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EFÉSIOS 3 – O apóstolo Paulo revela mistérios espirituais. Se você almeja conhecê-los, leia Efésios 3 inteiro; depois, reflita nas seguintes observações:
• Por mais inteligente que sejas, não dá para saber o que acontece no Céu, muito menos na mente de Deus; contudo, aqueles que reconhecem suas limitações encontram acessibilidade a estes mistérios na revelação de Deus (vs. 1-3). A Bíblia contém o segredo/mistério de Deus revelado.
• O mais simples e humilde cristão terá compreensão de mistérios que aqueles que ignoram Deus e a Bíblia jamais obterão, ainda que tenha títulos acadêmicos renomados (vs. 4-6). Este mistério é: pessoas do mundo inteiro podem participar ativamente do plano de salvação desenvolvido por Deus.
• Por mais cultas que sejam as pessoas, o evangelho só pode ser conhecido mediante instrumentos (profetas/apóstolos) usados por Deus para transmiti-lo; do contrário, teria permanecido oculto a nós (vs. 7-12). Agora o evangelho descortinado por estas instrumentalidades deve ser anunciado/proclamado pela Igreja Cristã espalhada pelo mundo.
• Por mais espiritual que seja o cristão, revelar/proclamar os mistérios de Deus nunca será tarefa fácil; contudo, com Deus jamais será impossível. Nenhuma tribulação deve desfalecer o cristão; mas através da oração e intercessão o fortalecerão (vs. 13-14).
• Aqueles que aceitam o mistério de Deus devem passar da imaturidade à maturidade. Cristãos verdadeiros se recusam viver a fé superficialmente (vs. 14-21). Como Paulo, cristãos maduros anseiam o amadurecimento de outros na pura essência do Evangelho: Cheios da plenitude de Deus!
Os versículos 14-21 são considerados por Peter T. O’Brien “a intercessão de Paulo por poder, amor e maturidade espiritual”. Dividindo-a em duas partes:
1. Oração pedindo poder, amor e maturidade (vs. 14-19);
2. Doxologia a Deus que pode fazer mais do que pedimos ou imaginamos (vs. 20-21).
William Hendriksen observa: “O apóstolo ora para que os leitores possam concentrar-se tão intensamente e de maneira tão exaustiva na intensidade e glória do amor de Cristo, que cheguem à compreensão de que este amor sempre excede o conhecimento”.
Devemos aprofundar-nos na revelação divina! Crentes devem deixar assuntos periféricos, focar no amor que excede todo entendimento, e proclamá-lo a tantos carentes espalhados pelo mundo!
Procure encher-se da plenitude de Deus, e assim trilhar o caminho do pleno reavivamento espiritual! Ajude outras pessoas a obterem a experiência da plenitude de Deus! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 2 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EFÉSIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ef/2
“Mas Deus …” (v. 4 ARA). Essas duas palavras devem ser as palavras mais cheias de esperança que a humanidade conhece. Nos versos 1-10 Paulo descreve o passado sombrio dos que o liam ou ouviam. Compartilham o infortúnio de toda a humanidade que se pôs num caminho de rebelião contra Deus e tiveram suas vidas dominadas pelo pecado e por Satanás (vs. 1-3).
“Mas Deus…” interveio. E o que Deus fez por eles e por nós? 1) Ele nos ressuscitou com Cristo – a ressurreição de Cristo é a nossa ressurreição; 2) Ele nos fez ascender com Cristo – a ascensão de Cristo é a nossa ascensão; 3) No céu, ele nos fez assentar com Cristo – a coroação de Cristo é a nossa própria coroação (vs. 4-7). Nós não somos meros espectadores dos eventos palpitantes da vida de Cristo! Deus realiza essas fabulosas ações não por causa de qualquer mérito nosso, mas por causa do Seu amor (vs. 8-9) o qual nos habilita a viver em solidariedade com Jesus e praticar “boas obras” (v. 10).
