Reavivados por Sua Palavra


Daniel 9 by jquimelli
23 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: Israel, Messias, oração, prosperidade | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Depois que Ciro colocou Dario (o general Gobrias, ou Gubaru) como governador da Babilônia, Daniel voltou a estudar as profecias de Jeremias em especial a profecia que falava que a desolação de Jerusalém iria durar 70 anos (v. 2).

Nos outros sonhos que tivera, Daniel podia ver a mão de Deus na História. Mas a questão que o preocupava agora era: quando estes 70 anos se cumpririam para que os judeus fossem libertados e Jerusalém fosse restaurada? Ou será que as coisas se manteriam como estavam? Ele precisava saber do Senhor o que viria depois. Assim, ele se voltou plenamente ao Senhor em oração, jejum e súplicas, com espírito humilde (v. 3), expressando uma das mais bonitas orações intercessórias da Bíblia (v. 4-19). 

Ele próprio se identificou com os pecados do povo, reconhecendo como justos os castigos divinos, porque, realmente, o povo de Deus havia rejeitado Seus conselhos.

Reconhecendo que Deus tinha de agir e não podia ignorar o pecado, e reconhecendo que tinham sido ridicularizados diante das outras nações, com o coração quebrantado ele implora ao Senhor para que reverta a situação (vv. 14-19). 

Enquanto Daniel orava, Gabriel se postou diante dele e diz a Daniel que o Senhor o havia enviado para ajudá-lo (vv. 21-23) a compreender a visão que tivera dos 2300 anos. 

Gabriel lhe diz que haveria um decreto para a restauração e reconstrução de Jerusalém (de fato promulgado por Artaxerxes no sétimo ano de Esdras, em 457 aC) marcando o início do período de 2300 anos. Destes 2300 anos, 70 semanas proféticas ou 490 anos literais seriam separadas para o povo judeu e Jerusalém (v. 24). “Era o período para que o povo de Deus resolvesse os problemas de faltas morais que lhe contaminaram ao longo de sua história como nação. Isto se concretizaria através do Messias”. (Andrews Study Bible). 

No começo da última das 70 semanas, a 69ª, viria o Messias, ou o “Ungido” (v. 25). De fato, Cristo foi batizado por João e ungido pelo Espírito Santo em 27 dC, exatamente 69 semanas proféticas ou 483 anos depois da emissão do decreto! Daniel ouviu ainda, com surpresa, (v. 26) que o Messias seria morto no meio da última das 70 semanas (v. 27) e que Jerusalém e o templo seriam novamente destruídos, o que realmente aconteceu sob os romanos, em 70 dC. E, ainda, que haveriam guerras, conflitos e dificuldades até o fim, que viria com a violência de uma inundação (v. 26).

Enquanto Daniel estava preocupado com o fim dos 70 anos de cativeiro da Jerusalém literal, Deus apresenta ao profeta um quadro mais amplo da vinda do Messias, trazendo libertação do pecado para toda a raça humana. Esta extraordinária profecia a qual se cumpriu com precisão no batismo e morte de Jesus nos mostra que Deus está no controle da história e tem o futuro daqueles que o amam em Suas mãos.

Querido Deus,
Muito obrigado por nos revelares que estás no controle da história. Nos momentos difíceis que todos passamos, ajuda-nos a lembrar que o Messias já triunfou e por isso podemos descansar. Aceitamos a salvação gratuita oferecida através de Cristo e amorosamente desejamos seguir as Tuas orientações. Amém.

Koot van Wyk,
Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/9/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Daniel 9 

Comentário em áudio 

Programas TV Daniel

 

Datas dos principais eventos do cumprimento da profecia de Daniel 9:

457 aC: Início das 70 semanas (490 anos) [e também dos 2300 dias/anos]. Definido pela ordem de restaurar e reconstruir Jerusalém (9:25) emitido pelo rei persa Artaxerxes I no sétimo ano de seu reino (Esdras 7:11-26).

