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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/10
Israel é uma videira que produz frutos, mas apenas para si mesma. À medida que sua prosperidade aumentava, os altares de Baal aumentavam, assim como suas colunas de fertilidade ricamente adornadas (10:1). Sem se arrependerem de seus pecados, os israelitas continuaram aumentando os altares e embelezando as colunas. Seus corações estavam divididos e não totalmente dedicados a Deus. Eles eram culpados aos olhos de Deus, e esses altares e colunas seriam destruídos pelos assírios (10:2).
Israel foi amado por Deus e colocado na Terra Prometida, como uma novilha colocada em uma boa pastagem. No entanto, por causa de seus pecados, Israel experimentaria as agruras da invasão. Soldados assírios pisariam no pescoço de Israel, e carros assírios passariam por cima do seu corpo (10:11). Se Israel voltasse para Deus, praticando a justiça, eles veriam o amor fiel de Deus. Esta era a última chance para eles buscarem a Deus. Se mudassem seu pensamento e se voltassem a Deus com arrependimento, Ele ofereceria salvação tão abundantemente quanto a chuva preciosa (10:12).
Em vez de depender de Deus, Israel confiou na multidão de guerreiros. Mas Israel seria derrotado assim como Beth Arbel foi destruída (10:13-15). Estamos respondendo ao convite misericordioso de Deus ou dependendo de nós mesmos?
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1118
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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497 palavras
3. Não temos rei. Como resultado da rejeição ao Senhor e dos castigos contra si, Israel seria levado a ver e sentir que os reis nomeados por sua própria vontade (ver com. de Os 8:4) seriam incapazes de protegê-lo ou de ajudá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1011.
4. brota o juízo. Literalmente, “o julgamento [ou justiça] brota”, ou “o juízo floresce”. … o contexto parece indicar que “julgamento” aqui se refere à “justiça” oficial na terra como perversão e paródia da verdadeira justiça (ver Am 5:7; 6:12). Este juízo pervertido é como a erva amarga que surge pronta e abundantemente. CBASD, vol. 4, p. 1012.
4-8 Por causa da maldade de Israel o juízo de Deus viria logo como uma planta amarga e venenosa nascendo nos sulcos arados dos campos (10:4). O povo de Samaria e os sacerdotes que se orgulhavam do bezerro de ouro em Betel em breve chorariam porque seriam levados para a Assíria (10:5). O bezerro de ouro também seria levado. Num período de trinta anos, desde que o rei Jeroboão II morreu, em 753 aC, até o fim do reino de Israel (722 a.C.), seis reis reinaram um após o outro. Ao tempo da invasão assíria contra Israel, o último rei morreria, e a cidade de Betel seria destruída, tornando-se um lugar onde somente os espinhos e ervas daninhas cresceriam. Oséias profetizou que na época da invasão o povo desejaria ser sepultado pelos montes e colinas, o que de fato aconteceu durante o cerco de três anos que sofreram (10:7, 8). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/.
7. O rei de Samaria será como lasca de madeira.Do heb. qetsef, “um ramo quebrado” (ver Mt 15:13). A LXX diz “um galho”. A figura enfatiza a levez, instabilidade e impotência do rei em quem o povo confiava. CBASD, vol. 4, p. 1013.
9-10 Gibeá … castigarei. Quando a cidade benjamita de Gibeá cometeu seu pecado, outras tribos israelitas a castigaram. Agora, as dez tribos de Israel seriam castigadas por causa de seu pecado por intermédio da invasão da Assíria e outras nações (10:9, 10). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/.
11 Efraim era uma bezerra domada, que gostava de trilhar. Efraim é aqui comparado a uma novilha treinada para pisar o milho. … eram deixados livre para arrebatar, de vez em quando, um punhado de milho. Assim foi a história de Israel. Os israelitas foram postos na terra prometida, em circunstâncias fáceis e confortáveis, como uma novilha que debulha, e lhe foi permitido comer à vontade. Tragicamente, esses confortos materiais que deveriam tê-los atraído para perto do Criador, tornaram-nos autossuficientes e rebeldes (ver com. de Dt 32:15). CBASD, vol. 4, p. 1014.
12 arai o campo de pousio (ARA). NVI: “campo não arado”.
