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Os cuidados com o corpo não se relacionam apenas com o que ingerimos (gordura de animais, sangue ou carnes imundas); envolver-se com certas práticas sexuais contamina a alma, tornando-a imprópria para morada de um Deus santo; própria, porém, para esconderijo de demônios.
A imoralidade proibida no sétimo mandamento (Não adulterarás) é especificada neste capítulo. Deus fez órgãos sexuais para eliminação daquilo que o corpo não necessita e também para satisfação/prazer e procriação.
Contudo, Satanás almeja tornar maldição o que Deus fez para ser benção. Por isso, rigorosamente…
1. Deus proíbe relações sexuais com parentes próximos: Mãe, avó, irmãos, netos, enteados, madrasta/padrasto, sobrinhos, tios, nora, cunhado (vs. 6-16). Tais práticas desonram a Deus, a si mesmo, e aos familiares.
2. Deus proíbe relações sexuais com mulher e filha desta mulher (relacionar-se com ambas), nem neta (pedofilia). Proíbe casar-se com a cunhada, sem ser viúvo. Proíbe relações com a esposa na menstruação e com a esposa do vizinho (vs. 17-20). Tais práticas são perversão de caráter.
3. Deus proíbe relações sexuais do mesmo gênero sexual tanto quanto proíbe queimar filhos em sacrifícios a deuses falsos (vs. 21-22).
4. Deus proíbe relações sexuais com animais como gorila, jegue, tatú, vaca, cavalo, etc. (v. 23). Tal bestialidade é repugnante e contaminante.
Para resolver tais perversões Deus prepara juízo que condena os nefários à destruição. Tal castigo faz a terra vomitar àqueles que contaminam o mundo com sua conduta depravada.
Os verdadeiro servos de Deus não se conformam com tais coisas abomináveis. O capítulo não descreve ordens de Moisés. Deus dá ênfases para demonstrar que tais imperativos são divinos, não humanos (vs. 1-5). Estas práticas provocam ira no Deus que é santo.
Ame a Deus, afaste-se delas! Combata a pecaminosidade! Promova a santidade!
A fúria visível de Deus contra os canaanitas perversos é evidência clara aos israelitas e a nós o quanto Ele é intolerante a tais práticas detestáveis. Deus usa a destruição dos povos antigos como advertência para Seu amado povo, o qual deve ser santo (vs. 24-30).
Deus não fez ninguém para viver atolado no chiqueiro do diabo chafurdando na lama do pecado; Deus nos criou para a pureza e a beleza da santidade. Anuncie isso aos teus amigos!
Deus quer nossa companhia. Santifiquemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Portanto, os Meus estatutos e os Meus juízos guardareis; cumprindo-os, o homem viverá por eles. Eu sou o Senhor” (v.5).
Após a queda do homem, a primeira impressão que Adão e Eva tiveram do pecado foi de sua nudez. Despidos das vestes da glória de Deus, o homem e sua mulher fizeram para si vestes com “folhas de figueira” e, ouvindo a voz de Deus, “que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus” (Gn.3:7 e 8). A nudez causou-lhes a sensação de impotência diante de tal situação. Tiveram medo de apresentarem-se daquela forma diante do Criador. Mas com que amor o Senhor lhes proveu a solução! Antes mesmo de criá-los, o plano já estava estabelecido, através do “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8). Ali no Éden, o primeiro sacrifício foi realizado e “fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu” (Gn.3:21).
Não podemos cobrir a nudez do pecado mediante nossos próprios esforços, mas Deus nos proveu os vestidos da salvação: “Aconselho-te que de Mim compres… vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a tua nudez” (Ap.3:18). A nudez representa a condição vergonhosa do homem perante Deus. E os estatutos e juízos estabelecidos quanto aos casamentos ilícitos e uniões abomináveis revelam as bênçãos de Deus em cumpri-los, e as consequências destrutivas em desobedecê-los. O Senhor instituiu uma lista de parentes como proibida para o matrimônio. Antes mesmo da entrada do pecado, Deus já havia estabelecido a união entre o homem e a mulher. O casamento heterogêneo e monogâmico fora instituído por Deus para ser uma bênção à humanidade. E o sexo, planejado como uma bênção exclusiva para o uso sagrado dentro do casamento.
O pecado deturpou a sexualidade humana de tal forma que a respeito do que o Senhor disse: “maldade é” (v.17), o homem responde: “é normal”. O que dantes causara grande vergonha no Éden, hoje é publicado em praça pública. Estamos, de fato, devendo, e muito, a Sodoma e Gomorra. Os povos que ainda habitavam em Canaã estavam contaminados com uniões abomináveis, e Deus precisava instruir o Seu povo a fim de não praticarem “nenhum dos costumes abomináveis” (v.30) que ali se praticavam. O incesto, a homossexualidade, a bestialidade, dentre outras práticas sexuais ilícitas e repugnantes diante de Deus eram naturalmente aceitáveis entre os povos cananeus e praticadas em seus cultos pagãos. Os filhos de Israel estavam para entrar em terreno perigoso e o Senhor precisava alertá-los e protegê-los. Seus estatutos e juízos não são imposições arbitrárias, mas segurança: “cumprindo-os, o homem viverá por eles” (v.5).
Ainda moro em zona urbana, mas quanto mais os dias passam mais me convenço de que o povo de Deus precisa sair das cidades. Está chegando o tempo (se é que não já chegou), em que os anjos do Senhor estão apelando, como fizeram com Ló, de que os filhos de Deus abandonem, o mais rápido possível, os grandes centros. A demora de Ló lhe custou a perda de parte de sua família e de sua esposa e a gravidez abominável de suas filhas. A terra em que habitava tornou-se tão maligna que a homossexualidade era praticada em plena luz do dia. Estamos longe deste contexto, amados? Músicas, novelas, filmes e até desenhos animados incentivam nossas crianças e adolescentes a serem sexualmente ativos antes da hora, da forma que desejarem e com quem ou o quê desejarem. O mundo está testemunhando a desconstrução da família e do casamento, e o surgimento de uma nova geração cujo pudor é ignorado e a moral rechaçada.
Muitos carregam marcas de uma infância vivida em uma família que não era temente a Deus, ou de escolhas erradas que fizeram antes de conhecer ao Senhor. Todos nós, na verdade, possuímos marcas causadas pelo simples fato de existirmos. O pecado é letal e “a terra se contaminou” (v.25), e a menos que guardemos e andemos no caminho que o Senhor nos orienta a andar, carregaremos em nosso corpo e em nossa mente feridas que nos causarão dor por toda a vida. É desejo do Senhor que os Seus filhos se mantenham puros. Mas ainda que o pecado tenha nos causado manchas difíceis de limpar, o Senhor nos prometeu: “ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se quiserdes e Me ouvirdes” (Is.1:18 e 19).
Ao que o Senhor chamou de abominável sob a recorrente lembrança: “Eu sou o Senhor” (v.6), não consideremos aceitável. Não é normal, “é abominação” (v.22)! Não é natural, “é confusão” (v.23)! A repetida declaração de Deus como Senhor declara a Sua autoridade em legislar sobre a sexualidade humana. Aquele que cobriu a nudez de nossos primeiros pais é O mesmo que deseja cobrir a nossa, não mais com vestimenta de peles de animais, mas com “vestes de salvação… e com o manto de justiça” (Is.61:10). Não permita que o inimigo exponha a sua nudez, mas confiante nos méritos de Cristo Jesus, dEle adquira a roupa da vitória.
“Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (Ap.16:15).
Bom dia, vestidos pelo Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Levítico18 #RPSP
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18:1 – 27:34 Estes capítulos ensinam os israelitas como viver vidas santas. Andrews Study Bible.
