Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 10 – Comentário Rosana Barros
30 de maio de 2017, 0:30
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“Os restantes se converterão ao Deus forte, sim, os restantes de Jacó” (v. 21).


O capítulo dez de Isaías inicia com um único “Ai”: “Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão” (v. 1). Trata-se de uma continuação do final do capítulo anterior. A corrupção e a injustiça haviam atingido a sua pior proporção, acabando com qualquer chance de favor até para viúvas e órfãos. O “direito aos aflitos” (v. 2) era subjugado e as leis, ao invés de servir-lhes de segurança, eram-lhes cadeias.

Se trouxermos este relato para o cenário atual, perceberemos que a nossa realidade não tem sido diferente. Apesar das inúmeras leis a favor da sociedade, temos sofrido com a corrupção daqueles que supostamente as criaram. Contudo, não devemos esperar da justiça humana a materialização de nossos direitos. Não devemos esperar que o “trapo da imundícia” (Isaías 64:6) revele coisas boas. Mas na justiça que vem do Alto (v. 3-4), que “num só dia” (v. 17) determinará a destruição “transbordante de justiça” (v. 22).

Em meio às notícias de verbas de merenda escolar desviada, de construções fantasmas e diversos esquemas de roubo dos cofres públicos, de crianças que voltam para casa com fome, de pessoas que morrem por desnutrição, de famílias que sofrem com a falta de água, de hospitais que atingem superlotação e de escolas públicas que caem aos pedaços. Em todos os tempos o ser humano tem julgado ser o dono de sua própria vida e com soberba afirma: “Com o poder da minha mão, fiz isto, e com a minha sabedoria, porque sou inteligente” (v. 13). Só que o SENHOR não está com a Sua mão encolhida. Como viu o profeta Isaías, Deus está no Seu trono (6:1) e de lá governa, tendo o controle de todas as coisas. O cálice de Sua ira está se enchendo, e, quando for derramado, “Ai” daqueles que oprimiram os Seus pequeninos! Ele virá com grande poder para destruir “os que destroem a terra” (Ap. 11:18) e para dar um Lar de justiça eterna aos oprimidos.

Apesar de ter sido apenas instrumento de disciplina (v. 15) nas mãos de Deus para julgar o Seu povo, o rei assírio exaltou-se a si mesmo, e, de forma desmedida, procurou extremar a sua maldade. Mas, o SENHOR castigaria “a arrogância do coração do rei da Assíria e a desmedida altivez dos seus olhos” (v. 12). Há “uma destruição, e essa já determinada” (v. 23) para todos os que não se arrependerem de seus vis caminhos. E ainda que os ímpios se tornem “como a areia do mar, o restante se converterá” (v. 22) e no glorioso Dia do “SENHOR, o SENHOR dos Exércitos” (v. 23), haverá grande manifestação de júbilo.

Havendo o SENHOR acabado toda a Sua obra” (v. 12), mais uma vez ouviremos a voz de Cristo a dizer: “Está feito!” (Ap. 16:17). Deus está reunindo o Seu remanescente dos quatro cantos desta terra. Todo aquele que primeiro busca ao SENHOR entende que, apesar das injustiças como cidadão terrestre, a sua verdadeira cidadania é a celeste. Para estes, Deus conforta e diz: “Povo Meu… não temas” (v. 24) a opressão e a injustiça dos reinos deste mundo, pois dentro em breve “voltarei, e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (João 14:3). Creia nesta promessa, porque ela é fiel e verdadeira! Não fique revoltado com as injustiças deste mundo, mas creia que muito em breve você será farto da tua “fome e sede de justiça” (Mateus 5:6). Permita que o SENHOR, do Seu trono de glória, governe a tua vida, e a “Luz de Israel” (v. 17) iluminará os teus caminhos até a vitória final!

Bom dia, “restantes de Israel”!

Desafio do dia: Seja nas mãos de Deus um instrumento de justiça e de amor. Faça uma boa ação inesperada por alguém que necessita.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 9 – Comentário Rosana Barros
29 de maio de 2017, 0:30
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“Porque um menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (v. 6).

A escuridão provocada pelas escolhas erradas do povo de Deus não duraria para sempre. Em meio às trevas morais deste mundo, surgiria uma “grande luz” (v. 2). De diversas formas, Israel havia testemunhado o governo de líderes, juízes e reis que não conseguiram dissipar a corrupção e nem estabelecer de uma vez por todas um reino de paz. A “borracha” humana jamais terá o poder de apagar a sujeira que o pecado faz. Por mais que alguns líderes tenham obtido êxito, não o conseguiram por mérito próprio, mas mediante o poder de Deus. A tão almejada promessa de um Salvador foi deturpada pelo anseio de conquistas terrenas, a tal ponto que a “grande luz” (v. 2) veio “e os Seus não O receberam” (João 1:11).

Em todos os tempos o ser humano tem julgado ser o dono de seu próprio destino, fazendo da dádiva da vida um amontoado de derrotas. Vez após outra, as estratégias humanas têm falhado e a cada nova tentativa, só encontramos frustração e desespero. O que mais tem destruído pessoas não são fenômenos da natureza, ou acidentes, ou doenças. O que mais destrói pessoas são pessoas! A realidade é que somos nossos próprios algozes, “ninguém poupa a seu irmão” (v. 19) e “cada um come a carne do seu próximo” (v. 20). A impiedade humana nos torna a pior espécie viva que habita nesta terra, “porque a maldade lavra como um fogo” (v. 18), destruindo tudo o que vê pela frente. E esta seria a causa de nossa própria destruição, não fosse por Alguém. Alguém que trocou o louvor dos anjos pelo desprezo humano. Que deixou um trono glorioso para nascer como “um menino” em uma manjedoura. Que não exitou em despir-Se das vestes divinas e vestir-se de humanidade. “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Romanos 7:25).

Só por Jesus conseguimos ascender ao trono da graça divina e, pela fé, tocar nas vestes que curam. Somente no Maravilhoso Conselheiro encontramos as respostas certas e verdadeiras. Apenas no Deus Forte podemos encontrar a perfeita segurança. É só no Pai da Eternidade que temos a esperança de viver “desde agora e para sempre” (v. 7). Exclusivamente, o Príncipe da Paz oferece a “paz sem fim” (v. 7). Cristo é o caminho. Cristo é a verdade. Cristo é a vida. (João 14:6).

Apesar da terrível situação na qual nos encontramos hoje, “para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade” (v. 1). À semelhança da primeira promessa (v. 6), a segunda se cumprirá. Cristo voltará para destruir, de uma vez por todas, “o salário do pecado” (Romanos 6:23): a morte. Mas Ele não virá mais como um “homem de dores” (Isaías 53:3), e sim como “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Apocalipse 19:16). Todos os que andaram “em soberba e altivez de coração” (v. 9) terão de enfrentar “a ira do SENHOR dos Exércitos” (v. 19), “porque todos eles são ímpios e malfazejos, e toda boca profere doidices” (v. 17) . Porém, o povo que, de contínuo, busca ao SENHOR, será salvo (Mateus 24:13). “O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto” (v. 7).

Permita que Jesus governe o teu coração e, certamente, farás parte do Seu Reino de “paz sem fim“!

Bom dia, herdeiros do Reino de paz eterna!

Desafio do dia: As chuvas têm causado muito sofrimento a muitas famílias que perderam tudo o que tinham. Seja solidário e compartilhe com o seu próximo o que o SENHOR tem lhe dado.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 8 – Comentário Rosana Barros
28 de maio de 2017, 0:30
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“À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (v. 20).

Quanto mais avanço em minha carreira cristã, tanto mais percebo a minha miserabilidade. Minha natureza pecaminosa me acusa e mais aumenta a minha certeza de que não seria nada não fosse Jesus. A promessa de que “Deus é conosco” (v. 10) em nossa caminhada é a nossa única salvaguarda. O reino de Judá havia rejeitado o cuidado divino do Príncipe “Emanuel” (v. 8) e o medo derretia seus corações (v. 6) diante da expectativa de uma violenta investida. O segundo filho de Isaías, semelhante ao primogênito, também era um anúncio vivo do que aconteceria com o povo como resultado de sua rebeldia (v. 3).

Isaías foi fortemente advertido pelo SENHOR (v. 11) a depositar a sua esperança tão somente nEle, não tendo associação com o povo e nem compartilhando de seu medo (v. 12). Deus lhe seria santuário, enquanto as duas casas de Israel seria “pedra de tropeço” (v. 14). A escolha feita em temer a Deus ou temer a homens define o nosso futuro eterno, habilitando-nos para a salvação ou para perdição. Diante de nós há dois caminhos, e ambos envolvem condições. Deus requer de nós obediência à Sua Palavra, por preceito e por exemplo: “sela a lei no coração dos Meus discípulos” (v. 16). Por sua vez, uma vida avessa à vontade de Deus também requer algo: desobediência à lei de Deus.

As práticas da necromancia, adivinhação e mediunidade são abominações diante de Deus (v. 19) e o povo havia se corrompido com estas “densas trevas” (v. 22). Trocavam o assim diz o SENHOR por agouros de homens e eram levados à “escuridão e sombras de ansiedade” (v. 22). Não há lugar para abominações no coração que sob o selo da aliança eterna é guardado por Emanuel. Todo aquele que espera no SENHOR (v. 17), e oferece a sua família no “santuário” (v. 14) todos os dias, muito em breve terá a grande alegria em dizer-Lhe: “Eis-me aqui, e os filhos que o SENHOR me deu” (v. 18). Que esta seja a minha e a sua esperança!

Diante da proximidade de avistarmos “a alva” (v. 20), precisamos erguer a bandeira da verdade sem temer a reação de homens. “Quando vos disserem” (v. 19) que não precisam mais obedecer aos mandamentos do SENHOR, não se deixem ser enganados! “Acaso, não consultará o povo ao seu Deus?” (v. 19). Continue estudando a Palavra de Deus e a Ele santificando (v. 13; João 17:17), e o Espírito Santo continuará lhe guiando “a toda a verdade” (João 16:13).

Bom dia, discípulos do SENHOR!

Desafio do dia: Escreva ou imprima os dez mandamentos (Êxodo 20:3-17) e coloque-os em um lugar visível em seu quarto.

Rosana Garcia Barros
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ISAÍAS 7 – Comentário Rosana Barros
27 de maio de 2017, 0:30
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“Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (v. 14).


Alianças políticas eram muito comuns e o antigo testamento relata várias delas. A união entre a Síria e Israel (Efraim) causou pavor ao rei Acaz e ao povo de Judá, justamente porque o rei havia se negado a fazer parte desta mesma aliança contra a Assíria. Esta negativa representou uma afronta para aqueles dois reinos, e a possibilidade deles se levantarem contra Judá era iminente. Diante disto, o cenário era de medo e de desespero (v. 2).

No entanto, o SENHOR usou Isaías para transmitir a Acaz as Suas palavras: “Acautela-te e aquieta-te; não temas, nem se desanime o teu coração por causa destes dois tocos de tições fumegantes…” (v. 4).  “Sear-Jasube”, que quer dizer “Um-Resto-Volverá” (v. 3), era o primogênito do profeta e uma espécie de recado vivo de que o remanescente subsistiria. Na iminência de uma provável batalha, Deus envia uma mensagem de esperança e de alento. Ele agiria em favor de Seu povo e seguro nesta verdade Acaz não precisava temer. O Rei dos reis decretou: “Isto não subsistirá, nem tampouco acontecerá” (v. 7). Porém, Acaz precisava crer (v. 9).

Deus foi tão paciente que Ele mesmo incentivou Acaz a Lhe pedir um sinal. “Pede ao SENHOR, teu Deus, um sinal” (v. 11), qualquer um, no céu ou nas profundezas! Infelizmente, muitas vezes a nossa fé é movida pelo sobrenatural. Como Tomé, precisamos ver para crer (João 20:24-25). O SENHOR conhecia o duro coração de Acaz e por isso propôs a realização de um sinal físico. Contudo, Acaz se negou a pedir: “Não o pedirei” (v. 12) e decidiu confiar na aliança política com a Assíria (II Reis 16:5-7). O que resultaria ao reino de Judá  (v. 17) a tão temida desolação (v. 18) e vergonha (v. 20).

Mesmo que a dureza do coração do homem insista em perdurar, há sinais divinos que não dependem da minha ou da sua vontade. Ainda que Acaz houvesse negado o privilégio de presenciar um sinal divino, outro sinal aconteceria, quer ele quisesse, quer não: A VINDA DO EMANUEL (v. 14)! Precioso Cordeiro de Deus que traria ao mundo a vitória, não de batalhas terrenas, mas, da grande batalha de todos os tempos! Príncipe da Paz que estabeleceria, não um reino mortal, mas, um Reino eterno!

Ele veio a primeira vez e prometeu voltar (João 14:1-3)! Pode ser que você esteja pedindo ou esperando que um grande sinal aconteça para finalmente tomar uma firme decisão ao lado do SENHOR. Entenda, não é errado pedir sinais, desde que você tenha o bom senso de buscar a Deus, primariamente, na fonte que Ele nos deixou como o sustentáculo de nossa fé: a Bíblia. O estudo da Palavra, aliado a uma vida de oração, deve ser o fundamento de nossa vida cristã. Quando Gideão pediu sinais ao SENHOR (Juízes 6:17, 36-40) não foi para fundamentar a sua fé nEle, mas porque considerava-se incapaz para a missão que lhe foi confiada (Juízes 6:15). Portanto, amados, a fé verdadeira é aquela que, fundamentada na Palavra de Deus, confia nos sinais que o SENHOR já nos revelou (Hebreus 11:1), que tem cumprido e que certamente cumprirá. “Então, aparecerá no céu o SINAL do Filho do Homem” (Mateus 24:30). Este é um sinal que, acredite você ou não, em breve vai se cumprir! Não endureça o teu coração como fez Acaz! Prepara-te, ó remanescente fiel! O Rei vem vindo!

Feliz sábado, “Um-Resto-Volverá”!

Desafio do dia: Hoje é dia de esperança! Um dos sinais entre o SENHOR e o Seu povo (Ezequiel 20:12 e 20). Participe do Impacto Esperança sendo um instrumento de Deus na pregação do evangelho!

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 6 – Comentário Rosana Barros
26 de maio de 2017, 0:30
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“Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim” (v. 8).


Isaías teve uma visão de Deus em Seu trono. A Bíblia menciona alguns que tiveram uma visão do trono divino, por exemplo: Daniel (Daniel 7:9), Estêvão (Atos 7:56), João, o discípulo amado (Apocalipse 4:2) e o próprio Isaías. Mas a experiência de Isaías foi, de todas, a que nos deixou uma grande lição de humildade, e de sublime noção de santidade. Primeiro, O PROFETA VIU “O SENHOR” (v. 1), o trono, os serafins e toda a santidade que envolvia aquele cenário glorioso, de onde se podia ouvir incansavelmente (Ap. 4:8): “Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda terra está cheia da Sua glória” (v. 3). Logo depois, ISAÍAS VIU A SI MESMO. “Contemplando Isaías esta revelação da glória e majestade de seu Senhor, sentiu-se oprimido com o senso da pureza e santidade de Deus” (EGW, Profetas e reis, p. 157).

Quando alguém tem um encontro verdadeiro com Deus, o resultado deve ser um coração contrito e uma atitude humilde. Olhar para Deus deve produzir arrependimento e confissão. Isaías viu o Perfeito e então, se deu conta de sua imperfeição. Só quando olhamos para o Santo dos santos é que enxergamos a nossa real situação!

Precisamos volver os nossos olhos para o Alto todos os dias. Se anjos perfeitos e sem pecado proclamam noite e dia a santidade de Deus “uns para os outros” (v. 3), quanto mais nós necessitamos ter sempre um cântico no coração e testemunhar uns aos outros do amor divino. O encontro com Deus produz um intenso desejo de utilidade na obra. O SENHOR olha do Céu e não procura corações orgulhosos, mas aqueles que, como Isaías, confessam: “Ai de mim! Estou perdido!” (v. 5). A obra que o profeta recebeu foi extremamente desafiadora, pois o povo havia endurecido o coração a tal ponto que o juízo de Deus viria sobre ele, mesmo com a pregação de Isaías (v. 10). O mesmo juízo foi proferido por Jesus ao povo da época (Mateus 13:14-15) e também pelo apóstolo Paulo (Atos 28:26-27). Ou seja, é uma atitude que se repete em gerações futuras e que chegou até nós, hoje: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap. 3:17).

Mas em meio à desesperança, Deus suscita a esperança! “A santa semente é o Seu toco” (v. 13). Sempre haverá, mesmo que em pequena proporção, um povo que se chama pelo Seu nome. O ministério do profeta não seria de todo infrutífero. Hoje, temos uma grande seara e precisamos seguir a ordem de Cristo e rogar ao Pai que envie mais “Isaías” para a Sua obra atual (Mateus 9:38). Não poucas vezes, estes questionarão: “Até quando, Senhor?”. Contudo, como Isaías, não esmorecerão diante das dificuldades, apegando-se cada dia mais à santa convicção de que o SENHOR estará até o fim (Mateus 28:20) com aqueles que O amam:

“Não te mandei Eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, É CONTIGO POR ONDE QUER QUE ANDARES” (Josué 1:9).

Bom dia, “Isaías” atuais!

Desafio do dia: Muitos alegam não saber orar. Mas Jesus nos deixou o passo a passo da oração. Leia Mateus 6:5-8. Se a sua vida de oração estava enferma, a partir de hoje, em nome de Jesus, ela será curada com a brasa viva do altar do SENHOR!

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 5 – Comentário Rosana Barros
25 de maio de 2017, 0:30
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“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (v. 20).


Você já foi decepcionado alguma vez? Fez o bem e foi retribuído com o mal?
A parábola da vinha má trata-se de um retrato acerca da situação dos filhos de Jerusalém e de Judá. O uso da alegoria em forma de um cântico de amor demonstra a grande afeição de Deus por Seu povo. O SENHOR fez por eles tudo o que poderia lhes proporcionar uma vida feliz e próspera, mas não foi correspondido (v. 2). Israel deu as costas ao seu Amado e o resultado foi desastroso (v. 5-6). Jesus utilizou a mesma comparação ao contar a parábola dos lavradores maus (Mateus 21:33; Marcos 12:1; Lucas 20:9). No discurso relatado por Mateus, Cristo conta esta parábola e mais adiante termina o discurso com uma sequência de “Ais” contra os escribas e fariseus da época (Mateus 23), onde condena a religião hipócrita e seus frutos de injustiça.

A expressão “Ai” está relacionada à maldição, mas também possui conotação de desespero e de tristeza. No livro de Deuteronômio, Moisés chama o povo a tomar uma decisão a favor da bênção, ou da maldição (Dt. 30:19). Josué também propôs ao povo uma escolha: “… escolhei, hoje, a quem sirvais…” (Josué 24:15). As advertências dadas de igual forma pelo profeta Isaías, só confirmam o que a Bíblia toda adverte: SÓ EXISTEM DOIS CAMINHOS. O povo havia se embriagado com a maldição (v. 11), desconsiderado tudo o que o SENHOR havia feito por eles (v. 12) e foram levados cativos “por falta de entendimento” (v. 13). A ruína moral e ética levou àquela gente ao abate e humilhação (v. 15), “porquanto rejeitaram a lei do SENHOR dos Exércitos e desprezaram a palavra do Santo de Israel” (v. 24).

A grande preocupação de Deus, desde o princípio, tem sido com a forma como o pecado nos levou a lidar com o presente do livre arbítrio. Acabamos por confundir liberdade com libertinagem e deturpamos o ideal de Deus com relação a nossa livre escolha. Sobre isto, nos advertiu o apóstolo Paulo: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne” (Gálatas 5:13).

Os “Ais” atuais têm entrado nos lares por meio da mídia e sua influência, arrebatando principalmente a atenção dos filhos. Crianças e adolescentes têm crescido assistindo, no conforto de suas casas, mediante a aprovação dos pais, a “formosura” do pecado. Desenhos, vídeos de “youtubers”, filmes e novelas ocupam o tempo e a mente daqueles que deveriam se chamar pelo nome do SENHOR. E sob o satânico ponto de vista “acaso, sou eu tutor de meu irmão?” (Gênesis 4:9), esses lares pensam estar agindo somente para malefício próprio, enquanto se tornam uma má influência para aqueles que deveriam estar fazendo de tudo para salvar.

Eis a proposta do SENHOR para mim e para você: “Vê que proponho, HOJE, a vida e o bem, a morte e o mal” (Dt. 30:15). Qual será a tua decisão? “Uvas boas” ou “uvas bravas” (v. 2)? Escolha fazer parte da “vinha do SENHOR dos Exércitos” (v. 7) e aceite ser cuidado por Ele. Continuemos sendo REAVIVADOS POR SUA PALAVRA!

Bom dia, uvas boas do SENHOR dos Exércitos!

Desafio do dia: Escreva ou imprima a frase:
“EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR”, e ponha na porta de sua casa.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 4 – Comentário Rosana Barros
24 de maio de 2017, 0:30
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“Naquele dia, o Renovo do SENHOR será de beleza e de glória; e o fruto da terra, orgulho e adorno para os de Israel que forem salvos” (v. 2).


Como uma continuação do capítulo anterior, o texto de hoje inicia com o resultado do vil comportamento das mulheres de Jerusalém. O termo “sete mulheres” indica a grande proporção de mulheres que ficariam sozinhas em vista da morte e da captura da maior parte dos homens de Jerusalém. O desespero era tão grande que elas estavam dispostas a buscar o seu próprio sustento, visto que cabia ao homem a provisão do lar. Naquela época era considerada uma grande desgraça uma mulher sem marido e sem filhos, por isso que terminam a fala dizendo: “… tira o nosso opróbrio” (v. 1). Trazendo para um contexto atual, mas deixando bem claro que não há doutrina que possa afirmar esta segunda disposição, vamos ponderar sobre a aplicação deste texto na situação da comunidade cristã contemporânea: Todas as igrejas cristãs, “sete mulheres”, dizem servir a Cristo, “um homem”, mas a grande maioria se recusa a “comer” do pão oferecido por Ele, buscando por si mesmas o próprio sustento espiritual, querendo apenas ser “chamadas pelo [Seu] nome”. Isto não é uma realidade?

O termo “cristianismo” foi banalizado a tal ponto que muitos, mesmo acreditando em Jesus Cristo, têm criado certa aversão às igrejas que professam segui-Lo. Seus cultos se resumem a apelos emocionais e extorsão de dinheiro, distorcendo o verdadeiro “culto racional” (Romanos 12:1) e a verdade sobre os dízimos e as ofertas conforme a Palavra de Deus. O problema é que a Bíblia tem sido trocada por palavras de homens e a oração sincera por discursos decorados. Contudo, esta realidade não precisa ser a minha e nem a sua. Jesus nos chama para fazer parte dos “restantes de Sião”, os que “serão chamados santos” (v. 3). Fomos chamados “para a vida” e é rumo à vida eterna que caminha todo aquele que permite ser transformado de glória em glória pelo “Espírito purificador” (v. 4).

Da mesma forma que Deus guiou e protegeu o Seu povo Israel no deserto (Êxodo 13:21-22), Ele prometeu nos guiar e proteger nestes últimos dias (v. 6). “Nosso crescimento na graça, nossa felicidade, nossa utilidade – tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora – permanecendo nEle – que devemos crescer na graça. Ele é não somente o Autor, mas também o Consumador de nossa fé. É Cristo primeiro, por último e sempre. Ele deve estar conosco, não só ao princípio e ao fim de nossa carreira, mas a cada passo do caminho” (EGW, Caminho a Cristo, p. 69).

Estude a Bíblia. Examine-a. Permita que o Espírito Santo lhe conduza a TODA a verdade (João 16:13): “O conhecimento experimental de Deus e de Jesus Cristo… Faz de seu possuidor filho de Deus e herdeiro do Céu. Leva-o à comunhão com a mente do Infinito e lhe abre os ricos segredos do Universo. ESSE É O CONHECIMENTO OBTIDO PELO ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS” (EGW, Parábolas de Jesus, p. 114).

Bom dia, restantes do SENHOR!

Desafio do dia: Siga o exemplo de como devemos estudar a Bíblia todos os dias, contido em Atos 17:11.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 3 – Comentário Rosana Barros
23 de maio de 2017, 0:30
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“O SENHOR se dispõe para pleitear e Se apresenta para julgar os povos” (v. 13).


Dois julgamentos acontecem neste capítulo. Um se refere a Jerusalém e Judá e o outro às mulheres de Jerusalém. O primeiro é uma consequência do “que as suas próprias mãos fizeram” (v. 11). O povo havia esquecido do SENHOR e se corrompido a tal ponto que por Ele foram comparados a Sodoma (Is.1:10; v. 9). Aqueles que se chamavam pelo nome do SENHOR oprimiam uns aos outros (v. 5) e de público revelavam seus pecados (v. 9). Não havia mais pudor ou limites. Até o aspecto do rosto lhes era um testemunho desfavorável. Já o segundo julgamento completava o quadro da destruição. Àquelas as quais foi confiada a mais sublime missão estavam de todo corrompidas e suas vidas eram regidas para a exaltação própria e exibição extravagante. Homens e mulheres haviam perdido a noção do puro e do sagrado, levando Jerusalém e Judá à completa ruína. Lares destruídos, nação destruída!

Entretanto, mesmo em meio a um cenário de tão terríveis proporções, como em cada geração deste mundo, Deus conserva aqueles os quais, por Sua graça, intitula de justos: “Dizei aos justos que bem lhes irá; porque comerão do fruto das suas ações” (v. 10). Ou seja, nem tudo estava e nem tudo ESTÁ perdido. Em toda a história da humanidade o SENHOR tem erguido Seus troféus, “os resgatados do SENHOR” (Is. 35:10), “os restantes de Jacó” (Is. 10:21). Sempre houve e continua havendo um chamado de urgência que envolve decisão e entrega. Homens e mulheres têm sido convocados para proclamar três especiais mensagens: “O tempo está cumprido, e o Reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” (Marcos 1:15). Isto é: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo… caiu, caiu a grande Babilônia… Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap. 14:7, 8 e 12).

Quando a comunhão diária e o desejo de conhecer o SENHOR são substituídos pela busca dos próprios interesses, a natureza humana é manifestada na língua e nas obras (v. 8). Um dos piores pecados de Sodoma foi a publicidade que davam a eles (Gênesis 19:5). Muitos têm alegado sinceridade ao expor suas fraquezas. Não se trata, porém, de um protesto contra a hipocrisia ou falsidade, mas da promoção daquilo que destrói “o caminho por onde deves seguir” (v. 12). Qual é a sua intenção ao publicar indiretas nas redes sociais? Qual é a sua intenção ao divulgar fotos com “o aspecto do seu rosto” (v. 9) em conotação sensual? Qual é a sua intenção ao vestir-se de forma provocante e extravagante? Oh, meus irmãos, não temos mais tempo a perder com estas coisas tão medíocres!

Amados, fomos chamados das trevas deste mundo para a maravilhosa luz de Cristo e Ele nos deixou exemplo para seguirmos os Seus passos (I Pedro 2:21). O que estamos fazendo com tamanho privilégio? Não haverá desculpas para o erro no Dia do SENHOR. “Ai do perverso!“, porque colherá o que ele mesmo semeou (v. 11). O Espírito do SENHOR geme para que atendamos ao Seu apelo: “Oh! Povo Meu!“, cuidado para não estar seguindo pela estrada do engano (v. 12) cujo desfecho transformará tudo o que julgavam belo em lixo e podridão (v. 24)! Lembrem-se: estas advertências não são de homens, mas assim “diz o SENHOR, o SENHOR dos Exércitos” (v. 15).

Fomos criados para revelar a glória de Deus (Is. 43:7)! Que a nossa vida testifique que fomos comprados por alto preço e, “pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude“, tornemo-nos “coparticipantes da natureza divina, livrando-nos da corrupção das paixões que há no mundo” (II Pedro 1:3 e 4).

Bom dia, diligentes servos de Cristo!

Desafio do dia: Ore pedindo ao Espírito Santo que lhe mostre tudo aquilo que pode estar maculando a sua vida e tome a firme decisão de se desfazer de tudo isso.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 2 – Comentário Rosana Barros
22 de maio de 2017, 0:30
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“Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do SENHOR” (v. 5).


A visão de Isaías a respeito dos “últimos dias” (v. 2), destaca a missão do Israel espiritual de Deus como hospedeiros de “todos os povos” (v. 2). Como na parábola do bom samaritano, o SENHOR tem um povo peculiar pronto para receber “muitas nações” (v. 4) e ensiná-las a andar “pelas Suas veredas” (v. 3), sob o firme alicerce de Sua Palavra. Antes que venha o juízo, Deus acrescentará ao Seu povo todos aqueles que, de coração, trocarão os instrumentos deste mundo pelos instrumentos divinos (v. 4). A Bíblia será examinada com seriedade e humildade e seu teor será tido como fonte suprema da vontade de Deus. Os mandamentos do SENHOR estarão no coração (Dt. 6:6) de um só povo que, à semelhança dos três amigos de Daniel, permanecerão fiéis ainda que em face da fornalha da aflição.

A obra de Cristo como nosso Sumo Sacerdote está prestes a ser concluída. E a Sua grande luta tem sido para que o Seu povo não O adore apenas com os lábios, porque para estes, no “Dia do SENHOR dos Exércitos” (v. 12), com o coração partido, terá de dizer: “Nunca vos conheci!” Precisamos buscar o conhecimento de Jesus com o coração de uma criança, rápido para amar, rápido para perdoar e totalmente dependente. O conhecimento da Palavra de Deus vai muito além de teoria, é  muito mais que teologia, é seguir a voz que sai da boca de Deus. Não há lugar para o Assim diz o SENHOR no coração orgulhoso. “A arrogância do homem” (v. 17) cria um bloqueio para as verdades da Palavra do SENHOR e sua mente torna-se privada de receber o “pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor” (II Pedro 1:2). As verdades de Deus são negligenciadas e o engano, facilmente admitido: “Satanás bem sabe que todos quantos ele pode levar a negligenciar a oração e o exame das Escrituras, serão vencidos por seus ataques” (EGW, O Grande Conflito, p. 524).

Está chegando o dia em que “os ídolos serão de todo destruídos” (v. 18), inclusive as pessoas que fizeram de si mesmas objetos de culto, porque “só o SENHOR será exaltado naquele dia” (v. 11 e 17). A altivez e a arrogância levarão muitos a receber o mesmo castigo que foi “preparado para o diabo e seus anjos” (Mateus 25:41). Precisamos desesperadamente nos aproximar cada vez mais do SENHOR e de Sua Palavra (v. 3), que como uma bússola nos guiará ao pólo celestial, e, ao mesmo tempo, devemos nos afastar “do homem cujo fôlego está no seu nariz” (v. 22), pois, “quando os cristãos escolhem a sociedade dos ímpios e incrédulos, expõem-se à tentação… Não podem ver que tal companhia é calculada a fazer-lhes mal” (EGW, O Grande Conflito, p. 512) e vão se tornando mais e mais parecidos com o mundo e dessemelhantes do caráter de Cristo.

O SENHOR te convida, HOJE, a andar em Sua luz (v. 5), a despir-se de suas vontades e gostos, a provar e ver que Ele é bom (Salmo 34:8) e a experimentar da maravilhosa graça que ainda está à nossa disposição. Então, farás parte do Israel de Deus (Gálatas 6:16) dos últimos dias que, como um agente influenciador, tem ensinado e continuará ensinando a muitos os caminhos e as veredas do SENHOR.

Bom dia, Israel espiritual de Deus!

Desafio do dia: Ore antes de sair para suas atividades, pedindo a Deus que a luz de Cristo em você cumpra a missão de atrair pessoas para Ele.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 1 – Comentário Rosana Barros
21 de maio de 2017, 0:30
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“Ouvi, ó céus, e dá ouvidos, ó terra, porque o SENHOR é Quem fala…” (v. 2).


Considerado uma bíblia dentro da Bíblia, o livro de Isaías possui 66 capítulos, onde os primeiros 39 se referem ao juízo sobre o povo de Deus e os últimos 27, à esperança da redenção e de um futuro glorioso. De uma forma didática e usando de ilustrações pertinentes e comuns à época, o profeta revela a vontade do SENHOR, deixando bem claro, já no início de sua fala, que era apenas um mensageiro das palavras de Deus (v. 2). Israel havia se corrompido a tal ponto que animais de carga foram considerados mais sãos (v. 3). Tornaram-se ignorantes. “Abandonaram o SENHOR… voltaram para trás” (v. 4). Este retrocesso lhes causou enfermidade espiritual. Primeiro, na mente e no coração (v. 5). E, por consequência, em todo o corpo (v. 6). O povo escolhido para revelar a glória do Criador, transformou-se em uma ferida ambulante. E tudo isso porque lhe faltava o conhecimento.

Ora, mas os versos 10 a 15 relatam a tristeza de Deus contra um povo que conhecia bem a forma de culto e tudo o que regia a Casa do SENHOR. Então, a que tipo de conhecimento Isaías se referiu? Ao único conhecimento que salva! Os filhos de Israel conheciam bem os ritos e continuavam seguindo com uma vida “religiosa” debaixo de suas leis e tradições, mas suas vidas não comungavam com o Assim diz o SENHOR. A aparência de piedade os levou a esquecer do Deus que, antes de instituir os ritos do santuário, deixou bem claro o motivo pelo qual mandou que o fizessem: “E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êxodo 25:8). O desejo de Deus é de estar no centro de nossa vida. Se Ele for o primeiro em nosso coração, com certeza tudo o que fizermos revelará que há um Deus nos governando, e que O conhecemos de fato.

É tão fácil hoje em dia declarar-se cristão. Basta confessar a Cristo como Senhor e frequentar uma igreja… e pronto, eis um crente. Há mais de dezessete anos que fui batizada, mas somente há pouco mais de três conheci o meu SENHOR. Com muita paciência e misericórdia, Deus me esperou e iniciou em minha vida um processo de mudanças que só alcançará o “dia perfeito” (Pv. 4:18) quando Ele vier me buscar. Foi o começo de um grande desafio para mim. Quanto mais me aproximava de Cristo e quanto mais procurava conhecê-Lo, mais me deparava com minha natureza pecaminosa e com a minha incapacidade de vencê-la. Percebi que eu andava na Casa dEle, trabalhava para Ele, orava a Ele, mas não O conhecia. Em seu livro, “Conhecer Jesus é tudo”, na página 41, o pastor Bullón diz o seguinte: “A humanidade está ficando louca porque fala de ‘autodisciplina’, de ‘energia interna’, de ‘força mental’. Ela se esqueceu de olhar para Cristo e está olhando para dentro de si em busca de solução e só acha fracasso e frustração. Nada disso! Olhemos para Cristo e falemos: ‘Ah, Senhor, já tentei de tudo e não consegui! Carrego dentro de mim uma natureza estranha que me leva para o pecado. Por favor, ajuda-me, porque eu não posso”.

Foi só quando eu decidi fazer uma entrega como essa que descobri a verdadeira fonte do conhecimento: Jesus. Entenda, amado(a), não é o que você faz que vai salvá-lo(a), é o que Ele já fez! “Vinde, pois e arrazoemos” (v. 18) é o convite dAquele que é o único capaz de lhe purificar de seus pecados. A religião prática (v. 17) deve ser a consequência desta purificação, e não o contrário. Precisamos buscar o conhecimento que salva, todos os dias. A experiência que tive com Cristo há mais de três anos não tem o poder de me sustentar hoje. Hoje preciso renovar a minha vida com Ele e dEle conhecer, através do estudo de Sua Palavra e da oração. A comunhão diária nos sustenta e nos conduz à vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (João 17:3). Busque conhecer ao SENHOR! Não se apoie em obras! Mas que as tuas obras sejam o resultado do agir de Deus em sua vida! Lembre-se: você não pode apresentar aquele que você não conhece!

Bom dia, lavados e purificados por Cristo!

Desafio do dia: Apesar da degradação de Israel, o SENHOR possuía “alguns sobreviventes” (v. 9). Nestes últimos dias, o SENHOR também possui um remanescente. Clame a Ele para fazer parte deste pequeno povo que O conhece e Lhe segue a voz!

Rosana Garcia Barros

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