Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LUCAS 21 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 21 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LUCAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 21 by Jobson Santos
2 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/21

Ao ler os capítulos paralelos de Lucas 21, Mateus 24 e Marcos 13, parece haver um tema consoante, o engano. Jesus adverte repetidamente para que cuidemos a fim de não sermos enganados. Os seres humanos têm a tendência de serem enganados desde que Eva foi enganada por Satanás, o qual falou mentiras acerca da personalidade de Deus por meio da serpente enganadora. Mas, aparentemente antes que o tempo chegue ao fim, o engano existirá em um nível nunca visto na história. Com a tecnologia, mensagens enganosas chegam até nós de todas as direções. Em João 14:6, Jesus chama a si mesmo de Verdade. Jesus também chama o Espírito Santo de – “O Espírito da Verdade” – que é o presente de Jesus para nós após Sua ascensão.

Nossas mentes são um mistério não físico e estão em algum lugar dentro de nossos cérebros, provavelmente no sistema límbico. É onde o Espírito Santo habita quando O convidamos a entrar. À medida que a informação chega ao nosso cérebro, nossa mente a interpreta e  um pensamento é gerado associado a essa informação. O Espírito Santo atua como um filtro em nossa mente à medida que as informações de fora chegam, dando-nos o discernimento para saber o que é venenoso e o que é saudável, guiando-nos à toda a Verdade. Tudo o que precisamos fazer é pedir.

Laurin Von Krueger
Diretora do projeto The Love Endures

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1240
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LUCAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2021, 0:50
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886 palavras

1 gazofilácio. No pátio das mulheres havia 13 caixas – em forma de trombeta – para arrecadar ofertas, com dizeres que mostravam em que essas ofertas seriam aplicadas. Bíblia de Genebra.

2 pobre. Uma palavra incomum no original (somente aqui, no Novo Testamento), que significa “muito pobre”. Ela deu todo o seu sustento (v. 4): duas moedas de cobre do mais baixo valor. Bíblia de Genebra. [Nota textual: Gr. lepta, moedas de cobre muito pequenas]. Bíblia de Genebra.

5 como o templo era adornado (NVI). “Tudo que não era revestido de ouro era do branco mais puro” (Josefo, Guerra judaica, 5.5.6). Herodes deu uma videira de ouro como um dos enfeites. Cada um de seus cachos tinha a altura de um homem. A plena exuberância do templo, conforme foi melhorado e adornado por Herodes, só veio a ser descoberta recentemente, mediante investigações arqueológicas no monte do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Sou eu! Eu sou Jesus, o Messias (vindo pela segunda vez). Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Antes, porém, de todas estas coisas. Sinaliza o início de uma nova seção. Aqui Jesus adverte aquilo que os discípulos enfrentariam imediatamente – perseguição, que se tornaria oportunidade para testemunho inspirado pelo Espírito (e.g., At 4:1-10; 26:1-31). Andrews Study Bible.

os entregarão às sinagogas (NVI). As sinagogas eram usadas, não somente para o culto e para o ensino religioso, mas também para a administração comunitária e para confinar quem aguardasse julgamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Antes, porém, de todas estas coisas. Aqui Lucas inclui (v. 12-16) uma parte do discurso profético no Monte das Oliveiras que Mateus não menciona, provavelmente porque Mateus já havia relatado quase a mesma linha de raciocínio, usando palavras bem parecidas, num discurso anterior (ver com. de Mt 10:12-16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 951.

13 Os problemas para a igreja significam também oportunidades para testemunhar. Bíblia de Genebra.

18 não se perderá um só fio de cabelo. Jesus havia recém advertido que alguns seriam mortos (v. 16); portanto, esta promessa deve olhar para a certeza definitiva da vida eterna com Deus (ver 12:7). Andrews Study Bible.

21 fujam para os montes. Quando um exército cerca uma cidade, o mais natural é buscar proteção dentro dos muros. Mas Jesus manda Seus seguidores buscar a segurança dos montes, porque a cidade estava condenada à destruição. Bíblia de Estudo NVI Vida.

montes. Só poderá ser a Transjordânia, para onde os crentes de Jerusalém fugiram antes da destruição da cidade em 70 d.C. Bíblia Shedd.

os que estiverem nos campos não entrem nela [em Jerusalém]. …moradores das áreas rurais, que vivem em pequenas cidades e vilas. CBASD, vol 5. p. 951.

22 estes dias são de vingança, para se cumprir tudo o que está escrito. Uma referência às maldições pela desobediência (ver Dt 27:11-26; 28:15-69). CBASD, vol 5. p. 951.

23 ira contra este povo. Ou seja, contra os judeus (ver com. de Mt 23:35; cf 5:29; sobre o plano de Deus para Israel e sua rejeição como nação, ver vol. 4, p. 13-17). CBASD, vol 5. p. 951.

24 serão levados cativos. Em conexão com a aplicação a Daniel acerca da restauração do cativeiro babilônico (ver com. de Dn 9:24, 25), foi acrescentada uma advertência de que a repetição dos erros que ocasionaram o exílio numa segunda destruição de Jerusalém e do templo (ver com. de Dn 9:26, 27). É a esta segunda destruição e à dispersão dos judeus que Cristo se refere aqui (ver com. de Mt 24:15-290; cf Lc 21:20). CBASD, vol 5. p. 952.

tempos dos gentios. A aparente autonomia que os judeus desfrutaram sob domínio romano, até 70 d.C., não foi restaurada; e, desde aquele ano, Jerusalém sofreu controle gentílico. Por causa da revolta de Bar Cocheba, reprimida em 135 c.C., todos os judeus foram proibidos de entrar na cidade, com ameaça de morte para a desobediência. Desde o ano 70 d.C., o templo não foi mais reconstruído. Romanos, sarracenos, normandos, turcos, cruzados e árabes, dentre outros, estiveram no controle da cidade e da antiga área do templo. Durante a guerra dos “seis dias”, no ano de 1967, Israel assumiu controle de toda a cidade, mas não da antiga área do templo (ver p. 65, 66). CBASD, vol 5. p. 952.

26 haverá homens que desmaiarão de terror. A última parte do versículo diz que o principal motivo para os seres humanos desmaiarem de terror é o abalo dos “poderes dos céus”. A cena aqui retratada recorre durante a sétima praga e sexto selo (PE, 41; GC, 636). “Os ímpios contemplam a cena com horror e espanto” (GC, 636), pedindo às montanhas e rochas que caiam sobre eles (Ap 6:14-17). CBASD, vol 5. p. 952.

28 erguei a vossa cabeça. Os seguidores de Jesus podem olhar estes sinais assustadores (vv 7, 11, 25) com confiança e alegria, sabendo que seu Salvador está voltando para eles. Andrews Study Bible.

redenção. Esta palavra significa livramento mediante o pagamento de um preço. Jesus pagou o preço no Calvário e agora ele olha para o cumprimento final daquilo que o livramento significa. Bíblia de Genebra.

31 está próximo o reino de Deus. Isto é, o reino da glória, em contraste com o reino da graça (ver com. de Mt 4:17; 5:2). CBASD, vol 5. p. 952.

34 orgia. Do gr kraipale, “intoxicação” ou “ressaca”. … Escritores gregos da área médica usavam kraipale para se referir a náusea e letargia que ocorrem após o excesso de bebidas. CBASD, vol 5. p. 952.

preocupações. Isto é, “ansiedade”, “Inquietações”. CBASD, vol 5. p. 952.

36 vigiai. Do gr agrupneo, “ficar sem sono”, literalmente, “manter-se desperto”. CBASD, vol 5. p. 952.

estar em pé na presença do Filho do Homem. Este é o objetivo supremo da vida cristã. CBASD, vol 5. p. 952.



LUCAS 21 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de julho de 2021, 0:45
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“Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem” (v.36).

Enquanto alguns estavam deslumbrados com a beleza do templo, estava “Jesus a observar” (v.1) as pessoas que iam ao templo. Parece que Ele parou ali com o objetivo definido de desviar os olhos dos discípulos do material para o espiritual. Aquela viúva é um exemplo da abnegação e vida de renúncia que deve reger o discipulado. A questão aqui não é o fato de ser rico ou pobre, mas em como estamos aplicando os recursos na adoração e que lugar eles ocupam em nossa vida. Jesus deixou bem claro que ricas ofertas e um belo templo não representam segurança espiritual, e sim, a vigilância segundo a verdade das Escrituras (v.33) e uma vida de constante oração.

Ao relatar os sinais que antecederiam dois grandes eventos, Cristo introduziu o Seu discurso com a seguinte advertência: “Vede que não sejais enganados” (v.8). O engano foi a causa da primeira queda, pois que Eva foi enganada pela serpente. Abel foi enganado por Caim. Isaque foi enganado por Jacó. Jacó foi enganado por seus filhos. E o engano foi tomando proporções maiores, de modo que o Senhor nos deixou a Sua Palavra escrita, a fim de que não sejam enganados aqueles que O amam. A destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. aconteceu precisamente como Jesus predisse. A História nos diz que não somente os sinais preditos se cumpriram como também Deus suscitou um profeta que andou pelas ruas de Jerusalém declarando a destruição vindoura e que o momento da oportunidade foi aproveitado pelos cristãos, que, confiando na ordem de seu Mestre, fugiram “para os montes” (v.21).

À luz deste evento passado, Jesus nos convida a olhar para o evento futuro. A Sua segunda vinda é precedida de sinais e maravilhas no céu, na terra e no mar (v.25). O Criador nos convida a olhar tudo o que está acontecendo não com terrível expectativa (v.26), mas com alegre esperança (v.28). Diante das desgraças e sofrimentos destes últimos dias a aflição se torna inevitável. Milhares estão padecendo os resultados de milênios de pecado. Mas o Salvador também nos convida a olhar para o tempo presente e, como Ele, parar para observar não as riquezas ou o que o mundo entende como digno de admiração, mas à importante obra a ser realizada e revelada em nós a fim de que estejamos “em pé na presença do Filho do Homem” (v.36).

Como o povo que “madrugava para ir ter com” Jesus, “a fim de ouvi-Lo” (v.38), necessitamos desta predisposição diária. Vigiar e orar significa silenciar o coração para ouvir a voz de Deus. Um processo que deve ser diário, constante e crescente. À medida que nos aproximamos de Cristo, entendemos a importância de Suas palavras: “É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma” (v.19). Oh, amados, é tão triste pensar que muitos de nós seremos perseguidos por “pais, irmãos, parentes e amigos” (v.16)! A não ser que nossa fé esteja bem alicerçada num fiel “Está escrito”, mediante um relacionamento pessoal e íntimo com o Senhor, não suportaremos o que está por vir.

O Espírito Santo diz a cada um de nós, hoje: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37). Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, perseverantes de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Lucas21 #RPSP



LUCAS 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2021, 0:40
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LUCAS 21 – Você já se preparou para o maior evento prestes a acontecer no mundo? Estude o capítulo em pauta, depois leia abaixo…

1. Jesus mostra que fé independe do templo e, riqueza não evidencia a vida consagrada. O consagrado pode ser pobre tanto quanto o perdido pode trabalhar no templo e ainda ser rico (vs. 1-5).
2. Jesus apresenta aos judeus que fundiam as Suas duas vindas em uma só, aplicando características da segunda na primeira; confundindo, assim, a compreensão do povo.

Antes do segundo advento de Cristo,
• …haveria muitas dores, devido às dificuldades morais, sociais, políticas, econômicas e religiosas, e para isso seria necessário confiar nAquele que cuida até mesmo dos cabelos da cabeça e, perseverar firme na fé (vs. 7-19).
• …a cidade de Jerusalém seria destruída, seus habitantes mortos e espalhados: Os principais culpados da rejeição do Salvador sofreriam as consequências de suas escolhas (vs. 20-24).
• …haveria sinais no céu, na terra e no mar, objetivando o despertar do povo para o maior evento que ocorrerá no Universo (vs. 25-28).
• …as pessoas deverão se avivar ao perceber que o dia extraordinário está se aproximando como se percebe a aproximação do verão (vs. 29-36).

Na parábola da figueira, “nossa atenção é dirigida ao tempo em que nos é possível saber que a vinda de Cristo está ‘às portas’ com a mesma segurança que sabemos estar próximo o verão ao vermos as primeiras tenras folhas nascendo nas árvores […]. Ao chegar o momento de aprender a parábola, podemos estar certos de que é chegado o tempo em que Deus vai levantar mestres para ensiná-la” (J. N. Loughborough).

Na década de 1840, Deus levantou um povo que apregoaria com poder pentecostal a doutrina esquecida do segundo advento de Cristo. Após 1840, muitos evangelistas se tornaram avivalistas do advento. Pastores e pregadores de variadas denominações se uniram no movimento adventista para despertar o mundo para o maior dos eventos descritos na Bíblia.

A destruição de Jerusalém se deu em 70 d.C.; o escurecimento do sol e da lua aconteceu em 1780; a queda de estrelas, em 1833; as duas guerras mundiais no século XX.

Os sinais já foram interpretados e divulgados. Só falta Jesus aparecer. Portanto, não meça esforços para relacionar-se com Jesus (vs. 37-38)! – Heber Toth Armí.




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