Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
17 de janeiro de 2019, 0:05
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LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de janeiro de 2019, 0:05
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1325 palavras

Todo varão entre os sacerdotes a comerá: no lugar santo a comerá. Cada sacerdote, mesmo que tivesse algum defeito físico que lhe impedisse o desempenho dos deveres sacerdotais, podia comer “o pão do seu Deus, tanto no santíssimo como do santo” (Lv 21:22, 23). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 801.

11-21 ofertas pacíficas (ARA; NVI: oferta de comunhão). Havia três tipos de ofertas pacíficas: 1) Ofertas de ações de graça, que eram feitas para relembrar com gratidão as misericórdias alcançadas; 2) As ofertas votivas [votos], promessas feitas no sentido de trazer uma oferta, se certa aspiração fosse atendida; 3) Ofertas voluntárias, que se distinguiam das votivas por não haver uma promessa anterior, e das de ações de graça, por não se referirem a alguma bênção específica alcançada. Bíblia Shedd.

Cristo oferece aos crentes, espiritualmente, a Sua própria carne para ser comida (Jo 6.54-58). Na carne e no sangue de Cristo, os crentes encontram vida eterna e têm comunhão com o Pai. Por meio dessa comunhão, os crentes são transformados cada vez mais na imagem de Cristo (2Co 3.18). Bíblia de Genebra.

12-15 Ofertas por gratidão eram apresentadas como agradecimento pelo livramento de enfermidades (Sl 116.17), da aflição (Sl 107.22) ou da morte (Sl 56.12), ou por uma bênção recebida. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 obreias (ARA; NVI: “pães finos”). Heb raqiq, um bolo de forma, feito de uma camada fina, 2.4; 8.26; Êx 29.2, 23; Nm 6.15, 19. bolos. Heb hallah, pães que se perfuravam em cima, na hora de assar. A palavra vem da palavra halal, “furar”. O seu peso era de 3,5 kg (duas dízimas de um efa, 24.5). Bíblia Shedd.

13 pão levedado (ARA; NVI: com fermento). Esse regulamento não contradizia a proibição em 2.11 ou em Êx 23.18, visto que a oferta aqui referida não era queimada no altar. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A levedura (um resto de massa apodrecida), se usava comumente nas festas sociais, e era permitida nas ofertas de ações de graça, sendo que estas eram a expressão espontânea da dedicação de vidas que nunca eram totalmente isentas de pecados e males. Bíblia Shedd.

14 de toda a oferta, trará um bolo. Um de cada tipo de obreia, bolo e pão era a porção dos sacerdotes. Bíblia Shedd.

Ou seja, um bolo dentre os dez que em geral eram trazidos. O bolo era dado ao sacerdote, que devia movê-lo diante do Senhor. Isso era feito levantando-se e abaixando-se diante do altar de ofertas queimadas ou movimentando-o para frente e para trás; desse modo, primeiro o bolo era apresentado ao Senhor e, então, dado ao sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 801.

15 a carne do sacrifício … se comerá no dia de seu oferecimento. Essa ordem não teria sido dada sem uma boa razão. Promovia a higiene, encorajava o relacionamento social e a liberalidade para com o pobre. Das três razões, as medidas higiênicas eram as mais importantes. Em um país de clima quente era difícil conservar os alimentos perecíveis íntegros por qualquer período de tempo. … Se o ofertante tentava manter o alimento por mais de dois dias, a putrefação provavelmente ocorria. … [Se fosse] impossível ao ao próprio ofertante consumir a carne do animal em um ou dois dias, naturalmente ele convidava outros para partilhá-la consigo. Esta era a intenção de Deus (Dt 12:11, 12, 17, 18; 16:11). Assim, a ocasião, além de solene, era uma feliz reunião familiar (Sl 42:4; Is 30:29). A presença dos convidados levitas atribuía à reunião um toque de dignidade e provia oportunidade de instrução. As riquezas do mundo são distribuídas de forma desigual. Alguns têm menos do que precisam e outros têm mais. Deus ordena que os que têm partilhem com os que não têm. CBASD, vol. 1, p. 801.

A proibição aplicava-se também à Páscoa(Êx 12.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

… assim a generosidade, a caridade e o cuidado dos aflitos, fariam parte da festa, para completar uma verdadeira ceia sacrificial, de bom grado para Deus e para os homens. Bíblia Shedd.

