Reavivados por Sua Palavra


II Coríntios 12 by jefersonquimelli
11 de abril de 2015, 1:00
Filed under: contendas, graça, harmonia, união | Tags: ,

Comentário devocional:

Paulo passa para a terceira pessoa no capítulo 12: “Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao terceiro céu” (v. 2, NVI). Parece óbvio que Paulo está falando de si mesmo, especialmente à luz do auto-engrandecimento de seus adversários, o que provavelmente explica sua relutância em falar diretamente de sua experiência visionária. A fim de permanecer humilde, diz ele, me foi dado um “espinho na carne” para que não “me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações” (v. 7). Em meio a sua súplica, foi-lhe dito: “Minha graça é suficiente a você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (v 9, NVI). Cada pessoa possui algum tipo de fraqueza. No entanto, quando percebemos que somos fracos e nos apegamos a Deus nos tornamos fortes (v. 10).

Paulo indica sua vontade de retornar a Corinto uma terceira vez. Como antes, ele promete não ser um fardo para eles.  “O que desejo não são os seus bens, mas vocês mesmos. “(v. 14, NVI). E esclarece: “Tudo o que fazemos, amados irmãos, é para fortalecê-los” (v. 19, NVI) Em seu retorno, Paulo espera não encontrar contenda, ciúme, acessos de ira ou maledicência entre os crentes (v. 20).

Com certeza Deus também espera não encontrar contendas ou maledicência entre o Seu povo hoje!

Michael Campbell
AIIAS
Filipinas 
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2co/12/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: II Coríntios 11 

Comentários em áudio



II Corintios 12 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
11 de abril de 2015, 0:00
Filed under: Cartas de Paulo, Sem categoria | Tags: , , ,

1 Se é necessário que me glorie. Novamente Paulo expressa relutância em se envolver no que muitos considerariam uma ostentação. No entanto, as circunstâncias tornaram necessário que ele agisse dessa forma para vindicar seu apostolado e sua mensagem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1015.

2 Conheço um homem. É evidente que Paulo fala de si devido a: (1) esta referência às visões estar no meio de um relato de eventos ligados a seu ministério e vida pessoal; (2) no v. 7, ele designar essas visões e revelações como feitas diretamente a ele; e (3) usar a terceira pessoa para evitar a aparência de ostentação. João, por conta da modéstia e humildade cristãs, de modo semelhante evitou se identificar. CBASD, vol. 6, p. 1016.

Há catorze anos. Cerca de 20 anos antes, Paulo encontrara Cristo na estrada de Damasco (At 9:1-7). A data desta epístola é cerca de 57 d.C. Catorze anos antes seria a época aproximada em que Barnabé levou Paulo a Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 1016.

Terceiro céu. Ou , “paraíso”. O primeiro “céu” da Escritura é a atmosfera, o segundo céu refere-se ao espaço onde as estrelas estão, e o terceiro céu, à morada de Deus e dos seres celestiais. Paulo foi “arrebatado” à presença de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1016.

4 Não é lícito. Literalmente, “não é permitido” ou “não é possível”. Paulo tinha sido instruído a não revelar o que viu e ouviu, ou a linguagem humana era inadequada para descrevê-lo. CBASD, vol. 6, p. 1016.

7 Não me ensoberbecesse. Uma afirmação que Paulo repete, para enfatizar, no final do versículo. Deus considerou adequado proteger Paulo de si mesmo. CBASD, vol. 6, p. 1016.

Espinho. Do gr. skolops, “uma peça de madeira indicada”, “um piquete”. Os papiros também utilizam a palavra para se referir ao estilhaço ou lasca deixada sob a pele e impossível de ser removido. CBASD, vol. 6, p. 1017.

Na carne. A enfermidade era física, não era mental nem espiritual. Era algo evidente, e lhe causava considerável constrangimento bem como desconforto e inconveniência (Gl 4:13-15). CBASD, vol. 6, p. 1017.

Mensageiro de Satanás. Ou, “um anjo de Satanás”. A aflição vinha de Satanás, com permissão de Deus. Do mesmo modo ocorreu com Jó. É da natureza e obra de Satanás infligir sofrimento físico e doença. CBASD, vol. 6, p. 1017.

Para me esbofetear. Literalmente, “golpear com o punho”. O propósito de Satanás era angustiar Paulo e impedir sua obra. O propósito de Cristo em permitir a aflição era proteger Paulo do orgulho. CBASD, vol. 6, p. 1017.

9 Basta. No grego, esta palavra está na forma enfática. A prece não libertou o apóstolo da aflição, mas lhe proporcionou graça para suportá-la. Paulo apelou para a libertação da enfermidade, pois cria que ela era um obstáculo a seu ministério. Cristo mais que supriu sua necessidade com uma provisão abundante de graça. Deus nunca prometeu alterar as circunstâncias ou livrar as pessoas dos problemas. Para Ele, enfermidades físicas e circunstâncias desfavoráveis são questões de preocupação secundária. A força interior para suportar é, de longe, mais manifestação da graça divina do que dominar as dificuldades internas da vida. Externamente, uma pessoa pode estar despedaçada, exausta, esgotada e quase enfraquecida; no entanto, internamente, tem o privilégio de desfrutar perfeita paz, em Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1017.

10 Então, é que sou forte. O paradoxo cristão é que ocasiões de fraqueza podem ser transformadas em situações de força. A derrota sempre pode ser transformada em vitória. A verdadeira força de caráter surge da fraqueza, que, desconfiando do eu, é entregue à vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1017.

20 Orgulho. Ou, “arrogância”, “desdém. Este era um dos pecados proeminentes de alguns coríntios. CBASD, vol. 6, p. 1020.

21 Indo outra vez. Paulo teme uma repetição da vergonha e humilhação da visita anterior, muito embora a maioria dos membros estivesse arrependida do modo como procedia. CBASD, vol. 6, p. 1020.




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