Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de janeiro de 2019, 0:56
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LEVÍTICO 5 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
15 de janeiro de 2019, 0:45
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LEVÍTICO 5 – Geralmente o ser humano tem um lugar na memória que não compartilha com ninguém, guarda exclusivamente para si. É possível que alguns desses segredos sejam situações vergonhosas, humilhantes; ou podem ser pecados secretos, acariciados mas escondidos.

Escondido das pessoas, mas não de Deus. Não dá para esconder nada dEle. Ações corretas com intenções equivocadas estão abertas diante de Deus; todavia, Deus mesmo oferece uma saída para estes pecados ocultos.

1. Quem não confessar um pecado visto por alguém, levará na alma o peso da culpa (v. 1);

2. Quem tocar, sem que ninguém veja, em algo imundo, será culpado e carregará a imundície em si daquilo em que tocou (vs. 2-3);

3. Quem ocultar verdades será culpado de pecado (v. 4).

Para estes pecados ocultos tem um procedimento para obter perdão divino; o qual resulta em reconciliação com Deus. A oferta pelo pecado revela que o pecado é terrível, e o pecador merece ser punido; contudo, Deus tem um plano para que o culpado seja absolvido (vs. 5-13). Deus leva em consideração cada situação: aqui, a situação financeira determinará a oferta do pecador.

Ainda é possível pecar por ignorância em relação às coisas sagradas (vs. 14-16) ou desobedecer mandamentos de Deus sem saber (vs. 17-19). Pecar por ignorância é pecado que exige a morte; contudo, Deus providenciou um mediador e um sacrifício para reparar o erro e eliminar a culpa. Baseado na Sua misericórdia e graça, Deus dá oportunidade do transgressor livrar-se da desgraça causada por ele.

O sacerdote mediador e o sacrifício apontam para Cristo em Sua missão de salvar o transgressor e culpado diante de Deus. A obra de Cristo é salvar aquele que merece a morte. A função da revelação visa convencer de nossa terrível situação e mostrar que ao reconhecer nossa miséria diante de Deus obteremos dEle misericórdia e salvação.

Se você passar a 80km por hora onde deveria ter passado a 50km por hora e um guarda de trânsito te parar para dizer que uma lei de trânsito foi infringida e você alegar não ter visto a placa (embora ela estivesse lá), esse argumento não te livrará da multa.

Ignorância não justifica pecados. Ser ignorante não é solução, é a perdição. Portanto, conheça a Cristo e Seu plano de salvação! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de janeiro de 2019, 0:30
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“Será, pois, que, sendo culpado numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou” (v.5).


Havia uma necessidade urgente em ensinar aos filhos de Israel a triste condição de que o pecado faz separação entre o homem e Deus (Is.59:2). O povo não poderia achegar-se ao Senhor e dEle aprender não fosse o sistema de sacrifícios do santuário que possibilitava este encontro. Os sacrifícios, a intercessão dos sacerdotes e a manifestação da glória de Deus deveriam ser para os pecadores a revelação do Messias, o script do plano da salvação. Cada tipo de sacrifício tinha sempre o objetivo final de salvar do pecado. Os pecados, ainda que fossem ocultos, precisavam ser confessados diante do Senhor e expiados com sacrifício. Eram as ofertas pela culpa e pelo pecado.

Na segunda parte, encontramos o sacrifício pelo sacrilégio ou prejuízo quanto às “coisas sagradas do Senhor” (v.14). Se houvesse qualquer tipo de dano às coisas do santuário, mesmo que sem a intenção de cometê-lo, era necessário o sacrifício e a restituição de quinta parte do valor envolvido. Transgredir “os mandamentos do Senhor”, ainda que não o soubesse, recebeu um grau ainda maior de culpa, constituindo “iniquidade” (v.17). Esta oferta revela a importância que o Senhor dá aos Seus mandamentos, em não eximir ninguém deste erro, ainda que cometido por ignorância. Seus mandamentos constituem a lei régia do Universo e serão a base legal no dia do juízo (Tg.2:12).

Em todos estes casos há a conclusão indiscutível do desejo de Deus em estender o Seu perdão à humanidade. Mas há também claros recados de que nem a ignorância e nem o que é oculto exime o pecador de ir em busca do perdão. Na caminhada cristã o humano precisa cooperar com o divino. Não eram as ofertas em si que operavam a remissão do pecador, mas a sua intenção ao ofertá-las. Existe hoje uma necessidade absurda por divulgação da imagem. As redes sociais estão cheias de aparência, enquanto a realidade da maioria absoluta grita por socorro. Por outro lado, parece que as redes se transformaram em uma espécie de ferramenta de justiceiros, onde vulgo “cristãos” julgam que atirar os pecados de outros no ventilador os torna melhores do que eles. Não é diante das pessoas que devemos aparecer, mas diante do altar do Senhor, oferecendo-Lhe nosso enganoso coração a fim de que não seja o “eu” exaltado, e sim o Cristo que nele habita.

Uma das funções das ofertas era a confissão de pecados. A verdade precisava ser dita diante do Onisciente. Isto não significava que o pecador tinha de confessar diante de todos os seus pecados, e sim diante de Deus e do sacerdote oficiante. Mas todas as vezes em que um filho de Israel carregava a sua oferta a caminho do tabernáculo, ele precisava atravessar parte do acampamento até chegar lá. Somos todos pecadores e carecemos da graça de Deus. A mesma atitude que o Senhor esperava de Israel, Ele espera de nós hoje. Que quando virmos nossos irmãos indo ao Senhor em busca de perdão, nos alegremos e cooperemos com o Senhor no processo de resgate. No que estiver ao nosso alcance, encaminhemos o errante aos pés do Salvador.

Mesmo sem essa intenção, os algozes da mulher adúltera a levaram ao melhor lugar do mundo. Enquanto o seu pecado era divulgado nas “redes sociais” de Israel, Jesus manteve o silêncio e escreveu, em lugar em que facilmente seriam apagados, os pecados de seus acusadores. Ali ela não encontrou palavras condenatórias, mas o perdão de um Deus que a amava incondicionalmente. Pode ser que você esteja passando por situação semelhante. Pode ser que você não tenha encontrado braços que lhe amparem, mas dedos que lhe acusam. Saiba que, ainda assim, há um Deus que está bem perto de você; que as pedras que lhe ameaçam a vida não têm mais poder do que a Rocha da vida eterna que, agora, te diz: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (Jo.8:11).

Bom dia, alvos do perdão de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico5 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



LEVÍTICO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de janeiro de 2019, 0:05
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1113 palavras

1-6 Estes versículos tratam dos pecados de omissão, de inadvertência e de precipitação. Os casos em vista são: (a) o pecado de negligenciar testemunho (v. 1). (b) o pecado do contato com qualquer coisa imunda (vs. 2-3); (c) o pecado de fazer juramentos precipitados (v. 4). Bíblia de Genebra.

a voz da imprecação (ARA; NVI: “tendo sido testemunha de algo que viu ou soube”). Ou seja “uma imprecação pública”. O cenário é uma cena judicial em que testemunhas são chamadas a depor. Alguém se recusa a testemunhar e é declarado culpado. Às vezes, há deveres desagradáveis que se prefere evitar, mas que devem ser cumpridos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 792.

quando alguém tocar alguma coisa imunda. As pessoas dos tempos antigos não tinham o conhecimento médico e sanitário disponível hoje. Não havia como saber que, ao ter contato com certas doenças, podia-se contrai-las e contaminar outros. Assim, o único princípio seguro era evitar tudo o que fosse suspeito. Transgredi-lo podia levar a uma epidemia. Como medida preventiva, esse princípio ainda é válido. CBASD, vol. 1, p. 793.

3 E o souber depois. A pessoa pode ser ignorante e, portanto, seu ato pode ser desculpável; mas, embora ignorante, pode ser que ela se torne uma ameaça aos outros como portadora de infecção. Em certos casos, pode ser que ela não seja totalmente inocente e se deve ensinar uma lição para impressioná-la, bem como aos outros. … Alguns deliberadamente fecham os olhos para a luz, assegurando a si mesmos que, se não veem, estão livres da responsabilidade da culpa. No entanto, em um julgamento, é preciso dar um relato não apenas a respeito do que se sabe, mas do que se podia saber caso a pessoa se esforçasse para tanto. CBASD, vol. 1, p. 793.

quando alguém jurar temerariamente. Isso não se refere à conversação, mas à solene confirmação de uma promessa a ser cumprida ou para refrear-se de fazer certas coisas. … Se uma das partes contratantes se esquecesse da promessa feita pelo juramento, ou se a repudiasse, quando mais tarde de conscientizasse da quebra do acordo, então seria culpado. Quebrar a palavra é um pecado flagrante do nosso tempo e parece aumentar cada vez mais. Os cristãos devem se precaver disso. CBASD, vol. 1, p. 793.

Você, alguma vez, já efetuou um juramento de fazer ou não fazer algo e então percebeu o quão insensata sua promessa foi? O povo de Deus é chamado a manter sua palavra, mesmo que tenha feito promessas difíceis de cumprir. Jesus advertiu contra juramentos (no sentido de fazer votos ou promessas) quando Ele disse: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do maligno” (Mt 5.37, NVI). Nossa palavra deveria ser suficiente. Se achamos que temos que reforçá-la com um juramento, algo está errado com nossa sinceridade. A única promessa que estamos desobrigados a cumprir são promessas que levam ao pecado. Uma pessoa sábia e auto controlada evita fazer promessas precipitadas. Life Application Study Bible.

confessará. O ofertante tinha de confessar a Deus o seu pecado para receber o perdão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O inteiro sistema de sacrifícios não poderia auxiliar o pecador a não ser que ele trouxesse o seu sacrifício com  uma atitude de arrependimento e um desejo de confessar o pecado. Hoje, por causa do sacrifício de Cristo na cruz, não temos que fazer sacrifícios de animais. Mas é ainda vital que confessemos o pecado, porque a confissão mostra reconhecimento da realização do pecado, percepção da santidade de Deus, humildade perante Deus e desejo de se afastar do pecado (Sl 51.16, 17). Mesmo a morte de Jesus será de pouco valor para nós se não nos arrependermos e O seguirmos. É como a vacina contra uma perigosa doença – não nos será útil se não entrar em nossa corrente sanguínea. Life Application Study Bible.

11 um jarro da melhor farinha como oferta pelo pecado. Esse ritual para uma pessoa que não poderia oferecer nem mesmo um par de pássaros era uma oferta de purificação que substituía o sacrifício de um animal (compare Hb 9:22 – “quase todas as coisas são purificadas com sangue” (NVI). Não era uma simples “oferta de grãos” (Lv 2). Andrews Study Bible.

Ele não devia por azeite ou incenso sobre a oferta, pois se tornaria uma oferta de cereais. Sem esse elemento, era uma oferta pelo pecado. … Aqui há uma situação incomum: uma oferta pelo pecado sem sangue derramado. Mas, há também outra coisa surpreendente: ofertas pelo pecado nunca eram colocadas sobre o altar. Por uma questão de ênfase, Deus repete: “é oferta pelo pecado”. Como explicar a diferença no ritual que Deus permite aqui? De acordo com Hebreus 9:22, “sem derramamento de sangue não há remissão” do pecado. Essa é a regra. Levítico 5:11-13 apresenta uma exceção à regra geral. Nem todas as coisas, mas “quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue” (Hb 9:22). O fato é que, neste caso, uma oferta pelo pecado sem sangue efetuava a expiação, e isso provavelmente explique o “quase”. … jamais pode haver real remissão do pecado fora do sangue de Cristo. Se assim fosse, Sua morte seria em vão; porém, no tipo [modelo] havia casos em que a remissão e a purificação se efetuavam sem o imediato derramamento de sangue. CBASD, vol. 1, p. 794.

15 ofensa. Heb. ma’al, “engano”, “infidelidade”, “quebra da Lei”. Aqui se aplica a pecados públicos, danos cujo valor podia ser calculado. Bíblia Shedd.

nas coisas sagradas do Senhor. As “coisas sagradas do Senhor” são as primícias, os dízimos, as ofertas e o que mais pertencesse ao Seu serviço. A transgressão aqui considerada envolvia reter ou diminuir, ou seja, pagar menos do que era devido. CBASD, vol. 1, p. 794.

16 oferta pela culpa. Em heb, é uma palavra só: ‘asham, que quer dizer “culpa” no sentido de danos e estragos, e também é o nome técnico do tipo de sacrifício que a culpa requer. Cristo é o único que cumpre completa e satisfatoriamente tudo aquilo que é previsto nesta oferta, imputando-nos Sua justiça, cf 2 Co 5.21, onde a palavra “pecado” tem exatamente o sentido de ‘asham. A profecia de Isaías usa a mesma palavra para a obra de Cristo, Isa 53.10. Bíblia Shedd.

