Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 22 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LUCAS 22 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 22 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LUCAS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)

 



LUCAS 22 by Jobson Santos
3 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/22

Os primeiros seis versículos de Lucas 22 estão entre os mais tristes da Bíblia porque falam de traição e de um plano de assassinato. Você já viu dessa forma? Eu entendo que para uma acusação de homicídio ser considerada válida, os advogados devem mostrar que o acusado teve meios, motivos e oportunidade. Essa é a tríade da culpa. Judas tinha todos os três elementos. Ele tinha acesso a Jesus, concordou (sob influência satânica) em traí-lo por dinheiro e esperou por sua oportunidade.

Jesus também tinha a tríade de meios, motivos e oportunidade, mas Ele as usou para dar a vida em vez de tomá-la. O meio pelo qual Jesus qualificou-se para ser nosso redentor foi tornar-se um ser humano e viver uma vida perfeita. A motivação de todas as suas ações foi o amor e Ele esperou por sua oportunidade. Jesus não rejeitou a crucificação e obteve a vitória em nome da humanidade.

Por causa do sacrifício de Jesus, também temos meios, motivos e oportunidade para fazer o bem. Jesus nos oferece os meios do testemunho, a motivação do amor e da gratidão e a oportunidade por meio do dom do Espírito Santo. Esta é a grande comissão.

Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicações da Igreja de Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1241
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LUCAS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2021, 0:50
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997 palavras

1 festa dos pães sem fermento, chamada Páscoa (NVI). A palavra “Páscoa” era usada em dois sentidos: 1)Refeição específica que se iniciava ao pôr-do-sol, no dia 14 de nisã (Lv 23.4,5), e 2) semana que se seguia à refeição da Páscoa (Ez 45.21), também chamada festa dos Pães se Fermento [asmos], semana durante a qual era proibido usar fermento (Êx 12.15-20; 13.3-7). Nos tempos do NT, os dois nomes da festa se uma semana de duração eram praticamente intercambiáveis. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A festa [dos Pães Asmos] iniciava-se com a Páscoa e durava sete dias. Os judeus chamavam a ambas as festas, juntas de “Páscoa”. Bíblia Shedd.

3 Satanás entrou em Judas. Desse modo os evangelistas retratam o controle de Satanás sobre Judas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Satanás tinha estado esperando a oportunidade para retornar a atacar Jesus (4:13). Andrews Study Bible.

4 oficiais da guarda do templo. Eram todos judeus, selecionados principalmente entre os levitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 sem tumulto. Era importantíssimo, para os inimigos de Jesus, não despertar uma reação popular favorável a Cristo. Durante a celebração da Páscoa [ao entardecer da quinta-feira] não haveria gente nas ruas. Bíblia Shedd.

7 devia ser sacrificado o cordeiro pascal. No dia 14 de nisã, entre 14h30 e 17h30, no átrio dos sacerdotes – a quinta-feira da Semana da Paixão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 preparar-nos. Incluía matar e assar o cordeiro e providenciar pão asmo, ervas amargas e vinho. Bíblia Shedd.

10 um homem carregando um pote. Era algo fora do comum ver um homem carregando um pote de água, pois em geral esse era um serviço das mulheres. Bíblia de Estudo NVI Vida.

…os homens transportavam água em odres de pele. Bíblia de Genebra.

Jesus estava desejoso de evitar a Sua captura durante a celebração da Páscoa. Judas não tinha conhecimento prévio do lugar. Bíblia Shedd.

Jesus estava pronto para morrer, mas no tempo de sua própria escolha. Bíblia de Genebra.

16 Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês. Jesus ansiava por celebrar essa Páscoa com Seus discípulos, pois era a última ocasião antes de ser sacrificado como o perfeito “Cordeiro pascal” (1Co 5.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.

nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino dos Deus. O simbolismo da Páscoa [Passover] … se cumprirá com a libertação final da morte e do mal. Andrews Study Bible.

19 é. “Representa” ou “significa”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isto é o Meu corpo, oferecido por vós. A morte de Jesus não foi uma casualidade, mas aconteceu em benefício dos pecadores (5:32; 1Jo 4:9-10). Andrews Study Bible.

em memória de Mim. Assim como a Páscoa era uma constante lembrança e proclamação de como Deus redimira Israel da escravidão egípcia, assim também observar essa ordenança de Cristo serviria de lembrança e de proclamação de como os crentes haviam sido libertos da escravidão ao pecado mediante a obra expiatória de Cristo na cruz. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 nova aliança. Como a aliança no Sinai, esta aliança separa um povo para Deus (Lc 24:8), mas desta vez com o sangue de Cristo. Ela prometia que a lei de Deus seria escrita nos corações de Seu povo perdoado. Para mais sobre a nova aliança, ver Jr 31:31-34; 1Co 11:25; Hb 8:8-10; 9:15, 20-22, 10:11-18. Andrews Study Bible.

22 ai daquele. A traição de Judas cumpriu o plano de Deus; não obstante, ele deve enfrentar a responsabilidade por suas escolhas (ver At 2:23). Andrews Study Bible.

24 discussão. Só Lucas registra esta disputa que mostrava quão longe, até mesmo os Doze, estavam de compreender aquilo que Jesus viera fazer. Bíblia de Genebra.

25 benfeitores. Título assumido por governantes do Egito, da Síria e de Roma, em demonstração de honrarias, sem muitas vezes representar serviços realmente prestados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

26 como o que serve. Jesus conclama ao tipo de liderança que ele mesmo exemplificava – o de bem servir, característica tão incomum naquela época quanto agora. Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 Eu sou como quem serve. Jesus estabeleceu o exemplo definitivo de serviço humilde  ao dar o Seu corpo e sangue pelos humanos (versos 19-20). Andrews Study Bible.

31 peneirá-los. Satanás queria testar os discípulos, esperando levá-los à ruína espiritual. Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 espada. Os seguidores de Jesus enfrentariam tempos difíceis para os quais eles deveriam estar preparados, e Jesus fala seriamente para os advertir (ver 14:26). Apesar de Ele ter previamente aconselhado paz em lugar de violência (6:27), Seus discípulos, que estavam impacientes para lutar pelo reino, tomaram Suas palavras literalmente (v. 51). Andrews Study Bible.

37 contado entre os transgressores. Jesus estava para ser preso como criminoso, cumprindo assim as profecias das Escrituras. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 Basta! Os discípulos tomaram as palavras da espada literalmente, e a resposta de Jesus significa “Basta desse tipo de conversa”. Bíblia de Genebra.

39 Costume. Jesus não quer evitar a Sua captura; Judas irá para o jardim. Bíblia Shedd.

40 Orai. Um chamado para que os discípulos façam como Ele mesmo tinha sempre feito em tempos desafiadores. Andrews Study Bible.

44 gotas de sangue. … possivelmente a hematidrose, mistura de sangue e suor, como nos casos de extrema angústia, pressões ou sensibilidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

45 dormindo. O sono substitui a oração e resulta em negação da fé (57ss). Bíblia Shedd.

47 beijo. Uma saudação tradicional entre amigos próximos e familiares. Ver tb Mc 14:45. Andrews Study Bible.

50 o servo do sumo sacerdote. Chamava-se Malco; foi Simão pedro que o golpeou. Bíblia de Estudo NVI Vida.

53 poder das trevas. Mais do que a cobertura da escuridão da noite, esta frase se refere aos poderes satânicos que estavam trabalhando com os líderes religiosos (ver versos 3, 31). Andrews Study Bible.

…hora em que as forças das trevas – da iniquidade – fariam o máximo para derrotar o plano de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

59 é galileu. Reconhecido pelo seu modo de falar (Mt 26.73) e identificado por um parente de Malco, servo do sumo sacerdote. Bíblia de Estudo NVI Vida.

63 zombavam. Cumprindo a própria profecia de Jesus (18:32). Andrews Study Bible.

71 Acabamos de ouvir. Essa reação do Sinédrio deixa claro que a resposta de Jesus havia representado um taxativo “sim”. Marcos registra simplesmente “Sou”. Bíblia de Estudo NVI Vida.



LUCAS 22 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de julho de 2021, 0:45
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“Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (v.32).

Os momentos finais do ministério terrestre de Jesus deveriam fazer parte de nossa meditação diária de forma especial, como aconselha a irmã White: “Far-nos-ia bem passar diariamente uma hora a refletir sobre a vida de Jesus. Deveremos tomá-la ponto por ponto, e deixar que a imaginação se apodere de cada cena, especialmente as finais” (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.83). Se Cristo é o nosso modelo e perfeito exemplo e, como cristãos, desejamos imitá-Lo, precisamos estar todos os dias em íntimo contato com a Palavra que dEle testifica; não como meros estudiosos da Bíblia, mas como aqueles que andam com Deus, sendo transformados um dia de cada vez até que o caráter amoroso do Salvador seja impresso em nós.

