Reavivados por Sua Palavra


Isaías 62 by Jeferson Quimelli
27 de abril de 2014, 0:00
Filed under: amor, Sem categoria, serviço | Tags: , , , , ,

Comentário devocional:

Deus tinha planos maravilhosos para Jerusalém. Ele fez promessas incríveis a seu respeito. Jerusalém foi o lugar aonde Ele colocou o Seu Nome; o lugar em que o seu trono de adoração foi estabelecido no Santo dos Santos do templo; o lugar do qual Ele planejava governar as nações. 

Quando Israel como nação finalmente rejeitou a Deus e Jerusalém foi destruída (no ano 70 AD), todos os planos e promessas para Jerusalém e Sião passaram a valer para o remanescente final. Os herdeiros são aqueles que aceitam os planos de Deus (Gl 3:29); são os contritos e humildes que tremem diante da Sua Palavra (Is 66:2b). Individualmente e coletivamente, os fiéis se tornaram o templo de Deus – mini-Jerusalens – esplendorosos troféus na mão divina (v. 3). Agora, chamados de “cristãos”, eles estão casados com o Seu noivo ( 61:10) que os ama com o hesed, o amor fiel de um marido (Is 54:5).

Sempre fico profundamente tocada pelas expressões de prazer mútuo e alegria que caracterizam a nossa relação de amor com Deus. Quão terna, quão profunda, quão abrangente é esta união que Deus deseja ter com cada um de nós (Veja por exemplo: Isaías 61:10; Sofonias 3:17). Assim como nós chamamos uma pessoa a quem queremos muito bem de “querido” ou “querida”, Deus chama a sua noiva de nomes hebraicos especiais, Hephzibah (Delícia) e Beulah (Procurada e Casada) .

Assim como Deus colocou Adão e Eva para serem cuidadores de sua nova criação, Deus coloca aqueles a quem Ele ama para vigiar pelo seu novo reino. Deus e Sua “esposa” são um em propósito e atitude. Nosso Marido Celestial não dormita nem dorme (Sl 121:4 ), nem sua “esposa”. Eles estão de plantão dia e noite (v. 7). Na verdade, eles incentivam-se um ao outro até alcançarem seu objetivo mútuo. Os amados de Deus oram sem cessar e são ousados em pedir “grandes coisas”. O objetivo deles e do Senhor é o mesmo: estabelecer “Jerusalém”, como “uma cidade elogiada no mundo todo” (v. 7, NTLH), tornarem-se eles próprios confiáveis e tornarem as igrejas de Deus lugares seguros de adoração para todas as pessoas (v. 8; 56:8)

Devemos seguir em frente, abrir caminhos, instruir as pessoas, remover obstáculos. Devemos levar a todas as nações a bandeira da vitória (v. 10), o padrão de justiça, a bandeira manchada de sangue do Príncipe Emanuel. Então, quando o juízo pré-advento se completar, nosso Salvador voltará, trazendo com Ele a Sua recompensa  (v. 11). Que dia emocionante será esse! Nós, Sua Santa noiva, os remidos do Senhor (v. 12a), finalmente entraremos na cidade celestial (v.12b). A cidade fundada, projetada e construída por Deus (Hb 11:10 Bíblia de Jerusalém ). Entraremos juntamente com todos aqueles que através de todas as eras amaram ao Senhor e ansiaram por Seu aparecimento. Então, ao lado do nosso Noivo celestial, viveremos felizes para sempre! Amém.

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/62/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 62 



Isaías 61 by Jeferson Quimelli
26 de abril de 2014, 0:00
Filed under: salvação | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

O trompete de chifre de carneiro soa novamente! Desta vez não para alertar acerca de algum perigo (58:1), mas acompanhado de palavras que trazem alegria para o povo de Deus. Estas palavras são pronunciadas pelo Messias-Servo, cheio do Espírito do Soberano Governador do Universo, ao proclamar o “ano da graça do Senhor” (v. 2) ou o Ano do Jubileu.

A cada cinqüenta anos do calendário judaico se realizava um “jejum sagrado” de regozijo porque trazia liberdade, restauração e libertação para aqueles que tinham sido escravos ou se endividado por qualquer motivo. A chegada de “um ano de graça do Senhor” (v. 2) significava o ingresso na graça e libertação.

Estas palavras, porém, não se aplicavam apenas para Israel. O Messias–Servo está, na verdade, anunciando o Jubileu dos Jubileus. Cerca de 700 anos antes da Encarnação, Isaías disse ao mundo todo que o Messias nasceria na Terra. E, embora sendo completamente Deus (Is 8:8,10, 9:6), iria sujeitar Sua vontade em completa obediência ao Pai e ao Espírito (Is 50:4-9); Ele iria sofrer, morrer e ressuscitar (Is 52:13-53,12). Só então poderia o reino da graça ser anunciado – o tempo de libertação para toda a humanidade. 

Jesus leu esta passagem no início do seu ministério público (Lc 4:17-19) dizendo que as palavras de Isaías se cumpriam naquele momento. Esta notícia maravilhosa que deveria ter sido bem recebida pelos ouvintes foi a razão de O tentarem matar por blasfêmia.

O Messias–Servo revela as armas do amor que Deus usa para recuperar o mundo das garras do inimigo cruel (Is 59:16 e seg.): pregar boas notícias, curar corações partidos, libertar cativos, confortar os que sofrem, reviver o espírito daqueles que estão desencorajados e com medo, restaurar o senso de auto-estima daqueles que foram abusados ​​por muito tempo. Este é o Evangelho da Troca, isto é: em vez da dupla porção de punição (Is 40:2) que merecemos, Ele troca a nossa desgraça e vergonha por uma porção dupla de alegria eterna (Is 61:7).

Aqueles que recebem esta mensagem, por sua vez, tornam-se reparadores e restauradores de vidas quebradas. Tornam-se um reino de sacerdotes, uma nação santa, ministros do nosso Deus (v. 6), portadores das vestes da salvação fornecidas pelo próprio Jesus (v.10). Que maravilhoso privilégio!

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/61/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 61 



Isaías 53 by Jeferson Quimelli
18 de abril de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus | Tags:

Comentário devocional:

Escrever sobre esse capítulo me faz tremer. Quem pode dizer uma palavra sobre as profundezas da dor sofrida por Jesus, como servo de Deus, em favor dos pecadores? Anos atrás, ao ler sobre o que o Filho de Deus passou por mim na cruz [O Desejado de Todas as Nações, p. 755-756] e meditar sobre a profundidade do amor de um Deus santo e justo, chorei compulsivamente. Como pode ser possível Deus amar de tal maneira  pecadores como nós? Ao longo dos anos, devo ter pregado mais de 3.000 vezes, mas o sermão que mais toca as pessoas, em minha opinião, é quando prego sobre Isaías 53. 

Isaías 53 é o quarto dos Cânticos do Servo deste livro (além de 42:1-9, 49:1-13 e 50:4-11). Ele é composto por cinco seções, três versos cada, começando com Isaías 52:13. Foi sobre essa passagem que Jesus fez perguntas aos rabinos com a tenra idade de 12 anos. Foi a meditação sobre Isaías 53 que trouxe a Ele a primeira luz da Sua missão como substituto para a humanidade pecadora. Esta é a passagem que o etíope estava lendo que lhe desvendou o mistério do Messias,  graças ao oportuno estudo bíblico feito por Filipe (Atos 8:26-40). Este é o capítulo que, nas palavras de um conhecido evangelista aos judeus, “mais do que qualquer outro tem sido usado por Deus para trazer o povo judeu a Si mesmo.” Ele tem a ver com a essência da missão de Jesus e Sua morte substitutiva na cruz pela humanidade. O Novo Testamento cita esta parte mais do que qualquer outra do Antigo Testamento (Marcos 15:17, João 10:11; 12:37, Rm 3:25 a 4:25, 2 Coríntios 5:21; Fil 2:9).

O relatório de boas notícias de Isaías 52:7 é recebida com incredulidade: “Quem creu em nossa pregação?” (Is 53:1 ARA), Isaías exclama. Os seres humanos rejeitaram o Filho de Deus porque Ele não apresentava a beleza de um príncipe ou “qualquer … majestade que nos atraísse, nada havia em sua aparência para que o desejássemos” (v.2 NVI). Jesus foi desprezado e rejeitado ao longo de toda a Sua vida, não apenas durante o Seu julgamento e crucificação. Ele realmente está familiarizado com a tristeza e o pesar (v.3). Quando sentimos que o mundo está contra nós, não devemos esquecer que ele também estava contra Jesus. Por experiência própria, Ele certamente se identifica com nossos sentimentos.

O que se pode dizer sobre o que Jesus fez por nós? Ele levou sobre Si “nossas enfermidades” e suportou “nossas dores” (v. 4 ARA). Ele foi ferido por causa das nossas transgressões e “esmagado por  causa de nossas iniquidades” (v. 5 NVI) . Ele foi “eliminado da terra dos viventes”, e pelas nossas transgressões “Ele foi golpeado” (v.8 NVI). Ele foi feito “oferta pelo pecado” em nosso benefício (v.10 ARA), e ” derramou a Sua alma na morte” ( v.12 ) por você e por mim.

Quando penso nas muitas vezes que tenho ignorado ou desconsiderado esse , grande sacrifício feito em meu favor, não consigo compreender por que Ele ainda continua se importando comigo. Mais ainda, este infinito amor mostrado na cruz tanto preenche a alma que ela fica a ponto de explodir, se não fosse a misericordiosa mão de Deus que mede Seu  esmagador amor em doses que podemos receber. Clamamos, com o autor de um poema escrito há mil anos atrás: “Oh, amor de Deus, quão rico e puro! Quão imensurável e forte!”

Leia Isaías 53. Leia-o novamente, e de novo. Não podemos permanecer os mesmos quando contemplamos o amor infinito de Deus por Seus inimigos (Rom 5:10). Há muitos anos escrevi esta citação em minha Bíblia, pois quero mante-la bem vívida em minha mente até ve-lo em glória: “Aquele que contempla o incomparável amor do Salvador, será elevado no pensamento, purificado no coração, transformado no caráter. Sairá para servir de luz ao mundo, para refletir, em algum grau, este misterioso amor” (O Desejado de Todas as Nações, p. 661).

Que seja assim comigo, Senhor Jesus.

Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/53/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 53 



Isaías 32 by Jeferson Quimelli
28 de março de 2014, 0:00
Filed under: restauração, vitória | Tags:

Comentário devocional:

Isaías começa sua descrição messiânica de Cristo como Rei que reinará com justiça (v. 1a). 

“Isaías desvia a atenção do iminente ataque assírio a Jerusalém (Is 31:8,9) para se referir ao tempo de paz que viria a seguir. Depois da retirada de Senaqueribe, em 701 a.C., seguiu-se um tempo de paz sob o justo reinado de Ezequias… . De forma similar a derrota de todas as forças de Satanás será seguida do eterno reinado de Cristo em justiça e glória. Como de costume, o quadro profético de paz e segurança une a descrição das glórias do mundo porvir com a era messiânica. Nesse contexto messiânico, o “rei” é Cristo”. CBASD, vol. 4, p. 231.

Os fiéis são vistos como “príncipes que governarão com justiça” (v1b NVI)  Paulo diz que os justos irão julgar o mundo e até os anjos (ver 1 Cor. 6:2,3).

Nesta época pós-advento glorioso, onde cada homem terá a firmeza de uma fortaleza (v. 2), os cegos verão, os surdos ouvirão (v. 3). A “mente do precipitado saberá julgar”, pois discernirá a verdade (v. 4a), e os gagos falarão “com facilidade e clareza (v. 4b NVI). Isaías viu a perfeição total.

No final do tempo as coisas receberão o devido valor. Nunca mais o tolo será chamado nobre (v.5a) e os violentos serão chamados generosos (v.5b). 

Isaías define como insensato (NVI) aquele que loucamente “só pensa no mal; … pratica a maldade e espalha mentiras sobre o Senhor” (v. 6 NVI). O insensato  está constantemente a fazer planos para retirar proveito daquele que não tem como defender seu direito (v. 7). Em contraste, Isaías mostra que o homem nobre planeja o que é nobre e será apreciado por causa disso (v. 8). 

No final desta descrição Laodiceana da igreja, há um duplo chamado ao despertamento àqueles que dormem como as dez virgens da parábola de Jesus (v. 9). Isaías fala a seguir do momento em que o remanescente será convidado a se retirar do meio do erro: “saiam dela, povo meu … para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!” (Apoc. 18:4 NVI). Então, em um alívio, Isaías fala no verso 15 como o derramamento do Espírito tornará frutíferos os campos.

Em Joel 2:28, o Senhor diz: “derramarei do meu Espírito sobre todos os povos” e, então, quem quer que invocar o nome do Senhor será salvo. É o momento da chamada final em que muitos se unirão ao Remanescente. A justiça e a retidão serão encontradas onde antes era apenas deserto, mas que se tornou em campo fértil (v. 16).

Agora Isaías retorna ao tema inicial do capítulo, o reino Messiânico: “o fruto da justiça será paz” (v. 17a). A paz em Sião é fruto da justiça de Jesus e de seu justo reinado.  O justo “viverá em locais pacíficos, em casas seguras” (v. 18 NVI).

No versículo 19 Isaías vai voltar a mencionar como as cidades ficaram desoladas e destruídas. João em Apocalipse fala de grandes pedras de granizo e cidades arrasadas (Apocalipse 16:21). Em contraste, os justos estarão no céu onde eles e os animais poderão andar livremente porque lá não haverá guerras ou ladrões (v. 20).

Querido Deus,
Queremos viver em segurança espiritual e desejamos crescer na Sua graça. E quando a última chuva do Espírito for derramada, queremos ser banhados por ela.  Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/32/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Isaías 32 



Salmo 132 by Jobson Santos
17 de dezembro de 2013, 0:10
Filed under: Salmos | Tags: , ,
Comentário devocional:

O Salmista exprime duas petições: “Senhor, lembra-te” (v.1 NVI) e “não rejeites o Teu ungido” (v. 10 NVI). O Senhor responde e confirma mais uma vez o pacto que fizera com Davi.

A beleza nestes versos é que o Senhor, em sua resposta (v. 13-18), afirma não só que Ele se lembra e não rejeitou Seu povo Israel, mas Ele revela o grande quadro do Seu plano de salvação através de Jesus Cristo! Como disse um comentarista: “O que eram originalmente descrições do rei governante foram dirigidas para o futuro e, tomadas em conjunto, compunham um retrato de um grande rei futuro, um messias (ungido), que viria da linhagem de Davi.”
Aqui vemos uma descrição profética de Jesus, nosso Messias, o Ungido: Ele viria e se assentaria no Seu trono eterno (v. 12 e Apoc 11:15); O poder de Davi (v. 17a NVI e Lucas 1:68-69); Ele se tornaria uma luz (v. 17b e Apoc 21:22-23).
Quando eu imagino esses peregrinos cantando as “Canções da Ascenção” enquanto viajavam a Jerusalém para adorar, eu ansiosamente antecipo que alegria será quando nós nos juntarmos na Nova Jerusalém aos peregrinos de antigamente e cantarmos todos este Salmo de Ascenção. Mal posso esperar por esse dia , e você?

Cindy Nash

Estados Unidos

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/132/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 132



Salmo 110 by Jobson Santos
25 de novembro de 2013, 0:15
Filed under: Salmos | Tags: , , , , ,

Comentário devocional:

O Salmo 110 é um hino messiânico, é o salmo mais citado no Novo Testamento (Mateus 22:42-45, Marcos 12:36-37, Lucas 20:42-44, Hebreus 1:13) e apresenta Jesus Cristo como Rei, Juiz e Sacerdote. Este Salmo também contém duas profecias curtas e várias promessas de vitória (vs. 1-3 e 4-7), que foram cumpridas pela primeira vez na ressurreição e ascensão de Jesus, enquanto o completo cumprimento virá no final do grande conflito entre o bem e o mal e a vitória final do Cordeiro.

Foi a Jesus apenas que o poder e a autoridade foram dados “até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés” (v. 1, ARA). Esta autoridade não é baseada em poder, honra humana ou popularidade. Ela não se expressa em palavras ameaçadoras ou atos de coação. Pelo contrário, ela é baseada no amor, serviço e sacrifício.

Quando olhamos para Jesus através de olhos humanos, vemos que “Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada havia em sua aparência para que o desejássemos” (Isaías 53:2, NVI). Quando estava em pé para ser interrogado por Pilatos, o representante do poder romano, ele era o exemplo extremo da fragilidade humana. Foi lá que Jesus deu o seu testemunho de que Ele era Rei, esclarecendo que o Seu reino não era deste mundo.

Em Sua cruz, eles escreveram em três línguas: “O Rei dos Judeus”, como ato culminante da sua completa humilhação, um rei crucificado como um criminoso. Em sua cabeça, ele tinha a coroa de espinhos, enquanto o manto de púrpura havia sido tirado dele deixando-o exposto.

Se aqueles que participaram de Seu julgamento e zombaria pudessem olhar para o futuro, ficariam chocados. Se eles tivessem sido capazes de ver o grande número de Seus seguidores, a grande multidão de mártires dando suas vidas por Ele e a marcha irrefreável do seu reino para conquistar todo o planeta pelas poderosas palavras e ações generosas de seus fiéis, eles teriam recuado de vergonha, reconhecendo nEle o cumprimento das palavras proféticas de Davi: “O Senhor estenderá o cetro de teu poder desde Sião” (v. 2, NVI).

Querido Deus, abra meus olhos para ver, como o salmista viu, quem Tu és: nosso Rei, grande Sumo Sacerdote celestial e Juiz. Dá-nos a coragem, a força e a determinação para fazermos parte do seu exército vitorioso. Amém.

Ioan Campian – Tartar

Romênia

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/110/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 110



Salmo 89 by Jeferson Quimelli
4 de novembro de 2013, 0:00
Filed under: Salmos | Tags: , , ,

Salmo 89 – Comentário devocional:

[NT: Para melhor proveito do estudo do Salmo 89, observe que ele é dividido em quatro partes bem distintas: 1) Exaltação a Deus (v. 1-18); 2) A escolha de Davi/o Messias (v. 19-37); 3) A rejeição pela rebeldia (v. 38-45); e 4) A oração final pela misericórdia divina (v. 46-51). O verso 52 é a oração de fecho do Livro III dos Salmos.]

Etã, o ezraíta, lembra, durante os setenta anos de cativeiro na Babilônia, da maravilhosa aliança de Deus com Davi .

O Todo-Poderoso havia prometido: “Estabelecerei a tua linhagem para sempre e firmarei o teu trono por todas as gerações (v. 4 NVI).

Etã é eloquente ao descrever a fidelidade de Deus, Sua majestade e poder na terra, no céu e no mar  (v.1-14). 

Por meio de seus profetas, Samuel (1Sm 16:12) e Natã (2Sm 7:4-16), Deus anunciou a escolha de Davi como o governante de Seu povo (v. 19). Mas sua descrição de Davi (v. 19-37) é tão exaltada que transcende o que qualquer ser humano poderia cumprir:

“Também o nomearei Meu primogênito,
o mais exaltado dos reis da terra.
Manterei o Meu amor por ele para sempre,
e a minha aliança com ele jamais se quebrará.

Firmarei a Sua linhagem para sempre,
e o Seu trono durará enquanto existirem céus” (v. 27-29 NVI).

“…a Sua linhagem permanecerá para sempre,
e o Seu trono durará como o Sol;
será estabelecido para sempre como a lua,
a fiel testemunha no céu” (v. 36-37 NVI) .

Quando Etã escreveu isso, o sol e a lua ainda brilhavam no céu [e ainda brilham!…] , mas o trono de Davi estava vazio e seus filhos haviam sido mortos em batalha (2 Cr. 36). Jerusalém estava em ruínas e os habitantes eram cativos na Babilônia pagã.

Depois de exaltar a promessa de Deus (v. 19-37), Etã é ousado em reclamar: 

“Mas Tu o rejeitaste, recusaste-o e te enfureceste com o Teu ungido. Revogaste a aliança com o Teu servo e desonraste a sua coroa, lançando-a ao chão” (v. 38, 39 NVI. Ver tb v. 40-45). 

Deus havia prometido a Davi não ficar oprimido pelos inimigos (v. 22), mas esta promessa aparentemente havia sido cancelada:

“…não o apoiaste na batalha,
Deste fim ao seu esplendor
e atiraste ao chão o seu trono” (vs. 43,44 NVI).

O que havia acontecido com as promessas de Deus? Deus não era mais fiel? Ele não cuidava mais de Davi? Ele não amava mais o Seu povo? Isso era o que angustiava o salmista.

Porém,então, o salmista se lembrou de que Deus mesmo havia previsto essa possibilidade e havia prometido ser fiel a Seu povo mesmo que este fosse infiel ao concerto:

“Se os seus filhos abandonarem a Minha lei…” (v. 30)
“…e deixarem de obedecer aos meus mandamentos …” (v.31)
“…não afastarei dele o meu amor, jamais desistirei da minha fidelidade.” (v. 33).
 “…não mentirei a Davi, que a sua linhagem permanecerá para sempre” (v. 35,36).

Como Deus poderia prometer a eternidade para Davi e o seu trono? Uma possível resposta permanece: Deus estava falando de um Davi maior, o Messias, o nosso Senhor Jesus Cristo, que um dia reinará para sempre e sempre:

“O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre! (Apoc. 11:15 NVI).

Não só Ele reinará , mas o seu povo reinará com ele:

“Aqueles que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente.” Dan 12:3.

Senhor Jesus, obrigado por nos assegurar de que irás vencer a batalha contra as forças do mal, e que um dia reinaremos conTigo. Que esse grande dia chegue logo!

Beatrice Neall
Union College, USA



Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/89

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 89



Salmo 22 by Jobson Santos
29 de agosto de 2013, 0:10
Filed under: Salmos | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Este salmo tem uma dupla, e até mesmo tripla, aplicação. Por um lado, vemos Davi repartindo a sua própria experiência de dor e angústia. Visto a partir da perspectiva messiânica, este Salmo expressa o que Cristo passou no lugar do pecador e como alcançou uma grande vitória na cruz. O Salmo pode ainda ser compreendido a partir da perspectiva relacional e experiencial, a qual nos traz valiosas informações sobre a melhor forma de lidar com difíceis experiências da vida.

O Salmo 22 tem sido chamado de “O Salmo da Cruz” por causa de suas referências óbvias aos sofrimentos experimentados pelo Messias. Os escritores do Novo Testamento aplicam diversos versos desse Salmo aos sofrimentos de Cristo e Sua crucificação. Toca o coração imaginar a agonia de Cristo, apesar de sua confiança em Deus, quando Seu Pai O abandonou por causa da sua identificação com os pecadores e do seu propósito de levar sobre sí o peso do pecado que lhes pertencia.

O Salmo é um convite à reflexão acerca dos sofrimentos de Cristo e Seu amor por nós. Somos incentivados por Ellen White a rever frequentemente as cenas finais da vida de nosso Redentor. ”Far-nos-ia bem passar, diariamente, uma hora a refletir sobre a vida de Jesus, da manjedoura ao calvário. Devemos tomá-la ponto por ponto, e deixar que imaginação se apodere de cada cena, especialmente, as finais. Ao meditar assim em seu grande sacrifício por nós, nossa confiança nele será mais constante, nosso amor, vivificado e, seremos mais, profundamente imbuídos de seu espírito”. (White, DTN, p. 83).

Há muita autenticidade neste Salmo. Nele, o salmista expressa sua enorme dor. Ele fala acerca de como ele tem necessidade de ter Deus perto de sí, porque o seu problema o está sufocando e não há nenhum sistema de apoio humano para socorre-lo. Ele descreve como está carente e ferido. Adversários terríveis se opõem a ele de tal forma que sua energia e vitalidade se esgotaram. Seus inimigos são muitos e têm grande força. O que ele pode fazer? Onde ele deveria buscar ajuda? O que nós fazemos? Onde buscamos ajuda? Então ele avança para o reconhecimento de que há apenas uma fonte de apoio a quem recorrer — o próprio Deus!

O salmista faz um fervoroso apelo suplicando a presença e a proteção de Deus. Por quê? Porque ele sabe que se Deus está próximo e envolvido, então, independentemente do resultado, ele ficará bem. Ele não esconde a sua tristeza e depressão, mas suplica: “Tu, porém, Senhor, não fiques distante! Ó minha força, vem logo em meu socorro!” (verso 19) Então, embora ainda esteja no meio do problema, ele acrescenta: “E tu me respondeste” (verso 21). Isto é realmente surpreendente.

Talvez tenhamos que passar por situações semelhantes um dia na vida. Quando tudo aparentemente estiver fora de controle, o crente que coloca em prática os princípios do Salmo 22 pode declarar a vitória antes da vitória realmente acontecer. Como? Através da fé! Os filhos de Deus não  precisam ver para crer, Deus lhes prometeu a vitória e isso é suficiente para eles. Este é o exemplo Messiânico, o exemplo de Cristo, e essa pode ser a nossa experiência.

Delbert Baker

Vice-presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

 

Traduzido por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/22/

Texto bíblico: Salmo 22

 




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