Reavivados por Sua Palavra


Jeremias 37 by Jeferson Quimelli
7 de junho de 2014, 0:00
Filed under: consequências, correção, discernimento, profecias

Comentário devocional:

Jeremias neste capítulo lida com Zedequias, o último rei de Judá, no nono ano do seu reinado de 11 anos. Ele próprio havia sido nomeado como rei de Judá por Nabucodonosor (v. 1). Nesta época, porém, os babilônios cercavam Jerusalém porque Zedequias deixara de lhes pagar tributo, confiante na aliança que havia feito com o Egito. Nem ele, Zedequias, “nem seus conselheiros, nem o povo da terra deram atenção às palavras que o Senhor tinha falado por meio do profeta Jeremias” (v. 2 NVI). Quando as pessoas estão doentes e não querem usar o medicamento oferecido para a cura, muito pouco o médico pode fazer.

Nesses dias, o rei Zedequias mandou dois homens, Jeucal e Sofonias (filho de um sacerdote) pedir a Jeremias: “Ore ao Senhor, ao nosso Deus, em nosso favor” (v. 3 NVI). Faraó com o seu exército haviam saído do Egito para combater Nabucodonosor. Este, então, levantou o cerco ao redor de Jerusalém por um tempo para enfrentar a nova ameaça (v. 5) que vinha do sudoeste.

Zedequias tinha a falsa esperança de vitória sobre os babilônios, mas Deus lhe disse, através de Jeremias, que os egípcios abandonariam seu acordo de proteção pelo qual os judeus pagavam e voltariam para a sua terra (v. 7). Zedequias e seu povo ainda não tinha aprendido que não se deve colocar suas esperanças em homens, mas sim em Deus, que conhece o fim desde o começo.

O “assim diz o Senhor” para Zedequias contrariou suas expectativas: os babilônios voltariam e queimariam Jerusalém (v. 8). Nenhum homem poderia mudar esta realidade (v. 9-10).

Quando os babilônios se retiraram, Jeremias se dispôs a ir a Anatote, tomar posse da propriedade que havia adquirido lá (v. 12. Ver Jer. 32). Ao passar pela porta de Benjamim, em Jerusalém, o capitão da guarda o acusou de estar desertando em favor dos babilônios (v. 13). Levou-o, então, aos líderes da cidade que, acreditando na acusação, “furiosos com Jeremias, espancaram-no e o pren­deram” injustamente (v. 15 NVI) por muitos dias (v. 16).

Quando o rei Zedequias mandou que trouxessem Zedequias ao palácio, perguntou-lhe em voz baixa se havia uma palavra do Senhor. Havia: “você será entregue nas mãos do rei da Babilônia.” (v. 17), disse o profeta ao rei. Jeremias então reclamou da injustiça que sofrera (v. 18). E lembrou que suas palavras haviam se cumprido e que os falsos profetas, que haviam dito que os babilônios nunca viriam, é que deviam estar sofrendo em seu lugar (v. 19).

Jeremias pede, então, ao rei para não colocá-lo de volta na prisão de onde viera, pois temia pela sua vida (v. 20). Nisto foi atendido, tendo sido deixado no pátio da guarda do rei  (v. 21).

Por um pequeno instante, o rei Zedequias pode ter pensado que se fosse benigno com um profeta do Senhor, talvez o Senhor fosse gentil para com ele. Mas seu curto período de paz iria em breve acabar pois não dera ouvidos às advertências para a vida do Senhor.

“Querido Deus, Teus apelos, através dos profetas, nos exortam diariamente a nos rendermos incondicionalmente à Tua vontade e ao Teu serviço. Para muitos, isto é pesado de se ouvir, assim como foi para Zedequias. Ajude-nos a nos render às Tuas instruções, antes que seja tarde demais. Amém”.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/37/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 37 



Jeremias 36 by Jeferson Quimelli
6 de junho de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, profecias | Tags: , ,

Comentário devocional:

Jeremias teve um longo ministério, de cerca de 44 anos, dos dias de Josias até os últimos dias do Rei Zedequias, que reinou 11 anos. Os últimos dias registrados de Jeremias ocorreram depois da morte de Nabucodonosor. Em seu ministério Deus lhe mostrou a condição do povo de Deus, antes e depois do exílio. Apesar de suas advertências e admoestações, as pessoas continuaram rebeldes e desobedientes, para grande frustração do profeta e de Deus.