18.1 – 20.27 Aqui, o povo de Deus recebe instruções a respeito dos relacionamentos entre pessoas e de uma moralidade que reflete a santidade de Deus. Dessa maneira, Israel foi sendo preparado para um estilo de vida diferente daquele dos cananeus, cujo comportamento era deploravelmente imoral. O cap 18 contém proibições na esfera moral, o cap. 19 expande os dez mandamentos para detalhar a moralidade correta, e o cap. 20 determina as penalidades pela violação dos padrões divinos da moralidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-30 Moisés instrui [a partir da palavra do Senhor] Israel acerca das práticas ilegítimas vinculadas ao sexo e à família, incluindo o incesto (vs. 6-20), os sacrifícios de crianças (v. 21), o homossexualismo (v. 22) e a bestialidade (v. 23). Os vizinhos de Israel não tinham muitas restrições nas suas atitudes sexuais e no seu comportamento (v. 3). … As leis existentes neste capítulo pressupões o casamento entre israelitas. Entretanto, uniões entre parentes em primeiro grau … e … e parentes próximos por casamento também eram proibidas. Bíblia de Genebra.
Os padrões de pureza na vida familiar que sempre tinham tomado vulto perante os olhos dos israelitas, a saber, os do Egito e de Canaã, eram corrompidos; por este motivo, Israel precisava de um padrão divinamente inspirado, por ser um povo santo, dedicado a Jeová. As leis modernas sobre o casamento, na sua maior parte, seguem as limitações estabelecidas aqui. O casamento entre parentes consanguíneos aumenta a possibilidade de problemas de hereditariedade, especialmente no caso de doenças mentais. a pureza sexual é uma parte integrante da saúde do corpo e da alma. Bíblia Shedd.
3 Os israelitas se moveram de um país infestado de ídolos para outro. À medida que Deus os auxiliava a formar uma nova cultura, Ele os advertia para deixar todos os aspectos do ambiente pagão de onde vieram. Ele também os advertia de quão fácil seria deslizar para dentro da cultura pagã de Canaã, para onde iriam. A sociedade e as religiões de Canaã apelavam para desejos mundanos, especialmente para imoralidade sexual e embriaguez. Os israelitas deveriam se manter puros e separados para Deus. Ele não queria que Seu povo se absorvesse na cultura e ambiente ao redor. A sociedade pode nos pressionar a nos conformar com seu modo de agir e pensar, mas ceder a esta pressão: 1) criará confusão quanto a que lado devemos estar e 2) eliminará nossa efetividade de servir a Deus. Siga a Deus, e não deixe que a cultura em torno de você molde seus pensamentos e ações. Life Application Study Bible.
5 viverá. Com a plena bênção de Deus. A lei era o caminho da vida para os redimidos (v. Ez 20.11, 13, 21), e não o caminho da salvação para os perdidos (v. Rm 10.5; Gl 3.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
As leis de Deus visam o bem das pessoas (comparar com Dt 10:13). Assim, por causa e efeito, o Seu povo prosperaria aos observá-las (comparar com Êx 20:12 – “para que se prolonguem os teus dias na terra”). Mas a obediência não afasta as consequências das falhas passadas em observar as leis de Deus (Rm 3:19-26; Gl 3:10-14). Andrews Study Bible.
6-18 Casar com parentes foi proibido por Deus por razões físicas, morais e morais. Crianças nascidas de parentes próximos poderiam experimentar sérios problemas de saúde. … Relações sexuais impróprias destroem a vida familiar. Life Application Study Bible.
6-27 Vários ações abomináveis ou perversas são listadas aqui. … A sociedade de hoje trata de forma condescendente de algumas dessas práticas, chegando a fazer algumas delas aceitáveis. Mas elas ainda são pecado aos olhos de Deus. Se você as considera aceitáveis, você não as está julgando de acordo com os padrões e Deus. Life Application Study Bible.
6 Nenhum homem se chegará a qualquer parenta de sua carne. Esta é a proibição básica do incesto, que obviamente regula as relações sexuais com filha ou irmã. Os vs. 17-20, 22-23 aplicam a regra a outros tipos de relações sexuais proibidas. … Essas são leis morais eternas [timeless]. Andrews Study Bible.
É verdade que nos primeiros dias da raça humana irmão se casava com irmã, desde que não havia mais ninguém com quem casar. Com o firme estabelecimento da raça humana, Deus proibiu casamentos consanguíneos. Por exemplo, um homem não devia se casar com sua irmã, nem com sua tia, ou com sua nora. Bíblia Shedd.
7 não lhe descobrirás a nudez (ARA). NVI: “não se envolva sexualmente com ela” [também nas demais ocorrências].
8 é nudez de teu pai (ARA). NVI: “isso desonraria seu pai” [de forma análoga, nas demais ocorrências].
16 a mulher de seu irmão. Casar-se com a viúva do irmão, além de ser imoral, poderia lesar a herança do irmão. A lei do levirato, em Dt 25.5, 6, oferecia uma exceção no caso de ser necessário preservar a herança do irmão falecido e continuar sua linhagem. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Não tome por mulher a irmã da sua mulher, tornando-a rival. Nesse contexto, essa lei proíbe o casamento com duas irmãs entre si (comparar com v. 17), o que poderia causa rivalidade entre si (comparar com Gn 29-30). Mas a expressão “por mulher a irmã da sua mulher” pode se referir a qualquer mulher, não necessariamente irmã literal (p.e., 26:3, 5-6; Ez 1:9, 23; 3.13). Então, a letra dessa lei tende a desencorajar a poligamia. Andrews Study Bible.
O triste exemplo do casamento de Jacó com Lia e Raquel ilustra a sabedoria compassiva dessa lei (Gn 29.23-30.24). Bíblia de Genebra.
21 Moloque. O deus dos amonitas (v. 20.2-5; 1Rs 11.5 e nota). A prática detestável de sacrificar crianças a Moloque era comum na Fenícia e em outros países ao redor. V 2Rs 3.26, 27. O rei Manassés, segundo parece, sacrificou seus filhos a Moloque (2Cr 33.6; v. 2Rs 23.10). Jr 32.35 protesta contra essa prática. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A proibição contra o culto idólatra e cruel adoração a este deus adorado pelos amonitas se encaixa neste capítulo que trata de ofensas sexuais porque faz mau uso da “semente” (descendentes), assim como o adultério faz mau uso da “semente” (sêmen; Lv 18:20). Além disso, a adoração a Moloque era um tipo de adultério espiritual. Andrews Study Bible.
O culto a Moloque, o deus dos amonitas, foi uma tentação para os israelitas (1Rs 11.7; 2Rs 23.10). Bíblia de Genebra.
O nome específico usado aqui se refere a uma imagem oca, com braços estendidos, e com um incinerador na parte vazia, destinado a receber crianças em sacrifício queimado. Bíblia Shedd.
22 Não se deite com homem. Aqui a atividade homossexual masculina é declarada como abominação a Deus (ver tb 20:13). Rm 1:26-17 se refere como paixões pecaminosas tanto a homossexualidade masculina quanto a feminina. A condenação é por agir de acordo com a tendência. Andrews Study Bible.
24-30 Estes versículos lançam luz sobre o motivo da destruição das nações de Canaã por mandato divino. As abominações da imoralidade das nações pagãs tinham chegado a um tal extremo que, afinal, a “medida da iniquidade dos amorreus” se encheu, Gn 15.16. Por isso, Deus advertiu a Israel que tivesse cuidado e não fizesse como os cananeus. Como Israel era o povo escolhido de Jeová, esperava-se mais deles do que de qualquer outra nação, Dt 9.25-29. Bíblia Shedd.
25 a terra se contaminou. A imundícia e o pecado são contagiosos; tudo o que entrasse em contato com essas coisas ficava infectado, incluindo o santuário (16.16, nota) e a terra. Bíblia de Genebra.
