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FILIPENSES 1 – Precisamos de líderes eclesiásticos que tiram os olhos das coisas materiais para fixá-los nas coisas espirituais; pois os crentes do presente precisam dos mesmos ensinamentos que os crentes do passado.
Nesta carta aos crentes de Filipo, “Paulo queria que eles fossem frutíferos na compreensão espiritual rica e profunda, de modo que permanecessem irrepreensíveis até o dia de Cristo. Esse dia será uma ocasião de julgamento das obras dos crentes, quando o Senhor se manifestar e a fidelidade deles for recompensada” (David S. Dockery).
Após a saudação (vs. 1-2), temos três tópicos no capítulo em questão, conforme apresentado por William MacDonald:
• Ação de graças e oração de Paulo em favor dos crentes (vs. 3-14);
• As glórias de Cristo, Cabeça da Igreja (vs. 15-23);
• O ministério confiado a Paulo (vs. 24-29).
A amizade cristã é uma das ênfases no primeiro capítulo da epístola. Gene Getz, comentando-o, destaca que: “Os relacionamentos humanos não acontecem simplesmente – nem mesmo em Cristo. Devem ser cultivados e mantidos cuidadosamente. Por exemplo, os filipenses faziam tudo para expressar seu amor em Cristo por Paulo. Conservaram abertas as linhas de comunicação. Paulo, por sua vez, fazia o mesmo”.
Os versículos 20-26 oferecem uma mensagem pouco percebida por aqueles que pouco estudam ou apenas leem superficialmente o texto sagrado. Destaco os seguintes pontos:
1. Cristãos verdadeiros têm como alvo diário engrandecer a Cristo na vida e na morte, não importa a situação (v. 20).
2. Desafios na existência cristã são tão grandes que, no sofrimento, o desejo de estar com Cristo no Céu é muito maior que viver ou morrer numa sociedade tão insana (vs. 21-23):
• O viver é Cristo, mas neste mundo até Cristo sofreu;
• O morrer é lucro, porque repousa até a ressurreição;
• Por isso, mais do que viver ou morrer por Cristo, melhor mesmo é ascender aos Céus para estar com Cristo.
3. Ainda que seja melhor estar no Céu em vez de viver numa sociedade opressora, servos de Deus estão dispostos a influenciar pessoas para Cristo até o dia de Seu advento (vs. 24-26).
A esperança do cristão não é morrer. A morte é salário do pecado (Romanos 6:23), nunca poderia ser caminho para o Céu. O caminho para o Céu é uma existência vivida em Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EFÉSIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ef/6
Em Efésios Paulo já havia descrito a igreja como o corpo de Cristo (1:22-23; 4:11-16), o templo de Deus (2:19-22), e a noiva/esposa de Cristo (5:21-33). Em Efésios 6:10-20, Paulo retrata a igreja como o exército de Deus e apresenta um vigoroso convite às armas. É uma passagem que oferece muitos benefícios e corre o risco de ser mal interpretada.
Podemos interpretar mal as palavras de Paulo como um chamado para pegarmos em armas contra nossos inimigos ou para sermos combativos em nossos relacionamentos com os outros. Mas Paulo ao longo da carta enfatizou a unidade, as palavras edificantes e a ternura (4:25-5:2). E ele descreve as boas novas de Deus como “o evangelho da paz” (v. 15). Por meio desta vívida metáfora militar, a igreja não é exortada a ir à guerra no sentido tradicional. Em vez disso, na batalha espiritual contra o mal, devemos promover a paz.
Paulo entra no campo de batalha do grande conflito e nos convida para nos alistarmos no exército de Deus. Não precisamos ser intimidados por nossos inimigos. Deus está presente conosco na batalha (v. 10) e nos forneceu o melhor armamento, Sua própria armadura, a “armadura de Deus”.
Que Deus o abençoe ao você se alistar no Seu exército e tornar-se um promotor da paz!
John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1349
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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768 palavras
1 Filhos. O apóstolo faz uma transição natural de maridos e esposas para filhos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1154.
Obedecei. Isto é mais forte do que a palavra “sujeitai-vos”, que é usada para expressar a relação da mulher para com o marido (Ef 5:22), e indica uma relação diferente. Em toda a Escritura, a desobediência aos pais é tratada como um dos piores males (Rm 1:30; 2Tm 3:2). A obediência por parte dos filhos é razoável e justa. O bebê, ao nascer, é o mais indefeso de todos os seres e, durante anos, depende completamente do amor e ternura dos pais. Não pode haver vida em uma família sem a obediência dos filhos, pois a criança não é competente para julgar o motivo de certas formas de ação. Ainda mais importante, a criança desobediente aos pais certamente será desobediente a Deus, pois não conhece as disciplinas e restrições essenciais ao crescimento cristão. A palavra “obediência” não soa agradável aos ouvidos modernos, mas os que se ressentem dela como uma “imposição” devem assumir sua parcela de culpa pelo alarmante aumento da delinquência juvenil nos últimos tempos. CBASD, vol. 6, p. 1154.
4 Pais. O termo pode ser usado,genericamente para incluir pais e mães. No entanto, a primeira responsabilidade para a disciplina geralmente recai sobre o pai e, além disso, os pais com frequência precisam seguir esse conselho mais do que as mães. Às vezes, as mães tendem a ser indulgentes, e os pais, à severidade. CBASD, vol. 6, p. 1155.
Não provoqueis. Este conselho negativo é essencial para que a necessária obediência dos filhos se apoie em uma base moral. A passagem paralela de Colossenses dá o motivo para esta exortação: “Para que não fiquem desanimados” (Cl 3:21). A presente condição de baixa autoridade paterna, por vezes, se origina de posturas injustas e irritantes, até mesmo brutais cometidas pelos pais sobre os filhos, especialmente os indesejáveis. Muitas vezes, os filhos são considerados “perturbadores da paz” do lar, um aborrecimento. Outra causa comum de ressentimentos entre os filhos são as exigências caprichosas e incoerentes de alguns pais. Até mesmo obediência exterior é obtida por meios violentos, à custa da honra e do respeito. CBASD, vol. 6, p. 1155.
Admoestação. Do gr. nouthesia, “colocar na mente”. Esta palavra implica instrução ou disciplina que se transmite por meio da palavra, em forma de advertência. A admoestação ou conselho incentiva a criança quando está correta e avisa quando procede de forma errada. Tem sido seriamente sugerido por alguns educadores que a criança deve ser deixada para formar suas próprias ideias e convicções religiosas, uma vez que é injusto impor a religião a ela quando está despreparada para pensar por si mesma. Este raciocínio é enganoso, pois é impossível a uma criança crescer sem nenhum tipo de convicção religiosa. Se os pais ou responsáveis não instruírem seus filhos na verdade, alguém vai instruí-los no erro. Não há neutralidade nessa questão. CBASD, vol. 6, p. 1156.
8 Certos. O escravo pode ter a certeza de que sua vida e seus atos são observados pela Providência, e que as recompensas que sobrevêm a outros também serão suas. As grandes promessas de ordem espiritual são para todos os crentes. CBASD, vol. 6, p. 1157.
11 Revesti-vos. Paulo usa frequentemente a figura de “revestir-se”. Aqui, refere-se a colocar a armadura que protege o cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.
Toda a armadura. Do gr. panóplia, “armadura completa”. A armadura é de Deus, porque Ele é o único que fornece cada equipamento em particular (Ef 6:14-17). O cristão é convidado a se revestir dela e lutar bravamente na batalha. Aquele que fez a armadura garante sua eficácia. CBASD, vol. 6, p. 1159.
Do diabo. Do gr. diabolos. Se o conflito fosse apenas com seres humanos, a necessidade da armadura não seria tão evidente, mas é preciso enfrentar as artimanhas e astúcias do diabo. As tentações que Cristo sofreu revelam as sutilezas dos métodos do diabo, sempre dirigidos para os pontos mais frágeis da pessoa. É muito mais fácil lidar com a hostilidade aberta do que com a fraude. A armadura de Deus é planejada para defender contra os ataques cheios de astúcia que, de outra maneira, destruiriam o guerreiro cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.
12 Dominadores deste mundo. Literalmente, “governantes do mundo das trevas deste século”. É evidente que Paulo se refere aos espíritos malignos, que exercem certo grau de autoridade sobre o mundo. CBASD, vol. 6, p. 1159.
22 Console. Paulo sabia o quanto seus leitores estavam preocupados com seu bem-estar e desejava aliviá-los de toda preocupação desnecessária, bem como mostrar-lhes como um cristão pode suportar os sofrimentos com alegria. CBASD, vol. 6, p. 1162.
24 Sinceramente. Literalmente, “em incorruptibilidade”. Em suas palavras finais, Paulo dirige a atenção dos leitores às realidades eternas. CBASD, vol. 6, p. 1163.
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“Revesti-vos de toda a armadura de Deus para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (v.11).
De todos os enganos de Satanás, creio que o mais eficaz tem sido a ideia de que ele não existe, que é apenas uma lenda cômica de um diabinho com um par de chifres e um tridente na mão. Ignorar a sua existência é ignorar a origem do pecado e, consequentemente, o próprio pecado. Ora, se não há pecado não há mal, e se não há mal, tudo se torna relativo. E não havendo pecado e nem mal, qual a necessidade de um Salvador? Compreendem o perigo deste engano? É como estar numa guerra diante do ataque do exército inimigo e simplesmente ignorá-lo. Nenhum ser humano está alheio ao grande conflito cósmico. E ignorar ou negligenciar os ensinos da Bíblia não nos torna neutros na guerra que definirá o nosso destino eterno.
Após destacar o casamento como um símbolo da união entre Cristo e Sua igreja, Paulo reforçou também a importância de um lar cristão bem ordenado; filhos e pais cumprindo seu papel para que a família seja uma bênção para o mundo. E como servos de Cristo, somos chamados a fazer, “de coração, a vontade de Deus” (v.6), ainda que ninguém esteja vendo, “servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens” (v.7). O nosso lar, além de ser um centro de convivência, deve ser também um centro de influência e da verdadeira educação. A Bíblia nos ensina a seguinte escala de prioridades:
1. Deus;
2. Família;
3. Trabalho e as demais coisas.
A prioridade número um podemos encontrar em Deuteronômio 6:5 e em Mateus 6:33. A segunda prioridade, está implícita na firme decisão de Josué, ao declarar: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Como também nas palavras do próprio Paulo, quando afirmou: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus, especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm.5:8). A terceira prioridade, creio que nem podemos denominá-la assim. Creio que o trabalho e as demais coisas devam ser meios pelos quais Deus seja louvado e a família, beneficiada.
Quando seguimos essa sequência, cientes do conflito no qual estamos todos inseridos, somos “fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder” (v.10), tomando toda a Sua armadura, para podermos “resistir no dia mau”, e depois de termos vencido tudo, permanecermos inabaláveis (v.13). Percebam que Paulo não disse para tomarmos metade da armadura de Deus ou uma parte dela, mas toda, e ele reforçou isso duas vezes (v.11 e 13). Cada parte desta indestrutível armadura é indispensável à vida cristã. Analisemos, resumidamente, cada uma delas:
1. Cinto da verdade (v.14): é o que mantém segura a veste do soldado em seu devido lugar. Retire a verdade e você terá uma fé vacilante;
2. Couraça da justiça (v.14): é a proteção de praticamente todo o corpo. É a justiça de Cristo imputada a nós. Utilize a sua justiça própria e você ficará tão frágil quanto um soldado desarmado;
3. Calçado da “preparação do evangelho da paz” (v.15): os soldados devem possuir um calçado adequado e resistente às diversas situações de risco. Nossos pés representam o serviço missionário e o fato de estar calçado, a prontidão em aceitar este chamado. O cristão que recusa esta parte da armadura descobrirá, tarde demais, que não se chega ao Céu sozinho;
4. Escudo da fé (v.16): o escudo protege o soldado contra os ataques inimigos. Da mesma sorte, a fé é o escudo que blinda o cristão não do sofrimento e das tribulações, mas de ser vencido por eles. “Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb.11:6);
5. Capacete da salvação (v.17): assim como o capacete protege o soldado na guerra, a salvação em Cristo Jesus blinda a nossa mente contra as estratégias do Maligno. Não podemos, de forma alguma, permitir que a nossa mente vagueie sem propósito pelas sendas do mal. “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Rm.12:2);
6. Espada do Espírito (v.17): a espada é a única arma ofensiva desta armadura. Como também escreveu Paulo: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes” (Hb.4:12). Ela faz separação entre santo e profano, limpo e imundo, justo e ímpio. Um crente sem o conhecimento das Escrituras é um crente indefeso e presa fácil do inimigo.