16 voto. Pessoas em situação difícil poderiam fazer votos prometendo algo a Deus caso Ele atendesse às suas orações (Gn 28.20-22; 1Sm 1.11; 2.21). Normalmente, esses votos eram acompanhados por uma oferta pacífica no momento de serem feitos e, depois, novamente, ao serem atendidos. Bíblia de Genebra.

20 se alguma pessoa, tendo sobre si imundícia [ARA; NVI: estando impuro], comer a carne do sacrifício pacífico… Israelitas com impurezas rituais físicas (ver notas nos caps. 11-15) não podiam entrar em contato com coisas santas, porque esta impureza estava associada com morte, que resulta do pecado (Rm 6:23). O Deus santo é o Criador da vida e queria que o povo entendesse claramente que a morte é estranha a Ele e a tudo conectado a Ele. Muitas religiões aceitam a morte como natural.A Bíblia, contudo, ensina que a morte não é natural, malévola, e foi introduzida por um inimigo (Gn 3; Ap 12:9). Andrews Study Bible.

será eliminado do seu povo. Esta punição, aplicada pelo próprio Deus, significa que a pessoa seria cortada de sua linhagem familiar [seria excluída da linhagem de sua família]. Isto podia significar que a linha de descendentes daquele indivíduo iria cessar [ser interrompida] de forma que a pessoa nem mesmo seria lembrada porque não haveria ninguém para levar o seu nome. O fato de que a punição iria além da morte explica como alguém poderia ser tanto apedrejado até a morte como “cortado” (Lv 20.2-3). O Messias sofreu a “segunda morte” de ser cortado (Dn 9:26), mas porque Ele é inocente e levou o pecado por outros, Ele retornou dos mortos de onde não há retorno e viu Seus descendentes (ver Is 53:10). Andrews Study Bible.

23 Não comereis gordura. Esta ordem repetida com frequência baseia-se na explicação de que “toda gordura é do Senhor” (Lv 3:16). A gordura de animais mortos naturalmente ou caçados por predadores poderia ser usada para outros propósitos, mas não como alimento (Lv 7:24). CBASD, vol. 1, p. 801.

26 Não comereis sangue. Esta expressão se refere ao ato de comer carne cujo sangue não foi drenado (1Sm 14.33). A razão dessa proibição é dada em 17.11 e Gn 9.4. Bíblia de Genebra.

Desde que o derramamento de sangue representava perda de vida (Gn 9.4), e que o sangue assim derramado era usado somente para a expiação, nunca se podia comer ou beber. Esta proibição se referia somente ao uso do sangue como alimento, e não deve ser considerada uma lei contra a transfusão de sangue, o que é uma operação médica para salvar vidas. Se queremos atribuir-lhe algum sentido espiritual, seria apenas o de ilustrar a santidade do sangue de Cristo, derramado em nosso favor para que tenhamos a plenitude da vida mediante Seu sacrifício supremo. Bíblia Shedd.

29 sacrifício pacífico. As ofertas pacíficas foram discutidas amplamente no capítulo 3. Aqui alguns detalhes são dados. CBASD, vol. 1, p. 801.

30-36 oferta movida. A parte da oferta que os sacerdotes moviam era deles. O movimento de ida e volta para o altar simbolizava a oferta do sacrifício a Deus e seu retorno aos sacerdotes. Estas ofertas ajudavam a manter o sacerdotes que cuidavam da casa de Deus. O Novo Testamento ensina que os ministros deveriam ser mantidos pelas pessoas a quem eles servem (1Co 9:10). Nós devemos dar generosamente àqueles que ministram por nós. Life Application Study Bible.

35 Esta é a porção de Arão  e de seus filhos. A ênfase no capítulo 7 é sobre a parte que pertencia aos sacerdotes. Deus ordenou uma provisão liberal para o Seu ministério e pretendia que cada israelita compreendesse a responsabilidade de mantê-lo. Isso mantinha o sacerdócio em elevada estima entre o povo. Muito do que era doado revertia aos sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 802.

37, 38. Resumo dos caps. de 1 a 7. Bíblia de Estudo NVI Vida.

37 A oferta da consagração se referia à oferta apresentada na cerimônia em que os sacerdotes foram introduzidos no cargo (8:22). Life Application Study Bible.

38 Deus deu a Seu povo muitos rituais e instruções a seguir. Todos os rituais em Levítico deveriam ensinar valiosas lições ao povo. Entretanto, com o passar do tempo o povo se tornou indiferente a estes riruais e começou a perder contato com Deus. Quando os rituais de sua igreja começarem a parecer secos, tente redescobrir o significado e propósito originais atrás deles. Seu louvor será revitalizado. Life Application Study Bible.



O Pentecoste em Crede em Seus Profetas by Jeferson Quimelli
16 de janeiro de 2019, 9:55
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A leitura da semana do programa Crede em Seus Profetas, tem como tema o Pentecoste, tema de suma importância para nossas vidas, especialmente em nossos dias.

Não deixe de ler em:


https://credeemseusprofetas.org


 

 

 

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LEVÍTICO 6 by Jeferson Quimelli
16 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-6/

As instruções em Levítico 6:8 a 7:38 suplementam informações sobre sacrifícios dos capítulos anteriores. O fogo sagrado que consumia os sacrifícios, aceso pelo próprio Deus (Lv 9:24), deveria continuamente queimar no centro da adoração israelita. Centelhas de origem humana não poderiam adequadamente representar o sacrifício do Salvador. Para salvar-nos do fogo divino da “segunda morte” (Ap. 20), Cristo foi consumido em nosso lugar pelo sofrimento da separação do Seu Pai (Mt 27:46), o que aquele fogo representava.

A oferta pelo pecado era santa, mas se algo do sangue dessa oferta respingasse na roupa de um sacerdote ou do ofertante durante o abate da vítima, o sangue deveria ser lavado da roupa, indicando que ele carregava uma espécie de impureza do pecador (compare com Lev. 11:25, 28, 35; Números 31:23-24). De fato, o tabernáculo/templo era contaminado quando aspergido pelo sangue da oferta pelo pecado, consequentemente o tabernáculo tinha de ser purificado no Dia da Expiação (Lv 16).

Em outro lugar, Levítico proíbe trazer impureza em contato com a santidade de Deus (Lv 7:20-21). Mas, na remoção dos pecados do povo, ao libertar o ofertante “do seu pecado”, Deus assume a responsabilidade dessas faltas por meio do sacrifício santo, simbolizando Cristo. O bom sangue de Cristo retira e afasta de nós os nossos pecados, assim como o sangue em nossos corpos remove os resíduos.
Somos lavados pelo sangue do Cordeiro!

Roy Gane
Andrews University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/6
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de janeiro de 2019, 0:55
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LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
16 de janeiro de 2019, 0:45
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Não há ninguém inocente, mas todos podem beneficiar-se do perdão. A culpa pode ser banida da alma de todo aquele que busca a Deus.

Os primeiros sete versículos deste capítulo aludem ao tema do capítulo anterior. O Senhor lembra a cada pecador que Ele providenciou e aceita uma oferta quando assumimos nossa responsabilidade pelas nossas atitudes, pelo mal que provocamos aos outros, ainda que intencional ou não.

Os versículos seguintes referem-se a leis ritualísticas que os sacerdotes deveriam seguir no quesito ofertas. O pecador não deveria ofertar de qualquer jeito, nem o sacerdote seguir seus próprios critérios de intercessão. Havia…

• A lei do holocausto (vs. 8-13);
• A lei da oferta de manjares (vs. 14-23);
• A lei da oferta pelo pecado (vs. 24-30).

Ampliando mais a visão do conteúdo destes primeiros capítulos de Levítico, observe que os três primeiros capítulos tratam das ofertas queimadas, os capítulos 4 e 5 apresentam-nos ofertas pelas diferentes culpas; então, os capítulos 6 e 7 apresentam aos ofertantes a importância do ritual realizado pelos sacerdotes, assim que a oferta do ofertante.

Estes capítulos estão interligados e não podemos compreendê-los bem sem perceber que tamanha ligação.

Após mostrar que ninguém é inocente, nem mesmo o ignorante, neste livro Deus passa a revelar a necessidade de reparar perante Ele a transgressão contra Seu caráter. E, então, apresenta que sem a ministração sacerdotal, os pecadores jamais poderão ser atendidos no santuário; ou seja, o pecador, indubitavelmente, carece de um intercessor.

Além de reparar erros cometidos contra alguém, nenhum pecado seria realmente reparado sem ser confessado a Deus; pois, no fim das contas, todo pecado resulta de um estado em rebelião contra Deus.

Reflita:

1. O fogo contínuo representa Cristo continuamente diante do Senhor intercedendo pelo pecador que, arrependido, se rende em total consagração ao Criador (vs. 8-13);

2. O ato de sacrificar como o de comer no santuário deveria ser considerado santíssimo aos sacerdotes e Sumo sacerdote (vs. 14-23);

3. O ato do sacerdote comer a carne na qual se transferia o pecado tornava-o portador do pecado de quem fora perdoado, isso fez Cristo ao assumir nosso pecado após viver de forma impecável (vs. 24-30).

Deus deseja que, tanto Seu povo quanto Seus ministros se santifiquem.

Abandonemos o pecado e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de janeiro de 2019, 0:30
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“O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará” (v.13).


Temos uma ideia superficial acerca do pecado e creio que o estudo de todas estas ofertas específicas deixe isso bem claro. Em um mundo secularizado e domesticado pelo relativismo, o pecado foi transformado em peça de museu no acervo de um contexto religioso ultrapassado. Desde que as leis dos homens não sejam violadas, o conceito do que é certo e do que é errado depende do ponto de vista de cada um. E até mesmo as leis que dantes asseguravam o mínimo de justiça e de moral estão sendo modificadas a fim de atender os desejos de uma sociedade que cada vez mais se torna escrava da “liberdade” que pretende defender.

Somente através das lentes do Céu, conseguimos visualizar o perfil do pecado e identificá-lo como “fake” de um inimigo que joga cada vez mais sujo. E se tem uma estratégia maligna que tem dado muito certo é a de incutir na mente humana que o diabo é uma lenda e o pecado não existe. Esta mentira tem destruído famílias e enfermado a humanidade. Na ausência de um padrão ou modelo correto a ser seguido, o homem, falível e corrupto, tem sido transformado à sua própria imagem, negando a sua origem como ser criado à imagem e semelhança de Deus (Gn.1:26).  Mesmo que não nos seja mais exigido todo o aparato de sacrifícios ou a restituição obrigatória, há um dever que cumpre a todo homem: “Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (Ec.12:13).

Em cada oferta oferecida, em cada sacrifício realizado, o pecador podia contemplar o resultado do pecado e o alto preço que um dia seria pago. No caso de pecados voluntários, o sacrifício tinha particular significação. Quem o oferecia sabia que ali estava porque voluntariamente anuiu com o pecado; conhecia o estabelecido por Deus como errado e mesmo assim prosseguiu em ir de encontro com a vontade divina. Esta “oferta pela culpa” (v.6) não era um escape para se cometer pecados, afinal, lá estava ela para aliviar o furor de um Deus irado. De forma alguma. De todas as ofertas estabelecidas, creio que seja a que mais revela qual seja o sacrifício agradável a Deus e o Seu infinito amor pela raça caída.

Na sequência de nosso estudo acerca da peregrinação de Israel, veremos que, por vezes, o Senhor precisou intervir no meio do povo e exterminar parte dele. Mas por que o Senhor lhes tirou a vida quando havia a possibilidade da oferta pelos pecados voluntários? Porque o Senhor não deseja a entrega de ofertas, mas a entrega do ofertante. Muitos pensavam: “Vou pecar, mas não tem problema. Depois vou no templo e ofereço uma oferta pela culpa”. Se o Senhor não tomasse uma providência, este tipo de atitude contaminaria todo o arraial. Assim como negar a existência do pecado é uma estratégia maligna, torná-lo um costume é tão maligno quanto, é pecado “contra o Espírito Santo” (Mc.3:29).

Há um fogo a arder do altar do Senhor de forma contínua. São os olhos do Salvador, “como chama de fogo” (Ap.1:14) voltados para a humanidade, declarando continuamente o Seu desejo de salvá-la. Ele deseja transformar a nossa vida levedada em “coisa santíssima” (v.17). Não permita que o pecado cauterize o seu coração. Se você está lendo esta mensagem é porque as misericórdias do Senhor se renovaram mais um dia em sua vida. Não perca a oportunidade e o privilégio de ser purificado e santificado pela verdade (Jo.17:17). “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15).

Bom dia, santificados pela verdade!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico6 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



LEVÍTICO 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
16 de janeiro de 2019, 0:05
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LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de janeiro de 2019, 0:05
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1159 palavras

1-7 Aqui descobrimos que roubar envolve mais do que somente retirar algo de alguém. Encontrar algo e não devolvê-lo ou recusar devolver algo emprestado são outras formas de roubo. Estes são pecados contra Deus e não apenas contra seu vizinho, um estranho ou um grande negócio. Se você obteve algo irregularmente, então confesse seu pecado a Deus, peça desculpas ao proprietário e devolva os itens roubados – com juros. Life Application Study Bible.

A transgressão contra o próximo requer a restauração do valor perdido mais o acréscimo da “quinta parte” (v. 5) e a oferta de um sacrifício a Deus (cf. Mt 5.24). Bíblia de Genebra.

cometer ofensa contra o Senhor. De ma’al, “agir dolosamente”, “agir de má fé”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 796.

negar ao seu próximo. A negação de uma verdade ou a mentira aqui descrita é, primeiramente, uma transgressão contra Deus e depois um pecado contra o próximo. … No caso de mentir conscientemente e ainda reter o que pertencia a outro era uma dupla transgressão – roubar e mentir. O ofensor seria culpado de pecado deliberado. CBASD, vol. 1, p. 796.

o que este lhe deu em depósito. Ou “em parceria” (KJV), como sociedade ou contrato. Em sociedade, o cristão deve exercer uma constante vigilância para que cada sócio receba o que lhe é devido; e, em contrato, deve haver fiel desempenho de ambas as partes no acordo. Não deve haver intenção de enganar, nem levar vantagem em falhas, mas sim um cuidado zeloso pelos interesses do outro sócio. Se assim não for feito, o homem que transgride é culpado. CBASD, vol. 1, p. 796.

tendo achado o perdido, o negar com falso juramento. De algum modo, isto é mais sério do que os casos precedentes, pois a pessoa não apenas mente, mas firma sua mentira por meio de juramento legal ou não. Em ambos os casos, ela é culpada de jurar falsamente. CBASD, vol. 1, p. 796.

Ver Dt 22.1-3. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 restituirá aquilo que roubou. A restituição é parte vital do que Deus requer da pessoa que deseja se livrar da culpa do pecado. Nesses casos, convicção do pecado, tristeza e confissão sozinhas não são suficientes. Todos esses são passos desejáveis em direção ao reino, mas não bastam. Eles devem ser acompanhados de arrependimento tão profundo e completo que a alma culpada não descanse até fazer todos os esforços a fim de retificar o erro praticado. Isso, em muitos casos, inclui restauração e devolução com juros do que foi tomado, bem como todo esforço necessário para corrigir o erro. Os frutos dignos de arrependimento mencionados por João incluíam restituição (Mt 3:8). CBASD, vol. 1, p. 797.

jurou falsamente. A mentira é um dos pecados mais comuns hoje e, aos poucos, está se tornando respeitável. … A Bíblia é clara quanto ao assunto da verdade e não aceita menos que isso. Deus é “o Deus da verdade” (Is 65:16; Sl 31:5; Dt 32:4). … A paixão pela verdade deve motivar o cristão. Ele é o representante do Deus da verdade e não deve levantar falso testemunho de modo algum. Deve amar a verdade acima de tudo, pois é a verdade que o liberta (Jo 8:32).  … Uma pessoa cheia do amor da verdade será verdadeira em todos os relacionamentos. Ela odiará e desprezará toda pretensão e hipocrisia; seus motivos jamais serão questionáveis. … Terá a reputação de alguém cuja palavra é digna de confiança. CBASD, vol. 1, p. 797, 798.

6.8 – 7.36. Tendo falado aos leigos a respeito das leis dos sacrifícios, Moisés agora se dirige aos sacerdotes, especialmente sobre o direito deles sobre uma partilha nos sacrifícios. Bíblia de Genebra.

holocausto. Cristo, o sumo sacerdote da nova aliança, ofereceu o derradeiro holocausto em Seu corpo; ele estava inteiramente consagrado a Deus, sofrendo a morte pelo pecado e provocando a morte do crente para o pecado (Rm 6.2-7). Bíblia de Genebra.

11 O sacerdote tinha a obrigação de limpar as cinzas do altar, depois de ter oferecido um holocausto, usava, para isso, vestes especiais, calças e túnica de linho, laváveis, que se usavam tão-somente para o contato direto com o altar. Quando removia as cinzas pela manhã, deixava-as ao lado altar, trocava suas vestes, colocando suas roupas normais de sacerdote, e depois removia as cinzas para algum lugar “limpo” (e não para um depósito de lixo, que seria considerado impuro), fora do arraial. Bíblia Shedd.

12 O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Life Application Study Bible.

As ofertas contínuas, que se ofereciam duas vezes por dia, sem falta, eram uma expressão da dedicação de Israel ao seu Deus. Bíblia Shedd.

12, 13 Mantenha-se aceso o fogo no altar, não deve ser apagado(NVI). O primeiro fogo que acendeu a lenha do sacrifício depois da consagração formal de Arão como sacerdote, foi ateado por Deus, 9.24. Essa origem sobrenatural do fogo no altar serve para nos ensinar que se um sacrifício pode ser feito pelo homem, é só a graça de Deus que o consome, que o torna aceitável, que faz dele um meio de expiação. Nenhum fogo feito pelo homem poderia ser usado no altar do Senhor, e por isso mesmo é que era tão importante que os sacerdotes conservassem sempre acesa a chama que veio a existir de maneira tão notável. O pecado de oferecer sacrifícios com “fogo estranho”, fogo ateado pelos homens e não por Deus, foi justamente o que provocou a morte de Nadabe e Abiú, 10.1-2.O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Bíblia Shedd.

O fogo santo no altar deveria se manter queimando porque foi Deus quem o acendeu. Isso representava a eterna presença de Deus no sistema sacrifical. Mostrava ao povo que somente pelo favor gracioso de Deus seus sacrifícios poderiam ser aceitáveis. O fogo de Deus está presente na vida de cada crente, hoje. Ele acende o fogo quando o Espírito Santo vem viver em nós e cuida disso de modo que cresçamos na graça ao andarmos com Ele. Quando nos tornamos cientes de que Deus habita em nós, temos confiança em nos achegarmos a Ele por perdão e restauração. Life Application Study Bible.

13 o fogo arderá continuamente. O próprio Deus alimentava esse fogo (Lv 9:24). Os judeus afirmam que o fogo queimou continuamente até o cativeiro babilônico. … Manter o fogo aceso requeria grande suprimento de madeira. Os sacerdotes ajuntavam a lenha uma vez por ano e convidavam o povo a ajudá-los. CBASD, vol. 1, p. 798.

14 oferta de manjares (ARA; NVI: oferta de cereal). Assim como a oferta de manjares representava os frutos da obediência, ela também prenunciava a vida de Cristo em perfeita obediência e gratidão a Deus. Bíblia de Genebra.

18 Todo varão.Esta expressão se restringe aqui aos homens que serviam no culto do tabernáculo. Antes de atingirem a idade de 30 anos, os homens não podiam entrar no lugar santo, Nm 4.3, 23, 30, 39. Bíblia Shedd.

28 vaso de barro … vaso de bronze. Um vaso de louça não vitrificada absorveria alguns sucos, não podendo ser lavado ao ponto de ficar bem limpo, como o bronze. Bíblia Shedd.



LEVÍTICO 5 by Jeferson Quimelli
15 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-5/

Em Levítico 4, as ofertas pelo pecado cobriam pecados não intencionais, aqueles cometidos sem que se tenha consciência deles. Levítico 5:1-13 estende esta cobertura para quem intencionalmente não se apresentasse como testemunha de um crime (v. 1) ou deixasse de passar pela purificação ou de cumprir um juramento (versos 2-4).

Quando uma pessoa (homem ou mulher) reconhecia que havia pecado, o indivíduo carregava culpa suscetível de punição, até que confessasse a Deus (não a um sacerdote), e oferecesse uma oferta pelo pecado. Então Deus (não o sacerdote), que é quem sabe quando o arrependimento é genuíno, escolhe perdoar.

Em Levítico 5:14 a 6:7, as ofertas de transgressão expiam os pecados graves de sacrilégio: mau uso de algo santo que pertence a Deus (como o dízimo), ou deliberadamente usar mal do santo nome de Deus em um juramento falso, para enganar outra pessoa. Como tais pecados traziam benefício econômico ilícito, o pecador devia restaurar o valor devido a Deus ou à outra pessoa, acrescentando uma multa de 20%, antes de trazer uma oferta pela culpa (compare Mat. 5:23-24).

Mesmo quando endireitamos as coisas da melhor maneira que podemos, ainda precisamos do sacrifício de Cristo. Quando sentimos nossa culpa mas não podemos identificar o nosso pecado (Lv 5:17-19), podemos deixar o nosso fardo com Jesus!

Roy Gane
Andrews University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/5
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli