Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 8 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 8 by Jeferson Quimelli
13 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/8

Embora relatada somente no evangelho de João, a narrativa da mulher apanhada em adultério e acusada pelos líderes da igreja é consistente com outras histórias do Novo Testamento. A lição para nós, hoje, é clara. O nosso trabalho, como crentes, não deve ser o de acusar as pessoas e apontar os erros delas – especialmente porque Jesus conhece os pontos fracos de nossa própria vida. Em vez disso, temos que encaminhar as pessoas a Jesus, que tem o poder de perdoá-las e mantê-las longe do pecado. Afinal, a razão pela qual Jesus veio ao mundo foi “para buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10).

A escritora Ellen White descreve a cena: “Para essa desviada mulher não tinha o mundo senão desprezo e zombaria; mas Aquele que é sem pecado compadeceu-Se de sua fraqueza, e estendeu-lhe ajudadora mão. Enquanto os fariseus hipócritas acusavam, Jesus mandou-lhe: ‘Vai-te e não peques mais.’ [João 8:11]” (A Ciência do Bom Viver, p. 50).

É o recebimento da graça, paz e poder de Deus, no início do dia, que nos ajudará a nos desviarmos dos ataques do maligno. Fique perto de Jesus hoje!

Willie Oliver
Diretor do Departamento do Ministério da Família
Conferência Geral da Igreja Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1251
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOÃO 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de julho de 2021, 0:45
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“Qual a razão por que não compreendeis a Minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a Minha palavra” (v.43).

Ameaças de apedrejamento inauguram e encerram o capítulo de hoje. O ministério de Cristo não consistia em favorecer a Si mesmo, mas em entregar-Se à vontade de Deus em favor do ser humano em tudo o que fazia. Começando de madrugada, Jesus Se dirigia às atividades de cada dia fortalecido por Seus momentos de comunhão com o Pai. Houve um dia, porém, em que tudo conspirava para surpreendê-Lo em um julgamento público cuja acusada foi “apanhada em flagrante adultério” (v.4). Antes disso, Jesus estava sentado ensinando no templo. Havia uma multidão que O escutava e que se aglomerava ao Seu redor. Quando o cenário mudou: de uma escola para um tribunal.

Ora, a Lei de Deus é clara: “Não adulterarás” (Êx.20:14). Porém, não foi esta a base do julgamento, e sim a exigência de que imediatamente fosse cumprida a sanção prevista em Levítico 20:10, que diz: “Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera”. Percebam que a primeira responsabilidade recaía sobre o homem e que ambos, homem e mulher, deveriam responder igualmente por seu pecado. Ali estava a mulher exposta à vergonhosa acusação. Mas onde estava o adúltero? E enquanto os escribas e fariseus vociferavam sua indignação e o povo os acompanhava num clamor por uma justiça espúria, “Jesus, inclinando-Se, escrevia na terra com o dedo” (v.6).

Sobre este episódio, escreveu Ellen White:

“Impacientes ante Sua demora e aparente indiferença, os acusadores aproximaram-se, insistindo em Lhe atrair a atenção sobre o assunto. Ao seguirem, porém, com a vista, o olhar de Jesus, fixaram-na na areia aos Seus pés, e transmudou-se-lhes o semblante. Ali, traçados perante eles, achavam-se os criminosos segredos de sua própria vida. O povo, olhando, reparou na súbita mudança de expressão e adiantou-se, para descobrir o que estavam eles olhando com tal espanto e vergonha. Com toda a sua professada reverência pela lei, esses rabis, ao trazerem a acusação contra a mulher, estavam desatendendo às exigências da mesma. Era dever do marido mover ação contra ela, e as partes culpadas deviam ser igualmente punidas. A ação dos acusadores era de todo carecida de autorização. Entretanto, Jesus os rebateu com as próprias armas deles. A lei especificava que, nas mortes por apedrejamento, as testemunhas do caso fossem as primeiras a lançar a pedra. “ (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.324).

Antes que as massas curiosas descobrissem o que eles faziam às ocultas, os mesmos que lideraram aquele injusto tribunal, lideraram uma debandada para fora da vista dAquele que lê os corações, após as irrefutáveis palavras: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (v.7). Em nenhum momento Jesus foi negligente com a Lei. Muito pelo contrário. Em Sua dignidade, encerrou aquele espetáculo que em nada comungava com a justa medida de Sua Lei. A “Luz do mundo” (v.12) prevaleceu sobre as trevas da maldade humana e iluminou a vida da mulher com uma nova oportunidade: “vai e não peques mais” (v.11).

Por três vezes, Jesus declarou ser o mesmo que falou com Moisés no deserto: “EU SOU” (v.24, 28, 58). O mesmo Deus que elegera Abraão como o patriarca de Israel procurava de muitas maneiras iluminar os corações e conduzi-los para Si. Eram, contudo, incapazes de ouvir as Suas palavras pelo simples fato de não O conhecerem, nem tampouco Aquele que O enviou. O povo estava diante da verdade encarnada, no entanto, preferia permanecer como “escravo do pecado” (v.34) a ser liberto por ela (v.32). E mesmo que nominalmente se declarassem “descendência de Abraão” (v.33) e filhos de Deus (v.41), eis o seu real e triste pertencimento: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos” (v.44).

Sabem por qual razão muitos não compreendem as Escrituras? Pelo mesmo motivo: são “incapazes de ouvir” (v.43). Acostumaram-se a se alimentar do que sai da boca de homens, e não do que sai da boca de Deus. É bem mais atraente e interessante enveredar-se em coisas que agradam as inclinações da própria carne. Não humilham o coração perante Deus. Buscam preencher a mente de todas as futilidades e coisas inúteis, menos das coisas de Deus. Sua linguagem não é: “Pai, que se faça a Tua vontade. Molda-me o caráter”! Mas oram de si para si mesmos em preces vazias e egoístas. Para estes, Cristo diz: “Vós sois do diabo”!

Amados, “Quem é de Deus”, disse Jesus, “ouve as palavras de Deus” (v.47). Ou seja, precisamos ser de Deus, conhecê-Lo, a fim de reconhecer-Lhe a voz e ouvir o que Ele tem para nos dizer. Jesus conhecia o Pai, por isso guardava a Sua Palavra (v.55). É impossível conhecer a Deus e não buscar guardar a Sua Palavra. Como também é impossível guardar a Palavra sem antes conhecer a Deus. Torna-se uma religião fria e sem sentido; uma mera formalidade. Foi mediante este ensinamento que Jesus quase foi vítima de apedrejamento (v.59). Deus deseja que O conheçamos cada dia mais. Como escreveu o profeta, é um conhecimento progressivo: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os.6:3).

Deus escreveu a Sua Lei com o Seu dedo em tábuas de pedra (Êx.31:18), mas escreveu os pecados daqueles homens na areia. Isso nos diz que ainda que a Sua Lei reclame a justiça, em Sua misericórdia Ele deseja apagar os nossos pecados. Não fomos chamados a ser acusadores de nossos irmãos, e sim testemunhas dAquele que ama os pecadores e os chama ao arrependimento. Se não crermos que ELE É, morreremos em nossos pecados (v.24). Mas se O conhecermos, e guardarmos a Sua Palavra, não veremos “a morte, eternamente” (v.51). Olhe para Jesus! Não há outro modelo a seguir. “Não há um justo, nem um sequer” (Rm.3:10). Vigiemos e oremos!

Bom dia, perdoados para perdoar!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 8 – Conhecer Jesus é diferente de ter informações sobre Ele. “Os apóstolos sabiam muito pouco sobre Jesus, mas O conheciam. Nós tendemos saber muito sobre Ele, mas não sabemos gozar de íntima relação com Ele” (Richard C. Halverson).

Não adianta estudar Jesus, pois só o relacionamento constante com Ele que te fará conhecê-lO realmente.

Os discursos proferidos por Cristo revelam muito bem quem Ele é. É impossível ser verdadeiramente cristão desprezando Seus discursos. João os valorizou:

• Primeiro discurso: O novo nascimento, conversão (3:1-36);
• Segundo discurso: Jesus a água viva, refrigério espiritual (4:1-42);
• Terceiro discurso: O Filho é tão divino quanto o Pai Celestial (5:19-47);
• Quarto discurso: Jesus é o pão da vida, nutrição espiritual (6:22-66);
• Quinto discurso: O Espírito Santo vivifica (7:1-52);
• Sexto discurso: Jesus é a luz do mundo que ilumina em meio as trevas (8:12-59);
• Sétimo discurso: Jesus é o bom Pastor que dá Sua vida pelas ovelhas (10:1-42);
• Último discurso: Palavras de despedida (13:1-17:26).

Você deve estudar a Bíblia para conhecer a Jesus, mas estudar Jesus pode não significar relacionar-se com Ele. Observe estes pontos de João 8:

1. A mulher pega em adultério soube o que realmente significa ter um encontro genuíno com Cristo, sua vida mudou radicalmente (vs. 1-11);
2. Desconectado de Jesus não existe luz neste mundo tenebroso, por mais rituais que pratiquemos (vs. 12-20);
3. Jesus é a ligação entre o Céu e a Terra (vs. 21-30); esse assunto foi abordado com Nicodemos em João 3:14-16 e, ampliado no capítulo 12:32-34.
4. Jesus é a verdade que liberta, caso permaneçamos em Seus ensinamentos (vs. 31-40);
5. Jesus fez um contraste entre os humanos que são filhos de Deus e os que são filhos de Satanás; deixando evidente que os filhos do diabo (vs. 41-47)…

• …Ignoram a Palavra de Deus;
• …Confiam em si mesmos;
• …Odeiam mortalmente a Cristo;
• …Não apreciam a Cristo e nada que esteja relacionado a Ele;
• …Foram cegados por Satanás, consequentemente têm dificuldades de entender a Palavra;
• …Dão preferência mais à mentira que à verdade;
• …Têm aversão à Palavra de Deus.

6. Líderes religiosos contemporâneos de Jesus exemplificam para nós os filhos do diabo (vs. 48-59).

Apreciar a Palavra de Deus é essencial para se tornar Seus filhos! Firmar na verdade também! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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