28 se vocês contaminarem a terra, ela os vomitará. Não havia reparação ritual para tais contaminações, o que resulta no exílio da terra prometida (comparar com 26:33-39). Andrews Study Bible.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-17/
Deus ama dar presentes a Seus filhos. Levítico 17 nos dá um maravilhoso exemplo disso. Aqui Deus adverte o seu povo contra o uso indevido de um dom que derramava de seus sacrifícios: o sangue. Deus, através de Moisés, diz ao seu povo “… Eu o dei [o sangue] a vocês para fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz propiciação pela vida”(v. 11 NVI).
Talvez isso contradiga seu conceito de sacrifício. Não é o sacrifício um presente do adorador para Deus? Sim, isso é verdade. Um sacrifício é trazido pelo adorador, mas o sangue do sacrifício faz com que o povo de Deus fique consciente de onde a expiação (perdão e reconciliação com Deus) vem. Não vem do trabalho duro do devoto ao cuidar das ovelhas no campo, ou sua generosidade em trazer um animal perfeito para o sacrifício.
Deus está declarando que o perdão vem somente com o dom do sangue, apontando para o sacrifício de Jesus na cruz. Assim como Paulo claramente aponta em sua carta aos Romanos: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (6:23 NVI).
Eric Sayler
Pastor, IASD Eastgate
Walla Walla, Washington, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/17
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Você come morcilha ou alguma receita preparada com sangue? Sabia que o sangue é o filtro do corpo, o qual absorve todas as impurezas, por isso frente a doenças pede-se exames de sangue? Além disso, você sabia que Deus proíbe comer sangue?
O servo de Deus fiel às Suas orientações não come aquele churrasco que vem pingando sangue. Ele cuida para não contaminar seu corpo que é o templo do Espírito Santo. Cuidar da saúde implica deixar o corpo limpo e apropriado para a santa presença do Espírito Santo.
Este capítulo apresenta os seguintes pontos que merecem nossa atenção porque não é invenção de Moisés, mas Deus Lhe falou e ele escreveu (vs. 1-2).
1. Deus pede que os sacrifícios não sejam fora do Santuário, caso acontecesse, a pessoa seria culpada de derramar sangue de forma imprópria; portanto, pagaria com sua vida por esse ato (vs. 3-4). O ritual de sacrifício só teria sentido se as orientações de Deus fossem seguidas. No processo da salvação não é como a pessoa quer, mas como o Salvador orienta.
2. O animal deveria ser morto como oferta de paz perante Deus e, o sacerdote deveria aspergir/borrifar sangue no altar de Deus (vs. 5-6). O sangue é sujo e vida, representa nosso pecado e nossa vida. Nossa contribuição para a salvação é a entrega de nossa vida pecaminosa a Deus.
3. Satanás desvirtua o propósito de Deus; ele adultera o culto e a adoração além de manipular o sistema divino de salvação. Quem não segue toda a Palavra que sai da boca de Deus torna-se presa fácil dele e desvia-se da salvação disponível a todo pecador (vs. 7-9).
4. A razão de Deus proibir comer sangue é pelo fato de sangue ser vida. Deve-se respeitar a vida. Sangue representa a morte. Ao comer carne que não seja imunda (Levítico 11), deve-se antes retirar todo o sangue e enterrá-lo (vs. 10-14). Isso vale para judeu e estrangeiro – nós!
5. Deus não é a favor de comer carne de animal encontrado morto ou despedaçado (vs. 15-16), nosso corpo é Sua morada.
Que tipo de carne se come hoje? Quem está mantendo limpo o lugar de habitação de Deus?
Jesus deu Seu sangue por nós para que vivamos. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Nunca mais oferecerão os seus sacrifícios aos demônios, com os quais eles se prostituem; isso lhes será por estatuto perpétuo nas suas gerações” (v.7).
