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Colossenses 3 – Quando enredamo-nos com ideologias humanas, só poderemos libertar-nos conhecendo e assimilando as filosofias divinas. O evangelho erradica o “eu” de nossa vida para colocar Jesus, o Qual torna-Se supremo em tudo o que o cristão praticar.
Jesus deve ser Senhor! Warren Wiersbe escreve: “Cristo tem de ter supremacia também em nossa vida, não apenas no evangelho, na cruz, na criação e na igreja. Paulo deixa muito claro como devemos praticar a supremacia de Cristo”.
Após dizer isso, Wiersbe sintetiza alguns pontos que devemos praticar a supremacia de Cristo:
1. Na pureza pessoal (vs. 1-11);
2. Na comunhão cristã (vs. 12-17);
3. Na família (vs. 18-21);
4. No trabalho diário (3:22-4:16).
Quando se estuda a Palavra de Deus com atenção, percebe-se que a religião e/ou o cristianismo ali revelados diferem radicalmente do que as pessoas alegam. Por exemplo:
• O cristão não morrerá para o mundo; se já houve conversão, ele já está morto (passado). Somente se Cristo for a nossa vida, estaremos com Ele em glória (vs. 1-4);
• Na conversão o cristão renega a tudo o que não presta: Promiscuidade sexual, impureza, imoralidade, fazer o que quiser quando bem entender… materialismo, maus sentimentos, irritabilidade, ira, avareza, grosseria, conversas indecentes, mentiras, etc. (vs. 5-11).
• A prática de deixar Cristo reger a vida mudará tudo; tal mudança será nitidamente notória na família e no trabalho (vs. 12-25).
Observe esta citação de Ellen G. White a um irmão. Reflita: Estas declarações poderiam ser feitas diretamente a você?
“O irmão necessita experimentar a morte para o próprio eu e viver para Deus. ‘Se já fostes ressuscitados com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus’. Col. 3:1. O eu não deve ser consultado. Orgulho, amor próprio, egoísmo, avareza, cobiça, amor ao mundo, ódio, dúvidas, ciúme, más suspeitas, precisam ser subjugados e sacrificados para sempre”.
Forte, não é? Então, ela vai mais profundamente, ao continuar dizendo: “Quando Cristo aparecer, não será para corrigir esses males e conceder habilitação moral. Essa preparação necessita ser feita antes que Ele venha e deve ser assunto de meditação, estudo e sincera pesquisa. Que faremos para ser salvos? Qual deve ser nossa conduta para que possamos apresentar-nos aprovados diante de Deus?”
“Senhor, reaviva-nos plenamente!” – Heber Toth Armí
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TEXTO BÍBLICO COLOSSENSES 2 – Primeiro leia a Bíblia
COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/cl/2
Ao me ajoelhar ao lado de José, senti grande compaixão por aquele jovem oprimido por um demônio. Ele estava sofrendo por mais de uma hora, conforme o espírito maligno que o possuía praguejava e ameaçava os que estávamos orando. Agora José estava deitado no chão, imóvel, como se estivesse morto. Sua postura física refletia a sua condição espiritual.
“José”, disse eu com a minha Bíblia aberta no chão à frente, “Colossenses capítulo 2 diz que mesmo que você esteja morto em seus pecados, Jesus lhe perdoará. Jesus desarmou os principados e potestades e triunfou sobre eles na cruz. Somente Jesus pode libertá-lo. Você acredita nisso, José?” Um instante depois a voz sinistra que estivera nos amaldiçoando gritou: “Eu sei disso há dois mil anos!”
José encontrou a liberdade naquele dia. Sua liberdade foi garantida dois mil anos atrás, quando Aquele que é a cabeça de todos os principados e potestades veio a esta terra em forma corpórea cheio de toda a plenitude da divindade.
O único modo de encontrarmos a plenitude é através de um relacionamento com Jesus (v. 10). José acreditou nessas verdades poderosas e isso mudou o curso da vida dele.
Essas verdades já mudaram o curso da sua vida?
Kenneth Norton
Presidente da Missão Guam – Micronésia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1355
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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956 palavras
5 Em espírito, estou convosco. O corpo de Paulo está confinado na distante Roma, mas seu coração circunda os conversos que ama. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 195.
8 Filosofias e vãs sutilezas. O apóstolo não condena a filosofia em si, nem denuncia os filósofos. Ele alerta contra a filosofia alardeada pelos falsos mestres em Colossos, a qual era vazia e vã, promovida pelo engano. O contexto sugere que essa filosofia tinha relação com as observâncias cerimoniais, as crenças humanas, tradições, hábitos e pontos de vista materialistas, todos distantes do evangelho de Deus. … O centro dessa filosofia é a exaltação humana, enquanto Deus é completamente excluído ou ignorado (ver T1, 297). O cristão deveria ser advertido e preparado contra aqueles que ensinam isso. Seu fim é morte eterna. CBASD, vol. 7, p. 196.
Tradição. As tradições são os modelos habituais de crenças e comportamento humano, transmitidos de uma geração a outra. CBASD, vol. 7, p. 196.
9 Corporalmente. Referência ao corpo glorificado de Cristo (Fp 3:21) no qual Ele ascendeu ao Céu (cf. DTN, 832). A plenitude da Divindade reside nEle corporalmente. Esta afirmação rebatia as falsas filosofias que ganhavam aceitação em Colossos (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 197.
10 Principado e potestade. Paulo novamente enfatiza que Cristo é a cabeça de todo poder e autoridade. Seu soberano poder é a fonte da vida. O apóstolo quer dizer que, ao Cristo habitar em nós, a mesma autoridade vitoriosa e poder criador nos prepararão para vencer. CBASD, vol. 7, p. 197.
16 Julgue. Isto aponta aos falsos mestres que, entre outras coisas, insistiam na vigência do sistema cerimonial judaico (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 200.
Comida e bebida. Estas palavras se referem às ofertas de alimento e bebida apresentadas pelos israelitas em conformidade com o sistema sacrificial, codificado na lei cerimonial. Alguns concluíram erroneamente que a afirmação de Paulo indica a abolição da proibição de ingerir alimentos declarado impuros (ver Lv 11). Este não é o significado pretendido pelo apóstolo, o que é evidenciado nas observações seguintes: (1) A comida e bebida são declaradas sombras de Cristo (Cl 2:17); isto é, apontam para o sacrifício e o ministério de Cristo. As ofertas de comida e bebida cerimoniais pertencem claramente a esta categoria, o que não ocorre com a proibição quanto a alimentos impuros. (2) A proibição para não comer determinados alimentos precede a lei cerimonial (ver com. de Gn 7:2). Por isso, certos animais devem ser considerados impuros por razões diferentes dos motivos cerimoniais. … O apóstolo não está permitindo que os cristãos colossenses comam e bebam o que quiserem, indiferentes às críticas. Paulo afirma que os cristãos não estão mais obrigados a praticar as exigências da lei cerimonial. As ofertas de comida e bebida têm seu cumprimento em cristo. CBASD, vol. 7, p. 200.
Dias de festa. As ordenanças cerimoniais contem mandamentos para a observância de vários dias santos: a Páscoa, a festa dos Pães Asmos, o Pentecoste, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos (ver Lv 23). CBASD, vol. 7, p. 200.
Lua nova. O primeiro dia de cada mês ou dia de lua nova (ver Nm 10:10; 28:11; cf. 1Sm 20:5; Is 66:23). CBASD, vol. 7, p. 200.
Sábados. O tipo de sábado em consideração é mostrado pela frase “tudo que há de vir” (Cl 2:17). O sábado semanal é memorial de um evento no início da história terrestre (Gn 2:2, 3; Êx 20:8-11; PP, 48). Por isso, os “dias de sábado” que Paulo declara serem sombras apontando a Cristo não podem se referir ao sábado semanal designado pelo quarto mandamento, mas indicam os demais dias cerimoniais que se cumprem em Cristo e Seu reino (ver Lv 23:6-8, 15, 16, 21, 24, 25, 27, 28, 37, 38). CBASD, vol. 7, p. 201.
18 Pretextando humildade. Humildade artificial praticada ao agregar mérito, humilhação voluntária resultante em ascetismo desnecessário e indigno, estes são os resultados do orgulho. São levados a cabo para obter mérito por meio de esforço humano, pessoal. Na prática, os falsos mestres negavam a justiça de Cristo, não dando espaço para a sua operação no coração por meio da fé (ver T1, 297). CBASD, vol. 7, p. 201.
Culto dos anjos. Os falsos mestres aceitaram a guia dos anjos, aos quais consideravam emanações inferiores de Deus. Eles insistiam na fraqueza e inferioridade humana e na distância do grande e eterno Deus. Esse ponto de vista era uma extensão da humildade voluntária que defendiam. Se o corpo humano é completamente sem valor, não pode se aproximar de Deus e precisa de intermediários. Assim, os anjos eram adorados como seres superiores aos seres humanos, num sentido, extensões da divindade. Paulo adverte os colossenses contra essa filosofia, que é oposta ao ensino de Cristo. Citando Deuteronômio 6:13, Jesus declarou: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mt 4:10). Os anjos impediram a adoração a si mesmos (ver Ap 22:9). CBASD, vol. 7, p. 202.
23 Culto de si mesmo. O ser humano confia em si mesmo; reverencia os esforços pessoais que propõe para obter o favor de Deus. na vigilância à qual se impõe, nas torturas espirituais auto-infligidas, nos rituais autodesignados na forma de adoração planejada pelo ser humano, sua vontade pessoal e proeza são os fatores exaltados. Em contraste, a filosofia cristã CBASD, vol. 7, p. 203.
Falsa humildade. Paulo se refere à falsa humildade tal como ostentada pelos fariseus e ascetas que eram culpados do orgulho do exibicionismo. CBASD, vol. 7, p. 203.
E de rigor ascético. Os extremistas religiosos de Colossos viam o corpo como pecaminoso. A severidade deles para com o corpo era extrema e desarmônica com o ensino cristão de que o corpo é o “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19) e contrária à instrução de apresentar o corpo como sacrifício vivo (ver com. de Rm 12:1). CBASD, vol. 7, p. 203, 204.
Sensualidade. Uma interpretação comum é que a execução de todas estas leis e especulações humanas não tem valor contra a indulgência excessiva da carne. A única solução é uma completa submissão do coração a Cristo e a morte da vontade para os apelos do mundo. CBASD, vol. 7, p. 204.
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“Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nEle” (v.6).
Quanto mais estudo a Bíblia, mais percebo o quanto preciso aprender e quão pequena sou diante das infinitas riquezas das Sagradas Escrituras. E, através da oração, tenho vivido experiências que realização humana alguma, por maior que seja, pode superar. Em pouco mais de sete anos dessas experiências diárias com Jesus tenho aprendido e compreendido o que quinze anos de uma religião formal não me ensinaram. Então, amados, como Paulo, vou direto ao ponto: precisamos compreender “plenamente o mistério de Deus, Cristo, em Quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos” (v.2-3). Conhecer Jesus através de Sua Palavra e manter comunicação com Ele através da oração, é tudo de que precisamos a fim de vivermos nEle e testemunharmos dEle.
O gnosticismo, as práticas pagãs e o formalismo judaico estavam ameaçando corromper, com seus “raciocínios falazes” (v.4), o corpo de Cristo representado pelos cristãos colossenses. Aquele ávido amor que os resgatou das trevas para o reino de Cristo estava sendo ameaçado pela falsa “filosofia e vãs sutilezas” (v.8). Fazendo uma analogia de uma das práticas antigas de Israel, Paulo comparou a circuncisão física com a circuncisão espiritual, denominando esta última de “circuncisão de Cristo” (v.11). Isto é, aquela prática exterior que por muitos anos foi um símbolo da aliança de Deus com Seu povo, após a cruz, tornou-se desnecessária e ineficaz. A nova circuncisão, símbolo da nova aliança em Cristo, passou a ser a transformação realizada de dentro para fora que, através do batismo (v.12), sela uma nova vida regida e edificada pelo Espírito Santo.
Observem que Paulo não disse: “andai com Cristo”, ou “andai ao lado de Cristo”, e sim: “andai nEle”, o que faz toda a diferença. Isto me faz lembrar de quando os discípulos fizeram o seguinte questionamento a Jesus: “Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?” E a resposta do Salvador, ilustrada com uma criança que Ele mesmo colocou no meio de Seus inexperientes seguidores, foi a seguinte: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt.18:1-3). Assim como Jesus pegou aquela criança e a colocou no meio dos discípulos, assim é aquele que nEle anda. Ele não vai para onde quer e nem diz o que acha que deve dizer, mas tão somente coloca-se à disposição de Jesus para que Este o tome pela mão e lhe diga o que fazer.
Quando passamos a entender isso de verdade, em Cristo somos “radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como [fomos] instruídos, crescendo em ações de graças” (v.7). O salmista Davi foi além ao declarar ter alcançado a paz real quando aprendeu a confiar em Deus como uma criancinha de colo: “como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo” (Sl.131:2). Você quer desfrutar dessa paz real? Cristo é o caminho (Jo.14:6), “andai nEle” (v.6). O nosso “escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças” foi cancelado quando Cristo o encravou na cruz do Calvário (v.14). Rituais, festas e dias sabáticos (ou seja, os feriados anuais, diferente do sábado do Senhor – Êx.20:8-11; Ez.20:12 e 20; Is.58:13-14), foram extintos quando a sombra deu lugar à realidade, quando o Cordeiro de Deus bradou: “Está consumado” (Jo.19:30).
A busca pela salvação através de rigor religioso é uma das mais perigosas sutilezas de Satanás. Ao invés de buscar a santidade em uma vida relacional em Cristo, muitos têm se desviado do caminho pelas vielas do “culto de si mesmo” (v.23). É um perigo sobre o qual todos nós estamos em risco. Por isso a importância da comunhão diária, a fim de que não sejamos iludidos pelos “preceitos e doutrinas dos homens” (v.22), mas firmes estejamos na nossa “fé em Cristo” (v.5), tendo “forte convicção” (v.2) no “assim diz o Senhor”. Não fomos chamados a sermos árbitros uns dos outros (v.18), mas membros uns dos outros do mesmo corpo de Cristo.
Portanto, “filhinhos, agora, pois, permanecei nEle, para que, quando Ele Se manifestar, tenhamos confiança e dEle não nos afastemos envergonhados na Sua vinda” (1Jo.2:28). Então, não andaremos como trôpegos, sem saber o que fazer, nem tampouco ditaremos conceitos religiosos como indulgências disfarçadas, mas, em Cristo, buscaremos viver como Ele viveu, obedecer como Ele obedeceu e amar como Ele amou. Vigiemos e oremos!
Bom dia, crianças em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Colossenses2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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COLOSSENSES 2 – Na História, as heresias mais constantes estiveram relacionadas com Cristo. Sendo Ele inimigo incessante de Satanás e seus agentes, a cristologia sempre foi um estudo muito tenso desde o início do cristianismo. Satanás quer adulterar informações sobre o único que pode libertar-nos da morte.
Já existiam, nos dias de Paulo, ataques ferrenhos à doutrina de Cristo. Embora, sabiamente, o Espírito Santo tenha levantado grandes mentalidades, como Paulo, para escrever apologias da segunda Pessoa da Trindade, ainda há grandes verdades que são obscuras para muitos, devido às investidas satânicas à mente humana.
Hernandes Dias Lopes observa que o apóstolo “adverte a Igreja sobre quatro grandes inimigos que […] ainda rondam a igreja em nossos dias”:
1. Gnosticismo (vs. 8-15): Creem que Jesus não poderia ser divino e humano ao mesmo tempo.
2. Legalismo (vs. 16-17): Creem que Jesus não é suficientemente capaz de levar pecadores a Deus; por conseguinte, enfatiza-se práticas, rituais e obediência como complementos de salvação.
3. Misticismo (vs. 18-19): Creem ser necessário ignorar as Escrituras e buscar experiências místicas, espiritualistas.
4. Asceticismo (vs. 20-23): Creem que abster-se de certas coisas instituídas pela Divindade resultam na busca a Deus.
Estes grupos não descartavam Cristo totalmente; os adeptos criam em Jesus, mas equivocadamente. Crer em Cristo, mas de forma deturpada, é tão prejudicial quanto rejeitá-Lo abertamente. É isso que Satanás quer; entretanto, é isso que o inspirado apóstolo combate veementemente.
James D. G. Dunn observa que “a cruz de Cristo torna desnecessárias as tradições e regras humanas”; isto por causa do alcance do resultado de Cristo na cruz (vs. 8-15). Deste modo, é preciso tomar cuidado com aqueles que afirmam que existem práticas e experiências mais importantes que o sacrifício de Cristo (vs. 16-19). Pois, certamente, a vida em Cristo não depende do cumprimento de tradições religiosas (vs. 20-23).
Neste capítulo Paulo expõe elevado argumento acerca de Cristo; o qual, mesmo sendo humano, nEle habita corporalmente TODA a plenitude da Divindade (v. 9). Ele triunfou sobre o pecado, o diabo e os demônios (vs. 14-15). Ele é suficiente para nossa salvação. Ele é plenamente divino. NEle temos valor; sem Ele, não somos nada!
Atenção leitor(a) amigo(a): Fique esperto com vãs filosofias (vs. 1-10) e com religiões falsificadas! Mentiras não produzem reavivamento! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO COLOSSENSES 1 – Primeiro leia a Bíblia
COLOSSENSES 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/cl/1
Como veremos ao lermos o livro de Colossenses, falsos ensinos estavam se infiltrando naquela igreja. Parece que a congregação era composta de recém-convertidos ao cristianismo. Aquela igreja havia sido fundada por um evangelista que também era um recém-convertido, então talvez estivessem passando por alguma confusão doutrinária. Paulo começa encorajando-os e os lembra da verdade básica de que Deus nos resgatou das trevas e nos trouxe para o Reino. Ele prossegue estabelecendo a soberania de Cristo com uma bela e detalhada descrição das características de sua supremacia.
Segundo Paulo, Jesus reflete a Deus, a quem não podemos ver. (Jesus disse que quem o viu, viu o Pai. João 14: 9) Ele existia antes do tempo. Ele criou o universo inteiro e o mantém unido. Ele é o cabeça da igreja. Ele foi ressuscitado primeiro para que nós também possamos ter esperança de uma ressurreição. Toda a plenitude de Deus habita em Cristo. Deus usou a Cristo para nos reconciliar consigo mesmo e para nos apresentar como santos. Por causa do sacrifício de Cristo, permanecemos irrepreensíveis diante de Deus, contanto que continuemos firmes na fé.
Cristo é tudo o que precisamos.
Cathy Kabanuk
Educadora e Assistente Social
Fall River Mills, Califórnia, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1354
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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“Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor” (v.13).
Esta pequena carta de Paulo aos colossenses explana diversos temas, mas todos eles convergem a um único propósito: engrandecer a pessoa de Jesus Cristo. Como um homem de fé e oração, Paulo acreditava que Deus, em Sua infinita misericórdia, lhe inspirava a escrever de forma bem assertiva a fim de alcançar o objetivo desejado, conforme a necessidade (ou as necessidades) de cada comunidade cristã. Suas orações eram sempre dirigidas com ações de graças e súplicas com pedidos sinceros pelo crescimento e aperfeiçoamento da fé de seus irmãos. O “pleno conhecimento” (v.9, 10) de Deus e de Sua vontade deveria ser o alvo espiritual das igrejas de Cristo, “advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo” (v.28).
Mesmo não conhecendo pessoalmente a igreja de Colossos, Paulo descreveu a sua “fé em Cristo” (v.4) por intermédio do relato de Epafras, “fiel ministro de Cristo” (v.7). As boas-novas de salvação através da “palavra da verdade do evangelho” (v.5) estavam “produzindo fruto e crescendo” (v.6), mas a oração de Paulo e sua abordagem revelam a maior necessidade daquela igreja: o “pleno conhecimento de Deus” (v.10), por meio da vida e da obra de Cristo. Paulo exaltou a pessoa de Jesus e O apresentou como Rei dos reis (v.13), Redentor (v.14), “Imagem do Deus invisível” (v.15), Criador (v.16), Eterno (v.17), Cabeça da igreja, Princípio, “Primogênito de entre os mortos” (v.18), Plenitude de Deus (v.19). Ou seja, Jesus Cristo é Deus.
Esta verdade precisava ser reavivada e confirmada no coração dos colossenses dia após dia. Os sofrimentos de Paulo por esta igreja eram causados pelos falsos ensinos que a estavam contaminando, justamente pela ausência de um relacionamento sólido e constante com Cristo. Jesus mesmo disse quando orou por nós: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Conhecer Jesus não se trata de uma apresentação formal e nem se resume a um único encontro. Conhecer Jesus é experimentá-Lo todos os dias; é um relacionamento diário e crescente. Cada dia nos é dada a oportunidade de conhecê-Lo mais, através de uma vida de comunhão.
A “palavra da verdade do evangelho” (v.5) está à nossa disposição a fim de não apenas nos oferecer informações, mas é a voz de Deus aos nossos corações falando “da esperança que [nos] está preservada nos céus” (v.5). Paulo tornou-se um ministro do evangelho justamente porque o seu encontro com Jesus não ficou limitado à estrada de Damasco. Diariamente, Jesus era uma presença muito real em sua vida, de forma que considerava os sofrimentos como uma “leve e momentânea tribulação [que] produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co.4:17). “Cristo em [nós], a esperança da glória” (v.27), deve ser uma experiência diária. E a todo aquele que se dispõe a Seu serviço, Ele promete: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20).
