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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/13
As duas histórias neste capítulo têm uma linha comum: vemos o Evangelho crescendo entre os gentios, enquanto a maioria da liderança judaica o rejeita.
Não sabemos o que finalmente aconteceu com Bar-Jesus. O ponto focal desta história é que Sérgio queria ouvir a Boa Nova, mas o feiticeiro judeu, por seus próprios motivos egoístas, não queria que Sérgio aceitasse a fé e tentou interferir.
Na segunda história, depois que Paulo e Barnabé ensinaram na sinagoga local, a notícia se espalhou e, na semana seguinte, quase toda a cidade apareceu na sinagoga para ouvi-los. Esse seria o sonho de qualquer evangelista. Poderíamos imaginar a congregação ficando energizada e alegre ao ver o Espírito Santo se mover por toda a cidade! Que reavivamento poderia ter acontecido!
Infelizmente, não foi isso que aconteceu. Os judeus ficaram com ciúmes. Eles se opuseram a Paulo e Barnabé, enquanto ao redor deles os gentios se convertiam com alegria.
Deus prometeu derramar o Espírito nos últimos dias, e muitos aguardam esse grande reavivamento. Cuidemos para não ficarmos tão imersos na tradição religiosa a ponto de não conseguirmos perceber e participar do reavivamento quando ele chegar!
Cathy Robertson Kabanuk
Professora e assistente social, Fall River Mills, Califórnia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1277
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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617 palavras
1 Profetas e mestres. Esta é a primeira menção a pessoas com dons específicos do Espírito atuando de forma administrativa na igreja. Não há indício específico de uma organização formal da igreja em Antioquia, embora, sem dúvida, isso existisse. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 285.
2 Separai-me. No texto grego, a partícula dê vem depois deste verbo, indicando o aspecto definitivo da ordem e a necessidade de executá-la imediatamente. Paulo e Barnabé deveriam ser separados para uma nova obra. CBASD, vol. 6, p. 288.
5 João. Isto é, João Marcos, primo de Barnabé (Cl 4:10). CBASD, vol. 6, p. 289.
7 Procônsul. As províncias do império romano, sob a organização de Augusto, eram divididas em duas classes. Aquelas que requeriam controle militar eram sujeitas ao imperador em sua função de comandante das legiões e governadas por procuradores. Já as mais pacíficas ficavam sob o domínio do Senado e eram governadas por procônsules. CBASD, vol. 6, p. 289.
8 Procurando afastar. Sérgio Paulo ainda não havia aceitado a doutrina de Cristo, embora seja provável que tanto Elimas quanto ele tivessem ouvido bastante os apóstolos desde a chegada deles a Salamina. O feiticeiro percebeu o interesse do procônsul e desejava desviar a atenção dele, para que não mandasse buscar Barnabé e Saulo. Mas o procônsul estava determinado em seu propósito e convocou os apóstolos. CBASD, vol. 6, p. 290.
11 Ficarás cego. Um juízo bem adequado pois Elimas estava lutando contra a luz da verdade. O castigo de Elimas se contrasta com a experiência anterior do apóstolo. Paulo ficara cego à luz externa, mas fora iluminado por uma luz celestial. CBASD, vol. 6, p. 291.
12 O procônsul. Ele viu o milagre e ouviu as palavras que o acompanharam. Ele creu que os apóstolos tinham mais poder e aceitou a mensagem de Cristo, muito superior ao que Elimas fazia. CBASD, vol. 6, p. 292.
13 João, porém, apartando-se. Isto é, João Marcos. Não há pista sobre por que ele se foi. Talvez temesse os perigos e dificuldades da viagem pelo interior. É provável que João Marcos seja o mesmo que escreveu o segundo evangelho. Mais tarde, ele se tornou um diligente obreiro na causa de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 292.
27 Não conhecendo. Paulo subentende que pregava a gentios e judeus da diáspora porque a oferta de salvação fora rejeitada por aqueles que deveriam tê-la aceitado e, caso o tivessem feito, se tornariam testemunhas aos que estavam geográfica e espiritualmente “longe” (Ef 2:17). CBASD, vol. 6, p. 295.