Haviam práticas pagãs observadas pelos povos vizinhos que, de igual forma, eram realizadas no Egito. Uma delas era o sacrifício aos deuses pagãos. Deus orientou o Seu povo para abster-se de tais práticas, pois elas, na verdade, não passavam de cultos a demônios. Ou seja, só o Senhor Deus é digno de toda adoração; só o Senhor é Deus, e não há outro. Fora disso, a adoração é adulterada. O Senhor mesmo disse: “Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22). Nos dois primeiros mandamentos do Decálogo, está escrito: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura… não as adorarás, nem lhes darás culto…” (Êx.20:3-5). Só ao Senhor devemos prestar culto! Somente a Ele!
Semelhantemente, os pagãos tinham costume de beber do sangue de seus sacrifícios aos deuses estranhos, inclusive, sacrifícios humanos. Deus advertiu o Seu povo a não contaminar-se com a mesma prática. O derramamento de sangue no santuário prefigurava a Cristo, que verteria o Seu sangue para o perdão de nossos pecados. Ellen White escreveu: “Fazendo os homens violarem o segundo mandamento, visava Satanás rebaixar suas concepções acerca do Ser divino. Pondo de lado o quarto, fá-los-ia esquecer-se completamente de Deus. A reivindicação divina à reverência e culto, acima dos deuses dos gentios, baseia-se no fato de que Ele é o Criador, e que a Ele todos os outros seres devem sua existência” (Patriarcas e Profetas, p.239).
A ênfase do capítulo de hoje está, portanto, na contrafação à verdadeira adoração. Só o Senhor é Deus, o Senhor é único! A idolatria afasta o povo de Deus e, por consequência, o coloca em terreno inimigo. Não era apenas uma proibição quanto ao consumo de sangue de animais, mas uma questão que afetava o relacionamento entre o povo e Deus, que feria a identidade de um povo escolhido para ser santo. Podemos afirmar categoricamente que servimos somente ao Senhor? Ellen White também escreveu: “Por meio das tentações de Satanás o gênero humano todo se tornou transgressor da lei de Deus; mas, pelo sacrifício de Seu Filho, abriu-se um caminho por onde podem voltar a Deus. Mediante a graça de Cristo, podem habilitar-se a prestar obediência à lei do Pai. Assim, em todos os séculos, do meio da apostasia e rebelião, Deus reúne um povo que Lhe é fiel, povo em cujo coração está a Sua lei.” (Is.51:7; Patriarcas e Profetas, p.241).
Cuidado com as contrafações atuais! Elas não deixaram de existir, só mudaram de forma. A última batalha universal não será por força ou violência, mas pela diferença entre os verdadeiros e os falsos adoradores, os que conhecem ao Senhor e os que não O conhecem. E Satanás está usando todas as suas armas “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Que Deus nos ajude e continue a nos santificar através de Sua Palavra. “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef.6:11).
Bom dia, verdadeiros adoradores!
Rosana Garcia Barros
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Os capítulos 17 -26 são por vezes chamados de “código da santidade”, porque focaliza o que significa viver uma vida santa. O verso central é 19.2: “Sejam santos porque Eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo” (NVI). Life Application Study Bible NVI.
17.1 – 27.34 Nestes capítulos, o Senhor exige que a santidade atinja, claramente, cada aspecto da vida de Israel. Considerando temas tão diversos como o comportamento sexual e o Ano do Jubileu, os crimes capitais e os pães do tabernáculo, o Senhor ensina Israel a refletir a Sua santidade no seu comportamento. Bíblia de Genebra.
3-9 No período em que Israel esteve no deserto, os animais só podiam ser mortos no tabernáculo, mesmo para refeições normais. Isso visava impedir que sacrifícios secretos fossem oferecidos a ídolos (v. 7). Bíblia de Genebra.
3 sacrificar um boi, um cordeiro ou um cabrito. Animais que podiam ser sacrificados. Essa lei permitia o abate desses animais, mesmo quando utilizados como alimento, somente se sacrificados no santuário do Senhor. A razão era evitar que os israelitas abatessem esses animais como sacrifícios a demônios (ver v. 7). A lei foi instituída enquanto o povo israelita estava acampado em volta do santuário no ermo [wilderness]. Mais tarde, quando se espalharam em Canaã, lhes foi permitido abater animais sacrificáveis para sua alimentação fora do santuário se o seu sangue fosse drenado, no mesmo tratamento dado a animais de caça (Dt 12:20-25; comparar com Lv 17:13). Andrews Study Bible.
