Reavivados por Sua Palavra


II Coríntios 4 by jefersonquimelli
3 de abril de 2015, 9:57
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Comentário devocional:

Nesta época de Páscoa é muito importante saber que Cristo não tinha nenhuma obrigação com a cruz, nós é que tínhamos; Ele assumiu nosso lugar. Foi um presente espetacular, mas não Lhe damos o devido valor. Até coelhos e chocolates são mais valorizados…
Note a observação de Israel Azevedo com base nesse capítulo: “O maior escândalo do evangelho é o comportamento de alguns evangélicos”.
Está disposto a aprofundar-se na mensagem deste capítulo? Então, avance…
1. O cristão verdadeiro não é frouxo diante das dificuldades, não é fingido, falso; não é manipulador nem deturpa a Palavra de Deus. “Pelo contrário, sustentamos tudo que fazemos e falamos toda a verdade às claras, de modo que quem quiser possa julgar por si mesmo, na presença de Deus” (vs. 1-2).
2. Muitos estão cegos nos próprios interesses e com a consciência cauterizada pelo erro a ponto de condenar o certo pensando ser errado. Duvidam da verdade e desprezam aos verdadeiros servos de Cristo (vs. 3-4).
3. O verdadeiro cristão não prega historinhas; ele prega a Cristo; vive como andarilho a fim de levar a luz do evangelho aos que vivem nas trevas do pecado (vs. 5-6).
4. O sofrimento é inevitável ao cristão, mas nada o afasta de Cristo. Ele não está desfocado lamentando a sua sorte, mas focado em Jesus que sabe o que é melhor. É nas horas mais difíceis que percebemos o quando confiamos em Deus e amadurecemos nosso relacionamento com Cristo (vs. 7-12).
5. O cristão pode perder a esperança na vida neste mundo, mas não perde a esperança da vida eterna no Céu; por crer na ressurreição, não teme a morte nem a perseguição (vs. 13-18).
Os últimos versículos encerram todo o assunto anterior com lições magníficas:
1. O cristão bem focado olha além da dor, tribulação, doença e morte, ele aguarda a vida eterna na glória.
2. O cristão vive com os pés no mundo, mas os olhos no Céu.
3. A velhice, a fraqueza e o tempo passado faz o cristão amadurecer a fé.
4. Ao chegar ao Céu, o cristão ficará abismado a tal ponto de reconhecer que suas lutas são insignificantes diante de tantas coisas maravilhosas.
Ajustemos o foco e avancemos no reavivamento!
Heber Toth Armí


II Corintios 4 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
3 de abril de 2015, 0:00
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1 Este ministério. Isto é, o ministério da “nova aliança”, pelo qual as pessoas são libertadas da escravidão da “letra” da lei  e têm seus princípios gravados no coração. Este ministério do “espírito” e da “justiça” pela fé, da “nova aliança”, e da verdadeira “liberdade” restaura o crente à semelhança de Cristo. Ele ampara seus adeptos e embaixadores em meio a toda provação e sofrimento, sendo que até os infortúnios contribuem para a glória de Deus. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 938.

2 Rejeitamos. Literalmente, “renunciamos [uma vez por todas]”. Na conversão, Paulo renunciou a toda prática inconsistente com sua fé recém-encontrada e, ao receber a comissão como um ministro do evangelho, renunciou aos métodos questionáveis que seus oponentes se sentiam livres para utilizar. CBASD, vol. 6, p. 938.

Vergonhosas. Do gr. aischunê, “vergonhosas [coisas]”. O ministério cristão exige transparência na vida e no caráter. Quando as pessoas começam a suspeitar que há coisas na vida do líder que não subsistem ao escrutínio, sua obra terminou. A primeira exigência de um verdadeiro ministro é que ele renuncie a todas as coisas que possam envergonhar a causa de Deus. A verdadeira religião é um caminho de luz, nunca de trevas. CBASD, vol. 6, p. 938.

4 Deus deste século. Isto é, Satanás. Paulo explica por que o evangelho está oculto para muitas pessoas. Satanás é um ser pessoal (Mt 4:1), e é imperativo que o reconheçamos quando ele vem em qualquer forma ou por qualquer meio. O título “deus deste século” alude à tentativa de Satanás para usurpar a soberania de Deus sobre este mundo. CBASD, vol. 6, p. 940.

8 Perplexos. Do gr. ayoreõ, “ter dúvidas”. Paulo frequentemente esteve em situações nas quais não havia saída, sob o ponto de vista humano. No entanto, ele aprendeu, sob tais circunstâncias, a confiar em Deus e aguardar. CBASD, vol. 6, p. 943.

12 Opera a morte. Paulo avança mais um passo no contraste entre a vida e a morte. Enquanto a morte sempre é uma possibilidade real para o mensageiro do evangelho, seu objetivo é levar vida aos condenados à morte por causa do pecado. CBASD, vol. 6, p. 944.

15 Ações de graças. Paulo antevê uma ampliação da glória concedida a Deus, por que quanto mais pessoas ele leva a Cristo por meio de seu ministério, maior glória deverá ser atribuída ao santo nome de Deus. CBASD, vol. 6, p. 945.

16 Homem exterior. Isto é, o corpo, a parte visível do ser humano, que se deteriora com o desgaste da vida. O “homem interior”, por outro lado, denota o ser humano regenerado, a natureza espiritual, que foi e continua sendo renovada diariamente pelo Espírito de Deus. CBASD, vol. 6, p. 945.

17 Acima de toda comparação. Paulo acha as palavras “eterno peso de glória” inadequadas para expressar o contraste que ele verifica entre as aflições temporais e a bem-aventurança da eternidade. A aflição testa a fé do crente e a genuinidade de sua profissão como cristão (Jó 23:10; SI 66:10). A aflição permite o exercício e o aperfeiçoamento da fé, que é fortalecida pela experiência. A aflição, auxilia o crente a enxergar as coisas na verdadeira perspectiva e a colocar as primeiras coisas em primeiro lugar. Portanto, a aflição gera nos cristãos uma idoneidade pela glória. Quando os objetivos mundanos são removidos por meio da disciplina do sofrimento, o cristão acha mais fácil colocar sua afeição nas coisas celestiais. CBASD, vol. 6, p. 946.

18 Não atentando. Paulo explica como é possível ver as aflições desta vida na verdadeira perspectiva e, como consequência, momentâneas. Seu olhar se fixa nas glórias do reino eterno. CBASD, vol. 6, p. 946.




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