Paulo acrescentou algo a mais que deve ser constante em nossa luta contra o mal: a oração. E o verso dezoito reforçou a ordem de Cristo, quando declarou: “Vigiai e orai” (Mt.26:41). Deus está, a cada dia, nos oferecendo a Sua armadura como um privilégio gratuito. Qual tem sido a sua decisão? Não saia para a guerra hoje sem essa santa e eficaz proteção! Ao contrário do que dizem, há sim um inimigo feroz e astuto querendo nos destruir. Portanto, “sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Que no retorno de nosso Senhor Jesus Cristo, façamos parte de Seu exército triunfante, “os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá […] os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro” (Ap.14:4).
“A graça seja com todos que amam sinceramente a nosso Senhor Jesus Cristo” (v.24). Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Efésios6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EFÉSIOS 6 – A batalha entre o bem e o mal é real, e não há meio termo: Ou tomamos o partido do bem ou nos posicionamos ao lado do mal.
O bem está no evangelho, o qual afeta profundamente todos os relacionamentos. A primeira parte do capítulo, baseando-me em Warren Wiersbe, obtemos os seguintes pontos:
1. Filhos cristãos (vs. 1-3):
• São cristãos (“no Senhor”);
• A obediência correta;
• A obediência é ordenada;
• A obediência traz bênçãos.
2. Pais cristãos (v. 4):
• Não deve provocar seus filhos;
• Deve nutri-los;
• Deve discipliná-los;
• Deve instrui-los e incentivá-los.
3. Servos cristãos (vs. 5-8):
• Devem trabalhar como se estivesse servindo a Cristo;
• Fazer um bom trabalho é a vontade de Deus;
• Serão recompensados pelo Senhor.
4. Senhores cristãos (v. 9):
• Deve-se preocupar com o bem-estar de seus funcionários;
• Não deve ameaçá-los;
• Deve sujeitar-se ao Senhor;
• Não deve ter favoritismo.
A batalha espiritual é intensa, quanto mais nos identificamos com Deus. A última parte do último capítulo de Efésios, conforme Hernandes Dias Lopes, oferece-nos os seguintes pontos:
1. O inimigo (vs. 11-13) contra quem lutamos na mais terrível batalha mundial é…
• …invisível;
• …maligno;
• …astuto;
• …persistente;
• …numeroso;
• …oportunista.
2. O equipamento que precisamos para essa batalha (vs. 14-17):
• Cinturão da verdade;
• Couraça da justiça;
• Calçado do evangelho;
• Escudo da fé;
• Capacete da salvação;
• Espada do Espírito.
3. O poder para vencer essa guerra (vs. 10-13): Precisamos…
• …do revestimento do poder de Deus;
• …do revestimento de toda a armadura de Deus;
• …de vigilância constante;
• …estar a postos e não ceder às pressões;
• …continuar atentos mesmo depois de uma vitória consagrada.
4. A energia com a qual devemos lutar essa guerra (vs. 18-20): A oração é o poder para a vitória:
• O tempo da oração: “Orando em todo o tempo”;
• A natureza da oração: “Com toda oração e súplica”;
• A esfera da oração: “No Espírito”;
• A vigilância da oração: “E, para isso mesmo, vigiando”;
• A perseverança da oração: “Com toda perseverança”;
• O alcance da oração: “E súplica por todos os santos, e…”.
