Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de abril de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 13 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 13 by Jeferson Quimelli
26 de abril de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/13

Levítico 13 está repleto de informações extremamente detalhadas sobre como os sacerdotes deveriam determinar se as pessoas com doenças de pele eram limpas ou impuras. Aqueles que eram declarados limpos poderiam se juntar à sua família e comunidade. Ai dos que eram declarados impuros! Eles tinham que viver o resto de suas vidas longe de suas famílias e amigos.

Embora o tratamento daqueles que foram declarados impuros possa parecer draconiano aos leitores atuais, para pessoas sem medicina moderna tais medidas eram necessárias. O processo de quarentena dos pacientes e, em última análise, a exclusão de pessoas com doenças de pele aparentemente infecciosas e intratáveis da comunidade era necessária para preservar os israelitas de serem exterminados, ou pelo menos significativamente reduzidos e enfraquecidos pela doença.

Deus mostra seu amor e preocupação por Seu povo estabelecendo diretrizes para proteger Seu povo contra tal devastação. “O Senhor trabalha continuamente para beneficiar a humanidade. Ele está sempre dando suas bênçãos. ”(Desejado de Todas as Nações, p. 348)

Quando criança, eu não entendia por que meus pais tinham regras rígidas e não me deixavam acordada até tarde. Agora, como mãe, tenho regras semelhantes para os meus filhos, sabendo que, a longo prazo, é para seu benefício e saúde. Às vezes, não entendo as regras de Deus, mas me esforço para confiar nele, sabendo que Ele é meu Pai amoroso e carinhoso.

Heidi Campbell
Professora
Keene High School
Keene, Texas, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/12
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LEVITICO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de abril de 2022, 0:50
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625 palavras

2 lepra. A palavra ocorre muitas vezes nos caps. 13 e 14. v. tb 22.4; Nm 5.2. Trata-se de um grupo de doenças que demonstram defeitos visíveis que serviriam de símbolos apropriados de contaminação – como também no caso do mofo (cf. 47-49). … Os sintomas descritos e o fato de que podem alterar-se rapidamente (v. 6, 26, 27, 32-37), demonstram que essas doenças não eram a hanseníase clássica. Incluem a várias outras doenças, bem como erupções cutâneas sem sequelas graves. A palavra [heb] traduzida por “lepra” pode também significar “mofo” (v. 47; 14:34; e esp 14.57). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A lepra é muitas vezes usada na Bíblia como uma ilustração do pecado porque o pecado é contagioso e destrutivo e leva à separação. Life Application Study Bible.

na sua pele. A lepra era comum no Egito, nos tempos antigos. Sem dúvida, foi lá que Israel teve o primeiro contato com a doença. Deus havia prometido protegê-los contra as doenças do Egito, se eles O obedecessem (Êx 15:26). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 823.

será levado. Se isso acontecesse a uma pessoa, ela deveria seria levada à presença de Arão ou a um dos sacerdotes para ser examinada. A expressão “será levado” implica a relutância natural da pessoa de ir por si mesma, sabendo o que poderia significar para si e para a família o fato de estar contaminado. CBASD, vol. 1, p. 823.

praga de lepra. A palavra “lepra” deriva de uma palavra que significa “golpear”, “castigar”. A lepra era, portanto, “um castigo”. Os judeus consideravam uma pessoa leprosa como alguém castigado por Deus. Em Israel, no passado, a lepra era considerada o mais terrível dos flagelos. Pensava-se ser castigo divino por algum mal praticado. Quem quer que fosse atingido por ela – príncipe ou camponês – era excluído da sociedade e alvo de pouca simpatia ou compaixão, alguém banido. CBASD, vol. 1, p. 823.

ou a um de seus filhos. Não era necessário que o sumo sacerdote fizesse o exame. De acordo com o Talmude, os levitas não podiam ministrar os ritos sacerdotais por causa de imperfeições no corpo, podiam servir como examinadores.

será levado. Se isso acontecesse a uma pessoa, ela deveria seria levada à presença de Arão ou a um dos sacerdotes para ser examinada. A expressão “será levado” implica a relutância natural da pessoa de ir por si mesma, sabendo o que poderia significar para si e para a família o fato de estar contaminado. CBASD, vol. 1, p. 824.

O sacerdote lhe examinará. Ele devia examinar a área infectada, pois podia ou não ser lepra. Havia dois sinais básicos aos quais devia atentar: pelos brancos nas manchas e depressão na pele. Normalmente os judeus têm cabelos escuros ou pretos. Onde se manifestavam os dois indicadores, a pessoa era considerada impura.

será levado. Se isso acontecesse a uma pessoa, ela deveria seria levada à presença de Arão ou a um dos sacerdotes para ser examinada. A expressão “será levado” implica a relutância natural da pessoa de ir por si mesma, sabendo o que poderia significar para si e para a família o fato de estar contaminado. CBASD, vol. 1, p. 824.

11 lepra inveterada (ARA; NVI: “crônica”). CBASD, vol. 1, p. 824.

45, 46 Se fosse realmente leproso, o homem deveria aparecer como quem está de luto, e recluir-se em quarentena, Jó 2.7-8. … Com o desenvolvimento posterior das sinagogas, foram admitidos ao culto num lugar à parte. Entravam no local de culto antes dos demais adoradores, e saíam depois que a congregação deixava o recinto. Bíblia Shedd.

45 As vestes do leproso … serão rasgadas. Um leproso usava roupas de luto e devia agir como se a morte já o tivesse vencido. Rasgar as roupas era um sinal costumeiro de calamidade e profunda tristeza (Jó 1:20; 2:12; Mt 26:65). … O leproso devia morar sozinho, e sob nenhuma circunstância podia entrar na cidade. ele dependia da caridade alheia para viver. CBASD, vol. 1, p. 825.



Levítico 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de abril de 2022, 0:45
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“As vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e os seus cabelos desgrenhados; cobrirá o bigode e clamará: Imundo! Imundo!” (v.45).

De todas as doenças ou pragas que assolavam o mundo daquela época, certamente a lepra era a mais temida. Além de ser incurável, dolorosa e humilhante, privava o doente do convívio social, sendo obrigado a habitar fora do arraial (v.46). Pensando em poupar sofrimentos desnecessários, Deus instituiu que fossem feitos exames minuciosos a fim de que ninguém fosse declarado leproso sem a exata comprovação. Cada caso exigia um exame rigoroso, podendo incluir um período de até 14 dias de reclusão. Como se tratava de uma doença altamente contagiosa, a quarentena protegia a própria família do paciente de ser contaminada pela praga. Caso não fosse confirmada a lepra, “o homem (ou a mulher)” (v.29) podiam retornar à sua casa e atividades normais. Mas caso o sacerdote confirmasse a praga, o leproso era obrigado a submeter-se à condição vexatória de proclamar de longe a sua terrível situação: “Imundo! Imundo!” (v.45).

O leproso mais famoso do Antigo Testamento não foi um filho de Israel. Naamã, o capitão do exército da Síria, sofria com esta enfermidade. Mas apesar de ser um pagão, o Senhor encontrou em Naamã um coração disposto a servi-Lo. E através da menina israelita cativa e do profeta Eliseu, Naamã encontrou o caminho da cura. Ao invés de um confinamento de sete dias, sete mergulhos no rio Jordão foram suficientes para que ele pudesse contemplar o poder de Deus através de sua pele renovada (2Rs.5:14). Jesus também curou muitos leprosos. Na cura dos dez leprosos, por exemplo, Ele ordenou que fossem se apresentar ao sacerdote, porém, ainda no caminho, eles perceberam que estavam diferentes, e ao olharem para a pele limpa como a de uma criança, tiveram a certeza da cura. Todavia, dos dez leprosos curados, apenas um retornou para agradecer a Jesus, “e este era samaritano” (Lc.17:16).

Hoje a lepra ainda existe, mas a conhecemos como hanseníase e, ao contrário daquela época, existe tratamento e cura. Mas, pior do que a lepra física, é a lepra do pecado. O salmista Davi escreveu: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl.51:5). Já nascemos todos contaminados pelo pecado e inevitavelmente condenados à morte. Como a lepra, primeiramente o pecado se mostra pequeno, uma mancha apenas que, a depender de nossas escolhas, pode se espalhar, ou regredir. Assim como no caso de Naamã e do samaritano, Jesus tem buscado Seus verdadeiros adoradores que ainda estão fora do aprisco. Homens e mulheres que estão a definhar pela lepra do pecado e cuja condição é uma sonora declaração ao mundo: “Imundo! Imundo!”, mas que ao se depararem com Cristo Jesus, a Água da Vida, o Purificador de pecados, não gritam mais de sua imundície, mas clamam pela cura: “Jesus, Mestre, compadece-te de nós!” (Lc.17:13).

Os dez leprosos reconheceram em Cristo o antídoto da purificação, o tratamento eficaz e instantâneo. Imediatamente ficaram livres da mazela que os afligia. O que antes os matava passou a ser uma vaga lembrança, e o corpo saudável, a linda e miraculosa manifestação do poder que só o Senhor possui. Essa ilustração não nos remete a uma cena que muito em breve ocorrerá? “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21:4). O Rei vem vindo! Ele vem para dar fim uma vez por todas à morte. Em Sua morte e ressurreição, Cristo nos proveu a cura para o pecado. Todo o mal já não mais existirá e, num piscar de olhos, receberemos um corpo completamente saudável e perfeito: “E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória” (1Co.15:54).

Muito em breve nossa tristeza se converterá em alegria e, como Naamã e o samaritano que receberam a restauração, exultaremos no Deus de nossa salvação! “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, purificados pelo sangue de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 13 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de abril de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 13 – Deus preza pelo cuidado da saúde, e orienta quanto às doenças de Seu povo. Ele é Deus, mas age como um Médico por excelência.

Observe atentamente que “o nascimento de criança (cap. 12) era algo saudável. Já os cap. 13 e 14 falam da impureza resultante de doenças na pele ou de infecções semelhantes ao mofo em roupas e fungo em casas. Tais condições têm aparência de decomposição, por isso eram associadas à morte (comparar com Nm 12:10-12)”, explica o comentário da Bíblia Andrews.

Deve-se cuidar com enfermidades apresentando carne viva (Levítico 13:9-17), úlceras (Levítico 13:18-23), feridas no couro cabeludo (Levítico 13:29-37), manchas brancas (Levítico 13:38-39), calvície (Levítico 23:40-44). Tudo isso tem a ver com várias enfermidades de pele, como micose, psoríase, sarna, eczema, etc. “Qualquer pessoa com uma doença grave de pele deverá usar roupas rasgadas, deixar o cabelo solto e despenteado, cobrir o lábio superior e gritar: ‘Impuro! Impuro!’. Enquanto a pessoa tiver feridas, continuará ritualmente impura e terá de viver isolada, fora do acampamento” (Levítico 23:45-46).

Roupas com mofo ou fungo perigoso devem ser mostradas ao sacerdote, tal como as doenças anteriormente citadas; o qual examinará e dará o diagnóstico e como proceder (Levítico 13:47-59).

Jesus é o Médico dos médicos ilustrado na figura do sacerdote. Contudo, Ele não apenas examinava as doenças, Ele as curava. “Durante Seu ministério, Jesus dedicou mais tempo a curar os enfermos do que a pregar”. Contudo, “Jesus não Se satisfazia em atrair a atenção para Si mesmo unicamente como um operador de maravilhas, ou alguém que curasse as doenças do corpo. Queria atrair as pessoas a Si como seu Salvador” declarou Ellen White (CBV, p. 19, 31).

Todavia, infelizmente “milhões e milhões de seres humanos, em enfermidades, ignorância e pecado, jamais ouviram sequer falar no amor de Cristo por eles”. E, consequentemente desconhecem Seus benefícios deixados à disposição para curar doenças: “Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino – eis os verdadeiros remédios” (CBV, p. 104, 127).

É tão importante levantar cedo, abrir portas e janelas para que o ar fresco e o sol entrem em nosso lar destruindo mofo e fungos que prejudicam nossa saúde, tanto quanto, orar, respirar, exercitar-se e alimentar-se corretamente! – Heber Toth Armí.




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