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Texto bíblico: Colossenses 2
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Comentário devocional:
Este capítulo vem repleto de orientações práticas para a vida cristã. No início, Paulo aborda o desentendimento ocorrido entre duas pessoas, algo que pode roubar a paz e a alegria. (v. 2). A briga deve ter sido suficientemente grave para merecer menção nesta carta pública. Paulo encoraja essas irmãs na fé a viverem em harmonia com Deus e com o próximo. Isso se encaixa com o tema do capítulo 3, no qual os filipenses são exortados a colocarem as necessidades dos outros acima das suas próprias.
O ditado “você pode não ser quem você pensa que é, mas você é o que você pensa” é claramente exemplificado no verso 8: “Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas”, NVI). Ou seja, os pensamentos são expressos em atos e ações que por sua vez formam o caráter. Portanto, Paulo aconselha o leitor a se concentrar no lado bom e belo na vida, porque isso ajuda a pessoa a ser positiva em um mundo negativo. No verso 8, o verbo utilizado é “pensar” nas virtudes; enquanto que no versículo 9 o verbo se torna “praticar” as virtudes: “Ponham em prática tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram em mim. E o Deus da paz estará com vocês”, NVI). Tais virtudes também devem ser o padrão para o cristão avaliar todas as suas atividades de entretenimento e lazer.
Contentar-se em qualquer situação é a base da alegria, especialmente para Paulo que se encontrava preso no momento em que escreveu esta carta (v. 11). Há uma grande necessidade de encontrar contentamento no que se tem, sem buscar continuamente adquirir mais. Poderíamos nos perguntar: Estou satisfeito com o que tenho? Ou estou sempre e continuamente procurando adquirir mais e mais coisas e realizações, numa busca insaciável? Estar satisfeito com o que se tem é o caminho para a alegria em qualquer situação em que nos encontrarmos. Como alguém já observou: “a comparação mata o contentamento.”
A ênfase do verso 13, “tudo posso naquele que me fortalece” está em Cristo, que nos concede forças. Esta é uma fusão da vontade humana com o poder divino. Nós somos capazes de fazer grandes coisas, não por nossa própria capacidade, mas na dependência de Deus. Podemos, portanto, enfrentar hoje o que quer que aconteça em nosso caminho, não por causa de quem somos, mas por causa da conexão que temos com o Cristo Vivo.
O resumo de Filipenses é o que descobrimos anteriormente: a alegria (JOY) vem de colocarmos Jesus em primeiro lugar, depois os outros, e a nós mesmos por último!
Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/php/4/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Filipenses 4
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1 Segurança. As admoestações paulinas eram para a segurança dos filipenses, que estavam expostos a perigos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 152.
8 Sublimidade. Literalmente, “excepcionalidade”. Paulo percebeu que o conhecimento pessoal de Cristo sobressaia em valor a todas as outras realizações. CBASD, vol. 7, p. 154.
10 Sofrimentos. Aquele que esta unido com Cristo e experimenta a operação do poder de Sua ressurreição inevitavelmente compartilha os sofrimentos de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 156.
15 Tenhamos esse sentimento. Literalmente, “pensar assim” ou “ter esta mente”. O apóstolo chama todos os crentes maduros a ter a mesma atitude que ele tem em relação ao crescimento cristão. Paulo admoesta a continuar progredindo com o propósito de ganhar o prêmio. CBASD, vol. 7, p. 158.
18 Inimigos da cruz. Se estas pessoas fossem inimigas declaradas da cruz ou se negassem que Cristo morreu para fazer expiação pelo pecado, não seriam perigosas para a igreja. No entanto, eles professavam ser seguidoras do Salvador, enquanto sua vida demonstrava que eram estranhas ao poder do evangelho. A mente estava nas coisas terrenas e “a amizade do mundo é inimiga de Deus”. Uma vida imoral é inimizade para com a cruz, porque Cristo morreu para nos fazer santos. CBASD, vol. 7, p. 159.
21 Todas as coisas. A transformação dos corpos e caracteres humanos é apenas uma manifestação do poder soberano de Cristo. Sua obra total abrange a sujeição de todas as fases da criação ao governo divino. CBASD, vol. 7, p. 160.
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Comentário devocional:
Este é claramente um capítulo de comparações. As realizações de Paulo na carne eram o que muitos judeus buscavam naquele tempo, como a circuncisão, o orgulho nacional, os privilégios da liderança espiritual e a irrepreensibilidade na lei (vs. 4-6). Mas quando Paulo compara essas coisas com o superior valor de ter a Cristo, as demais realizações humanas parecem sem valor (v.7). É importante mudar os nossos valores daquilo que os outros consideram importante para o que Cristo vê como importante.