14 Salmã. … referência a Salum que matou [o rei] Zacarias, filho de Jeroboão II, e reinou sobre Israel apenas um mês. Por sua vez, foi assassinado por seu sucessor (ver 2Rs 15:8-15). CBASD, vol. 4, p. 1015.
Bete-Arbel. Do heb. beth ‘arebe’l, “a casa de Arebel”. … a LXX traz: “a casa de Jeroboão”, que seria uma referência ao assassinato de Zacarias por Salum, que pôs fim aos descendentes de Jeroboão II. CBASD, vol. 4, p. 1015.
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“Então, Eu disse: semeai para vós outros em justiça, ceifai segundo a misericórdia; arai o campo de pousio; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que Ele venha, e chova a justiça sobre vós” (v.12).
Após a separação da nação de Israel entre Reino do Norte (Israel) e Reino do Sul (Judá), Jeroboão, o primeiro líder do Reino do Norte, estabeleceu uma estratégia a fim de que o povo não fosse a Jerusalém para adorar. Erguendo dois bezerros de ouro, “disse ao povo: Basta de subirdes a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito!” (1Rs.12:28). Essa condição de idolatria acompanhou a trajetória dos reis de Israel e tornou-se a pior causa de sua degradação e ruína. Através da linguagem da agricultura, Oseias se valeu dos três estágios do plantio: o preparo do solo, o plantio em si, e a colheita, a fim de ilustrar a triste realidade de seu povo e trazer-lhe à memória o único método verdadeiramente eficaz: o método divino.
Havia em Israel empatia pelo pecado. E quanto mais gozavam do fruto de sua luxúria, mais distraídos ficavam quanto à “erva venenosa” que crescia “nos sulcos dos campos” (v.4). O juízo estava sendo lavrado para a própria destruição deles e não havia quem atentasse para isso. Mediante um coração falso (v.2) e inconstante, o destino de Israel seria a vergonha “por causa de seu próprio capricho” (v.6). E nos lugares que antes julgavam obter uma boa colheita, em meio a “espinheiros e abrolhos”, perceberiam que ali haviam buscado o seu próprio infortúnio, pois “aos montes se dirá: Cobri-nos! E aos outeiros: Caí sobre nós!” (v.8). Diante da negativa em aceitar as instruções divinas (v.12), outro não poderia ser o resultado: “Arastes a malícia, colhestes a perversidade; comestes o fruto da mentira” (v.13).
É ilusão pensar que o fato de pertencer à família cristã é garantia de salvação. Ser cristão não é assumir um título, mas uma cidadania. Todo aquele que entende que o seu lugar não é aqui, que não pertence a este mundo, não vive em conformidade com as práticas desta terra, mas, pela fé, caminha em direção à Pátria Celeste, buscando “ao Senhor, até que Ele venha” (v.12). O método divino a fim de obtermos uma boa safra é o único que pode transformar o solo ruim e infértil do nosso coração em um “campo de pousio” (v.12) limpo e preparado para receber a chuva da justiça. Mas como essa obra poderá ser realizada em nós enquanto não quebrarmos “os altos de Áven” (v.8) de nossa vida? Como esperar e pedir pela última chuva enquanto permitimos que o inimigo lance o seu joio com suas distrações destrutivas?
Agora é o tempo que nos é concedido como dia de arar, plantar e colher. Não nos foi dado tempo mais oportuno do que este. “Eis agora o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). Um único dia sem arar o solo do coração com a oração a fim de prepará-lo para receber a boa semente da Palavra é resultado certo de uma colheita arruinada. Diante do cenário mundial atual, estamos simplesmente nos acostumando e nos adaptando à nova realidade, ou buscando no Senhor e na sabedoria da Sua Palavra o melhor método de nos manter em Sua seara “até que Ele venha” (v.12)? O Senhor nos deixou escrito na Bíblia e nos Testemunhos para o nosso tempo as instruções necessárias para que Ele nos encontre em Seu grande Dia como trigo, e não como joio.