42 Ao saírem eles. “Enquanto eles estavam saindo, suplicaram”, subentendendo-se que tanto judeus quanto prosélitos pediram mais instruções. CBASD, vol. 6, p. 301.
45 Inveja. Do gr. zelos, “zelo” e, num sentido negativo, “inveja”. Parece que dois fatores provocaram este sentimento. Sem dúvida, os judeus de Antioquia estavam incomodados com o fato dos recém chegados Paulo e Barnabé despertarem tal interesse entre os gentios. Eles também perceberam que os gentios eram convidados a desfrutar os mesmos privilégios religiosos que eles, e isso os aborrecia. CBASD, vol. 6, p. 302.
46 Indignos. Há certa ironia nas palavras de Paulo. Os judeus se consideravam dignos das mais elevadas bênçãos de Deus, e os apóstolos estavam, levando a eles a maior bênção de todas: a vida eterna em Jesus. Mas, em seu exclusivismo, rejeitaram a mensagem e se revelaram “indignos”. Logo, pela própria recusa, os judeus atraíram juízo sobre si mesmos. CBASD, vol. 6, p. 302.
51 Sacudindo […] o pó. Em obediência à ordem do Senhor (Mt 10:14), isso mostra que esses missionários tinham conhecimento do que Jesus ensinara aos doze. Este gesto não foi feito contra os pagãos, mas contra os judeus incrédulos. Por rejeitarem o evangelho, até mesmo o pó da rua onde pisavam era imundo para os apóstolos. CBASD, vol. 6, p. 304.
52 Transbordavam de alegria. A forma verbal usada indica que se tratava de uma experiência contínua. Tal “alegria” é um resultado da conversão. CBASD, vol. 6, p. 304.
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“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-Me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado” (v.2).
O capítulo de hoje inicia relatando que havia “na igreja de Antioquia profetas e mestres” (v.1). Eram homens de Deus separados por Ele para uma obra especial. No entanto, não era uma obra apenas local, ela precisava avançar. E sob a direção do Espírito Santo, dois homens foram escolhidos para fazer a primeira viagem missionária: Barnabé e Saulo. Por duas vezes Lucas escreveu que aqueles homens estavam jejuando (v.2 e 3). Na primeira vez ele disse que eles serviam e jejuavam, e na segunda, que jejuavam e oravam. A prática do jejum deve fazer parte da comunhão do cristão, principalmente dos líderes da igreja de Deus. É fácil? Não mesmo, meus irmãos! Porque o jejum mexe com o nosso apetite. E quando relembramos que foi através do apetite que o pecado entrou no mundo, percebemos que não se trata de algo fácil e tampouco algo inofensivo.
Em 2016, um japonês, chamado Yoshinori Ohsumi, ganhou o prêmio Nobel de medicina. O pesquisador revelou ao mundo os benefícios do jejum, de como é benéfico à saúde o jejum praticado sistematicamente e como pode prevenir diversas doenças, como Alzheimer e Parkinson; além de promover excelentes benefícios ao funcionamento do cérebro, e de ser tão importante para o nosso corpo quanto o é o exercício físico. E tendo conhecimento de que é através da nossa mente que o Espírito Santo fala conosco e nos revela a Sua vontade, vejamos o que Ellen White escreveu há mais de cem anos:
“Agora e daqui por diante até ao fim do tempo, deve o povo de Deus ser mais fervoroso, mais desperto, não confiando em sua própria sabedoria, mas na sabedoria de seu Líder. Devem pôr de parte dias de jejum e oração. Pode não ser requerida a completa abstinência de alimento, mas devem comer moderadamente, do alimento mais simples” (The Review and Herald, 11 de Fevereiro de 1904).
Meus irmãos, a rica mensagem de saúde que temos em mãos tem sido tão ignorada que Deus tem feito as ‘pedras’ clamarem. Vivemos em um mundo extremamente afetado por doenças que nossos avós e até nossos pais nunca tinham ouvido falar. Barnabé, Saulo e os demais companheiros compreenderam que o jejum não apenas os fortalecia fisicamente e intelectualmente, mas, sobretudo, espiritualmente. “Enviados, pois, pelo Espírito Santo” (v.4), eles viajaram até chegar em Salamina e de Salamina a Pafos, também na companhia de João Marcos, onde iniciaram a sua missão já se deparando com forte oposição.
Naquele lugar, “o procônsul Sérgio Paulo, que era homem inteligente”, mostrou interesse em “ouvir a palavra de Deus” (v.7). Contudo, seu mágico pessoal, uma espécie de feiticeiro particular, se opôs ao interesse do procônsul, procurando afastá-lo da fé. Então, Saulo, pela primeira vez chamado de Paulo, “cheio do Espírito Santo, fixando nele os olhos” (v.9), disse o que nenhum cristão teria coragem de dizer não fosse pelo poder do Espírito. Palavras fortes, de dura exortação e de juízo que, prontamente, se cumpriram. E se o procônsul ainda tinha alguma dúvida quanto à doutrina que pregavam os apóstolos, a cegueira de Elimas o fez crer e ficar “maravilhado com a doutrina do Senhor” (v.12).
Recebendo a liberdade de falar em Antioquia, Paulo dirigiu àquela atenta congregação uma palavra de exortação. E a primeira coisa que pediu foi silêncio. Logo após, disse: “ouvi” (v.16). Porque para que possamos ouvir, amados, primeiro precisamos nos calar. E isto requer constante disciplina e esforço. Quando jejuamos, enviamos uma mensagem ao nosso cérebro de que ele vai precisar trabalhar de forma diferente e sob a expectativa de algo novo, ele se aquieta. O jejum é como colocar uma mordaça na ‘boca’ da mente e ativar a melhor captação de som de seus ‘ouvidos’. O jejum, portanto, também é um dos meios de Deus de nos ajudar a ouvi-Lo melhor.
Deus nos chamou para uma missão tão especial quanto a de Barnabé e Paulo, e a de Israel no deserto. Ele chama homens e mulheres segundo o Seu coração, que têm prazer em fazer a Sua vontade. Que não temem chamar o pecado pelo nome ainda que ameaçados e perseguidos. Que exaltam a Jesus, o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm.2:5). Que por entenderem ser “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19), fazem o possível para preservar a saúde do corpo e da mente. Há uma frase de Charlene Kaemmerling que diz: ”Os cristãos estão perdendo seu poder e influência […] porque estão perdendo sua característica de ‘separados’”.
Você e eu fomos separados por Deus para uma obra grandiosa, que pode ser a última grande obra, e a porção dobrada do azeite só será concedida mediante incessante busca e humilde entrega. O jejum e a oração podem não ser pontos de salvação, mas bem que funcionam como luzes que nos indicam o caminho para Casa. Lembremos de Daniel e seus amigos na corte babilônica. Jejuemos e oremos conforme a orientação de Jesus e Sua Palavra (Mt.6:5-8, 16-18; Is.58), e ainda que perseguidos e mal compreendidos, seguiremos em frente transbordantes “de alegria e do Espírito Santo” (v.52). Vigiemos, jejuemos e oremos!
Feliz semana, chamados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Atos13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ATOS 13 – Ao espalharem-se os cristãos após a tribulação ocasionada pela morte de Estêvão, o evangelismo em Antioquia tornou-se muito forte. O sucesso era claramente evidente (11:19-21). De Jerusalém, Barnabé foi enviado a Antioquia para coordenar a missão; com sua chegada, muitos foram fortalecidos na fé e outros tantos se uniram à igreja (11:22-24).
Sentindo que o crescimento era gigantesco, Barnabé precisou de ajuda. Então, foi a Tarso buscar reforço. Assim, Barnabé introduziu Paulo no evangelismo em Antioquia, sendo uma bênção do desenvolvimento da igreja (11:25-26).
Após cumprirem a missão em Antioquia, Barnabé e Saulo, trazendo em sua companhia João Marcos, retornaram a Jerusalém (12:25).
“Em Atos 13, Lucas transporta o leitor de volta a Antioquia, a fim de apresentar a primeira viagem missionária de Paulo, que ocupa dois capítulos inteiros (At 13 e 14). A partir desse ponto até o final do livro, o foco passa a ser Paulo e suas missões aos gentios” (Wilson Paroschi).
1. Da igreja de Antioquia Paulo e Barnabé foram enviados como missionários ao mundo (vs. 1-3);
2. Quem administrava a igreja e os projetos missionários era o Espírito Santo (vs. 2, 4);
3. Em Salamina um pretenso judeu (o mágico e falso profeta Elimas) rejeitou o evangelho pregado por Paulo e Barnabé; porém, um gentio da alta sociedade (o procônsul Sérgio Paulo) “creu na doutrina do Senhor” (vs. 4-12).
- Aqui precisamos refletir nas Palavras de Paulo àquele que interferia na pregação do evangelho: “Filho do diabo e de tudo o que é justo! Você está cheio de toda espécie de engano e maldade. Quando é que vai parar de perverter os retos caminhos do Senhor?” (v. 10).
- A quem Paulo poderia dizer isso em nossos dias?
4. Em Antioquia da Pisídia, Paulo, sem João Marcos que havia retornado a Jerusalém (vs. 13-15), mas na companhia de Barnabé, pregou seu primeiro sermão registrado na Bíblia. Falou sobre salvação e obteve grande sucesso (vs. 16-43).
5. Os judeus se opuseram à pregação da Palavra, mas os gentios aceitaram e se alegraram pelas boas novas de salvação (vs. 44-49).
6. Os pregadores da Palavra foram expulsos, entretanto, estavam cheios de alegria e do Espírito Santo (vs. 50-52).
Proclamar a palavra não é fácil, mas Deus torna o impossível em possível! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ATOS 12 – Primeiro leia a Bíblia
ATOS 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ATOS 12 – COMENTÁRIO SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/12
Os dias do rei Herodes foram terríveis para a igreja. Ele prendeu a Tiago, o irmão de João, e ordenou a sua morte pela espada; Então, ele prendeu a Pedro e o colocou na prisão! Que tempos difíceis! Que tristeza para a igreja! Muitos membros provavelmente sentiram que a igreja pereceria.
Atos 12 transmite uma mensagem maravilhosa a respeito de desencorajamentos que nos aguardam no futuro. Quando enfrentamos situações difíceis precisamos nos unir, orando uns pelos outros. Tiago havia sido executado e Pedro provavelmente teria o mesmo fim. Deus não havia salvado a Tiago, então por que ter esperanças quanto a Pedro?
Deus fez o milagre quando a igreja orou fervorosamente e unida. E Deus resgatou a Pedro através do Seu anjo.
Este capítulo me fala do poder da oração quando estamos unidos A oração da igreja é muito poderosa.
Watson Halder
Professor de escola fundamental, IASD de Mirpur
União Missão Adventista de Bangladesh
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1276
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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740 palavras
1 Por aquele tempo. O evento narrado neste capítulo não deve ter ocorrido muito antes da morte de Herodes Agripa I. Como ele morreu em 44 d.C, os eventos da primeira parte deste capítulo podem datar do ano anterior ou dos primeiros meses de 44 d.C. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 272.
O rei . Herodes Agripa I era filho de Aristóbulo e Berenice, neto de Herodes, o Grande, e da princesa hasmoneia Mariane, irmão de Herodias, mencionada na história de João Batista. CBASD, vol. 6, p. 272.
Maltratar. Isto é, “ferir” ou “afligir”, como Agripa estava ansioso para ser considerado um judeu devoto, era fácil para os judeus incitá-lo a atacar os cristãos. Assim começou a perseguição da igreja, “pilhando as casas e os bens dos crentes”. CBASD, vol. 6, p. 273.
2 Fazendo passar […] a Tiago. Se o apóstolo fosse culpado de blasfêmia ou heresia, o Sinédrio o teria sentenciado à morte por apedrejamento. Como no caso de João batista, a decapitação de Tiago mostra que sua morte foi decretada por um governante civil, que usava métodos romanos de punição. Não há como saber por que Herodes escolheu Tiago como sua primeira vítima. No entanto, enquanto pregava o evangelho, é possível que tenha continuado a ocupar a posição proeminente que compartilhava com Pedro e João. Talvez uma de suas características fosse uma veemência natural, pois era chamado de filho do trovão (Mc 3:17). CBASD, vol. 6, p. 273.
3 Prosseguiu, prendendo. Literalmente, “acrescentou a tomar”. Ele prendeu Pedro e Tiago. Esta é uma tradução literal de uma expressão comum do hebraico. CBASD, vol. 6, p. 273.
Também a Pedro. Por ser uma figura de destaque entre os doze, Pedro era um alvo lógico do ataque de Herodes. CBASD, vol. 6, p. 273.
5 Pedro […] estava guardado. Isto sugere vários dias de prisão. CBASD, vol. 6, p. 274.
7 Uma luz iluminou. Assim como “a glória do Senhor brilhou ao redor” dos pastores, a presença do anjo levou glória celestial à prisão escura. CBASD, vol. 6, p. 274.
9 Não sabendo. Para Pedro, a situação parecia muito semelhante ao transe e à visão registrados em Atos 10. Ele deve ter pensado que acordaria acorrentado aos dois soldados, assim como antes acordara e percebera que tivera uma visão no eirado da casa, enquanto orava. CBASD, vol. 6, p. 274.
12. Considerando. Ou; “entendendo” “compreendendo”. A princípio, Pedro ficou “como quem sonha”, em relação ao livramento, mas depois conseguiu compreender a verdade maravilhosa e foi capaz de partir para a ação. CBASD, vol. 6, p. 275.
14 Tão alegre. Não foi por falta de fé, mas por pura alegria que Rode não abriu a porta. Ela compartilhava da ansiedade dos irmãos pelo apóstolo e participara das orações em seu favor. O desejo de contar a boa-nova a levou a perder o equilíbrio de ação. CBASD, vol. 6, p. 276.
16 Ficaram atônitos. Seria difícil encontrar uma expressão melhor da dificuldade, inclusive de pessoas boas, de crer que suas orações foram respondidas com tal rapidez. Quando Pedro apareceu diante dos fiéis, mal conseguiam admitir que era ele mesmo que estava ali. Todavia, Jesus dera plena garantia a Seus seguidores de que suas orações de fé seriam atendidas (Jo 14:13, 14). CBASD, vol. 6, p. 276.
17 Tiago. Trata-se, sem dúvida, do Tiago que presidiu o concílio em Jerusalém sobre a circuncisão e que apresentou seu parecer sobre o assunto (At 15:13). De alguma forma, ele era o ancião líder da igreja em Jerusalém, e era natural que Pedro quisesse informá-lo de sua libertação. Este pode ser o Tiago filho de Alfeu, ou o Tiago irmão do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 276.
19 Fossem justiçadas. Literalmente, “para que fossem levados embora”, isto é, para execução. CBASD, vol. 6, p. 277.
20 Havia séria divergência. Ou, estava exasperado”, “estava num estado de espírito hostil”, sugerindo raiva. CBASD, vol. 6, p. 278.
22 Voz de um deus. Provavelmente no sentido de adoração pagã ao imperador, não de um ser celestial. CBASD, vol. 6, p. 278.
23 Um anjo do Senhor o feriu. No v. 7, um anjo toca Pedro para despertá-lo e salvá-lo. Aqui, o toque.do anjo fere Herodes, para destruí-lo. A ferida por um agente divino costuma significar grave juízo. CBASD, vol. 6, p. 278.
25 Cumprida a sua missão. Ou, “ministério”, “diaconato”, “ministração”. A palavra grega é a mesma traduzida por “socorro” em Atos 11:29. Barnabé e Saulo cumpriram a missão que os levara a ser enviados à igreja de Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 281.
