Reavivados por Sua Palavra


Marcos 13 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli

1-37 Este capítulo em Marcos, como seus paralelos (Mt 24, Lc 21), tem sido um desafio aos intérpretes ao longo dos séculos. Está Jesus falando sobre a queda de Jerusalém em 70 d.C., ou sobre os eventos precedentes à Segunda Vinda, ou uma combinação dos dois? Muitos estudantes dos Evangelhos acreditam que esta passagem combina os dois eventos, constituindo os eventos relacionados à queda de Jerusalém uma prefiguração do que acontecerá no retorno de Cristo. Andrews Study Bible.

1 Este capítulo que se inicia, chamado por alguns de “o pequeno Apocalipse”, recebe uma boa ampliação em Mt 24 e Lc 21 e no Apocalipse. Isto se deve ao fato de as verdades aqui reveladas não nos foram dadas para responder a todas as perguntas acerca do futuro, mas para encorajar os crentes a resistir ao mal, ficar firmes na perseguição e esperar sempre em Cristo. Bíblia Shedd.

Este capítulo … faz predições em três áreas: a próxima destruição do templo (vs 1-4); futuras perseguições (vs. 5-25) e a vinda do Filho do Homem (vs. 26-37). Bíblia de Genebra.

Que pedras enormes! (NVI). Segundo Josefo (Antiguidades, 15.11.3), eram brancas, e algumas delas tinham 11,5 metros de comprimento, 3,7 de altura e 5,5 de largura. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 não ficará pedra sobre pedra. Jerusalém foi saqueada e o templo foi queimado e destruído no ano de 79 d.C. por Tito, general romano (depois feito imperador). O Arco de Tito, comemorando a sua vitória, ainda existe em Roma. Bíblia de Genebra.

4 quando sucederão estas coisas. A pergunta dos discípulos tem em vista a destruição do templo. A resposta de Jesus parece incluir tanto este evento específico como o tempo que conduz à vinda do Filho do Homem (v. 26; cf Mt 24.3). Os eventos em torno da destruição do templo parecem anteceder e tipificar aqueles momentos associados à segunda vinda. Bíblia de Genebra

que sinal haverá. Jesus deixa claro que perturbações como guerras e desastres não são os “sinais” ou indicadores do tempo em que Ele retornará. Eles não nos dizem quando Ele voltará, mas que Ele voltará. Andrews Study Bible.

5 Vede. Vigiai! Esteja alerta! Esteja de guarda! O maior foco deste capítulo. Existe o perigo da decepção e o perigo da complacência. Andrews Study Bible.

6 Muito virão. No ano 130 d.C., Bar Kochba – líder de uma rebelião judaica contra os romanos – reivindicava ser o Messias e era aceito como tal por seus seguidores, e a lista (de supostos messias) tem crescido desde então. Bíblia de Genebra.

Sou eu. Esta expressão é também o nome de Deus (Êx. 3.14) e é o título escolhido por Jesus (Jo 8.28, 58). Bíblia de Genebra.

9-13 Perseguições aguardam àqueles que se lançam à proclamação do evangelho em todo o mundo (v. 10). Bíblia Shedd.

9 tribunais. Sem dúvida, uma referência ao sinédrio local, ou tribunais, que se reuniam nas diversas sinagogas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 713.

açoitados. A infração dos regulamentos judaicos era sujeita ao castigo com açoites, sendo a pena máxima 39 açoites (v. 2Co 11.23, 24). Bíblia de Estudo NVI Vida

10 é necessário que o evangelho seja primeiro pregado a todas as nações. Perturbações e desastres acontecerão até que Jesus retorne. Mas nenhum destes é um indicador que Ele está próximo de chegar. O único indicador é que o evangelho será pregado a todas as nações. Mas somente saberá quando este sinal estiver cumprido. Andrews Study Bible.

nações. Gr ethne “gentios”, “nações”. Os gentios ouvirão o evangelho, e não apenas os judeus (cf Ap 7). Não há, entretanto, a mínima indicação relativa à eficiência da pregação, nenhuma sugestão de que o mundo se tornará cada vez mais cristão. Bíblia Shedd.

11. não vos preocupeis. Isto é, “não andeis ansiosos”. CBASD, vol. 5, p. 713.

13 perseverar até o fim. Esta afirmação pode também significar o fim da vida de cada pessoa. Bíblia de Genebra.

será salvo. Não da perseguição mas do juízo divino. Bíblia Shedd.

Esta perseverança não é para merecer a salvação, mas é a prova de que a verdadeira salvação, em certo sentido, já aconteceu (Rm 8.24). Bíblia de Genebra.

14 abominável da desolação. … a destruição de Jerusalém que aconteceu em 70 d.C.  [cf. nota em Mt 24:15]. Andrews Study Bible.

fujam para os montes. Quando os romanos, em sua marcha para Jerusalém, no ano 69 d.C., saquearam Qumran, os membros desta comunidade esconderam seus manuscritos em cavernas, no alto das montanhas, acima do mar Morto. Eusébio, historiador da igreja, no século IV, afirma que os cristãos deixaram Jerusalém, naquele tempo, e fundaram a igreja em Pella, a leste do Jordão, cerca de 78 km ao norte de Jerusalém. Bíblia de Genebra.

18 no inverno. A estação em que as densas chuvas deixavam os riachos transbordantes e impossíveis de ser atravessados, de modo que muitos seriam impedidos de alcançar um lugar de refúgio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 aqueles dias serão de tamanha tribulação. Este e os versos precedentes parecem ser referências à queda de Jerusalém, em 70 d.C. Contudo, a perseguição ao povo de Deus continua da tribulação do período de 1.260 anos (Ap 13:24-27). Logo antes da volta de Jesus o mal alcançará o seu auge, como nos dias de Noé (Gn 6:1-7). Andrews Study Bible.

21 Cristo. Literalmente, o Messias. A palavra é usada aqui como um título e não como um nome pessoal. CBASD, vol. 5, p. 713.

24-26 A ênfase, aqui, focaliza claramente a segunda vinda do Senhor (cf Dn 7.13). Bíblia Shedd.

25 cairão. Ver com. de Mt 24.29. O texto grego ressalta o sentido de continuidade, como uma chuva de estrelas cadentes (ver com. de Ap 6.13). CBASD, vol. 5, p. 713.

30 esta geração. O cumprimento da promessa das profecias relativas à destruição de Jerusalém foi visto pela geração contemporânea de Jesus. Bíblia Shedd.

34 dá autoridade. Os dons do Espírito capacitam todo crente sincero a servir ao seu Senhor (cf 1Co 12; Rm 12; 1Pe 4.10s). Bíblia Shedd.

35 à tarde,à meia noite,ao cantar do galo,pela manhã. Os quatro termos aqui utilizados se referem às quatro vigílias da noite, de acordo com o sistema romano que se empregava na Palestina. CBASD, vol. 5, p. 713.



Mateus 25 by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2014, 0:30
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Comentário devocional:

Após a descrição da Segunda Vinda e dos sinais que a anteciparão, Jesus dá uma série de ilustrações para destacar certas coisas a respeito da Segunda Vinda em si. Esta série de comentários começa em Mt 24:32 e continua através de Mateus 25.

Dois temas importantes se destacam nestas declarações. Primeiro é o tema da data da vinda e a surpresa associada. Se por um lado ninguém sabe o dia nem a hora (24:36), por outro podemos saber que o tempo de Sua vinda está próximo (24:32-35).

Apesar de podermos saber da proximidade, muitos serão pegos de surpresa (24:39) e Ele virá para eles em um momento inesperado (24:44). Relacionado com este momento inesperado, alguns pensarão que o retorno está demorando e não farão uma preparação adequada (24:45-51; 25:1-13). Estas parábolas que citam o atraso nos dão a chave para não sermos pegos de surpresa. O servo que trabalha fielmente para promover os interesses do patrão, não terá qualquer angústia ou surpresa quando do seu retorno. 

A segunda ênfase temática envolve a mensagem básica do julgamento. As referências a Noé e ao dilúvio, os servos fiéis em contraste com os servos infiéis (Mt 24:36-51), juntamente com as parábolas das 10 virgens, dos talentos e da separação das ovelhas e dos bodes, todas elas apontam para uma grande separação dos justos e dos perversos através de um processo de julgamento. As duas parábolas acerca dos servos apontam mais claramente ao juízo investigativo. O mestre ou rei vem, inspeciona e avalia, investiga e, em seguida, decreta uma sentença de recompensa ou punição. Várias parábolas são apresentadas uma após a outra as quais enfatizam esse tema do julgamento.

Fica evidente que Jesus não está ensinando que todos serão salvos (universalismo). Além disso, é muito claro que Deus julga e acerta contas com cada pessoa individualmente. Quem crê em Jesus não será julgado – os Seus méritos apagam suas faltas (Jo 3:18). Este se envolverá com os negócios do Rei, multiplicando talentos e tratando outros servos com dignidade e graça.

Esta é a forma de nos prepararmos para a segunda vinda: manter vivo nosso relacionamento com Deus através do Espírito Santo (azeite das virgens). Este envolvimento com o Espírito nos motivará e capacitará a estarmos ativamente engajados na construção do reino como servos do Mestre e Rei.

