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TEXTO BÍBLICO LUCAS 3 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LUCAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube
(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/3
Como filhos e filhas de Deus, todos nós somos chamados a viver uma vida de retidão, que é algo que somos incapazes de fazer, a menos que o Espírito Santo esteja vivendo em nós. É necessário entregarmos totalmente nossas vidas e nossos bens para sermos úteis na colheita de almas.
Quando andamos perto de Deus, as pessoas nos odiarão sem motivo. João, por exemplo, não fez nada a Herodes, mas disse a ele a verdade da Palavra de Deus com convicção. Herodes foi advertido acerca da sua impiedade, mas escolheu encarcerar João, em vez de abandonar seus caminhos perversos. Ele teve a oportunidade de corrigir todos os erros que cometeu, mas recusou a salvação e perdeu-se eternamente.
O Espírito Santo é a pessoa da Trindade que nos dá o poder de pregar como João o fez e é o Espírito Santo que deu a Jesus e seus discípulos o poder de realizar milagres e atrair pessoas a Deus. É possível frequentar a igreja por décadas, devolver nossos dízimos, ocupar cargos na diretoria, sem que o Espírito Santo habite em nós.
Irmãos e irmãs, examinemos nossos corações e nos rendamos completamente a Deus, orando pelo derramamento do Espírito Santo. Só assim poderemos trabalhar juntos para levar almas a Jesus e terminar a obra, para que Ele venha e nos leve para casa. Senhor, por favor, ajude-nos a permanecer fiéis até o fim.
Iris Finch
Membro do Conselho, Ex-Presidente do ministério Dream Jamaica
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1222
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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759 palavras
1 Tibério. refere-se ao ano 26 ou 27 d.C. Bíblia Shedd.
Pôncio Pilatos. No seu testamento, Herodes, o Grande, deixou a Judeia para seu filho Arquelau, e outros territórios para seus filhos Filipe e [Herodes] Antipas. Porém, Arquelau governou tão mal que os romanos o removeram no ano 6 d.C. e indicaram seu próprio governador. Pôncio Pilatos foi o quinto governador da Judeia, servindo ali de 26-36 d.C. Bíblia de Genebra.
…foi destituído por Tibério … por má conduta no cargo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 785.
Um tetrarca era o governador da quarta parte de uma região. Nota textual NVI.
2 Os judeus tinham só um sumo sacerdote por vez. Anás tinha sido deposto pelos romanos que, para o seu lugar, escolheram Caifás, seu genro. Os romanos cuidavam para que Caifás exercesse as funções oficiais, porém muitos judeus ainda consideravam Anás o verdadeiro sumo sacerdote. Bíblia de Genebra.
veio a Palavra de Deus. A mensagem de João Batista não era dele mesmo, mas era a palavra dinâmica do próprio Deus. Bíblia de Genebra.
3 batismo de arrependimento. O batismo é o sinal público de mudança interna. O arrependimento precede o batismo, que o sela e relembra futuras obrigações. Bíblia Shedd.
Os judeus batizavam os gentios, se eles desejassem fazer parte do povo de Deus. A veemência da prática de João era uma forma de chamar os judeus a se submeterem ao rito que consideravam convenientes só para os gentios. João buscava uma mudança no coração dos judeus. Bíblia de Genebra.
4 Preparem o caminho. Antes de um rei sair em viagem a um país distante, as estradas por onde ele passaria eram melhoradas. De modo semelhante, a preparação moral e espiritual para o Messias se fez por meio do ministério de João, que focalizava o arrependimento e o perdão do pecado, além da necessidade de um Salvador. Bíblia de Estudo NVI Vida.
7-8 Uma forte advertência é dirigida àqueles que reivindicavam a Abraão como pai. O fato de ser judeu não livraria ninguém do juízo vindouro. Bíblia de Genebra.
víboras. Longe de serem filhos reais de Abraão (Rm 4.16), aos olhos de Deus, eram geração de serpentes venenosas (o diabo, cf Jo 8.44). Bíblia Shedd.
pedras. Um trocadilho hebraico com “filhos” (banim) e “pedras” (abanim), significando que Deus pode dar aos que carecem de dignidade humana a mais alta posição com o Seu filho. Bíblia Shedd.