Precisamos, como Enoque, andar com Deus (Gn.5:24). Jesus precisa fazer parte do nosso dia a dia e o estudo diário das Escrituras e a oração nos proporcionam isso. O ensino da Bíblia tem o poder de transformar vidas, a fim de que nos tornemos perfeitos em Cristo (v.28). John Wesley certa feita afirmou: “Dai-me cem homens que nada temam senão o pecado, e que nada desejam senão a Deus, e eu abalarei o mundo”. Essa é uma verdade que faz todo o sentido quando lembramos do apóstolo Paulo e dos poucos cristãos primitivos, que debaixo de duras cargas, pregaram o evangelho “a toda criatura debaixo do céu” (v.23). Ou seja, o mundo antigo foi abalado pelas verdades das Escrituras.
Chegada é a hora desta geração ser abalada com o “pleno conhecimento de Deus” (v.10) através dos verdadeiros adoradores do Deus vivo. Homens e mulheres que, cheios do Espírito Santo, revelarão por preceito e por exemplo que, à semelhança de Enoque, andam com Deus; que, guiados pelas preciosas verdades do evangelho de Cristo, manterão firmes seus princípios. Um conhecimento superficial da Bíblia não é apenas saber pouco, mas também é saber muito e não vivê-la. Ellen White escreveu: “Sem a iluminação do Espírito, os homens não estarão aptos para distinguir a verdade do erro, e serão presa das tentações sutis de Satanás.” (Parábolas de Jesus, CPB, p.408).
Só estaremos seguros contra os enganos do Maligno, se as verdades do Senhor estiverem alicerçadas em nosso coração pelo Espírito Santo. E essa obra deve ser diária, pois “o nosso homem interior se renova de dia em dia” (2Co.4:16). Que façamos parte do último exército de Deus, que diariamente marcha resoluto “para o reino do Filho do Seu amor” (v.13). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, amigos de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Colossenses1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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COLOSSENSES 1 – Quando tornar-se cristão não está vinculado a conhecer o verdadeiro Cristo, é necessário meditar nesta curta, porém, profunda, carta de Paulo aos crentes de Colossos.
Jesus é Supremo e deve ter supremacia em todas as áreas da vida. Observe os seguintes pontos deste primeiro capítulo:
1. Cristo tem a supremacia na mensagem do Evangelho (vs. 1-12);
2. Por causa de Cristo, a cruz também deve ter supremacia na vida do cristão (vs. 13-14);
3. Na criação, Cristo tem e deve ter a supremacia – Ele é Criador (vs. 15-17);
4. Na igreja, Cristo tem a supremacia e deve ser tratado como Ser supremo (vs. 18-23);
5. Por mais nobre que sejam nossas atividades, Cristo precisa ter supremacia sobre elas, como teve no ministério de Paulo (vs. 24-29).
Só quem não conhece a Jesus não dá a Ele o devido lugar. Ele deve ser central na vida diária e religiosa. Paulo “argumenta com humildade e escreve com a força de um amor que expressa consideração” – observa Eugene Peterson. Ainda diz que o apóstolo “apresenta algo que os cristãos vieram a apreciar muito em Paulo: a união de um intelecto brilhante e determinado com um coração terno e maravilhosamente bondoso”.
Certamente, quem realmente conhece a Jesus e é transformado por Ele, deixa de ser arrogante e lhe dá a supremacia em tudo: Torna-se humilde e submisso a Cristo.
Jesus não foi criado. Ser o primogênito da Criação não significa ser o primeiro a ser criado. Pelo contrário, Ele é a causa de toda criação: Acima e abaixo, visível e invisível, de absolutamente tudo, inclusive de todos os anjos, Ele é soberano, com Ele tudo começou e tem propósito nEle. Desta forma, Jesus é tão eterno, divino e poderoso quanto Deus Pai. Se realmente tudo foi criado por Jesus, é impossível ser Ele criado. Ele não é criatura, mas Criador. Contudo, Ele Se fez criatura e, ao morrer na cruz, tornou-Se nosso soberano Salvador:
O maior milagre indescritível é o ato do divino Jesus de resgatar-nos de nossa situação deplorável de pecado.
Neste capítulo devemos reconhecer que Cristo é agente da criação, Senhor do Universo, Cabeça da igreja e Administrador de nossa reconciliação.
Portanto, vamos dar a Jesus a honra que Ele realmente merece! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.