Cristo está prestes a ceifar a terra, “visto que a seara da terra já amadureceu” (Ap.14:15). E de que lado estaremos? Daqueles que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14)? Ou dos que dirão “aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós!” (Ap.6:16)? O nosso lugar não é aqui, amados, nesta terra cheia dos “espinheiros e abrolhos” do Maligno! Clamemos ao Senhor para que o orgulho não contamine o nosso coração, pois “nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (1Co.3:7). Coloquemo-nos, pois, nas mãos do grande Agricultor e Ele fará descer sobre nós a Sua chuva de justiça (v.12) e nos levará para desfrutar de Sua messe abundante e eterna. Vigiemos e oremos!
Bom dia, seara do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Oseias10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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Mesmo que tenhamos dificuldades de aprender com a História, Deus a usa para tentar ensinar-nos o destino que teremos, dependendo do que decidimos e fazemos no presente.
“Israel tornou-se contumaz no erro. Seus ouvidos tornaram-se moucos, seu coração insensível, e sua consciência cauterizada. Eles amaram mais as trevas do que a luz. Eles caminharam deliberadamente rumo ao abismo, fazendo escolhas erradas, semeando a malícia e aprofundando-se mais e mais na corrupção política, moral e espiritual. De degrau em degrau, a nação foi caindo até capitular por completo nas mãos da Assíria e perder a sua soberania nacional. Israel é um exemplo eloquente de que o pecado é o opróbrio das nações” (Hernandes Dias Lopes).
• Será que hoje aprendemos com a história de fracasso de Israel?
“As referências à história passada de Israel – Baal Peor (Os 9:10) e Gibeá (Os 9:9; 10:9) – mostram que ‘a única coisa que aprendemos com a história é que não aprendemos nada com a história’. Esses dois acontecimentos trouxeram o julgamento de Deus sobre a nação e, no entanto, as gerações posteriores fizeram vista grossa para esse fato. [E assim] os pecados dos pais são repetidos por seus filhos e netos” (Warren W. Wiersbe).
Reflita nas seguintes lições:
• Ter um passado de vigor e prosperidade não garante sucesso e salvação no futuro; desde que se deixa de viver para Deus e se passa a viver para si mesmo, por mais que o padrão seja alto, o fracasso físico, emocional e espiritual será o destino – como se vê, inclusive, nos fariseus do primeiro século d.C. (v. 1; ver Mateus 23).
• Receber bênçãos materiais para alimentar o orgulho, a vaidade e a vanglória é pior que viver na pobreza mas dependendo de Deus até para um simples bocado de pão (vs. 1-4).
• A religião moldada por corações corrompidos pelo pecado e não pautada pela revelação do Santo Deus é abominação que só agrava a situação das pessoas para o dia do juízo (vs. 5-8).
• Quando os planos de Deus são ignorados pelos pecadores para viverem os seus próprios, a inclinação para o pecado os levará ao fracasso total, à desgraça que tanto detestam. Deus avisa intentando despertar corações rebeldes (vs. 9-15; Apocalipse 6:16).
Por isso, reavivemo-nos enquanto há tempo! “Senhor, capacita-nos!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 9 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
OSÉIAS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/9
Se eu perguntasse se você prefere ser profeta ou cético, provavelmente escolheria um profeta. Parece uma escolha entre o bem e o mal, mas de alguma forma há algo bom em ser um cético? A resposta da Bíblia para isso é “sim”. Esquecemos que o sentido original significava alguém que “examinava” as coisas, que olhava para a frente, que estava atento: um vigia. Em Oséias 9:8 “O profeta, junto ao meu Deus, é a sentinela que vigia Efraim; contudo, laços o aguardam em todas as suas veredas, e a hostilidade, no templo do seu Deus.”
Agora é hora de examinar os eventos atuais com uma saudável dose de ceticismo. Este é o momento de ter nossos olhos e corações abertos para a palavra de Deus e esperar para ver como os acontecimentos se desenrolam. Nem todas as “profecias” pregadas nos púlpitos ou plataformas de mídia modernos irão corresponder à palavra de Deus. Mas, assim como os doze espias que “examinaram” a terra prometida, podemos ser como os fiéis Calebe e Josué que viram o plano de Deus e esperaram que Ele providenciasse uma oportunidade.
Karen D. Lifshay
Secretária de comunicações, Hermiston
Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1117
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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364 palavras
1 Não te alegres. A primeira metade deste capítulo, v. 1 a 9, apresenta uma advertência contra qualquer sentimento de falsa segurança decorrente de um período de prosperidade temporária. Sob Jeroboão II, Israel foi forte. … a terra teve paz sob Menaém. Até Tiglate-Pileser invadir Israel, de certo modo, foi forte. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1006.
As bênçãos da colheita foram consideradas as recompensas por sua idolatria (ver Jr 44:17, 18). Não admira que Oseias se refira a essas bênçãos como o aluguel da prostituta, não como evidências da graça do Senhor! CBASD, vol. 4, p. 1006.
2 Não os manterão. Embora Israel exultasse sobre as bênçãos da colheita, as pessoas seriam incapazes de apreciar a produção abundante de seus campos, porque seriam levadas em cativeiro para a Assíria, como aparentemente está implícito no v. 3. CBASD, vol. 4, p. 1006, 1007.
4 Pão de pranteadores. Este alimento era consumido nos funerais por aqueles que pranteavam os mortos. Qualquer alimento como esse era legalmente impuro, porque um cadáver cerimonialmente contaminava durante sete dias o local onde ficava e tudo e todos os que ali entravam. CBASD, vol. 4, p. 1007.
6 Eles se foram. O profeta descreve o exílio de Israel na terra do cativeiro como um evento que já havia ocorrido. CBASD, vol. 4, p. 1007.
9 – 17 Oseias era o vigia de Israel, mas era odiado pelos sacerdotes dos adoradores do bezerro de ouro, e armadilhas foram colocadas em seu caminho (9:8). O povo do Israel do norte era tão abominável e corrompido quanto o povo de Gibeá que havia abusado da concubina do levita (9:9; Jz 19). A condição espiritual de Israel durante a sua estada no deserto, no Êxodo, era como uvas inesperadas ou os primeiros figos. No entanto, ao final de seus 40 anos no deserto eles começaram a adorar Baal-Peor (9:10). Deus teria que ensinar o povo de Israel que Ele era o verdadeiro Sustentador, não Baal. Assim, Deus impediu o aumento de nascimentos de pessoas e de gado. Só então eles iriam perceber que as bênçãos não perduram quando o Sustentador e Guardião se afasta (9:11b-12). O profeta Oséias sabia que a destruição de Samaria e o cativeiro de Israel do norte eram inevitáveis. Por não ouvirem ao Senhor, se tornariam peregrinos entre as nações (9:17). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/04/
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“Mui profundamente se corromperam, como nos dias de Gibeá. O Senhor Se lembrará das suas injustiças e castigará os pecados deles” (v.9).
Um dos relatos bíblicos mais tristes e difíceis de se ler encontra-se no capítulo dezenove do livro de Juízes. A violência cometida contra a concubina do levita e o esquartejamento de seu cadáver foram absurdos que, certamente, chocaram Israel e que levaram todo o povo a concluir: “Nunca tal se fez, nem se viu desde o dia em que os filhos de Israel subiram da terra do Egito até ao dia de hoje; ponderai nisso, considerai e falai” (Jz.19:30).
A corrupção de Israel nos tempos de Oseias foi comparada com este episódio onde a maldade era sem escrúpulos. O povo se comportava como se em dias de festa, quando, na verdade, estava para viver dias de luto. Até as novas gerações não seriam poupadas do castigo vindouro, sendo levadas “ao matador” (v.13). A bênção que deveria ser perpetuada para a vida (Dt.6:4-9), foi trocada pela maldição para a morte.
A tragédia humana atinge o seu ápice na proporção em que o homem deixa de ouvir a voz do seu Criador. A mesma voz que falou e tudo se fez, é a mesma que continua falando através de Sua Palavra com a finalidade de – dia após dia – nos santificar. É uma obra contínua e ininterrupta que só atingirá o seu clímax no grande Dia do Senhor. Deixar de ouvir a voz de Deus não é só uma questão de escolha, mas de renúncia à própria finalidade para a qual fomos criados: “… os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:7).