Neste capítulo, Deus falou com Jeremias em 605 aC, pouco antes da primeira invasão de Nabucodonosor (v. 1). Este era o sétimo ano de serviço de Jeremias para o Senhor. O profeta deveria escrever em um rolo todas as profecias e as mensagens que Deus lhe havia dado até aquele dia (v. 2). A vontade de Deus era que quando o rolo fosse lido perante o rei e seus príncipes, que todos se arrependessem, para que, assim, o Senhor perdoasse “a iniqüidade e o pecado deles” (v. 3, NVI).

Deus revelou uma mensagem a Jeremias, que ditou a Baruque, seu escriba (v. 4). Baruque, então, foi enviado para ler a mensagem na casa do Senhor no dia do jejum, quando muitas pessoas de toda Judá estariam em Jerusalém (v. 6-9). 

Apesar de participarem do jejum, o coração do rei, dos líderes e de todo o povo estava endurecido. Baruque leu as palavras do Senhor à entrada da porta da casa do Senhor (v. 10). Alguns dos príncipes não estavam lá, mas Micaías, filho de Gemarias, estava e ouviu as palavras do Senhor (v. 11).

Micaías foi até a “câmara do escriba” e contou aos príncipes o que Jeremias havia dito (v. 13). Então eles mandaram o jovem Jeudi pedir que Baruque fosse até eles e lhes lesse o livro (v. 14, 15). Todos ficaram chocados com as palavras do Senhor através de Jeremias e “entreolharam-se com medo” (v. 16 NVI). Eles estavam convencidos de que Baruque e Jeremias estavam no caminho certo, e pediram que eles se escondessem (v. 19). 

Em seguida, Jeudi foi convidado pelo rei para trazer e ler o livro perante ele (v. 21). O rei estava se aquecendo diante do fogo porque era inverno (v. 22). A medida de ouvia a mensagem, o rei, com uma faca, cortava o trecho lido do rolo e jogava a Palavra de Deus no fogo (v. 23). Entretanto, “O rei e todos os seus conselheiros que ouviram todas aquelas palavras não ficaram alarmados nem rasgaram as suas roupas” (v. 24 NVI). Ninguém é tão surdo como aquele que se recusa a ouvir. 

O rei ordenou a seu próprio filho e seus amigos prenderem Jeremias e Baruque “mas o Senhor os tinha escondido” (v. 26).

Deus falou para Jeremias produzir uma outra cópia de seu texto através de Baruque, o escriba (vs. 28, 32). Deus acrescentou ao texto anterior palavras extras a respeito da punição do rei e dos seus servos, bem como dos seus descendentes. 

Nosso Deus usou homens e mulheres capazes para escrever Sua Palavra e tudo que escreveram é historicamente correto. Seus textos apelavam para o arrependimento do povo e demonstravam a paciência de um amoroso Deus. Deus tenta, de diferentes maneiras, que todos se convertam. A punição divina é consequência direta das ações dos homens. 

“Querido Deus, permita que não estejamos rasgando e queimando a Sua Palavra através do nosso desprezo e nossas más ações. Ao ouvirmos os Seus apelos que possamos nos colocar em harmonia com Seu plano divino. Salva-nos de nós mesmos, Senhor. Amém”.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/36/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 36 



Jeremias 29 by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2014, 0:00
Filed under: libertação, profecias, Queda de babilônia, restauração | Tags:

Comentário devocional:

Você gostaria de receber uma mensagem de um profeta de Deus? 

Neste capítulo, nós lemos sobre o profeta Jeremias enviando uma carta aos cativos na Babilônia. Se você também se considera um prisioneiro da moderna Babilônia em que vivemos, este conselho pode lhe ser útil: “Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: ‘Não deixem que os profetas e adivinhos que há no meio de vocês os enganem. Não deem atenção aos sonhos que vocês os encorajam a terem. Eles estão profetizando mentiras em meu nome. Eu não os enviei’, declara o Senhor.” (v. 8-9 NVI). 

