Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 20 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LUCAS 20 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 20 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LUCAS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 20 by Jobson Santos
1 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/20

Os sumos sacerdotes e líderes religiosos tinham ciúmes da autoridade de Jesus e muitas vezes o desafiavam intelectualmente. Mas, ao contrário de muitos dos sumos sacerdotes e líderes religiosos, a visão de Jesus acerca da psique humana e o Seu discernimento inteligente a respeito de todas as questões físicas e espirituais, vinham de Sua conexão com Deus o Pai, não de qualquer esforço para ser intelectualmente superior.

Uma das razões pelas quais Jesus encarnou e deixou de lado Seus supremos poderes foi para ser um humano exemplar a fim de vermos que temos o mesmo acesso a Deus Pai, Fonte de Vida e Sabedoria. Jesus nos diz em João 14:12 que podemos fazer tudo o que Ele fez, e muito mais, mas o problema é que para isso devemos viver em permanente conexão com Deus. Ironicamente e poeticamente, vemos Jesus dizendo a Pedro em Mateus 16:19 que Ele lhe daria as “chaves do reino dos céus”, ou a autoridade. Jesus daria autoridade para Seus seguidores, e não para a maioria dos líderes religiosos, porque a autoridade do líder religioso não tinha vindo do Autor da Vida, mas sim de uma fonte infinitamente inferior, ou seja, deles próprios.

Laurin Von Krueger
Diretora do projeto The Love Endures

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1239
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LUCAS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de julho de 2021, 0:50
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665 palavras

Todos os acontecimentos de 20.1-21.36 ocorreram na terça-feira da Semana da Paixão – um longo dia de controvérsia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1 estando Jesus a ensinar o povo no templo e a evangelizar. Jesus estava trazendo as boas novas de Deus e, ao mesmo tempo, seus inimigos estavam conspirando contra Ele. Bíblia de Genebra.

principais sacerdotesescribasanciãos. Parece ser uma delegação do Sinédrio. Bíblia de Genebra.

2 com que autoridade fazes estas coisas? Especialmente a purificação do templo (19.45ss), que era um desafio violento às autoridades judaicas. Só o Messias teria tal autoridade, mas é impossível reconhecer a autoridade divina, se não estivermos dispostos a nos submetermos a ela.Bíblia Shedd.

5-6 Notar que eles não estavam preocupados com a verdade, mas com as consequências de suas possíveis respostas. Bíblia de Genebra.

16 Tal não aconteça! Ou seja, “nem pense nisso!”. Esta forte exclamação foi proferida quando os fariseus reconheceram na parábola um retrato do próprio destino (ver PJ, 295). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 948.

O povo reconhece as implicações da parábola e rejeita a possibilidade de que Deus, o proprietário da vinha, os destruiria. Andrews Study Bible.

17 A pedra que os construtores rejeitaram. O Salmo 118 foi cantado ao se completarem os muros de Jerusalém em 444 a.C. O v 22 desse salmo citado aqui referia à volta de Israel à Palestina e seu restabelecimento como nação. Bíblia Shedd.

principal pedra. O judaísmo esperava uma renovação gloriosa do templo, nos dias do Messias. 1Pe 2.4-9 mostra que esta esperança se cumpriu na edificação espiritual do templo que é a Igreja, o Corpo de Cristo (cf Jo 2.19-22; Ef 2.20-22). Bíblia Shedd.

22 é lícito? Isto significa ”está de acordo com a lei de Deus?” Bíblia de Genebra.

24 Jesus … tornou claro que há deveres próprios para com Deus, mas também deveres para com o estado. Bíblia de Genebra.

25 Dai. Gr apodote, “pagai de volta”. Não é somente lícito, mas também um dever. Bíblia Shedd.

27 saduceus. Lucas menciona os saduceus somente aqui. Nenhum dos escritos deles permaneceu, por isso só os conhecemos através de seus oponentes. Eles eram conservadores e aristocratas e contavam os sumos sacerdotes entre os de sua classe. Rejeitavam a tradição oral dos fariseus e não encontravam base para a doutrina da ressurreição no Pentateuco [cinco livros de Moisés, a Torá]. Bíblia de Genebra.

34-36 Os saduceus achavam que se houvesse uma vida após a morte, seria algo semelhante a uma repetição desta vida. Jesus nega isto. O casamento é uma parte essencial desta vida, mas não da vida futura; portanto, a pergunta dos saduceus era inválida. Bíblia de Genebra.

35 O casamento, como nós conhecemos, será substituído por algo melhor, o que ainda não sabemos. Andrews Study Bible.

34 filhos deste mundo. Lit “século”, significa aqueles que, como os saduceus materialistas, adotam este mundo como seu alvo e exemplo. Bíblia Shedd.

36 filhos da ressurreição. …indica simplesmente os que ressuscitaram dos mortos. Eles receberam vida novamente pelo mesmo poder que lhes dera vida a princípio. Todo seu ser foi reconstituído para a vida em um mundo novo. CBASD, vol. 5, p. 949.

37 no trecho referente à sarça (Êx 3.2). Antes da divisão em capítulos e versículos, as passagens nas Escrituras eram mencionadas por seu conteúdo. Bíblia de Genebra.

As divisões em capítulos foram feitas em 1244 d.C. e em versículos entre os séculos VI e X. Bíblia Shedd.

39 alguns dos escribas respondeste bem! Na sua grande maioria eram fariseus, os quais aceitavam a ressurreição (At 23.6-8), e portanto aprovaram a resposta de Jesus. Bíblia Shedd.

44 Na ordem patriarcal, o mais velho não podia honrar o mais novo assim. É uma referência à preexistência e deidade de Cristo, o Messias (cf Mt 22.41ss; Mc 12.35ssn). Sendo eterno, Ele é antes de Davi, como também de Abraão (cf Jo 8.58). Bíblia Shedd.

A inevitável resposta é que o Cristo [Messias] é mais do que somente um filho de Davi. Jesus, portanto, responde indiretamente à pergunta: “Com que autoridade fazes estas coisas?”. Andrews Study Bible.

45 Ouvindo-O todo o povo. Em outras palavras, enquanto os escribas e fariseus estavam ouvindo Jesus. CBASD, vol. 5, p. 949.



LUCAS 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de julho de 2021, 0:45
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“E que os mortos hão de ressuscitar, Moisés o indicou no trecho referente à sarça, quando chama ao Senhor, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (v.37).

Ensinar e evangelizar eram as duas principais ocupações de Jesus. Doutrinar um povo cujas raízes estavam firmes em tradições humanas não era tarefa fácil. Jesus era constantemente arguido pelos líderes judeus, “para verem se O apanhavam em alguma palavra” (v.20). Três questões foram levantadas neste capítulo: a origem da autoridade de Cristo, a questão do tributo e a descrença dos saduceus que diziam “não haver ressurreição” (v.27). Os principais grupos religiosos da época se uniram num mesmo objetivo: eliminar Aquele que ameaçava sua religião legalista e fria.

Israel teve a oportunidade de ser neste mundo luz em meio às trevas espirituais; de promover o evangelho da salvação em Cristo, alcançando os quatro cantos deste planeta. Mas, sorrateiramente, deu as costas ao Senhor ao rejeitar os apelos do Espírito Santo, maltratando e ignorando os profetas, um após o outro. Uma religião orgulhosa e ritualística tomou o lugar da “religião pura e sem mácula” (Tg.1:27), tornando a maioria insensível à essência do verdadeiro evangelho do reino, alargando as fileiras para os “que se fingiam de justos” (v.20).

“Saduceus” significa, literalmente, “justos”. Aquela classe religiosa era composta por homens que diziam “não haver ressurreição” (v.27), o que implicaria em um grande entrave na fé de muitos se esta mesma ideia se estendesse para a ressurreição de Cristo. “E se Cristo não ressuscitou,  é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1Co.15:17). Como uma vinha bem plantada, Jerusalém tinha tudo para ser a capital da verdade. Entretanto, seus “lavradores” (v.9) se acharam no direito de agir conforme a vontade de seus obstinados corações. Como iriam dar ouvidos às mensagens proféticas se negavam-se a ouvi-las? Como reconheceriam a Jesus e aceitariam as Suas palavras se mantinham seus olhos cerrados na escuridão de sua dura cerviz? E ao ouvirem do destino final de sua apostasia, simplesmente desdenharam: “Tal não aconteça!” (v.16).

Sabem, amados, a realidade de Israel infelizmente não ficou no passado. Temos hoje uma grande parcela do mundo afirmando ser cristã, enquanto faz de Cristo um “gênio da lâmpada”. Querendo apenas ouvir o que é agradável, fazem da Bíblia um livro de autoajuda e não a Palavra de Deus. E quando é proferida alguma palavra de advertência, esta é considerada dura demais de ser ouvida, cauterizando ainda mais o coração. “No devido tempo” (v.10), Cristo foi enviado à Terra a fim de tomar sobre Si o nosso castigo para que possamos receber a recompensa que Ele conquistou. Já estamos separados do nosso Pai “por prazo considerável” (v.9) e precisamos permanecer firmes em Cristo “como quem vê Aquele que é invisível” (Hb.11:27).

Ser cristão não é ser um “pacote” de tradições, mas uma testemunha da verdade. Se fingir de justo (v.20) pode até enganar os homens, mas jamais poderá enganar Aquele que sonda os corações. Jesus ensinou “o caminho de Deus segundo a verdade” (v.21) e Ele mesmo afirmou: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Jesus é a verdade (Jo.14:6). A Sua Palavra é a verdade (Jo.17:17). Porque é a respeito dEle que a Palavra testifica (Jo.5:39). Liberdade, portanto, não é viver conforme a minha própria vontade. Isso é escravidão. Liberdade é experimentar Jesus Cristo, a verdade que liberta! É apreciar a Sua Palavra tal qual ela é e aceitá-la como oráculo de Deus para minha vida.

Um dia, Jesus irá olhar para os lavradores infiéis de todos os tempos e terá de dizer: “Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41). E dizer “Tal não aconteça!”, ou “Deus me livre!”, de nada vai adiantar. Mas, “os que são havidos por dignos de alcançar a era vindoura e a ressurreição dentre os mortos” (v.35), ouvirão o terno convite de Jesus: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). “Pois não podem mais morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição” (v.36). “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17).

Logo, “o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (v.37) voltará! “Guardai-vos” (v.46), pois, de exercer justiça própria. Mas que nossa vida seja simplesmente a manifestação de quem foi salvo pela justiça de Cristo. Eis a verdade que liberta! Vigiemos e oremos!

Bom dia, libertos pela verdade!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Lucas20 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LUCAS 20 – Comentário Pastor Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
1 de julho de 2021, 0:40
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LUCAS 20 – A incredulidade é obstáculo ao reavivamento. A falta de fé é o grande empecilho para muitos alcançarem o elevado padrão que Cristo espera dos pecadores.

O capítulo em questão revela-nos importantes pontos que devem ser estudados com incessante oração:
• As autoridades eclesiásticas da igreja instituída por Deus questionaram a autoridade de Cristo, o enviado de Deus (vs. 1-8).
• O enviado de Deus intentou mostrar o quanto Seus críticos estão absurda e absolutamente equivocados. Sendo mestre em psicologia por conhecer como ninguém o ser humano, Jesus usou retoricamente a parábola dos lavradores maus (vs. 9-18).
• As autoridades judaicas, incomodadas com o contundente ensino de Jesus escancarando seus erros, intentaram matá-lO, como profetizado na parábola acima; porém, temendo ao povo, apenas O atacaram verbal e intelectualmente com respeito à questão de economia e política. Contudo, eles não contavam com a sabedoria excepcional de Cristo (vs. 19-26).
• Unindo-se aos fariseus no ataque ao Messias, os saduceus criaram uma questão complexa baseando-se na revelação jurídica sobre o levirato escrita em Deuteronômio 25:5, intentando mostrar falta de lógica na doutrina da ressurreição (vs. 27-40).
• Jesus utilizou da mesma arma dos Seus opositores para destruí-los: Fez uma pergunta (vs. 41-44); depois, os censurou, visando alertar o povo dos perigosos ensinos deles (vs. 45-47).

Observações:
• No versículo 17 Jesus “confirmou a profecia citando Salmos 118:22. Os construtores judaicos tinham rejeitado a Cristo, a pedra. Eles não tinham lugar nos seus planos para ele. Mas Deus estava determinado que Ele teria o lugar de preeminência, fazendo dEle a principal pedra angular, uma pedra indispensável, e no lugar de maior honra” (William MacDonald).
• Mais à frente, citando novamente as Escrituras Sagradas (Salmo 110), Jesus escancarou a incredulidade dos seus críticos.
• Quem não acredita na Palavra de Deus apega-se a qualquer crença esdrúxula.

Guilherme Miller, grande avivalista da doutrina do advento de Cristo, observou que, “as portas me tem sido abertas para proclamar a doutrina da segunda vinda de Cristo em quase todas as denominações… Em todos os lugares onde estive, os que mais prontamente receberam as verdades apresentadas são os mais piedosos, dedicados e ativos membros das igrejas, enquanto professores mundanos, fariseus, fanáticos, orgulhosos, arrogantes e egoístas zombam e ridicularizam a doutrina da segunda vinda de Cristo”.

Fora incredulidade! Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.




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