17-19 Conforme indica a frase “ainda que não o soubesse” (v. 17), esses versículos concernem à pessoa que suspeite ter transgredido a lei divina, ou à pessoa que não tenha certeza a esse respeito. É um remédio sacrifical para aqueles que tem uma consciência inquieta. Nesse caso, não há qualquer exigência de reparação, pois a natureza do delito é incerta. Bíblia de Genebra.

17-19 e fizer contra algum de todos os mandamentos. A segunda situação é muito parecida com a primeira (v. 14-16), mas diz respeito à prática de coisas proibidas. Tais coisas, embora não especificamente mencionadas, provocavam o desagrado de Deus. CBASD, vol. 1, p. 794.



LEVÍTICO 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
15 de janeiro de 2019, 0:05
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LEVÍTICO 4 by Jeferson Quimelli
14 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-4/

Neste capítulo, vemos um retrato gráfico simbólico das cenas finais do ministério de Cristo e o grande tema do perdão. Os versos 12 e 21 mostram que o corpo do touro oferecido por pecados não intencionais não é queimado no altar no pátio, mas levado para fora do acampamento e queimado ali. Em Hebreus 13: 11-12, Paulo faz referência a isso – assim como os animais do sacrifício foram queimados fora do acampamento, Jesus foi crucificado fora dos muros da cidade. Imagine o sumo sacerdote transportando o sangrento touro do tabernáculo para a borda do acampamento, passando por fileiras de tendas e espectadores.

Considere Jesus passando de um lado para o outro entre os corredores de Pilatos e Herodes, depois sangrando do lado de fora dos portões de Jerusalém. Contemple-o na cruz, oferecendo Sua vida pelo mundo. O Desejado de Todas as Nações nos diz para deixarmos nossa imaginação meditar em cada cena da vida de Cristo, especialmente as finais. À medida que o fizermos, nossa confiança Nele se torna mais constante, nosso amor é vivificado e estamos mais profundamente imbuídos de Seu Espírito. (página 73)

Então ganhamos confiança para ir “a Ele fora do arraial, levando Seu opróbrio” Hebreus 13:13. Nos tornamos dispostos a viver Sua vida em público, como o “sal da terra” e “a luz do mundo”.

David Livergood
Pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia Martinsburg
West Virginia, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/4
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de janeiro de 2019, 0:55
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LEVÍTICO 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de janeiro de 2019, 0:30
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“… e o sacerdote por eles fará expiação, e eles serão perdoados” (v.20).


Sabemos que o pecado surgiu da rebelião de um anjo de luz que ambicionou ser “semelhante ao Altíssimo” (Is.14:14). E, por sua maldade, semeou discórdia no coração de terça parte dos anjos (Ap.12:7) e fez cair os nossos primeiros pais (Gn.3:6). A essência do pecado sempre será a maldade, a corrupção. Mas nem sempre o pecado é gerado pela vontade de cometê-lo. Muitos, e até líderes religiosos, como no caso dos sacerdotes no capítulo de hoje, cometem pecados “por ignorância” (v.2). Ou seja, pecados não intencionais. O termo usado para pecado, neste caso, é uma palavra hebraica que significa “errar o alvo”.

Diferente da raiz hebraica para iniquidade, que significa pecado deliberado, em que alguém sabe que está em pecado, mas escolhe permanecer nele, o pecado por ignorância ou não premeditado, apesar de não ser doloso, não deixa de ser pecado, e Deus concedeu aos Seus filhos uma provisão especial a fim de que houvesse expiação para este fim específico. Os sacerdotes, a nação, seus príncipes e cada indivíduo eram chamados a oferecer aqueles sacrifícios quer seus pecados fossem ocultos ou notórios à coletividade. Através destes sacrifícios, do reconhecimento de que precisavam do auxílio e perdão de Deus a fim de ensiná-los a andar pelo caminho correto, os filhos de Israel adquiriam uma fé sólida e, a cada passo, seriam ensinados a fazer diferença entre o santo e o profano.

Os sacrifícios pelos pecados por ignorância nos ensinam duas lições de cunho espiritual extremamente relevantes: primeiro, que não há desculpas para o pecado, pois “o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23). Pecado é pecado, não importa se culposo ou doloso. E segundo, que Deus deseja nos estender o Seu perdão mesmo por pecados que cometemos sem saber. Creio que o texto a seguir resume bem o desejo do Senhor em nos reconduzir ao alvo: “Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21). Precisamos do Espírito Santo a nos guiar pelo caminho, a fim de que nossos tropeços e quedas não sejam fatais.

O objetivo final destes sacrifícios era o perdão, como percebemos nas expressões: “e eles serão perdoados” (v.20); “e este lhe será perdoado” (v.26); “e lhe será perdoado” (v.35). Amados, cada dia, o Senhor nos convida a irmos ao pé da cruz e ali oferecermos o sacrifício de um coração contrito e desejoso em fazer a Sua vontade. Através das Escrituras, o Espírito Santo tem nos ensinado, nos repreendido, nos corrigido e nos educado na justiça (2Tm.3:16). Temos nós aceitado ouvir a Sua voz a nos conduzir pelo caminho? Infelizmente, enquanto estivermos na condição vulnerável de pecadores, corremos o risco constante de errarmos o alvo, mas para todo filho e toda filha de Deus que diariamente dedica a vida no altar do Senhor, há uma maravilhosa notícia: “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam” (At.17:30).

Cristo Jesus está de braços abertos para nos receber e interceder pelos nossos pecados. Enquanto a graça ainda nos está disponível, corramos ao encontro dAquele que já realizou por nós o perfeito sacrifício. O fato do Senhor não levar “em conta os tempos da ignorância” não significa que devemos permanecer ignorantes, mas que, diligentemente, como herdeiros do Reino eterno, devemos seguir os passos dAquele que sofreu em nosso lugar (1Pe.2:21). Pois “todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus [Jesus Cristo] o guarda, e o Maligno não lhe toca” (1Jo.5:18).

Bom dia, nascidos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico4 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



LEVÍTICO 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de janeiro de 2019, 0:30
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LEVÍTICO 4 – Pecar por ignorância é pecado perante Deus. Ser ignorante é pecado, pois ser ignorante implica em negligenciar a revelação divina. Deus quer um povo esclarecido.
 
Ignorar as instruções reveladas por Deus resulta em culpa tanto quanto você receber uma multa por excesso de velocidade por não perceber ou não querer ver a placa indicando o limite de velocidade. Há muito pecado por omissão tanto quanto existe por ignorância.
 
Há diferenças de pecados. Por exemplo, uma coisa é pecar por ignorância, descuido; outra coisa é pecar intencionalmente, que desafia a Deus – tal pecador não podia trazer um sacrifício. Tal transgressor deveria ser sacrificado (Números 15:30-31).
 
O capítulo supracitado visa tratar de pecados por ignorância e dos sacrifícios que deveriam ser realizados por cada classe de indivíduos: Sacrifício pelos…
 
1. …pecados por ignorância dos sacerdotes (vs. 1-12);
2. …pecados por ignorância de toda a congregação (vs. 13-21);
3. …pecados por ignorância de um príncipe (vs. 22-26);
4. …pecados por ignorância de qualquer pessoa (vs. 27-35).
 
Involuntariamente cometemos inúmeros pecados. Quantas vezes nem percebemos e falamos o que não devia! Quantas vezes assistimos, ouvimos ou jogamos o que não devia! Quantas vezes omitimos fazer o bem a alguém ou desprezamos, humilhamos e desrespeitamos alguém carente! Quantas vezes perdemos a oportunidade de falar de Jesus para aqueles doentes físicos e emocionais desprovidos de esperança!
 
Tanto o rico quanto o pobre comete pecados por ignorância; tanto o líder quanto o povo liderado comete pecados por ignorância. Todos eles exigem algum tipo de sacrifício a fim de obter perdão. Ninguém está livre de cometer tais pecados, como ninguém deveria ficar indiferente aos pecados cometidos por ignorância. Mas,
 
• Quantos de nós lembramos que cometemos tais pecados?
• Nós temos facilidade de ignorar pecados por ignorância! Por isso precisamos de orientações divinas!
 
Um detalhe curioso é que os sacrifícios aceitáveis a Deus estão em ordem decrescente em valor. Um novilho para o sacerdote ou para a congregação (vs. 1-14), um líder político ou civil deveria oferecer um bode sem defeito (vs. 22-23), a pessoa comum deveria trazer uma cabra ou uma cordeira sem defeito (vs. 27-32). Ou seja, quanto mais poder de influência do pecador por ignorância, mais alto o valor da oferta.
 
Cuidado: Quanto mais poder, maior responsabilidade! Fiquemos alerta! – Heber Toth Armí.


LEVÍTICO 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
14 de janeiro de 2019, 0:05
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