque Ele não precisa de alimentação humana (Sl 50:13).

Do mesmo modo que a oferta de cereais, a oferta de paz não expiava pecados específicos. No entanto, o seu sangue resgatava a vida (fazia expiação pela alma) do proponente (Lv. 17:11), mostrando que vidas humanas dependem de um relacionamento restaurado com Deus, através do sangue de Cristo. Seu sacrifício não foi feito somente por nós, individualmente, mas deve ser aceito por cada um de nós, pessoalmente, como Jesus disse: “se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós” (João 6:53, como explicado no versículo 63).

Quando aceitamos Cristo em nós (participando dEle) por meio do Espírito Santo, o Seu amor vive em nós (Rm 5:5; Gl 2:20) e transforma todos os nossos relacionamentos.

Isto, sim, é motivo digno de comemoração!

Roy Gane
Andrews University
Estados Unidos



LEVÍTICO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de abril de 2022, 0:50
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938 palavras

sacrifício pacífico (ARA; NVI: sacrifício de comunhão). Heb shelem, da raiz traduzida “paz”, “saúde” e “inteiro”. Falavam de inteira dedicação da parte do ofertante e da paz com Deus a quem as oferecem. As gorduras, somente, eram queimadas, e as carnes eram consumidas  pelos sacerdotes e e pelo povo, numa ceia de aliança solene, à qual os pobres eram convidados (Dt 12.18), que prenunciava a paz que seria trazida aos homens pela obra de Cristo (Cl 1.20), e comemorada na Ceia do Senhor (1Co 10.16). Bíblia Shedd.

A oferta da comunhão era o único sacrifício do qual o ofertante podia comer uma parte. … O ofertante tinha, com base no sacrifício, comunhão com Deus e com o sacerdote, que também comia parte da oferta (7.14, 15, 31-34). Esse sacrifício – junto com os outros – era oferecido aos milhares durante as três festas anuais em Israel (v. Êx 23.14-17; Nm 29.29), porque multidões de pessoas vinham ao templo para adorar e compartilhar de uma refeição comunitária. Durante a monarquia, os animais oferecidos pelo povo eram em geral suplementados pelas grandes quantidades dadas pelo rei. Na dedicação do templo, Salomão ofereceu 20 mil bois e 120 mil ovelhas como ofertas de comunhão do decurso de um período de 14 dias (1Rs 8.63-65). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Era um sacrifício a fim de enfatizar uma oração solene (como um voto) ou quando esse tipo de oração era atendida, ou por simples gratidão (7.16). Comer carne era um luxo raro nos tempos antigos e, geralmente, envolvia celebração. Bíblia de Genebra.

O traço distintivo da oferta pacífica era a refeição em comum partilhada na área do santuário, na qual a alegria e a felicidade prevaleciam, e onde os sacerdotes e o povo conversavam. Não era esta uma ocasião em que a paz era restabelecida, mas uma festa de regozijo por haver paz. Geralmente, era precedida por uma oferta pelo pecado e uma oferta queimada. O sangue havia sido aspergido, a expiação fora feita, o perdão fora concedido e a justificação, assegurada. Na celebração dessa experiência, o ofertante convidava seus parentes próximos, seus servos e os levitas para comer com ele. A família toda se assentava no pátio da congregação para celebrar a paz estabelecida entre Deus e o homem, e entre este e seu semelhante. Não há alegria mais elevada do que estar em paz com Deus (ver Rm 5:1). Cristo deixou um legado ao dizer: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou” (Jo 14:27). A paz de Cristo é a calma segurança que vem da confiança em Deus. Cristo proferiu essas palavras de paz à sombra do Getsêmani e do Gólgota. Ele sabia o que O esperava, mas não Se intimidou diante disso. Seu coração estava cheio de paz e amor. Ele sabia em quem confiava e descansava na segurança de que era amado pelo Pai, ainda que não enxergasse além dos portais do túmulo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 780, 781.

fêmea. Uma oferta de bem estar poderia ser macho ou fêmea. Compare purificação/oferta de pecado de pessoas comuns, as quais se requeria serem fêmeas (4.28, 32; 5:6). Todos esses animais representavam Cristo (Jo 1:29). Então, a noção de que comente um macho poderia representar Cristo não tem fundamento adequado. Andrews Study Bible.

toda a gordura. Não a gordura distribuída pelo corpo, mas a gordura que cobria certos órgãos era queimada sobre o altar juntamente com os rins. CBASD, vol. 1, p. 781.

em cima do holocausto. Os holocaustos a favor da nação inteira eram oferecidos todas as manhãs e todas as tardes, e as ofertas da comunhão eram oferecidas [após e] em cima deles. Bíblia de Estudo NVI Vida.

É oferta … de aroma agradável ao Senhor. Quando a gordura era queimada sobre o altar produzia um “aroma agradável ao Senhor”. … A gordura era sempre queimada sobre o altar e Deus exigia isso (Lv 3:16); era “aroma agradável” ao Senhor; … Comer “a gordura da terra” (Gn 45:18, KJV) significava apreciar o melhor que a terra oferecia. CBASD, vol. 1, p. 781, 782.

cauda gorda. Raça de ovelhas ainda muito usada no Oriente Médio, com uma cauda pesada de gordura. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11, 16 como alimento oferecido ao Senhor (NVI; ARA: manjar da oferta queimada ao Senhor). O Antigo Testamento insiste em afirmar que Deus supre o homem com alimentos e não vice-versa (Gn 1.19; Sl 50.12-14). Portanto, esse comentário deve ser entendido de maneira figurada, que Deus se agrada do sacrifício oferecido pela fé (cf Hb 11.4), tal como as pessoas apreciam os alimentos. Bíblia de Genebra.

Os sacrifícios israelitas não eram “alimentos para os deuses” (em contraposição com outras culturas antigas; v. Ez 16.20; cf Sl 50.9-13), mas às vezes eram chamadas metaforicamente de “manjar” (21. 6, 8, 17, 21; 22:25) no sentido de serem presentes para Deus, que os aceitava com grande prazer. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 uma cabra. Neste caso, o procedimento era o mesmo dos outros sacrifícios. A imposição da mão, a imolação e a aspersão do sangue seguiam um padrão regular. A gordura era cuidadosamente removida e queimada sobre o altar com os rins do animal. CBASD, vol. 1, p. 782.

17 gordura nenhuma nem sangue jamais comerás. A gordura dos animais sacrificados pertencia a Deus (v. 3). Comer sangue significa comer carne cujo sangue não foi drenado (1Sm 14.33). A razão teológica para essa proibição é dada em 17.11. Bíblia de Genebra.

Quando Deus permitiu que as pessoas comessem carne, Ele não permitiu que consumissem o sangue, que representa a vida (Gn 9:4). … Drenar o sangue mostra respeito por Deus e pela vida que Ele criou (compare Êx 20:13). Somente o Criador tem o direito de utilizar sangue. Contudo, como exemplo, Ele ordenou que sempre fosse drenado dos sacrifícios animais e vertidos na parte exterior do altar, de forma que ele não subia na fumaça como parte de Sua “comida”. Andrews Study Bible.



Levítico 03 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de abril de 2022, 0:45
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“E porá a mão sobre a cabeça da sua oferta e a imolará diante da tenda da congregação; e os filhos de Arão aspergirão o sangue sobre o altar, em redor” (v.8).

Todas as ofertas feitas pelo povo tinham significado especial, mas esta era diferente das demais em sua finalidade. Ela não representava oferta pelo pecado, mas oferta de gratidão. A palavra pacífico vem do hebraico “shelem”, que quer dizer “benefício”. Portanto, esta oferta era uma forma de gratidão ao Senhor por todos os Seus benefícios e deveria ser feita de forma voluntária. Havia a porção que deveria ser queimada. “Toda a gordura será do Senhor” (v.16). E o sangue também era retirado e aspergido ao redor do altar. Há um mandamento final quanto a estes dois, gordura e sangue, a fim de que não façam parte da dieta do homem.

Por questões de saúde, entendemos que esta ordem divina ainda permanece como “estatuto perpétuo” (v.17) e nos abstemos do uso destes elementos da carne. É bem verdade que pela mensagem de saúde que nos foi dada somos chamados a retornar à dieta original do Éden, e, certamente, usufruiremos de mais saúde e qualidade de vida. Não podemos, porém, fazer confusão quanto ao sangue para fins de doação. Deus foi enfático: “nem sangue jamais comereis” (v.17). Mas a doação e transfusão de sangue para salvar vidas é completamente lícito e até uma forma de agradecer ao Senhor, o Doador da vida, pela oportunidade de ser participante nesta obra.

Outra finalidade da oferta pacífica era pelo cumprimento de algum voto. O adorador ia ao templo agradecer pela bênção alcançada por meio de seu voto a Deus. Por exemplo, Ana pediu a Deus um filho e votou ao Senhor entregá-lo ao Seu serviço após o desmame, e assim o fez (1Sm.1:24). Não é errado fazer votos ou firmar um propósito com o Senhor. Errado é votar e não cumprir, ou tornar o voto uma espécie de barganha com Deus. A respeito deste aspecto, pontua M. L. Andreasen:

“Esta é a hora e oportunidade supremas da igreja. O mundo credor de uma demonstração de que há um povo que permanece fiel em meio de uma infiel geração; que respeita a própria palavra, bem como respeita a Palavra de Deus; que é fiel à fé uma vez entregue aos santos. Está atrasada a manifestação dos filhos de Deus. Rm.8:19[…] E esta manifestação revelará um povo que tem o selo da aprovação de Deus. Guarda os mandamentos. Tem a fé de Jesus. Sua palavra é sim, sim, e não, não. São irrepreensíveis diante do trono de Deus” (O Ritual do Santuário, p.104).

O ser humano, desde a sua queda, sente a necessidade de perdoar e de ser perdoado, quer seja por Deus ou pelos semelhantes. E por mais que alguém diga que não se importa com isso, a ausência do perdão o consome e lhe tira a paz e até a saúde. Portanto, na oferta pacífica, o povo de Israel reconhecia o perdão de Deus, era uma forma de agradecer o beneplácito amor do Senhor. Quando reconhecemos que Cristo Se deu voluntariamente (oferta pacífica) para o perdão dos nossos pecados (sacrifício pelo pecado), vemos que há uma ordem aí. Costumamos pedir, pedir e pedir. Mas, e agradecer? Somos ingratos por natureza. O que prova que o sentimento de gratidão também é um dom de Deus.

Quando compreendemos o dom precioso de Cristo, queremos participar de Sua alegria em nos ofertar. A oferta pacífica era a única em que os filhos de Israel poderiam ter participação ativa, eles comiam daquela oferta, era uma festa entre amigos e familiares. O maior desejo do Senhor é que nos alegremos nEle. Cristo disse: “Neste mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). Em 1Tessalonicenses 5:16, está escrito: “Regozijai-vos sempre”. A gratidão produz em nós saúde e alegria. Só seremos gratos quando compreendermos que Jesus Cristo deseja muito mais nos salvar do que nós desejamos ser salvos. Ele nos amou primeiro! Por isso, “Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais” (Lc.12:7). “Buscai, antes de tudo, o Reino de Deus, e todas as coisas vos serão acrescentadas” (Lc.12:31).

Que o Senhor esteja, a cada dia, em primeiro lugar em nossa vida. Ele bate à porta do nosso coração e nos diz: “Segue-me”. Eis o segredo. Andar nas pisadas de Jesus Cristo. Simples assim. Não há erro neste voto sagrado. E Jesus encherá o nosso coração de gratidão, alegria e paz que excedem todo entendimento! Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, agraciados em Jesus Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de abril de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 3 – Existe harmonia no Pentateuco. Perceba que “o livro de Êxodo concluiu com a construção do tabernáculo (Êx 35-40), mas permanecia uma questão: Como o povo de Deus deveria adorá-lO nessa estrutura? O livro de Levítico foi escrito para tratar desse interesse chave. A revelação divina foi dada a Moisés durante o período de 50 dias entre a montagem do tabernáculo na base do Monte Sinai e a partida do povo rumo à Terra Prometida”, informa-nos Steve J. Lawson.

A oferta pacífica realizada com gado miúdo indica que a paz que o pecador desfruta dá-se pelo sacrifício de Cristo, O qual pagou terrível preço de fogo para livrar-nos do lago de fogo (Apocalipse 20:15).

Jesus é o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo para salvar-nos (Apocalipse 13:8). Ele deu Sua inocente e justa vida para resgatar e restaurar pecadores miseráveis; tal gesto esteve ilustrado na chamada “oferta de comunhão” (Levítico 3:1). A religião bíblica não está desprovida de racionalidade, nem de sentimentos positivos. O perdão oferecido por Deus através do sacrifício de Cristo promove indescritível paz, alegria e satisfação quando o pecador participa da comunhão restabelecida com o Criador (1 Pedro 1:3-9).

A oferta de paz era celebração pelas graças alcançadas por Deus em que o crente celebrava diante dEle e dos irmãos da fé, ao redor da mesa da comunhão.

A oferta de paz visava promover satisfação ao coração carregado de pecados, aflito pelos sentimentos de culpa. Essa oferta comemora o precioso significado do sangue de Cristo, o qual é a própria paz no coração liberto das garras do pecado (Efésios 2:4).

A oferta pacífica convidava ao relacionamento restaurado com Deus e com os irmãos, resultava da verdadeira satisfação no coração perdoado. Atualmente, o ofertante fiel, comprometido, instruído e piedoso experimenta o doce sentimento da paz que o mundo não pode dar (João 14:27; 16:33).

É através do Príncipe da Paz (Isaías 9:6) que podemos desfrutar do perdão e da reconciliação com Deus.

A essência da redenção consiste da gratidão do adorador estar em paz com o Criador, com o ser humano e consigo mesmo. O preço para obter tal paz está no sangue derramado de Cristo, sacrificado por nós!

Portanto, entregue-nos Àquele que sacrificou-Se por nós! Alegremo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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