A Páscoa foi instituída pelo Senhor na última noite dos hebreus no Egito. O sangue do cordeiro nos umbrais das portas representava o sangue salvífico de Cristo que liberta o Seu povo da morte eterna. Mas, justamente na Páscoa – a festa da libertação – a preocupação dos “principais sacerdotes e [dos] escribas” era “em como tirar a vida de Jesus” (v.2). Aqueles que deveriam ser os primeiros a reconhecer em Jesus o cumprimento das profecias, foram os primeiros a se levantarem contra Ele. Preocupavam-se mais com a reação do povo do que com a reação de Deus. E pela união satânica entre líderes judeus e um de Seus próprios discípulos, Jesus foi entregue à humilhação e, finalmente, à morte. O Senhor também nos deixou luz sobre isso nos últimos dias: “Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. […] Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos” (O Grande Conflito, CPB, p.614).

Chegada a hora” (v.14), Jesus e os apóstolos estavam reunidos à mesa no lugar determinado. O Criador “do fruto da videira” tomou um cálice de seu sumo pela última vez “até que venha o reino de Deus” (v.18). Há uma ceia no Céu preparada para os que hão de herdar a salvação e Cristo se abstém de comê-la aguardando os Seus convidados. O amoroso convite do Cordeiro pascal é para que estejamos preparados para celebrá-la com Ele: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). Em memória de Cristo, participamos dos emblemas sagrados como uma forma de confirmar a entrega de nossa vida a Ele, celebrando a “nova aliança” (v.20), a confirmação da entrega de Cristo por nós. Nossas afeições, portanto, precisam estar centradas na pessoa de Jesus Cristo, no que Ele fez por nós e na confiança em Suas palavras que são “fiéis e verdadeiras” (Ap.22:6). Só assim estaremos salvos do engano (v.22) e do mal de cobiçar posições e privilégios que não nos pertencem (v.26).

Como Jesus rogou por Pedro, para que a sua fé não desfalecesse (v.32), Ele, através de Seu Espírito, realiza a mesma obra por nós, agora, “com gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26). Satanás reclama por cada vida como sendo sua pelo salário do pecado. Mas Cristo luta por cada uma delas, pois as comprou pela redenção. O inimigo nos “acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus” (Ap.12:10), para nos “peneirar como trigo” (v.31), enquanto Jesus intercede por nós incessantemente a fim de que, até mesmo os nossos erros de percurso se tornem em processos de lapidação do caráter e genuína conversão. Os discípulos enfrentariam tempos muito difíceis e Jesus usou de figuras de linguagem para adverti-los a estarem preparados. A nossa espada não consiste em usar de força e violência, mas, como está escrito: “Não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc.4:6). A espada de que necessitamos empunhar com destreza é “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17).

Combinado a um exame constante e sincero da Bíblia, deve haver uma vida de constante intercessão. A oração nos aproxima do Pai do Céu e nos protege contra a tentação (v.40). Quando um filho de Deus se ajoelha para orar na quietude de seu refúgio de oração, “um anjo do Céu” (v.43) é enviado em seu auxílio para confortá-lo. Não podemos esmorecer, “dormindo de tristeza” (v.45) diante das angústias, mas, como Jesus, “estando em agonia, orava mais intensamente” (v.44), é hora de fazermos da oração, como disse a irmã White, a respiração da alma. Jesus pode estar clamando a muitos de nós, hoje: “Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação” (v.46). As cenas finais do grande conflito revelarão o pior contraste entre a luz e as trevas e, precisamos, agora, escolher a quem servimos, e como Josué, tomar uma firme e resoluta decisão: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15).

Não fomos chamados a decepar as orelhas dos acusadores, e sim a curá-las com o toque de Cristo na vida (v.51), ainda que não o reconheçam. Logo, chegará a última “hora e o poder das trevas” (v.53) quando o derradeiro povo de Deus sofrerá a mais terrível tribulação (Dn.12:1). Não haverá mais lugar para negativas e espírito de covardia, mas como fiéis sentinelas de Deus, muitos de nós serão levados diante das autoridades a fim de serem interrogados. E com a mesma animosidade dos três jovens hebreus diante da fornalha acesa (Dn.3:17-18) ou de Daniel diante da ameaça da cova dos leões (Dn.6:10), também tentarão nos intimidar com leis arbitrárias que ignoram qualquer liberdade de crença ou direito fundamental. Como Cristo, muitos cristãos serão levados aos tribunais como se dada a oportunidade de se defenderem, quando, na verdade, suas palavras iluminadas pelo Espírito Santo serão tidas como testemunho contra eles mesmos (v.71).

Amados, eu sinto em meu coração que não falta muito para o retorno do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e os muitos sinais são uma prova disso. Mas quem sou eu para sentir ou deixar de sentir? Podemos ser facilmente enganados por nossos sentimentos. Existe, porém, algo que não se trata de sentimento, mas de convicção: seja amanhã ou num tempo em que eu já esteja no pó da terra, hoje, agora, é o tempo da minha oportunidade de estar preparada e desejosa de encontrar o meu amado Redentor. Como Jó, a minha alma declara: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra. […] Vê-Lo-ei por mim [mesma], os meus olhos O verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração” (Jó 19:25, 27). Você está preparado(a) para a extraordinária ceia da eternidade? Não é tempo de temer o que está por vir. É tempo de viver cada dia clamando pela direção do Espírito Santo a cada passo. E, como Paulo, nossa fé será diariamente fortalecida na certeza de que quer “vivamos ou morramos, somos do Senhor” (Rm.14:8). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, última igreja de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Lucas22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LUCAS 22 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2021, 0:40
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LUCAS 22 – Sem sucesso para impedir a execução do plano da salvação, agora Satanás não quer que entendamos tal plano. Ele utilizará todo recurso disponível e possível para impedir tua salvação. O engano é sua melhor estratégia; portanto, estude a Bíblia para não ser iludido.

Observe atentamente:
1. Um dos discípulos de Jesus ficou possuído pelo maioral dos demônios. O próprio Satanás entrou em Judas enquanto Jesus orientava Seus discípulos a preparem a última Páscoa. Endemoninhado, Judas não gritou, não virou os olhos, não gemeu ou babou, nem caiu no chão. Ele simplesmente saiu para trair Jesus, querendo tirar vantagens e ganhar dinheiro (vs. 1-13).
2. Jesus celebrou a última Páscoa; a partir daí, a cerimônia que deve ocupar o lugar desse ritual abolido é a Santa Ceia. Há cerca de 2.000 anos que Jesus deu fim à Páscoa; contudo, ainda as pessoas que dizem segui-lO ainda continuam praticando e, bem diferente da que era celebrada originalmente. Não existia coelho na Páscoa original, nem ovos, muito menos de chocolate. Ou seja, além de não existir mais, a Páscoa celebrada atualmente é totalmente falsa (vs. 14-20).
3. Jesus, antes de morrer na cruz, fez o Seu último discurso (21-38): Ele…
· …intentou de tudo para alertar e salvar ao traidor;
· …falou sobre grandeza, vaidade e orgulho;
· …abordou a questão da autoridade;
· …predisse as negações de Pedro intentando salvá-lo;
· …revelou esperar espada e rejeição.
4. Jesus preparou-Se para a perigosa situação iminente com oração (vs. 39-46);
5. Jesus foi traído, preso, julgado, negado, injuriado, caluniado e condenado por pessoas improváveis (vs. 47-71).

“Lucas nos oferece algumas preciosas informações que não constam nos outros Evangelhos. Lucas é o único que cita Pedro e João como aqueles que prepararam a Páscoa (22.8). Só Lucas transmite as comoventes palavras com as quais o Senhor inicia a ceia (22.15). Somente ele, entre os sinóticos, relata a competição dos discípulos à mesa (22.24) o que provavelmente motivou o lava-pés. Lucas é o único evangelista que registra o consolo do anjo no Getsêmani e o suor de sangue (22.43,44). Todos os evangelistas relatam a negação de Pedro, mas apenas Lucas fala do olhar do Senhor (22.61)” (Hernandes Dias Lopes).

Jesus Se entregou por você. Entregue-se a Ele! Ele sacrificou-Se para te libertar!

Reavivemo-nos!– Heber Toth Armí.



LUCAS 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LUCAS 21 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 21 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LUCAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 21 by Jobson Santos
2 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/21

Ao ler os capítulos paralelos de Lucas 21, Mateus 24 e Marcos 13, parece haver um tema consoante, o engano. Jesus adverte repetidamente para que cuidemos a fim de não sermos enganados. Os seres humanos têm a tendência de serem enganados desde que Eva foi enganada por Satanás, o qual falou mentiras acerca da personalidade de Deus por meio da serpente enganadora. Mas, aparentemente antes que o tempo chegue ao fim, o engano existirá em um nível nunca visto na história. Com a tecnologia, mensagens enganosas chegam até nós de todas as direções. Em João 14:6, Jesus chama a si mesmo de Verdade. Jesus também chama o Espírito Santo de – “O Espírito da Verdade” – que é o presente de Jesus para nós após Sua ascensão.

Nossas mentes são um mistério não físico e estão em algum lugar dentro de nossos cérebros, provavelmente no sistema límbico. É onde o Espírito Santo habita quando O convidamos a entrar. À medida que a informação chega ao nosso cérebro, nossa mente a interpreta e  um pensamento é gerado associado a essa informação. O Espírito Santo atua como um filtro em nossa mente à medida que as informações de fora chegam, dando-nos o discernimento para saber o que é venenoso e o que é saudável, guiando-nos à toda a Verdade. Tudo o que precisamos fazer é pedir.

Laurin Von Krueger
Diretora do projeto The Love Endures

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1240
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LUCAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2021, 0:50
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886 palavras

1 gazofilácio. No pátio das mulheres havia 13 caixas – em forma de trombeta – para arrecadar ofertas, com dizeres que mostravam em que essas ofertas seriam aplicadas. Bíblia de Genebra.

2 pobre. Uma palavra incomum no original (somente aqui, no Novo Testamento), que significa “muito pobre”. Ela deu todo o seu sustento (v. 4): duas moedas de cobre do mais baixo valor. Bíblia de Genebra. [Nota textual: Gr. lepta, moedas de cobre muito pequenas]. Bíblia de Genebra.

5 como o templo era adornado (NVI). “Tudo que não era revestido de ouro era do branco mais puro” (Josefo, Guerra judaica, 5.5.6). Herodes deu uma videira de ouro como um dos enfeites. Cada um de seus cachos tinha a altura de um homem. A plena exuberância do templo, conforme foi melhorado e adornado por Herodes, só veio a ser descoberta recentemente, mediante investigações arqueológicas no monte do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Sou eu! Eu sou Jesus, o Messias (vindo pela segunda vez). Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Antes, porém, de todas estas coisas. Sinaliza o início de uma nova seção. Aqui Jesus adverte aquilo que os discípulos enfrentariam imediatamente – perseguição, que se tornaria oportunidade para testemunho inspirado pelo Espírito (e.g., At 4:1-10; 26:1-31). Andrews Study Bible.

os entregarão às sinagogas (NVI). As sinagogas eram usadas, não somente para o culto e para o ensino religioso, mas também para a administração comunitária e para confinar quem aguardasse julgamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Antes, porém, de todas estas coisas. Aqui Lucas inclui (v. 12-16) uma parte do discurso profético no Monte das Oliveiras que Mateus não menciona, provavelmente porque Mateus já havia relatado quase a mesma linha de raciocínio, usando palavras bem parecidas, num discurso anterior (ver com. de Mt 10:12-16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 951.

13 Os problemas para a igreja significam também oportunidades para testemunhar. Bíblia de Genebra.

18 não se perderá um só fio de cabelo. Jesus havia recém advertido que alguns seriam mortos (v. 16); portanto, esta promessa deve olhar para a certeza definitiva da vida eterna com Deus (ver 12:7). Andrews Study Bible.

21 fujam para os montes. Quando um exército cerca uma cidade, o mais natural é buscar proteção dentro dos muros. Mas Jesus manda Seus seguidores buscar a segurança dos montes, porque a cidade estava condenada à destruição. Bíblia de Estudo NVI Vida.

montes. Só poderá ser a Transjordânia, para onde os crentes de Jerusalém fugiram antes da destruição da cidade em 70 d.C. Bíblia Shedd.

os que estiverem nos campos não entrem nela [em Jerusalém]. …moradores das áreas rurais, que vivem em pequenas cidades e vilas. CBASD, vol 5. p. 951.

22 estes dias são de vingança, para se cumprir tudo o que está escrito. Uma referência às maldições pela desobediência (ver Dt 27:11-26; 28:15-69). CBASD, vol 5. p. 951.

23 ira contra este povo. Ou seja, contra os judeus (ver com. de Mt 23:35; cf 5:29; sobre o plano de Deus para Israel e sua rejeição como nação, ver vol. 4, p. 13-17). CBASD, vol 5. p. 951.

24 serão levados cativos. Em conexão com a aplicação a Daniel acerca da restauração do cativeiro babilônico (ver com. de Dn 9:24, 25), foi acrescentada uma advertência de que a repetição dos erros que ocasionaram o exílio numa segunda destruição de Jerusalém e do templo (ver com. de Dn 9:26, 27). É a esta segunda destruição e à dispersão dos judeus que Cristo se refere aqui (ver com. de Mt 24:15-290; cf Lc 21:20). CBASD, vol 5. p. 952.

tempos dos gentios. A aparente autonomia que os judeus desfrutaram sob domínio romano, até 70 d.C., não foi restaurada; e, desde aquele ano, Jerusalém sofreu controle gentílico. Por causa da revolta de Bar Cocheba, reprimida em 135 c.C., todos os judeus foram proibidos de entrar na cidade, com ameaça de morte para a desobediência. Desde o ano 70 d.C., o templo não foi mais reconstruído. Romanos, sarracenos, normandos, turcos, cruzados e árabes, dentre outros, estiveram no controle da cidade e da antiga área do templo. Durante a guerra dos “seis dias”, no ano de 1967, Israel assumiu controle de toda a cidade, mas não da antiga área do templo (ver p. 65, 66). CBASD, vol 5. p. 952.

26 haverá homens que desmaiarão de terror. A última parte do versículo diz que o principal motivo para os seres humanos desmaiarem de terror é o abalo dos “poderes dos céus”. A cena aqui retratada recorre durante a sétima praga e sexto selo (PE, 41; GC, 636). “Os ímpios contemplam a cena com horror e espanto” (GC, 636), pedindo às montanhas e rochas que caiam sobre eles (Ap 6:14-17). CBASD, vol 5. p. 952.

28 erguei a vossa cabeça. Os seguidores de Jesus podem olhar estes sinais assustadores (vv 7, 11, 25) com confiança e alegria, sabendo que seu Salvador está voltando para eles. Andrews Study Bible.

redenção. Esta palavra significa livramento mediante o pagamento de um preço. Jesus pagou o preço no Calvário e agora ele olha para o cumprimento final daquilo que o livramento significa. Bíblia de Genebra.

31 está próximo o reino de Deus. Isto é, o reino da glória, em contraste com o reino da graça (ver com. de Mt 4:17; 5:2). CBASD, vol 5. p. 952.

34 orgia. Do gr kraipale, “intoxicação” ou “ressaca”. … Escritores gregos da área médica usavam kraipale para se referir a náusea e letargia que ocorrem após o excesso de bebidas. CBASD, vol 5. p. 952.

preocupações. Isto é, “ansiedade”, “Inquietações”. CBASD, vol 5. p. 952.

36 vigiai. Do gr agrupneo, “ficar sem sono”, literalmente, “manter-se desperto”. CBASD, vol 5. p. 952.

estar em pé na presença do Filho do Homem. Este é o objetivo supremo da vida cristã. CBASD, vol 5. p. 952.



LUCAS 21 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de julho de 2021, 0:45
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“Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem” (v.36).

Enquanto alguns estavam deslumbrados com a beleza do templo, estava “Jesus a observar” (v.1) as pessoas que iam ao templo. Parece que Ele parou ali com o objetivo definido de desviar os olhos dos discípulos do material para o espiritual. Aquela viúva é um exemplo da abnegação e vida de renúncia que deve reger o discipulado. A questão aqui não é o fato de ser rico ou pobre, mas em como estamos aplicando os recursos na adoração e que lugar eles ocupam em nossa vida. Jesus deixou bem claro que ricas ofertas e um belo templo não representam segurança espiritual, e sim, a vigilância segundo a verdade das Escrituras (v.33) e uma vida de constante oração.

Ao relatar os sinais que antecederiam dois grandes eventos, Cristo introduziu o Seu discurso com a seguinte advertência: “Vede que não sejais enganados” (v.8). O engano foi a causa da primeira queda, pois que Eva foi enganada pela serpente. Abel foi enganado por Caim. Isaque foi enganado por Jacó. Jacó foi enganado por seus filhos. E o engano foi tomando proporções maiores, de modo que o Senhor nos deixou a Sua Palavra escrita, a fim de que não sejam enganados aqueles que O amam. A destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. aconteceu precisamente como Jesus predisse. A História nos diz que não somente os sinais preditos se cumpriram como também Deus suscitou um profeta que andou pelas ruas de Jerusalém declarando a destruição vindoura e que o momento da oportunidade foi aproveitado pelos cristãos, que, confiando na ordem de seu Mestre, fugiram “para os montes” (v.21).

À luz deste evento passado, Jesus nos convida a olhar para o evento futuro. A Sua segunda vinda é precedida de sinais e maravilhas no céu, na terra e no mar (v.25). O Criador nos convida a olhar tudo o que está acontecendo não com terrível expectativa (v.26), mas com alegre esperança (v.28). Diante das desgraças e sofrimentos destes últimos dias a aflição se torna inevitável. Milhares estão padecendo os resultados de milênios de pecado. Mas o Salvador também nos convida a olhar para o tempo presente e, como Ele, parar para observar não as riquezas ou o que o mundo entende como digno de admiração, mas à importante obra a ser realizada e revelada em nós a fim de que estejamos “em pé na presença do Filho do Homem” (v.36).

Como o povo que “madrugava para ir ter com” Jesus, “a fim de ouvi-Lo” (v.38), necessitamos desta predisposição diária. Vigiar e orar significa silenciar o coração para ouvir a voz de Deus. Um processo que deve ser diário, constante e crescente. À medida que nos aproximamos de Cristo, entendemos a importância de Suas palavras: “É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma” (v.19). Oh, amados, é tão triste pensar que muitos de nós seremos perseguidos por “pais, irmãos, parentes e amigos” (v.16)! A não ser que nossa fé esteja bem alicerçada num fiel “Está escrito”, mediante um relacionamento pessoal e íntimo com o Senhor, não suportaremos o que está por vir.

O Espírito Santo diz a cada um de nós, hoje: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37). Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, perseverantes de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Lucas21 #RPSP



LUCAS 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2021, 0:40
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LUCAS 21 – Você já se preparou para o maior evento prestes a acontecer no mundo? Estude o capítulo em pauta, depois leia abaixo…

1. Jesus mostra que fé independe do templo e, riqueza não evidencia a vida consagrada. O consagrado pode ser pobre tanto quanto o perdido pode trabalhar no templo e ainda ser rico (vs. 1-5).
2. Jesus apresenta aos judeus que fundiam as Suas duas vindas em uma só, aplicando características da segunda na primeira; confundindo, assim, a compreensão do povo.

Antes do segundo advento de Cristo,
• …haveria muitas dores, devido às dificuldades morais, sociais, políticas, econômicas e religiosas, e para isso seria necessário confiar nAquele que cuida até mesmo dos cabelos da cabeça e, perseverar firme na fé (vs. 7-19).
• …a cidade de Jerusalém seria destruída, seus habitantes mortos e espalhados: Os principais culpados da rejeição do Salvador sofreriam as consequências de suas escolhas (vs. 20-24).
• …haveria sinais no céu, na terra e no mar, objetivando o despertar do povo para o maior evento que ocorrerá no Universo (vs. 25-28).
• …as pessoas deverão se avivar ao perceber que o dia extraordinário está se aproximando como se percebe a aproximação do verão (vs. 29-36).

Na parábola da figueira, “nossa atenção é dirigida ao tempo em que nos é possível saber que a vinda de Cristo está ‘às portas’ com a mesma segurança que sabemos estar próximo o verão ao vermos as primeiras tenras folhas nascendo nas árvores […]. Ao chegar o momento de aprender a parábola, podemos estar certos de que é chegado o tempo em que Deus vai levantar mestres para ensiná-la” (J. N. Loughborough).

Na década de 1840, Deus levantou um povo que apregoaria com poder pentecostal a doutrina esquecida do segundo advento de Cristo. Após 1840, muitos evangelistas se tornaram avivalistas do advento. Pastores e pregadores de variadas denominações se uniram no movimento adventista para despertar o mundo para o maior dos eventos descritos na Bíblia.

A destruição de Jerusalém se deu em 70 d.C.; o escurecimento do sol e da lua aconteceu em 1780; a queda de estrelas, em 1833; as duas guerras mundiais no século XX.

Os sinais já foram interpretados e divulgados. Só falta Jesus aparecer. Portanto, não meça esforços para relacionar-se com Jesus (vs. 37-38)! – Heber Toth Armí.