Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de janeiro de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

Ao Deus que faz até o impossível para nosso bem devemos, no mínimo, fazer nosso máximo possível para Ele. Deus tirou Seu povo do Egito e o levou ao deserto a fim de revelar-lhe verdades gloriosas; Deus usou Moisés para escrever estas verdades e transmiti-las a nós cerca de 3.500 depois.

Muitos são escravos de trabalho, pecado, tempo, dinheiro, vícios, etc. pensam que assim vivem uma vida de liberdade e prazeres – até perceberem que passam a vida vegetando: Existem, mas não usufruem da existência; estão vivos, mas não vivem a vida…

Deus intervém para libertar estas pessoas!

No deserto os israelitas tiveram coração disposto a entregar recursos à obra de Deus. Ali eles se envolveram com a construção do projeto de Deus para alcançar o mundo ao construírem o tabernáculo e suas mobílias. O deserto pode ser a perca do emprego, o falir de uma empresa, o fracasso de um relacionamento ou o roubo de algo importante.

O Santuário fala de redenção. Deus liberta-nos da escravidão do pecado e leva-nos à Sua Palavra onde encontramos a revelação da nossa redenção.

Os construtores fizeram…

1. A arca (vs. 1-5), conforme Deus apresentou em Êxodo 25:10-15.
2. O propiciatório (vs. 6-9), conforme Deus apresentou Êxodo 25:17-22.
3. A mesa (vs. 10-16), conforme Deus apresentou Êxodo 25:23-30.
4. O candelabro (vs. 17-24), conforme Deus apresentou Êxodo 25:31-39.
5. O altar de incenso (vs. 25-28), conforme Deus apresentou Êxodo 30:1-10.
6. O óleo da unção (v. 29), conforme Deus apresentou Êxodo 30:22-38.

Este texto deve ser lido (entendido) com cuidado. Não podemos alegorizar e fazê-lo dizer o que Deus não que ele diga. Uma interpretação alegórica por ser interessante, mas não verdadeira. Enxergar significados ocultos “em cada mobiliário, tecido, corrediças e cores, em vez de exegético, não passa de especulação” – declara Victor P. Hamilton.

Aparece neste capítulo o verbo FAZER no pretérito perfeito do indicativo (“FEZ”) quase 25 vezes referindo-se a Bezalel/Beseleel. Ele foi para Deus Seu mestre de obras; o artista escultor, artesão e construtor do Santuário. Além de tantas coisas, ele fez a arca da aliança – o móvel mais sagrado do Santuário.

Deus contou com as habilidades de Bezalel/Beseleel no passado para obras importantes neste mundo de pecado. Ele pode contar com você agora? – Heber Toth Armí.



ÊXODO 37 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de janeiro de 2019, 0:30
Filed under: Sem categoria

“De ouro puro a cobriu; por dentro e por fora a cobriu…” (v.2).


Todos os móveis e utensílios dos lugares Santo e Santíssimo do santuário eram de ouro puro ou cobertos de ouro puro. Tudo brilhava o esplendor do mais caro metal. As argolas e os varais serviam para a locomoção dos móveis que só poderiam ser carregados pelos sacerdotes e levitas. Imagino a emoção do povo ao poder contemplar apenas de longe aqueles objetos tão significativos sendo levados com extremo cuidado e reverência. Ninguém do povo comum poderia sequer tocar em qualquer daqueles objetos. Nunca houve na história da igreja cristã um lugar que ensinasse mais lições sobre reverência e santidade como o foi com o santuário terrestre.

Dentro dos limites do tabernáculo do deserto foram colocados na mais perfeita ordem os elementos que apontavam o caminho de Deus para uma vida de verdadeira comunhão. O conhecimento do sagrado, os preciosos momentos de assembleia solene, os rituais simbólicos, as ofertas oferecidas, tudo compunha o cenário da verdadeira adoração. Da prata das bases das colunas, do bronze dos objetos do pátio, do ouro puro que reluzia do interior do santuário à glória manifestada acima do propiciatório, havia um ardente desejo do Senhor de transmitir a seguinte mensagem: “Eu quero habitar no meio de vocês”. Foi com este mesmo desejo que Jesus veio até nós: “E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do Unigênito do Pai” (Jo.1:14).

Cada detalhe da tenda da congregação era um convite à comunhão com Deus. Nada ali era objeto de particular adoração, mas tudo apontava para o Senhor como o único Deus verdadeiro e digno de toda a adoração. Não era propósito de Deus que o santuário se tornasse lugar de uma religião incoerente, e sim lugar de testemunho do poder de Deus na vida de um povo que O servisse com integridade. Quando o Senhor ordenou que fizessem um lugar especial de adoração, em momento algum obrigou os filhos de Israel a ofertarem o que haviam trazido do Egito. Em todo o tempo, Moisés deixou bem claro de que as ofertas deviam ser voluntárias, de homens e mulheres que tivessem o coração disposto a doar. Eis o que sempre antecede a conversão dos verdadeiros adoradores: um coração disposto, um espírito voluntário.

Há uma profecia de cunho escatológico no livro do profeta Zacarias, que diz: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9). Não foi sem razão que os principais objetos e móveis do santuário foram feitos de ouro. O ouro simboliza pureza e realeza. Como povo santo e representante de Deus na Terra, a mais sublime lição de todas estava em Israel aprender a viver as palavras do Senhor através de uma comunhão experimental. As experiências do dia a dia, os sacrifícios diários e a imagem de um lugar que em todo o tempo declarava que Deus estava com eles deveriam quebrantar seus corações e levá-los a uma real experiência com o Senhor. Uma experiência viva, eficaz, transformadora e contínua.

O santuário terrestre e seus rituais não mais existem. Jesus, através de Sua vida, ministério e missão, revelou a Israel e ao mundo que nEle tudo se cumpriu e nEle podemos permanecer e viver, se tão somente aceitarmos o Seu diário convite de amor: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28). Quão maravilhoso é apegar-se a esta promessa! Jesus, porém, não prometeu que neste mundo não passaríamos por aflições. Pelo contrário, Ele nos advertiu que teremos de enfrentar momentos difíceis, mas que devemos nos alegrar com a certeza de Sua vitória. As provações, perseguições e aflições nunca serão motivo de derrota na vida dos que experimentam Deus todos os dias.

Comunhão, amados, não é leitura da Bíblia e oração superficiais. Comunhão é permitir que o Espírito Santo navegue com total liberdade no mar de nossa existência, nos reavivando e reformando “por dentro e por fora” (v.2), retirando de nossa vida tudo aquilo que nos afasta de Deus e preenchendo o lugar com as virtudes de Seu precioso fruto. Eu não escrevo como alguém que já tenha alcançado esta plena comunhão. Eu escrevo como alguém que a busca desesperadamente todos os dias. Hoje, Cristo está no Santíssimo do santuário celeste (Hb.8:2), intercedendo ao Pai por nós. Oxalá que o Espírito Santo esteja nos purificando e provando, e que façamos parte do precioso ouro que Jesus virá, em breve, reivindicar como Seu.

Bom dia, ouro do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo37 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 37 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de janeiro de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria



ÊXODO 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de janeiro de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria

506 palavras

Fez também Bezalel. Este capítulo registra a execução das instruções registradas em Êxodo 25:10-39; 30:1-5, 23-25, 34 e 35 (ver os comentários dessas passagens). Bezalel encarregou outros a fazer a maior parte da obra e reservou para si a construção da arca, dos querubins e do propiciatório. Sem dúvida ele fez assim porque a arca era a mobília mais importante do santuário, como o lugar da presença divina. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 736.

a arca. É o lugar no qual Deus Se encontra com o homem, uma sombra do encontro mais completo efetuado pela encarnação e paixão de Jesus Cristo; junto com o Propiciatório [tampa da arca] era o único móvel no Santo dos Santos. Os demais móveis podiam ser vistos pelos sacerdotes no decurso normal dos seus deveres. Bíblia Shedd.

A arca (também chamada de arca do Testemunho ou arca da Aliança) foi construída para conter os Dez Mandamentos. Simbolizava a aliança de Deus com Seu povo. Os dois anjos chamados querubim [cherub = singular; cherubim = plural] foram colocados na sua parte superior. A arca era o objeto mais sagrado de Israel e foi colocado no lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos] do tabernáculo. Somente uma vez por ano, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos para aspergir sangue no topo da arca (também chamado propiciatório ou tampa da expiação) para expiar os pecados de toda a nação. Life Application Study Bible.

6 Cristo é o propiciatório de Deus, Rm 3.25, a habitação da plenitude da divindade, Cl 2.9. Só por intermédio dele o homem pode se aproximar da glória divina sem ser condenado (Jo 3.36); por isso é que só no propiciatório pode existir uma representação da glória de Deus, na forma de dois querubins esculpidos, que antes serviam para guardar o caminho da árvore da vida (Gn 3.24) mas que no Santo dos Santos guardam a santidade de Deus. Bíblia Shedd.

10 mesa. Era para expor os doze pães, que representavam o cuidado de Deus em providenciar alimento natural e espiritual para cada membro do Seu povo (o número doze … doze tribos). Bíblia Shedd.

17 candelabro. Lembra-nos de Cristo, a Luz do Mundo (Jo 1.4; 3.19; 8.12). Bíblia Shedd.

23 espevitadeiras. Tal como as lâmpadas precisavam de cuidado, especialmente na renovação dos pavios, os crentes e as igrejas que eles compõem precisam de uma atenção não menos cuidadosa para que a luz de Cristo continue brilhando neste mundo de trevas (Mt 5.14-16; Ap. 2.5) pelo enchimento do Espírito Santo (cf Rm 15.14; Cl 1.28; 1Ts 5.19). A rejeição da disciplina é seríssima (Jo 15.6). Bíblia Shedd.

29 incenso aromático (cf Êx 30.34 para a composição do incenso que era usado exclusivamente para a adoração). O incenso era oferta de grande valor nos tempos do AT e, também quase exclusivamente oferenda em reconhecimento à divindade (cf Ml 1.11 e Êx 30.37). Somente aos sacerdotes foi permitido oferecer incenso. As instruções sobre seu uso são relatadas em Lv 16.12-13. Na Bíblia, o incenso simboliza a oração (exemplos Sl 141.2; Ap 8.3-4). É de se notar que o incenso foi incluído nas ofertas trazidas a Jesus, o que significa um possível reconhecimento da divindade da Criança recém nascida (Mt 2.11). Bíblia Shedd.



Êxodo 36 by Jeferson Quimelli
6 de janeiro de 2019, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-36

O nível de detalhamento das instruções encontradas no livro de Levítico é um lembrete de que Deus ama a ordem, organização, estrutura e precisão. Deus é também um amante da beleza e da arte! Aqueles que são dotados de talentos artísticos devem certamente encontrar encorajamento nesses capítulos. O v.1 afirma que o próprio Deus deu talento artístico a Bezalel e Aoliabe. Usando seus dons na construção do tabernáculo, eles honraram ao Deus a quem eles serviram.

As pessoas doaram ao projeto com tanta alegria e generosidade que, por fim, foi solicitado que não doassem mais!

Hoje em dia não ouvimos falar de campanhas de doações para um projeto missionário específico que trouxesse tantos recursos em que o líder tivesse de dizer: “Basta! Não contribuam mais!”

A energia, a criatividade, a tenacidade e a paixão do antigo Israel para construir coletivamente um edifício de adoração, que honrasse a Deus, continua sendo um ideal para o povo de Deus hoje. Quer sirvamos ao Senhor como zelador ou arquiteto, adoremos também a Deus com nossos talentos, fazendo tudo com excelência, como para o Senhor.

Cindy Tutsch
Diretor Associado (aposentado)
Patrimônio Ellen G. White

https://www.revivalandreformation.org/?id=332
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 36 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de janeiro de 2019, 0:55
Filed under: Sem categoria



ÊXODO 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
6 de janeiro de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

Tem quem dá o melhor para o mundo e o pior para Deus esperando algo bom do mundo e o melhor de Deus. Para muitos, a filosofia é investir no mundo e esperar muito de Deus!

Que hipocrisia, você não acha? Ser relaxado nas coisas de Deus e empenhado nas coisas do mundo não é o verdadeiro segredo do sucesso, mas da ignorância e hipocrisia que levam ao fracasso e à perdição total da salvação.

Fracasso total resulta de uma entrega parcial a Deus. Portanto, precisamos ser coerentes conosco mesmos se quisermos ser servos autênticos do verdadeiro Deus.

Bezalel e Aolibe são exemplos de pessoas que Deus quer usar em Sua obra neste mundo carcomido pelo pecado. O santuário foi realizado conforme a planta arquitetada por Deus:

• As cortinas de linho (vs. 8-13) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:1-6.
• As cortinas de pelos de cabras (vs. 14-18) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:7.
• As coberturas de peles de carneiro (v. 19) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:14.
• As placas (vs. 20-23) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:15.
• As bases de prata (vs. 24-30) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:19.
• As barras (vs. 31-33) foram feitas conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:26.
• A cobertura de ouro (v. 34) foi feita conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:29.
• O véu interno e o externo (vs. 35-38) foram feitos conforme o tamanho e modelo apresentado por Deus em Êxodo 26:31, 36.

Pelo fato da iniciativa ser na medida exata e no modelo apresentado por Deus, o coração do povo foi tão generoso que foi necessário limitar sua generosidade, pois sobravam materiais necessários para a obra de Deus, de tanto que o povo trazia (vs. 1-7).

Quando as pessoas entendem e aceitam os propósitos e os planos de Deus, a liberalidade se torna prioridade. Pessoas focadas nos planos divinos são dedicadas, empenhadas e generosas!

Fazer o melhor para Deus é a melhor coisa que podemos fazer na vida. Hoje, foque em Deus! – Heber Toth Armí.



Êxodo 36 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de janeiro de 2019, 0:30
Filed under: Sem categoria

“E disseram a Moisés: O povo traz muito mais do que é necessário para o serviço da obra que o Senhor ordenou se fizesse” (v.5).


Em matéria de gratidão, Israel deixou um legado histórico no preparo para a construção do santuário. De igual forma, quando o rei Davi manifestou o seu desejo em construir um santuário fixo ao Senhor, a Bíblia relata que “o povo se alegrou com tudo o que se fez voluntariamente; porque de coração íntegro deram eles liberalmente ao Senhor; também o rei Davi se alegrou com grande júbilo” (1Cr.29:9). A relação do povo com o santuário era movida por profundo senso da presença de Deus. Mesmo o Senhor deixando claro que não seria Davi a construir o templo, e sim seu filho Salomão, ele fez questão de deixar a sua contribuição e preparar o povo para a sublime obra que seu sucessor havia de dirigir.

Aquele templo provisório, porém, fora feito com materiais resistentes, mas também que fossem fáceis de montar e desmontar à medida em que Israel se locomovesse pelo deserto. Todas as suas cortinas, cobertas e tábuas de sustentação ao redor possuíam o seu lugar de encaixe. Era como um grande quebra-cabeças cuja montagem desenhava no centro do acampamento a morada de Deus no meio do Seu povo e o plano da salvação em Cristo Jesus. Como já vimos, cada peça do santuário possuía especial significado, todas apontando para o ministério de Cristo e para a redenção não somente de Israel, mas de todos que vão a Cristo. E para a construção deste lugar o povo ofertou tanto material, que o “que tinham era suficiente para toda a obra que se devia fazer e ainda sobejava” (v.7).

Da mesma forma que, à cada manhã, os filhos de Israel recebiam do Céu o maná, “cada manhã o povo trazia a Moisés ofertas voluntárias” (v.3). Rapidamente, Moisés conseguiu tudo o que era necessário para erguer o tabernáculo, de forma que “o povo foi proibido de trazer mais” (v.6). Esta disposição voluntária em forma de ofertas tem um significado tão nobre e santo quanto à mensagem do próprio santuário. Ela é um tipo da entrega voluntária de Jesus, que ofertou mais do que o suficiente para nos garantir a vida eterna. Todas as vezes que levamos em nossas mãos as nossas ofertas voluntárias à casa do Senhor, elas representam a nossa gratidão pela oferta incomparável de Cristo. Somente quando compreendemos esta tão maravilhosa graça e permitimos que ela nos transforme, nossa vida, tempo, talento e tesouros tornam-se primariamente a serviço do Deus que nos salvou.

Há uma obra grandiosa e urgente a ser realizada em nossos corações. Da mesma maneira que o Senhor agiu no meio do Seu povo, o Seu Espírito tem movido “a todo homem cujo coração o impeliu a se chegar à obra para fazê-la” (v.2). Há um clamor sendo erguido em cada coração, e somente aqueles que estão dispostos a fazer “segundo tudo o que o Senhor havia ordenado” (v.1), entenderão que se trata de um chamado que exige uma decisão firme e resistente às dificuldades do deserto. Somente pelos méritos do perfeito Ofertante poderemos concluir a obra que Ele nos confiou. Como mordomos de Deus dos últimos dias, precisamos atender à solene advertência da mensageira do Senhor:

“O tempo é muito breve, e tudo que deve ser feito tem de ser feito rapidamente. Os anjos estão segurando os quatro ventos, e Satanás está tomando vantagem de cada um que não esteja plenamente firmado na verdade. Toda pessoa será provada. Todo defeito de caráter, a menos que seja vencido pelo auxílio do Espírito de Deus, tornar-se-á meio certo de destruição. Sinto como nunca antes a necessidade de que nosso povo seja fortalecido pelo espírito da verdade; pois os ardis de Satanás enredarão a todos que não fazem de Deus a sua força. O Senhor tem muito trabalho por ser feito; e se nós fizermos o que Ele nos designou colaborará com os nossos esforços” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v.5, p. 573).

Feliz semana, fiéis mordomos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo36 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100

https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de janeiro de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria

351 palavras

3 todas as ofertas. A liberalidade dos israelitas era de fato surpreendente. Eles deram tanto que o excedente de materiais atrapalhou o progresso da obra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 734.

2-7 Vários textos do NT descrevem um generoso espírito na igreja primitiva como resposta à preciosa mensagem do evangelho (Mt 10:8; At 2:44-45; 2Co 8:1-7). Andrews Study Bible.

homens sábios. São aqueles que fazem a obra de Deus, e esta é a verdadeira definição da sabedoria. Meditar na vontade divina e po-la em prática, segundo a plenitude da Sua capacidade. Bíblia Shedd.

muito mais. Bem-aventurados são aqueles que, generosamente, dão para a obra de Deus, antes de proclamado não haver mais tempo (Jo 9.4-5). Bíblia Shedd.

8-19 A ordem de ação parece também se mover da parte de fora do tabernáculo para a parte de dentro.

A maneira progressiva em que o tabernáculo foi levantado, primeiramente suas estruturas, depois as cortinas externas e internas e por último as tábuas, travessas e véus, demonstra a obra da santificação na experiência do crente. CBASD, vol. 1, p. 735.

A repetição longa e precisa, na parte final deste livro, dos detalhes da construção do tabernáculo devia ter propósito definido. Mostra a importância do santuário e de todas as suas partes no plano da salvação. Também enfatiza a necessidade da obediência exata e estrita às ordens divinas. Se fosse concedido a alguém o privilégio de mudar em algum detalhe as instruções divinas, esse seria Moisés; porém tal prerrogativa não lhe foi concedida. A exata correspondência de cada detalhe nos ensina a lição de que as ordens de Deus devem ser estritamente observadas. Os cinco últimos capítulos do livro de Êxodo enfatizam a exatidão com que Moisés e seus liderados acataram as instruções dadas por Deus. Se a ordem era fazer “cinquenta laçadas” (Êx 26:6), “cinquenta laçadas” eram feitas (36:13). … O mesmo espírito foi refletido por nosso Senhor em Seu ministério (Jo 4:34; 17:4). Deus desaprova qualquer alteração de Seus mandamentos, qualquer desvio deles seja para a direita ou para a esquerda, qualquer redução ou acréscimo. Não se deve acrescentar ou diminuir nada do evangelho ou da palavra de Deus (Dt 4:1, 2; 12:32; Pv 30:5, 6). CBASD, vol. 1, p. 734, 735.



ÊXODO 36 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
6 de janeiro de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria