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“Porque dois males cometeu o Meu povo: a Mim Me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retém as águas” (v.13).
Perante uma geração corrompida pela idolatria e decadência moral, Jeremias declarou as palavras do Senhor. Deus relembrou o Seu povo do primeiro amor e quando a Ele era consagrado (v.3). Apesar das dificuldades do deserto, foi naquela peregrinação que Israel aprendeu as maiores lições espirituais que o introduziu “numa terra fértil” (v.7) e o tornou o povo cujo procedimento era um testemunho do poder de Deus perante às demais nações. Porém, ao entrarem na terra prometida e começarem a desfrutar das maravilhas daquele lugar, trocaram “a sua Glória por aquilo que é de nenhum proveito” (v.11), de forma que nem os líderes espirituais conheciam mais ao Senhor (v.8). Estavam em completa apostasia.
Uma das maiores dificuldades do homem é compreender acerca do castigo divino, e acabamos por interpretá-lo de forma equivocada. Não podemos comparar o castigo ou a vingança humana à disciplina de Deus. O Senhor não aplica a Sua disciplina como retribuição por nossa teimosia, mas como uma espécie de apelação, concedendo ao indisciplinado a chance de cair em si e voltar-se para Ele. Eram nos momentos de maior angústia que Israel tornava para Deus: “Levanta-Te e livra-nos” (v.27). E eram nos momentos de tranquilidade que Lhe viravam as costas para adorar “a um pedaço de madeira” ou de “pedra” (v.27).
A maior tristeza para o coração de Deus é quando o Seu povo O ignora. Você já passou por isso? Já chegou em algum lugar e foi completamente ignorado? Eu já, e é horrível. Imagine então ser ignorado todos os dias por aqueles que mais ama. Foi isso o que aconteceu com o Senhor: “O Meu povo se esqueceu de Mim por dias sem conta” (v.32). A missão do profeta era a de dizer aos habitantes de Jerusalém que Deus estava disposto a perdoá-los e aceitá-los de volta. O povo trocou a adoração ao verdadeiro Deus para confiar nos povos vizinhos e em seus ídolos de paus e pedras, tornando a herança do Senhor em abominação (v.7). Mas Deus provaria que só Ele é poderoso para salvar.
Se Jeremias vivesse em nosso tempo, certamente, sob inspiração divina exclamaria: “Oh! Que geração! Considerai vós a palavra do Senhor” (v.31). Outro dia cheguei em casa e ouvi uma música cristã vindo do salão de festas. Mas, ao passar pela frente em caminho do elevador, pude ver uma espécie de culto em meio a mesas repletas de garrafas com bebidas alcoólicas. Daí percebo porque uma das maiores preocupações do Senhor ao instituir as Suas leis e os Seus estatutos foi de deixar bem claro ao Seu povo que existe sim “diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo” (Lv.10:10). Que somente mediante um relacionamento íntimo com o Senhor através da Sua Palavra não andaremos “ziguezagueando pelo caminho” (v.23), mas, pela graça de Deus, os nossos pés estarão sempre calçados “com a preparação do evangelho da paz” (Ef.6:15).
Se temos a Bíblia como a nossa regra de fé e prática, “que mudar leviano é esse dos teus caminhos?” (v.36). Israel pecava contra Deus e ainda assim dizia: “Não pequei” (v.35). Ignorar o pecado não o torna inexistente, o torna imperdoável. Porque sem confissão e arrependimento, como haver perdão e restauração? Israel confiava em suas próprias obras para justificar-se, porém, por mais que se lavasse com o produto de limpeza mais eficiente da época, continuaria maculado por sua iniquidade (v.22). Porque assim diz o Senhor: “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Is.1:18). Não fosse a bondade de Deus que nos “conduz ao arrependimento” (Rm.2:4), e estaríamos todos perdidos para sempre, porque “todos vós transgredistes contra Mim, diz o Senhor” (v.29).