Levando também consigo a João. A escolha se explica, parcialmente, pela ligação entre João e Barnabé (Cl 4:10), mas também mostra João se envolvendo no ministério aos gentios. Ao que tudo indica, ele morava numa casa em Jerusalém até essa ocasião. CBASD, vol. 6, p. 281.
Compilação: Tatiana W
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“Pedro, pois, estava guardado no cárcere; mas havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele” (v.5).
Quando um certo grupo social é considerado perigoso ou de alguma forma danoso ao bem-estar geral, as autoridades são cobradas a fim de que tomem iniciativas que venham coibi-lo. Em alguns casos, a depender do local e das leis que o regem, medidas extremas são tomadas, não apenas para coibir, mas para eliminar os vilões da sociedade. Só que nem sempre o que a maioria vê como justiça realmente o é. Herodes era um rei do povo. Não no sentido de atender as necessidades da população, mas de ser aclamado, de ter seu ego acariciado pela aprovação pública de seus atos políticos e jurídicos.
“Vendo ser isto agradável aos judeus” (v.3), iniciou uma ferrenha perseguição aos cristãos “para os maltratar” (v.1), tornando-se o algoz de Tiago, o segundo mártir da igreja primitiva. “Prendendo também a Pedro” (v.3), guardou o apóstolo como uma espécie de troféu que ergueria após a festa da Páscoa. O que Herodes não esperava era que sua autoridade não tinha poder algum de frustrar os desígnios de Deus. Enquanto cuidava de guardar Pedro em prisão de segurança máxima, milhares de cristãos elevavam aos Céus suas orações a favor do apóstolo. Haviam escoltas de soldados guardando Pedro, mas havia um exército de oração intercedendo por ele.
A promessa da proteção divina aos que confiam no Senhor é uma das promessas que mais vezes aparece na Bíblia. O Salmo 91, para mim, é o texto bíblico que mais expressa esta verdade, e que se cumpriu na vida de Pedro. Enquanto deitado naquele lugar sombrio e intimidante, em seu coração deve ter dito: “Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu em Quem confio” (Sl.91:2). Ao contemplar aquele ser celestial pensando se tratar de uma visão, lembrou: “Porque aos Seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem” (Sl.91:11). Então, sentiu as cadeias caindo de suas mãos e lhe veio à memória a fiel promessa: “Pois Ele te livrará do laço do passarinheiro” (Sl.91:3). Ao caminhar por entre as sentinelas sem ser notado, sentiu a cobertura divina, cumprindo-se a promessa: “Cobrir-te-á com as Suas penas, e, sob Suas asas, estarás seguro” (Sl.91:4). Ao caminhar pelas ruas escuras, sentia uma sensação de plena segurança. “Não te assustarás do terror noturno” (Sl.91:5). A sua confiança em Deus e as orações dos irmãos provaram ser as mais potentes ‘armas’ no grande conflito. Todos estamos envolvidos neste conflito cósmico que está com seus dias contados. Cada lágrima derramada, cada pedido de socorro, cada injustiça cometida, cada insanidade humana, é registrada no Céu como um arquivo que muito em breve será destruído. Pois Deus “enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21:4).
Ao cair em si, Pedro percebeu que estava realmente livre e que Deus tinha enviado o Seu anjo para livrá-lo da morte certa. Ao chegar na casa de Maria, ele não sabia, mas ali estava acontecendo uma vigília em seu favor. “Reconhecendo a voz de Pedro” (v.14), a alegria de Rode foi tão grande que, deixando-o do lado de fora, correu para dentro a fim de dar as boas-novas aos outros. E enquanto era taxada de louca, “Pedro continuava batendo” (v.16). E ao abrirem a porta, que grande surpresa! Era realmente Pedro! Mas antes que pudessem gritar de alegria, ele fez “sinal com a mão para que se calassem” (v.17). Pedro foi cauteloso, e, “saindo, retirou-se para outro lugar” (v.17) a fim de se esconder de Herodes e não prejudicar seus irmãos.