5. O encorajamento para lutar essa guerra (vs. 21-24):
• Não estamos sozinhos na batalha;
• Mesmo em guerra, somos o povo mais abençoado do mundo.
Encontramos em Efésios os propósitos de Deus para os cristãos e para a igreja, vamos vivê-los. Lutemos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
O que você achou interessante ao estudar a carta de Efésios?
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EFÉSIOS 5 – Se cremos em Cristo e aceitamos de fato e de verdade Seus preciosos ensinamentos, uma mudança será nitidamente perceptível em nosso comportamento e em nossos relacionamentos.
Estudando o livro de Efésios, nota-se que o alvo de mudança para o cristão é sobre-humano. De fato, a vida cristã é sobrenatural (vs. 1-2). Para que você experimente profundamente a essência da verdadeira religião bíblica determine-se a trocar o tempo dedicado às mídias sociais, filmes, novelas e seriados – que intentam impor comportamentos pagãos em quem os assiste –, pelo que realmente importa para a eternidade. Com oração, reflita hoje, neste pensamento:
“Convido-vos a olhar para o Homem do Calvário. Olhai para Aquele cuja cabeça foi coroada com a coroa de espinhos, que suportou a cruz da ignomínia, que desceu passo a passo o caminho da humilhação. Olhai para Aquele que foi um homem de dores e que sabia o que é padecer, que foi desprezado e rejeitado pelos homens […]. Olhai para o Calvário até que o vosso coração se enterneça diante do maravilhoso amor do Filho de Deus. Ele não deixou nada por fazer para que o homem caído pudesse ser elevado e purificado […]. Oh! Se pudesse vir sobre vós o batismo do Espírito Santo, para que fôsseis imbuídos do Espírito de Deus! Então, dia a dia vos tornaríeis mais semelhantes à imagem de Cristo…” (Ellen G. White).
Completando a argumentação ética-teológica dos capítulos anteriores, o capítulo em pauta ensina, quer gostemos ou não, que verdadeiros cristãos…
1. …Vivem em pleno relacionamento de amor (vs. 1-7);
2. …Agradam a Deus não se deixando influenciar pelos atos dos ímpios (vs. 8-14);
3. …Praticam a sabedoria divina no dia a dia (vs. 15-17);
4. …São capacitados a viver o ideal de Deus quanto mais buscam a plenitude do Espírito Santo (v. 18);
5. …Se unem para adorar a Deus em harmonia, submetendo-se uns aos outros (vs. 19-21);
6. …Praticam a essência do verdadeiro evangelho primeiramente em casa, no mais íntimo dos relacionamentos: O matrimônio (vs. 22-33).
Se o evangelho não funciona em casa, o que parece evangelho na igreja não passa de meras formalidades religiosas que iludem os ignorantes.
Busquemos viver o verdadeiro evangelho. Convertamo-nos realmente ao evangelho bíblico. “Senhor, ajuda-nos!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 5 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EFÉSIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ef/5
Se você ler Efésios 5 isoladamente, perderá a beleza completa de um tema que se move como um fio de ouro. Então comece de novo e leia com atenção Ef 4:32 a 5:2. Como crentes, somos chamados a estabelecer nosso comportamento para com os outros com base no modelo do perdão e da graça de Deus para conosco. Devemos imitar a Deus! (Cf. Mt 5:43-48).
Paulo contrasta este estilo de vida que imita o amor de Deus com o estilo de vida usual, pagão. Em vez de valorizar os outros como irmãos e irmãs da família de Deus, os seres humanos, muitas vezes, usam os outros para seu próprio prazer sexual e depois ainda se gabam disso (vs. 3-4). O apóstolo adverte que essa atitude não tem lugar no novo mundo planejado por Deus (vs. 5-7).
Paulo expande seu tema da imitação do amor de Deus ao aconselhar esposos e esposas cristãos. O amor abnegado de Cristo pela igreja se torna o modelo para os esposos cristãos (vv. 25-33), enquanto a lealdade da igreja para com Cristo se torna o modelo para as esposas cristãs (vv. 22-24). Em vez de usar o dom da sexualidade humana de forma depravada e egoísta, o casal está tão focado em valorizar e apreciar um ao outro que se tornam “uma só carne” (vv. 28-33).
John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1348
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1202 palavras
1-21 Neste texto, Paulo usa o termo “andar” no sentido de “viver” ou “comportar-se”. A passagem contrasta o modo cristão de “andar” ou “viver” com o estilo de vida do descrente. … Podemos sentir a tentação de desanimar, pensando que nunca seremos tão puros e sábios como se exige aqui. Mas, em vez de interpretar a passagem como um padrão intimidador, devemos vê-la com o espírito de ação de graças que Paulo advoga. Agradeça a Deus por estar atuando a fim de imbuir sua vida com a pureza e sabedoria divinas. Bíblia de Estudo Andrews..
1-7 imitadores de Deus. O padrão para o comportamento cristão é excepcionalmente elevado, uma vez que devemos ser imitadores de Deus, espelhando o amor de Cristo por nós (v. 1, 2). Portanto, não nos deve surpreender o fato de o padrão de pureza sexual para os cristãos também ser elevado (v. 3-7). Ao levar uma vida piedosa de amor, os cristãos excluem a luxúria [lascívia, emoção de intenso desejo pelo corpo] de sua vida. Em lugar do linguajar obsceno tão comum, os cristãos praticam “ações de graças” (v. 4). Bíblia de Estudo Andrews.
Uma maneira de imitar a Deus é ter um espírito perdoador (4.32). Também imitamos a nosso Senhor ao Agirmos “como” (v. 2; 4.32) Ele agia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Entregou em sacrifício por nós, quer dizer no nosso lugar. A mesma palavra aparece em Rm 8.32 para descrever o sacrifício do Pai. Bíblia Shedd.
Aroma suave. A mesma frase aparece 40 vezes no Pentateuco (LXX). Enfatiza a aceitabilidade do sacrifício. Bíblia Shedd.
3-4 convém … inconvenientes. Banalizar o relacionamento sexual (“chocarrices”) ou, por outro lado, idolatrá-lo, está em descompasso com a nossa identidade de “santos”. Uma vez que fomos convocados dentre a raça humana (1.4-6) para portar a imagem restaurada de Deus (4.24), podemos aceitar os dons de Deus, inclusive a sexualidade, com ações de graça, e restituí-los ao seu uso apropriado (Pv 5.18-19; 1Tm 4.1-5; Hb 13.4). Bíblia de Genebra.
nem conversas tolas nem gracejos imorais. O contexto, com a palavra “obscenidade”, mostra a impropriedade não do humor em si, mas de piadas sujas e de conversas desse tipo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
ações de graça. Com uma atitude de gratidão por tudo o que Deus nos tem dado, poderemos afastar todos os pensamentos impuros e palavras más. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 idólatra. O cobiçoso deseja certas coisas mais que a Deus …, incorrendo assim na idolatria. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Filhos da desobediência. É um hebraísmo [expressão da língua hebraica] significando pessoas rebeldes diante do apelo do evangelho (cf. 2.2; Cl 3.6). Bíblia Shedd.
participantes com eles. Os cristãos precisam considerar o terrível destino dos não-cristãos e recusar a juntar-se a eles em sua loucura. Bíblia de Genebra.
7 não participem. Embora os cristãos convivam nos relacionamentos sociais com o próximo, como também acontecia com o Senhor Jesus (Lc 5.30-32; 15.1, 2), não devem participar do modo de vida pecaminoso dos incrédulos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 filhos da luz. Este estilo de vida bane a escuridão. Bíblia de Estudo Andrews.
Essa seção acentua o contraste entre a luz e as trevas, demonstrando que os pertencentes ao Senhor, que é “luz” (1Jo 1.5), i.e., puro e verdadeiro, não apenas têm avida iluminada por ele, mas também são o meio de introduzir essa luz nas áreas escuras da conduta humana (cf. Mt 5.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 tu que dormes … mortos. Duas figuras que retratam o pecador (cf. 2.1) Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 insensatos … sábios. Tendo realçado o contraste entre a luz e as trevas, Paulo agora passa ao contraste entre a sabedoria e a insensatez. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 Remindo o tempo. São as mesmas palavras do gr que vêm muito bem traduzidas em Cl 4.5: “Aproveitai as oportunidades”. Bíblia Shedd.