Enquanto os versos 1-10 ensinam que devemos viver em solidariedade com Jesus, os versos 11-22 ensinam que devemos viver em solidariedade uns com os outros como parte da igreja de Jesus. Através da graça de Deus você tem o privilégio de viver este dia em solidariedade com Jesus e seus companheiros de fé.
John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1345
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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EFÉSIOS 2 – A igreja é uma instituição divina, mas não é perfeita. Seu dono (e líder) é perfeito, mas seus membros são imperfeitos. A igreja é o lugar de doentes espirituais, assim como os hospitais. A igreja não é o lar dos doentes, mas o lugar onde eles precisam passar.
A igreja é o lugar onde levamos nossas mazelas, angústias e frustrações com a vida, com a família, com a economia, com a política, com a medicina, enfim, frustrações com nossas lutas visando nos salvar, mas sem conseguir. Também é onde refrigeramos nossa alma aflita de tanto perambular pelos desertos áridos da vida.
A igreja é a antessala do Céu, em que nos preparamos física, mental, emocional e espiritualmente para entrar na própria morada de Deus. Desta forma, em seu ambiente, o cansado encontra esperança, o desesperado recebe salvação e o destruído experimenta a restauração.
Pena que muitos valorizam mais o trabalho que a igreja, se preparam mais para o sucesso mundano do que para o sucesso espiritual, fazem mais cursos para ampliar suas habilidades profissionais do que para desenvolver seus dons espirituais.
Após esta reflexão, observe os pontos do capítulo em questão. Em Cristo…
• …Deus nos ressuscitou da morte causada pelo pecado; a ressurreição do Filho de Deus garante a ressurreição do filho da desobediência/ira que crê no evangelho (vs. 1-2);
• …somos elevados de nossas mazelas e podridão de vida e baixeza moral para junto de Cristo; assim, de filhos rebeldes, desgraçados no pecado, somos restaurados pela rica misericórdia e amor de Deus (vs. 3-7);
• …não somos preguiçosos, inativos. Deus opera, e nós reagimos. Diferentemente de outrora, agora praticamos boas obras devido à operação da graça alcançada mediante a fé, nunca mediante as obras meritórias e humanas (vs. 8-10);
• …o corpo de crentes forma a igreja verdadeira na Terra, a qual é composta de pessoas de todas as nações. Pois todos foram contemplados no sacrifício de Cristo e nEle o crente é reconciliado com Deus, unindo-se sobrenaturalmente a outros crentes através do Espírito Santo (vs. 11-18);
• …mediante Sua Palavra, Deus reconstrói o ser humano, elevando-o a um padrão muito além de qualquer padrão mundano: Torna-se habitação da Trindade, família de Deus e cidadão do Céu (vs. 19-22).
Temos importantíssimas razões para avivar-nos! Compartilhe-as! – Heber Toth Armí.
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“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (v.8).
O papel da graça é apresentado em seu mais intrínseco significado: Jesus nos deu vida quando estávamos mortos em nossos pecados (v.1). Talvez a visão do profeta Ezequiel em um vale de ossos secos nos ajude a entender melhor o trabalho divino no homem. Ezequiel viu um vale com um grande número de ossos ressecados e lhe foi ordenado profetizar a eles. Foi enquanto profetizava que os ossos começaram a bater uns nos outros “e se ajuntavam, cada osso ao seu osso” (Ez.37:7); cresceram os tendões, as carnes e a pele os revestiu. Ezequiel continuou profetizando até que “o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso” (Ez.37:10; também leia Jó 27:3). Essa visão representava o que Deus faria à nação de Israel, tirando-a de uma situação sem esperança para a promessa de uma vida em abundância: “Porei em vós o Meu Espírito, e vivereis” (Ez.37:14).