Necessitamos desesperadamente da maravilhosa graça de Jesus! A cada dia Suas misericórdias são renovadas e uma nova oportunidade é concedida a “todo ser que respira” de louvar o nome do Senhor (Sl.150:6). Deus não envia Seus mensageiros para aborrecer Seus filhos, mas para conduzi-los de volta ao “caminho eterno” (Sl.139:24). Nem tampouco permite as provações para nos destruir, mas para nos salvar. Por isso, “meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3). E, disse Jesus: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). O nosso maior desafio como cristãos é permanecer em Cristo sendo fiéis à Sua Palavra tanto no “deserto” quanto na “terra fértil”. Que a bondade do Senhor nos ajude! Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Pai de misericórdias!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 1 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/1
“A Bíblia é a voz de Deus falando-nos, tão certo quanto se a pudéssemos ouvi-la literalmente.” Testemunhos, Vol. 6, p. 393
“Nada há mais apropriado para fortalecer o intelecto do que o estudo das Escrituras.” Caminho a Cristo, p. 90
Então, conforme estudamos Jeremias, precisamos fazer algumas perguntas:
1. O que sabemos sobre Jeremias?
2. Qual é a sua mensagem? É relevante para a minha vida hoje?
3. Posso ver Jesus neste capítulo?
4. Posso ver o Grande Conflito entre Cristo e Satanás neste capítulo?
5. Qual será a minha resposta à mensagem?
Neste capítulo, Jeremias faz um breve esboço biográfico e, em seguida, mergulha direto em sua vocação e mensagem. Antes dele nascer, Deus o escolheu para uma obra específica (v. 5). O verso 5 é aplicável a cada um de nós e nos dá propósito e dignidade. Ninguém é um “acidente”.
Seu chamado vem diretamente de Deus, que tocou seus lábios e santificou sua linguagem (vs. 7-10). É uma mensagem urgente de reprovação e de que o castigo virá rápido, assim como a amendoeira é uma árvore de crescimento rápido. Haverá caos e agitação, assim como numa panela de água fervente.
Jeremias será odiado e perseguido, mas Deus estará com ele e o protegerá (vs. 17-19)
Val Smit
Dona de casa
Kadoma, Zimbábue
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1041
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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450 palavras
1 Anatote. Uma das quatro cidades de Benjamin atribuídas aos descendentes de Arão (ver Js 21:17, 18), cerca de 4 quilômetros a nordeste de Jerusalém, logo além do monte das Oliveiras. CBASD, vol. 4, p. 376.
5 Antes que Eu te formasse. Mesmo antes do nascimento de Jeremias, já havia o propósito divino de que ele fosse profeta. Deus tem designado uma ocupação e atribuído responsabilidade para cada indivíduo em Seu grande plano (ver PR, 536; PJ, 326, 327). CBASD, vol. 4, p. 376.
Profeta. Um profeta é alguém que recebe revelações diretas de Deus, que devem ser comunicadas aos outros. Ele não é primariamente um prognosticador ou alguém que faz previsões. Ao contrário, ele é um porta-voz ou intérprete de Deus. A revelação que o profeta recebe pode ou não se referir ao futuro. CBASD, vol. 4, p. 376.
10 Para arrancares e derribares, para destruíres e arruinares e também para edificares e para plantares. A obra de Jeremias seria de natureza dupla: destrutiva e construtiva. As metáforas de Jeremias 1:10 são tiradas da arquitetura. Quatro verbos expressa, o aspecto destrutivo dos juízos e dois verbos declaram o propósito de Deus de restaurar e curar. O livro de Jeremias constitui um comentário dessas declarações. CBASD, vol. 4, p. 377, 378.
11 Amendoeira. Do heb. shaqed, do radical shaqad, “estar desperto”. A amendoeira é a primeira árvore a “despertar” na primavera, fato que possivelmente marcou a grafia de seu nome. Ela floresce na Palestina logo em janeiro. CBASD, vol. 4, p. 378.
12 Velo. Do heb. shaqad…. Uma tentativa de reproduzir este discurso literário [v. 11 e 12] seria: “Vejo a vara de uma árvore vigilante. […] Viste bem, porque estou vigilante sobre a Minha palavra para cumpri-la”. CBASD, vol. 4, p. 378.
13 Panela. Esta segunda visão era um símbolo da “palavra” sobre a qual Deus vigiava para executar, e revelava o instrumento que cumpriria tal palavra. A imagem é a de uma panela colocada no fogo, .. uma panela fervendo (ver Jó 41:20). CBASD, vol. 4, p. 378.
14 Do Norte. Embora Babilônia ficasse a leste da Judeia, as estradas militares e as rotas de invasão para a Palestina chegavam a Judá pelo norte. Atravessar o deserto diretamente pelo leste da Palestina e era impraticável aos exércitos. Por isso, os hebreus frequentemente se referiam a Babilônia como se estivesse ao norte. A direção não se refere à localização do país de origem do invasor, e sim à rota que os invasores seguiriam para invadir Judá. CBASD, vol. 4, p. 378.