27 dC: Fim das 69 semanas (483) preditas para a chegada do Messias, o Príncipe (9:25) e início da última semana. Completadas no 15º dia do reinado de Tibério César quando Jesus foi batizado e começou Seu ministério (Lucas 3:1, 21).

31 dC: Metade da última semana das 70 semanas (490 anos). Após as 3 1/2 semanas de Seu ministério terrestre, a morte de Cristo confirmou um concerto em benefício de todos.

34 dC: Fim das 70 semanas (490 anos). Marcado pelo martírio de Estêvão e a perseguição que expulsou os cristãos da Judéia, espalhando, portanto, o evangelho aos gentios.

1844 dC: Fim dos 2.300 dias (2.300 anos). Marcado pelo início da purificação do santuário celestial e o julgamento dos últimos dias.

Fonte: Andrews Study Bible.

 

 

Comentário pastor Heber sobre Daniel 9

A oração dirigida a Deus nunca é em vão. Somente por meio da oração sincera se obtêm discernimento espiritual do Céu. Estudo da Bíblica, oração, jejum e intercessão são passos que devem ser dados por quem almeja obter preciosas respostas de Deus.

Este capítulo pode ser assim dividido:
1. Daniel estuda a Bíblia, jejua e ora (vs. 1-19);
2. Deus dá a resposta à oração suplicante (vs. 20-27).

Ao estudar a Bíblia, podemos, como Daniel, nos deparar com assuntos que não entendemos, ou mesmo duvidamos. Ao estudar as profecias do cativeiro, previsto para terminar em 70 anos (Jeremias 29:10-14), Daniel se pôs a orar, era preciso. O profeta não entende tudo sobre Bíblia, o dom de profecia não torna ninguém onisciente e infalível. Por isso, o profeta precisa orar como nós!

Toda pessoa que se dedica a estudar a Bíblia a fundo se torna dedicada na intercessão pelo perdido. E, Deus responde! A resposta de Deus foi profética, uma revelação esplendorosa sobre o grande Libertador, não do cativeiro, mas do pecado. Observe:
1. O Messias viria fazer expiação pelo pecado para justificar o pecador (v. 24)
2. O Messias seria o Ungido de Deus, o Príncipe do Céu (v. 25)
3. O Messias seria rejeitado por aqueles que amam o pecado, por isso seria morto (v. 26)
4. O Messias alcançaria Seus propósitos cumprindo a profecia (v. 27)

Impressionante, cerca de 500 anos antes, a profecia revelou detalhes da vinda do Messias. Além disso, tem mais:
1. As setenta semanas têm um ponto de partida (457 a.C.)
2. As setenta semanas se dividem em três períodos: 
a) Sete semanas
b) Sessenta e duas semanas
c) Uma semana
3. A última semana se divide ao meio

Sendo que 70 semanas vezes 7 dias são 490 dias, e, que, profeticamente cada dia equivale a um ano, então temos 490 anos de história. Este período começa em 457 a.C e termina em 34 d.C. Sendo, a última semana, 7 anos, a mais importante:

1. No começo, Jesus é ungido/batizado (27 d.C).
2. 3 ½ anos depois, Ele foi crucificado (31 d.C)
3. Mais 3 ½ Estevão foi apedrejado (34 d.C)

Deus previu todos os detalhes. Aceite Seu plano de salvação! Aceite Jesus!

Simplifiquei para você entender! – Heber Toth Armi.



Ezequiel 22 by jquimelli

Comentário devocional:

A lista de pecados entre o povo de Deus é chocante: idolatria, assassinato, sacrifício de crianças, adultério, incesto, extorsão e suborno nos tribunais, roubo, opressão dos pobres pelos ricos e a negação do direito aos estrangeiros. A lista é extensa (v. 7-12) E o pior: a podridão começa de cima para baixo. Príncipes, sacerdotes e profetas são igualmente violentamente corruptos (v. 6).