Paulo buscou reforçar a mesma ideia da visão. Segundo a Escritura, a morte é um estado de inconsciência (Ec.9:5, 10; Jo.11:11). Jó declarou: “Mas, se eu aguardo já a sepultura por minha cama; se nas trevas estendo a minha cama […] juntamente no pó teremos descanso” (Jó 17:13 e 16). Portanto, a morte é comparada ao sono. Fora de Cristo vivemos em um estado de inconsciência, como mortos ou adormecidos espiritualmente. O termo “filhos da desobediência” (v.2) deixa claro que temos um papel a desempenhar para não incorrermos em fazer parte deste grupo, mas este papel só faz sentido e só tem eficácia se for o resultado da salvação, “as boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (v.10). É quando o Espírito age no homem que a obediência se torna um resultado inevitável: “Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis” (Ez.36:27).
Primeiro o Senhor nos salva e liberta por Sua graça, e só então nos apresenta o corpo de leis que, se obedecido, nos preserva em Sua justiça. Se você já experimentou a conversão através de um encontro pessoal com Cristo sabe bem do que estou falando e do que se trata este capítulo. Jesus me encontrou num momento crucial da minha vida. Quando eu andava “segundo as inclinações […] da carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (v.3), Ele me encontrou e me amou. Eu fui ressuscitada com Cristo, pois estava morta em meus “delitos e pecados” (v.1). Eu não pedi para ser encontrada. Na verdade, não fazia ideia de que estava perdida. “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que [me] amou […]” me “deu vida juntamente com Cristo” — pela graça eu fui salva! (v.5).
Hoje eu posso afirmar que, como resultado da graça e da obra do Espírito Santo, o meu “prazer está na lei do Senhor” (Sl.1:2). Quando permitimos que o Espírito Santo atue em nossa vida, a nossa alegria está em fazer a vontade de Deus. É por isso que o verdadeiro adorador não se gloria no que faz, mas se regozija pelo que Deus realiza nele. Ao olharmos para a cruz precisamos enxergar Aquele que não veio abolir os mandamentos de Seu Pai, mas abolir “a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (v.15), as leis cerimoniais que nada mais eram do que as leis que regiam o serviço do santuário terrestre. Mas as dez palavras divinas, que Deus escreveu com o próprio dedo (Êx.31:18) são eternas e servem como espelho para todos os que verdadeiramente desejam viver vida piedosa em Deus.
Amados, “sois da família de Deus” (v.19), “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (v.20). Antigo e Novo Testamentos, fundamento dos profetas e dos apóstolos, compõem a nossa única regra de fé e prática. A vida de Jesus deveria ser o bastante para entendermos esse assunto de uma vez por todas. Sua vida de altruísmo, abnegação e obediência foi a trombeta de Deus naquele tempo e permanece ainda hoje, quando vivemos na iminência de Sua gloriosa volta. Como o sábio que constrói a sua casa sobre a Rocha, todo aquele “que ouve” as palavras de Jesus “e as pratica” (Mt.7:24) jamais será abalado. Permanecem “como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre” (Sl.125:1).
Diz a palavra inspirada: “Aqueles que têm genuíno amor a Deus manifestarão um intenso desejo de conhecer Sua vontade e executá-la. […] Não é somente privilégio, mas dever de todo cristão manter íntima união com Cristo e ter uma rica experiência nas coisas de Deus. Então sua vida será frutífera em boas obras. Disse Cristo: ‘Nisto é glorificado o Meu Pai: que vocês deem muito fruto’“ (Jo.15:8; Ellen G. White, Santificação, CPB, p.81 e 84). Que nossa vida possa crescer como “santuário dedicado ao Senhor” (v.21), “sendo edificados para habitação de Deus no Espírito” (v.22). Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, edificados sobre a Rocha!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Efésios2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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622 palavras
1 Mortos. O ser humano sofre algo mais do que desajustes sociais ou incômodos complexos. O seu estado é de morte espiritual. A situação de degradação humana é parecida com a morte física. Na morte, falta o princípio da vida, essencial ao crescimento e à disposição, e esta é precisamente a condição dos espiritualmente mortos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1115.
