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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/6
Jesus multiplicou o almoço de um menino em pão e peixe para saciar a fome de 5.000 homens, além de mulheres e crianças. As pessoas ficaram impressionadas! Quem melhor do que este para ser nosso rei?!
Então Jesus disse: “A carne para nada aproveita?” Mas “a carne” não é tudo o que conhecemos como realidade?
Outro dia, Jesus disse: “Ame ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua mente e de todas as tuas forças.” “Força” representa o nosso ser físico, incluindo tudo o que temos e fazemos com o nosso corpo.
Salomão em Provérbios fala sobre o mundo prático. Ele nos lembra repetidamente de prestar atenção para onde estamos indo e o que estamos fazendo – o que faz sentido, porque é aqui e agora que vivemos para a glória de Deus.
Mas “O que você se beneficia se ganhar o mundo inteiro e perder a própria alma?”
Então, como encontramos vida para a nossa alma? Jesus disse: “As palavras que eu vos digo: são espírito e são vida!” Ele oferece a Sua carne para “comermos” e o Seu sangue para “bebermos” – representando a vida que Ele abriu mão na cruz a fim de que pudéssemos ser salvos. Nós O aceitamos pela fé e assim Ele vive a Sua vida em nós.
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1249
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1320 palavras
1-71 Este capítulo é o ponto crucial dos caps. 2 – 12. Revela a identidade de Jesus como Aquele enviado do Pai (vs. 38, 44, 46, 50-51, 57); de maneira figurada, distingue entre a fé e a descrença através da ilustração do comer e do beber a carne e o sangue de Jesus (vs 53-58); narra a crescente rejeição, motivada pela descrença com que Jesus Se defrontou (vs 41-42, 60-66). Os sinais, neste capítulo, recordam os correspondentes eventos salvíficos na história de Israel. Indicam que Jesus cumpre a tipologia da Páscoa, do êxodo e da provisão de alimento no deserto. Bíblia de Genebra.
1-15 A multiplicação dos pães para os 5 mil é o único milagre, afora a ressurreição, que se encontra em cada um dos quatro evangelhos. Demonstra que Jesus supre as necessidades humanas, e monta o cenário que testemunhará dEle como o Pão da Vida (v. 35). Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 mar de Tiberíades. O nome romano para o lago da Galileia. Uma indicação de que João estava escrevendo tendo em mente os não-judeus. Andrews Study Bible.
5-13 O único milagre encontrado nos quatro Evangelhos. Uma demonstração do poder criativo e divindade de Jesus. Ver 1:1-3. Andrews Study Bible.
5 para lhes dar de comer. Reminiscência de Nm 11.13, onde Moisés faz uma pergunta semelhante. Bíblia de Genebra.
7 duzentos denários. Aproximadamente o salário de 200 dias de trabalho. Andrews Study Bible.
15 fazê-Lo rei. Eles esperavam que Ele os livraria dos romanos, como Moisés livrou os israelitas do Egito. Andrews Study Bible.
Jesus rejeitara a versão mundana da realeza por ser tentação do diabo (Mt 4.8-10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 trinta estádios equivalem a cerca de 5 a 6 km. Bíblia Shedd.
20 Sou Eu. Do gr ego eimi, “eu sou”. Estas palavras são repetidamente encontradas na LXX como tradução do heb. ‘ani hu’, “Eu [sou] Ele”, uma declaração de Yahweh de que Ele é Deus (ver Dt 32:39; Is 43:10; 46:4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1075.
Em face do temor dos discípulos, Jesus pronuncia “Sou Eu”… Isso não deixaria de chamar a atenção ao fato que Ele Se chamaria pelo nome divino (cf 8.24, 28). Bíblia Shedd.
21 e logo chegaram à praia. Alguns acham que se trata aqui de mais um milagre. De qualquer maneira, a chegada segura do barco implicitamente atribui o feito a Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 à Sua procura. A busca de Jesus é nobre unicamente quando a motivação é certa. Aqui deparamos puro materialismo (26). Bíblia Shedd.
26-27 sinais. Os milagres de Jesus apontavam para realidades espirituais, mas o povo estava pensando em um nível material. Andrews Study Bible.
27 vos dará. Nós não ganhamos vida eterna; ela é um dádiva [dom, presente]. Andrews Study Bible.
Jesus aponta para o significado espiritual do milagre, que é estabelecer o selo de Deus como aprovação de Seu ministério e identificá-Lo como o Filho do Homem, o Messias prometido. Bíblia de Genebra.
28 realizar as obras de Deus. Os judeus pensaram na possibilidade de aprender a fazer os milagres como Jesus e Moisés fizeram. Jesus esclarece que a “obra” que antecipa todas as obras (14.12) é a fé submissa em Cristo, o Enviado de Deus. Bíblia Shedd.
Não tinham percebido a lição de que a vida eterna é dádiva de Cristo, e pensavam sob o aspecto de alcançá-la mediante obras piedosas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 A obra de Deus é … crer. Crer em Jesus Cristo é a “obra” indispensável que Deus requer – a qual conduz à vida eterna. Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 maná. Ver Êx 16. Havia uma tradição de que quando o Messias viesse, faria cair novamente maná em uma Páscoa. Andrews Study Bible.
32 Não foi Moisés. Jesus os corrigiu, mostrando que o maná do deserto não procedera de Moisés, mas de Deus, e que o pai ainda “dá” (é importante esse tempo no presente) o verdadeiro pão do céu (a vida por meio do Filho). Bíblia de Estudo NVI Vida.
33 O que desce do céu e dá vida ao mundo. Jesus não ensina aqui a salvação universal, mas a relevância e o apelo universais de Sua obra salvadora (3.16, nota). Bíblia de Genebra.
34 desse pão. Provavelmente outro equívoco, como o da mulher junto ao poço (4.14; cf tb. Nicodemos: 3.4). A mente deles seguia balizas materialistas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 Eu sou o pão da vida. primeira das sete reivindicações introduzidas por “ego eimi” (6.35; 8.12, 28; 10.7; 11.11, 25; 15.1; cf Êx 3.14n). Bíblia Shedd.
39 que nenhum Eu perca de todos os que Me deu. Não “uma vez salvo, sempre salvo”. O objetivo de Deus é que todos se salvem, mas ninguém é forçado a responder positivamente. Ver 17:12. Andrews Study Bible.
40 vida eterna… o ressuscitarei no último dia. A morte não pode destruir a vida que Cristo dá. Bíblia de Estudo NVI Vida.
41 Murmuravam, pois, dele os judeus. Esta atitude é semelhante à dos israelitas no deserto, que murmuravam contra Moisés e Arão (Êx 16.7; 17.3; Nm 11.1). Bíblia de Genebra.
51-58 Jesus emprega a linguagem do comer e do beber para ilustrar a intimidade entre Cristo e o crente. Bíblia de Genebra.
51 minha carne, que Eu darei. Antevendo o Calvário. Bíblia de Estudo NVI Vida.
52 “Carne” e “sangue” significam a plena humanidade de Cristo ( 1 Jo 4.2, 3). No sacrifício o sangue obrigatoriamente pertencia a Deus (Gn 9.4; Dt 12.16, 23) porque nele estava a vida. Jesus declara que se não assimilarmos Sua vida não participamos nEle. Bíblia Shedd.
53 beberdes o Seu sangue. …comer Sua carne e beber Seu sangue significa apropriar-se de Sua vida pela fé. “Comer a carne e beber o sangue de Cristo é recebê-lo como Salvador pessoal, crendo que Ele perdoa nossos pecados, e nEle ficamos completos” (DTN, 389). CBASD, vol. 5, p. 1075.
53 se não comerdes… e não beberdes… não tendes vida. Fora da união pessoal com o Salvador, não há salvação. Bíblia de Genebra.
53-58 É simplesmente impossível que a declaração absoluta de Jesus no v. 53 … seja referência direta à ceia do Senhor. Certamente Ele não ensina que receber esse sacramento seja o grande requisito para a vida eterna, nem que essa é a única ordenança pela qual Cristo e Seus benefícios salvíficos são recebidos. Nesse mesmo discurso Ele ressalta a fé em consequência do testemunho a respeito dEle. Bíblia de Estudo NVI Vida.
54 quem comer. Do gr trogon, um particípio presente que indica comer continuamente, alimentar-se constantemente. Não é suficiente participar uma única vez da vida de Cristo. Os crentes precisam de nutrição espiritual contínua, alimentando-se dAquele que é o pão da vida. CBASD, vol. 5, p. 1075.
55 verdadeira. quer dizer, “a única”. Bíblia Shedd.
59 Cafarnaum. Evidentemente, toda a cena de 6:22-71 aconteceu na sinagoga de Cafarnaum. Andrews Study Bible.
60 dura. De difícil aceitação, não de difícil entendimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Duro é este discurso. Referindo-se aos versos 50-59. Jesus não se conformava às suas expectativas messiânicas. Andrews Study Bible.
discípulos. A fala de Jesus dividiu até mesmo os discípulos. Andrews Study Bible.
63 a carne para nada aproveita. O sucesso nesta vida é relativamente de pouca importância em contraste com a eternidade. Andrews Study Bible.
palavras de vida eterna. Expressão genérica; Pedro não se referia a uma fórmula falada, mas ao conteúdo global dos ensinos de Jesus. Percebia a verdade do v. 63. Bíblia de Estudo NVI Vida.
66-71 Um ponto crucial neste Evangelho. Muitos de seus discípulos, juntos com a multidão, rejeitaram a Cristo em sua descrença, enquanto os Seus discípulos, que permaneceram fiéis (como mostra a confissão de Pedro), aprofundaram sua fé nEle. Bíblia de Genebra.
69 temos crido e conhecido que Tu és o Santo de Deus [ARA, NVI; NKJV: o Cristo]. A identidade de Jesus, como mostrada no Evangelho de João, é a chave para uma fé consistente e estável. Andrews Study Bible.
Como os verbos gregos estão no tempo perfeito, significam “Já entramos num estado de fé e de conhecimento que tem continuado até o tempo presente”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
70 um diabo. Judas (v. 71) se oporia a Cristo movido pelo espírito de satanás. Bíblia de Estudo NVI Vida.
70-71 Dá a entender que Judas não compartilhou da confissão de fé que Pedro fez no v. 69. Mesmo entre os doze havia um que colocava a posição mundana acima das coisas eternas. Andrews Study Bible.
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“Eu sou o Pão da Vida” (v.48).
Há algo de muito especial nesta declaração de Jesus. Após o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, Seu ministério nunca foi tão aclamado pelas multidões. Percebendo o grande poder que dEle emanava, as expectativas do povo cresceram não no sentido de reconhecer o Cristo das Escrituras, mas de fazer dEle o rei que levantaria uma nação livre de enfermidades e farta de pão. Conhecendo-lhes as intenções, Jesus “retirou-Se novamente, sozinho, para o monte” (v.15). A oração particular era um hábito do qual Ele não abria mão.
Nesse meio tempo, Seus discípulos navegavam “rumo a Cafarnaum” (v.17), quando o barco foi impelido por fortes ventos. E aquela situação, que já era assustadora o suficiente, se agravou ainda mais quando avistaram um vulto humano “andando por sobre o mar” (v.19). Aterrados com aquela visão e possuídos de medo pela possibilidade de perecerem, uma voz familiar lhes acalmou o coração: “Sou Eu. Não temais!” (v.20). Eles O receberam com alegria e “logo o barco chegou ao seu destino” (v.21). Apesar de João não fazer menção da experiência de Pedro ao andar sobre as águas, ela foi, certamente, uma das mais fortes experiências do apóstolo e de seus companheiros com o seu Mestre.
A multidão estava ávida por cumprir o seu propósito. Uma busca desenfreada começou e não desistiriam até encontrar Aquele que acreditavam ser um tipo de Moisés, um novo líder de Israel. Mas o encontro que julgavam ser a solução de suas dificuldades materiais, tornou-se para eles em decepção. Até mesmo os que antes diziam segui-Lo, escandalizaram-se diante da afirmação de que Cristo “é o Pão da Vida” (v.35). Jesus foi enviado pelo Pai para suprir as nossas necessidades não só físicas e materiais, mas, sobretudo, espirituais. E ali estava Ele, oferecendo àquele povo o inigualável privilégio do alimento espiritual que redunda em vida eterna. Mas Ele sabia, “desde o princípio, quais eram os que não criam e quem O havia de trair” (v.64).
De toda aquela multidão, bem como a quantidade de cestos que sobrou na multiplicação, apenas os doze discípulos permaneceram com Jesus. No entanto, mesmo entre os doze, havia um que, no íntimo, alimentava o mesmo sentimento das multidões e a falsa esperança de que, mais cedo ou mais tarde, Jesus iria Se revelar como o rei que os libertaria do jugo romano. Tanto Judas quanto aquele povo representam um falso cristianismo firmado não em Cristo e Suas palavras, mas no delicado alicerce de areia das vontades humanas.
A experiência sobrenatural de Pedro ao andar sobre as águas, o levou a declarar:
“Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que Tu és o Santo de Deus” (v.68-69). Em outras palavras, Pedro, inspirado pelo Espírito Santo, confirmou o que Jesus disse em João 14:6. Vejamos:
“Senhor, para quem iremos?”, Jesus é o Caminho; “Tu tens as palavras”, Jesus é a Verdade; “da vida eterna”, Jesus é a Vida. Quando nos aproximamos de Jesus desta forma, é inevitável crer e conhecer que Ele é o Pão da Vida, o Santo de Deus, o nosso Salvador. Experimente Jesus Cristo e creia que, se preciso for, Ele andará por sobre as águas da aflição com você e estará na embarcação de sua vida até que possas chegar “ao seu destino” (v.21) final: a eternidade com Ele. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, aqueles que andam com Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #João6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOÃO 6 – Os milagres de Cristo descritos por João são seletivos, com objetivos claros. São apenas sete milagres identificados por sinais:
• Primeiro: Jesus transformou abundantes águas em vinho melhor do que aquele que era servido antes de acabar no casamento (João 2);
• Segundo: Jesus curou o filho do oficial romano estando longe desse filho (João 4);
• Terceiro: Jesus curou o paralítico de Betesda com 38 anos de idade, sem tocá-lo (João 5);
• Quarto: Jesus multiplicou pães e peixes para uma grande multidão (João 6:1-15);
• Quinto: Jesus andou por sobre as águas e salvou Seus discípulos (João 6:16-21);
• Sexto: Jesus curou um cego de nascença depois que ele se distanciou e lavou-se no tanque de Siloé (João 9);
• Último milagre: A ressurreição de Lázaro que esteve quatro dias morto (João 11).
O objetivo de João era mostrar milagres que Jesus fez sem tocar em quem precisava dEle. O único milagre citado por João em que Jesus tocou o necessitado é no caso do cego; contudo, o milagre só aconteceu quando ele se distanciou de Jesus obedecendo-O ao lavar seus olhos no tanque de Siloé.
Tudo isso está em harmonia com o propósito de João, que escreveu sobre Cristo quando já se havia passado mais de meio século que Ele subira ao Céu. Estando invisível entre as pessoas, João queria desenvolver a fé e estimular a crença cristã em seus leitores.
Do capítulo 6, temos ainda alguns pontos a considerar:
• Após alimentar a numerosa multidão tendo apenas cinco pães de cevada e dois peixinhos emprestados de um menino e, de haver andado por sobre as águas, Jesus revelou-Se como o Pão da Vida enviado do Céu para saciar a fome da alma da humanidade (vs. 1-40).
• Após Seu poderoso sermão, os ouvintes de Jesus tiveram reações confusas sobre Ele, e muitos O abandonaram dizendo: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (vs. 41-71).
Assim, fica claro que, como declarou Russel P. Shedd: “Cristãos têm uma inclinação muito maior para aceitar a Jesus do que para viver com o estilo de Jesus”. Muitas vezes queremos Jesus, mas não Seus sermões; contudo, Suas mensagens são nutrientes para nosso coração!
Oremos: “Senhor, embora Tua Palavra seja dura para nós que somos resistentes aos Teus ensinamentos, precisamos dela. Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 5 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JOÃO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube
(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/5
O homem aleijado em João 5, além de enfrentar os desafios de suas doenças físicas, teve que enfrentar o desprezo público de ser alguém considerado desfavorecido por Deus. A única esperança que este homem tinha de vir a estar pleno novamente estava baseada no mito dos poderes de cura que se apresentavam de vez em quando no Tanque de Betesda – a Casa do Derramamento da Bênção.
Mas por anos suas esperanças de cura foram destruídas por causa de sua incapacidade de entrar na água com rapidez suficiente quando a suposta cura aparecia. Então veio Jesus fazendo uma pergunta aparentemente: “Você quer ser curado?”
Muitos acham que a fé é exigida antes que Jesus possa operar um milagre em suas vidas. Mas este homem perdera a fé. Ele nem mesmo diz “sim” para expressar o desejo de ser curado; ele apenas lamenta sua realidade pessoal de que a cura está fora de seu alcance.
Naquele momento, Jesus revela sua própria realidade e torna o homem são, apesar de uma total falta de fé. Cada um de nós precisa dessa cura plena e Jesus já a derramou por nós.
Deus, dá-nos coragem para agirmos em harmonia com a cura já derramada sobre nós, como o homem aleijado fez no tanque de Betesda.
Tye Davis
Pastor, Igreja Adventista de Regensburg, Alemanha
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1248
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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834 palavras
1 uma festa. Era provavelmente a Páscoa do ano 29 d.C. … o ministério na Judeia durou cerca de um ano, sendo interrompido pelo afastamento para a Galileia mencionado em João 4:1 a 3. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.5, p. 1049.
tanque. Embora ainda haja discussão quanto à localização deste tanque, de maneira geral se aceita a identificação com o tanque duplo junto à [atual] Igreja de Santa Ana, ao norte da Via Dolorosa. … Da forma como existe hoje, ele mede 16,5 por 3,5 m e fica muitos metros abaixo do solo da superfície do solo, pois o nível do solo hoje é mais alto do que nos tempos antigos. CBASD, vol. 5, p. 1049.
3-4 esperando … tivesse. Texto não encontrado nos mais antigos manuscritos de João. Andrews Study Bible.
4 esperando que se movesse. Importantes evidências textuais (cf. p. 146) apoiam a omissão das palavras “esperando que se movesse a água” e todo o restante do v. 4. Assim, a explicação parece não ser parte do texto original, mas teria sido acrescentada para explicar o v. 7. A tradição era antiga, como indica Tertuliano, que a conhecia no princípio do 3º século. … A agitação da água era real (DTN, 202) e pode ser explicada por fenômenos naturais. Várias fontes de Jerusalém são intermitentes, ou seja, a água jorra forte por um tempo e, depois, diminui. Se o tanque de Betesda era alimentado por uma dessas fontes, a pressão da água podia alterar a calma da água do tanque alternadamente. Assim, no tanque, os mais fortes atropelavam os fracos em sua ansiedade para chegar á água quando esta se agitava, e muitos morriam à beira do tanque (ver DTN, 201, 202, 206). Assim, quanto mais egoísta, determinado e forte fosse o indivíduo, era mais provável que chegasse ao tanque primeiro. Os mais necessitados tinham menos chances, ao passo que Jesus escolheu o pior caso. Cria-se que seria curado o primeiro a chegar ao tanque quando a água se movia, sendo que os dons de Deus são para todos igualmente que se qualificam para recebê-los. Além disso, a cura ocorreria apenas periodicamente. Os princípio implícitos neste relato são bem diferentes dos princípios pelos quais Jesus realizava milagres (ver p. 204-206). CBASD, vol. 5, p. 1050.
6 Você quer ser curado? (NVI). A pergunta era importante. O homem não pedira a ajuda de Jesus, e um mendigo daqueles dias podia perder uma fonte de renda às vezes lucrativa (e fácil) se fosse curado. Ou talvez tivesse simplesmente perdido a vontade de ser curado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 não lhe é permitido carregar a maca. A interpretação tradicional da lei de Moisés proibia levar qualquer tipo de fardo no sábado. Os judeus impunham regulamentos muito rígidos quanto à observância do sábado, mas também faziam muitas brechas curiosas na legislação, e seus intérpretes da lei bem sabiam como aproveitá-las (cf Mt 23.4). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 algo pior. As consequências eternas do pecado são mais graves que qualquer enfermidade física. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 Meu Pai trabalha até agora. Os judeus entenderam que o criador não podia abandonar Sua criação todos os sétimos dias! O Filho compartilha com o Pai a obrigação de atuar no sábado do mesmo modo; dessarte Jesus reivindicava Sua deidade. Bíblia Shedd.
24 quem ouve. …ouvir não é significativo a menos que a pessoa também creia. CBASD, vol. 5, p. 1050.
tem a vida eterna. Esta declaração é mais do que uma promessa de vida eterna no futuro; é uma certeza de que o crente aqui e agora pode começar a desfrutar uma vida que é eterna em qualidade, por estar unido espiritualmente ao Senhor, de cuja vida partilha. CBASD, vol. 5, p. 1050.
31-47 Jesus apresenta quatro tipos de testemunho que afirmam as Suas reivindicações: O testemunho de João Batista, o das próprias obras de Jesus, o de Deus Pai e o das Escrituras, especialmente Moisés. Bíblia de Genebra.
31 o Meu testemunho não é verdadeiro. [Ou:] “válido” como testemunho. Nota textual Bíblia de Genebra.
O testemunho de Jesus não seria falso, mesmo que Ele falasse isoladamente. Pela expressão “não é verdadeiro” Jesus quer significar que esse testemunho não seria permitido no tribunal de acordo com a lei Mosaica (Dt 17:6; 19:15). Bíblia de Genebra.
39 vocês estudam cuidadosamente. Os líderes judeus estudavam as profecias nos mínimos pormenores. A despeito da sua reverência pela letra das Escrituras (v. notas em Mt 5.18-21), não reconheciam aquele de quem, antes de mais nada, as Escrituras dão testemunho. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ainda que para os judeus o estudo da Bíblia (AT) era o coração da religião, o preconceito contra o humilde Mestre da Galileia não lhes permitiu que reconhecessem nEle o Messias prometido. A descrença não surge principalmente por falta de evidência mas por carência de amor (42) e humildade (44). Bíblia Shedd.
É possível ler a Bíblia sem nenhum obter benefício, se lemos com os motivos errados. Andrews Study Bible.
as Escrituras … testificam de Mim. Jesus concorda que o Antigo Testamento conduz à vida eterna (cf 2Tm 3.15), revelando que esta vida está nele, o Autor da vida eterna. Bíblia de Genebra.
42 amor de Deus. Amor “por” Deus, não amor “vindo de” Deus. Andrews Study Bible.
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“Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a Minha palavra e crê nAquele que Me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (v.24).
Crer em Jesus vai muito além de apenas professar que O segue. Os milagres que Ele realiza não estão presos à redoma dos que merecem ou dos que têm algo a oferecer. Muito pelo contrário. Sua atuação excede a lógica humana e entra no lugar da desgraça a fim de derramar a Sua graça a um pecador que seja. De todos os lugares que Jesus andou, certamente o tanque de Betesda poderia ser comparado a um dos piores lugares do mundo para se estar. Ali podiam ser vistas as piores mazelas físicas causadas pelo pecado. O Criador deparou-Se com “uma multidão de enfermos” (v.3) que aguardavam ansiosos pela manifestação sobrenatural das águas que acreditavam ter propriedades curativas.
Mas Jesus é um Deus pessoal. Ele viu alguém, que de todos os que ali estavam, poderia ser o mais desprezado e considerado um caso perdido: um homem que estava enfermo “havia trinta e oito anos” (v.5). Além de doente, seu lamento revelou que também era um homem solitário: “Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque” (v.7). Aquele homem havia perdido as esperanças. Sua vida se resumia a estar doente e estar cercado de enfermidades. Sua mente estava tão condicionada à rejeição e ao desânimo, que não percebeu quando a Vida entrou para agitar os músculos de seus membros por “muito tempo” (v.6) amortecidos. A pergunta de Jesus: “Queres ser curado?” (v.6), poderia ter sido feita para qualquer outra pessoa ali, e, certamente, muitos teriam respondido positivamente. Porque então Jesus escolheu levar a Sua cura para quem nem mais acreditava que pudesse ser curado?
Sabem, amados, o nosso Deus vê o fim desde o princípio. Ele não manipula qualquer pessoa que seja. Mas “Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó” (Sl.103:14). Se há uma fagulha de fé no meio da lenha molhada da impossibilidade humana, Ele faz fogo a fim de que o pecador reconheça o poder divino. Pode ser que aquele homem tenha até desistido de viver. Que sua mente perturbada por tantos anos de miséria o tivesse sugerido uma saída fatal. Ele não precisava de um reservatório de água ou de alguém que o pusesse nele, mas da água viva de Cristo, Aquele que não faz diferença entre pessoas, mas que as ama tanto que vai buscá-las até mesmo nos lugares mais escuros da Terra.
“Levanta-te, toma o teu leito e anda” (v.8) foram as palavras que bastaram para que o homem fosse imediatamente curado. As condições de insalubridade que ali predominava e toda a superstição em torno daquele ambiente fazia do tanque de Betesda um cenário a ser evitado, principalmente no sábado. Mas Aquele que criou o sábado “por causa do homem e não o homem por causa do sábado” (Mc.2:27), tinha prazer em tornar isso em realidade. Alívio, cura, alegria, amor, bondade, compaixão, misericórdia, perdão, eram especialmente expressados no trabalho altruísta de Jesus em Seu santo dia. A cura daquele homem, no entanto, pode bem ilustrar a salvação que nos é oferecida, pois a advertência de Jesus ao ex-paralítico deixa bem claro que a máxima de que “uma vez salvo, salvo para sempre” não é bíblica: “Olha que já estais curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior” (v.14).
Jesus está disposto, amados, a nos resgatar do pior lamaçal que possa existir; a entrar nos tanques de Betesda da vida e nos salvar de nós mesmos, ainda que por “muito tempo” (v.6) amortecidos em nossos pecados. Mas o chamado que Ele nos faz é apenas a largada da corrida cristã. Como novas criaturas em Cristo, nos livrando “de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:1-2). Porque “vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” (v.28-29).
O que definirá de que lado estaremos no final do grande conflito não será o fato de pertencermos a uma igreja, e sim de sermos a igreja do Deus vivo que anda com Ele todos os dias até aquele grande Dia. Que entende que o sábado não é dia de proibições, e sim de milagres. Que não temos nada a temer de Jesus como Juiz (v.22) se O tivermos hoje como nosso Advogado (1Jo.2:1). Que acredita que “Toda a Escritura é inspirada por Deus” (1Tm.3:16) e que o Antigo Testamento continua sendo a Palavra de Deus Viva que testifica de Cristo (v.39, 46 e 47). Que sob a ordem de Cristo, levanta-se cada manhã e anda na direção de Deus reconhecendo a sua constante necessidade da atuação do Espírito Santo.
Quanto necessitamos estar cheios do Espírito de Cristo! Então, saberemos o que significa ser perseguido como Jesus o foi (v.16). Quando nossa vida brilhar a luz inconfundível de toda a verdade, os impenitentes serão revelados como insubmissos e amantes das trevas, perseguindo os cristãos com a mais terrível ira. Olhemos para Jesus! Apeguemo-nos à força inabalável de Sua Palavra e nos submetamos ao Seu amor transformador, que nos preenche de Sua humildade e mansidão. Você acha que sua vida está “há muito tempo” (v.6) perdida e que não há mais esperança? Jesus está ao seu lado agora fazendo a mesma pergunta: “Queres ser curado(a)?” (v.6). Não se preocupe, porque Ele não vai censurar a sua resposta, mas vai replicá-la com a ordem de Sua misericordiosa cura. Permita que esse milagre aconteça em sua vida hoje, e dê ouvidos às palavras de Cristo, “para que não te suceda coisa pior” (v.14). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, curados para um propósito eterno!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #João5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOÃO 5 – Nosso estilo de vida deveria refletir a máxima expressão prática do cristianismo em toda situação. Temos muito que aprender com Cristo, o Mestre perfeito. Somente seguindo a Ele diariamente tal nível de vida será possível.
A vida de um cristão deve ser intencional. O mesmo objetivo que Jesus tinha ao aproximar-Se das pessoas, deveríamos, nós cristãos, também ter. As mesmas estratégias de atrair pessoas para o reino de Deus deveriam fazer parte de nossa vida. O mesmo propósito evangelístico de Cristo deveria ser o nosso.
Jesus supria as necessidades das pessoas antes de evangelizá-las. Observe este esboço:
• Ao transformar água em vinho Jesus supriu necessidades materiais (João 2);
• Ao lidar com Nicodemos e dizer da necessidade de nascer de novo, Jesus supria necessidades espirituais (João 3);
• Ao lidar com os prazeres da mulher samaritana, Jesus supria necessidades emocionais (João 4);
• Ao restaurar ao paralítico, Jesus supria necessidades de saúde (João 5);
• Ao saciar a fome da multidão multiplicando pães e peixes, Jesus supria necessidades físicas (João 6).
Após essa visão geral, foque os detalhes de João 5, onde os milagres desse capítulo ensinam grandes lições de vida:
Warren W. Wiersbe destaca os seguintes pontos:
1. O milagre: A salvação pela graça (vs. 1-16);
2. A mensagem: Cristo é igual a Deus (vs. 17-47):
a) A tripla igualdade de Cristo com o Pai:
• Em obras (vs. 17-21)
• Em julgamento (v. 22)
• Em honra (v. 23)
b) A tripla ressurreição:
• A ressurreição do pecador morto hoje (vs. 24-27)
• A ressurreição da vida (vs. 28-29a)
• A ressurreição da condenação (v. 29b)
c) O triplo testemunho da divindade de Cristo:
• João Batista (vs. 30-35)
• As obras de Cristo (v. 36)
• O Pai na Palavra (vs. 37-47)
Infelizmente, os líderes judeus “rejeitaram a Palavra (v. 38), não vieram a Ele (Jesus) (v. 40), não amaram a Deus (v. 42), não O receberam (v. 43), buscaram a glória dos homens, não a que vem de Deus (v. 44), e não escutaram Sua Palavra (v. 47). Não é de se espantar que não conseguissem crer e ser salvos!” (Wiersbe).
Sem um estilo de vida pautado pela Palavra toda pessoa está fadada à perdição eterna. Portanto, é imprescindível reavivar-nos pela Palavra.
Estudemos com mais afinco a Palavra de Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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