Sem dúvida alguma Deus intervirá e aqueles que agora parecem tão valentes entrarão em colapso. Como o metalúrgico lança o metal impuro na fornalha de purificação, assim Deus reunirá o povo em Jerusalém e soprará fogo sobre ele e eles irão derreter (v. 18-22). Deste modo eles verão o tamanho do Seu desagrado. Não existe como eles possam ser poupados do julgamento divino,

No entanto, Jerusalém não é a própria cidade do Senhor? Não foi o próprio Deus quem estabeleceu os seus muros para manter o inimigo fora? Sim, mas não se deixe enganar. Aqueles muros, aparentemente firmes e fortes, na verdade já estavam comprometidos.

É necessário encontrar rapidamente alguém para reconstruir os muros enquanto ainda há tempo. E se os muros não estiverem ainda completos no momento em que eles forem necessários, então temos que encontrar alguém que se interponha na brecha, evitando, assim, que o desprazer de Deus seja derramado (v. 30).

Aparentemente, não há ninguém capaz de defender o caso de Israel. Não há ninguém qualificado. O que então pode acontecer, senão a desgraça?

No entanto, existe Alguém qualificado que aceitou ficar na brecha. Alguém cujo perfil foi vislumbrado pelos profetas. Ele é ao mesmo tempo Filho de Deus e Filho do Homem, o Único qualificado. Ele se posiciona na brecha, pondo fim ao desagrado de Deus e salvando a Israel.

Jesus ocupou o lugar em que o muro estava quebrado, recebendo sobre Si a ira de Deus sobre o pecado do mundo, dando uma oportunidade não só a Jerusalém, mas a todos que nEle crerem, de sobreviver à justiça que Deus aplicará a toda a terra (Gn. 18:25). 

Mas eu também sou chamado para estar com Ele na brecha, orando por minha comunidade, por meu pais e pelo mundo. Não é esta uma honra e uma oportunidade maravilhosa?

Ross Cole
Avondale College, Australia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/22/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 22 

Comentário em áudio 



Isaías 63 by Jobson Santos
28 de abril de 2014, 0:30
Filed under: salvação | Tags: , ,
Comentário devocional:
O primeiro verso deste capítulo ressoa com poder e esplendor imponente. Aqui vemos a figura majestosa de um Guerreiro vitorioso que venceu seus inimigos (aqui representados por Edom e Bozra) que ao longo dos tempos têm sido persistente e cruelmente hostis e destrutivos para com Ele e os assuntos de Seu reino.
Quase imediatamente, no entanto, o tom muda. Nossa admiração se alterna para uma preocupação de parar o coração. Esta não foi uma vitória fácil. As roupas do Guerreiro estão encharcadas de sangue e há uma sensação de terrível tristeza quando Ele pronuncia as palavras: “O lagar, eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo” (v. 2, ARA) A vitória é aparentemente amarga.
“Eu choro e meus olhos se enchem de lágrimas. Ninguém está perto para me consolar” (Lam 1:15). Não houve nenhum conforto para este guerreiro divino no Getsêmani ou na cruz, na hora da Sua maior necessidade. Ele foi abandonado por seus amigos mais próximos e, ao que Lhe parecia, até mesmo por Seu Pai. Este é um pálido vislumbre do que custou a Jesus trazer o Reino de Graça para toda a humanidade (Is 61).
Mas existe uma parte que comumente não prestamos atenção no capítulo 63: “Porque o dia da vingança me estava no coração, e o ano dos meus redimidos é chegado” (v. 4 ARA). Será que o nosso Messias-Guerreiro foi ao Getsêmani e à cruz para trazer a salvação para a humanidade ou para vingar-se dos ímpios? Em Isaías 61 também lemos que o Messias-Servo viria proclamar o ano do favor do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus” (Is 61:2, NVI). É o nosso Deus vingativo? Certamente que não. A morte, mesmo do ímpio, é um ato estranho à natureza amorosa de Deus. Isaías 28:21,22 mostra que Deus viu que não havia ninguém para ajudá-lo a “realizar a sua obra, a sua obra estranha… determinada sobre toda a terra” (ARA).
Não podemos separar a Redenção da destruição de maldade. Deus odeia a iniquidade e tomou as medidas necessárias para eliminá-la. Jesus sofreu a fúria de seu Pai contra a maldade. Seu sangue vital foi derramado no chão para que milhões a perecer pudessem ganhar a vida eterna (v. 3). Não havia outra maneira pela qual pudéssemos ser resgatados.
Ambos, redenção e vingança contra o mal, são “benignidades do SENHOR.” Ele é digno de ser louvado por Sua  “grande bondade para com a casa de Israel, bondade que usou para com eles, segundo as suas misericórdias e segundo a multidão das suas benignidades” (v. 7, ARA).
Embora estranha e difícil, a obra de exterminar a maldade é componente indispensável do plano da salvação. Isaías 53:11 nos diz que Jesus verá o resultado do seu trabalho e ficará satisfeito. Todos os que aceitarem os méritos do Seu sacrifício viverão eternamente em paz e harmonia, livres de qualquer maldade.
Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália
https://reavivadosporsuapalavra.org/
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/63/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Isaías 63
http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-63/