Do ar. Provavelmente, significando os céus atmosféricos. A expressão pode destacar o fato de que os seres demoníacos são invisíveis e habitam o ar que rodeia o planeta. CBASD, vol. 6, p. 1115.
8. Pela graça […] mediante a fé. E a graça da parte de Deus e a fé da parte dos seres humanos. A fé aceita o dom de Deus. Somos salvos quando confiamos em Cristo e nos entregamos a Ele. A fé não é a causa da salvação, mas apenas o meio. CBASD, vol. 6, p. 1117.
12 Sem Cristo. Ou, “longe de Cristo”, separados dEle. Paulo não condena os gentios, apenas diz que, como estavam desconectados do Messias, careciam da fonte do poder regenerador. “Sem Cristo” é a antítese trágica da expressão tema repetida muitas vezes: “em Cristo”. CBASD, vol. 6, p. 1118.
14 De ambos fez um. Assim, já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre (GI 3:28). CBASD, vol. 6, p. 1118.
Parede da separação. Literalmente, “parede divisória do muro”. A imagem pode ter sido tomada da barreira que no templo separava o átrio dos gentios do pátio dos judeus. Além desse limite, nenhum gentio se atrevia a passar. CBASD, vol. 6, p. 1119.
15 Aboliu. Do gr. katargeõ, “cancelar”, “tornar nula e sem efeito”. Este verbo é utilizado em referência à figueira infrutífera que “ocupava inutilmente” (katargeõ) a terra (Lc 13:7) e também para a incredulidade que “torna nula” a fidelidade de Deus (Rm 3:3). CBASD, vol. 6, p. 1119.
Lei dos mandamentos. Geralmente, considera-se que se refere à lei cerimonial. É verdade que a lei cerimonial chegou ao fim na cruz, mas se deve lembrar que o sistema cerimonial, como Deus o deu, não se destinava a criar a inimizade que Paulo descreve nesta passagem. Foram a interpretação que os judeus lhe acrescentaram, as adições que lhe fizeram e as atitudes exclusivistas e hostis que adotaram, como resultado, que se tornaram a base da hostilidade. Os regulamentos adicionais, juntamente com as interpretações envolvidas, serviram para modificar a força e a função dos mandamentos originais ou então para anulá-los. O judaísmo, com seu sistema intrincado de mandamentos e decretos, perdera sua eficácia. Ao aceitar a Cristo e tendo sido removida essa barreira, os gentios, que estavam “longe”, foram “aproximados”. Porém, o término do sistema cerimonial judaico não significou a revogação de todas as leis que Deus havia dado aos judeus. A lei cerimonial, que apontava para Cristo, naturalmente, chegou ao fim quando Cristo cumpriu seus tipos. A lei civil judaica já havia se tornado sem efeito em grande parte com a perda da soberania nacional. Mas os preceitos morais, que são uma transcrição do caráter de Deus, são tão eternos quanto o é o próprio Senhor, e não podem ser revogados. Em todos os seus ensinos sobre o fim do sistema legal judaico, Paulo enfatizou que a lei moral não foi revogada (Rm 3:31). Falando do fim da circuncisão, Paulo teve o cuidado de acrescentar, “mas o que vale é guardar as ordenanças de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 1119 e 1120.
22 Sendo edificados. Ou, “sendo construídos em conjunto”, indicando um processo contínuo, quando novos acréscimos são feitos à igreja. CBASD, vol. 6, p. 1122.
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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 1 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EFÉSIOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ef/1
“… Quão tremendo é o poder disponível a nós que acreditamos em Deus. Esse poder é o mesmo poder divino que foi demonstrado em Cristo quando este ressuscitou dos mortos … ” (Efésios 1:19, 20 Phillips – tradução livre).
Os seres humanos ficam impressionados com o poder. Queremos ver espetáculos eletrizantes e demonstrações de grande energia! Amamos competir! Queremos saber “Quem é o maior”!
Ressuscitar alguém – dar vida aos mortos – está fora da nossa esfera. Também está fora da esfera humana dar vida ao pó por meio de um sopro, transformando o pó em um ser vivo. Deus pode fazer essas coisas porque Ele é o EU SOU, a Fonte da Existência.
Deus oferece parceria a cada ser humano que reconhece sua necessidade e renuncia a sua auto-suficiência enganosa. “A sujeição a Deus é restauração do próprio ser — da verdadeira glória e dignidade do homem” (O Desejado de Todas as Nações, 329). O segredo do sucesso é a cooperação com Deus, é trabalhar juntamente com Deus, fortalecido pelo Espírito que habita em nós. Conectados com Deus como um ramo se une a uma videira, somos capazes de viver uma vida em harmonia com a Sua vida! Então, a grandeza do serviço, o poder do amor, será a marca registrada da nossa própria vida, e nós seremos o maior milagre: uma vida transformada à Sua imagem. Esta obra é resultado do mesmo poder que fez o primeiro homem e ressuscitou a Cristo dentre os mortos!
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1344
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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457 palavras
1 Vontade de Deus. Paulo não estava tentando aumentar sua autoridade pessoal, mas expressar um claro sentido de vocação e obrigação. Seu chamado procedia diretamente de Deus (Gl 1:15, 16). A firme convicção dele a este respeito era o segredo de seu poderoso ministério, de sua vida cristã consagrada e fonte de sua coragem e fé em meio ao sofrimento. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1105.
5 Beneplácito. Do gr. eudokia, “boa vontade”. Frases como “beneplácito de Sua vontade”, que combinam dois termos abstratos sinônimos, são características do estilo de Efésios. Foi da vontade de Deus elaborar e pôr em funcionamento o plano da salvação, pelo qual todos os que têm fé em Jesus Cristo são adotados como filhos na família de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1107.
11 Feitos herança. Ou, “fomos escolhidos”. Todos os crentes já estão na posse da herança mediante a promessa. A herança do cristão lhe vem como direito pela adoção mencionada no v. 5. Essa herança está em Cristo, que o comprou com Seu sangue. CBASD, vol. 6, p. 1109.
20 Direita. A mão direita é a posição de autoridade. A ideia de que Cristo compartilha Sua autoridade com o Pai está exposta em outras passagens (Jo 1:1; 17:5; At 7:55; Ap 3:21). CBASD, vol. 6, p. 1113.
21 Todo principado […] e domínio. Geralmente se entende que esta enumeração se refere aos poderes angelicais, tanto bons como maus. Cristo é superior a todos os poderes celestiais e terrestres. Ele é o Senhor soberano, com autoridade suprema e universal. Paulo sempre quer deixar claro que Cristo não deve ser considerado como uma divindade subordinada, um conceito que podia ser facilmente aceito, tendo em vista a crescente influência da heresia gnóstica. Ele utiliza termos frequentes nos ensinamentos judaicos daquela época e estabelece a verdade de que Cristo está acima de todos os outros seres, não importa qual seja Sua hierarquia suposta ou real. CBASD, vol. 6, p. 1113.
22 Cabeça sobre todas as coisas. Esta relação inclui mais do que governar. Ser “cabeça”, no sentido que se dá nesta epístola, inclui as ideias de união vital e relacionamento. A cabeça é o centro ativo de todas as funções do corpo. Assim Paulo destaca a ideia de unidade, bem ilustrada pela relação vital entre a cabeça e o corpo. CBASD, vol. 6, p. 1113.
23 Seu corpo. Cristo, a cabeça, é a sede de toda a autoridade da igreja. A analogia entre a igreja e o corpo humano é muito própria. Assim como o corpo é um e a igreja é uma só, ambos são compostos de vários membros e cada um deles tem características e funções particulares. Embora exista uma grande diversidade de dons, isso não é impedimento para a associação e cooperação harmoniosas. Na realidade, apenas quando os membros atuam em estreita relação podem desempenhar as funções próprias de cada um. CBASD, vol. 6, p. 1113.
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“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo” (v.3).
A carta de Paulo aos Efésios sintetiza a atuação da graça nas mais importantes esferas: individual, eclesiástica e familiar. Certo da fé e do amor operantes naquela comunidade cristã, o apóstolo os exortou a perseverar nesse sentido. Por meio de Cristo, “pelo Seu sangue” (v.7), Deus opera a salvação na vida dos que são “selados com o Santo Espírito da promessa” (v.13). A Trindade trabalha a fim de nos salvar “segundo o beneplácito de Sua vontade” (v.5). Deus nos escolheu “antes da fundação do mundo” (v.4) “para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo” (v.5). NEle, “temos a redenção” e “a remissão dos pecados” (v.7). E o Espírito Santo nos concede o poder “a fim de sermos para louvor” da glória de Deus (v.12), como fiéis testemunhas de Jesus.
O conhecimento prático de Deus é obtido a partir do relacionamento pessoal que entretemos diariamente com Ele. É através da comunhão que recebemos o selo diário de aprovação do Espírito, que nos exorta, corrige, educa e confirma pela autoridade de Sua Palavra. Todos os dias estamos na mira dos ataques letais de Satanás. E nossas escolhas definem o impacto do conflito e se passaremos por ele vitoriosos. E não há escola mais eficaz em seus métodos do que a escola de Cristo. Ele não somente morreu por nossos pecados, como também viveu nesta Terra andando entre os homens como o único que jamais pecou e que nos deixou o perfeito exemplo a ser seguido.
Através de Cristo Deus nos revelou “o mistério da Sua vontade” (v.9). A vida de Jesus é exatamente o que Deus espera que Seus filhos busquem imitar. Mas isso não acontece por desejo e capricho do homem e nem é obra de um dia ou de uma experiência. É um processo contínuo e diário que envolve a renúncia do eu e a entrega do coração. Como aponta Ellen White, da seguinte forma: “Cristianismo pressupõe uma reforma do coração. O que Cristo opera no interior, será manifesto no exterior sob os ditames de um intelecto convertido. O plano de iniciar pelo exterior e procurar operar interiormente, tem sempre falhado e falhará sempre” (Ellen G. White, Temperança, CPB, p.102). Ou seja, tentar cobrir a nudez de nossos pecados com as folhas de figueira de nossa justiça jamais satisfará os reclamos da justiça divina. Mas, “iluminados os olhos do [nosso] coração” (v.18), o que acontece fora dele torna-se um resultado inevitável.
A nossa união com Cristo deve ser uma bênção a crentes e descrentes. “Deus derramou abundantemente sobre nós em toda a sabedoria e prudência” (v.8), “a riqueza da Sua graça” (v.7). Quanto mais nos esvaziarmos de nós mesmos, mais seremos cheios “dAquele que a tudo enche em todas as coisas” (v.23). E quanto anseia Cristo habitar em nossa vida e nos acompanhar passo a passo em nossa jornada! Ele nos chamou “para sermos santos e irrepreensíveis perante Ele; e em amor nos predestinou para Ele” (v.4-5). Não significa dizer que Deus escolheu uns para a salvação e outros para a perdição. Ele simplesmente conhece o fim desde o princípio, mas ainda assim luta por cada ser humano enquanto há vida. O infinito amor do Criador é a “matéria-prima” que transformará este mundo escuro no nosso perfeito lar eterno. E você e eu, definitivamente, somos o alvo desse puro e santo amor. Coloque-se, hoje, na mira de Deus, e Aquele que está à direita de Deus, “nos lugares celestiais” (v.20) irá te selar “com o Santo Espírito da promessa, o qual é o penhor da nossa herança, até ao resgate da Sua propriedade, em louvor da Sua glória” (v.13-14). Vigiemos e oremos!
Bom dia, selados com o Espírito Santo!
* O irmão Adriano vem apresentando melhoras a cada dia. Deus seja louvado! Perseveremos na oração.
Rosana Garcia Barros
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Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100