Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 11 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 11 by Jobson Santos
24 de abril de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/11

Levítico 11 descreve animais limpos em oposição a animais impuros. Enquanto Deus permite o consumo de animais limpos, foi com a especificação de que o sangue seja removido. Esta prática geralmente não é seguida hoje. Assim, levanta questões sobre a saúde de todos os alimentos cárneos.

Os Adventistas do Sétimo Dia historicamente recomendam o abandono da carne impura como um requisito para o batismo na igreja, baseado principalmente neste capítulo em Levítico. Ellen White também incentiva uma dieta vegetariana baseada em vegetais. Observe esta declaração do Manuscrito 156, 1901, parágrafo 35:

“Ao chegar a mensagem aos que não haviam ouvido a verdade para este tempo, eles vêem que se precisa efetuar uma grande reforma em seu regime alimentar. Vêem que devem abandonar os alimentos cárneos, porque os mesmos suscitam a sede das bebidas alcoólicas, e enchem o organismo de moléstias. … O Senhor dará sabedoria a Seu povo para preparar daquilo que a terra proporciona, alimentos que tomem o lugar da carne. Combinações simples de nozes e cereais e frutas, preparadas com sabor e habilidade, [serão vistas como proveitosas pelos descrentes]. Conselhos sobre o regime alimentar, p. 268.4} [trecho em tradução livre]”

Ao refletir sobre a comida que você coloca na mesa todos os dias, que tudo seja para a “glória de Deus”. (1Cor 10:31)

Norman e Joelle McNulty
Dr. Norman é neurologista e ancião da IASD Hohenwald
Joelle é mãe de três filhas pequenas
Lawrenceburg, Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/11
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LEVITICO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2022, 0:50
Filed under: Sem categoria

1943 palavras

1-47 A distinção entre limpo e impuro era conhecida antes do Sinai (Gên. 7:2; 8:20). Aqui ela é dada enquanto parte das regulamentação da alimentação e saúde de Israel. Veja também Deut. 14:3-21. As leis de Lev. 11 sobre animais limpos e imundos [não limpos] introduzem a segunda principal seção de Levítico, na parte que trata com sacrifício, expiação e justificação. A colocação dos itens alimentares nesta seção sugere que santidade não é somente um estado espiritual. Passagens bíblicas mostram que existem dois tipos de impureza: a permanente ou natural (veja por exemplo Gên. 7:2, 3; Lev. 11:13-19; compare com Deut. 14:12-18; Lev. 20:25-26), e a adquirida ou temporária/cerimonial (veja, por exemplo, Lev. 11:40; 12:1-8; 15:1-33). A impureza de animais não limpos para servirem de comida em Lev. 11 não é contagiosa. Nenhuma provisão é feita na Bíblia para remover este tipo de impureza (Andrews Study Bible).

2 animais que comereis. Este capítulo trata das impurezas dos animais enquanto que os capítulos 12-15 se referem a impurezas de origens humanas (Andrews Study Bible).

O cap. 11 tem um paralelo muito próximo em Dt 14.3-21, mas é mais amplo. … A distinção entre alimentos puros e impuros remontava aos dias de Noé (Gn 7.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os princípios apresentados neste capítulo foram estabelecidos por Deus para proteger aqueles que O amam e escolheram servi-Lo, contra o uso de alimentos nocivos que podem prejudicar o organismo. Em alguns exemplos, não é possível identificar os animais aqui nomeados. Nota-se que há dúvida quanto a isso. No entanto, algum grau de incerteza não chega a ser um problema intransponível para o cristão que propõe em seu coração não contaminar o templo de Deus e que deseja fazer tudo para a Sua glória (1Co 10:31). Para essa pessoa, os princípios aqui apresentados são suficientes. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, vol. 1, p. 814.

3 unhas fendidas. Esta passagem estabelece as diferenças entre os animais permitidos (“limpos”) e proibidos (“imundos”) de acordo com sua estrutura física, comportamento ou modo de se moverem, de maneira que o povo facilmente os identificasse. Comparar v. 9, com respeito aos peixes (“barbatanas e escamas”) e v. 20, sobre insetos voadores (“anda sobre quatro pés”) (Andrews Study Bible).

