Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 13 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JOÃO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 13 by Jobson Santos
18 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/13

Desde o ano passado, celebrar a Santa Ceia tornou-se mais difícil devido às restrições e vários protocolos em vigor por causa da pandemia de COVID. Talvez o mais frustrante para alguns membros da igreja tenha sido a necessidade de eliminar o lava-pés da cerimônia. Algumas pessoas preferem dar mais importância às formas e costumes de como a Santa Ceia é realizada, dentro de seu contexto cultural, em vez de valorizar o significado prático, profundo e rico encontrado nos símbolos da cerimônia. Quer estejamos falando sobre o pão, o vinho ou o lava-pés, é fundamental lembrar que esses símbolos não são, em si mesmos, um fim. Em vez disso, eles apontam para algo maior do que nós – ou seja, a pessoa de Jesus Cristo e seu sacrifício por nós.

Será que o exemplo de Jesus em João 13 pretendia apenas ser uma instrução para praticarmos a “humildade” quatro vezes por ano, lavando os pés de um amigo que provavelmente já esteja bem limpo? O símbolo é importante, mas o significado prático pretendido com ele é muito mais importante!

Sejamos pessoas que permitem que os símbolos da Santa Ceia sejam expressos em nossa vida diária, enquanto vivemos seu significado de maneira prática com aqueles que nos rodeiam, e enquanto proclamamos a morte e a ressurreição de Jesus até que Ele volte.

Tye Davis
Pastor, Igreja Adventista de Regensburg, Alemanha

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1256
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOÃO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de julho de 2021, 0:50
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1064 palavras

13.1 – 17.26 O relato dos acontecimentos no cenáculo registrado em João é muito maior que o constante em todos os demais evangelhos… …devemos a João a maior parte das informações sobre o que o Senhor disse a Seus discípulos naquela noite. Uma característica do relato é a ênfase que Jesus dá ao amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este amor é ilustrado na comovente cena do lava-pés, na qual o Filho de Deus não desdenha realizar o mais humilde trabalho de um servo (Fp 2.7-8). Bíblia de Genebra.

1 amou-os até ao fim. A expressão ainda pode ser traduzida como “ao extremo”, significado que pode ser aplicado aqui, embora a tradução literal, “até ao fim”, também seja apropriada ao contexto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1142.

2-5 Um contraste vivo entre Judas que serve a si mesmo e Jesus, que Se dá a Si mesmo. Bíblia de Genebra.

3 sabendo. Este que o Pai tudo confiara às Suas mãos. A humilde conduta de Jesus não foi porque ele tivesse esquecido a sua condição de Filho encarnado de Deus. Seu ato demonstra que condição superior e privilégio não são razão para a arrogância, porém são altas credenciais para o serviço. Bíblia de Genebra.

viera de Deus.Isto é mencionado para ressaltar que, enquanto lavava os pés empoeirados dos discípulos, Jesus estava plenamente consciente de Sua divindade. O ato foi, assim, uma suprema demonstração de humildade. CBASD, vol. 5, p. 1142.

5 lavar os pés aos discípulos. O lava-pés era um elemento comum de hospitalidade num país poeirento, onde as pessoas usavam sandálias (cf. Lc 7.44). Esta tarefa era geralmente realizada pelo membro mais humilde da casa. Bíblia de Genebra.

10 Quem já se banhou. A lavagem completa do discípulo simboliza-se no batismo; nesse ato o crente se identifica pela fé com o batismo de Cristo na cruz (cf 3.3, 5; At 2.38; Rm 6.1-11; Tt 3.5; Hb 10.22; 1 Pe 3.18ss). Bíblia Shedd.

não necessita senão lavar os pés. Representa a necessidade da confissão diária dos pecados para manter a comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.

11 Ele sabia quem era o traidor. A ação de Judas foi de sua própria decisão, livre e responsável, contudo foi levada a efeito de acordo com o plano de Deus. Bíblia de Genebra.

15 Eu vos dei o exemplo. A humildade de Cristo é um padrão para seus discípulos. Ao invés de aspirar a dominar, eles devem estar ávidos a servir (Mt 20.26-28; Fp 2.5-8; 1Pe 2.21). Bíblia de Genebra.

A ordenança [do lava-pés] tem um triplo significado: (1) Simboliza a purificação do pecado. O batismo simboliza a primeira purificação experimentada pelo crente. A purificação das contaminações que se acumulam posteriormente é simbolizada pelo lava-pés. Como no caso do batismo, o rito não tem nenhum significado a menos que o participante, pelo arrependimento e pela conversão, tenha renunciado ao pecado em sua vida. Não há nenhum mérito em si no lava-pés. Só quando há um adequado preparo preliminar é que a cerimônia passa a ter significado. (2) Simboliza uma renovada consagração ao serviço. O que participa e se inclina para lavar os pés de seus irmãos indica, desta forma, que está disposto a se empenhar no serviço do Mestre, não importa quão humilde seja esse serviço. (3) Tipifica o espírito de companheirismo cristão. A ordenança é, assim, um serviço preparatório adequado para a participação na Ceia do Senhor (ver DTN, 642-651). CBASD, vol. 5, p. 1144.

17 se as praticardes. …nossas obras … são a evidência da verdadeira fé. Confiança e obediência são inseparáveis. Bíblia de Genebra.

18 que se cumpra. A profecia não havia decretado que Judas devia trair o Senhor. A presciência divina previra o que aconteceria (ver com de Jo 12:39). CBASD, vol. 5, p. 1145.

19 antes que aconteça. Se Jesus não tivesse dito de antemão aos discípulos que Judas desertaria, eles poderiam ter concluído que Ele cometera um erro de julgamento ao permitir que Judas fosse um dos doze. A escolha de Judas tinha sido uma ideia, não de Jesus, mas dos próprios discípulos (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 1145.

A veracidade de uma predição anterior era a marca de um verdadeiro profeta, e a falsa predição era o caminho seguro para discernir o falso profeta (Dt 18.18-22). Bíblia de Genebra.

22 sem saber a quem ele se referia. Judas tinha ocultado seu propósito traidor tão cuidadosamente que os outros discípulos nada perceberam. Cada discípulo começou a temer que ele pudesse ser o elo fraco (Mt 26.22). Bíblia de Genebra.

26 É aquele a quem Eu der o pedaço de pão molhado. No médio oriente, ainda hoje, receber primeiro um bocado da mão do hospedeiro significa uma grande honra. Judas continuou como o alvo da graça de Cristo até que “saiu” (30). Bíblia Shedd.

27 Tão logo Judas comeu o pão. Se dar o pão a Judas era sinal de honra, parece também ter sido um último apelo – ao qual Judas não aceitou. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A recusa de Judas em responder ao apelo de Jesus abriu o seu coração para o controle de Satanás. Bíblia de Genebra.

30 Judas saiu. E era noite. Considerando o realce que João atribuía ao conflito entre a luz e as trevas, essa anotação pode ser mais que uma referência ao horário – também uma referência às trevas na alma de Judas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31-32 glorificado. O verbo é repetido cinco vezes. Podia-se esperar a palavra oposta (“humilhado”), porque, na linguagem de Paulo, Jesus desceu ao último degrau de Sua profunda “humilhação”, sendo pendurado na cruz sob a maldição divina (Gl 3.13). Porém, João faz o foco incidir sobre a glória de Deus através de Cristo, para mostrar a glória de Deus revelada especialmente na cruz. Bíblia de Genebra.

Aqui, a ideia da glória compreende uma referência à morte sacrifical de Jesus na cruz e à salvação dela resultante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Um novo mandamento. Em certo sentido, era antigo (v. Lv 19.18), mas para os discípulos de Cristo era novo, por ser sinal da fraternidade gerada entre eles pelo grande amor de Cristo por eles (cf. Mt 22.37-39; 12.30, 31; Lc 10.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O novo elemento é a mudança de “próximo” para “uns aos outros” e a mudança de “a si mesmo” para “como Eu vos amei”. O amor cristão tem o amor sacrifical de Cristo como seu modelo e a comunidade de crentes como o primeiro lugar (ainda que certamente não exclusivo) onde esse amor se expressa (cf. Mt 25.40; Gl 6.10; Ef 5.25). Bíblia de Genebra.

36 mais tarde, porém, me seguirás. Esta é uma profecia a respeito do martírio de Pedro (21.18-19). Bíblia de Genebra.



JOÃO 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de julho de 2021, 0:45
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“Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (v.35).

Diferente dos demais evangelhos, João não faz menção dos símbolos da ceia, mas também é o único que relata o momento que a antecedeu. Devido às estradas poeirentas e sandálias nos pés, era costume nas casas lavar os pés dos convidados. Mas esta atribuição era dada ao servo da casa que geralmente se tratava de um estrangeiro. Como era considerada uma tarefa humilhante, na ausência do servo nenhum judeu que prezasse por sua reputação aceitaria tal encargo.

Quando os discípulos perceberam o que Jesus estava prestes a fazer, ficaram tão chocados com tal experiência, que palavra alguma poderia expressar o que sentiram naquele momento. Até que Pedro, indignado ao ver o seu Mestre em posição de escravo, rompeu o silêncio com a pergunta que ecoou naquele cenáculo: “Senhor, Tu me lavas os pés a mim?” (v.6). O discípulo impetuoso e de respostas rápidas, não satisfeito com a resposta de Jesus, pensou estar agindo melhor do que seus companheiros ao declarar: “Nunca me lavarás os pés” (v.8). Pedro não compreendia o real sentido do que Cristo realizara. Que nas estradas empoeiradas da vida, precisamos ser portadores de alívio e conforto.

Compreendeis o que vos fiz?” (v.12) foi a difícil pergunta feita por Jesus aos Seus doze discípulos perplexos. Ele nos deu exemplo de como devemos servir uns aos outros; de como a mais humilde tarefa pode resultar na mais sublime recompensa. O coração de Jesus, no entanto, estava dividido entre a solenidade de tal ensinamento e a profunda angústia quanto ao que O havia de trair. Após ter seus pés lavados pelo Mestre, Judas questionou ainda mais a respeito da Sua confiabilidade. Era mesmo Jesus o Libertador que tanto aguardava? E ao comer do “pão molhado” (v.26), assinou sua sentença de morte.

A forma como Jesus tratou a Judas e tentou tocar-lhe o coração foi uma inquestionável amostra da grandeza de Seu amor incondicional. Ele não Se negou a lavar-lhe os pés, nem tampouco o privou de participar da ceia. Judas recebeu os mesmos privilégios dos demais e de nenhum modo foi subjugado. Pelo contrário, foi amado até o fim, ainda que tenha escolhido rejeitar tamanho amor. Jesus lavou os pés daquele que sabia que O trairia, nos dando exemplo, para que como Ele fez, façamos nós também (v.15).

Jesus não fez uma substituição de mandamentos, mas nos deu “novo mandamento“, ou seja, o mesmo mandamento renovado com o aval de Seu perfeito amor: “assim como Eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (v.34). Assim como Ele honrou Seus pais terrestres, não matou, não adulterou, não roubou, não disse falso testemunho contra o próximo e nem cobiçou nada de ninguém, “façais vós também” (v.15). O próprio João escreveu em uma de suas cartas: “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo… Todavia, vos escrevo novo mandamento… Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas” (1Jo.2:7-9).

Todos conhecerão que somos discípulos de Cristo quando aceitarmos nos cingir com a toalha da humildade e deitar água na bacia do perdão. Jesus não aprovou a atitude de Judas, mas lhe deu a oportunidade de ser transformado por Seu amor. Isso nos ensina que, ainda que nossas tentativas sejam frustradas, nossa reação não deve corresponder à dureza de coração de quem rejeita o amor que lhe ofertamos, mas deve estar acima de toda e qualquer represália. É fácil? Não, amados. Mas com Cristo se torna possível. Que o amor de Jesus transforme a nossa vida dia após dia, nos tornando conhecidos como Seus discípulos. Vigiemos e oremos!

Bom dia, discípulos de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 13 – Comentário do pastor Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
18 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 13 – Todos os que têm parte com Cristo devem participar da Santa Ceia (ilustrado no caso de Pedro), embora nem todos os que participam tem parte com Cristo (ilustrado no caso de Judas).

Assim como Jesus fez, Seus servos devem tratar os Pedros e os Judas com bondade, não com indiferença. Jesus conhecia o coração de ambos, mas não impediu nenhum deles de participar da cerimônia tão sagrada como é Ceia instituída para relembrar Sua morte.

Humildade e serviço pautados pelo amor genuíno formam a característica basilar do cristianismo. Sem amor real regendo nossas ações o cristianismo perde sua essência.

• De que adianta cumprir todas as práticas religiosas sendo uma pessoa egoísta, avarenta, orgulhosa, arrogante, ambiciosa, fraudulenta e traidora?

O amor transcende aos erros alheios, trata os Judas da igreja assim como trata os Pedros, sempre com amor. Em outras palavras, assim como Jesus amou, também devemos amar uns aos outros. Jesus deu Sua vida por pecadores de todos os tipos (inclusive a nós), Ele não os evitou nem os desprezou. Devemos agir da mesma forma!

Discípulos sem amor são como carros velozes sem motor. Ou como potentes aviões sem combustível.

Reflita nestes pontos:
• Em relação ao que parece natural à natureza humana referente à grandeza, Jesus mostrou uma direção oposta: Em vez de riqueza, fama e poder é necessário viver a humildade e o serviço à humanidade, apesar de suas mazelas (vs. 1-11).
• Em relação ao que parece natural à alma da liderança, Jesus apontou um caminho contrário: O líder verdadeiro não é aquele que está acima dos liderados ou que manda mais, é aquele que ama e serve mais, inclusive pessoas indignas desse amor e serviço (vs. 12-38).

“Na Santa Ceia, quando Jesus ‘tomando uma toalha, cingiu-Se com ela’ para lavar os pés dos discípulos (João 13:4-15), Ele ensinou repetidamente que a realização não vem do poder mas do serviço. Foi por isso que Ele ordenou [o que temos nos versículos 14-15]. ‘Sejam como Eu’, Jesus está dizendo. ‘Sirvam como Eu. Amem como Eu. Vivam como Eu’. Não é suficiente tomar o título de diácono ou diaconisa, ancião ou pastor, bispo ou presidente. Ao contrário, tome a toalha. Sem tornar-se um servo, não pode haver liderança no ministério” (Jon Paulien).

Reflita! – Heber Toth Armí.




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