Isaías 62 by jquimelli
27 de abril de 2014, 0:00
Filed under: amor, Sem categoria, serviço | Tags: , , , , ,

Comentário devocional:

Deus tinha planos maravilhosos para Jerusalém. Ele fez promessas incríveis a seu respeito. Jerusalém foi o lugar aonde Ele colocou o Seu Nome; o lugar em que o seu trono de adoração foi estabelecido no Santo dos Santos do templo; o lugar do qual Ele planejava governar as nações. 

Quando Israel como nação finalmente rejeitou a Deus e Jerusalém foi destruída (no ano 70 AD), todos os planos e promessas para Jerusalém e Sião passaram a valer para o remanescente final. Os herdeiros são aqueles que aceitam os planos de Deus (Gl 3:29); são os contritos e humildes que tremem diante da Sua Palavra (Is 66:2b). Individualmente e coletivamente, os fiéis se tornaram o templo de Deus – mini-Jerusalens – esplendorosos troféus na mão divina (v. 3). Agora, chamados de “cristãos”, eles estão casados com o Seu noivo ( 61:10) que os ama com o hesed, o amor fiel de um marido (Is 54:5).

Sempre fico profundamente tocada pelas expressões de prazer mútuo e alegria que caracterizam a nossa relação de amor com Deus. Quão terna, quão profunda, quão abrangente é esta união que Deus deseja ter com cada um de nós (Veja por exemplo: Isaías 61:10; Sofonias 3:17). Assim como nós chamamos uma pessoa a quem queremos muito bem de “querido” ou “querida”, Deus chama a sua noiva de nomes hebraicos especiais, Hephzibah (Delícia) e Beulah (Procurada e Casada) .

Assim como Deus colocou Adão e Eva para serem cuidadores de sua nova criação, Deus coloca aqueles a quem Ele ama para vigiar pelo seu novo reino. Deus e Sua “esposa” são um em propósito e atitude. Nosso Marido Celestial não dormita nem dorme (Sl 121:4 ), nem sua “esposa”. Eles estão de plantão dia e noite (v. 7). Na verdade, eles incentivam-se um ao outro até alcançarem seu objetivo mútuo. Os amados de Deus oram sem cessar e são ousados em pedir “grandes coisas”. O objetivo deles e do Senhor é o mesmo: estabelecer “Jerusalém”, como “uma cidade elogiada no mundo todo” (v. 7, NTLH), tornarem-se eles próprios confiáveis e tornarem as igrejas de Deus lugares seguros de adoração para todas as pessoas (v. 8; 56:8)

Devemos seguir em frente, abrir caminhos, instruir as pessoas, remover obstáculos. Devemos levar a todas as nações a bandeira da vitória (v. 10), o padrão de justiça, a bandeira manchada de sangue do Príncipe Emanuel. Então, quando o juízo pré-advento se completar, nosso Salvador voltará, trazendo com Ele a Sua recompensa  (v. 11). Que dia emocionante será esse! Nós, Sua Santa noiva, os remidos do Senhor (v. 12a), finalmente entraremos na cidade celestial (v.12b). A cidade fundada, projetada e construída por Deus (Hb 11:10 Bíblia de Jerusalém ). Entraremos juntamente com todos aqueles que através de todas as eras amaram ao Senhor e ansiaram por Seu aparecimento. Então, ao lado do nosso Noivo celestial, viveremos felizes para sempre! Amém.

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/62/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 62 



Isaías 61 by jquimelli
26 de abril de 2014, 0:00
Filed under: salvação | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

O trompete de chifre de carneiro soa novamente! Desta vez não para alertar acerca de algum perigo (58:1), mas acompanhado de palavras que trazem alegria para o povo de Deus. Estas palavras são pronunciadas pelo Messias-Servo, cheio do Espírito do Soberano Governador do Universo, ao proclamar o “ano da graça do Senhor” (v. 2) ou o Ano do Jubileu.

A cada cinqüenta anos do calendário judaico se realizava um “jejum sagrado” de regozijo porque trazia liberdade, restauração e libertação para aqueles que tinham sido escravos ou se endividado por qualquer motivo. A chegada de “um ano de graça do Senhor” (v. 2) significava o ingresso na graça e libertação.

Estas palavras, porém, não se aplicavam apenas para Israel. O Messias–Servo está, na verdade, anunciando o Jubileu dos Jubileus. Cerca de 700 anos antes da Encarnação, Isaías disse ao mundo todo que o Messias nasceria na Terra. E, embora sendo completamente Deus (Is 8:8,10, 9:6), iria sujeitar Sua vontade em completa obediência ao Pai e ao Espírito (Is 50:4-9); Ele iria sofrer, morrer e ressuscitar (Is 52:13-53,12). Só então poderia o reino da graça ser anunciado – o tempo de libertação para toda a humanidade. 

Jesus leu esta passagem no início do seu ministério público (Lc 4:17-19) dizendo que as palavras de Isaías se cumpriam naquele momento. Esta notícia maravilhosa que deveria ter sido bem recebida pelos ouvintes foi a razão de O tentarem matar por blasfêmia.

O Messias–Servo revela as armas do amor que Deus usa para recuperar o mundo das garras do inimigo cruel (Is 59:16 e seg.): pregar boas notícias, curar corações partidos, libertar cativos, confortar os que sofrem, reviver o espírito daqueles que estão desencorajados e com medo, restaurar o senso de auto-estima daqueles que foram abusados ​​por muito tempo. Este é o Evangelho da Troca, isto é: em vez da dupla porção de punição (Is 40:2) que merecemos, Ele troca a nossa desgraça e vergonha por uma porção dupla de alegria eterna (Is 61:7).

Aqueles que recebem esta mensagem, por sua vez, tornam-se reparadores e restauradores de vidas quebradas. Tornam-se um reino de sacerdotes, uma nação santa, ministros do nosso Deus (v. 6), portadores das vestes da salvação fornecidas pelo próprio Jesus (v.10). Que maravilhoso privilégio!

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/61/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 61 



Isaías 53 by jquimelli
18 de abril de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus | Tags:

Comentário devocional:

Escrever sobre esse capítulo me faz tremer. Quem pode dizer uma palavra sobre as profundezas da dor sofrida por Jesus, como servo de Deus, em favor dos pecadores? Anos atrás, ao ler sobre o que o Filho de Deus passou por mim na cruz [O Desejado de Todas as Nações, p. 755-756] e meditar sobre a profundidade do amor de um Deus santo e justo, chorei compulsivamente. Como pode ser possível Deus amar de tal maneira  pecadores como nós? Ao longo dos anos, devo ter pregado mais de 3.000 vezes, mas o sermão que mais toca as pessoas, em minha opinião, é quando prego sobre Isaías 53. 

Isaías 53 é o quarto dos Cânticos do Servo deste livro (além de 42:1-9, 49:1-13 e 50:4-11). Ele é composto por cinco seções, três versos cada, começando com Isaías 52:13. Foi sobre essa passagem que Jesus fez perguntas aos rabinos com a tenra idade de 12 anos. Foi a meditação sobre Isaías 53 que trouxe a Ele a primeira luz da Sua missão como substituto para a humanidade pecadora. Esta é a passagem que o etíope estava lendo que lhe desvendou o mistério do Messias,  graças ao oportuno estudo bíblico feito por Filipe (Atos 8:26-40). Este é o capítulo que, nas palavras de um conhecido evangelista aos judeus, “mais do que qualquer outro tem sido usado por Deus para trazer o povo judeu a Si mesmo.” Ele tem a ver com a essência da missão de Jesus e Sua morte substitutiva na cruz pela humanidade. O Novo Testamento cita esta parte mais do que qualquer outra do Antigo Testamento (Marcos 15:17, João 10:11; 12:37, Rm 3:25 a 4:25, 2 Coríntios 5:21; Fil 2:9).

O relatório de boas notícias de Isaías 52:7 é recebida com incredulidade: “Quem creu em nossa pregação?” (Is 53:1 ARA), Isaías exclama. Os seres humanos rejeitaram o Filho de Deus porque Ele não apresentava a beleza de um príncipe ou “qualquer … majestade que nos atraísse, nada havia em sua aparência para que o desejássemos” (v.2 NVI). Jesus foi desprezado e rejeitado ao longo de toda a Sua vida, não apenas durante o Seu julgamento e crucificação. Ele realmente está familiarizado com a tristeza e o pesar (v.3). Quando sentimos que o mundo está contra nós, não devemos esquecer que ele também estava contra Jesus. Por experiência própria, Ele certamente se identifica com nossos sentimentos.

O que se pode dizer sobre o que Jesus fez por nós? Ele levou sobre Si “nossas enfermidades” e suportou “nossas dores” (v. 4 ARA). Ele foi ferido por causa das nossas transgressões e “esmagado por  causa de nossas iniquidades” (v. 5 NVI) . Ele foi “eliminado da terra dos viventes”, e pelas nossas transgressões “Ele foi golpeado” (v.8 NVI). Ele foi feito “oferta pelo pecado” em nosso benefício (v.10 ARA), e ” derramou a Sua alma na morte” ( v.12 ) por você e por mim.

Quando penso nas muitas vezes que tenho ignorado ou desconsiderado esse , grande sacrifício feito em meu favor, não consigo compreender por que Ele ainda continua se importando comigo. Mais ainda, este infinito amor mostrado na cruz tanto preenche a alma que ela fica a ponto de explodir, se não fosse a misericordiosa mão de Deus que mede Seu  esmagador amor em doses que podemos receber. Clamamos, com o autor de um poema escrito há mil anos atrás: “Oh, amor de Deus, quão rico e puro! Quão imensurável e forte!”

Leia Isaías 53. Leia-o novamente, e de novo. Não podemos permanecer os mesmos quando contemplamos o amor infinito de Deus por Seus inimigos (Rom 5:10). Há muitos anos escrevi esta citação em minha Bíblia, pois quero mante-la bem vívida em minha mente até ve-lo em glória: “Aquele que contempla o incomparável amor do Salvador, será elevado no pensamento, purificado no coração, transformado no caráter. Sairá para servir de luz ao mundo, para refletir, em algum grau, este misterioso amor” (O Desejado de Todas as Nações, p. 661).