4 vos será imundo. Todo animal foi criado “bom” (Gên. 1). Mas aqui “imundo” ou “impuro” significam que aos humanos não é permitido comê-los (Andrews Study Bible).

As criaturas listadas aqui como “imundas” são, do ponto de vista higiênico, impróprias como alimento (DTN, 617; T2, 96; ver Gn 9:3). CBASD, vol. 1, p. 814.

6 a lebre. Cientificamente falando, a lebre não rumina porque não é equipada para isso, mas mastiga o alimento de tal modo que parece estar mastigando […] mas é imunda porque não tem as unhas fendidas. CBASD, vol. 1, p. 815.

Os movimentos muito evidentes da mastigação do coelho [e da lebre] levaram-no a ser popularmente classificado  co os ruminantes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

rumina. Não se considera aqui o problema da precisão científica, pois as Escrituras usam a linguagem do povo de sua época. No modo de pensar das pessoas da época, a lebre ruminava. Quando dizemos que o sol “se põe”, ninguém considera ser um erro científico, pois estritamente falando, o sol jamais se põe. […] A Bíblia não deve ser criticada por usar expressões comuns à época de sua escrita (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

7 o porco. De todos os animais proibidos pela lei, o porco era considerado o mais imundo (ver Is 65:3; 66:17). Não cabe aqui discutir extensamente como é noviço ingerir a carne de porco. Para o cristão, é suficiente enfatizar a atitude de Deus em relação a isso. Deve haver algo muito nocivo sobre o uso da carne de porco ou Deus não falaria como Ele falou. Ele criou o porco e sabe tudo sobre esse animal, e, por saber, proíbe seu uso como alimento. Cristo não tinha os porcos em alta conta ou não teria permitido a destruição de dois mil deles (Mt 8:31, 32; Mc 5:13). […] Dois homens foram curados mental e fisicamente, mas à custa de dois mil porcos. Cristo valorizou mais as pessoas; os homens, no entanto, pensavam o contrário. Embora muitos possam considerar a carne do porco como aceitável na dieta, Deus a desaprova para esse fim. Deus não muda (Ml 3:6); e é certo que os porcos não mudaram sua natureza. É bom seguir o conselho divino (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

8 Deus proibiu estritamente comer da carne de certos animais “impuros”. Para tornar isso bem claro, ele proibiu até que fossem tocados. Ele queria que Seu povo fosse separado dessas coisas que ele havia proibido. Muitas vezes nós flertamos com a tentação, racionalizando que ao menos nós estamos tecnicamente guardando os mandamentos de não cometer pecado. Mas Deus quer que nos separemos totalmente de todo o pecado e de situações tentadoras. Life Application Study Bible.

13 Das aves. Nenhuma regra geral é dada para distinguir as aves limpas das imundas. As vinte mencionadas levam a inferir que todas as outras são permitidas. Alguns comentaristas creem que a lista de vinte não pretende ser exaustiva, mas refere-se apenas àquelas aves conhecidas dos hebreus. O quebrantoso e a águia marinha. Estas aves são predadoras e, portanto, inaceitáveis como alimento (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

14 segundo a sua espécie. Esta expressão indica todos os membros dos tipos básicos, dos quais somente um é mencionado (ver v. 15, 16, 22) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

22 Os insetos aqui mencionados eram usados como alimento nos tempos antigos, assim como ainda o são hoje no Oriente. Eram preparados de várias formas. Geralmente eram lançados ainda vivos em água fervente, com sal, e a cabeça, asas e pernas eram tiradas. Depois eram assados, tostados, cozidos ou fritos para uso imediato, ou então eram desidratados, defumados, e armazenados. Eram comidos com sal, especiarias e vinagre. Em alguns mercados orientais, hoje, locustas secas são vendidas por peso ou porções amarradas em maço (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

23 todos os outros insetos que voam. O fato de muitos insetos serem transmissores de doenças é motivo para o cuidado escrupuloso que se deve ter após o contato com eles (v. 23-25) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

