Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de maio de 2021, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Então, disse Jesus a Seus discípulos: Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me” (v.24).

Os líderes judeus estavam constantemente incomodados com a atração do povo por Jesus. A oratória impecável daqueles homens nunca havia reunido tão grandes multidões quanto as que disputavam um lugar mais favorável próximo a Cristo. Era ali, em meio a todos, que eles tentavam arruinar o ministério de Jesus com perguntas maliciosas ou pedidos extravagantes. Suas intenções, no entanto, eram cada vez mais conhecidas do povo através da sabedoria de Cristo, cujas respostas tornavam evidente o objetivo comum dos mestres da Lei. Aqueles que julgavam conhecer as Escrituras não sabiam “discernir os sinais dos tempos” (v.3). Sabiam a letra da Lei e as profecias relativas ao Messias, mas não souberam reconhecê-Lo quando Ele enfim chegou.

O mais incrível de tudo isso é que sinais e milagres nunca foram suficientes para manter a fé de Israel. Desde os prodígios no Egito até os grandes sinais no deserto e a forma sobrenatural com que tantas vezes o Senhor agiu em defesa de Seu povo, não garantiram a perpetuação de gerações de uma “gente sábia e inteligente” (Dt.4:6). Pelo contrário, a fidelidade do povo durava o tempo de vida de um líder fiel, então, tornavam a misturar-se com práticas pagãs e davam as costas ao Senhor. Deus não chamou um povo apenas para se dizer a nação escolhida, mas para que revelasse o Deus que o escolheu. Como as palavras de Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (v.16), não foram ditas por motivação própria, mas divina (v.17), assim deve a igreja de Deus na Terra confessar a Jesus pela revelação do alto, sendo um instrumento edificado sobre este firme fundamento: “E a pedra era Cristo” (1Co.10:4).

Pedro, do grego “petros” significa “pedra pequena”, enquanto a pedra a que Jesus se referiu sobre a qual edificaria a Sua igreja é a palavra grega “petra”, que quer dizer “uma pedra maciça”. Portanto, Cristo não edificaria Sua igreja sobre o fundamento arenoso de um ser humano, mas dEle mesmo, a quem o próprio Pedro se referiu como sendo “a pedra angular” (At.4:11; 1Pe.2:7). Mas da mesma forma com que Pedro foi usado por Deus, sua frágil natureza carnal foi exposta a serviço do inimigo: “Arreda, Satanás! Tu és para Mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens” (v.23). Eis o “fermento dos fariseus e dos saduceus” (v.6) sobre o qual Jesus advertiu os Seus discípulos a não tomar parte; doutrinas enganadoras aparentemente inocentes e revestidas de boas intenções, mas que são contrárias à vontade de Deus com vistas a agradar a vaidade humana.

A religião que muitos têm apresentado como um cristianismo facilitado não condiz com o evangelho de Cristo, que diz: “tome a sua cruz e siga-Me” (v.24). Esconder-se atrás de uma capa de santidade ou se expor como um cristão descolado são extremos que em nada se alinham à Palavra de Deus. Jesus não foi perseguido por transgredir as Escrituras, mas por não compactuar com as leis e tradições humanas que dificultavam a nação de ter seus olhos abertos para o verdadeiro evangelho. Há um conflito virtual acontecendo enquanto milhares têm descido à sepultura para a morte eterna. Chega, meus irmãos! É hora de despertar! Como Jesus, necessitamos da sabedoria do Espírito Santo para não nos determos em “discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a Lei; porque não têm utilidade e são fúteis” (Tt.3:9). Se tivermos de falar, falemos o que for necessário, mas, como Cristo, sem perder tempo: “E, deixando-os, retirou-Se” (v.4).

É tempo de olhar para Jesus e entender qual será o povo a quem Ele virá buscar: “Porque tive fome, e Me destes de comer; tive sede, e Me destes de beber; era forasteiro, e Me hospedastes; estava nu, e Me vestistes; enfermo, e Me visitastes; preso, e fostes ver-Me” (Mt.25:35-36). Obras que não foram realizadas por aplausos ou reconhecimento, nem tampouco para mérito próprio, mas aquelas que estão tão ligadas à vontade de Deus que a vida nesta Terra já não representa mais viver para si mesmo. Oremos uns pelos outros, amados, “e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18). “Porque o Filho do Homem há de vir na glória de Seu Pai, com os Seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras” (v.27). Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Mateus16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


1 Comentário so far
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Que benção o texto, mas faltou a formatação da coesão com o contexto do tema abordado.

Comentário por Josiele




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