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul

 

Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/25/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 25 
Comentário em áudio 



Mateus 24 by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: acontecimentos finais, Tempo do Fim | Tags: ,

Comentário devocional:

Neste capítulo, Jesus deixa o Templo, e os debates sobre a Sua autoridade espiritual iniciados pelos líderes religiosos se encerram (Mt 21-23). Ao sair, Jesus previu a destruição do Templo (Mat 24:2). Os discípulos agora buscam uma conferência privada com Jesus para mais explicações e parte da resposta de Jesus é o Seu famoso discurso sobre os sinais de Sua Segunda Vinda. Um desses sinais é muitas vezes incompreendido pelos cristãos em geral.

Nos versículos 4-8, temos uma série de sinais que vão desde falsos “Cristos” e falsos profetas a guerras, fome e terremotos. Mas “ainda não é o fim” e essas coisas “são apenas o início das dores de parto” do fim. Essas dores de parto são seguidas por perseguição do povo de Deus, traição, mais falsos profetas, ilegalidade e esfriamento do amor (vs 9-12). Mas, Jesus diz, aquele que perseverar até o fim será salvo (v. 13). 

Agora chegamos ao verso mal entendido: “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim.” (v. 14 NVI). Esse versículo é muitas vezes pregado como se Jesus tivesse proferido uma sentença condicional: “SE o evangelho for pregado no mundo inteiro, ENTÃO virá o fim.” Isso se reflete nos apelos que são feitos para “terminarmos o trabalho de modo que Cristo possa vir.” Os membros acreditam em nós quando pregamos isso e eles observam que o mundo não cristão, como a “janela 10-40”, fortemente muçulmana ou hindu, está crescendo mais rápido do que a população cristã tem conseguido pregar para eles. Assim, alguns membros tranquilamente concluem que, se Cristo não virá até alcançarmos a última pessoa com o Evangelho, então Ele não virá tão rápido assim. E certamente seus estilos de vida declaram que não acreditam que Cristo está vindo muito em breve. 

Na realidade, a gramática da expressão grega de Mt 24:14 é uma declaração de fato profético, assim como as guerras, fomes e terremotos. Gramaticalmente, a pregação do Evangelho a todo o mundo é um SINAL  da vinda de Cristo e não somente uma CONDIÇÃO para isto. A boa notícia é que o evangelho será pregado a todo o mundo e que Jesus certamente está chegando! 

Quando como membros acreditarmos que a vinda de Cristo é certa e que nós temos um tempo limitado para preparar o mundo para a Sua vinda, suplicaremos pelo poder do Espírito Santo para que nos capacite a cumprir nossa missão no mundo. Como resultado, deixaremos de lado nossas tolas discussões e controvérsias na vida congregacional, seremos reavivados espiritualmente e começaremos a trabalhar a sério na pregação do evangelho.

Jesus CERTAMENTE está voltando. Peçamos a Ele que nos mostre qual a parte que nos cabe para representá-Lo ao mundo! 
Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética 
Southern Adventist University

Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/24/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Mateus 24 
Comentário em áudio 



Mateus 24 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2014, 0:00
Filed under: liderança, livramento, Tempo do Fim | Tags: , ,

1 Tendo Jesus saído. Provavelmente, na terça-feira à tarde. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 528.

para Lhe mostrar. Josefo compara as paredes de pedra branca do templo à beleza de uma montanha coberta de neve (Guerra dos Judeus, v.5.6 [223]) e dá a dimensão fabulosa de algumas das suas pedras: 45 x 5 x 6 côvados(cerca de 20 x 2 2,7 m). O templo, naquela ocasião, estava em processo de construção havia quase 50 anos (ver Jo 2:20) e a obra de construção de todo o complexo de pátios e edifícios não foi concluída até cerca de 63 d.C., sete anos antes de ser totalmente destruído pelo exército de Tito. CBASD, vol. 5, p. 529.

2 pedra sobre pedra. Esta profecia se cumpriu durante a conquista romana de Jerusalém, no ano 70 d.C. Bíblia de Genebra.

Cumprido literalmente em 70 d.C., quando os romanos, comandados por Tito, destruíram completamente Jerusalém e os edifícios do templo. As pedras eram até mesmo separadas à força umas das outras, para achar as sobras das folhas de ouro do teto que se derreteram quando o templo foi incendiado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Josefo descreve vividamente a destruição do templo e os esforços de Tito para salvá-lo (Guerra dos Judeus, vi.4.5-8 [249-270]). A excelente construção do edifício assegurava que ele resistiria a ataques indefinidamente. A própria cidade de Jerusalém era considerada, para todos os efeitos práticos, inexpugnável, mas Jesus previu que seria destruída pela força. CBASD, vol. 5, p. 529.

