Reavivados por Sua Palavra


Atos 8 by jquimelli
6 de fevereiro de 2015, 1:00
Filed under: alegria, Espírito Santo, evangelismo | Tags: , , ,

Comentário devocional:

O Espírito Santo ocupa o lugar central nas duas histórias principais de Atos 8. Na primeira história, Simão o mágico, é batizado depois de Filipe apresentar uma série evangelística em Samaria, e posteriormente ele oferece dinheiro a Pedro e João pelo poder do Espírito Santo. A resposta de Pedro à tentativa de Simão de barganhar com Deus é inequívoca e serve como um aviso severo para nós: “Pereça você com o seu dinheiro! Você pensa que pode comprar o dom de Deus com dinheiro?” (v. 20 NVI).

Existe possibilidade de que nós também tenhamos procurado comprar dons de Deus. Podemos não ter dado um envelope recheado com dinheiro para o pastor junto com um pedido pelo poder do Espírito Santo. Mas podemos ter colocado dinheiro no prato ou cesto de coleta e confiantemente achar que Deus estava agora obrigado a nos abençoar com alguma coisa. Ou talvez pensemos que Deus nos deve algo em troca de nossas boas ações. Podemos também acreditar que Deus nos deve alegria, paz, prosperidade porque guardamos o sábado, honramos nossos pais e não roubamos. Mas a nossa justiça é como trapos imundos para Deus. A única coisa que pode nos recomendar a Deus é nossa fé nos méritos de Jesus.

Mais tarde, em Atos 8, o Espírito Santo diz a Filipe para conversar com um eunuco etíope, o poderoso chefe da tesouraria da rainha etíope. É fascinante ver como o Espírito Santo trabalha no coração das pessoas. Em resposta a perplexidade do eunuco etíope sobre os escritos do livro de Isaías, Filipe “começando com aquela passagem da Escritura, anunciou-lhe as boas novas de Jesus” (v 35 NVI). Filipe ajudou o etíope a ver pelas Escrituras que Jesus era o Messias. O etíope foi profundamente tocado pelo Espírito Santo e ele imediatamente pediu o batismo, dizendo: “creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.” (v. 37 NVI).

Após saírem os dois da água, o Espírito Santo arrebatou a Filipe, e o etíope “cheio de alegria, seguiu o seu caminho.” A alegria é um dom do Espírito Santo. O rico etíope não tinha procurado comprá-lo.

“Querido Deus, molda-me para que eu me torne mais parecido com o etíope do que com o feiticeiro. Que eu estude diligentemente as Escrituras. Que o meu coração seja tocado e convertido pelo Espírito Santo. Que o meu caráter seja purificado pela água da Tua Palavra. E que hoje eu possa seguir alegre em Ti no meu caminho. Amém. “

Andrew McChesney
Editor de notícias da Adventist Review

 
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/8/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Atos 8 
Comentário em áudio 



Lucas 10 by jquimelli

Comentário devocional:

Nos capítulos anteriores, Lucas registra o rápido crescimento do ministério de Jesus. O ministério começa com o próprio Jesus, cresce com o recrutamento de Pedro e seus parceiros de pesca, inclui o chamado de Mateus e depois se completa com os doze discípulos. Jesus os orienta e, em seguida, os envia para curar e ensinar. 

No capítulo 10, Lucas descreve uma nova expansão do ministério de Jesus. Ele nomeia mais setenta evangelistas para ir de dois em dois “adiante dele, a todas as cidades e lugares para onde ele estava prestes a ir” (v 1 NVI). 

Jesus diz a seus novos evangelistas: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Portanto, peçam ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita”(v 2 NVI). Jesus diria a mesma coisa para nós hoje? Ao ler em Lucas 10:1-24 os resultados da estratégia evangelística de Jesus, considere se temos imitado o ministério de Jesus para grandes multidões, bem como Sua estratégia de enviar equipes de dois discípulos para trabalhar de porta em porta em pequenas comunidades. 

Os setenta evangelistas voltaram para Jesus “alegres” (v 17 NVI), por causa de seu sucesso e “exultou Jesus no Espírito Santo” (v 21 NVI). Nenhuma alegria na terra se compara com a alegria de ver o Espírito Santo trabalhando através de você para curar e salvar outros. Se a alegria é o resultado de testemunhar, qual é a nossa motivação para testemunhar? 

A resposta de Lucas vem de um mestre da lei que tentou testar Jesus com esta pergunta: “Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?” (v 25 NVI). Jesus lhe respondeu com uma pergunta: “Que está escrito na Lei? Como interpretas?” (v 26 ARA). O perito na lei citou Deut. 6: 5 e Lev. 19:18 como sua resposta: “‘Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo'” (v 27 NVI). Jesus aprovou a resposta do intérprete da lei: “você respondeu corretamente; faça isso, e viverá” (v 28 NVI). Sentindo-se acusado, o advogado pergunta a Jesus: “E quem é o meu próximo?” (v 29 NVI). 

Em resposta, Jesus contou a história de um samaritano que resgatou uma vítima quase morta de um assalto, depois que um sacerdote e um levita se recusaram a ajudá-lo. Então Jesus respondeu à pergunta do advogado, sobre quem seria seu próximo, perguntando-lhe: “Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” (v 36 NVI). A resposta do advogado, “aquele que teve misericórdia dele” (v 37 NVI), nos diz que ser um bom vizinho significa ser misericordioso para com quem precisa de ajuda. 

Jesus foi o Bom Vizinho, cuja morte e ressurreição nos curou dos efeitos do pecado. E, após curar-nos, Ele nos envia para levarmos a cura e as boas novas do reino de Deus para todos a quem nós encontramos. 

Douglas Jacobs, D.Min. 
Professor do Ministério e Homilética Igreja Escola de Religião, 
Southern Adventist University

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/10/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Lucas 10 
Comentário em áudio 



Lucas 10 – Comentarios selecionados by jquimelli
25 de dezembro de 2014, 0:00
Filed under: adoração, alegria, comunhão, escolhas, relacionamento, testemunho | Tags: , , , ,

1 o Senhor designou outros setenta, e os enviou de dois em dois (ARA. NVI: setenta e dois). Jesus alcançou a Judeia com a Sua mensagem (v. nota em 9.51) de modo tão eficiente quanto a Galileia. … Durante Seu ministério na Galileia, Jesus também enviara os Doze, dois a dois… prática também observada pela igreja primitiva (At 13.2; 15.27, 39, 40; 17.14; 19.22). Bíblia de Estudo NVI Vida.  

Há uma interessante comparação: Houve 12 patriarcas [filhos de Jacó/Israel]; houve também 12 discípulos (cf Ap 7:4-8; 21:12, 14). Moisés elegeu 70 homens para auxiliá-lo a julgar Israel (ver Nm 11:16-25); Jesus também elegeu 70 para auxiliá-Lo. Segundo a tradição judaica, baseada numa lista de descendentes de Noé em Gênesis 10, houve 70 nações no mundo. O Sinédrio era composto de 70 membros, além de seu presidente. desta forma, o número 70 tinha papel importante no pensamento judaico. Os motivos pelos quais Jesus escolheu os setenta, e se Ele conferiu algum significado a esse número, não são revelados; e a especulação a respeito disso é inútil. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 859. 

para que O precedessem. Os setenta foram primeiramente às cidades e aldeias da Samaria. Isso indica que Jesus deve rer conduzido um ministério amplo ali durante o inverno de 30-31 d.C. A atitude amigável de Jesus para com o povo de Samaria manifestada na ocasião da visita à mulher de Sicar e Seu ministério pelo povo daquela vizinhança (ver Jo 4:5-42) deve ter contribuído para quebrar o preconceito. … O ministério dos setenta ao povo samaritano prepararia os discípulos para os labores futuros naquela região  (ver At 1:8). Depois da ressurreição, um notável êxito acompanhou os trabalhos dos apóstolos ali. CBASD, vol. 5, p. 859.

2 seara. Aqueles prontos a ouvir a seguir a mensagem de Deus (vv. 1, 9). Andrews Study Bible.

4 não leveissandálias. Proibição de levarem um par de sandálias extras. Bíblia de Genebra.

a ninguém saudeis pelo caminho. Os setenta deveriam reservar as saudações para os lares que visitariam (ver Lc 10:5; ver com. de 2Rs 4:29). Ainda hoje as saudações orientais são complicadas e longas. Restava pouco tempo de vida ao Salvador e a missão dos setenta devia ser realizada com rapidez. Eles foram enviados para proclamar “o reino de Deus”, que exigia pressa. CBASD, vol. 5, p. 860.

5 paz. Habitual saudação judaica. “Shalom” deseja paz e inteireza. Andrews Study Bible.

6 filho da paz. Um hebraísmo típico, que descrevia o líder de uma família como um homem agradável, pronto a receber e hospedar. CBASD, vol. 5, p. 860.

8 comei do que vos for oferecido. Os discípulos não deveriam ser comilões, solicitando alimento que o anfitrião não oferecesse; ou exigentes, rejeitando comer o que ele propiciava. A exortação de Jesus aos setenta é, ás vezes, interpretada como permissão para comer o que for disponibilizado pelo anfitrião, mesmo que o alimento seja proibido nas Escrituras. Deve-se lembrar que os setenta não entrariam em lares gentios, onde seria servido alimento proibido, apenas entrariam em lares de judeus e samaritanos, e ambos eram rigorosos quanto às disposições do Pentateuco acerca de alimentos puros e impuros (ver com. de Lv 11). CBASD, vol. 5, p. 860.

11 está próximo o reino de Deus. Na pessoa de Cristo e Seus emissários, não no tempo (cf Mt 12.34). Bíblia Shedd.

13 Corazim e Betsaida. tendo ouvido e rejeitado a Jesus, estas cidades eram mais culpadas do que Tiro e Sidom, que eram infames por causa da sua iniquidade. Bíblia de Genebra.

Privilégio maior exige responsabilidade maior. Bíblia Shedd.

15 inferno. Gr haidou, “hades”, como sheol no AT, significa o local dos mortos ou o sepulcro. Bíblia Shedd.

As pessoas não serão condenadas no grande dia do julgamento final porque creram no erro, mas porque negligenciaram as oportunidades fornecidas pelo Céu para conhecer o que é a verdade. CBASD, vol. 5, p. 860

17, 20 alegria. É característica de Lucas mencionar a alegria (19 vezes), o cântico e a glorificação de Deus. Bíblia Shedd.

17 demônios se nos submetem. Até onde vai o relato, Jesus não comissionou especificamente os setenta para expulsar demônios (ver v. 9), assim como ocorreu com os doze (Mt 10:1). No entanto, este aspecto do ministério parece ter impressionado os setenta. CBASD, vol. 5, p. 860.

pelo Teu nome! Repletos de alegria, os setenta reconheceram que foi o poder de Jesus operando por meio deles que possibilitou o sucesso. CBASD, vol. 5, p. 861.

18 caindo do céu. Em seu contexto, o dito parece significar que o ministério dos pregadores tinha infligido uma derrota sobre Satanás. Bíblia de Genebra.

Satanás era um inimigo conquistado. Nesta declaração, Jesus olhava adiante, para a crucifixão, quando o poder de Satanás seria desfeito (ver DTN, 679, 758; cf 687). Ele também viu o tempo quando o pecado e os pecadores não mais existiriam. Os setenta testemunharam a expulsão de Satanás da vida de muitas pessoas: Jesus “viu” sua completa queda. CBASD, vol. 5, p. 861.

19 autoridade. Os mensageiros de Deus são protegidos quando fazem aquilo que Deus manda fazer. Bíblia de Genebra.

serpentes. Simbolizavam os demônios no judaísmo antigo; a proteção é contra o poder satânico. Bíblia Shedd.

20 alegrai-vos, não porque. A habilidade de operar milagres não assegura, em si mesma, a vida eterna de alguém (ver Mt 7:22, 23). CBASD, vol. 5, p. 861.

23-24 O maior dos profetas e reis, nos dias primitivos, não tinha visto o Messias, como estes discípulos viram. Bíblia de Genebra.

25 intérprete da Lei. Gr nomikos,  “advogado”. Era um teólogo judeu, autoridade na Lei (Torá) de Deus. Bíblia Shedd.

Jesus estava em Sua última viagem da Galileia para Jerusalém (ver com. de Mt 19:1). A narrativa indica que o evento ocorreu em Jericó. O cenário envolvendo o samaritano e a vítima de assalto teria ocorrido havia pouco (ver DTN, 499). Imediatamente após o encontro com o intérprete da Lei e a narração do caso do bom samaritano, Jesus foi para Betânia, partindo de Jericó. CBASD, vol. 5, p. 861

pôr Jesus à prova. A pergunta do intérprete da Lei a Jesus foi cuidadosamente estruturada pelos líderes religiosos (ver DTN,  497). CBASD, vol. 5, p. 861.

Mestre. Literalmente, “professor”. Como profissional do ensino da lei, o intérprete confronta Jesus com um problema que os próprios escribas discutiam longamente. CBASD, vol. 5, p. 861.

que farei ? A pergunta revela que o conceito de justiça do intérprete era equivocado. Para ele, bem como para a maioria dos judeus da época, obter a salvação era uma questão essencialmente de fazer as coisas prescritas pelos escribas. Desta forma, ele considerava que a pessoa poderia obter a salvação pelas obras. No grego, a ênfase é colocada sobre a palavra “fazer”. CBASD, vol. 5, p. 861.

26 Como interpretas? Era o ofício do intérprete saber a resposta a esta pergunta. Ele era professor da lei judaica e, como tal, era apropriado que lhe fosse concedida oportunidade para a resposta. A pergunta de Jesus não indica necessariamente uma repreensão. Dar oportunidade a outro de responder a própria pergunta era uma cortesia. CBASD, vol. 5, p. 862.

27 Amarás. O intérprete da lei cita Deuteronômio 6:5 … mais tarde, Jesus respondeu da mesma forma a mesma pergunta feita por outro intérprete da Lei (ver Mt 22:36-38). … Amar a Deus no sentido indicado neste versículo que dizer dedicar o ser completo a Seu serviço: as afeições, a vida, a força física e o intelecto. Este tipo de “amor” é “o cumprimento da lei” (Rm 13:10). … Aquele que verdadeiramente “conhece” a Deus guardará “Seus mandamentos” porque o “amor” de Deus é “aperfeiçoado” nele (1Jo 2:4-6). CBASD, vol. 5, p. 862. 

de toda a sua alma forças entendimento. A tônica é a total dedicação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Respondeste corretamente. O amor é o núcleo da lei e a norma pela qual o povo de Deus é chamado a viver. Andrews Study Bible.

Estes dois mandamentos sumariam toda a lei (cf Rm 13.9). Como era impossível o coração humano atingir este padrão, Cristo cumpriu a dupla lei do amor por nós. Bíblia Shedd.

faze isto. A vontade de Deus é o caminho da vida. Bíblia de Genebra.

29 querendo justificar-se. É como se dissesse: “Quem é o meu próximo?”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como o jovem rico (Mt 19:16-22), o intérprete da lei não estava satisfeito com o conceito farisaico de justiça (ver DTN, 497). Como o jovem rico, ele estava consciente de uma carência em sua vida que, intuitivamente, ele pressentia que Jesus preencheria. Como Nicodemos (ver com. de Jo 3:2, 3), ele relutava admitir o fato, até para si mesmo. Portanto, em  parte como um meio de negar sua convicção interna, ele passou a “justificar-se”, fazendo parecer que havia dificuldades maiores em realmente amar os companheiros (ver DTN, 498). CBASD, vol. 5, p. 863.

Quem é o meu próximo? Quando uma pessoa faz perguntas sutis das quais sabe ou deveria saber a resposta, é evidente que ela está convicta (cf Jo 4:18-20); mas, por alguma razão, lança desculpas para não fazer o que a consciência lhe diz que deve fazer. No pensamento do intérprete da Lei, pagãos e samaritanos estavam excluídos da categoria “próximo”. A pergunta dele tinha que ver qual dos companheiros israelitas ele deveria considerar como “próximos”.  CBASD, vol. 5, p. 863.

30 Certo homem. Este foi um episódio real (DTN, 499), que era notícia em Jericó, o lar do sacerdote e do levita envolvidos no incidente … Esses dois homens estavam presentes nessa ocasião (DTN, 499). CBASD, vol. 5, p. 863.

de Jerusalém para Jericó. Distância de quase 28 km, com uma descida de 762 m acima do nível do mar para 244 abaixo da superfície do mar. A estrada passava por uma região rochosa e desértica, propiciando a presença de assaltantes que ficavam à espreita para atacar viajantes indefesos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A rota principal de Jerusalém para Jericó seguia o Wadi Qelt, através de uma porção de colinas desabitadas, estéreis e áridas do deserto de Judá. A determinada altura, o Wadi Qelt estreita-se num desfiladeiro rochoso que é refúgio de ladrões desde tempos remotos. Toda a região, com suas muitas cavernas e rochas, provê um esconderijo oportuno para bandidos. CBASD, vol. 5, p. 863.

31 um sacerdote passou de largo. Como se não tivesse visto; na verdade, porque não se importava. A hipocrisia tinha se tornado uma capa, como se fosse para proteger o egoísmo da inconveniência. … Muitas desculpas passaram pelas mentes desses homens enquanto procuravam justificar sua conduta. CBASD, vol. 5, p. 863.

32 levita. Os levitas auxiliavam os sacerdotes nas tarefas do templo. Se ajudassem a vítima, ambos se arriscavam a outro ataque e a um ritual de limpeza que demandaria tempo por tocar numa pessoal potencialmente morta. Andrews Study Bible.

33 Samaritano. Os ouvintes esperariam que um sacerdote e um levita fossem seguidos por um leigo israelita, numa história anticlerical. O samaritano é totalmente inesperado, como é inesperada a sua compaixão. Bíblia de Genebra.

Os samaritanos tinham uma mistura ancestral de judeus e gentios. Judeus e samaritanos possuíam uma longa história de hostilidade mútua, desde o tempo em que os judeus retornaram da Babilônia (Ed 4:1-4). Andrews Study Bible.

Os judeus consideravam os samaritanos mestiços, tanto física (v. nota em Mt 10.5) quanto espiritualmente (v. notas em Jo 4.20, 22). Os samaritanos e os judeus hostilizavam-se abertamente (v. nota em 9.52), mas Jesus asseverou que o amor não tem fronteiras nacionais. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O samaritano sabia bem que se ele fosse a vítima ferida deixada ao lado da estrada, não poderia esperar misericórdia de qualquer judeu comum. No entanto, o samaritano, arriscando-se aos ataques dos salteadores, decidiu auxiliar a pobre vítima. De modo real, a misericórdia demonstrada pelo samaritano reflete o espírito que moveu o Filho de Deus a vir a esta terra resgatar o ser humano. deus não era obrigado a resgatar a humanidade caída. Ele poderia ter passado ao largo de pecadores, como o sacerdote e o levita ignoraram o viajante na estrada para Jericó. Mas o Senhor estava disposto a ser “tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito” (DTN, 25). CBASD, vol. 5, p. 864.

“O bom samaritano” ensina que: 1) Religiosidade não significa, automaticamente, bondade; 2) Nosso “próximo” pode ser alguém fora do nosso grupo, raça ou religião; 3) O amor real requer sacrifício como Cristo demonstrou (cf Rm 5.8). Bíblia Shedd.

34 ferimentos. Do gr traumata, de onde se originam as palavras “trauma”, “traumatismo”, etc. CBASD, vol. 5, p. 864.

35. dois denários. As moedas pagariam a pensão de um homem por vários dias. Bíblia de Genebra.

quando voltar. Possivelmente, na viagem de volta. A confiança que o hospedeiro parece ter no samaritano indica que este último era um negociante que frequentemente passava por Jericó e era conhecido. CBASD, vol. 5, p. 864.

36 Qualparece ter sido o vizinho? (NKJV) Jesus mudou a pergunta original do intérprete da lei de “Quem é o meu vizinho?” para uma mais importante: “Sou eu um bom vizinho?” Andrews Study Bible.

A pergunta passou agora a ser: “Quem revelou por seus atos ser o bom vizinho – o próximo?”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ser um bom “próximo” não é tanto uma questão de proximidade quanto de vontade de carregar os fardos dos outros. Ser bom próximo é a expressão prática do princípio do amor pelo semelhante. CBASD, vol. 5, p. 864.

37 O que usou de misericórdia. Sob tais circunstâncias, os meros pensamentos não tinham valor; o que contou foram as obras. … O “próximo” de uma pessoa é simplesmente quem necessita de seu auxílio. CBASD, vol. 5, p. 864. 

Vai e procede tu de igual modo. em outras palavras, se você deseja conhecer o verdadeiro bom “próximo”, vá e modele sua conduta pela do samaritano. Tal é a natureza da verdadeira religião (Mq 6:8; Tg 1:27). … Deus “permite que tenhamos contato com o sofrimento e a calamidade para nos tirar de nosso egoísmo” (PJ, 388). CBASD, vol. 5, p. 865.

38 num povoado. Betânia, a cerca de 3 km de Jerusalém (Jo 11.1). Bíblia de Genebra.

MartaMaria. Marta era a mais velha das duas irmãs e aquela que administrava os assuntos do lar. Ela era que “O hospedara em seu lar”. … Marta era responsável pelo lar e tinha uma mente prática. Por sua vez, Maria era mais preocupada com as coisas espirituais. CBASD, vol. 5, p. 865.

39 aos pés do Senhor. A posição de um discípulo. Andrews Study Bible.

40-41 A preparação de Marta pode ter sido desnecessariamente esmerada. Maria sabia que ouvir Jesus era uma oportunidade extraordinária demais para dar preferência a outros tipos de preocupações (ver Mc 9.7). Bíblia de Genebra.

Senhor, não Te importas ? Marta sabia, de experiências passadas, que nada conseguiria ao apelar diretamente a Maria. … Ao apelar a Jesus, Marta não apenas envergonhou Maria, como indiretamente censurou a Jesus. O problema real, indicava ela, repousava no fato de que Ele “não Se importava” com a situação ou não tinha intenção de fazer nada a respeito, porque Ele se agradava mais em que Maria O ouvisse do que auxiliando no preparo da refeição. CBASD, vol. 5, p. 865.

41 Marta, Marta. A repetição do nome indica afeição e, algumas vezes, preocupação (ver Lc 22:31; At 9:4). CBASD, vol. 5, p. 865.

te preocupas com muitas coisas. A hospitalidade simples seria suficiente para Jesus; ele não exigia coisas elaboradas. CBASD, vol. 5, p. 865.

42 pouco é necessário. Em vez da nervosa preocupação pelo servir um banquete digno do Senhor, um prato seria suficiente. Bíblia Shedd

uma só coisa. Marta era diligente, rápida e enérgica, mas faltava a ela o espírito calmo e devocional de sua irmã Maria. Ela não aprendera a lição dada em Mateus 6:33, de dar prioridade ao reino de Deus, e um papel subordinado às coisas materiais. CBASD, vol. 5, p. 866.

Maria, pois, escolheu a boa parte. Alguns consideram a expressão “boa parte” [ou “boa porção”] como um jogo de palavras, em que Jesus faz referência ao melhor prato na mesa. “a boa parte”, a “única coisa” necessária para Marta, era uma profunda preocupação pelo conhecimento do reino de Deus. CBASD, vol. 5, p. 864.

não lhe será tirada. As coisas materiais em que Marta se interessava seriam tiradas (ver Lc 112:13-21; 16:25, 26). maria estava acumulando “tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome” (Lc 12:33; ver com. de Mt 6:19-21). CBASD, vol. 5, p. 866.



Convite a repartir as bênçãos by jquimelli
28 de novembro de 2014, 11:28
Filed under: alegria, crescimento espiritual, Estudo devocional da Bíblia, testemunho | Tags:

Amado irmão, amada irmã!

Temos tido uma média de 2.000 acessos em nosso blog “ReavivadosPorSuaPalavra.org“. 

Além disso, hoje tivemos a bênção de chegarmos a 1.500 inscritos a receber os novos posts em seus e-mails (newsletter).

Louvado seja Deus por este interesse em Sua Palavra!

Cremos, entretanto, que podemos alcançar ainda mais pessoas para a glória do Reino dos céus.

Que tal você enviar um email a pelo menos um amigo especial convidando-o a participar conosco do estudo do livro de Marcos?

Conte a ele as bênçãos que você tem recebido ao participar deste programa de leitura da Bíblia!

Com a sua divulgação novas pessoas poderão também ser “Reavivadas Pela Palavra de Deus”!

Obrigado por sua companhia e apoio.

Equipe Reavivados



Mateus 5 by jquimelli

Comentário devocional:

Quando foi a última vez que você experimentou alegria real? O que lhe traz a verdadeira felicidade?

Jesus começa o Sermão do Monte com uma lista de como obter a felicidade. Tente ler estes versos substituindo a palavra “bem-aventurado” pela palavra “feliz”.

Agora, como alguém pode ser feliz, se está chorando? Se é pobre? Não parece fazer sentido.

O Sermão do Monte de Jesus foi verdadeiramente radical. Quando Jesus pronunciou estas palavras, Ele virou de cabeça para baixo os conceitos do mundo político e social do Império Romano e da elite religiosa judaica. Este sermão, que ocupa os capítulos cinco, seis e sete no Evangelho de Mateus, bem poderia ser chamado de “Manifesto do Reino de Jesus”, as intenções de Seu governo. Em outras palavras, Jesus está dizendo: “Estas são as bases do Reino dos céus que veio a este mundo”.

Em Suas declarações sobre o reino Jesus apresenta conceitos que parecem contradizer a natureza humana. Mas é exatamente por isso que este sermão é tão poderoso e tão transformador. Ele toca os cantos mais profundos de nossas vidas.

Em Jesus até mesmo nossas dores, tristezas e maus tratos podem ser transformados pela alegria de tê-Lo conosco. Talvez os melhores exemplos disso são as vidas dos Seus seguidores. Quando Paulo e Silas foram severamente espancados e jogados na prisão, eles cantaram, oraram e louvaram a Deus (Atos 16:23-25). A única explicação para a alegria deles era Jesus em seus corações. Eles entenderam o verdadeiro significado do Reino de Deus, que pode ser experimentado mesmo aqui na terra. É uma alegria que nasce da total dependência dEle e da plena fé nEle.

Hoje, o Sermão do Monte é considerado a mais bela declaração do cristianismo, mas é muito difícil de se colocar em prática. Não é de admirar que Gandhi em sua famosa palestra no Ceilão em 1927 tenha dito: “Muito do que é apresentado como cristianismo na verdade é uma negação do Sermão do Monte.” Em outras palavras, é uma negação do que Jesus disse a respeito do modo como devemos viver.

Leia Mateus 5 novamente e pense em como você pode viver esse sermão em sua vida hoje.

Oleg Kostyuk
Hope Channel

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/5/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Mateus 5 

Comentário em áudio 



1000 seguidores! by jquimelli
6 de agosto de 2014, 21:39
Filed under: alegria, Estudo devocional da Bíblia, gratidão | Tags: , ,

Estamos em festa, porque ultrapassamos 1000 seguidores!
É uma bênção ter vocês como nossos companheiros nesta jornada abençoada!
Vocês são a nossa maior motivação. É uma honra trabalhar para o povo de Deus, que ama a Sua Palavra!
A Deus, que nos dá inspiração e força para o trabalho, toda honra e glória!

Equipe Reavivados



Isaías 9 by jquimelli
5 de março de 2014, 0:00
Filed under: alegria | Tags: ,

Comentário devocional:

Isaías estava tomado de tristeza. A escuridão espiritual no Reino de Israel do Norte resultara no cativeiro assírio do povo que vivia em lugares como a Galiléia (v.1). No entanto, Isaías viu a chegada de um dia em que a sombra da escuridão seria substituída por “grande luz” e “alegria” (v. 2,3), quando Jesus, a “Luz do mundo” (João 8:12 ARA e NVI), honraria esses mesmos lugares com Sua presença (Mt . 4:15,16).

Então, Isaías transbordando de alegria profere as maravilhosas palavras que começam com: “Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado … ” (v. 6-7)!

Precisamos ouvir estas palavras, porque somos imediatamente levados de volta ao sombrio mundo de pecado ao Isaías descrever o fim do Reino do Norte – aqui identificado por Efraim e Samaria. O povo é repetidamente advertido porque não voltara para o Senhor. No entanto, a mão de amor e misericórdia de Deus “ainda está estendida” (v.12,17,21 ARA), esperando que o povo rebelde retorne para Ele. 

Isaías então profere acusações contra os governantes e os falsos profetas (v. 14-16), responsáveis por levar o povo ao erro. A parte final deste capítulo é muito bem retratada nas palavras: “No fim, o egoísmo consome a si mesmo.” (SDABC, vol. 4, p. 143). 

Nos dias de Isaías o povo passou a habitar nas trevas por rejeitar as orientações de Deus. Hoje também vemos trevas por toda a parte. Lembremo-nos, entretanto, que muito em breve uma luz irromperá sobre este mundo sombrio. Jesus voltará e devolverá a alegria plena a todos aqueles que O aceitaram como a “luz do mundo”. Ora vem Senhor Jesus! 

Obrigado, Senhor, porque ainda ofereces o “óleo da alegria” para substituir o nosso “pranto” (Is. 61:3 NVI). Por favor, enche-nos do Seu amor e usa-nos para Sua glória. Amém.

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/9/

Traduzido por: JAQ/GASQ

Texto bíblico: Isaías 9 




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