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“E, passando o Senhor por diante dele, clamou: Senhor, Senhor Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (v.6).
Ainda em seu lugar de comunhão pessoal, Moisés recebeu de Deus a ordem de lavrar duas novas tábuas de pedra, a fim de que o Senhor nelas escrevesse “as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas” (v.1). Moisés subiria novamente ao monte Sinai para um encontro particular com Deus. Após o devido preparo, “pela manhã de madrugada, subiu ao monte[…] levando nas mãos as duas tábuas de pedra” (v.4). Como um vislumbre do segundo advento, Moisés contemplou o Senhor vindo em uma nuvem e proclamando “o nome do Senhor” (v.5). O idoso líder reagiu com palavras de louvor e adoração. “E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, O adorou” (v.8) e intercedeu em favor dos filhos de Israel (v.9).
A resposta de Deus veio em forma de aliança. Toda promessa do Senhor é assinada com o zelo de um Deus que não precisa de terceiros para cumpri-las. No contrato do Céu as cláusulas são pétreas. Deus estabelece com o Seu povo um contrato de adesão a fim de que possamos usufruir de seus benefícios pela obediência e plena confiança em Suas palavras. O que Ele estabelece como promessa é sempre fiel e verdadeiro. Como Moisés, precisamos ir ao encontro dEle, nas primeiras horas de cada dia, “levando nas mãos” as tábuas de carne do nosso coração (2Co.3:3), exaltando o nome do Senhor e, em atitude de adoração, “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).
Quando há uma íntima relação entre o Senhor e o verdadeiro adorador, há também a resposta do adorador a este encontro privilegiado. Não há espaço para alianças corruptíveis no coração daquele que compreende que “o nome do Senhor é Zeloso” (v.14). O ministério terrestre de Cristo nos deixou o supremo exemplo da fidelidade para com a aliança divina. Mesmo recebendo pecadores e comendo com eles (Lc.15:2), Jesus deixou bem claro o cumprimento de Sua missão de resgate e o limite de ir ao pecador a fim de salvá-lo do pecado, ao proferir as três parábolas de Lucas 15. Não fazer aliança “com os moradores da terra” (v.15) em nossos dias, significa atender à advertência escrita pelo apóstolo Paulo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).
A infidelidade para com Deus, ou idolatria, começa com pequenos passos em direção ao pecado. A contemplação tem o poder de transformar tanto para o bem como para o mal. Jesus mesmo afirmou: “São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas” (Mt.6:22-23). Moisés estava sempre a contemplar o Senhor e Suas obras, sempre a buscar mais de Sua presença, sempre perseverando em avançar no conhecimento de Deus e de Sua vontade. E foi por esta contemplação e busca incansável que todos “viam que a pele do seu rosto resplandecia” (v.35) de santa consagração. Deus faz brilhar a Sua luz na face de todo aquele que verdadeiramente O invoca e confia em Suas promessas. Foi assim com Moisés, foi assim com Jesus (Mt.17:2), foi assim com Estêvão (At.6:15) e será assim com o último povo de Deus, como diz a revelação profética:
“Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência” (O Grande Conflito, p.611).
“Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (1Co.10:14). Apeguemo-nos à forte destra dAquele que escreveu com Seu Espírito “as dez palavras” (v.28) que nos guardam. À infidelidade de Israel e dos povos da terra, o Senhor respondeu por intermédio de Seu servo Oséias: “Ouvi a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel, porque o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus”, e continuou dizendo, “o Meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento” (Os.6:1 e 6). Que conhecimento é este? No próprio livro de Oséias encontramos a resposta: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os.6:3).
Em Sua intercessão por nós, Jesus também declarou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Conhecer a Deus, eis a chave que nos abrirá os portais da eternidade! Que enquanto aqui estivermos, perseveremos em crescer neste conhecimento que transforma, que ilumina e que salva. Vigiemos e oremos!
Bom dia, adoradores do Deus Zeloso!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Êxodo34 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 34 – Embora o Deus todo-poderoso e santo Se ire devido a Sua total intolerância ao pecado, essa ira revelada serve para acentuar ainda mais a riqueza de Sua bondade, misericórdia e compaixão com o pecador miserável.
No livro de Êxodo, conscientizamo-nos de que quanto melhor compreendermos a essência do caráter do Deus libertador, mais motivados os adoradores deverão estar para cultuá-Lo. Cada capítulo vai esclarecendo que a doxologia aceitável a Deus é aquela que é orientada e pautada tendo por base a teologia pura e correta.
Para isso, desde as primeiras páginas do livro, o próprio Deus vem revelando mais e mais o Seu caráter extraordinário; visto inclusive em Sua estratégia inicial de tirar Israel do Egito de forma pacífica, solicitando ao Faraó deixar Seu primogênito cultuá-Lo no deserto. Caso houvesse resistência, haveriam consequências (Êxodo 4:21-23; 5:1-3). Nove assustadoras pragas deveriam servir de advertência ao Faraó; o qual em sua ignorância destruiu o Egito e, em sua dureza de coração, não pensou em seu primogênito como Deus pensava no dEle.
Além dessa bondade de Deus com o obstinado Faraó, era notória a riqueza de Sua bondade e compassivo cuidado com os afligidos israelitas – os quais desconheciam o Pai amoroso que tinham. Ao revelar-Se, cada ato Seu era importante. Sua demonstração de amor era gritante. Ao conhecer Sua graça, cada pecador deveria motivar-se à adoração contagiante. Assim, quanto mais O conhecermos, nosso louvor deve ser cada vez mais vibrante. Quanto mais intimamente estivermos de Deus, mais radiante será nossa adoração.
Ao lavrar segunda vez os Dez Mandamentos, após Moisés ter despedaçado as primeiras tábuas de pedra, Deus revelou-Se compassivo, clemente, longânimo e grande em misericórdia e fidelidade.
Devido à tamanha afronta a Deus na perversão da adoração, os israelitas deveriam ser punidos com morte; porém, ao serem poupados, Moisés adorou a Deus. Depois pediu pela graça de Sua presença ao povo (Êxodo 34:1-9). Então Deus renovou a aliança reiterando os ensinamentos graciosos até ali apresentados (Êxodo 34:10-27). A evidência de que Deus não desistiu dos israelitas estampava no resplandecente rosto de Moisés (Êxodo 34:29-35).
A prostituição espiritual afeta a adoração e nossa vida espiritual. É fundamental então estudar a Bíblia para evitar desvirtuar o culto prestado ao Deus que abomina rival na adoração!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 33 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 33 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ÊXODO 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/33
Você já se sentiu totalmente separado de Deus, depois de ter caído?
A beleza deste capítulo é que, não obstante a gravidade da ofensa, Deus honra a Seu servo Moisés: “Você encontrou graça aos Meus olhos, e Eu te conheço pelo nome.” Que Deus clemente nós servimos!
Moisés deseja ter confirmação adicional da promessa de Deus e confiança de que o Senhor seria com Ele e assim ele pede: “Mostre-me a tua glória.” Nenhum homem caído poderia subsistir na presença de Deus face a face, mas o respeito mútuo e a pureza de coração de Moisés haviam aproximado, naquele momento, a criatura e o Criador.
Você quer sentir a presença íntima de Deus em sua vida hoje? Ponha de lado tudo que lhe pode separar dEle, e peça-Lhe para que Se faça evidente em sua vida. O mesmo Deus que passou diante de Moisés, quando escondido na fenda da rocha, pode Se revelar a você. Ele é o mesmo Jesus amável que veio para salvar você dos seus pecados.
Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/33
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1114 palavras
O capítulo 33 de Êxodo começa com o panorama do ser humano desalentado e oprimido por estar distante de Deus, e termina com a ideia de que ele pode ter segurança e força ao se aproximar da presença divina. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 724.
2,3 Anjo. No anjo vemos claramente a presença de Jesus Cristo, que nos reconciliou com Deus (Ef. 2.14-22) (Bíblia Shedd).
Não existe nenhum verdadeiro contraste entre o Senhor e o Anjo nesta passagem, já que o Anjo que deveria ir adiante já foi identificado como o próprio Senhor (23.20-23; Gn 16.7). A chave para entender a proposta de Deus se encontra no v. 3 (“Eu não subirei no meio de ti”). A questão era a moradia graciosa de Deus entre o povo (29.44-46). Se Deus não habitasse no meio de Israel, então não fazia sentido construir o tabernáculo; na verdade, Israel poderia “subir” imediatamente sem construi-lo (v.1). Em vez disso, outro acordo, já em operação (vs. 7-11) seria continuado. Deus se encontraria com Moisés e com os israelitas que o procurariam numa tenda “fora, bem longe do arraial” (v. 7). Esta nova “tenda da congregação” não era a habitação de Deus; Josué viveu lá (v. 11). Deus só vinha em certos momentos até à entrada da tenda numa coluna de nuvem para falar com Moisés (vs. 9-10) (Bíblia de Genebra).
3 Eu não subirei no meio de ti. Por amor, Deus diz aos israelitas que é melhor não ir com eles. Se novamente violassem a aliança, Sua presença significaria a completa destruição do povo. Algumas vezes, Deus em Sua misericórdia Se afasta de nós. Ele nunca nos obriga a aceitar Sua resença (Mt 13:53-58). CBASD, vol. 1, p. 722.
4 pôs-se a prantear.Poderia até se pensar que Israel se alegraria na possibilidade de receber a sua herança na terra sem a ameaça da constante presença de Deus. Ao invés disso, prantearam, pois Israel não seria mais uma nação de sacerdotes, desfrutando de comunhão imediata com Deus (19.3-6; 29.45-46). Este episódio é uma das grandes crises da história do êxodo (Bíblia de Genebra).
Atavios. Símbolos de um estado alegre, próspero, e de grande importância. Se o povo estava numa condição de arrependimento, não podia se vestir de uma maneira festiva. Os atavios do verdadeiro povo de Deus vêm do próprio Senhor (Ap. 21.1; Mt 22.11-12) (Bíblia Shedd).
Eles tiraram as vestes festivas associadas com a idolatria (cf. Gn 35.4) e assumiram a postura de pranteadores (Bíblia de Genebra).
6 De Horebe em diante. Isto indica que os israelitas deixaram de usar adornos ou atavios, pelo menos por um tempo, como sinal do sincero propósito de obedecer a Deus. CBASD, vol. 1, p. 723.
7 tomar… Armá-la. As formas verbais hebraicas usadas aqui indicam que esta foi a prática normal durante o período no Sinai. Esta “tenda da congregação” era uma estrutura temporária que servia como um lugar de encontro para Deus e Moisés até que o verdadeiro tabernáculo pudesse ser construído (Bíblia de Genebra).
Tenda da congregação. Parece ser o “escritório” da legislação cívica guardado pelo chefe do exército, Josué (11). Depois de construído o Tabernáculo, este também recebeu o título de “Tenda da Congregação”, acumulando a função cívica da tenda original de Moisés, que por simples que tenha sido, era o lugar da revelação da glória de Deus (9-10). Fora do arraial. Havia perigo se Deus manifestasse Sua glória no meio do povo (Bíblia Shedd).
Fora… bem longe. A ausência da presença de Deus no arraial é enfatizada (Bíblia de Genebra).
11 Face a face. Nota-se que a iniciativa sempre está com Deus, que pela Sua graça nos abre o caminho da oração e nos manda buscar Sua face, até o dia de hoje. A parte mais importante desta comunhão é escutar a voz de Deus. (Falava o SENHOR). Isto pode ser feito quando lemos a Bíblia com fé, meditamos naquilo que temos lido, e resolvemos, pela graça de Deus, pôr em prática tudo que ali aprendemos (Bíblia Shedd).
Amizade com Deus era um privilégio real para Moisés, fora do alcance para os outros hebreus. Mas não está fora do alcance para nós, hoje. Jesus chamou Seus discípulos – e, por extensão, a todos os Seus seguidores – Seus amigos (Jo 15:15). Ele chamou você para ser Seu amigo. Você confiará nEle como Moisés fez? Life Application Study Bible NVI.
14 te darei descanso. O uso do pronome singular “tu” significa que a promessa de 3.13-15 para todo Israel é agora repetida a Moisés, individualmente (Bíblia de Genebra).
15 comigo. Moisés engloba o povo em sua prece. O tratamento no plural (“não nos faça” faz a conexão entre Moisés e Israel. Se Deus escolhesse não ir com o Seu povo habitando entre eles, não haveria sentido ir à Terra Prometida. O objetivo não era apenas o leite e mel em Canaã, mas uma terra santa onde Deus iria habitar no meio do Seu povo (Bíblia de Genebra).
16 separados. A distinção de Israel estava baseada na presença graciosa do próprio Deus (Bíblia de Genebra).
17 achaste graça aos Meus olhos. Deus inclui Israel em favor de Moisés. Israel dependia de Moisés como mediador (Bíblia de Genebra).
18 me mostres a Tua glória. Tendo experimentado a misericórdia de Deus, Moisés ansiava pela revelação completa (Bíblia de Genebra).
Muitas vezes a culpa nos faz fugir da presença do Senhor. Isto aconteceu com nossos primeiros pais quando “esconderam-se” (Gn 3:8). Moisés ficava na presença do Senhor e não tinha medo porque sua vida estava em harmonia com a vontade de seu Criador. Quanto mais se conhece a Deus, mais se anseia conhecê-Lo. Na presença divina há “plenitude de alegria” e na Sua destra há “delícias perpetuamente” (Sl 16:11). CBASD, vol. 1, p. 724.
19-23 A autorevelação de Deus envolve Seu nome (3:14) que é intimamente ligado à Sua natureza. Bondade é um elemento chave neste caráter (Andrews Study Bible).
20 Não Me poderás ver. Se com o surgimento de um anjo, os soldados romanos, à entrada da tumba de Cristo, “ficaram como se estivessem mortos” (Mt 28:4), o que pode acontecer se um pecador entrar na presença de Deus? Jacó se maravilhou de ter visto Deus “face a face” e ainda ter permanecido com vida (Gn 32:30). CBASD, vol. 1, p. 724.
23 costas. A bondade do Senhor velou o que Moisés não podia suportar e revelou tudo o que podia suportar (Bíblia de Genebra).
Moisés veria as costas de Deus mas não Sua face, após ter visto “Seus pés” e onde pisava (24.10). Note que Deus está falando de Si mesmo em termos humanos de modo que possa ser entendido por seres finitos (Andrews Study Bible).
Ver as costasde Deus significa que somente podemos ver por onde Deus passou. Podemos somente vê-Lo pelo que ele faz e como Ele age.Não podemos compreender como Deus realmente é à parte de jesus Cristo (Jo 14:9). Jesus prometeu mostrar-Se a Si próprio a todo que acreditar. Life Application Study Bible NVI.
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“Respondeu-lhe: A Minha presença irá contigo, e Eu te darei descanso” (v.14).
O triste episódio anterior causou uma ruptura entre Deus e Seu povo. Apesar da promessa da guia do Anjo do Senhor (v.2), a declaração de que Deus não iria no meio deles durante a peregrinação causou-lhes grande comoção, de modo que se puseram a chorar e “tiraram de si os seus atavios desde o monte Horebe em diante” (v.6). Moisés possuía uma tenda especial de comunhão, conhecida como “tenda da congregação” (v.7), antes mesmo da construção do tabernáculo. Como de costume, a tenda era armada fora do arraial, em lugar distante e “todo aquele que buscava ao Senhor saía à tenda da congregação, que estava fora do arraial” (v.7). Era uma espécie de refúgio de oração.
Os momentos em que Moisés se dirigia àquele lugar se tornaram em momentos de adoração coletiva. Ao avistar a nuvem de Deus que ficava “à porta da tenda; todo o povo se levantava, e cada um, à porta da sua tenda, adorava ao Senhor” (v.10). Enquanto isso, Moisés entretinha com Deus uma íntima comunhão, sincera devoção. Seu relacionamento com o Senhor só aumentava e fazia o seu coração desejar mais e mais de Sua doce companhia. As experiências no monte e na tenda da congregação não eram suficientes para aplacar o seu anelo em conhecer o Senhor e o Seu reto caminho. O maior líder que Israel já teve foi aquele que compreendeu que a comunhão do homem com Deus não se limita a duas ou mais experiências, mas que se estende por toda uma vida de busca e ardente desejo pelas coisas lá do alto.
“A Minha presença irá contigo, e Eu te darei descanso” (v.14), foi a resposta do Senhor ao pedido de Moisés. Sendo o único a falar com Deus “face a face” (v.11), a presença do próprio Jesus lhe motivava a dar ainda maiores passos de fé. E foi nesse sentido que seu próximo pedido se mostrou ousado e inusitado: “Rogo-Te que me mostres a Tua glória” (v.18). A aparição do Senhor ao Seu servo Moisés, até então, era-lhe revelada por meio do Deus conosco, Jesus Cristo. Isto explica o fato de não haver contradição nos versos 11 e 20, e sim que a revelação da glória de Deus consome pecado e pecador. Portanto, desde a queda de nossos primeiros pais, fomos destituídos da glória de Deus, até que Cristo volte. O meu encontro com Cristo, a cada dia, definirá se O contemplarei em Sua glória e viverei, quando Ele regressar.
Quão insondáveis são as profundezas de Deus! Quão inesgotáveis as bênçãos provenientes da sagrada comunhão! Nenhuma mente humana pode conceber a grandiosidade dos meios divinos a fim de estabelecer cada vez mais íntimo acesso entre o homem e Deus. Foi assim que Enoque descobriu a mais pura e sublime amizade, ao estabelecer a sua vida sobre a rocha da comunhão diária. Mais do que a sua conversação com homens, na maior parte do tempo estava em diálogo com o Eterno. A oração era a sua principal comunicação do dia. E no silêncio das paisagens naturais ainda conservadas em estado quase edênico, meditava e pacientemente aguardava a resposta do seu Senhor e Amigo.
Oh, quanto precisamos estabelecer idênticos laços de amizade com o Senhor! As experiências e testemunhos de vida são importantes e fortalecem a nossa fé, mas não representam tudo. Precisamos viver experiências diárias com Jesus. E isto não significa que coisas sobrenaturais devam acontecer todos os dias, e sim que, ainda que o sobrenatural não aconteça, ou não nos seja revelado aos olhos, pela fé, cremos que há um Deus que prometeu estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Você serve a um Deus que te conhece “pelo teu nome” (v.17), e que, todos os dias te chama: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Qual tem sido a tua resposta ao convite diário de Jesus? Ele é um Deus pessoal e deseja te preparar para ver a Sua glória, não mais te colocando “numa fenda da penha” (v.22), mas te elevando para o encontro com Ele “nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:17).
Está você disposto a tirar de si os atavios deste mundo para saber o caminho por onde andar, conhecer ao Senhor e achar graça aos Seus olhos (v.13)? Então busque ao Senhor enquanto pode achá-Lo, estude a Sua Palavra e fale com Ele em oração, todos os dias. Persevere nisso, e Ele irá adiante de você por onde você for. Vigiemos e oremos!
Bom dia, amigos do Senhor!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros. A pequena Angeline já está em casa. Louvado seja Deus! Obrigada pelas orações, amados!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Êxodo33 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 33 – O caráter de Deus tem sido desvirtuado durante a história. Satanás tem maculado Seu caráter com acusações infundadas. Muitos tornaram-se ateus por rejeitarem o Deus que foi-lhes apresentado.
Êxodo 33 é um documento essencial para obtermos conhecimento fidedigno do verdadeiro Deus. Seu caráter já é percebido não apenas ao perdoar, mas também ao ceder diante do apelo de Moisés pela continuidade de Sua presença com o povo que O traiu descaradamente (Êxodo 33:1-17).
Moisés se encanta cada vez mais com o Deus a Quem servia. O caráter divino o impressionava. Mesmo sendo santo, Deus voltava atrás, perdoava, concedia novas chances, quando traído dispôs-Se a continuar com o povo… Com isso, Moisés fez uma das mais elevadas petições que um mortal possa fazer: “Peço-te que me mostres a Tua glória” (Êxodo 33:18) – mais do que ousadia absurda, seu pedido revelava desejo intenso de conhecer melhor a Deus.
Deus poderia ter mostrado Sua onipotência, onisciência ou Sua santidade. Ele poderia fazer cair fogo, ou produzir extraordinários raios e trovões. Mas não fez nada disso!
Tomando o devido cuidado para Moisés não morrer diante de Sua santa presença, Deus apresentou “toda Sua bondade”. Disse que mostraria Seu lado compassivo e misericordioso… isso equivaleria a Sua glória! (Êxodo 33:12-22). Que Deus incrível!
Enquanto um rei humano mostraria glória apresentando seu arsenal bélico e seu exército com soldados bem treinados, revelando pompa, grandeza e riqueza, Deus revela Sua bondade!
Satanás não quer que as pessoas tenham o conceito correto de Deus. Apesar de conseguir distorcer a opinião que muitos têm dEle, Jesus veio intensificar o que já estava revelado no Antigo Testamento (Hebreus 1:3).
As pessoas precisam conhecer “as riquezas da bondade de Deus, tolerância e paciência” que conduzem pecadores “ao arrependimento” (Romanos 2:4). Certamente falta apresentar mais as riquezas dessa bondade divina para presenciarmos mais conversões genuínas.
Muitos desconhecem o caráter de Deus. A perversão do Seu caráter tem afastado inúmeras pessoas da fé. Inclusive crentes têm aderido aos conceitos fomentados pelo diabo sobre o caráter do Deus verdadeiro. Conquanto, reavivemo-nos orando como Paulo orou pelos crentes de Éfeso (Efésios 3:14-19), para que mais pessoas tenham o privilégio de conhecer verdadeiramente ao Deus bondoso, O qual revelou-Se claramente nas páginas sagradas de Seu santo livro. Aceitas? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 32 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 32 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ÊXODO 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/32
O bezerro de ouro poderia ter representado diversas divindades egípcias. O touro Ápis era adorado em Memphis como Ptah, o deus da vida. Hathor, a deusa vaca, era adorada em Tebas como deusa da maternidade, beleza, amor e alegria. Em Êxodo 32:6, as pessoas “comeram e beberam e se entregaram à farra.” o que tinha claras conotações sexuais e pode ser equiparado a Hathor. Arão, seu líder espiritual, cedeu aos seus pedidos e, para justificar a adoração, anunciou uma “festa ao Senhor”.
Essa adoração mista levou Deus a renegar os hebreus ao se referir a eles como “seu povo, Moisés”. As pessoas haviam escolhido o bezerro em vez de Deus. Diante disso, Deus rejeita aquele povo, mas Moisés intervém e pede que seu nome seja apagado do livro da vida. Tão grande era o amor de Moisés por seu povo que ele ofereceu sua vida pela deles. Mas existe apenas uma morte substitutiva aceitável a Deus e essa é a morte de Seu Filho Jesus.
Já aconteceu alguma vez de você misturar o culto a Deus com as práticas do mundo? Neste relato, vemos as consequências de tal procedimento. Deus deseja ter um povo fiel a Ele, somente a Ele, mesmo que caiam os céus (Educação, 57).
Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/32
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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271 palavras
5 Um bom exemplo de mistura de verdade com erro. Celebrar uma festa ao Senhor diante do bezerro de ouro não iria validar a ação errada (Andrews Study Bible).
6 divertir-se. Este aspecto da celebração se assemelha a outras festas religiosas que frequentemente incluiam danças ruidosas e interações sexuais. O verso 25 também sugere celebrações descontroladas (Andrews Study Bible).
7 teu povo. Em contraste gritante com “Meu povo” em 3:10. A quebra da aliança tem repercussões de longo alcance (Andrews Study Bible).
13 Lembra-Te. Não era Moisés que tinha de suscitar a misericórdia de Deus (14), mas sim, o próprio Deus que, graciosamente, dera a Moisés a oportunidade de tomar parte na bem aventurada obra da intercessão, em condições ideais, nas quais não estava irado e fora de si (Bíblia Shedd).
20 A destruição do bezerro de ouro é completa (queimado, triturado, diluído em água) e é similar à destruição de uma divindade como citado em um texto canaanita (Andrews Study Bible).
queimou-o. Talvez o bezerro tenha sido de madeira folheada a ouro. (Bíblia de Genebra).
24 Saiu este bezerro. Era uma desculpa ridícula, como se o bezerro tivesse fabricado a si mesmo. Mas, pelo contrário, no mundo espiritual, quem dá ouvidos às dúvidas, às tentações e às forças que destroem sua consciência, verá, com espanto, que seu pecado, pesado e bem forjado, já se tornou uma realidade concreta em sua vida (Bíblia Shedd).
26 entrada. Termo equivalente a “porta”, que era o lugar do juízo na cultura israelita (Andrews Study Bible).
32 Risca-me. Moisés se identificou de tal maneira com o povo que Deus havia confiado aos seus cuidados pastorais, que se tornou semelhante a Cristo (Hb 2.17; Jo 15.12-15; Sl 77.20) (Bíblia Shedd).