3 vinda. Do gr parousia, “presença” ou “chegada”. A palavra parousia ocorre comumente nos papiros por ocasião da visita de um imperador ou rei. … é mais comumente usada para denotar a vinda de Cristo (2Ts 2:1), ou de homens (1Co 16:17). … não há nada, no termo parousia que signifique uma vinda secreta. CBASD, vol. 5, p. 529.

7 nação contra nação. Escritores judeus e romanos descrevem o período de 31-70 d.C. como um tempo de grandes calamidades. … As previsões sobre “fomes, e pestes, e terremotos”, do v. 7 (ARC), sem dúvida também se referem principalmente ao mesmo período. Jesus advertiu os primeiros cristãos a não considerar a luta política, fomes, pestes e terremotos daquele tempo como sinais do “fim” imediato do mundo. CBASD, vol. 5, p. 531.

fomes. Uma grave fome na Judeia, ocorrida por volta do ano 44 d.C., é mencionada em Atos 11.28. Houve, ao todo, quatro grandes períodos de fome durante o reinado de Cláudio, em 41 a 54 d.C. CBASD, vol. 5, p. 531.

terremotos. Houve uma série de grandes terremotos entre 31 d.C. e 70 d.C. Os piores deles foram em Creta (46 ou 47), Roma (51) Frígia (60) e Campânia (63). Tácito também fala de furacões particularmente severos e tempestades no ano 65 d.C. (Anais, xvi.10-13). CBASD, vol. 5, p. 531.

15 abominação da desolação. O claro contexto dos próximos cinco versos (vv 16-20) é a destruição de Jerusalém, que aconteceu em 70 d.C. Portanto, esta profecia de Daniel (Dn 9:26-27) aponta para, entre outros eventos, a destruição de Jerusalém por Roma. Andrews Study Bible.

quem lê entenda. …”quem lê Daniel”. Bíblia de Genebra.

16 fujam para os montes. Segundo Eusébio, historiador da Igreja primitiva, os cristãos fugiram de Jerusalém durante a guerra judaica, em obediência á profecia. Bíblia de Genebra.

As montanhas da Transjordânia, onde estava localizada Pella. Bíblia de Estudo NVI Vida

Josefo diz (Guerra dos Judeus, vi.9.3 [420]) que mais de um milhão de pessoas morreram durante e, após o cerco da cidade, mais de 97 mil foram levadas em cativeiro. No entanto, durante uma trégua temporária, quando os romanos inesperadamente levantaram o cerco de Jerusalém, todos os cristãos fugiram e é dito que nenhum deles perdeu a vida. Seu local de retiro foi Pela, uma cidade no sopé a leste do rio Jordão, cerca de 30 km ao sul do mar da Galileia. De acordo com Josefo, Tito, comandante dos exércitos romanos, confessou que nem os seus exércitos nem as máquinas do cerco poderiam ter sucesso em romper os muros de jerusalém, a menos que o próprio Deus assim o quisesse. A defesa obstinada da cidade enfureceu tanto os soldados romanos que, quando finalmente entraram, seu desejo de vingança não conhecia limites. CBASD, vol. 5, p. 533.

20 Oraisábado. Quarenta anos depois da ressurreição, o sábado seria tão sagrado quanto era quando Jesus pronunciou estas palavras, na encosta do monte das Oliveiras. Ele não sugere nenhuma alteração na sacralidade do dia, como muitos cristãos hoje supõem ter ocorrido quando Ele saiu do túmulo. A agitação, excitação, o medo e os incidentes de viagem durante a fuga de Jerusalém seriam inapropriados para o dia de sábado. CBASD, vol. 5, p. 533, 534.

24 se possível. Os fiéis obedeceram ao conselho da “Testemunha Verdadeira” a Laodiceia para “ungir” seus “olhos com colírio” (ver com. de Ap 3.18) e, portanto, são capazes de distinguir entre o verdadeiro e o falso. A forma da frase no grego significa que é impossível Satanás enganar aqueles que amam e servem a Deus com sinceridade (ver … GC, 561, 623, 624). Verdadeiro amor à verdade e diligência em obedecer a todas as instruções que Deus deu para estes últimos dias serão a única proteção contra os enganos do inimigo, os espíritos enganadores e as doutrinas dos demônios. CBASD, vol. 5, p. 534, 535.

26 não saias. Ou seja, “nem sequer tenha curiosidade para ouvir o que eles têm a dizer, não dê a impressão de concordar com eles, estando presente ao ouvi-los falar”. “Sair”, aqui, significa colocar-se em terreno encantado e, assim, estar em perigo de cair no engano. CBASD, vol. 5, p. 535.

27 como um relâmpago. A vinda de Cristo será evidente, sem ambiguidade e visível a todos. Bíblia de Genebra.

Não haveria nada de secreto ou misterioso sobre o retorno de Jesus. Todos saberiam do Seu retorno à Terra, pois todos O veriam (Ap 1:7). As palavras de Cristo não deixam margem para um arrebatamento secreto, para uma vinda mística ou para qualquer outra falsa teoria inventada por piedosos e excessivamente zelosos pretensos “profetas”. A humanidade iria “ver” Jesus “vindo sobre as nuvens do céu” (Mt 24:30, cf. Mt 16:27; 26:64; Mc 8:38; 14:62; At 1:11; Ap 1:7). Não haveria dúvida quanto ao evento. Quando Jesus retornar, todos saberão disso sem que nada tenha que ser dito. CBASD, vol. 5, p. 535.

29 Jesus descreve o escurecimento do sol e a queda das estrelas como ocorrendo ao fim da tribulação (vv 21-22). … Isto se relaciona com o fim do período dos 1.260 dias proféticos em 1798 d.C. Andrews Study Bible.

o sol. O escurecimento do sol aqui predito ocorreu em 19 de maio de 1780, conhecido como o grande dia escuro. CBASD, vol. 5, p. 536.

a lua. Na noite do dia 19 de maio de 1780, a luz da lua foi velada, assim como havia ocorrido com o sol durante as horas do dia. CBASD, vol. 5, p. 536.

as estrelas. Sem dúvida, a maior chuva de meteoros que a história testemunhou se cumpriu em 13 de novembro de 1833. Esses dois fenômenos, de 1780 e 1833, cumpriram exatamente as previsões de Jesus, pois ocorreram no tempo especificado. Eles não foram os únicos eventos dessa natureza, mas os que melhor atenderam às especificações da profecia. CBASD, vol. 5, p. 536.

os poderes do céu. O abalo das “potestades do céu” não se refere aos fenômenos descritos na primeira parte do versículo [“Logo em seguida à tribulação daqueles dias”], mas a um tempo ainda futuro, quando os corpos celestes”serão movidos de seus lugares, abalados pela voz de Deus”. Isso acontecerá quando Sua voz abalar também a Terra (ver PE, 41), na abertura da sétima praga (Ap 16:17-20; GC, 636, 637; PE, 34, 285; cf. Is 34:4; Ap 6:14). CBASD, vol. 5, p. 536.

30 sinal. O “sinal” que vai distinguir o retorno de Cristo dos enganos dos falsos cristos é a nuvem de glória com a qual Ele retornará à Terra (ver PE, 15, 35; GC, 640). CBASD, vol. 5, p. 536.

lamentarão. A lamentação das nações é uma alusão a Zc 12.10-12. Bíblia de Genebra.

20-42 A segunda vinda de Cristo será rápida e repentina. Não haverá oportunidade para arrependimento ou barganha de última hora. A escolha que já fizemos determinará nosso destino eterno. Life Application Study Bible Kingsway.

40 um será tomado, e deixado o outro. Alguns veem aqui uma referência ao arrebatamento secreto. No entanto, a ida de pessoas salvas ao Céu antes da segunda vinda contradiz 1Ts 4:16, 17 e Hb 11:39, 40, passagens que ensinam que os salvos chegarão juntos ali. A ressurreição dos mortos fiéis, por ocasião da segunda vinda, será sucedida pela reunião de todos os salvos para o encontro com o Senhor noa ares, de forma nada secreta. A frase simplesmente significa que nem todos estarão prontos quando Cristo regressar. Bíblia de Estudo Andrews.

Um será tomado. Do gr. paralambano, cujo significado literal é “tomar para si” ou”levar consigo”, usado nos papiros com o sentido de receber ou tomar para si artigos que lhe pertencem. Paralambano é usado em Mateus 17:1 … [tb em Cl 4:17; 14:3] … É antibíblica a doutrina conhecida como”arrebatamento secreto”, segundo a qual os santos serão arrebatados secretamente da Terra antes do retorno visível de Cristo. Seus defensores apelam para as declarações de Cristo nos v. 39 a 41, como prova. Mas esses versículos não ensinam tal coisa. A “vinda” de Mateus 24 é sempre, sem exceção, a aparição literal e visível de Cristo (v. 3, 27, 30, 39, 42, 44, 46, 48, 500. Nessa vinda, “todos os povos da Terra […] verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu” (v. 30). Jesus adverte sobre a natureza de uma vinda secreta de Cristo atribuída aos falsos profetas (v. 24-26; ver com. do v. 27). O que Jesus quis dizer com ser “levado” e ser “deixado” é esclarecido pelo contexto. Aqueles que são deixados são os servos maus, que, em vez de continuar em suas atividade normais, … serão castigados e receberão sua parte com os hipócritas (v. 48-51). CBASD, vol. 5, p. 538, 539.

Deixado. Do gr. aphiemi, “mandar embora”, “dispensar”. … Os justos são, literalmente, “recebidos” e os ímpios, “dispensados”. CBASD, vol. 5, p. 538, 539.

42 vigiai. Um estado ativo, e não espera passiva, de acordo com os vs. 45-51. Bíblia de Genebra.

Este é o ponto central de todo o discurso de Mt 24-25. Ninguém sabe exatamente quando Jesus voltará, nem mesmo os anjos (v. 36). Somos instruídos a reconhecer quando está perto (v. 32, 33). Mas, em certo sentido, sua vinda será inesperada, como a de um ladrão na noite. Bíblia de Estudo Andrews.

44 ficai também vós apercebidos. Aqueles que sinceramente desejam  a vinda de Jesus estarão prontos, não importa quando o Senhor aparecerá. CBASD, vol. 5, p. 539.

45 a quem o senhor confiou. Esta parábola se aplica especialmente aos líderes religiosos e espirituais da “família da fé” (Gl 6:10; cf Ef 2:19), cujo dever é suprir as necessidades de seus membros e que, por preceito e exemplo, devem testemunhar de sua crença na proximidade da vinda de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 539.

 a seu tempo. É dever do pastor alimentar e pastorear “o rebanho de Deus” (1 Pe 5:2) dando-lhe exemplo (v.3 ) de vigilância e preparação. … cabe a cada pastor cumprir fielmente a responsabilidade que lhe foi confiada (ver Ez 34:2-10). CBASD, vol. 5, p. 539.

 

Nota: As épocas a que se refere Mateus 24 são:
vs 5 a 20 – perseguição da igreja por Roma pagã e destruição de Jerusalém
vs 21, 22, 29 – perseguição da Idade Média
vs 24 a 27 – Ilusões dos últimos dias
vs 30, 31 – Volta de Jesus 



Malaquias 4 by Jeferson Quimelli
1 de novembro de 2014, 0:00
Filed under: Tempo do Fim, testemunho | Tags: , ,

Comentário devocional:

Em Malaquias 3, Deus prometeu enviar um mensageiro especial para preparar o povo para a Sua própria vinda a este mundo. Quem seria este mensageiro?

Malaquias 4 o identifica: “Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do Senhor. Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário, eu virei e castigarei a terra com maldição “(Ml 4:5 e 6 NVI).

O mensageiro de Deus é identificado como Elias, o grande profeta de Israel. Mas o que significa isso, que Deus enviaria Elias? Deus enviaria de volta Elias do céu, para onde havia sido transladado? Ou seria outro semelhante a ele? Como identificá-lo?

Qual a aparência do Elias real? “O rei [Acabe] lhes perguntou: ‘Como era o homem que os encontrou e lhes disse isso?’ Eles responderam: ‘Ele vestia roupas de pelos e usava um cinto de couro’. O rei concluiu: ‘Era o tesbita Elias’ ” (2 Reis 1:7, 8).

A profecia do retorno de Elias tornou-se muito importante para os judeus. Na verdade, em cada refeição da Páscoa, os judeus deixavam um lugar extra à mesa, em antecipação do retorno de Elias.

Depois do livro de Malaquias, não haveria profetas em Israel por um longo tempo. Por 400 anos, nenhum profeta falaria. Deus parecia estar em silêncio. Mas o silêncio seria quebrado pelo nascimento milagroso do filho de Zacarias, o sacerdote (Lucas 1:5-25), que passou a pregar no deserto, vestindo uma roupa de pelos e um cinto de couro. Quando perguntado se ele era Elias, João Batista simplesmente respondia: ““Eu sou a voz do que clama no deserto: ‘Façam um caminho reto para o Senhor’” (João 1: 23 NVI). Ele falaria com o espírito e o poder de Elias (Lucas 1:17).

Essa profecia de Malaquias tem também uma aplicação para os últimos dias. Um povo (Elias) preparará o caminho para a Segunda Vinda de Cristo. Eles farão isso através da pregação da pregação da Mensagem dos Três Anjos para o mundo inteiro (Apoc 14: 6-7). Essa mensagem deve alcançar toda nação, tribo, língua e povo. Está você disposto a fazer parte deste movimento que, no espírito de Elias, preparará o mundo para o retorno de Jesus?

