Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
6 de julho de 2021, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO JOÃO 1 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 1 by Jobson Santos
6 de julho de 2021, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/1

O Evangelho de João é o meu livro favorito da Bíblia. Fico impressionado pela forma como o discípulo amado apresenta Jesus em Sua simplicidade autêntica e, ainda assim, em plena divindade. De muitas maneiras, de forma análoga às palavras iniciais de Gênesis, o Evangelho de João apresenta Deus falando, mas desta vez trazendo a salvação à existência. A Palavra de Deus toma a forma humana e entra na história na pessoa de Jesus Cristo.

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus.” (versos 1, 2 ARA). Que maravilhoso refrão! Escrito no final do primeiro século, cerca de 30 anos após a escrita do Evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas), o livro de João tem como alvo vários grandes perigos que ameaçavam a Igreja naquele tempo – a negação da divindade de Jesus é um deles.

Jesus vem como aquele que deseja nada menos que o melhor para a raça humana. Deus deseja que os homens se tornem o melhor que Ele possibilitou que eles sejam e façam o seu melhor com o que Ele lhes deu.

Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1244
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOÃO 01 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de julho de 2021, 0:45
Filed under: Sem categoria

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (v.1).

Esse verso que nós lemos foi o primeiro que eu li na Bíblia. E aos dez anos de idade, eu senti o meu coração arder; senti um desejo imenso de entender o que eu tinha lido e aprender mais sobre a Bíblia. Até que, aos doze anos de idade eu fui a uma Igreja Adventista do Sétimo Dia pela primeira vez, e ali, numa classe de juvenis, eu tive a certeza de que estava na casa do meu Pai. Quando a professora abriu a lição da escola sabatina e começou a explicar tudo conforme estava escrito na Palavra de Deus, era como se o Senhor me dissesse: “Você Me pertence e aqui é o seu lugar”. Eu me senti acolhida e muito amada, e cada sábado era aguardado com muita expectativa. Estudar a Bíblia tornou-se um prazer.

Mas dos quatro evangelhos, o evangelho segundo João é o meu preferido. É o que mais toca o meu coração. De “filho do trovão” a discípulo do amor, a trajetória espiritual de João foi desde reclinar-se ao peito de Cristo até a contemplação de Sua glória nas visões do Apocalipse. João obteve um conhecimento diferenciado de Jesus, de Sua natureza eterna. Ele iniciou o seu evangelho com a criação e encerrou o Apocalipse com a recriação. É em seu evangelho que está contido o princípio ativo do Verbo: “Eu sou o pão da vida” (Jo.6:48); “Eu sou a luz do mundo” (Jo.8:12); “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo.14:6); “Eu sou a ressurreição e a vida” (Jo.11:25); “Eu sou o bom Pastor” (Jo.10:14); “Eu sou a porta” (Jo.10:9); “antes que Abraão existisse, EU SOU” (Jo.8:58); “Eu sou a videira verdadeira” (Jo.15:1).

No livro de João também encontramos, na maioria dos relatos, histórias que não encontramos nos demais evangelhos. Como, por exemplo, as bodas de Caná, o encontro entre Jesus e Nicodemos, entre Jesus e a mulher samaritana, o relato da mulher adúltera, Jesus como o bom Pastor, a ressurreição de Lázaro, a oração sacerdotal de Jesus, dentre outros. Certamente, a experiência de fazer parte do círculo mais íntimo de Cristo deu a João a oportunidade de ver e ouvir coisas que marcaram profundamente a sua jornada cristã. Apesar de Pedro ter confessado verbalmente acreditar ser Cristo o Filho do Deus vivo, João teve uma compreensão ainda maior dAquele que “estava no princípio com Deus” (v.2).

Em Gênesis 1:1, está escrito: “No princípio criou Deus os céus e a terra”. No texto massorético, a expressão “No princípio” também pode ser lida como “Em um princípio”. Quando vamos ao livro de Apocalipse, encontramos a seguinte expressão se referindo a Jesus: “o Princípio da criação de Deus” (Ap.3:14). O apóstolo Paulo também escreveu, falando sobre Jesus: “pois, nEle, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis […] Tudo foi criado por meio dEle e para Ele” (Cl.1:16). Portanto, o texto de Gênesis poderia ser traduzido da seguinte forma: “Em Jesus criou Deus os céus e a terra”. Você entende porque o meu coração ardeu ao ler o texto de João? Porque eu estava iniciando a minha caminhada com o meu Criador.