18 não vos embriagueis. O êxtase temporário induzido pelo álcool nunca pode competir com a recompensa duradoura oferecida por uma vida cheia de alegria, sob a inspiração do Espírito. Bíblia de Estudo Andrews.
Não se embriaguem … deixem-se encher pelo Espírito. O tempo presente em grego é usado para mostrar que a plenitude do Espírito Santo não é uma experiência de uma vez por todas. Repetidas vezes, conforme requeira a ocasião, o Espírito reveste de poder para a adoração, para o serviço e para o testemunho. A oposição que há entre estar cheio de vinho e estar cheio do Espírito é evidente. … Quando [Paulo] fala aqui a respeito de deixar-se encher pelo Espírito … refere-se a estar debaixo do controle de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
enchei-vos do Espírito. Quem está cheio do Espírito está cheio de Jesus e da Sua Palavra (Jo 14.16, 26; 16.12-15; 17.17). Bíblia de Genebra.
O contraste entre o vinho e o Espírito. O cristão cheio do Espírito não tem: 1) andar cambaleante (15); 2) dias perdidos (16); 3)mente entorpecida (17); 4) cântico discordante (19). Em contraste, tem um coração repleto de: 1) comunicabilidade; 2) louvor e música (19); 3) gratidão contínua e universal (20), e 4) desejo de servir (21). Bíblia Shedd.
21 Esse versículo de transição conclui uma série de expressões que ilustram o resultado de encher-se do Espírito (vs. 19-21, nota). Independente da classe social a que pertencem, todos os cristãos devem moldar sua conduta na sociedade pela humildade e bondade de Cristo (4.32 – 5.2; cf Lc 22.24-27; Jo 13.14-16). Essa submissão “uns aos outros” é a base para os modelos de autoridade nos diferentes relacionamentos examinados em 5.22 – 6.9. Bíblia de Genebra.
A lista de Paulo contrasta com exemplos extrabíblicos, os quais defendem um tratamento severo para manter a honra do marido, pai e senhor de escravos. … Fica claro que a submissão não se aplica somente às esposas e aos escravos, mas também aos maridos e senhores. Bíblia de Estudo Andrews.
22-32 Paulo ensina que os dois sexos se complementam e que um homem e uma mulher são iguais perante Deus. Bíblia de Genebra.
23 Salvador do corpo. … a Igreja só pode existir em união íntima com Cristo e em submissão total a Ele. Sua vontade fica claramente exposta na Bíblia especialmente no NT. Bíblia Shedd.
como também Cristo. A analogia entre o relacionamento de Cristo com a igreja e o do marido com a mulher é fundamental no trecho inteiro, Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 Maridos. Paulo passa a mostrar que não se trata de sujeição unilateral, mas de um relacionamento recíproco. Bíblia de Estudo NVI Vida.
como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo de entregou por ela. Em parte alguma do Novo Testamento, o amor de Cristo, de auto-sacrifício, é apresentado de forma mais direta a uma relação mais específica como um modelo a ser imitado (cf. v. 2). Bíblia de Genebra.
entregou-se. Entregar-se à morte a favor da amada é manifestação mais extrema de devoção que aquilo que se exige da esposa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 Assim também. O amor sacrificial de Cristo é o exemplo do amor que o marido cristão deve para a Sua esposa. Bíblia Shedd.
Se o marido e a mulher se tornam “uma só carne”, logo, quando o homem ama a esposa, ama aquela que se tornou parte de si. Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 Numa só carne. O mistério da união do homem com a sua mulher é um tipo de união mais alta de Cristo com os Seus num só Corpo ou numa só existência. Bíblia Shedd.
33 O conselho ainda se aplica hoje: o que uma esposa mais deseja é o terno amor de um marido dedicado. Bíblia de Estudo Andrews.