Por que os israelitas eram proibidos de sacrificar fora da área do tabernáculo? Deus havia estabelecido tempos e lugares específicos para sacrifícios e cada ocasião era permeada de simbolismo. Se o povo sacrificasse de acordo com sua vontade, eles poderiam facilmente adicionar ou subtrair algo da Lei de Deus para que se ajustasse ao seu estilo de vida. Muitas religiões pagãs permitiam que cada sacerdote individual estabelecesse suas próprias regras; As ordens de Deus ajudavam os israelitas a resistirem à tentação de seguir o padrão pagão. Quando os israelitas caiu em idolatria, foi porque “cada um fazia o que achava certo”. Life Application Study Bible NVI.
Quando os filhos de Israel saíram do Egito, um grande grupo de pessoas, principalmente egípcios, saiu com eles. A Bíblia os chama de “mistura de gente”, literalmente uma “multidão mista” (Êx 12:38;Nm 11:4). Uma palavra ainda melhor seria “turba”, usada em algumas versões. Eles viviam causando problemas e se rebelavam constantemente. Estavam dentre os que exigiram carne como alimento, o que resultou na morte de milhares (Nm 11:4-6, 18-20, 31-33). Embora testemunhassem diariamente o milagre divino do maná que caía do céu, eram ingratos e profanos. Como tantos que vivem da caridade alheia, suas exigências aumentavam constantemente. Parece razoável assumir que essa multidão procurava continuar seus cultos e festivais pagãos. No Egito havia as mais degradantes formas de paganismo. Dentre elas, o culto ao demônio era provavelmente a pior (Lv 17:7). Nesse culto, bodes eram sacrificados. Abusos assim começaram a se infiltrar entre os israelitas e uma reforma foi necessária. Antes do estabelecimento do santuário, o pai da família era também seu sacerdote e, como tal, oferecia sacrifícios por sua casa. Quando o tabernáculo foi construído, os sacerdotes assumiram as ofertas e uma grande mudança ocorreu na vida de Israel. Os pais entregaram aos levitas algumas de suas antigas prerrogativas, e isso pode ter provocado insatisfação. O mais difícil foi atender à ordem de que todo sacrifício de animais devia, dali em diante, ser feito no santuário e todas as festas comumente celebradas em conexão com os sacrifícios deviam ser feitas também ali. Essa mudança, em si mesma, não causaria dificuldade ao povo, pois o santuário ocupava posição central no acampamento, com facilidade de acesso a todos. O arranjo, porém, acabaria automaticamente com as festas de convívio da multidão mista e, pode-se supor, muitos israelitas participavam entusiasticamente das mesmas. É possível inferir, do v. 7, quão longe os israelitas foram na participação desses cultos pagãos. … Deus não proibiu encontros sociais, mas estes deviam estar de acordo com as normas envolvendo o santuário. Não devia haver festas pagãs. … A ordem de matar os animais na porta do santuário foi suspensa depois que Israel entrou em Canaã (ver Dt 12:15, 20, 21). Todos os animais sacrificais deviam ser levados ao tabernáculo, mas se o animal era para alimento diário, então devia ser morto em casa. Presumivelmente nessa época Israel havia aprendido a lição que Deus pretendia ensinar; além disso, a multidão mista já não era uma armadilha para eles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 845-847.
7 demônios (ARA; NVI: “ídolos em forma de bode”). A palavra para “demônios” é, literalmente, “bodes”, o mesmo termo utilizado para o bode do Senhor e o Bode de Azazel no cap. 16. Talvez os israelitas associassem Azazel com este bode e o vissem como um bode-demônio a quem deviam sacrificar para que não lhes causasse dano. De qualquer forma, sacrificar a qualquer um a não ser ao Senhor era uma “imoralidade” espiritual que violava a aliança exclusiva com Ele (comparar com Êx 20:3). A ideia que sacrifícios pagãos eram feitos a demônios (não a divindades) aparece em Dt 32:17 e 1Co 10:20. Andrews Study Bible.
Os ídolos em formato de bode (também chamados demônios) eram objeto de adoração e sacrifício em tempos antigos, particularmente no Egito, de onde eles haviam recentemente escapado. Deus não queria que o povo fizesse esse tipo de sacrifício no deserto ou na terra prometida, para onde se dirigiam. Life Application Study Bible NVI.
A prostituição simboliza a apostasia, a falta de fidelidade a Deus e, naquelas épocas, se relacionava mormente com a idolatria com seus ritos perversos. Bíblia Shedd.
11 Pois a vida da carne está no sangue. Temos, neste versículo, uma das mais importantes afirmações teológicas do Livro do Levítico. A vida é sagrada porque pertence a Deus. Como sinal de respeito pela vida e pelo Criador, nenhum israelita poderia comer sangue, pois a vida da carne está no sangue (cf. Gn 9.4-6). Bíblia de Genebra.
Como a vida era sagrada, o sangue (um símbolo da vida) devia ser tratado com respeito (Gn 9.5, 6). Por isso, era rigorosamente proibido comer sangue. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Sete vezes nos livros de Moisés a proibição de comer sangue é repetida … A razão dada é que o sangue representa a vida; de fato, sangue é vida. Isso é verdade em sentido literal. … O sangue ocupa um lugar elevado no plano da salvação. O sangue de Cristo é repetidamente descrito como o elemento vital da redenção. … É o sangue que faz a expiação por causa da vida que há nele. O sangue de Cristo faz expiação [v. 11] porque representa a vida dEle. A morte de Cristo cumpriu um propósito: uma vida por outras. Assim, a vida e a morte de Cristo asseguram a salvação. Por Sua morte, Cristo pagou o preço e satisfez os reclamos da lei; através de Sua vida, Ele nos assegura vida (ver Rm 5:10). CBASD, vol. 1, p. 847-848.
Eu vo-lo tenho dado. O sistema sacrificial do Antigo Testamento era um dom gracioso de Deus ao Seu povo. Bíblia de Genebra.
14 Porque comer ou beber sangue foi proibido? A proibição contra comer sangue tem suas origens nas instruções dadas a Noé (Gn 9:4). Deus proibiu comer e beber sangue por várias razões: 1) Desencorajar práticas pagãs. Israel deveria ser separada e distinta das nações à sua volta. Comer sangue era uma prática pagã comum. Isso era feito geralmente com a intenção de ganhar as características do animal sacrificado (resistência, força, velocidade, etc.). O povo de Deus deveria confiar nEle, não ingerir sangue para sua força. 2) Para preservar o simbolismo do sacrifício. O sangue simbolizava a vida do animal que era sacrificado em lugar do pecador. … 3) Proteger o povo de infecções porque muitas doenças mortais são transmitidas através do sangue. Os judeus levavam a sério essa proibição, e foi por causa disso que os ouvintes de Jesus ficaram tão contrariados quando Ele disse que eles deveriam beber o Seu sangue (Jo 6:53-56). Contudo, Jesus, sendo o próprio Deus e o definitivo sacrifício requerido pelos pecados, estava pedindo aos ouvintes que se identificassem com Ele completamente. Ele quer que tomemos Sua vida em nós e quer participar de nossas vidas. Life Application Study Bible NVI.
15 animal encontrado morto ou despedaçado. Quando um animal morria de alguma doença, ou era morto por algum animal, era provável que seu sangue não houvesse sido devidamente removido, portanto não seria uma comida lícita para o homem. Além disso, a doença que ceifou o animal podia ser uma ameaça à saúde daqueles que o comessem. Bíblia Shedd.
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