Andy Nash
Southern Adventist University

 
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mal/4/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Malaquias 4

Comentário em áudio



Miqueias 5 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

“O restante de Jacó estará no meio de muitos povos, como orvalho do SENHOR, como chuvisco sobre a erva, que não espera pelo homem, nem depende dos filhos de homens” (Mq 5:7, ARA). O plano de Deus é que seus filhos fiéis se constituam um grupo que exerça uma influência positiva sobre a terra, como orvalho ou chuvisco que traz vida à erva seca.

Note que o remanescente não é importante apenas por ser o povo fiel de Deus, mas principalmente pela missão que tem a desempenhar. O remanescente sem a sua missão não é o remanescente. 

O remanescente do tempo do fim tem a missão profética de anunciar as três mensagens de Apocalipse 14, um solene convite ao mundo para que esteja em harmonia com Deus e seus propósitos. Ele representa a Deus em meio ao outros povos.

Ser parte do remanescente não é apenas pertencer a um clube, mas ter uma tarefa a cumprir. 

Que Deus nos ajude a buscarmos a plenitude do Espírito Santo a fim de representá-Lo corretamente às pessoas da nossa geração. Fazendo assim, pelo Seu poder, cumpriremos a missão que Deus nos confiou e estaremos prontos para subir com Cristo quando Ele vier nas nuvens do céu!

Gordon Bietz
Presidente da Southern Adventist University

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mic/5/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Miqueias 5 

Comentário em áudio  



Joel 3 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

O capítulo final do livro fornece um clímax apropriado à mensagem  profética de Joel. Os temas enfatizados eram importantes não só para o público de Joel, mas também para os nossos dias. De fato, vários dos temas ressaltados no capítulo 3 antecipam e prenunciam temas que são também destacados no último livro da Bíblia, o Apocalipse. Vamos considerar brevemente alguns desses temas:

Em primeiro lugar, há a ênfase na proximidade do Dia do Senhor. Joel proclama: “Pois o dia do Senhor está próximo” (3:14). É claro que este tema não está limitado ao profeta Joel. Repetidamente, a Bíblia fala da certeza da intervenção da vinda do Senhor nos assuntos humanos. Este tema chega a um grande clímax na última promessa das Escrituras: “Certamente, venho sem demora” (Apoc 22:20).

Este tema tem um significado especial para os que aguardam a breve segunda vinda de Jesus. Precisamos levar a mensagem de Joel a sério e renovar, como nunca antes, nosso foco na proximidade da vinda do Reino de Deus.

Um segundo tema enfatizado é a libertação que o Senhor efetua em favor Seu povo. Joel não estava afirmando que o povo de Deus não iria enfrentar nenhum perigo. De jeito nenhum!. De fato, Deus advertiu que seus inimigos batalhariam contra eles (3:9-12). Mas no momento extremo, um livramento maravilhoso seria experimentado, porque “o Senhor será um refúgio para o seu povo, uma fortaleza para Israel” (3:16 NVI). Esta mesma ênfase ocorre em outros lugares da Escritura, e tem um significado especial para a igreja de Deus do último dia. 

Finalmente há o foco na presença contínua do Senhor com o Seu povo. Depois de experimentar a devastação resultante da praga de gafanhotos (cap. 1) e a destruição provocada pelo exército inimigo (cap. 2), a pergunta que surge é: qual será o futuro do povo de Jerusalém? 

Felizmente, o profeta responde a esta pergunta de uma maneira magnífica na última frase do livro: “O Senhor habita em Sião” (3:21 NVI). Isso não é nada mais, nada menos do que uma bela antecipação da promessa do último livro da Bíblia de que Deus habitará com o Seu povo para sempre quando Ele lhes restituir a Cidade Santa, a nova Jerusalém (Apoc 21).

Que nós, como povo de Deus hoje, vivamos na expectativa do tempo previsto pelo profeta Joel. Tenhamos sempre em vista o dia do breve retorno do Senhor. Mantenhamos vivo em nossa mente a certeza da Sua gloriosa salvação. E aguardemos com expectativa o momento em que Ele habitará com o Seu povo para sempre e sempre.

Greg A. King, Ph. D.
Decano da Escola de Religião
Southern Adventist University

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/3/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Joel 3 

Comentário em áudio 



Joel 2 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

O profeta Joel escreve sobre o “Dia do Senhor”, que há de vir sobre o seu povo e faz  um convite ao arrependimento, reavivamento e reforma. Depois de descrever a terrível invasão de gafanhotos e dos exércitos estrangeiros, o profeta diz: “Então o Senhor mostrou zelo por sua terra e teve piedade do seu povo.” (2:18). E também transmite promessas de libertação, sustento, uma chuva próxima (temporã) e uma mais distante (serôdia) (2:23), e restauração (2:25-27).