Devemos colocar alta prioridade sobre o relacional – uma relação saudável com a família e entes queridos e um forte relacionamento com Deus. No momento da morte são essas relações que realmente importam.
No verso 13, vê-se o valor das comparações. Paulo reflete sobre sua própria vida, no que ela mudou, desde o passado como Saulo, até o presente como Paulo. Ele, então, exorta a igreja a esquecer o passado, porque o passado pode nos tornar prisioneiros. Ele convida seus leitores a se concentrarem no futuro, porque é aí que reside toda a nossa esperança. Embora jamais devamos esquecer de onde viemos e dos eventos que nos moldaram, não devemos nunca deixar que o passado nos tire o foco de onde a nossa cidadania reside – no céu (v.20). Esta é certamente a atitude que devemos ter para obter o prêmio em Cristo Jesus (v.15).
Que possamos sempre ter o céu como nosso objetivo maior, não importa o lugar em que estejamos trabalhando para Deus hoje.
Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/php/3/
Traduzido por: JAQ/JDS
Texto bíblico: Filipenses 3
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Filed under: religião viva, Vida Cristã | Tags: alegria cristã, contentamento, vida cristã
Comentário devocional:
Neste capítulo, Paulo mostra-nos como a sua alegria podia ser completa, assim como a nossa também pode ser: através do exemplo de Cristo. A alegria de Paulo se tornava completa ao ver crentes unidos e amorosos uns para com os outros (v.2).
A humildade está intrinsecamente ligada ao altruísmo e em colocar as necessidades dos outros acima de nossas próprias necessidades (v.3). Conheça a fórmula da alegria: Coloque Jesus em primeiro lugar, em seguida, os outros, e a si mesmo por último [NT: Aqui existe, no original, um trocadilho intraduzível: “It is the formula of J-O-Y: Place Jesus first, then Others, and Yourself last“]. Esse modo de pensar é o oposto do pensamento do mundo que afirma que o “eu”deve vir em primeiro lugar. Entretanto, basta olhar a grande quantidade dos maus resultados para testemunhar do efeito do egoísmo da humanidade. Isto é tristemente exemplificado pelos resultados da “ira ao volante”!
Como podemos experimentar a alegria de ser um cristão? A alegria nasce quando decidimos mudar de sermos centrados em nós mesmos para nos tornarmos centrados em Cristo. Alguém disse uma vez: “Aquele que escolhe a si mesmo como companhia e busca agradar a si mesmo está pronto a ser corrompido pela companhia que escolheu.” Em contraste, o cristão convida continuamente Jesus a ser seu companheiro e modelo.
Somos instados por Paulo a seguir o exemplo de amor e humildade que Cristo demonstrava em uma cultura que promove o egoísmo como modelo. A proliferação quase global de “selfies” – imagens de si mesmo – pode ser um indicativo da época em que estamos vivendo. Pode ser difícil para alguns de nós colocar as necessidades dos outros acima das nossas. Mas esta era a atitude de Cristo a qual somos exortados a possuir (v.5).
Ser humilde como Cristo é o exemplo máximo que devemos procurar imitar (vs. 5-7). Cristo colocou nossas necessidades acima das Suas próprias e Se esvaziou, assumindo a forma mais baixa da humanidade, a de um escravo a morrer na cruz.
Paulo termina o capítulo (vs.19-30) com exemplos de dois crentes que colocaram as necessidades dos outros em primeiro lugar: Timóteo e Epafrodito. Seus serviços abnegados foram exercidos num momento em que as pessoas estavam buscando seus próprios interesses (v.21), semelhante ao que vemos hoje. Que possamos trazer alegria aos outros ao considerarmos suas necessidades acima das nossas.
Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/php/2/
Traduzido por: JAQ/JDS
Texto bíblico: Filipenses 2
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Filed under: Cartas de Paulo | Tags: Combate, Filipenses, Inveja, Lucro, prisão, Regozijo, Rivalidade
1 Servos. Do gr. douloi. Alguns sugerem que ao aplicar esse termo a si mesmo, Paulo podia ter em mente a prática grega frequente de se libertar um escravo ao comprá-lo para um dos deuses. Uma transação de negócios fictícia era arranjada, e o escravo deveria pagar ao tesouro do templo seu preço de compra, dinheiro que ele teria poupado. O proprietário e o escravo iam juntos ao templo. O senhor recebia o preço de compra, e o escravo era supostamente vendido para o deus. Assim, o escravo se tornava propriedade particular daquele deus. Contudo, para fins práticos, ele estava livre. Paulo se considerava de Cristo comprado por preço. Sabia que não pertencia a si mesmo, pois fora comprado por Cristo, que o amava e por ele dera a vida. Essa compra não era ilusória, mas uma realidade viva. Ele estava sob pleno controle do Mestre. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 125.
