Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
2 de janeiro de 2019, 0:45
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Após grandes manifestações de Deus, depois de o povo ver Suas magníficas operações, o povo descambou rumo à apostasia. Não muito depois de superar obstáculos insuperáveis e testemunhar que nenhum Deus é como Aquele que libertou a nação escrava da maior potência do mundo daquela época.

Atenção: É muito fácil perverter a religião verdadeira. A fé pode facilmente ser adulterada. Por conseguinte, a apostasia torna-se corriqueira. Apostasia não é ateísmo, é desvio da fé: Ilusão com a fé falsa.

Fique alerta!

• Quem se deixa guiar pela impaciência despenca pelo desfiladeiro da imprudência espiritual. Ao considerar que Moisés demorava, o povo de Deus projetou uma nova perspectiva religiosa. Impaciência resulta em corrupção teológica (v. 1);

• A voz do povo não é a voz de Deus; na história do pecado, a maioria sempre esteve equivocada/enganada/perdida/iludida (v. 1);

• Nem todo fervor, entusiasmo, dedicação, generosidade e disposição de madrugar para festejar ao Senhor é verdadeiro reavivamento espiritual, muito menos verdadeira reforma. O povo arrancou adornos e ofertou, depois levantou-se de madrugada para adorar um bezerro de ouro (vs. 3-6);

• Nem todo líder religioso serve a Deus, uns servem ao povo. Ao fazer o que é conveniente às pessoas líderes se tornam indiferentes e desobedientes a Deus, como exemplificado por Arão (vs. 2, 4-5);

• Deus vê a perversão humana, e não “cruza os braços”. Ele toma iniciativa para impedir o avanço da megalomaníaca corrupção humana (vs. 6-10);

• Embora haja líderes que se corrompam e favoreçam à depravação da fé do povo de Deus como fez Arão, ainda há verdadeiros líderes religiosos que intercedem pelo povo apostatado, como fez Moisés (vs. 11-14, 30-34);

• A desobediência significa quebrar os santos Mandamentos de Deus; ao quebrar as recém feitas tábuas de pedras, Moisés deixou essa verdade bem nítida para todos nós (vs. 15-19);

• Líderes relapsos diante da pressão do povo têm dificuldades de assumir culpas e reconhecer suas fragilidades; eles justificam-se com desculpas esfarrapadas ou transferem a culpa a outros, como fez Arão quando confrontado por Moisés (vs. 20-23);

• O pecado, por mais prazeroso, sempre tem consequências desastrosas (vs. 24-29, 35); entretanto, na corrupção em massa ainda existem remanescentes fieis, representados pelos levitas.

Não importa a sinceridade… idolatria é uma afronta ao verdadeiro Deus, resultante da apostasia do coração. Fique alerta! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 32 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de janeiro de 2019, 0:30
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“Agora, pois, perdoa-lhe o pecado, ou, se não, risca-me, peço-Te, do livro que escreveste” (v.32).


Os dias em que Moisés permanecera no monte se transformaram em uma espera impaciente para os filhos de Israel. O povo cujas origens tinha a inscrição do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó e que, com mão poderosa, fora liberto do cativeiro, levantou-se para reivindicar um deus como os deuses do Egito. Uma comitiva fora designada a fim de pressionar Arão a confeccionar deuses que eles pudessem ver e tocar. No coração de muitos falsos adoradores estava o sentimento de inveja da posição de Moisés e de sua privilegiada honra de ser o único a ver a Deus. A corrupção e a idolatria do Egito os acompanhara ao deserto, de forma que não estavam dispostos a ceder quanto às suas próprias vontades nem tampouco a serem limitados a adorar a um Deus que não podiam ver.

Com as joias que trouxeram do Egito, Arão fabricou “um bezerro fundido” (v.4). Iniciaram-se as festividades, “e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas” (v.6). Enquanto isso, lá no monte, o velho líder recebia a notificação divina de que o povo havia se corrompido, reunindo-se em uma festa idólatra. Ao acender-se a ira de Deus, percebendo a gravidade da situação, Moisés prontamente intercedeu pelos filhos de Israel, lembrando ao Senhor de Sua fiel promessa, feita aos patriarcas, de multiplicar-lhes a descendência (v.13). A ira de Deus provocara a compaixão no coração de Moisés. Seu amor pelo povo fora provado e aprovado por sua intercessão e renúncia da própria salvação (v.32).

Com as tábuas da lei em mãos, Moisés desceu do Sinai cheio de santo temor. Ao ouvir o alarido da multidão em festa e ver “o bezerro e as danças… arrojou das mãos as tábuas e quebrou-as ao pé do monte” (v.19). Esta não foi uma atitude precipitada e nem condenável, mas simbólica e que representa o pecado, que nada mais é do que a quebra dos mandamentos do Senhor. O povo havia quebrado a Lei de Deus e “estava desenfreado” com a fraca liderança provisória de Arão (v.25). Contudo, mesmo diante de tamanho caos, houve um chamado especial que definiria o destino dos filhos de Levi: “Quem é do Senhor venha até mim” (v.26). A morte dos “três mil homens” (v.28) nos diz que, numa multidão composta por milhões de pessoas, uma pequena parcela é suficiente para espalhar maldição pelo poder da influência.

Este relato apresenta o conflito que ameaça a nossa salvação, e os retratos do verdadeiro adorador e do verdadeiro líder. Moisés tinha acesso direto ao Senhor não por ser melhor do que seus liderados, mas porque a sua adoração não se resumia aos seus encontros com Deus no monte. Dia após dia, o idoso peregrino mantinha comunhão com o Eterno, consciente de que sua posição não lhe conferia a predileção divina, e sim mais e mais necessidade de consagração. Nada fere mais o coração de Deus do que a autossuficiência humana. Mesmo aqueles que pensam estar seguros dentro do arraial, precisam atender com urgência ao apelo: “Consagrai-vos, hoje, ao Senhor” (v.29).

Escrevendo aos coríntios, o apóstolo Paulo falou quanto ao perigo de confiar na própria espiritualidade. E, trazendo à memória os exemplos de Israel, inclusive do capítulo de hoje, nos deixou a solene advertência: “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1Co.10:12). Consagre-se ao Senhor todos os dias. Faça disso o seu principal objetivo de vida. Não acesse os meus comentários antes de acessar ao “Assim diz o Senhor” (v.27). Vá à Palavra. Deus deseja falar diretamente ao seu coração. Pela fé, suba ao monte da comunhão para ver e ouvir o seu Senhor e Salvador. Que mesmo em meio às provas desta vida, como Jó, possamos descobrir o sublime resultado da comunhão diária: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (Jó 42:6).

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo32 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de janeiro de 2019, 0:05
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271 palavras

5 Um bom exemplo de mistura de verdade com erro. Celebrar uma festa ao Senhor diante do bezerro de ouro não iria validar a ação errada (Andrews Study Bible).

divertir-se. Este aspecto da celebração se assemelha a outras festas religiosas que frequentemente incluiam danças ruidosas e interações sexuais. O verso 25 também sugere celebrações descontroladas (Andrews Study Bible).

teu povo. Em contraste gritante com “Meu povo” em 3:10. A quebra da aliança tem repercussões de longo alcance (Andrews Study Bible).

13 Lembra-Te. Não era Moisés que tinha de suscitar a misericórdia de Deus (14), mas sim, o próprio Deus que, graciosamente, dera a Moisés a oportunidade de tomar parte na bem aventurada obra da intercessão, em condições ideais, nas quais não estava irado e fora de si (Bíblia Shedd).

20 A destruição do bezerro de ouro é completa (queimado, triturado, diluído em água) e é similar à destruição de uma divindade como citado em um texto canaanita (Andrews Study Bible).

queimou-o. Talvez o bezerro tenha sido de madeira folheada a ouro. (Bíblia de Genebra).

24 Saiu este bezerro. Era uma desculpa ridícula, como se o bezerro tivesse fabricado a si mesmo. Mas, pelo contrário, no mundo espiritual, quem dá ouvidos às dúvidas, às tentações e às forças que destroem sua consciência, verá, com espanto, que seu pecado, pesado e bem forjado, já se tornou uma realidade concreta em sua vida (Bíblia Shedd).

26 entrada. Termo equivalente a “porta”, que era o lugar do juízo na cultura israelita (Andrews Study Bible).

32 Risca-me. Moisés se identificou de tal maneira com o povo que Deus havia confiado aos seus cuidados pastorais, que se tornou semelhante a Cristo (Hb 2.17; Jo 15.12-15; Sl 77.20) (Bíblia Shedd).



ÊXODO 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
2 de janeiro de 2019, 0:05
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ÊXODO 31 by Jeferson Quimelli
1 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-31

Este capítulo fornece uma informação importante sobre o chamado de Deus. Ele diz a Moisés: “Eu escolhi Bezalel … e o enchi do Espírito de Deus.“ (v.2 NVI).

Deus chama as pessoas não apenas para serem pastores, professores e evangelistas. Ele chama a todos de seu povo para usar habilidades e talentos que Ele oferece através do Seu Espírito “para fazer tudo o que vos tenho ordenado” (v. 6). Deus está à procura de artistas e artesãos que, através da arte e da escultura e da mídia, comuniquem a mensagem de Deus ao mundo; construtores que ergam igrejas onde pessoas possam aprender dEle e escolas que promovam Sua obra na vida dos jovens; médicos, enfermeiros e profissionais de saúde que ministrem às pessoas através da cura.

Ele é a fonte da sabedoria, compreensão e conhecimento adquirido em nossas profissões. Ele é também a fonte das habilidades para executar o nosso trabalho.

O que Deus está lhe chamando para fazer para o Seu reino, para preparar os outros para encontrá-Lo quando Ele vier em breve para nos levar para casa?

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/31
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
1 de janeiro de 2019, 0:55
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ÊXODO 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
1 de janeiro de 2019, 0:45
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Para alguns, nem toda palavra que sai da boca de Deus traz vida. Alguns creem que algumas palavras divinas valem menos que heresias humanas. A deterioração teológica parece ter maior valor que as palavras do Senhor prescrita na Bíblia.

Este capítulo não vale muito para quem não dá crédito a totalidade da Palavra de Deus. Contudo, quem compreende a origem divina e sobrenatural da revelação consideram com atenção e submissão estas preciosas e incisivas orientações válidas para todas as nações e gerações.

O assunto “sábado” foi controverso desde que Israel saiu do Egito (Êxodo 16), antes, porém, de Moisés receber de Deus as tábuas dos Dez Mandamentos (Êxodo 20). Inclusive, as maiores controvérsias dos líderes judaicos com Jesus foram sobre sábado; contudo, Jesus não rebaixou a norma. Ele categoricamente declarou:

“O sábado foi feito por causa do ser humano, e não o ser humano por causa do sábado” (Marcos 2:27).

Até hoje os seres humanos confrontam este assunto relevante para Deus, para Jesus Cristo e para o Espírito Santo que inspirou escritores bíblicos a escreverem sobre ele.

Neste capítulo, Deus é direto, taxativo:

“Guardem o sábado: ele é sagrado para vocês. Quem o profanar será condenado à morte. Quem trabalhar nesse dia será condenado à morte” (v. 14, AM).

Por que Deus parece tão enérgico? Imagino que é para despertar nosso interesse! Por que seguir a recomendação divina quanto ao sábado é tão importante?

Porque o sábado…

• …pertence a Deus, não a nós (v. 12);
• …é a aliança de compromisso entre Deus e Seu povo (v. 12);
• …é lembrete de que Deus é quem nos santifica (v. 12);
• …é dia sagrado/santo (v. 14);

Portanto, santificar o sábado é um sinal de pertencer ao dono/Senhor do sábado (vs. 15-16).

Bezalel e Aoliabe foram indicados por Deus e capacitados pelo Espírito Santo para lidar com a construção dos móveis sagrados do santuário (vs. 1-11); todavia, não deviam fazer esse trabalho especial de construção da casa/santuário de Deus no tempo sagrado, no santo sábado (vs. 12-17).

Os Mandamentos não se originam em Moisés. Moisés nem mesmo foi inspirado para escrevê-los. Deus mesmo os escreveu com Seu dedo em pedras; então, entregou-os a Moisés (v. 17).

O sábado não é de Moisés, é de Deus: Santifique-o! – Heber Toth Armí



ÊXODO 31 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de janeiro de 2019, 0:30
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E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (v.18).


Moisés já estava para completar quarenta dias em que estava no monte Sinai. Este foi o número de dias em que permaneceu ali na presença de Deus, recebendo dEle todas as instruções sobre a construção do santuário e também as Suas leis. Mas antes de descer e retornar ao arraial, o Senhor lhe falou acerca do artífice e dos homens que Ele capacitaria para a realização de Sua obra, bem como sobre a observância do sábado como um santo dia de descanso. Mesmo a obra da construção do santuário deveria ser pausada a fim de que pudessem guardar o sábado do Senhor. A obediência ao quarto mandamento do Decálogo foi instituída por Deus como um sinal entre Ele e Seu povo (v.13).

O fato de Bezalel ter sido escolhido para tão nobre e santo ofício revela que era um homem consagrado a Deus e que buscava fazer a Sua vontade. Nenhum trabalho é sem valor quando empreendido segundo a habilitação do Espírito Santo. Nenhuma lida humana é de menor importância quando aplicada para a glória de Deus. O mesmo Senhor que ordenou: “Seis dias se trabalhará” (v.15), é O mesmo que promete capacitar a todos os que O buscam com inteireza de coração. O quarto mandamento, ao contrário do que muitos julgam, é uma lei trabalhista que inclui o dever do serviço e o direito do repouso. É o reconhecimento de que o Legislador é o nosso Criador: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento” (v.17).

Da mesma forma que Deus fez separação entre as coisas santas e as comuns, como Criador da semana de sete dias, Ele separou o sábado como um dia santo, separado dos demais com uma finalidade muito, mas muito especial: para que conheçamos o Senhor que nos santifica (v.13). É um dia de encontro especial com o nosso Criador. É um dia de bênção e de santificação. É a coroa da semana. Como diz a letra da canção: É o “santuário no tempo”. Afirmar que outro dia pode receber a mesma honra do sábado é teoria humana e não vem de Deus. Sem contar com os vários textos no Antigo Testamento, existem mais de 50 referências sobre o sábado só no Novo Testamento e nenhuma, repito, nenhuma referência a outro dia da semana que autorize o homem a observar outro dia que não seja aquele que o Senhor chamou de santo.

Da mesma forma que o Espírito Santo capacita os homens ao trabalho, também os chama ao Seu santo alento. E quando aprendemos o significado da expressão “dedo de Deus” (v.18), entendemos melhor a afirmação anterior. Nos evangelhos de Lucas e de Mateus, encontramos o relato da cura de um endemoninhado mudo; e ao Jesus ser acusado pelos fariseus de expulsar demônios pelo poder de Satanás, a Sua resposta esclarece o que estamos tentando compreender: “Se, porém, Eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente, é chegado o reino de Deus sobre vós” (Lc.11:20). Então, no relato de Mateus, encontramos o significado desta expressão: “Se, porém, Eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós” (Mt.12:28). Ou seja, os dez mandamentos foram escritos pelo Espírito Santo em pedras e, hoje, precisamos permitir que Ele os escreva em nosso coração:

Estando já manifestos como carta de Cristo… escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2Co.3:3).

Como Jesus mesmo afirmou: “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc.2:27). O sábado é um presente do Criador à criatura. É a inscrição do Espírito Santo no tempo. E quer você aceite, quer não, permanecerá sendo um sinal entre Deus e Seus verdadeiros adoradores (Ez.20:12 e 20; Ap.14:7) e identificará o remanescente dos últimos dias, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). O Senhor nos convida a desfrutar de Seu santo dia como um prelúdio do Céu. “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9).

Inicie a partir de hoje uma jornada de 365 dias colocando #PrimeiroDeus em sua vida… Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo31 #RPSP

Comentários em áudio:
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ÊXODO 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
1 de janeiro de 2019, 0:05
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ÊXODO 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de janeiro de 2019, 0:05
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739 palavras

1-18 Este capítulo liga espaço sagrado (tabernáculo e seus utensílios) com tempo sagrado (o sábado). Andrews Study Bible.

2 Eis que chamei. Após ter dado instruções detalhadas para a construção do tabernáculo, sua mobília e utensílios, Deus apontou aqueles que deveriam dirigir a obra. Bezalel deveria estar à frente, com Aoliabe como assistente. … A igreja precisa tanto de homens como Bezalel e Aoliabe quanto de pessoas como Paulo e Isaías. Deus somente chama pelo nome aqueles a quem pede algum serviço especial (Êx 3:4; Is 45:1-4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 712.

3 Sabedoria, criatividade e habilidade estão ligadas à criação do tabernáculo. O interesse de Deus em estética, beleza e criatividade já havia sido notada na criação ao redor. O Espírito de Deus (Gn 1:2) está também envolvido na criação do tabernáculo através do ministério de Bezalel. Andrews Study Bible.

Bezalel. Significa “na sombra/proteção de Deus”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

para elaborar. Embora Moisés houvesse recebido instruções específicas para a construção do santuário e de sua mobília, nada lhe foi dito com respeito a certos detalhes… Muito dependeria da iniciativa, invenção, gosto e arte daqueles a cargo do trabalho. CBASD, vol. 1, p. 713.

Aoliabe. Significa “o pai (divino) é minha tenda/tabernáculo”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

da tribo de Dã. É interessante notar que Hirão, o principal artista empregado por Salomão para fazer o trabalho de ornamentação do templo, era também descendente de Dã (2Cr 2:13, 14). CBASD, vol. 1, p. 713.

7-11 Esses versos contém uma lista resumida de todos os elementos do tabernáculo que precisavam ser criadas e conclui com uma importante lembrança: os artesãos devem seguir explicitamente as instruções claras fornecidas pelo Senhor. Andrews Study Bible.

12-17 O sábado tinha dois propósitos: era um tempo para repousar e um tempo para lembrar do que Deus tem feito. Nós precisamos descansar. Sem retirarmos tempo da correria, a vida perde sentido. Em nossos dias, assim como nos dias de Moisés, não é fácil afastar-se do trabalho. Mas Deus nos lembra que sem os sábados iremos esquecer o propósito de toda a nossa atividade e perder o equilíbrio crucial de uma vida de fé. Certifique-se que o seu sábado tenha tanto momentos de repouso e de lembrança de Deus. Life Application Study Bible NVI.

13 guardem os Meus sábados. As instruções para construir o tabernáculo e para fazer as vestes sacerdotais são encerradas com um apelo aos israelitas quanto à necessidade de guardarem o sábado até mesmo quando realizavam essa tarefa especial. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A importância do sábado no Êxodo é atestada pelas repetidas referências à sua observância (16:22-30; 20:8-11; 23:12; 34:21; 35:2-3). Nenhum outro mandamento do Decálogo é mencionado tão frequentemente. sinal. O mesmo termo é utilizado para descrever as pragas. O termo também aparece em Gn 17:9-14 relacionado com a circuncisão de todos os homens da comunidade da aliança. Aqui, o propósito desse sinal e comando divino é lembrar o povo de Deus de que a santidade não se baseia em esforço pessoal, mas, sim, em ação divina. Essa santidade é profanada quando o sábado não é reconhecido. Para mais sobre o sábado enquanto sinal, ver Ez 20. Andrews Study Bible.

Deus já havia dado aos israelitas a circuncisão como um “sinal” em sua carne da relação de Sua “aliança” com eles (Gn 17:9-14; At 7:8). O sábado devia ser mais um “sinal” desse relacionamento, não na carne, mas no coração (Êx 31:12, 13, 16, 17; Jr 31:31-33; Ez 20:12, 20; 2Co 3:3). CBASD, vol. 1, p. 713.

14 aquele que o profanar. O sábado é santo (Gn 2:1-3); portanto, é pecado realizar nas suas horas sagradas o que é secular (ver com. de Êx 12:16; 16:23). O sábado é profanado quando se realiza nele qualquer tarefa desnecessária. Atos de misericórdia, de necessidade ou de observância religiosa não são proibidos nesse dia (Mt 12:1-13; Mc 2:23-28). CBASD, vol. 1, p. 713.

15 sábado do repouso. Literalmente, “descanso do repouso”. CBASD, vol. 1, p. 713.

Implica completo descanso das preocupações diárias usuais. Andrews Study Bible.

16, 17 aliança … sinal. Israel, no seu ritmo de trabalho e descanso no serviço de Deus, deve seguir o padrão estabelecido por Deus na criação como um sinal perpetuamente renovado da Sua aliança com ele (v. nota em Gn 9.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 descansou. Não há razão mais convincente para cumprir com a ordem divina do que o fato de o próprio Deus ter dado o exemplo (Jo 13:13-15; 1Pe 2:21). CBASD, vol. 1, p. 714.

18 as duas tábuas do Testemunho (ARA; NVI: “tábuas da aliança”). A inscrição dos dez mandamentos na pedra (Dt 4:13) indicam seu caráter imutável e eterno (Mt 5:17-19). … As duas tábuas de pedra se juntavam como um livro (PE, 32). CBASD, vol. 1, p. 714