Com isso em mente, ponderemos, consideremos e falemos acerca de nossos dias. O que temos visto e ouvido pelo mundo afora, de uns anos para cá, não tem sido um episódio esporádico de violência extrema, mas um surto de crimes hediondos que têm tornado esta terra um lugar terrível de se viver. O descaso para com a vida alheia, o desamor e o prazer a todo custo são as principais causas para que haja um número gigante de vítimas fatais. Mas esta é a face do homem longe de Deus! Este é o quadro pintado pelo príncipe deste mundo!
O que estamos testemunhando, hoje, é o retrocesso humano e a degradação do mundo. Quanto mais distantes vivemos dos propósitos de Deus, mais vulneráveis ficamos às nossas paixões e concupiscências, então, começamos a nos destruir uns aos outros. Nunca estivemos tão perto de ver cumprida esta profecia de Oseias: “Chegaram os dias do castigo, chegaram os dias da retribuição” (v.7). Despertemos, amados! Basta olhar para os lados e perceber que o relógio deste mundo está prestes a marcar o seu minuto final. Isto não é sensacionalismo! Isto é choque de realidade! O Senhor tem chamado o Seu povo para ouvir: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz” (Ap.2:7). E o que temos feito com esse privilégio? Aproveitado ou rejeitado?
Em nome de Jesus, aproveitemos ao máximo estes últimos instantes enquanto ainda podemos ouvir a voz do Espírito Santo. Porque está chegando o tempo em que todas as oportunidades cessarão e cumprir-se-á a profecia: “Ai deles, quando deles Me apartar!” (v.12). Vigiemos e oremos!
Bom dia, ouvintes atentos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Oseias9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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A rejeição à mensagem de Deus, ou mesmo a rejeição ao mensageiro utilizado por Deus para enviar Sua mensagem, “é uma indicação de hostilidade com relação ao próprio Deus” (Richard O. Lawrence).
O povo que recebera bênçãos, proteção e revelações de Deus, Aquele que graciosamente fez concerto com Israel, tornou-se indiferente a Ele como uma esposa fria diante de seu marido atencioso.
“Deus os tirou da terra do Egito e os fez Seu povo, mas eles retornaram à escravidão (no Egito). Deus lhes deu Sua Lei e lhes falou como ser limpos a Sua vista (veja especialmente Levítico 11:1-23; Deuteronômio 14:3-21), mas eles serão levados a Assíria e ali serão obrigados a comer o que é imundo. Os dois juízos serão sinais da separação de Deus” (Mike Butterworth).
Por isso, “num doloroso lamento, o profeta expõe pormenorizadamente os principais aspectos da apostasia deles: ‘Baal-Peor’, ‘Gibeá’, ‘Gilgal’, ‘Bete-Aven’, ‘bezerro’, ‘perversidade’, ‘príncipes rebeldes’, ‘secaram-se as suas raízes’, ‘não dará fruto’, ‘o meu Deus os rejeitará’, andarão errantes entre as nações’”, observa Robert H. Pierson. E, depois declara:
“Há muita coisa nas denúncias de Oseias que se aplica à Igreja nestes últimos dias”.
Portanto, abramos ouvidos e coração para o que Deus quer revelar-nos. Tais advertências devem atingir a alma de todo crente nestes dias que antecedem a volta de Jesus, caso queiramos ser aprovados no dia do juízo.
Então, observe atentamente estas verdades:
• Não podemos desperdiçar nossa vida com os prazeres carnais, seguindo os mundanos; isso nos distancia de Deus (v. 1).
• Não devemos vender-nos à prostituição espiritual e à orgia religiosa, oferecidas como comidas em restaurantes à beira das avenidas – nem toda igreja serve ao Deus verdadeiro do jeito que Ele revelou em Sua Palavra (vs. 2-4).
• Não é sábio ignorar a revelação de Deus por apreciar a revelação do pastor, nem criar a própria religião para tentar se livrar do juízo descrito na Bíblia (vs. 5-7).
• Quando não há discernimento espiritual julgamos por “loucura” a mensagem de Deus e, de “loucos”, aos Seus mensageiros – tais conclusões que são verdadeiras loucuras (vs. 8-9).
• Deus relembra a história antes de aplicar Seu juízo; Sua intenção é despertar a consciência cauterizada pelo pecado visando salvação ao perdido (vs. 10-17).
Ouça aos mensageiros de Deus! – Heber Toth Armí.