6 Aquele que começou. Isto é, Deus. O apóstolo espera que seus conversos lembrem que Deus é o autor da salvação deles. CBASD, vol. 7, p. 126.
12 Coisas que me aconteceram. Paulo assegura aos filipenses que seu confinamento tem resultado em bênçãos, em vez de prejuízos. Os filipenses deviam compreender que, pela providência de Deus, as provas estavam sendo utilizadas para fazer a pregação do evangelho avançar. Como ocorre com frequência, a ira das pessoas termina por produzir glória para Deus. CBASD, vol. 7, p. 128.
15 Inveja e porfia. Ou, “inveja e rivalidade”. O apóstolo não menciona a causa da rivalidade. Mesmo em Roma devia haver um partido que tinha ciúmes da influência de Paulo; e, supostamente, sua prisão seria uma boa oportunidade para diminuir a influência de Paulo e fortalecer a posição deles. Paulo estava aprisionado, e eles tinham acesso ao povo. Os opositores podiam até concordar com Paulo na doutrina, mas procuravam prejudica-lo com inimizade. Como esses homens professavam pregar a Cristo, era difícil discernir os motivos deles. CBASD, vol. 7, p. 129.
18 Sempre me regozijarei. O regozijo de Paulo não era apenas momentâneo. Ele continuaria a se regozijar nos pregadores opositores assim como se alegraria na pregação daqueles que a faziam de boa vontade. CBASD, vol. 7, p. 130.
21 Lucro. O cristão não tem nada valioso para perder diante da morte, mas tem muito a ganhar. Ele perderá tentação, provação, labuta e tristeza, e ganhará, na ressurreição, a imortalidade. CBASD, vol. 7, p. 132.
30 Combate. Do gr. agõn, “uma competição”, expressão utilizada para competições atléticas ou entre gladiadores. Aqui se refere a conflitos com o inimigo. Os filipenses estavam enfrentando perseguições semelhantes ás que sobrevieram a Paulo. CBASD, vol. 7, p. 135.
Comentário devocional:
Nesta carta de Paulo à igreja em Filipos, ele faz um relatório missionário sobre o andamento do seu trabalho e agradece à igreja pela sua recepção do evangelho e pelo apoio ativo ao seu ministério (v. 5).
Paulo pregou pela primeira vez em Filipos em sua segunda viagem missionária, em torno de 49 d.C. Ele escreveu esta carta para a igreja enquanto estava preso em Roma, à espera de comparecer perante o imperador em torno de 60 ou 61 d.C. De sua prisão domiciliar ele estava livre para transmitir o evangelho a todos que vinham a ele (v. 14) .
Apesar de ter sido escrito na prisão (vs. 13, 14), todo o livro de Filipenses, no entanto, concentra-se na alegria! A palavra “alegria”, em todas as suas diversas formas, é usada 16 vezes em toda a carta. Note particularmente o verso 18, no qual Paulo se alegra com o fato de que o evangelho estava sendo pregado, apesar de suas circunstâncias adversas.
Sou capaz de alegrar-me quando as circunstâncias são desagradáveis, ou, pior ainda, quando estou sob risco de vida? O que acontece com a minha alegria quando sou acusado falsamente ou perseguido por amor a Cristo ou, ainda, sofro por causa do Evangelho? Posso regozijar-me em tais circunstâncias? Para alguns de nós pode ser mais fácil dizer do que fazer. O exemplo de Paulo demonstra que apesar das circunstâncias externas poderem prejudicar nossa felicidade completa, mesmo assim, podemos cultivar uma alegria interna.
Paulo está dizendo aos membros da igreja para não permitirem ninguém roubar essa alegria interior. Nós também podemos ter a certeza de que a despeito de tudo o que tenhamos que enfrentar hoje, Deus é fiel. Jesus vai completar a obra de salvação que Deus começou em nós (v. 6). Nós não estamos sozinhos nesta jornada cristã. Que certeza reconfortante!
Que possamos dizer como Paulo: “Para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro” (v. 21). Cristo era o segredo e a fonte da contínua alegria de Paulo. Que Cristo também seja a fonte de nossa alegria hoje.
Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/php/1/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Filipenses 1
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