Será que temos falsos profetas em nosso redor hoje? Este verso é uma advertência contra eles.

Minha filha Lauretta e eu estávamos em pé no antigo Caminho da Procissão na antiga Babilônia. Saddam Hussein restaurou 180 metros desta famosa via. Ali recordamos a História, quando os exilados de Jerusalém entraram pela Porta de Ishtar rumo aos seus desastrosos 70 anos de exílio. 

Bem ali, naquele lugar histórico, as mensagens reconfortantes de Jeremias 29 vieram às nossas mentes: “Assim diz o Senhor: ‘Quando se completarem os setenta anos da Babilônia, eu cumprirei a minha promessa em favor de vocês, de trazê-los de volta para este lugar. Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.’” (v. 10 -11 NVI). 

Se você abriga pensamentos negativos sobre o futuro, por favor, substitua-os pelos pensamentos que Deus tem para o seu futuro. 

Enquanto minha filha e eu andávamos através dos enormes portões da Babilônia, parcialmente reconstruídos, a caminho da sala do trono de Nabucodonosor, recordávamos a parte final desta promessa inspiradora: “’Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês’, declara o Senhor, ‘e os trarei de volta do cativeiro. Eu os reunirei de todas as nações e de todos os lugares para onde eu os dispersei, e os trarei de volta para o lugar de onde os deportei’, diz o Senhor” (v. 12 -14 NVI). 

Estamos todos exilados de nossa casa sem pecado no Éden e estamos vivendo, não só em um mundo pecaminoso, mas com nossa natureza caída pecaminosa. Quem irá nos salvar?

Quando minha filha e eu deixamos a sala do trono onde Daniel explicou ao rei que uma pedra viria esmagar os reinos deste mundo e estabelecer um reino eterno, entramos no enorme salão onde Belsazar e mil dos seus nobres (Daniel 5:1) foram destruídos por Ciro. Enquanto estávamos na sala do trono, apesar de não sabermos onde, sabíamos que tinha sido ali que a mão divina escrevera a condenação da Babilônia. 

Com as promessas de Jeremias 29 em nossa memória, Lauretta e eu fomos a Pasárgada, no Irã, onde fizemos uma visita ao túmulo de Ciro – um tipo de Cristo. Isaías 44 e 45 chama Ciro de pastor, libertador e ungido. Estes títulos de Ciro estão relacionados com um Personagem muito maior, de quem Ciro era um tipo. À medida em que meditávamos sobre este grande libertador, lembramos da tremenda mensagem reconfortante de Isaías 45:13: “Eu levantarei esse homem em minha retidão: farei direitos todos os seus caminhos. Ele reconstruirá minha cidade e libertará os exilados, sem exigir pagamento nem qualquer recompensa, diz o Senhor dos Exércitos” (NVI).

“Nosso querido Pai celestial amoroso, obrigado por explicar Sua salvação através da história de Ciro. Obrigado por nos libertar desta Babilônia onde vivemos de dor e morte para a felicidade do céu. Oramos isto em nome de Jesus, nosso celeste libertador e pastor. Amém”

Pr. François du Plessis
Evangelista na África do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/29/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 29 



Jeremias 28 by Jeferson Quimelli
29 de maio de 2014, 0:00
Filed under: profecias, verdade | Tags:

Comentário devocional:

Outra onda de falsas profecias surge na pessoa de Hananias. Ele previu que em dois anos a nação seria restaurada e o cativeiro babilônico chegaria ao fim. E quebrou o jugo que Jeremias colocara em seu pescoço. As pessoas que receberam esta profecia tiveram então que compará-la com o que Jeremias e outros profetas haviam dito antes.

Neste capítulo, Jeremias ajuda as pessoas a refletir: “Os profetas que precederam a você [Hananias] e a mim, desde os tempos antigos, profetizaram guerra, desgraça e peste contra muitas nações e grandes reinos.” (v. 8 NVI). Mas Hananias estava profetizando paz para as pessoas.

Um dos testes de um verdadeiro profeta é que: “o profeta que profetiza prosperidade será reconhecido como verdadeiro enviado do Senhor se aquilo que profetizou se realizar.” (v. 9 NVI). Não só as profecias de Hananias não se cumpriram, como ele morreu 2 meses após seu confronto com Jeremias (comparar v. 1 com v 17).

Nas últimas décadas presenciamos mais predições sobre o fim do mundo do que em todos os séculos anteriores da história. Algumas dessas profecias vieram acompanhadas de datas específicas. Entretanto, esses profetas e suas profecias não se cumpriram e portanto não passaram pela prova da Palavra de Deus. 

Nós também precisamos ter em mente que esta é uma das provas em caso de haver uma predição correta de eventos. Os profetas da atualidade têm que cumprir todas as provas encontradas nas Escrituras para serem reconhecidos como profetas verdadeiros.

Algumas passagens da Escritura que podem ser utilizadas para testar alguém que reivindique em nossos dias possuir o espírito profético são: Isaías 8:20; Mat 7:15-20 ; 1 João 4:1-3. Ellen G. White é uma profetisa que viveu na segunda metade do século XIX e que foi submetida a tais testes bíblicos durante um longo período de tempo e provou ser uma verdadeira profetisa através do cumprimento de todos os requisitos apresentados pela Escritura.

A advertência em 1 João 4:1 se aplica hoje: ” Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.” (NVI). Essa responsabilidade não é dada apenas a teólogos, pastores e líderes, mas cada pessoa deve testar os profetas para certificar-se de sua veracidade. E a igreja, corpo de Cristo, tem a responsabilidade de se posicionar contra os falsos profetas e a favor dos verdadeiros profetas. 

“Querido Senhor, ajuda-me a avaliar qualquer pessoa que afirme ser um profeta com o teste bíblico de um profeta verdadeiro. Conduz-me à plena verdade pela Tua Palavra”.

Michael Sokupa

Heidelberg College , África do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/28/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 28


Jeremias 27 by Jeferson Quimelli
28 de maio de 2014, 0:00
Filed under: confiança em Deus, profecias, verdade | Tags:

Comentário devocional:

Os profetas não só deviam entregar suas mensagens verbalmente, mas, às vezes, eram desafiados a dramatizar suas mensagens. Jeremias 27 é uma profecia encenada que teve como propósito alertar as pessoas sobre o próximo período de cativeiro sob os babilônios.

Em nossos dias houve uma época em que a pregação chamava a atenção de todos em uma cidade. Hoje, isto já não acontece mais. Enquanto a pregação continua sendo o método principal, alguns encontraram formas criativas de apresentar a mensagem para chamar a atenção das pessoas.

Jeremias foi instruído por Deus : “Faça para você um jugo com cordas e madeira e ponha-o sobre o pescoço” (v. 2 NVI). Jeremias 27 está entre as passagens que apresentam Deus como Criador e Soberano Senhor sobre todas as nações. Deus está no comando. E agora Ele usa Babilônia para punir Judá. Esta não foi uma experiência agradável para Judá. Mas Babilônia, por sua vez, também seria julgada por Deus e dominada pelos medos e persas.

As nações do mundo atual pensam que controlam seus próprios destinos, mas Deus está no comando. Às vezes, Deus envia um alerta para que reconheçamos Sua soberania. O pecado tem causado a deterioração de nosso planeta. Às vezes, Deus tolera que as calamidades aconteçam para trazer as nações do mundo aos Seus joelhos. Em última análise, cada nação e cada indivíduo que vive neste planeta irá reconhecer que Deus está no comando.

A mensagem de Jeremias era que submeter-se ao julgamento de Deus reduziria o nível de sofrimento. E que a rebelião contra o juízo de Deus aumentaria o sofrimento. No verso 12 o rei Zedequias é admoestado: “Coloquem o pescoço sob o jugo do rei da Babilônia, sujeitem-se a ele e ao seu povo, e vocês viverão” (NVI). Através desta disciplina redentora Deus busca restaurar o Seu povo de volta a um relacionamento de aliança saudável com ele.

Há momentos em que temos que nos submeter, individual ou coletivamente, ao julgamento redentor de Deus. Isto pode acontecer através de uma pessoa ou igreja que Deus envia para nos confrontar. Precisamos nos submeter à disciplina de Deus para que assim possamos retornar a um relacionamento saudável com ele.

Os falsos profetas davam a falsa impressão de que estavam defendendo a causa de Deus dizendo, enganosamente, que os recipientes tirados da casa de Deus pelos babilônios seriam devolvidos em breve. Deus havia permitido que os babilônios retirassem esses itens do templo, mas isso não indicava que, ao permitir isso, Ele estava se submetendo a seus deuses. Deus ainda estava no comando, pois Ele diz: “Serão levados para a Babilônia e ali ficarão até o dia em que eu os quiser buscar”, declara o Senhor. “Então os trarei de volta e os restabelecerei neste lugar” (Jer 27:22 NVI).

“Senhor , ajuda-nos a ter fé em Seu plano para nossas vidas e acreditar que a restauração virá exatamente como prometeste. Amém”. 

Michael Sokupa
Heidelberg College , África do Sul



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/27/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 27 



Jeremias 25 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:Que capítulo intenso! Deus envia aqui Sua Palavra a toda a nação de Judá e, também, ao mundo todo, em todas as épocas, através de seu servo Jeremias.

A mensagem de Deus é simples e clara. Observe Seu “Plano de três pontos” para a sobrevivência espiritual: 

1. Arrependei-vos dos vossos maus caminhos e maldades; 

2. Não vá atrás de outros deuses para os servir e adorar; 

3. Não Me obrigue a agir por causa das más obras das tuas mãos.

A Escritura registra a triste verdade que eles se recusaram a ouvir. Recusaram não apenas poucas vezes, mas de forma permanente.

A leitura deste capítulo me faz imaginar Jeremias tentando conseguir a atenção das pessoas no portão da cidade. Mas o povo não deu ouvidos às palavras de Deus. Estas palavras os teriam salvo se tivessem levado o profeta a sério.

Jeremias detalha os resultados devastadores de desprezar as repreensões divinas. Os babilônios se tornaram instrumento divino de juízo. Os sons da vida foram silenciados e as luzes se apagaram.

Mas existe uma esperança: encontramos neste capítulo a profecia de Jeremias de que os cativos ficariam na Babilônia por 70 anos e depois retornariam. 

Veja que interessante: como registrado em Daniel 9, esta é a mesma profecia que Daniel estava estudando perto do fim do cativeiro! Preste atenção: vemos aqui um profeta – Daniel – estudando as palavras de outro profeta – Jeremias – que tentava entender o que Deus dizia! Quão importantes são as palavras de Deus!

No restante do capítulo observamos Jeremias ser levado em visão para além dos 70 anos de cativeiro, após a punição de Babilônia por seus pecados, até o desfecho do conflito entre o bem e o mal no fim dos tempos. 

Estas questões que trouxeram os juízos divinos ao povo de Deus agora se aplicam a todo o mundo. Deus diz: “Pegue de minha mão este cálice com o vinho da minha ira e faça com que bebam dele todas as nações a quem eu o envio.” (v. 15 NVI).

Os estudantes da Bíblia reconhecem aqui uma forte semelhança com as palavras de Apocalipse [em especial, Apoc 14], descrevendo o conflito final dos tempos. Deus tem um acerto de contas a fazer, não só com o Seu povo, mas com todas as nações. A devastação do pecado e do mal não perdurará para sempre.

No final deste capítulo é feita referência aos líderes e pastores no Dia do Juízo. Não é uma imagem bonita. Parece mais um momento de terror. Eu não gostaria de ser responsabilizado por ter levado um dos filhos de Deus a se extraviar!

A boa notícia é de que haverá um fim para a loucura de rejeitar as palavras de Deus. Façamos a nossa parte em aceitar as mensagens de Deus para nós e as colocarmos em prática. Assim seremos aprovados no juízo final.

“Senhor, que cada membro da família mundial “Reavivados por Sua Palavra” ouça atentamente as Suas palavras e as pratique”.

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/25/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto original: Texto bíblico: Jeremias 25 



Isaías 46 by Jeferson Quimelli
11 de abril de 2014, 0:00
Filed under: profecias | Tags: ,

Comentário devocional:

Bel era um dos principais deuses dos babilônios. Bel, assim como Baal, significa “senhor”, e era também o título aplicado ao principal deus deles, Marduk (Jer. 50:2 ), e a seu filho Nebo, o deus do conhecimento e da literatura. Os babilônios costumavam peregrinar até à cidade de Bel, no início de cada ano, levando as imagens em carroças puxadas por animais (v. 1). Mas esses deuses e todo esse esforço não conseguiriam evitar a queda de Babilônia. 

A história revela que quando o rei assírio Senaqueribe destruiu Babilônia cerca de um século antes, levou o ídolo Marduk como despojo de guerra. Deus estava dizendo através de Isaías que o mesmo que acontecera no passado aconteceria de novo com os deuses de babilônia: “eles mesmos vão para o cativeiro” (v. 2b NVI).

E o maravilhoso Deus de Israel vai ainda mais longe ao contrastar os deuses incompetentes da Babilônia consigo mesmo. Enquanto os deuses dos pagãos precisavam ser carregados de um lugar para outro por animais de carga (v. 1b), o próprio Deus carrega Seus adoradores no colo, desde o nascimento até a morte! “Escute-me, ó casa de Jacó, todos vocês que restam da nação de Israel, vocês, a quem tenho sustentado desde que foram concebidos, e que tenho carregado desde o seu nascimento. Mesmo na sua velhice, quando tiverem cabelos brancos, sou eu aquele, aquele que os susterá. Eu os fiz e eu os levarei; eu os sustentarei e eu os salvarei. ” (v. 3-4 NVI).

Você já ouviu falar do Poema das Pegadas? Certamente já. “Uma noite eu sonhei que estava andando na praia com o Senhor…” Às vezes, o autor (quem quer que seja), ao olhar para trás, só podia discernir um par de pegadas na areia, e isso o incomodava, porque ele imaginava que o Senhor o tinha deixado a andar sozinho durante o período mais difícil de sua vida. Finalmente, o Senhor lhe sussurrou: “Quando você viu apenas um par de pegadas, foram os momentos em que Eu te carreguei no colo.”

Como é difícil para nós lidar com o silêncio de Deus! Quão natural é para nós a ceder ao desânimo quando as coisas ao nosso redor parecem dar errado, quando a noite escura da alma parece habitar em nosso coração!

Deus, através de Seu servo Isaías, recorda-nos que fazer deuses a partir daquilo que Ele criou não é razoável nem trará a solução aos nossos problemas (v. 5-7). Apeguemo-nos Àquele que conhece o fim “desde o princípio” (v. 10 ARA), tendo a certeza de que a Sua salvação “não está distante” (v.13 NVI). 

Concentremo-nos diariamente em Deus e lembremo-nos de que Sua libertação está próxima.

Ron E M Clouzet

EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/46/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 46 



Isaías 45 by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2014, 0:00
Filed under: profecias | Tags: ,

Comentário devocional:

Este capítulo é tão rico que é difícil escrever um comentário limitado a poucas palavras.

Em primeiro lugar encontramos novamente a figura de Ciro. Os evangelistas atuais citam Isaías 44:26 a 45:1 e, efetivamente, impressionam sua audiência ao contar a história da conquista da Babilônia e como havia sido profetizada por Isaías, 150 anos antes de realmente acontecer. O nome do conquistador, os reis e nações subjugados, o rio desviado, os portões deixados abertos e a declaração de que Jerusalém e seu Templo seriam reconstruídos – tudo isso está contido nesses versículos.

A versão de Ciro, escrita no Cilindro de Ciro, agora no Museu Britânico, fala da conquista da Babilônia sem uma batalha sequer e a subsequente libertação dos cativos para adorarem como bem entendessem em suas próprias terras.

O historiador grego Heródoto, fornece mais alguns detalhes. Enquanto Ciro estava sitiando a cidade de Babilônia o seu cavalo favorito se afogou no rio Eufrates. Chateado com o rio, ele colocou seus homens a cavar canais para desviar o seu curso. O Eufrates corria então sob os muros e através da cidade, e quando o nível da água caiu o suficiente para permitir que o exército de Ciro foi capaz de percorrer o leito do rio e encontrar os portões internos da cidade aberta. Naquela noite o rei de Babilônia foi morto (Dan 5:30) .