25 será impuro.  Para poder adorar, o povo deveria estar preparado. Alguns atos de desobediência, alguns atos naturais (como o nascimento, menstruação ou sexo), ou alguns acidentes (como tocar um morto ou alguém doente) que fariam uma pessoa cerimonialmente impura e, portanto, proibida de participar de adoração. Isso não implicava que havia pecado ou havia sido rejeitada por Deus, mas garantia que toda adoração era feita decentemente e em ordem. Este capítulo descreve muitas das ocorrências intencionais ou acidentais que desqualificariam uma pessoa para a adoração até que ela fosse “limpa”. Uma pessoa deveria estar preparada para a adoração. De modo análogo, não podemos viver de qualquer maneira durante a semana e depois corrermos para a adoração…Devemos preparar-nos através do arrependimento e purificação. Life Application Study Bible.

27 Completamente sem casco, como o gato, o cachorro, etc. Bíblia Shedd.

36 fonte ou cisterna… será limpa. Tal fonte de pureza não poderia ser contaminada. Este princípio explica do porque Jesus podia tocar pessoas impuras sem se contaminar (Mat. 8:3; Lucas 8:43-48); Ele era uma fonte de pureza (Andrews Study Bible).

39 Se morrer algum dos animais que vos é lícito comer. A proibição contra tocar um cadáver se aplica também à carcaça de animais cuja carne podia ser comida (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

40 quem do seu cadáver comer. Daqui se infere que alguém poderia comer a carne de um animal que morresse por si mesmo. A lei proibia estritamente que se usasse a carne de um animal despedaçado por feras no campo (Êx 22:31). Os sacerdotes não podiam comer nada que morresse por si mesmo ou que fosse despedaçado por outros animais (Lev 22:8). No entanto, podia haver casos em que a carne era comida, talvez por ignorância ou por necessidade econômica. Como essa atitude se tornava uma questão de impureza cerimonial, havia um ritual de purificação. A proibição contra ingerir o que havia sido despedaçado por feras se devia, sem dúvida, ao fato de o sangue permanecer na carcaça, sem ser escoado (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

41 abominação. Heb sheqec. Tudo aquilo que é ofensivo a Deus e contrário ao Seu plano de proporcionar ao povo escolhido uma vida agradável a Ele… Não se proíbe nenhuma qualidade de frutas ou de vegetais. Bíblia Shedd.

44 É muito significativo para se entender as relações do povo de Israel com Deus, que o motivo para não se comer aqueles alimentos não era um tabu baseado no medo, antes era um desejo de honrar a Deus, cuja mão era vista na história nacional. A obediência àquelas regras os separava para o serviço de Deus, para assim os tornar o povo santo com quem o Senhor habitava. Bíblia Shedd.

44, 45 sereis santos, porque Eu sou santo. Os israelitas deveriam imitar a santidade de Deus, que não se mistura com impureza. Daniel e seus amigos obedeceram a esta ordem divina evitando uma alimentação impura, mesmo quando estavam longe do templo, e Deus, em resultado, os abençoou (Dan. 1:8-20). A distinção básica entre animais permitidos e proibidos, que Noé conhecia muito antes de Israel existir (Gên. 7:2, 8; 8:20), é atemporal, ao invés de ser limitada a regulamentações cerimoniais destinadas a proteger a santidade do santuário/templo (Andrews Study Bible).

A palavra “santo” significa “separado” ou “colocado à parte”. Somente Deus é intrinsecamente santo. Por natureza, ele é majestoso, tremendo e puro. … Jesus Cristo, o Mediador da nova aliança (Hb 8:6; 9.15; 12.24), também requer a perfeição (Mt 5.48). Mas ele provê santidade ao novo Israel mediante o Seu perfeito sacrifício, que removeu, para sempre, os pecados do seu povo (Hb 9-10), como também por intermédio do Seu Santo Espírito, que inscreve as leis morais de Deus em seus corações (2Co 3.3; cf Jr 31.31-34). Sem essa santidade, ninguém será a Deus. Bíblia de Genebra.