O destino final de Herodes, no entanto, nos confirma de que, assim como Deus comissiona anjos poderosos para proteger Seus filhos, também envia Seus anjos como justiceiros de Seu povo. Enquanto um anjo do Senhor foi enviado para libertar Pedro, “um anjo do Senhor” foi enviado para ferir a Herodes, que morreu “comido de vermes” (v.23). A morte de Herodes representa o fim de todos os que têm tomado para si a glória que só pertence a Deus, rejeitando a voz do Espírito Santo e engrandecendo a voz humana. Perto está o tempo em que se cumprirá com precisão o Salmo 91 na vida do remanescente. O Senhor enviará os Seus anjos a fim de guardar aqueles que estarão vivos na ocasião de Sua volta. Tempo em que todas as decisões estarão seladas: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11).
Não sabemos até quando a longanimidade de Deus se estenderá (2Pe.3:9). Não sabemos a medida do cálice de Sua ira. Mas uma coisa deveríamos saber: “Quem é sábio, que entenda estas coisas; quem é prudente, que as saiba, porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles, mas os transgressores neles cairão” (Os.14:9). Que na reta final da história deste mundo, você e eu façamos parte dos “sete mil joelhos” (1Rs.19:18) que só se prostram perante “Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Que cheios do poder do Espírito Santo, perseveremos no caminho da liberdade sendo instrumentos dEle, a fim de que a Palavra do Senhor cresça e se multiplique (v.24). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, exército de oração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Atos12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ATOS 12 – Apesar da bandeira no inimigo no mundo, Deus tem uma igreja que é uma agência missionária para libertar pessoas do reino das trevas e dos laços da imoralidade. Por isso, a religião verdadeira não é mera ilusão ou um emaranhado filosófico. Ela visa à libertação e a transformação do pecador.
Pedro foi transformado, estava destemido, pregava o evangelho a despeito das consequências. Muitos se orgulham de dizer que parecem com Pedro antes da conversão; poucos almejam ser transformados como ele foi.
Leia o capítulo em questão; logo, com oração, leia até o fim esta meditação. Simon Kistemaker assim o sintetiza:
1. Pedro escapa da prisão:
a) Preso por Herodes (vs. 1-5);
b) Liberto por um anjo (vs. 6-11);
c) A igreja em oração (vs. 12-17);
d) A reação de Herodes (vs. 18-19).
2. Morte de Herodes Agripa I (vs. 20-25).
Nós não podemos questionar a forma em que Deus conduz a história de Sua igreja. Humanamente, surge a pergunta: Por que Tiago, dos discípulos íntimos de Jesus, foi decapitado cerca de 15 anos depois da ascensão de Cristo (vs. 1-5), e Pedro foi liberto de forma miraculosa da prisão (vs. 6-19).
Talvez uma resposta limitada seja que a Igreja orou mais por Pedro do que por Tiago. “Enquanto, sob vários pretextos, a execução de Pedro estava sendo retardada para depois da páscoa, os membros da igreja tinham tempo para examinar profundamente o coração e orar com fervor. Oravam sem cessar a favor de Pedro, pois achavam que ele não poderia ser dispensado da Causa. Compreendiam que haviam chegado a um ponto em que, sem o auxílio especial de Deus, a Igreja de Cristo seria destruída” (Ellen G. White).
Além de Pedro ser liberto em resposta às orações intensas e incessantes da igreja, Herodes “foi acometido repentinamente de uma penosa moléstia que resultou na sua morte. A Igreja considerou o que aconteceu com ele como um castigo divino” (Walter R. L. Scraag).
Temos dificuldades para entender por que Elias foi arrebatado vivo, mas Eliseu morreu de uma doença; por que Enoque foi transladado, mas João Batista decapitado; por que Tiago foi martirizado, mas Pedro libertado. Contudo, reavivemo-nos e dependamos de Deus, pois Ele realmente sabe o que nos é melhor!
Reflita e confie… – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ATOS 11 – Primeiro leia a Bíblia
ATOS 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ATOS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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