15 Reinos do Norte. As tribos ou clãs que faziam parte do reino invasor do norte (ver Jr 25:9). … O emprego do plural acentua a dimensão da calamidade vindoura. CBASD, vol. 4, p. 378.
17 Cinge os lombos. A metáfora é tirada do costume oriental de se unir longas vestes como preparação para viajar ou para realizar uma obra … Jeremias deveria se preparar resolutamente para sua tarefa. CBASD, vol. 4, p. 378.
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“Eis que hoje te ponho por cidade fortificada, por coluna de ferro e por muros de bronze, contra todo o país, contra os reis de Judá, contra os seus príncipes, contra os seus sacerdotes e contra o seu povo” (v.18).
Receber um cargo de alta responsabilidade em uma empresa indica que, no mínimo, o funcionário é um exemplo em qualificação, desempenho e competência. A sua capacidade foi testada e aprovada e a contratante confia em seu serviço e dedicação. Mas, antes disso, o contratado precisou passar por uma série de fases e de preparação para que então pudesse receber tal encargo. Jeremias, mais conhecido como “profeta chorão”, foi constituído como “profeta às nações” antes mesmo de ser formado no ventre materno (v.5). Deus o escolheu antes que ele existisse e não poupou esforços para que Jeremias entendesse que a sua vida tinha um propósito específico e que nunca, jamais, o abandonaria. Apesar de seu emocional sensível e do fato de não ter constituído uma família, o profeta foi desafiado a superar seus medos e incertezas, confiante na constante presença de Deus.
Mesmo sem saber, a humildade do profeta seria o seu ponto mais forte. Ao reconhecer a sua condição incapaz: “Ah! Senhor Deus! Eis que não sei falar, porque não passo de uma criança” (v.6), Jeremias estava “assinando” um contrato de dependência com o Deus Fortaleza. Mas, assim como usou Isaías para proclamar: “a boca do Senhor o disse” (Is.58:14), na sua boca, Deus colocaria as Suas palavras (v.9). À semelhança do profeta anterior, sua boca foi tocada e purificada pelo toque do poder divino. E a sua missão seria a de ir aonde Deus mandar e falar o que Deus o mandasse falar (v.7). Uma dura mensagem de juízo deveria ser transmitida ao povo de Judá, mas também uma mensagem de esperança ao restante que permanecesse fiel às palavras do Senhor, ditas por intermédio de Seu profeta (v.10).
A primeira visão de Jeremias indica a primazia e a fidelidade da Palavra de Deus. “Do heb. shaqed, do radical shaqad, ‘estar desperto’. A amendoeira é a primeira árvore a ‘despertar’ na primavera, fato que possivelmente marcou a grafia de seu nome. Ela floresce na Palestina logo em janeiro” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 378). O que significa que o Senhor sempre está atento à Sua Palavra e a cada uma de Suas promessas para as cumprir (v.12). Já a visão da panela ao fogo indicava o mal que viria sobre o povo exatamente como os profetas de Deus haviam predito. Judá sofreria os resultados de sua resistência ao “assim diz o Senhor”, mas Jeremias, como Seu fiel sentinela, não deveria se espantar perante a oposição do povo. Apesar de seu quadro de timidez, o profeta foi encorajado com a promessa de Deus de torná-lo uma barreira instransponível (v.18). Por mais que pelejassem contra ele, seus inimigos não prevaleceriam, porque o próprio Deus seria com ele para o livrar (v.19).
Diante de uma introdução tão linda e tão cheia de promessas edificantes, há uma mensagem de cunho urgente: Deus está prestes a derramar a Sua ira justa sobre esta terra injusta. E Ele tem levantado “Jeremias” atuais que, como “muros de bronze”, têm sido enviados aos quatro cantos deste mundo para falar as Suas palavras. Assim como Jesus veio “a este mundo para juízo” (Jo.9:39), o Senhor não nos chama para falar o que o mundo queira ouvir, mas o que precisa ouvir. Eu não gosto de ser repreendida e sei que você também não gosta, mas uma das maiores provas do amor de Deus para com a humanidade tem sido a Sua longanimidade em esperar por aqueles que ainda não O conhecem, enquanto apela a cada coração: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo! Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap.3:19).
Deus não está esperando que simplesmente abandonemos costumes mundanos, amados. Deus está esperando que Lhe entreguemos o nosso coração. Então, quando O amarmos de todo o nosso coração e ao nosso próximo como a nós mesmos, abandonaremos os velhos hábitos como resultado do que permitimos que Deus operasse em nós, uma obra que é realizada de dentro para fora. O Senhor não chamou Jeremias porque ele era o mais capacitado para a obra, mas porque ele permitiu que o Senhor lhe abrisse os olhos da fé. E a primeira coisa que Deus faz depois de nos constituir Suas testemunhas, é colocar diante de nós a Sua Palavra como fonte de toda sabedoria e conhecimento.
Que nossa boca seja tocada por Deus, que os nossos olhos se abram e do Céu possamos reconhecer a voz do Senhor a nos dizer: “Viste bem” (v.12). Vigiemos e oremos!
Bom dia, chamados para um propósito divino!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 1 – Você precisa ler a Bíblia para conhecer a Deus, pois Ele já te conhece melhor do que o conhecimento que você tem de si mesmo.
Deus sabe quem você é antes de você se conhecer, aliás, Ele te conhece antes mesmo de tua existência.
• É Deus quem nos forma. Todo nascimento de todo bebê é miraculoso – mas, por nascerem tantos, parece “milagre comum”.
Neste capítulo temos:
1. Contexto de Jeremias (vs. 1-3);
2. Chamado de Jeremias (vs. 4-10);
3. Missão de Deus a Jeremias (vs. 11-19). Deus…
• Mostra a visão;
• Faz a preparação;
• Promove a capacitação;
• Promete proteção.
Vamos meditar no texto?
Deus não depende das nossas habilidades, mas de nossa disponibilidade para Sua missão. Ele forma, escolhe, capacita, santifica, orienta, fornece palavras e ainda protege dos perigos – os quais existem para quem se põe ao lado de Deus em um mundo que se opõe a Seus princípios.
• Só quando percebemos que sem Deus não somos nada, é que Ele pode nos usar para tudo o que Ele quiser.
• Aqueles que reconhecem sua pequenez diante da grandiosidade de Deus se tornam grandes na obra evangelística.
Os servos de Deus nadam contra a correnteza furiosa, estão contra a maré que intenta destruir os poucos remanescentes. Os representantes de Deus colocam-se contra o pecado e confrontam a religião pervertida; portanto, falam o que as pessoas detestam ouvir.
Muitos que avaliam aos servos de Deus podem rejeitá-los; pois, os padrões do mundo não coincidem com os padrões divinos. A rejeição à mensagem e ao mensageiro de Deus se dá pelas pessoas que tem conceitos equivocados que regem suas decisões e ações.
• A presença de Deus faz a diferença frente aos indiferentes que intentam calar àqueles que põem sua confiança no Senhor.
• Deus não apenas capacita Seus servos, Ele promete protegê-los dos perigos que surgirem e das oposições que se levantarem.
Quando Deus quer alguém para uma função Ele não pede o currículo, Ele mostra o Seu currículo: Criador, Santificador, Capacitador, Protetor, Juiz, poderoso, etc. Portanto, com Deus, não importa se você é inexperiente, novo(a) demais, tímido(a), fraco(a), inadequado(a), incapaz, medroso(a)…
Então, levante-se, viva hoje com a certeza de que Deus está ao teu lado; entretanto, viva o chamado dEle para você!
Estás disponível?– Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 66 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 66 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 66 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COMENTÁRIO ALETA BAINBRIDGE (Associação Geral – rodada anterior)
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
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VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/66
Uma história famosa conta a história de um homem que queria se comunicar com formigas, mas percebeu que a única maneira que isso seria possível seria se ele mesmo se tornasse uma formiga. Você consegue se imaginar tornando-se uma formiga e tentando descrever para as outras formigas como as pessoas são? Você poderia dar exemplos e idéias, mas a realidade é que as formigas não têm a capacidade de entender os humanos.
Embora este seja um exemplo imperfeito, ele me lembra um pouco do que Deus está fazendo neste capítulo. Ele explica coisas diferentes acerca de si mesmo para nos ajudar a conhecê-Lo um pouco melhor:
- O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés, sendo assim que espécie de casa vocês me edificarão?
- Eu sou mais forte que o mais forte
- Eu controlo o fogo e o redemoinho
- Eu conforto e protejo como uma mãe amorosa
- Eu conheço a todos, inclusive seus pensamentos e motivos mais íntimos
- Eu pretendo fazer um novo céu e uma nova terra, assim como fiz os atuais
Sempre que tentamos descrever a Deus, temos que reconhecer nossa lamentável inadequação para imaginá-lo plenamente. Que Deus maravilhoso nós servimos!
Lisa Ward
Escriturária da Igreja Adventista do Sétimo Dia Country Life, Cleburne, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=991
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1128 palavras
3 Imola um boi. Sem a devida experiência espiritual, o que oferece um boi não seria mais aceitável à vista de Deus do que um assassino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 359. [Nota explicativa adicional da equipe Reavivados: “A religião desprovida da essência (amor) é vã. O destino daqueles que a praticam será igual ao dos ímpios. Precisamos da renovação de nossa mente para podermos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus” (Ivan Barros). Segundo o CBASD, existe outra tradução possível para este texto, que no hebraico está sem conjunções: “O que imola um boi é [também] um assassino”. Entretanto, nós a omitimos por que, na essência, ambas revelam uma religião de aparência, sem a entrega da vida a Deus, pela e para a atuação do Espírito Santo. (Jeferson)]
5 Vós, os que a temeis. Isaías deixa de falar aos ímpios hipócritas para se dirigir ao remanescente justo. Ele era desprezado e perseguido por falsos irmãos. Os arrogantes hipócritas cheios de justiça própria zombavam dele por sua piedade e devoção. Mas o profeta diz que os papéis se inverteriam, que a destruição seria a sorte dos escarnecedores, e alegria e livramento, a dos justos. CBASD, vol. 4, p. 359.
6 Voz de grande tumulto. A mente do profeta se projeta ao tempo da restauração. Isaías vislumbra a cidade e o templo restaurado e o Senhor Se levantando para retribuir os inimigos do novo estado (ver com. de Is 59:16-18). CBASD, vol. 4, p. 359.
7 Antes que estivesse de parto. Sião é personificada como uma mulher prestes a dar à luz. A terra de Israel, que havia muito estava desolada (Ez 38:8), estaria repentinamente, com o retorno da multidão de exilados, cheia de vida nova. CBASD, vol. 4, p. 359.
8 Num só dia. Era algo inaudito e incrível que uma nação pudesse voltar a existir tão depressa. Se os judeus no exílio tivessem atentado para a mensagem dos profetas, a restauração teria sido tão espetacular e gloriosa como a descrita aqui. CBASD, vol. 4, p. 359.
11 Mameis. Os v. 11 e 12 seguem descrevendo Jerusalém como a mãe de uma nação recém-nascida. Sem reservas, ela dá a seu filho todas as atenções habituais de uma mãe devota. CBASD, vol. 4, p. 359, 360.
14 Vossos ossos revigorarão. Em tempos de dificuldade, diz-se que os ossos se consomem (Sl 31:10; cf. Lm 1:13). CBASD, vol. 4, p. 360.
16 Entrará o SENHOR em juízo. A descrição do cap. 65 bem como do 65 (ver com. de Is 65:17) corresponde ao que teria acontecido se os judeus tivessem escolhido cumprir o propósito divino. Por isso as abominações mencionadas aqui são especificamente aquelas das quais os judeus apóstatas eram culpados. CBASD, vol. 4, p. 360.
17 Os que se santificam. Estes apóstatas misturavam ritos pagãos com a adoração a Yahweh, então, assumiam a atitude do “sou mais santo do que tu” (Is 65:5) em relação a seus irmãos. Os reinados de Acaz e Manassés se caracterizavam por esse tipo de culto (2Rs 16:10-16; 21:2-7). CBASD, vol. 4, p. 360.
Nos jardins. Estes jardins e bosques eram com frequência cenário de cerimônias religiosas cruéis e imorais. Os hebreus, muitas vezes, seguiam os pagãos adorando em tais lugares (Is 1:29; 65:3, 4; cf. 1Rs 14:23; 15:13; 2Rs 16:3, 4; 17:9-11; 18:4), embora tivessem recebido de Deus ordens para destruí-los. CBASD, vol. 4, p. 360.
Após a deusa. [heb. ‘achad] A referência deve ser a algum objeto de adoração abominável e ofensivo. CBASD, vol. 4, p. 360.