O primeiro dia da criação revelou “a verdadeira luz” (v.9), pelo poder do Verbo ao ordenar: “Haja luz” (Gn.1:3). Pois a “luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela” (v.5). A João Batista foi confiada a missão de testificar “a respeito da luz” (v.7). “Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem” (v.8-9). A luz salvífica que emana de Cristo está disponível para todos. Mas como “os Seus não O receberam” (v.11), muitos também têm rejeitado a Sua oferta de amor. Para João Batista, Jesus era “o Deus unigênito” (v.18), a revelação do Pai. Mas ele também entendeu o caráter de sacrifício da primeira vinda de Cristo, ao dizer: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (v.29).

Como a descida do Espírito Santo sobre Jesus em Seu batismo testificou que “Ele é o Filho de Deus” (v.34), é a atuação do Espírito Santo em nossa vida que nos torna filhos e filhas de Deus. Jesus deseja nos batizar “com o Espírito Santo” (v.33) a cada dia, modelando o nosso caráter até que estejamos prontos para receber de volta o fôlego da vida eterna. Logo veremos “o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem” (v.51). Enquanto aguardamos, que a nossa vida cumpra o propósito para o qual fomos criados. Semelhante a André, levemos nossa família e outras pessoas “a Jesus” (v.42). E que, naquele grande Dia, possamos ouvir Jesus nos dizer: “Eis um(a) verdadeiro(a) [cristão(ã)], em quem não há dolo!” (v.47). Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos e filhas do Criador!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de julho de 2021, 0:43
Filed under: Sem categoria

1901 palavras

1-18 Prólogo do Evangelho de João. Resume os principais temas do Evangelho. Mostra Jesus, que andou nesta terra, a partir da perspectiva da eternidade [o Verbo/a Palavra]. Andrews Study Bible.

1 No princípio. Antes da criação (cf Gn 1.1). Bíblia Shedd.

“No princípio” (uma clara referência às palavras de abertura da Bíblia), o Logos já existia, e esta é uma maneira de afirmar a eternidade que só Deus possui. Bíblia de Genebra.

Verbo. O termo “verbo” (grego logos) designa Deus, o Filho, referindo-Se à Sua divindade; “Jesus” e “Cristo” referem-se à Sua encarnação e obra salvífica. … Na filosofia neoplatônica e na heresia gnóstica (séculos II e III), o Logos era visto como um dos muitos poderes intermediários entre Deus e o mundo. Tais noções estão bem longe da simplicidade do Evangelho de João. Bíblia de Genebra.

Os gregos usavam o termo [logos] não apenas no tocante à palavra falada, mas também em referência à palavra ainda na mente, sem ter sido proferida – a razão. Quando a aplicavam ao universo, referiam-se ao princípio racional que governa todas as coisas. Os judeus, por outro lado, usavam-na como meio de se referir a Deus. João, portanto, empregou um termo significativo tanto para judeus quanto para gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

[Termo] usado para denominar um mediador divino na filosofia grega, isto apelaria aos leitores gregos. João é o único escritor bíblico a usar explicitamente este título para Cristo (p.e., 1 Jo 1:1; Ap 19:13). Andrews Study Bible.

com Deus. A Palavra era distinta do Pai. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A expressão o verbo estava com Deus indica uma distinção de Pessoas, dentro da unidade da Trindade. Pai, Filho e Espírito Santo não são formas sucessivas de aparecimento de uma Pessoa, mas são Pessoas eternas presentes desde “o princípio” (v. 2). A preposição “com” sugere uma relação de estreita intimidade pessoal. Bíblia de Genebra.

O Verbo era Deus. Jesus era Deus no sentido mais pleno (v. nota em Rm 9.5). O prólogo (v. 1-18) inicia-se e termina com uma afirmação altissonante da Sua divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como Deus, Jesus era Um igual ao Pai. A divindade de Jesus … é especialmente enfatizada por João. Andrews Study Bible.

3 Todas as coisas foram feitas por meio dEle. Este versículo também dá ênfase à divindade do Verbo, uma vez que a criação é obra só de Deus. Bíblia de Genebra.