9 está posto o machado à raiz. Esta frase aponta para um juízo certo e repentino. Bíblia de Genebra.
fogo. Um símbolo de juízo. Bíblia de Genebra.
11 duas túnicas. Uma túnica era semelhante a uma longa camiseta de baixo. Como não eram necessárias duas dessas peças, a segunda devia ser dada a alguém que dela precisasse. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 publicanos. Os impostos romanos eram cobrados por agentes que pagavam pelo direito de cobrar impostos numa cidade. Eles pagavam aos romanos aquilo que foi tratado e coletavam mais para o seu próprio salário. Eram fortemente tentados a se enriquecerem, coletando muito mais do que seria razoável. Os coletores judeus eram desprezados como colaboradores da força romana de ocupação. Eram excluídos da vida religiosa das sinagogas e do templo. Bíblia de Genebra.
14 As profissões de cobrador de impostos e de soldado não eram condenadas em si mesmas – só as práticas antiéticas a elas associadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 não sou digno de desatar-lhe as correias. Nas escolas rabínicas, o aluno não pagava a seu professor. Exigia-se que ele prestasse serviços, mas não o de desatar as sandálias, que era considerado um trabalho muito servil. João coloca-se em uma posição humilde. Bíblia de Genebra.
batizará … com fogo. O contexto (17) parece exigir o sentido de prova, de julgamento (cf Lc 12.49-53; 1Co 3.13). Bíblia Shedd.
17 Inextinguível. Gr asbesto, um fogo que, pela sua fúria, não pode ser apagado. Bíblia Shedd.
19 Herodes. Antipas, filho de Herodes, o Grande, que matou as crianças de Belém. Bíblia Shedd.
19-20 Herodes Antipas divorciou-se de sua esposa e casou-se com sua sobrinha Herodias, que era também sua cunhada (Mc 6.17, nota). João denunciou este feito escandaloso e Herodes mandou prendê-lo na fortaleza de Maquero, a leste do mar Morto. Bíblia de Genebra.
21 Jesus identificou-se com os pecadores por submeter-se ao batismo deles. Bíblia de Genebra.
estando Ele a orar. Lucas destaca o ensino e a prática da oração por Jesus (5.16; 9.18, 28; 11.1; 22.41-46), o que não só provê um bom exemplo aos Seus discípulos, mas também confirma Sua humanidade (cf Hb 4.15; 5.7). Bíblia Shedd.
38 filho de Deus. No início, o ser humano foi criado à imagem de Deus. Por meio da fé em Jesus Cristo nosso privilégio é ser criados novamente à Sua semelhança. CBASD, vol. 5, p. 796.
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“E aconteceu que, ao ser todo o povo batizado, também o foi Jesus; e, estando Ele a orar, o céu se abriu” (v.21).
O ministério profético de João Batista consistia em preparar um povo não somente para receber o Messias, mas também para a transição entre a antiga e a nova aliança. O batismo tornou-se o novo símbolo de pertencimento, o início de uma nova vida através da “remissão de pecados” (v.3); a cerimônia que marca o início de uma vida de santificação e relacionamento pessoal com Deus. Sendo Satanás o inimigo de nosso relacionamento com Deus, certamente sua obra consiste em destruir a fé do cristão e levá-lo a pensar que o Senhor não pode aceitá-lo. Mas a mensagem de João às multidões, apesar de ser dura à primeira vista (v.7), deve ser considerada por seu objetivo, que é o de declarar ao pecador que existe graça para ele.
Iniciando com uma lista de todas as autoridades locais da época e encerrando com a genealogia de Jesus, o capítulo de hoje apresenta a diferença entre o governo da Terra e o governo do Céu. Todos os nomes citados no começo, por mais que seus cargos lhes conferissem privilégios, não podem ser comparados com o nome acima de todos os nomes que encerra o capítulo. Ao vir a João “a palavra de Deus” (v.2), “pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados” (v.3), descortinou-se perante o mundo o que já estava previsto desde a sua fundação (Ap.13:8). A autoridade maior da igreja de Deus, o sumo sacerdote, que deveria compadecer-se “dos ignorantes e dos que erram, pois também ele mesmo está rodeado de fraquezas” (Hb.5:2), era o primeiro a erguer uma pedra na direção do pecador. Deus conferiu a um andarilho do deserto um poder que autoridade humana nenhuma poderia superar.
Movido pelo Espírito Santo, João Batista chamava o pecado pelo nome. Mas ele não apontava os pecados de seus conterrâneos com o fim de puni-los, e sim de corrigi-los e endireitar “as suas veredas” (v.4). Diante das multidões, sua voz clamava em favor dAquele que viria após ele, preparando os corações para recebê-Lo. Seu discurso era de fácil compreensão diante de todos. Difícil era colocá-lo em prática. Quando as multidões lhe perguntaram: “Que havemos, pois, de fazer?” (v.10), a sua resposta, em resumo, foi: Pratiquem o amor altruísta (v.11). Esta é a fonte dos “frutos dignos de arrependimento” (v.8). Aos publicanos, João disse: Sejam honestos (v.13). Aos soldados: Cumpram sua função com justiça (v.14). E a Herodes, replicava o mandamento, que diz: “Não adulterarás” (Êx.20:14).
A finalidade de João colocar o “dedo na ferida” daqueles que o ouviam não era para magoá-la ainda mais, mas para que os “feridos” sentissem a dor de quem necessita de cura. Eles estavam prestes a testemunhar o batismo dAquele que nem precisava passar por este símbolo, mas que o fez para nos dar o exemplo. Do “Filho amado” (v.22), ao “filho de Deus” (v.38), a genealogia de Jesus Cristo revela que geração após geração o homem não pôde criar uma alternativa sequer que fosse capaz de salvar. Somente em Jesus o mundo pôde contemplar “a salvação de Deus” (v.6). Somente Ele venceu os grilhões da morte. Aquelas respostas dadas por João ao povo não representavam salvação por obras, mas os frutos da salvação, ou seja, a consequência de quem já foi salvo.
Os terríveis resultados da queda do primeiro Adão teriam finalmente a perfeita solução, “porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só Homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos” (Rm.5:15). Cabe a nós, portanto, aceitarmos este dom gratuito de Deus e, batizados “com o Espírito Santo” (v.16), praticar a nossa fé em Cristo seguindo “os Seus passos” (1Pe.2:21). Para Deus, não importa qual a função ou o cargo que desempenhamos neste mundo, “porque para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm.2:11). Que o Espírito Santo continue nos guiando “a toda a verdade” (Jo.16:13), fazendo de nós Seus atalaias dos últimos dias, que anunciam “o evangelho ao povo” (v.18). Vigiemos e oremos!
Bom dia, atalaias de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Lucas3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 3 – Sendo sírio de nascimento e grego de fala e cultura, possuindo formação superior, Lucas converteu-se a Cristo e, então, passou a acompanhar a comitiva do convertido apóstolo Paulo, participando ativamente de algumas de suas viagens missionárias (Atos 16:10; 20:6; 27:1; 28:16).
Assim, o dr. Lucas tornou-se ligado intimamente a Paulo, o qual o chamou de “médico amado” (Colossenses 4:14). O apego de Lucas foi tanto pelo apóstolo dos gentios, que, num dos momentos mais difíceis, o apóstolo escreveu: “Somente Lucas está comigo” (II Timóteo 4:11).
Paulo era um teólogo muito culto, e Lucas um doutor também culto. A conversão de ambos foi uma bênção para o cristianismo. Certamente Paulo influenciou muito a Lucas na compreensão de Cristo através das páginas do Antigo Testamento.
Visando fortalecer a fé cristã dos gentios convertidos e suscitar interesse nos descrentes, o evangelho escrito por Lucas revela um Salvador compassivo e terno, acessível a todos, principalmente aos desprezados da sociedade, como mulheres e crianças, pobres e estrangeiros, viúvas e ladrões, publicanos e pecadores de toda espécie.
Após esta introdução, leia o capítulo supracitado; depois considere estes pontos:
• Estando Israel politicamente oprimido por líderes políticos cruéis, pérfidos, traiçoeiros e sem escrúpulos, e eclesiasticamente em desordem, Deus utilizou como porta-voz um pobre homem do deserto após quatro séculos de jejum do dom profético. Sua mensagem era para arrependimento, visando preparar ao povo para a chegada do Messias (vs. 1-13).
• Após apresentado e batizado por Seu precursor João Batista, Jesus recebeu capacitação sobrenatural para iniciar o ministério pelo qual viera ao mundo (vs. 14-22). A Trindade manifestou-Se aos presentes naquela ocasião; Jesus no Jordão, o Espírito Santo veio sobre Ele, e, então ouviu-se a declaração do Pai cumprindo a profecia de Isaías 42:1.
• Após provar Quem era Jesus pela pregação de João Batista, e de atestar Sua credencial pela aprovação de Deus Pai e a capacitação do Espírito Santo, Lucas prova que Jesus é o Messias pela genealogia. Jesus é descendente de Davi, herdeiro do trono; e descendente de Abraão, por meio de quem toda família da terra seria abençoada; descendente de Adão, Jesus e Deus que Se tornou homem para salvar a humanidade (vs. 23-38).
Como filho de Adão, Jesus veio para salvar ao mundo inteiro. Aceitaremos Sua oferta? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO LUCAS 2 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LUCAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/2
No final da Páscoa, os pais de Jesus se juntaram às multidões que saíam de Jerusalém, e absortos na conversa, perderam Jesus de vista. Por negligência de um dia, eles o perderam, mas isto custou-lhes três dias para encontrá-Lo. O mesmo acontece conosco; por conversas ociosas, falas maliciosas ou negligência da oração, podemos perder num dia a presença do Salvador, e pode levar muitos dias de busca dolorosa a fim de encontrá-Lo. Muitos atendem a serviços religiosos e são renovados e consolados pela palavra de Deus, mas, por negligência da meditação, vigilância e oração, perdem a bênção e acabam mais carentes do que antes. É por isso que frequentemente existe desânimo entre os professos seguidores de Cristo.
Seria bom que todos os dias passássemos uma hora de reflexão contemplando a vida de Cristo. Devemos considerá-la ponto por ponto, e deixar a imaginação compreender cada cena, especialmente as últimas. Ao fazermos isso, nossa confiança nEle será mais constante, nosso amor será revigorado, e estaremos mais profundamente imbuídos de Seu espírito. Se pertencemos a Cristo, nossos pensamentos mais ternos serão a respeito dEle.
Jack Blanco
Autor da tradução bíblica “The Clear Word”
Com pensamentos do DTN, pp. 68-83.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1221
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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996 palavras
César Augusto. Otaviano, que adotou o título de Augusto, era sobrinho-neto de Júlio César, que foi assassinado em 44 a.C. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 765.
recenseamento. Usado para serviço militar e cobrança de impostos. Os judeus, no entanto, estavam isentos do serviço militar romano. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 Judéia. A designação greco-romana da parte sul da Palestina, abrangida anteriormente pelo reino de Judá. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Belém. Uns 10 km ao sul de Jerusalém. Davi nasceu ali, cerca de 1.000 anos antes. Bíblia Shedd.
7 não havia lugar. É possível que a grande maioria dos judeus residentes na Palestina naquela época fosse descendente de Judá, Benjamim ou Levi. Por isso, as acomodações por toda a Judeia estavam lotadas. CBASD, vol. 5, p. 767.
viviam nos campos. Considerando todas as evidências a respeito da época do nascimento de Cristo, parece que situar o nascimento no outono [a primavera, no hemisfério sul] preencheria melhor o padrão cronológico do contexto. … Foi só no 4º século da era cristã que o dia 25 de dezembro [inverno, no hemisfério norte] passou a ser observado como aniversário de Cristo. Segundo o calendário juliano, esta era a data do solstício de inverno, quando o Sol se volta em direção ao norte. Nas regiões pagãs, essa época era marcada pelas celebrações festivas, conhecidas pelos romanos como a Saturnália, realizadas em honra a várias divindades solares. Na igreja ocidental é que o nascimento de Cristo foi primeiramente associado ao feriado pagão. CBASD, vol. 5, p. 767.
9 anjo. O anjo é um mensageiro: No Novo Testamento, um “anjo” é comumente um mensageiro sobrenatural de Deus. Bíblia de Genebra.
glória. Do gr. doxa, neste versículo, essencialmente “esplendor”. CBASD, vol. 5, p. 768.
11 vos nasceu … o Salvador. O verdadeiro sentido do Natal é alcançado quando: 1) Jesus torna-se meu Salvador pessoal; 2) Cristo (heb Messias, “ungido”, Mc 1.1n) é meu Rei; e 3) É meu Senhor, o que quer dizer que Ele, Jesus, exerce todo o domínio sobre mim (cf Rm 10.9). Bíblia Shedd.
13 da milícia celestial. “Milícia” é um termo militar e é significativo que um exército anuncie a paz (v. 14). A “paz” é paz com Deus, uma paz que Cristo traria. Bíblia de Genebra.
14 Esse breve hino é chamado Gloria in excelsis Deo, as primeiras palavras da tradução Vulgata latina. Os anjos reconheciam a glória e majestade de Deus, rendendo-Lhe louvores, nas alturas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 Passados os dias da purificação deles [após 40 dias.] … levaram-no a Jerusalém. A ida ao templo ocorreu antes da visita dos magos, porque, depois disso, José e Maria não se atreveriam a visitar Jerusalém. CBASD, vol. 5, p. 770.
Jesus foi circundado no oitavo dia, como prescrevia a lei (Gn 17.12;cf Gl 4.4-5). A necessidade de purificação surge pelo fato de a mãe ser cerimonialmente impura, por sete dias, depois do nascimento de um menino. Por outros trinta e três dias ela devia guardar-se de tocar coisas santas (estes períodos eram dobrados, quando nascia uma filha, Lv 12.1-5). Bíblia de Genebra.
apresentá-Lo ao Senhor. Os primogênitos dos seres humanos e dos animais deviam ser dedicados ao Senhor (cf. v. 23; Êx 12.12,13. Os animais eram sacrificados, mas os seres humanos deviam servir a Deus durante a vida inteira. Os levitas na verdade serviam em lugar de todos os primogênitos masculinos de Israel (v. Num 3.11-13; 8.17, 18). Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 sacrifício. Seu motivo era a remoção da penalidade da morte que jazia sobre todo primogênito (Êx 12 e 13). Cristo, na Sua morte, tomou sobre Si esta penalidade (cf Is 53.6; 2Co 5.21), tornando-Se assim “primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29).
um par de rolas. Jesus foi criado numa família pobre (Lv 12.8). Bíblia Shedd.
A mãe, … devia ofertar um cordeiro mais uma pomba ou uma rola. Se fosse pobre, sua oferta seria duas pombas ou rolas (Lv 12.6-8). Maria ofereceu a oferta do pobre. Bíblia de Genebra.
25 a consolação. Isto é, a vinda do Messias, que traria a salvação. Bíblia Shedd.
28-30 despedir em paz. Todo aquele que tem uma fé viva e real em Cristo pode morrer em paz (cf 1Jo 1.1 com Gn 15.15). Bíblia Shedd.
29-32 louvou a Deus. Esse hino de Simeão passou a chamar-se Nunc dimittis, as primeiras palavras da Vulgata latina, com o significado: “Agora despede”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 a Tua salvação. Esta frase significa que a criança traria a salvação de Deus à humanidade. Bíblia de Genebra.
31,32 todos os povos … luz para revelação aos gentios. Promete que todo o mundo terá oportunidade de conhecer o evangelho (Mt 24.14; Mc 13.10;cf Ap 7.9). Bíblia Shedd.
Lucas, sendo ele mesmo gentio, tomou o cuidado de ressaltar a verdade de que a salvação era oferecida aos gentios (v. 32) e não somente aos judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 ruína. Gr ptosis, lit “desmoronamento da casa”. Bíblia Shedd.
35 espada. A figura da espada significa que tudo isto não será sem custo para Maria, quando ela vir seu Filho rejeitado e crucificado. Bíblia de Genebra.
A frase mostra que Maria – e não somente Jesus – sofreria angústia profunda. Trata-se da primeira referência nesse evangelho ao sofrimento e morte de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
manifestem os pensamentos. Diante do Cristo revelado, uma secreta opinião neutra é impossível. Bíblia Shedd.
39 voltaram para a Galileia. Lucas não menciona a visita dos magos em Belém, nem a jornada ao Egito (Mt 2.1-13). Bíblia Shedd.
42 doze anos. Idade em que o jovem judeu se tornava “filho da lei” e começava a cumprir suas exigências relacionadas com as festas, os jejuns, etc. Bíblia Shedd.
46-48 Na educação judaica dava-se ênfase à discussão de problemas e isso talvez esteja atrás da referência à “Sua inteligência” e às “Suas respostas” (v. 47). Bíblia de Genebra.
49 estar na casa de Meu Pai. Já aos doze anos, Jesus tinha consciência de um relacionamento especial com o Pai Celestial. Os judeus não falavam deste modo, mas diziam “nosso Pai” ou acrescentavam “nos céus”, ou expressões equivalentes. Bíblia de Genebra.
52 crescia. Esta descrição afirma a perfeita humanidade de Jesus. Bíblia Shedd.
Embora Jesus fosse Deus, não há sinal de que possuísse todo o conhecimento e sabedoria desde o começo. Parece ter-se desenvolvido como qualquer outro menino. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem” (v.14).
O cântico da “multidão da milícia celestial” (v.13) foi a única vez em que o Céu se abriu para revelar a sua santa melodia. Diante de simples pastores, as mais perfeitas vozes entoaram o mais sublime louvor. A partir daquele momento, aqueles homens perceberam que o mundo já não seria mais o mesmo. Aquele acontecimento dividiria o tempo em antes e depois de Cristo. E após contemplarem o Menino, conforme a palavra do mensageiro celeste, eles não puderam se calar, e “divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito do menino” (v.17). O semblante deles era tão cheio de alegria e de convicção, que “todos os que ouviram se admiraram das coisas referidas pelos pastores” (v.18).
A mãe do Salvador, contudo, “guardava todas estas palavras, meditando-as no coração” (v.19). Maria ainda não compreendia totalmente que Aquela “Criança envolta em faixas e deitada em manjedoura” (v.12) não era apenas um frágil bebê, mas “a redenção de Jerusalém” (v.38) e de “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). Havia, porém, “um homem chamado Simeão; homem justo e piedoso que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele” (v.25). Foi-lhe revelado pelo Espírito que ele não morreria antes de contemplar o Messias prometido. Por longos anos, Simeão aguardou a preciosa promessa. Mas, enfim, chegara o grande dia. As suas idas ao templo sempre eram cheias de expectativa, mas aquele dia foi diferente. Imagino a alegria indescritível que movia seus apressados passos em direção ao lugar onde tomaria nos braços o Senhor da glória.
O grande diferencial que fez com que aquele homem reconhecesse naquela Criança a salvação, e não os sacerdotes que oficiariam a cerimônia de apresentação de Jesus no templo, foi a atuação do Espírito Santo em sua vida. A Bíblia não deixa dúvida com relação a isto, nas três sentenças seguintes:
1. “e o Espírito Santo estava sobre ele” (v.25);
2. “Revelara-lhe o Espírito Santo” (v.26);
3. “Movido pelo Espírito” (v.27).
A presença atuante do Espírito Santo promove discernimento espiritual. O que era apenas uma ideia torna-se tão concreto quanto tocar e ver. Na história de Jó, por exemplo, a Bíblia diz que ele era um “homem íntegro, reto, temente a Deus e que se desviava do mal” (Jó 1:1), mas foi apenas após a sua trajetória de terríveis provações que, diante da manifestação de Deus, ele declarou: “Eu Te conhecia apenas de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (Jó 42:5).
Assim como o foi com Jó e com Simeão, o Espírito Santo deseja nos revelar a salvação que há em Cristo Jesus de forma palpável e visível. Vivendo nos últimos dias deste mundo de pecado, há a possibilidade de muitos de nós não passarmos “pela morte antes de ver o Cristo do Senhor” (v.26). Mas os nossos olhos só contemplarão a Sua salvação se, aqui, estivermos prontos para recebê-la. Porque assim como profetizou Simeão a respeito da primeira vinda de Jesus, de que estaria “destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos” (v.34), assim o será também em Sua segunda vinda. Muitos O receberão com o gozo de quem já O aguardava, outros, porém, se lamentarão perante Aquele que, manifestando “os pensamentos de muitos corações” (v.35), revelará as suas más intenções.
A vida de outro personagem citada neste capítulo e sua prática constante complementa a nossa real necessidade atual. A profetisa Ana, que aguardara o cumprimento da profecia, também reconheceu naquela Criança a redenção de seu povo. Sua expectativa por aquele momento era tão grande que ela “não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações” (v.37). Oh, quanto necessitamos muito mais exercer tal prática! É tempo de colocarmos em prática Joel 2:12-13 para que façamos parte do povo “que o Senhor chama” (Jl.2:32). Precisamos experimentar dia e noite a intimidade com Deus através da comunhão diária. O Espírito Santo geme por isso, “com gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26).
Houve profunda angústia e desespero quando José e Maria perderam a Jesus de vista. Mas quando “O acharam no templo” (v.46), que tamanho alívio lhes sobreveio imediatamente. Que não percamos o nosso Salvador de vista sequer um instante, e, muito em breve, O veremos face a face. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, movidos pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Lucas2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 2 – Precisamos dos escritos de Mateus, Marcos e Lucas a fim de possuir um leque maior de informações relevantes sobre nosso Salvador e substituto.
“O Espírito Santo apresenta, sem contradição, por intermédio de três autores humanos diferentes, um único Messias, servo-Salvador, homem-Deus. Cada qual o apresenta sob um aspecto diferente e com um objetivo diferente, mas a apresentação tríplice refere-se à única e mesma pessoa humana-divina” (Marril F. Unger).
Lucas é o único escritor neotestamentário que era gentio. Sua visão do Messias não era a de um judeu. Ele era gentio da Antioquia da Síria escrevendo a outro gentio, Teófilo. Assim, quem não é judeu pode mais facilmente assimilar sua mensagem. Lucas também não foi um dos doze apóstolos que convivera pessoalmente com Jesus. Consequentemente, precisou pesquisar para escrever sobre Ele. Em suas acuradas pesquisas, ele foi além do que os outros evangelistas escreveram.
Assim, o evangelho de Lucas é acadêmico, útil aos universitários e pessoas de intelecto desenvolvido. O Doutor Lucas apresentou Jesus de forma lógica, racional e interessante ao mundo inteiro, inclusive para os brasileiros.
O capítulo em pauta revela-nos verdades importantíssimas:
• Maria e José estavam fora de casa e Jesus nasceu num estábulo primeiramente porque foram convocados para um censo em Belém; depois, porque a cidade estava lotada sem espaço para “retardatários” – devido à gravidez a viagem foi devagar, demorada (vs. 1-7).
• Apesar da simplicidade e da pobreza caracterizando o nascimento do Filho de Deus os anjos cantaram alegremente e anunciaram aos pobres e desprezados pastores que certamente aguardavam com sinceridade e grande expectativa ao Salvador do mundo (vs. 8-20).
• Com oito dias após Seu nascimento, Jesus foi circuncidado – marca do prepúcio do menino judeu. Então, foi levado ao templo para ser apresentado (a oferta de Maria e José revela sua minguada situação financeira); ali, o menino foi bem recebido pelo idoso e piedoso Simeão e a idosa profetiza viúva, Ana (vs. 21-38).
• Jesus cumpriu cada um dos requisitos ritualísticos da religião judaica, e aos doze anos surpreendeu aos doutores de teologia com sua infantil, porém, profunda sabedoria (vs. 39-52).
Lucas é quem mais revela os pormenores dos primeiros anos de Jesus; Ele foi uma criança normal, contudo, perfeita. Ele é exemplo para crianças e adultos. Sigamos Seus passos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.