Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 8 by Jeferson Quimelli
18 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-8/

O tabernáculo, com o seu mobiliário e sacerdotes, estava fisicamente pronto. Mas isso não era suficiente para que ele funcionasse como o palácio divino. Para estar apto a receber o Senhor, ele deveria ser feito santo, como Ele é santo. Toda a santidade vem de Deus, então somente Ele poderia consagrar o santuário, que refletia o superior santuário celeste “não feito por mãos humanas” (Hb 8:2, 5).
Esta consagração foi simbolizada por uma série de rituais, que incluíam o uso do óleo da unção e sacrifícios especiais, e foi presidida por Moisés como representante de Deus.

Para ordenar os descendentes masculinos de Arão, como a elite dos servos de Deus perante a comunidade, Moisés colocou o sangue do sacrifício da ordenação em suas orelhas direitas e polegares das mãos e pés. Isso mostrava que cada sacerdote havia recebido graça divina que o permitia cumprir sua responsabilidade de vida ou morte, para servir a Deus em benefício do seu povo. Essa graça divina fluía, em última análise, do sacrifício de Cristo.
Hoje não há uma elite divinamente sancionada de sacerdócio cristão à parte do sacerdócio de Cristo, através do qual o povo de Deus deve aproximar-se do Senhor (Hb 4, 7-10). O “sacerdócio real” humano inclui todos os cristãos como ministros de Deus (1Pe 2:9-10).

A surpreendente e maravilhosa graça de Deus [Amazing Grace] capacita homens e mulheres a obedecerem ao mandado de Cristo de ministrar para a salvação de outros (compare Mt 28:19-20).

Roy Gane
Andrews University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/8
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 8 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
18 de janeiro de 2019, 0:55
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LEVÍTICO 8 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
18 de janeiro de 2019, 0:45
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Talvez teu pecado seja tudo o que você tem, portanto, pedir para abandoná-lo seja pedir tudo de você. Contudo, ter “tudo” sem Deus é o mesmo que não ter nada; e ao ter “nada” com Deus vive-se a sensação de que se tem tudo; pois, Deus é tudo que desesperadamente precisamos.
Neste capítulo Deus apresenta-nos a consagração de Arão e seus filhos.
Arão foi quem auxiliou o povo na adoração ao bezerro de ouro, o qual deveria ter impedido tamanha idolatria. Contudo, Deus não descartou Arão! Entretanto, não ignorou seu pecado; pelo contrário, cada detalhe de sua consagração visava arrancar o pecado de seu coração. Deus quer fazer o mesmo conosco.
Após convocar toda a congregação para assistir o cerimonial de santificação (vs. 1-4), destaca-se quatro pontos fundamentais para que acontecesse a consagração:
1. Lavar-se, primeiro ato de purificação (vs. 5-6);
2. Vestir-se com roupas especiais (vs. 7-9);
3. Ungir o santuário onde aconteceriam os rituais (vs. 10-11);
4. Ungir os sacerdotes antes de realizarem ritos sagrados (12-13).
Porém, isso não é tudo. A consagração vai além destes ritos, estes apenas introduziram a santificação. Aquele que, no passado, fizera um bezerro de ouro para o povo, deveria, agora, colocar as mãos sobre a cabeça de um touro de verdade, e então ver a sua morte e seu sangue derramado na base do altar com um pouco colocado com o dedo nas suas pontas (vs. 14-17).
Ainda não é tudo. Dois cordeiros foram apresentados, um como oferta queimada (vs. 18-21), outro para oferta de ordenação ao sacerdócio com pães sem fermento (vs. 22-29). Sangue foi colocado na orelha, polegar do pé e da mão direitas.
Isso ainda não era suficiente. Óleo da unção foi aspergido com sangue do altar sobre as vestes dos que ministrariam o santuário, os quais comeram parte da carne e dos pães para ordenação; tudo conforme Deus ordenou (vs. 30-36).
Eliminar o pecado não é coisa simples; entretanto, quem ama a Deus entrega-se a Ele para ser purificado/santificado totalmente!
Consagrar-se a Deus é a renúncia absoluta do pecado. Talvez por isso muitos prefiram dizer “NÃO” à consagração. Abrir mão do pecado parece arriscado para quem não sabe o que realmente significa ser consagrado; porém, quem se arrisca, será perdoado!
“Senhor, consagra-nos!” – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de janeiro de 2019, 0:30
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“E Arão e seus filhos fizeram todas as coisas que o Senhor ordenara por intermédio de Moisés” (v.36).


Uma das coisas que podemos perceber no estudo sobre o santuário é que Deus estabeleceu como ele deveria ser construído, quais os materiais que seriam utilizados, quem o construiria, o que ficaria dentro dele, quem o ministraria, como realizaria este ofício e até com que roupa faria isso. Absolutamente nada poderia fugir das instruções “que o Senhor ordenou que se fizesse” (v.5). Pela primeira vez, alguém iria oficiar no tabernáculo, realizando o primeiro sacrifício, e este alguém foi Moisés. Conforme tudo o que o Senhor lhe ordenara, Moisés seguiu o passo a passo divino na obra de consagração do templo e de Arão e seus filhos. Antes de assumir a posição dada por Deus, Arão precisou submeter-se a um ritual simbólico mas muito significativo. Ele e seus filhos foram lavados, vestidos, ungidos e consagrados por Moisés.

A respeito do simbolismo de tal cerimônia, já aprendemos nos capítulos 28 e 29 do livro de Êxodo. Assim como o pecado entrou no mundo através de um só homem, Arão, o sumo sacerdote carregava o peso de semelhante responsabilidade. Precisava fazer expiação não somente pelo povo, mas também por ele mesmo e por sua família. Sua vida deveria corresponder ao chamado que recebera. E a cada animal imolado, sob a forte impressão do quanto o pecado é repulsivo, suas palavras ao pecador que ali chegava com sua oferta deviam ser mais ou menos assim:

“Estou triste por haverdes pecado, e estou certo de que vós também estais. Mas Deus proveu o perdão para o pecado. Trouxestes aqui uma oferta. Ponde as mãos sobre a oferta e confessai vosso pecado a Deus… O cordeiro que ireis matar simboliza o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O Messias há de vir e dar Sua vida pelos pecados do povo. Pelo Seu sangue sois perdoados. Deus aceita vossa penitência. Ide, e não mais pequeis” (O Ritual do Santuário, p.49).

O pecado deve gerar tristeza e aversão. A errônea compreensão acerca dos rituais de sacrifício, no entanto, podem torná-lo prazeroso e aceitável. Ali estavam os sacerdotes e o sumo sacerdote, em seu dever de fazer mediação entre Deus e o povo. Ali estava sempre à disposição dos filhos de Israel um lugar em que pudessem “pagar” pelos pecados que cometiam. Caso fosse esta a concepção que tivessem acerca do objetivo do santuário, e seria apenas um depósito de indulgências. Assim como o Senhor não Se alegra com sacrifícios e nem tem prazer em holocaustos (Sl.51:16), a morte daqueles animais deveria comover seus corações e levá-los a entender que “o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23).

Há uma ênfase neste capítulo sobre a obediência do servo de Deus. “Fez, pois, Moisés como o Senhor lhe ordenara” (v.4). Por sete vezes é mencionada a obediência quanto às ordens dadas pelo Senhor a Moisés. Muitos há que têm confundido obediência com sacrifício. Antes da obediência deve haver a confiança. Moisés fez tudo conforme o “Assim diz o Senhor”, porque confiava nEle. Arão e seus filhos se submeteram a serem banhados, vestidos e consagrados por Moisés porque confiavam de que ele era um enviado de Deus. Quando Saul retornou da batalha contra os amalequitas trazendo os animais e o rei daquele povo com vida, desafiou as ordens divinas. O que dizia ser para sacrifício, na verdade eram emblemas que trazia para sua própria glória perante o povo. Mas logo suas vestes reais não teriam significado algum sem a bênção de Deus e sob o forte impacto da rejeição isso ficou bem claro nas palavras do profeta Samuel: “Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar” (1Sm.15:22).

Saul escolheu fazer o que era agradável à vista do povo. Moisés fez tudo conforme a vontade de Deus perante “toda a congregação à porta da tenda da congregação” (v.3). A condição para que Arão e seus filhos permanecessem na posição que o Senhor lhes designara era a obediência. Da mesma forma que Saul um dia perderia as suas vestes reais, o sacerdote que não cumprisse com fidelidade o seu voto feito ao Senhor, seria destituído de seu cargo, podendo até perder a vida (como veremos mais adiante, no capítulo 10). Como servos e servas de Deus, precisamos revelar ao mundo não o que lhe seja agradável, e sim o que lhe seja necessário. A diferença não deve ser vista apenas nas vestes, mas na vida que dentro delas exala o bom perfume de Cristo. Que nossa voz e nosso exemplo possam soar qual trombeta de Deus a advertir o mundo caído. Eis, agora, o tempo oportuno para isso.

Bom dia, vestidos e consagrados por Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico8 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



LEVÍTICO 8 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
18 de janeiro de 2019, 0:05
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LEVÍTICO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de janeiro de 2019, 0:05
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983 palavras

1-36 As instruções para a consagração dos levitas são executadas (Êx 29). A repetição e a perfeição dos sacrifícios (Êx 29.35-37) e o esplendor das vestes de Arão (vs 7-9) apontam para a importância do sumo sacerdócio. O sumo  sacerdote representava Israel perante Deus. Bíblia de Genebra.

A consagração dos sacerdotes. Nenhum homem era, por si mesmo, digno de se aproximar de Deus, e daí a necessidade de sacerdócio mediador. Esse sacerdócio era um dom de Deus (Nm 18.7), já que o próprio Deus escolhia e vocacionava os sacerdotes, 8.4,5; Hb 5.4. O sacerdote era um tipo [modelo] de Cristo, nosso único e verdadeiro Mediador, Hb 8.1; 1 Tm 2.5. Bíblia Shedd.

Por que Arão e seus filhos precisaram ser purificados e separados? Apesar de todos os homens da tribo de Levi terem sido dedicados ao serviço de Deus, somente os descendentes de Arão poderiam ser sacerdotes. Somente eles tinha a honra e responsabilidade de executar os sacrifícios. Esses sacerdotes tinham de se purificar e dedicar a si mesmos antes que pudessem auxiliar o povo a fazer o mesmo. A cerimônia descrita em Levítico 8 e 9 foi sua cerimônia de ordenação. Arão e seus filhos foram lavados com água (8:6), vestido com trajes especiais (8:7-9) e ungidos com óleo (8:12). Eles colocaram suas mãos sobre um novilho enquanto esse era morto (8:14) e sobre dois carneiros enquanto eram mortos (8:18, 19, 22). Isso mostrava que a santidade vinha de Deus somente, não da função sacerdotal. De modo similar, não somos purificados por nosso posicionamento espiritual. Purificação espiritual provém somente de Deus. Não importa quão alta a nossa posição ou por quanto tempo a temos ocupado, dependemos de Deus para vitalidade espiritual. Life Application Study Bible.

Arão, e seus filhos. Cf Êx 29. Esta foi a cerimônia da consagração, que depois passou a ser usada para todos os sacerdotes. Notemos que havia uma distinção implícita entre os sacerdotes (Arão e seus filhos) e o resto dos levitas. A tribo de Levi, como um todo, foi separada especificamente para o serviço religioso, mas somente os descendentes de arão eram os sacerdotes que oficiavam nos cultos do Tabernáculo e (mais tarde) do Templo, em Jerusalém, Nm 1.47-54. Veja também a distinção entre sacerdotes e levitas na Parábola do Bom Samaritano, Lc 10.25-37.

2, 3 Por que sacerdotes eram necessários em Israel? Em Êxodo 19:6, os israelitas foram instruídos a serem uma raça de sacerdotes. … O sistema sacerdotal foi uma concessão à inabilidade do povo, por causa do pecado, de se encontrar e se relacionar com Deus individualmente e corporativamente. Em Cristo, essa sistema imperfeito foi transformado. O próprio Jesus Cristo é nosso Sumo Sacerdote. Agora [Nova Aliança/Novo Testamento] todos os crentes podem se aproximar de Deus através dEle. Life Application Study Bible.

mandou-os banhar-se com água. Na bacia de bronze (cf. v. 11) no pátio do tabernáculo (v. Êx 30.17-21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

sobrepeliz (ARA). NVI: “manto”.

Urim e Tumim. Estas palavras significam, respectivamente, “luz” e “perfeição”. Embora não se refira de forma específica ao urim e ao tumim pelo nome, Josefo fala de pedras “brilhantes” no peitoral do sumo sacerdote, “brilho”, diz ele, que havia deixado de ser visto há dois séculos, devido à iniquidade prevalecente (Antiquidades, iii.8.9). Por meio destas duas pedras, Deus revelava Sua vontade. Uma auréola de luz em volta do urim era sinal de aprovação divina nas questões apresentadas diante dEle, e uma nuvem que ensombrava o tumim era sinal de desaprovação (PP, 351). Para exemplo disso, ver 1 Samuel 23:9-12; 28:6; 30:7 e 8. O peitoral era para as vestes do sumo sacerdote o que o propiciatório era para o santuário. Em ambos, Deus revelava Sua glória e vontade (cf Êx 25:22; Sl 80:1; Is 37:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 700 [sobre Êx 28:30].

O uso de Urim e Tumim não se menciona depois do reinado de Davi, a não ser na época da volta do Cativeiro em Babilônia, 538-333 a.C., quando a falta de sacerdotes com Urim e Tumim era considerada uma irregularidade grave, Ed 2.63; Ne 7.65. Bíblia Shedd.

mitra (ARA). NVI: “turbante”.

10 Moisés tomou o óleo da unção. Moisés oficiou, como se ele fosse um sacerdote, pela consagração do santuário e dos sacerdotes através do óleo de unção sagrado e um grupo especial de sacrifícios de sangue. Séculos após um “Ungido” (Heb “Messias”; grego: “Cristo”) especial daria início ao santuário celestial e seu ministério celestial ao oferecer Seu próprio sangue (Dn 9:24-26; Hb 5:5-10; 13:10-12). Andrews Study Bible.

11 sete vezes. Este número simbolizava a perfeição [cf. nota em 4.6]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Qual o significado da unção de Arão como sumo sacerdote? O sumo sacerdote tinha responsabilidades especiais que nenhum outro sacerdote tinha. Somente ele podia entrar no lugar Santíssimo [Santo dos Santos] do tabernáculo no Dia da Expiação para fazer expiação pelos pecados da nação…. O sumo sacerdote era uma figura de Jesus Cristo, nosso Sumo Sacerdote (Hb 7:26-28). Life Application Study Bible.

13 atou-lhes as tiaras (ARA). NVI: “colocou-lhes gorros”.

16 redenho do fígado (ARA). NVI: “lóbulo do fígado” [ou: gordura que está sobre o fígado].

23 O sangue derramado sobre a orelha, o polegar da mão direita e o polegar do pé direito do sacerdote simbolizavam sua consagração completa para ouvir, ensinar e observar a Palavra de Deus. Bíblia Shedd.

26 obreia (ARA). NVI: “pão fino”.

30 óleo sangue. Os sacerdotes da Antiga Aliança [Antigo Testamento] eram ungidos com óleo e com sangue, representando respectivamente duas bênçãos que haveriam de ser derramadas sobre o povo de Deus com a vinda de Cristo: A unção do Espírito Santo e o sacrifício expiatório, que não dependem de cerimônias físicas, mas são o fruto da obra de Cristo naqueles que O aceitam. Bíblia Shedd.

36 Arão e seus filhos fizeram “tudo o que Deus tinha ordenado” (NVI). Considerando as muitas listas detalhadas de Levítico, essa foi uma façanha notável. Eles sabiam qual a vontade de Deus, como Ele queria que ela fosse executada e com qual atitude deveria ser executada. Isso pode servir de modelo para o quão cuidadosamente devemos obedecer a Deus. Deus deseja que sejamos um povo completamente santo, não uma aproximação disso. Life Application Study Bible.



LEVÍTICO 7 by Jeferson Quimelli
17 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-7/

Os versos 1 a 7 apresentam o procedimento para a oferta de expiação da culpa. A instrução de que a carne pertencia ao sacerdote é seguida de uma lista de porções sacerdotais de outros sacrifícios. O sacrifício todo era oferecido ao Senhor, que atribuía parte dele ao sacerdote Seu servo, que oficiava o ritual. Assim, ministros de tempo integral ganhavam renda de seu trabalho, o que os ajudava a sustentá-los e às suas famílias (compare com 1Cor 9:1-14).

Uma oferta de paz também era dedicada ao Senhor, mas era dividida entre Deus, o sacerdote, e o ofertante. Uma oferta de paz poderia ser motivada pelo desejo de demonstrar agradecimentos ao Senhor, ou para cumprir uma promessa a Ele ou, simplesmente, para expressar a devoção a Ele. Esta era sempre uma feliz ocasião de louvor.

Mas o sangue deste animal sacrificado representava a sua vida e, portanto, não poderia ser comido. Até mesmo por cristãos não judeus (como ainda é hoje – comparar com Gên. 9:4; Atos 15:20, 29). Este sangue resgatava a vida do ofertante (Lev. 17:10–14).

Isso mostra que mesmo o nosso louvor a Deus só é aceitável através do sacrifício de Cristo! Hoje oramos, ao invés de sacrificar animais (compare Sal. 141:2), e podemos ser abençoados através de outros tipos de ofertas, expressão concreta das nossas orações.

Roy Gane
Andrews University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/7
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de janeiro de 2019, 0:55
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LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
17 de janeiro de 2019, 0:45
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Por mais simples ou estranhas que sejam as formas de Deus revelar grandiosíssimas verdades para nós, apreciá-las, aceitá-las e praticá-las certamente trará importantes benefícios inimagináveis a nossa vida, família, sociedade, etc.

“O livro de Levítico, sem dúvida, é um dos mais negligenciados do AT, exatamente porque os cristãos de hoje não conseguem ver sua importância para a vida atual. Quando, porém, se percebe que seus principais temas ou ideais – a santidade de Deus, Sua aliança com Seu povo e as consequentes exigências de um viver santo – são eternos e irrevogáveis, torna-se imediatamente clara a pertinência do livro” (Eugene H. Merrill).

Este capítulo fala do ritual que os sacerdotes deviam seguir para…

1. A oferta pela culpa (vs. 1-10);
2. As ofertas pacíficas (vs. 11-21);
3. Gordura e sangue dos animais sacrificados (vs. 22-27);
4. A porção destina a eles, os ministros do santuário (vs. 22-38).

Leia todos os 38 versículos deste sétimo capítulo de Levítico. São palavras divinas que não perdem a validade.

“Qual a essência do ritual religioso na Bíblia?” – perguntou Gordon J. Wenham. Ele mesmo responde: “Ele é o meio de comunicação entre Deus e o homem, uma peça de teatro realizada em um palco e assistida por espectadores humanos e divinos. Os rituais do Antigo Testamento expressam visivelmente, e não verbalmente, as verdades religiosas. Eles são o equivalente antigo da televisão”.

Deus é santo, logo pode tornar coisas comuns em santas. A oferta entregue a Ele deve ser santa, e o ritual, santíssimo (v. 1). Por isso, as ordens são claras, os limites detalhadamente esclarecidos (vs. 2-35). Após importantes revelações, Moisés concluiu as orientações referentes aos rituais do santuário (vs. 36-38).

1. Diante da culpa resultante de nossos erros, falhas e defeitos, temos um Deus preocupado com nossa condição;

2. Diante de nossa situação complicada devido à consequência de nossos maus procedimentos, temos um Deus disposto a oferecer um plano para absolver-nos da condenação pelo pecado;

3. Diante de nossa maligna pecaminosidade, temos um Deus que promove santidade visando libertar-nos de nossas atrocidades;

4. Diante de tantas coisas imundas e perversas deste mundo, Deus tem ministros que auxiliam àqueles que anseiam por comunhão com Ele.

Deus oferece salvação gratuitamente desde antigamente. Temos razões suficientes para reaviver-nos espiritualmente!

Avancemos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de janeiro de 2019, 0:30
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“Esta é a lei das ofertas pacíficas que alguém pode oferecer ao Senhor” (v.11).


A finalidade de cada uma das ofertas, além de seus peculiares significados, era a verdadeira adoração. Os sacrifícios e ofertas de manjares motivavam os filhos de Israel a perseverar e crescer em seu conhecimento acerca de quem era Deus e o que Ele representava em suas vidas. Todos eles apontavam para o Emanuel, Deus conosco, que viria para dar cumprimento a todos aqueles símbolos. Era desejo do Senhor que cada adorador percebesse a grandiosidade da mensagem e permitisse que ela tomasse conta de seu coração. Era uma mensagem grandiosa, mas, ao mesmo tempo, simples de ser compreendida. Todos, ricos e pobres, leigos e versados, eram convidados ao pátio do tabernáculo para de lá saírem igualmente doutos no amor de Deus.

O Senhor estabeleceu leis para reger o holocausto e as ofertas. Cada ritual precisava obedecer os critérios estabelecidos por Ele. Não poderia haver concessões nas cerimônias. Tudo precisava acontecer exatamente como Deus instituiu. E quando observamos os detalhes percebemos que neles podemos extrair lições de grande valor espiritual. Vimos que as ofertas pacíficas podiam ser oferecidas por três razões específicas: “por ação de graças” (v.13), pelo cumprimento de um voto ou voluntariamente. Se ela fosse oferecida por motivo de gratidão, nada dela poderia ser deixado até pela manhã (v.15). Ela precisava ser consumida no mesmo dia, não servia mais para o dia seguinte. A nossa oferta de gratidão a Deus deve ser realizada diariamente. Todos os dias o Senhor espera ansioso que Lhe entreguemos o coração “por ação de graças”. A nossa gratidão de ontem não serve para hoje, e a de hoje não serve para amanhã. A verdadeira adoração requer de nós uma oferta diária de gratidão.

Mas se a oferta pacífica fosse “voto ou oferta voluntária” (v.16), poderia ser consumida no mesmo dia e no dia seguinte, mas, jamais, no terceiro dia; “se comer ao terceiro dia, aquele que a ofereceu não será aceito, nem lhe será atribuído o sacrifício; coisa abominável será, e a pessoa que dela comer levará a sua iniquidade” (v.18). O sacrifício de Cristo foi o cumprimento do voto de Deus à humanidade e a suprema oferta voluntária, que, ao terceiro dia, deixou de ser sacrifício para ressurgir como “as primícias dos que dormem” (1Co.15:20). Essas ofertas simbolizavam a vitória de Cristo sobre a morte e a gloriosa promessa de sermos participantes com Ele em Sua vitória.

Precisamos conservar em nossa mente os princípios do Reino dos Céus. Todos eles estão contidos nas Escrituras. Temos acesso a eles quando dedicamos tempo de qualidade ao estudo da Bíblia em espírito de oração. Nunca teremos um coração verdadeiramente grato para ofertar ao Senhor enquanto não permitirmos que ele esteja posto, a cada dia, nas mãos do Oleiro. Creio que estamos vivendo um período de pré-angústia que antecede o tempo de grande angústia “qual nunca houve” (Dn.12:1). Um período em que o Espírito Santo está derramando as últimas gotas temporãs e preparando um povo que, qual ação de graças, revelará ao mundo o poder da derradeira chuva. “Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn.12:10).

Que você e eu façamos parte da última oferta de gratidão a Deus, que já tem dia e hora marcados para acontecer. “Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo; invoca-Me no dia da angústia; Eu te livrarei, e tu Me glorificarás” (Sl.50:14-15).

Bom dia, purificados, embranquecidos e provados para a salvação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico7 #RPSP

Comentários em áudio:
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