Muitos eruditos liberais assumiram a posição de que a seção dos capítulos 40-66 de Isaías não podia ter sido escrita pelo profeta Isaías, mas, sim, por um “segundo” Isaías. Uma das principais razões é a menção de Ciro antes de seu nascimento, os detalhes desta profecia e o fato de que em vários lugares o texto fala do exílio na Babilônia e do retorno dos exilados. A conclusão errônea destes estudiosos é que esta parte de Isaías foi escrita dois séculos mais tarde, quando esses eventos já estavam ocorrendo, e não antes.

Contudo existem razões sólidas para creditar a Isaías a autoria também desta porção, uma delas é que o apóstolo João cita Isaías 6 e Isaías 53 como sendo de um único autor (veja João 12:38-41). Além disso, o livro de Isaías encontrado entre os Manuscritos do Mar Morto, copiado 150 anos antes de Cristo e descoberto em 1947, não dá nenhuma indicação de haver divisões no livro ou da existência de vários autores.

Outro ponto de destaque neste capítulo pode ser visto nos versos 11 e 12 quando Deus dá duas razões poderosas como prova de Sua divindade e atributos: o fato de que ele pode prever o futuro e que Ele é o criador do universo. Este aspecto é mencionado tantas vezes nestes capítulos que eu acabei chamando-o de: “a Assinatura de Deus”. Ela tem três componentes: 1) Ele criou os céus; 2) Ele criou a terra; e 3) Ele criou a raça humana para encher a terra. Isso é mencionado seis vezes nesta seção de Isaías (42:5; 44:24; 45:12, 18; 51:13, 16), duas vezes neste capítulo! “Fui Eu que fiz a terra e nela criei a humanidade. Minhas próprias mãos estenderam os céus; Eu dispus o seu exército de estrelas” (v.12 NVI).

Uma das experiências mais gratificantes para mim, nos últimos anos, tem sido a de aprender muito mais sobre cosmologia e a grandeza de Deus. O ajuste fino do universo e do planeta em que vivemos, e até mesmo a nossa própria biologia são evidências maravilhosas de que há um só Deus, e de que Ele unicamente tem o poder de colocar em operação tão grande projeto. 

Louvado seja o Seu santo nome! Ele é o Criador!

Ron E M Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo
Professor de Ministério e Teologia do Seminário da Universidade Andrews

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/45/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 45 



Isaías 43 by Jeferson Quimelli
8 de abril de 2014, 0:00
Filed under: profecias | Tags: ,

Comentário devocional:

Neste capítulo e nos outros nesta seção de Isaías, Deus revela os Seus planos de esperança e sua frustração sobre Israel. O capítulo 42 se encerra com a triste declaração de que Deus teria de entregar Israel aos seus inimigos por causa de sua idolatria (42:23-25). Neste capítulo, Ele afirma que Israel era a sua testemunha, o servo que Ele tinha escolhido para revelar às nações pagãs o verdadeiro caráter e natureza de Deus: que Ele era o Senhor, e não havia nenhum salvador além Dele ! (v. 10-11). Mas, como a figueira coberta de folhas e sem fruto, Israel se achou apenas pretensiosa folhagem. Enquanto as nações esperavam obter a vida do Deus de Israel, Israel O manteve escondido do mundo por suas próprias ações e prioridades.

Apesar da infidelidade humana, Deus reafirma a sua fidelidade. “Eu, eu mesmo, sou o Senhor, e além de mim não há salvador algum” (v. 11, NVI). “Assim diz o Senhor, o seu Redentor, o Santo de Israel: ‘Por amor de vocês mandarei inimigos contra a Babilônia e farei todos os babilônios descerem como fugitivos nos navios de que se orgulhavam’ ” (v. 14, NVI). Deve ter sido uma grande esperança saber, antes que houvesse o cativeiro, que Deus já predizia a fuga dos captores e a libertação de Israel!

Assim como Deus derrotou no Mar Vermelho o Egito, a maior nação da Terra na época, ele também irá cuidar dos babilônios no tempo devido. Na verdade, Ele diz: “Esqueçam o que se foi; não vivam no passado” (v.18 NVI), a próxima libertação será “uma coisa nova” (v. 19 NVI).

Deus não decide como nós decidiríamos, nem age como nós agiríamos. Mesmo sabendo da desobediência egoísta e intencional da Sua vontade, por parte do Seu povo, Ele insiste: “Eu não me lembrarei de seus pecados” (v. 25b). Ele é a bondade personificada e Seu amor dura para sempre.

“Sou Eu, Eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões” (v. 25a NVI), ele promete. E a que norma elevada Ele apela para fazer isso? Seria devido a alguma bondade inerente nossa? De modo algum. Eu faço isso, Ele diz: “por amor de mim” (v.25b ARA e NVI). O perdão é concedido com base no mais elevado dos méritos: Seus próprios méritos, os méritos de Jesus Cristo.

Louvado seja Deus, de quem todas as bênçãos fluem!

Ron E M Clouzet
Professor da Universidade Andrews, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/43/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 43 



Isaías 41 by Jeferson Quimelli
6 de abril de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

O vasto império de Ciro, o grande, se estendia, no seu apogeu, do noroeste da Índia às margens do Mar Egeu, na atual Turquia. Porém, mais de 100 anos antes de seu nascimento Isaías já proferia a primeira profecia registrada na Bíblia sobre este importante general persa (v.2 , 3, 25; 44:28-45:1). Ele viria do leste (v.2), e do norte (v.25), a única rota possível para se chegar a Israel a partir do Crescente Fértil.

E Ciro veio. Ele uniu as várias tribos persas em uma nação. Em 550 a.C., assumiu o Império da Média. Três anos depois derrotou Creso, o poderoso rei da Lídia (Ásia Menor), que governava a partir de Sardes, uma cidade considerada inexpugnável. Em 539 a.C., ele sitiou e tomou a cidade de Babilônia. Seu título era “Rei da Pérsia, Rei de Anshan, Rei da Média, Rei da Babilônia, Rei da Suméria e Acádia, Rei dos quatro cantos do mundo.” O que você acha desses títulos?

Mas Deus simplesmente pergunta: Quem fez isto? “Quem despertou o que vem do oriente …? … entregando-lhe nações e subjugando reis diante dele?” “Quem fez tudo isso?” (v. 2 – 4 NVI). 

A resposta é: o próprio Deus. Ele pode ter usado Ciro, um rei pagão, mas por trás e acima de tudo estavam os propósitos de Deus. Reis inimigos “ficaram apavorados” diante da inexorável marcha conquistadora de Ciro e fizeram alianças uns com os outros, dizendo: “Sejam fortes!” [tenham bom ânimo!] Também fizeram ídolos de ouro para se proteger (v. 5 -7), porém tudo foi em vão. Nada pode impedir os planos de Deus.

Neste cenário de incerteza, Deus concedeu ao Seu povo uma das maiores promessas de toda a Escritura: “Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (v.10 ARA).

Que certeza maravilhosa! O Deus de toda a terra se compromete pessoalmente a salvá-los pelo Seu poderoso braço direito, numa promessa que é estendida também a nós, hoje. Quão grande e bom é o nosso Deus!

Deus, porém, vai além. Ele oferece uma prova de que cumprirá a sua promessa de ajuda. Ele desafia os deuses de todas as nações: “Apresentem as suas provas … Tragam os seus ídolos para nos dizerem o que vai acontecer … revelem-nos o futuro, para que saibamos que eles são deuses” (v. 21 – 23). E prediz o que vai acontecer, provando que só Ele é Deus. E a história provou que Deus estava certo: Ciro conquistou a Babilônia e libertou Israel logo depois.

Muitos anos mais tarde, Jesus esclareceu a razão para Deus ter proclamado Suas profecias: “Disse-vos agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais” (João 14:29 NVI). 

As profecias dadas ao povo de Israel se cumpriram integralmente. De igual maneira podemos confiar que Deus cumprirá a Sua promessa de nos ajudar e resgatar deste mundo de pecado. 

Escolha depender dEle hoje!

Ron E M Clouzet
Professor do Seminário da Universidade Andrews – EUA

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/41/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 41