Que seja assim comigo, Senhor Jesus.

Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/53/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 53 



Isaías 32 by jquimelli
28 de março de 2014, 0:00
Filed under: restauração, vitória | Tags:

Comentário devocional:

Isaías começa sua descrição messiânica de Cristo como Rei que reinará com justiça (v. 1a). 

“Isaías desvia a atenção do iminente ataque assírio a Jerusalém (Is 31:8,9) para se referir ao tempo de paz que viria a seguir. Depois da retirada de Senaqueribe, em 701 a.C., seguiu-se um tempo de paz sob o justo reinado de Ezequias… . De forma similar a derrota de todas as forças de Satanás será seguida do eterno reinado de Cristo em justiça e glória. Como de costume, o quadro profético de paz e segurança une a descrição das glórias do mundo porvir com a era messiânica. Nesse contexto messiânico, o “rei” é Cristo”. CBASD, vol. 4, p. 231.

Os fiéis são vistos como “príncipes que governarão com justiça” (v1b NVI)  Paulo diz que os justos irão julgar o mundo e até os anjos (ver 1 Cor. 6:2,3).

Nesta época pós-advento glorioso, onde cada homem terá a firmeza de uma fortaleza (v. 2), os cegos verão, os surdos ouvirão (v. 3). A “mente do precipitado saberá julgar”, pois discernirá a verdade (v. 4a), e os gagos falarão “com facilidade e clareza (v. 4b NVI). Isaías viu a perfeição total.

No final do tempo as coisas receberão o devido valor. Nunca mais o tolo será chamado nobre (v.5a) e os violentos serão chamados generosos (v.5b). 

Isaías define como insensato (NVI) aquele que loucamente “só pensa no mal; … pratica a maldade e espalha mentiras sobre o Senhor” (v. 6 NVI). O insensato  está constantemente a fazer planos para retirar proveito daquele que não tem como defender seu direito (v. 7). Em contraste, Isaías mostra que o homem nobre planeja o que é nobre e será apreciado por causa disso (v. 8). 

No final desta descrição Laodiceana da igreja, há um duplo chamado ao despertamento àqueles que dormem como as dez virgens da parábola de Jesus (v. 9). Isaías fala a seguir do momento em que o remanescente será convidado a se retirar do meio do erro: “saiam dela, povo meu … para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!” (Apoc. 18:4 NVI). Então, em um alívio, Isaías fala no verso 15 como o derramamento do Espírito tornará frutíferos os campos.

Em Joel 2:28, o Senhor diz: “derramarei do meu Espírito sobre todos os povos” e, então, quem quer que invocar o nome do Senhor será salvo. É o momento da chamada final em que muitos se unirão ao Remanescente. A justiça e a retidão serão encontradas onde antes era apenas deserto, mas que se tornou em campo fértil (v. 16).

Agora Isaías retorna ao tema inicial do capítulo, o reino Messiânico: “o fruto da justiça será paz” (v. 17a). A paz em Sião é fruto da justiça de Jesus e de seu justo reinado.  O justo “viverá em locais pacíficos, em casas seguras” (v. 18 NVI).

No versículo 19 Isaías vai voltar a mencionar como as cidades ficaram desoladas e destruídas. João em Apocalipse fala de grandes pedras de granizo e cidades arrasadas (Apocalipse 16:21). Em contraste, os justos estarão no céu onde eles e os animais poderão andar livremente porque lá não haverá guerras ou ladrões (v. 20).

Querido Deus,
Queremos viver em segurança espiritual e desejamos crescer na Sua graça. E quando a última chuva do Espírito for derramada, queremos ser banhados por ela.  Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/32/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Isaías 32 




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