Que comem carne de porco. Ver com. de Is 65:4. Este povo desafiava a Deus abertamente ao participar do que era abominável. Tanto o porco como o rato são alistados entre os animais impuros que os hebreus foram proibidos de comer (Lv 11:2, 7, 29, 44). Os judeus apóstatas exultavam em quebrar todas as restrições e pretendiam se santificar por meio daquilo que Deus disse que os contaminaria e os tornaria impróprios para comunhão com Ele. Ao pretenderem uma santidade superior, tinham alcançado os níveis mais baixos de degradação. CBASD, vol. 4, p. 360.
23 De uma Festa da Lua Nova à outra. O ritual da Lua Nova durante a dispensação mosaica (ver Nm 10:10; 28:11-14; cf. Am 8:5; … Ez 46:1-3). CBASD, vol. 4, p. 361.
Um sábado a outro. O sábado é uma instituição eterna. Ele seria honrado apropriadamente no estado judeu restaurado e, na nova Terra porvir, será observado por todos (ver DTN, 283). Todos observarão o sábado em reconhecimento eterno de Cristo como o criador do Éden e o recriador dos novos céus e da nova Terra de justiça e santidade. CBASD, vol. 4, p. 361.
24 Verão os cadáveres. Este versículo deve ser compreendido à luz dos princípios esboçados nos comentários de Isaías 65:17. A linguagem é mais uma evidência de que Isaías estava descrevendo o que seriam os novos céus e a nova Terra se a nação judaica tivesse aceitado seu destino divino. Antes de a nova Terra, da qual fala João (Ap 21; 22), se tornar a morada dos justos, e antes que os adoradores viajem à nova Jerusalém, para render culto, todo vestígio de pecado terá sido removido e nenhum cadáver permanecerá para manchar a perfeição do Éden restaurado (ver 2Pe 3:10). Portanto, não se devem aplicar as palavras de Isaías de forma direta à nova Terra futura. A aplicação é secundária, em harmonia com as declarações de escritores inspirados posteriores que mostram como o propósito eterno de Deus se cumprirá por meio do Israel da nova aliança (ver p. 24, 25). Os que aplicam este versículo à punição eterna das almas num inferno que queima constantemente fariam bem em observar que ele trata de cadáveres e não almas conscientes separadas do corpo, sendo atormentadas. Essa aplicação errônea da profecia também ignora os princípios de interpretação já mencionados. CBASD, vol. 4, p. 361.
Verme. A descrição é de larvas que se alimentam dos cadáveres. CBASD, vol. 4, p. 361, 362.
Nunca morrerá. Por meio da mesma aplicação errônea já mencionada, alguns entendem que esta expressão indica vida eterna para os ímpios. Contudo, a expressão no hebraico é um imperfeito simples, um tempo verbal que indica ação incompleta e significa simplesmente que, no tempo considerado, a ação do verbo ainda não está incompleta. O tempo verbal não implica necessariamente que a ação jamais será completada. Por exemplo, em Gênesis 2:25 se emprega o imperfeito na declaração de que Adão e Eva “não se envergonhavam”. Isso não era uma previsão de que jamais se envergonhariam. Gênesis 3:7 diz que, mais tarde, se envergonharam. A seguinte tradução expressa com mais clareza a ideia do texto hebraico: “seu verme ainda não tinha morrido”. CBASD, vol. 4, p. 362.
Nem seu fogo se apagará. CBASD, vol. 4, p. 362. A frase pode ser traduzida “o seu fogo ainda não se apagou” (ver com. sobre “nunca morrerá”). Em Jeremias 17:27, em que Jerusalém é ameaçada com este fogo, deixa-se evidente que a expressão “não se apagará” não indica um fogo que queimará para sempre. Esse fogo foi aceso (2Cr 36:19), mas se apagou há muito tempo. O fogo que não se apaga é simplesmente o que ser humano algum é capaz de apagar. Contudo, quanto tiver consumido o que deve ser consumido, naturalmente se apagará. CBASD, vol. 4, p. 362.
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“Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de Mim, diz o Senhor, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome” (v.22).
O livro de Isaías revela o caráter de Deus de uma forma extraordinária. Um Pai que ama, que repreende, que corrige e que “deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Um Pai que não tolera o pecado, mas que ama e que chama o pecador. Um Pai que aguarda com paciência o retorno do pródigo com uma recompensa que ele não merece. Um Pai que tem o céu como trono e a terra como estrado de Seus pés (v.1), mas que Se inclina para ouvir a oração do “aflito e abatido de espírito” (v.2). A questão não é quando Ele dará um basta no pecado, porque, no tempo determinado, isso há de acontecer. A questão é: estamos prontos para esse momento?