A profecia tem três aplicações: (1) ao antigo Israel que vivia no tempo dos profetas (ver Ez. 39:29); (2) ao Israel espiritual (a igreja) no tempo do Pentecostes, quando o Espírito Santo foi derramado sobre o seu povo (Atos 2:16-21); e (3) para os últimos dias da história da Terra (GC 611, AA 54-55).

A terminologia aqui aponta para “os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar.” (2:32b NVI). Israel foi chamado para ser o remanescente no contexto imediato da profecia, mas eles não se arrependeram e assim não experimentaram o reavivamento e a reforma prometidos. A profecia condicional não foi cumprida no tempo deles. Após a morte de Cristo e com o início da igreja primitiva a promessa foi estendida ao Israel espiritual. Durante o Pentecostes milhares responderam ao derramamento do Espírito Santo e ao testemunho de Pedro e dos primeiros apóstolos. Este foi o início da primeira chuva espiritual (temporã) (AA 54).

Hoje, enquanto aguardamos a breve volta de Jesus, somos convidados a experimentar a chuva do Espírito Santo dos últimos dias (serôdia). Esse derramamento do Espírito Santo será mais abundante do que o anterior e fará com que filhos e filhas profetizem, velhos tenham sonhos e jovens tenham visões. Até os servos e as servas experimentarão este poder (2: 28-29). 

A profecia para o tempo final é tão condicional como a profecia foi ao antigo Israel. “E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (2:32a NVI). “Todos os que consagram alma, corpo e espírito para Deus será receberão constantes novas dotações de poder físico e mental” (DTN, 287).

Estamos prontos para receber o Espírito Santo ou estamos satisfeitos e complacentes com o nosso estado espiritual atual? Temos consagrado a Deus o nosso corpo e a nossa mente? O que existe na minha ou na sua vida que precisa ser entregue a Deus a fim de que Ele possa fazer em nossas vidas o que Ele prometeu? Jesus está voltando! O maior presente que Ele prometeu é o Seu Espírito. A sua vida está cheia do Espírito Santo? 

Martin Klingbeil
Southern Adventist University

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/2/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Joel 2

Comentário em áudio



Joel 1 by Jeferson Quimelli
10 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: acontecimentos finais, Joel, Tempo do Fim | Tags: ,

Comentário devocional:

O nome Joel (“O Senhor é Deus”) reflete o caráter imutável de Deus e Sua intervenção maravilhosa tanto na história quanto nos eventos dos últimos dias.

A partir de um histórico “Dia do Senhor” que o antigo Israel experimentara através de um desastre natural de uma invasão de gafanhotos (Joel 1), Joel muda para um “Dia do Senhor” profético (Joel 2), que se materializou na forma de um exército invasor estrangeiro (possivelmente as forças babilônicas que invadiram Judá antes do Exílio). Então, ele termina seu pequeno livro com uma visão profética sobre o tempo do fim (“o Dia do Senhor”) e os eventos finais que o acompanham (capítulo 2 e 3).

O livro de Joel é uma obra-prima da poesia hebraica em que o habilidoso uso da linguagem e suas vívidas figuras são empregados. As mensagens do profeta aparecem na forma de sermões dirigidos a todo Israel. Ele chama a atenção para as calamidades que Deus enviou para lembrar Seu povo da necessidade de uma reforma completa.

As expressões utilizadas na tradução da Bíblia Hebraica moderna (Tanakh) descrevem vividamente essa necessidade: “Escutem isto, ó anciãos! Ouçam, todos os habitantes da terra! Tem algo como isto ocorrido em vossos dias, ou nos dias de vossos pais? Contem aos seus filhos sobre o assunto. Os sacerdotes devem lamentar. O país é violentado. Convoquem uma reunião e clamem ao Senhor. Porque o dia do SENHOR está perto” (vv. 2 e 3).

Considerando-se que Joel também tem em mente os acontecimentos dos últimos dias, assistimos os desastres naturais se tornarem parte constante das notícias mundiais diárias. De deslizamentos de terra na Bolívia e no Burundi a terremotos no Chile e na China, vemos nos noticiários da TV em nossas salas de estar as longas caminhadas de pessoas que perderam suas casas caminhando em busca de um novo lugar de habitação, através das devastadas paisagens do nosso velho planeta.  

Quando acontecerem catástrofes perto de nós ou mesmo conosco, que possamos olhar ao redor e afirmar que Deus continua no controle. Que possamos ver nestes sinais evidências de que a vinda de Cristo está próxima (Lucas 21:28) e isto nos traga consolo e esperança! 

Martin Klingbeil, Ph.D.
Professor de Estudos Bíblicos e Arqueologia
Southern Adventist University

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Joel 1

Comentário em áudio




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