Há uma íntima ligação entre a santidade e os hábitos de alimentação; portanto, santidade inclui obediência às leis de Deus que se relacionam ao ser físico (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

A santidade é o tema principal de Levítico, e soa como um refrão (em várias formas) pelo livro inteiro (e.g., v. 45; 19.2; 20.7, 26; 21.8, 15; 22.9, 16, 32). A palavra “santo” aparece muito mais vezes em Levítico que em qualquer outro livro da Bíblia. Israel devia ser totalmente consagrado a Deus. A santidade devia ser manifestada em todos os aspectos da sua vida, de tal maneira que toda a vida tivesse uma certa qualidade cerimonial. Por causa de quem Deus é e do que ele tem feito (v. 45), Seu povo deve dedicar-se plenamente a Ele (cf Mt 5.48). V. Rm 12.1. Biblia de Estudo NVI Vida.

Existe mais neste capítulo que somente comer adequadamente. Estes versos provem uma chave para entender todas as leis e regulamentos em Levítico. Deus queria que Seu povo fosse santo (colocado à parte, separado, diferente, único), como Ele é santo. Ele sabia que havia somente duas opções: ser separado e santo ou  estar comprometido com seus vizinhos pagãos e se corromper. Essa é a razão deles terem sido chamados para fora do idólatra Egito e estabelecidos à parte como uma nação única, dedicada a adorar somente a Ele e a viverem de maneira moral. Essa também é a razão porque Ele lhes concedeu leis e restrições para ajudá-los a se tornarem separados – socialmente e espiritualmente – dos povos pagãos que encontrariam em Canaã. Os cristãos também são chamados a serem santos (1 Pe 1:15). Semelhantemente aos israelitas, nós devemos nos manter espiritualmente separados da impiedade do mundo, mesmo vivendo e até esbarrando com não crentes todos os dias. Não é tarefa fácil ser santo em um mundo não santo, mas Deus não nos pede que façamos isso por nossas próprias forças. Através da morte de Seu Filho, Ele irá “apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação” (Cl 1:22, NVI). Life Application Study Bible.



Levítico 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de abril de 2022, 0:45
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“Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que Eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque Eu sou santo” (v.45).

Sem dúvida, este capítulo apresenta um dos assuntos bíblicos mais polêmicos: a diferença entre animais puros e animais imundos. O Senhor fez distinção entre os animais que se podem comer e aqueles que são impróprios para o consumo humano. Quando retornamos ao relato da criação, em Gênesis 1:29, vemos que o plano original do Criador era que o ser humano tivesse uma dieta totalmente vegetariana. Porém, após o dilúvio, não havia vegetação, e o Senhor permitiu que Noé e sua família incluíssem a carne em sua dieta (Gn.9:3). Mas, antes mesmo dos animais entrarem na arca, Deus mesmo fez diferença entre os limpos e os imundos (Gn.7:2). A lei sobre animais limpos ou imundos, portanto, não é uma nova lei, mas um reforço de uma lei que já existia.

Como podemos, hoje, saber se esta lei permanece válida ou não? Digamos que você tenha que se submeter a uma cirurgia. Quais são as carnes que o médico prontamente proíbe na recuperação do pós-cirúrgico? Carne de porco e seus derivados, frutos do mar e peixe de couro. Não é assim? Existe uma lógica em tal prescrição. Estas carnes são potencialmente inflamatórias, e Deus, em Sua infinita sabedoria, já nos tinha deixado orientações para que delas nos abstenhamos. Não são alimento, mas abominação: “Ser-vos-ão, pois, por abominação; da sua carne não comereis e abominareis o seu cadáver” (v.11). A nutrição de Seu povo é importante para Deus, pois como nosso Criador Ele sabe bem como o que comemos tem influência direta sobre a nossa mente.

Assim como o apetite foi usado no Éden para a queda de Adão e sua mulher, Satanás usou da mesma estratégia na primeira tentação de Cristo no deserto: “Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães” (Mt.4:3). A diferença foi que a vitória provisória que o inimigo teve no Éden, não pôde se repetir no deserto da tentação. Ali, o nosso Senhor venceu para que com Ele participemos de Sua vitória. Chegando ao fim de Seu ministério terrestre, Jesus orou por nós e nos deixou a receita da santidade: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). Deus nos deixou a Sua Palavra escrita para que por ela fôssemos santificados. E o fato de o Senhor associar alimentação com santidade nos deixa um recado bem claro, vocês não acham?

Existe um abismo entre a pureza e a impureza; entre a vontade de Deus e a nossa própria vontade. Cristo mesmo disse: “A Minha comida consiste em fazer a vontade dAquele que Me enviou e realizar a Sua obra” (Jo.4:34). Quando desafiamos a vontade de Deus para satisfazer o nosso próprio apetite, estamos maculando o templo do Espírito Santo (1Co.6:19). Mais do que qualquer médico, o Médico dos médicos deseja que você e eu tenhamos vida e vida em abundância (Jo.10:10). A frase que diz que “somos o que comemos” resume bem a nossa meditação de hoje. Esta “máquina” incrível que é o corpo humano pode ter o seu “prazo de validade” prolongado de forma útil se seguirmos as sábias orientações de Deus. A saúde, na verdade, é só um resultado do principal objetivo: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31).

Lembremos de Daniel, que decidiu “firmemente não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Daniel 1:8). E a Bíblia diz que, além dos benefícios físicos, ele e seus três amigos foram considerados “dez vezes mais doutos” do que os outros sábios do reino (Dn.1:20). Percebem, amados? Há uma ligação lógica entre mente e corpo. O Espírito Santo fala conosco através da nossa mente. Logo, um corpo saudável possui uma mente mais clara e mais lúcida, tendo uma melhor conexão com Deus e uma melhor compreensão de Sua vontade.

Diante de nossa realidade de carnes e produtos de origem animal contaminados e causadores de doenças e alergias, creio na mensagem profética para nossos dias de que o retorno à dieta edênica é a melhor escolha a se fazer. Que assim como Daniel e seus amigos, e como o próprio Jesus, o nosso alimento seja fazer a vontade de Deus. Cuidar da saúde também é uma questão espiritual. Mas, cuidado, que a nossa decisão pessoal seja uma bênção para os outros, e não um instrumento de condenação.

Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma” (3Jo.2). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 11 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

LEVÍTICO 11 – A alimentação original para a raça humana era o mais natural possível. O Deus que fez o ser humano para alimentar-se, Se preocupou com a alimentação correta para nutri-lo. No Jardim do Éden, os animais não foram criados para servirem de alimentos. De forma alguma!

Em Gênesis 1:29 “disse Deus: ‘Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzam sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês”.

Após o dilúvio, com a destruição de todas as plantas produtoras de alimentos, Deus liberou alimentação cárnea com extrema restrição a fim de manter vivos os seres humanos que repovoariam a Terra, já cientes da distinção de animais limpos e imundos (Gênesis 7:1-9; 9:3). Em hipótese alguma, o sague deveria ser consumido (Gênesis 9:4), tal imperativo é reiterado no Novo Testamento (Atos 15:19-29). Contudo, muitos alegam que Deus não leva em consideração o que comemos, evidenciando que “o deus deles é o estômago” (Filipenses 3:19).

Quando o povo de Deus saiu do Egito, Deus intentou mostrar que a liberação para comer carne era provisória, temporária até que as plantas voltassem a produzir após o dilúvio. Tanto é que Deus não os alimentou com carne diariamente, mas com o pão da padaria do Céu (Êxodo 16:4-6) –, ainda que pudesse facilmente fazer chover carne em grande quantidade (Êxodo 16:11-13).

Todos nós precisamos das orientações do Criador! Não sendo possível evitar a carne, Levítico 11 apresenta as carnes liberadas para consumo. Mais que saúde, a questão é espiritual; pois a alimentação está vinculada à santidade. É nesse contexto que Deus dá a razão diferenciar carnes limpas das imundas: “Pois eu sou o Senhor, o Deus de vocês; consagrem-se e sejam santos, porque eu sou santo. Não se tornem impuros com qualquer animal que se move rente ao chão” (Levítico 11:44).

Paulo foi enfático naquilo que ingerimos, quando escreveu: “Assim, quer vocês comam, quer bebam… façam tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31). Pedro ou qualquer dos apóstolos não comeu alimentos imundos (Atos 10:14).

Portanto, como membros do povo de Deus, permitamos que a Bíblia seja sempre nossa regra de fé e prática, não nosso paladar. Reavivemo-nos inclusive em nossa alimentação! – Heber Toth Armí.




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