O capítulo de hoje descreve o destino final dos que praticam uma falsa religião e a felicidade eterna dos que temem a Deus e são fiéis à Sua Palavra. É por ainda existir negligência na devoção diária que muitos têm vivido uma religião de aparências mesmo que completamente envolvidos em ministérios evangélicos. A não ser que experimentem a cruz e a ressurreição todos os dias, continuarão oferecendo ao Senhor sacrifícios os quais Ele abomina e não tem prazer (v.3). Um dia de cada vez podemos morrer para o eu e renascer em Cristo, até que o Espírito Santo complete a boa obra que começou (Fp.1:6). É um processo contínuo e difícil, mas que Theodore Monroe bem ilustrou em seu poema, que diz:
“Jamais cheguei a sentir
Tamanha dor e tanta tristeza
Como ao dizer para Jesus, com orgulho:
‘Todo o meu eu, e nada de Ti’.
Apesar disso, Ele me achou. Pude vê-Lo
Naquela rude cruz, todo ensanguentado;
E o meu desolado coração murmurou:
‘Um pouco do meu eu, e um pouco de Ti’.
Dia após dia, Sua terna misericórdia,
Tão curadora, generosa, completa e totalmente gratuita,
Tornou-me mais humilde, e me fez murmurar:
‘Menos do meu eu, e mais de Ti’.
Mais alto do que o mais alto céu,
Mais profundo do que o profundo mar;
O Teu amor, Senhor, venceu finalmente:
‘Nada do meu eu, e tudo de Ti’“.
Muitos julgam que ao seguir as orientações bíblicas, deixando de comer certos tipos de alimentos, de vestir certos tipos de roupas, sendo fiel nos dízimos e nas ofertas, enfim, se adequando à cartilha religiosa, já estão preenchendo o formulário de entrada no paraíso. Mas, amados, nada disso, por mais importante e necessário que seja, tem o poder de transformar a nossa vida. Jesus disse: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mt.22:29). Se tudo isso não acontece porque primeiro houve uma mudança em nosso coração pelo poder santificador da Palavra (Jo.17:17), acabamos caindo no mesmo erro do antigo Israel: “O que imola um boi é como o que comete homicídio; o que sacrifica um cordeiro, como o que quebra o pescoço a um cão; o que oferece uma oblação, como o que oferece sangue de porco; o que queima incenso, como o que bendiz a um ídolo” (v.3).
Mas “o homem para quem olharei é este”, diz o Senhor: “o aflito e abatido de espírito e que treme da Minha Palavra” (v.2). “Ouvi a Palavra do Senhor, vós que a temeis” (v.5). Os que temem e tremem da Palavra do Senhor são aqueles que entendem que antes do fazer, está o ouvir. Que Deus não está preocupado com o que fazemos, mas porque fazemos. Se estivermos escondidos em Cristo, nossas obras serão tão somente a exata expressão da obra do Espírito em nossa vida. Um processo que requer contínua entrega, renúncia e humildade. Então, vazios de nós mesmos e cheios de Jesus Cristo, faremos parte do grupo seleto enviado aos lugares mais remotos, “que jamais ouviram falar” do Senhor, “nem viram a [Sua] glória” (v.19), levando a Deus a oferta que Lhe é aceitável: “Trarão todos os vossos irmãos, dentre todas as nações, por oferta ao Senhor” (v.20).
Logo “o Senhor virá em fogo” (v.15) e entrará “em juízo com toda a carne” (v.16). “E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (Ap.20:15). Mas aos que amam ao Senhor buscando viver a Sua vontade, que entenderam, à semelhança do eunuco etíope, que crer em Jesus “de todo o coração” (At.8:37) é o passo decisivo para uma vida que produz “bons frutos” (Mt.7:17), “de um sábado a outro” (v.23) adorarão o Senhor, pois “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Vá agora a Jesus sem reservas. Pela Palavra e pela oração, permita que o Espírito Santo faça crescer em seu coração o desejo de estar onde Jesus está. E, dentro em breve, reinaremos com Ele “pelos séculos dos séculos” (Ap.22:5). Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
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Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100