Foram feitas. Traduz uma palavra grega usada na tradução Septuaginta (LXX) de Gn 1. Andrews Study Bible.

A atuação de Cristo na criação também se encontra em Cl 1.16 17. Bíblia Shedd.

4 vida. Um dos grandes conceitos desse evangelho. O termo acha-se 36 vezes em João, ao passo que nenhum outro livro do NT o usa mais de 17 vezes. A vida é dádiva de Cristo (10.28), e Ele é, na realidade, “a vida” (14.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 luz. É identificada com a vida que Deus compartilha: é o contrário das trevas, existência sem Deus que equivale à morte eterna. A luz não pode ser vencida pelo mal, absolutamente (1 Jo 2.8). Bíblia Shedd.

e as trevas não prevaleceram contra ela. O enredo deste Evangelho pode ser visto em termos de uma luta entre as forças da fé e as da descrença. Bíblia de Genebra.

O forte contraste entre a luz e as trevas é tema de destaque nesse evangelho. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 a verdadeira luz. Cristo, e só Ele, vindo ao mundo ilumina a todo homem. Não há salvação das trevas à parte dEle (At. 4.12). Bíblia Shedd.

11 Veio para o que era Seu e os Seus não o receberam. “Seu”, no grego, significa “sua casa”; “Seus”significa Seu povo. mesmo rejeitado pela maioria de Israel, Cristo Se oferece a todos, entre os quais alguns O recebem. Bíblia Shedd.

12 o poder (“autoridade”) de serem feitos filhos de Deus (ARA). O seres humanos decaídos não são filhos de Deus por natureza; este é um privilégio só daqueles que têm fé, uma fé gerada neles pela soberana ação de Deus (v. 13). Bíblia de Genebra.

deu-lhes o direito (NVI). Ser membro da família de Deus só se dá por meio da graça – dom de Deus (v. Ef 2.8, 9). Nunca é uma realização humana, conforme frisa o v. 13; mesmo assim, a dádiva depende da aceitação do homem, como deixam claro as palavras “receberam” e “creram”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

aos que creem. O verbo aqui quer dizer: “aqueles que continuamente creem”. Isto indica constante ação ao longo do tempo, e não um evento único num momento particular. Andrews Study Bible.

13 os quais não nasceram. …o verbo “nasceram”, no plural, mostra que este versículo se refere ao novo nascimento dos crentes cristãos (cf 3.3, 5, 7, 8). Bíblia de Genebra.

14 O Verbo Se fez carne. Nesta afirmação o Prólogo [vv 1-18] atinge o seu clímax. Para alguns contemporâneos de João, o espírito e o divino eram totalmente opostos à matéria e à carne. Outros pensavam que os deuses visitavam a terra disfarçados de seres humanos (At 14.11). Mas aqui um abismo é transposto: o Verbo Eterno de Deus não só parece um ser humano, mas realmente tornou-Se carne. Tomou sobre Si a plena e genuína natureza humana. Bíblia de Genebra.

carne. Palavra forte, quase grosseira, que ressalta a realidade da condição humana de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O eterno Filho, o Verbo de Deus, se encarnou como homem (cf Rm 8.3). Esta verdade essencial nega terminantemente a heresia gnóstica que afirmava que a encarnação não foi real (cf 1 Jo 4.2, 3). Bíblia Shedd.

e habitou entre nós. “Habitou” significa “armou sua tenda”. isto não só indica a natureza temporária da existência terrena de Jesus, mas o faz de um modo que recorda o antigo tabernáculo de Israel, onde Deus podia ser encontrado (Êx 40.34-35). Bíblia de Genebra.

Lembra o santuário do AT, através do qual Deus providenciou um meio para habitar com Seu povo. Andrews Study Bible.

Habitou, gr skenoo “tabernaculou”. Em Cristo vemos a realidade da glória divina, o zelo de Deus em Se aproximar dos homens mesmo sendo pecadores. Bíblia Shedd.

graça. Favor de Deus não merecido. verdade. A fidelidade de Deus. Bíblia Shedd.

graça e verdade. Ver Jo 1:14. Ideias abstratas no AT, são personificadas na pessoa de Jesus. Andrews Study Bible.

glória. Do gr. doxa, aqui equivalente ao heb. kabod, que é usado no AT para significar a “glória” da permanente presença do Senhor, oshekinah (ver com. de Gn 3:24; Êx 13:21; cf com. de 1Sm 4:22). … Aqui João, sem dúvida, está pensando particularmente em experiências como a transfiguração, em que a divindade por um momento irradiou por meio da humanidade. Pedro, de maneira semelhante, fala sobre ser “testemunhas” da “majestade” e da “glória excelsa” de Cristo na transfiguração (2Pe 1:16-18). Essa glória, acrescenta Pedro, acompanhou a declaração: “Este é o Meu Filho amado”. Em várias ocasiões, a glória do Céu iluminou o semblante de Jesus (ver com. de Lc 2:48). Em João 17:5, Jesus ora ao Pai: “Glorifica-Me, ó Pai, contigo mesmo, coma  glória que Eu tive junto de Ti, antes que houvesse mundo.” CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 994, 995.

como do unigênito. Essa expressão traduz uma única palavra grega [monogenes] e refere-se explicitamente à geração eterna do Filho na Trindade. É também possível traduzir a palavra por “Filho único”, sem a ideia de geração, mas referindo-se à singularidade do Filho. Bíblia de Genebra.

15 exclama. O uso do tempo presente para o verbo revela que a pregação de João Batista ainda soava nos ouvidos das pessoas, embora tivesse sido morto muito antes de esse evangelho ser escrito. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 Deus unigênito. Esta é uma declaração clara da deidade de Jesus Cristo. Bíblia Shedd.

no seio. Modo hebraico de indicar proximidade de amigos (13.23, 25). Bíblia Shedd.

Em contraste com Moisés, Jesus tem relacionamento face-a-face com Deus. A mesma frase descreve o relacionamento entre o discípulo amado e Jesus (13:23). Andrews Study Bible.

19 os judeus. Usado frequententemente neste Evangelho para os líderes religiosos que se opunham a Jesus. Andrews Study Bible.

Aqui, refere-se à delegação enviada pelo Sinédrio para fiscalizar as atividades de um mestre sem autorização. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 Eu sou a voz que clama no deserto. Os homens de Qumran (comunidade que produziu os manuscritos do mar Morto…) aplicavam a si as mesmas palavras, mas se prepararam para a vinda do Senhor isolando-se do mundo para obter salvação deles próprios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 O profeta. A comissão indaga se João seria o cumprimento de Dt 18.18. Bíblia Shedd.

27 não sou digno de desamarrar as correias de suas sandálias. Tarefa própria de escravo. Os discípulos realizavam muitas tarefas para seus rabinos (mestres), mas desamarrar as sandálias não era uma delas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Betânia. A Betânia mencionada em outros trechos dos evangelhos situava-se a apenas 4 km de Jerusalém. A localização dessa Betânia especificamente é desconhecida – só se sabe que ficava a leste do Jordão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 Cordeiro de Deus. Providenciado por Deus (cf Gn 22.8; Rm 8.32). Bíblia Shedd.

30 antes de mim. João declara a preexistência de Jesus Cristo. Bíblia Shedd.

31 eu mesmo não O conhecia. Ainda que João Batista possa ter tido contato pessoal anterior com Jesus (cf. Lc 1.39-45), ele não sabia quem era Jesus (o Cordeiro e o Filho de Deus), até que o Espírito O identificou (v. 32). Bíblia de Genebra.

a fim de que ele fosse manifestado a Israel. A missão divina do Batista era identificar o Messias. É através do batismo que alguém é identificado como cristão. Andrews Study Bible.

A finalidade do batismo era de preparar um povo submisso ao vindouro Rei messiânico. Bíblia Shedd.

35, 37 Os dois discípulos,seguiram Jesus. Um era André (v. 40). O outro, segundo opinião corrente, teria sido o autor deste evangelho. Bíblia Shedd.

Tradicionalmente, os alunos de um rabino judeu andavam atrás dele. Os discípulos de Jesus O seguiram fisicamente, mas não se trata só disso. “Seguiram a Jesus” adquire níveis mais profundos de significado ao longo deste Evangelho. Bíblia de Genebra.

38 Rabi. Ao designar Jesus como “meu mestre” os discípulos se oferecem como discípulos. Bíblia Shedd.

42 Pedro. Pedro era tudo, menos pedra; era impulsivo e instável. Em Atos, passou a ser coluna da igreja primitiva. Jesus deu-lhe esse nome, não pelo que era, mas pelo que viria a ser pela graça de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

43-53 Como testemunhar: 1) Dar a maior importância à pessoa de Cristo (36); 2) apelar aos amigos (41; 45); 3) convidar outros após sentir a emoção da descoberta pessoal (45); 4) não debater apenas com argumentos mas com desafio à investigação (46); 5) não perder tempo. Bíblia Shedd.

45 Filho de José. …uma referência que identifica Jesus por sua cidade e família. Bíblia de Genebra.

Era uma designação pública e oficial. Bíblia Shedd.

46 Nazaré. Cidade em que Jesus morou quando criança. Natanael era de Caná (21:2), uma aldeia vizinha, que parecia ter uma rivalidade local contra Nazaré. Andrews Study Bible.

48 figueira. Sua sombra era muito apreciada para o estudo e a oração em momentos de sol. Bíblia de Estudo NVI Vida.

51 vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo. Este versículo alude à visão de Jacó de uma escada, cujo topo atingia o céu e por onde os anjos subiam e desciam (Gn 28.12). Jesus Se apresenta como a realidade para a qual a escada apontava. Jacó viu num sonho a reunião do ceú e da terra e Cristo transformou-o em realidade. Bíblia de Genebra.

Filho do Homem. Jesus aplica este nome frequentemente a Si mesmo. Ele dá ênfase à Sua natureza humana, que O capacita a morrer por Seu povo. Refere-se também á figura messiânica celestial conhecida em Daniel (7.13; ver Mt 8.10, nota). Bíblia de Genebra.



JOÃO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
6 de julho de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

JOÃO 1 – Antes de Maria existir, Jesus já existia. Antes da criação, Jesus já existia. Aliás, a criação não existiria sem Cristo. Ele é o Criador que agiu no “princípio” apresentado por Moisés em Gênesis 1:1.

Quem é Jesus?

O apóstolo João O conhecia muito bem! Ele foi um discípulo bem íntimo dEle. Portanto, revelará segredos mais profundos que os outros escritores dos evangelhos.

“Provavelmente não há outro lugar no Novo Testamento em que se diga tanto, como aqui, com tão poucas palavras. Aqui estão afirmadas a singularidade de Cristo e as grandes consequências desse auto-sacrifício incorporado na encarnação. Nesse prólogo João anuncia o seu tema principal, que é a glória de Jesus Cristo demonstrada por meio de tudo o que ele disse e fez. Diferente dos outros autores, o autor do quarto evangelho começa a história na eternidade; e é a partir daqui que ele entende o significado da obra de Cristo” (F. F. Bruce).

O prólogo, os 18 primeiros versículos de abertura do evangelho, conforme destaca William Hendriksen, apresenta a Glória do Filho, como a Palavra de Deus:
• No princípio
• Na criação
• Depois da queda
• Na encarnação.

João Batista apresentou Jesus ao mundo com maestria (vs. 29-34). “Embora fosse um solitário arauto sem credenciais, ele ousou ser profeta num tempo em que a profecia estava relegada a um passado ideal. Sua única motivação era o sentido de missão para a qual veio; seu único objetivo era indicar para além de si mesmo como testemunha; sua única mensagem era a da luz […]. Um homem preocupado com a luz num tempo em que os demais homens se contentavam em viver nas trevas” (Clinfton L. Allen).

• Nos últimos versículos estão os chamados dos discípulos relacionados à singularidade do Mestre dos mestres que os convocava (vs. 35-51).

“Com a vocação de João, André e Simão, Filipe e Natanael, começou o fundamento da igreja cristã. João dirigiu dois de seus discípulos a Cristo. Então, um deles, André, achou a seu irmão, e chamou-o para o Salvador. Foi logo chamado Filipe, e este foi em busca de Natanael. Esses exemplos nos devem ensinar a importância do esforço pessoal, de fazer apelos diretos a nossos parentes, amigos e vizinhos” (Ellen G. White).

Apreciemos, vivamos e compartilhemos a luz de Jesus! – Heber Toth Armí.




%d blogueiros gostam disto: