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“Nesse mesmo tempo, falou o SENHOR por intermédio de Isaías, filho de Amoz, dizendo: Vai, solta de teus lombos o pano grosseiro de profeta e tira dos pés o calçado. Assim ele o fez, indo despido e descalço” (v. 2).
A profecia a respeito do cativeiro dos egípcios e dos etíopes abre uma nova fase na vida de Isaías. Assim como seus filhos, ele também seria uma pregação ambulante. Por três anos, o profeta andou despido de sua veste principal e descalço. Não se sabe ao certo se isto aconteceu em intervalos durante aquele período, ou se foram três anos ininterruptos: “A palavra ‘arom’, ‘despido’, tanto pode significar completamente nu ou parcialmente vestido. Neste caso (como em Is. 58:7; Ez. 18:7, 16; Mq. 1:8), aponta-se o último significado. Isaías deixou de lado sua veste exterior e usou apenas as vestes interiores, uma prática comum no Oriente até hoje, principalmente entre os trabalhadores. O ato seria sinal de humilhação, privação e vergonha” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 4, p. 186).
As vestes, no antigo testamento, tinham significados e podiam representar posição social, ou religiosa, além de serem consideradas símbolo de pureza ou de imundícia. A depender da forma que alguém se vestia, podia-se definir a sua classe social, religião, profissão e até estado de espírito. Diante disto, o profeta estava “vestido” para transmitir uma mensagem muito clara. Não havia desculpas para a incompreensão. Sua roupa já dizia tudo!
Quando Adão e Eva caíram em pecado, a primeira coisa que fizeram foi confeccionar roupas de folhagens ao perceber a sua nudez. Porém, “fez o SENHOR Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu” (Gênesis 3:21). José teve sua veste arrancada por seus irmãos, e depois pela esposa de Potifar, mas Deus o vestiu com vestes dignas de um rei (Gênesis 41:42). Ao estabelecer os ritos e procedimentos do santuário terrestre, o SENHOR também descreveu o tipo de vestimenta que os sacerdotes usariam em Sua Casa, usando um capítulo praticamente todo para orientar cada detalhe daquela roupa, bem como o “detalhe” da inscrição que Arão teria em uma lâmina de ouro puro sobre a testa: “Santidade ao SENHOR” (Êxodo 28:36).
Meus irmãos, este é um assunto um tanto delicado e causador de muitas discussões. Mas este não é o objetivo da Palavra do SENHOR ao deixar bem claro que Deus se preocupa até com o que nos vestimos. Isaías confiou completamente na instrução de Deus ao submeter-se a usar trajes de humilhação. Ele aceitou fazer parte dos propósitos de Deus. Se ele não estivesse antes de tudo com o coração revestido pela fé, de nada adiantaria a sua representação exterior. Israel podia até vestir-se como israelita, ornar-se como israelita, mas seu coração estava longe de Deus. Preferiram confiar em nações pagãs a confiar no Deus que os escolheu como a Sua porção.
Podemos vestir as melhores roupas. Podemos ostentar uma aparência de piedade. Mas se isto não for a CONSEQUÊNCIA de um interior transformado e constantemente reavivado pelo Espírito Santo, diante de Deus, estamos nus (Ap. 3:17). Precisamos atender urgentemente ao conselho de Cristo: “Aconselho-te que de Mim compres… vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a tua nudez” (Ap. 3:18). O SENHOR do Universo, assim como um dia vestiu os nossos primeiros pais, deseja nos vestir com vestes especiais. Cristo nos oferece as Suas vestes de justiça. Somente revestidos delas poderemos ser justificados naquele grande Dia, quando receberemos as vestes incorruptíveis e imortais daqueles que venceram com Cristo, “os chamados, eleitos, fiéis que se acham com Ele” (Ap. 17:14). Que sejamos testemunhas de Jesus (Atos 1:8), como diz a letra de uma corinho infantil: “Por dentro, fora, no alto e em baixo”.
Bom dia, testemunhas de Cristo!
Desafio do dia: Hoje é dia de faxina. Primeiro, ore e peça ao Espírito Santo que faça uma análise do seu coração e decida, em nome de Jesus, abandonar tudo aquilo que tem maculado a sua vida. Depois, analise o que você tem usado e consumido e peça a Deus para se desfazer de tudo aquilo que não O agrada. Não se preocupe, pode ser um processo lento e gradual, o SENHOR é longânimo e benigno. Lembre-se que a mensagem do profeta não durou três dias, e sim três anos. Mas tenha certeza de uma coisa: Se você estiver disposto, Ele vai falar com você.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías20
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“Porque o SENHOR dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, Meu povo, e a Assíria, obra de Minhas mãos, e Israel, Minha herança” (v. 25).
O Egito era uma nação muito conhecida pela sua religião politeísta. Além de cultuar várias entidades, o próprio Faraó também era reverenciado e considerado um deus. A profecia de juízo relatada por Isaías inicia com a descrição do “SENHOR, cavalgando uma nuvem ligeira” (v. 1), causando aos egípcios um pavor indescritível. Deus permitiria que as suas ações atingissem as suas piores consequências. Egípcios se levantariam contra egípcios “e cada um contra seu próximo, cidade contra cidade, reino contra reino” (v. 2). Ao escolherem a nesciosidade, até “os sábios conselheiros de Faraó” davam “conselhos estúpidos” (v. 11). “Loucos se tornaram”, enganando e fazendo errar todo o Egito (v. 13). Viviam de forma oscilante “como o bêbado quando cambaleia no seu vômito” (v. 14). Procuraram a própria destruição (Provérbios 11:17).
A ira de Deus cairia sobre um povo que se negou a ouvir a Sua voz e que iniciou uma verdadeira ruína interna. Não há como qualquer nação prevalecer quando a guerra é instalada dentro dela mesma. Afirmou Jesus: “Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mateus 12:25). As dissensões entre cidades e príncipes egípcios enfraqueceu o império faraônico e endureceu seus corações tanto quanto o foi com a dinastia destruída pelas pragas do Êxodo. Mais uma vez, ficaria muito claro para o Egito o poder e a grandeza “do SENHOR dos Exércitos” (v. 17) e a impotência de seus muitos deuses.
A expressão “naquele dia”, muito utilizada pelo profeta em todo o livro, se aplica tanto às profecias condicionais, quanto à profecia da segunda volta de Cristo à Terra. O estabelecimento de um reino de paz, tanto interna, quanto externa, era uma profecia condicional, ou seja, se os egípcios se voltassem para Deus estabelecendo com Ele uma aliança; se eles clamassem ao SENHOR e com Ele fizessem juramento, o SENHOR mesmo lhes enviaria um salvador e defensor que os havia de livrar (v. 20). O Egito se encheria do conhecimento de Deus (v. 21), sua ferida de morte seria curada e suas orações atendidas (v. 22). Haveria paz entre eles e os assírios e entre estes e Israel.
Se Israel tão-somente houvesse cumprido com o seu propósito de ser “uma bênção no meio da terra” (v. 24), quão diferente teria sido o destino de tantos povos pagãos. O fato de Deus ter chamado o Egito de “Meu povo” e a Assíria de “obra de Minhas mãos” indica o senhorio do “Rei das Nações” (Jeremias 10:7). Deus é o SENHOR de toda a Terra e o Seu propósito nunca foi o de espalhar, mas o de reunir “os que se assentam sobre a terra, e cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6). A missão que Israel rejeitou, nós somos chamados a assumir hoje. Porque vem chegando o Dia em que o SENHOR não mais virá cavalgando numa nuvem para despejar a Sua ira sobre um povo ou dois, mas sobre toda a Terra. “Naquele dia”, Ele “virá sobre as nuvens” e não mais somente um profeta terá esta visão, mas “todo olho O verá” (Apocalipse 1:7). E como “raça eleita, sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus” (I Pedro 2:9), precisamos ser “uma bênção no meio da terra”, proclamando as virtudes dAquele que nos chamou “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (idem).
Amados, fomos chamados para a obra mais sagrada e urgente de todos os tempos. Não temos tempo a perder com “discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis” (Tito 3:9). Precisamos erguer a bandeira da verdade da Palavra de Deus e balançar em todas as direções anunciando que Cristo em breve vai voltar, e o mundo precisa despertar. A verdade presente está em nossas mãos. E a pergunta é: “Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo?” (Mateus 27:22). O anunciará ao mundo, ou como um covarde lavará suas mãos? A decisão é minha. A decisão é sua.
Bom dia, “bênção no meio da terra”!
Desafio do dia: Amados, sem a prática da Palavra de Deus estamos enganando a nós mesmos (Tiago 1:27). Portanto, cada desafio tem sido pensado e com oração compartilhado para que possamos praticar o que temos aprendido a cada dia. Hoje, o SENHOR nos desafia a estudar a Bíblia com alguém. Se você já faz isso, persevere. Se não, peça ao Espírito Santo que lhe indique pelo menos uma pessoa.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías19
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“Vós, todos os habitantes do mundo, e vós, os moradores da terra, quando se arvorar a bandeira nos montes, olhai; e, quando se tocar a trombeta, escutai” (v. 3).
Além da aplicação profética para aquelas nações, as profecias de Isaías também têm aplicação escatológica. O SENHOR dos Exércitos tem uma mensagem de juízo e salvação para “todos os habitantes do mundo” de todos os tempos. Apesar de Sua ilimitada misericórdia, a Sua justiça não permitirá que o mal avance o limite que Ele estabeleceu para o seu fim. Nenhum agente humano e nenhuma “nação poderosa” (v. 2), pode resistir à sentença do Todo-Poderoso. O início da eternidade tem data marcada para o remanescente, como o tem para a destruição dos ímpios. E Deus convida a TODOS “os moradores da terra” a estar atentos aos sinais que, por sinal, Ele também deixou escrito.
O toque de trombeta em Israel tinha a função de ajuntar o povo para algum momento solene, geralmente para assembleias e festividades. Mas também eram muito comuns na guerra. De qualquer forma, era um instrumento cujo som lembrava o povo da constante presença do SENHOR. As trombetas usadas em Apocalipse como alegoria, também são anúncios do poder de Deus, culminando na sétima e última que será literalmente ouvida como uma convocação para o primeiro ajuntamento solene dos salvos de todos os tempos: “O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos” (Ap. 11:15).
Deus não está em Seu trono apenas aguardando a destruição dos perversos. Este não é o sentido do verso 4. Mas em que Ele tem tudo sob controle e, no tempo determinado, terá de aplicar o Seu juízo. “Olhai” e “escutai” é um clamor urgente para que todos nós possamos estar entre aqueles que receberão a fiel promessa: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (I Coríntios 2:9).
Quando for proclamado: “chegou a hora de ceifar” (Ap. 14:15), a obra intercessora de Cristo dará lugar à obra redentora, de salvação dos remidos, mas também efetuará a Sua “obra estranha… de uma destruição, e essa já está determinada sobre toda a terra” (Isaías 28:21-22). O que estamos fazendo com o amorável convite do Céu? Tem você sonhado com a volta do nosso Salvador? Eu tenho saudades do meu Deus! Saudades de coisas que nunca vi e de sons que nunca ouvi! Estamos às vésperas do toque da última trombeta e, enquanto isto, “não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que TODOS cheguem ao arrependimento” (II Pedro 3:9).
“Aprontai-vos! Aprontai-vos! Aprontai-vos pois a ardente ira do Senhor está para vir! Sua ira está para ser derramada, sem mistura de misericórdia, e todavia não estais prontos. Rasgai o coração, e não os vestidos” (EGW, Primeiros Escritos, p. 119).
Bom dia, “vós, todos os habitantes do mundo”!
Desafio do dia: “Olhai” para a Palavra de Deus, releia o texto de hoje, e “escutai” o que o SENHOR tem a lhe falar segunda vez.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías18
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“Naquele dia, olhará o homem para o seu Criador, e os seus olhos atentarão para o Santo de Israel” (v. 7).
Há duas vertentes no texto de hoje: uma que aponta para o juízo e outra para a redenção. A expressão “Naquele dia”, do verso três, indica a punição sobre Israel por ter se unido aos assírios contra o reino de Judá. Já no verso sete, a mesma expressão se refere a “alguns rabiscos” (v. 6), ou seja, um restante, que daria as costas à idolatria e tornaria a volver os olhos ao Criador. A profecia contra Damasco e Efraim não se trata apenas de um relato antigo, mas de uma mensagem tão atual quanto o noticiário de amanhã. O Santo de Israel (v. 7) nos convida, hoje, a olhar para Ele e viver (Isaías 45:22). A não nos esquecermos do Deus da nossa salvação e Rocha que nos fortalece (v. 10).
Logo vem a noite trazendo trevas e destruição (v. 14) e só escaparão para desfrutar da gloriosa manhã os restantes que permanecerem fiéis: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap. 12:17). O chamado da primeira voz angélica é para que “cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap. 14:6) tornem a olhar para o Criador, o único digno de toda a adoração: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e ADORAI AQUELE QUE FEZ O CÉU, E A TERRA, E O MAR, E AS FONTES DAS ÁGUAS” (Ap. 14:7).
As advertências da santa Palavra de Deus têm sido negligenciadas e passadas por alto “em nome do amor”. As pessoas têm se contentado com belos sermões enlatados que pregam uma falsa piedade. Há uma contrafação acerca do amor de Deus. Satanás deleita-se ao perceber que o mundo o transformou numa lenda e caricatura cômica, com um rabo e um par de chifres. Enquanto enche os olhos das multidões com um amplo leque de entretenimentos e de maldades, deleita-se em observar como eles mesmos procuram a própria destruição. A humanidade é movida pelo que vê, pelo que é “agradável aos olhos” (Gênesis 3:6) e acaba caindo na mesma ruína que Eva caiu. Ao contrário da vitória de Cristo no deserto, muitos têm sido derrotados ao contemplar a oferta demoníaca: “Tudo isto te darei” (Mateus 4:9). E desviam o olhar do Único que tem uma eternidade de riquezas para nos dar: o nosso Criador.
Para onde estás olhando? Saiba que por mais tempo que tenhas perdido olhando na direção errada, o SENHOR lhe convida, HOJE, a olhar na direção certa: “Olhai para Mim e sede salvos, vós, TODOS OS LIMITES DA TERRA; porque Eu sou Deus, e não há outro” (Isaías 45:22). Não perca mais tempo, pois não temos mais tempo a perder! Que, como Pedro, você tenha a oportunidade de cair em si e olhar para Aquele que tem os olhos fixos em ti (Lucas 22:61).
Oremos: Santo de Israel, nosso Criador, fortalece a nossa fé e aplaina os nossos caminhos para que “naquele dia” possamos Te contemplar, face a face!
Bom dia, “alguns rabiscos”!
Desafio do dia: Se você tem dificuldades para abandonar práticas nocivas à tua vida espiritual, hoje é o dia de você tomar uma firme decisão ao lado de Deus e fazer um propósito de oração para permanecer fiel. Grandes coisas Deus fará por você.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías17
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“Então, um trono se firmará em benignidade, e sobre ele no tabernáculo de Davi se assentará com fidelidade Um que julgue, busque o juízo e não tarde em fazer justiça” (v. 5).
Em toda a Escritura não há uma só manifestação da justiça divina que não esteja aliada à misericórdia. Os avisos dados pelo SENHOR mediante Seus profetas concediam oportunidades para que as nações pagãs se arrependessem e abandonassem as suas práticas vis. Porém, nem todas deram ouvidos, e, como Moabe, rejeitaram “a palavra que o SENHOR há muito pronunciou” (v. 13).
Apesar do contexto de profecia messiânica revelado no verso cinco, este teria sido o galardão de Moabe se tivesse escolhido a benignidade no lugar da opressão. Mas a sua soberba, arrogância e orgulho (v. 6) levaram a nação à ruína e à completa tristeza.
A soberba e o orgulho próprio são dois “venenos” mascarados. Eles vão matando aos poucos. São doses diárias que vão enlevando o coração até o ponto de estar completamente envenenado. Só existe um antídoto contra este perigo letal: JESUS.
O “manso e humilde de coração” (Mateus 11:29) nos convida a dEle aprender para nEle caminhar (João 14:6). Um coração cheio de si, “soberbo em extremo” (v. 6) “entra no santuário a orar e nada alcança” (v. 12). Como o fariseu, ora “de si para si mesmo” (Lucas 18:11) lançando mão da atitude do publicano e desprezando a única justiça que salva, “porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado” (Lucas 18:14).
“Quando o homem violento tiver fim, a destruição for desfeita e o opressor deixar a terra” (v. 4), “então, um trono se firmará em benignidade” (v. 5) e os remidos irão declarar que “Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!” (Apocalipse 15:3), e “todas as nações virão e adorarão diante de Ti, porque os Teus atos de justiça se fizeram manifestos” (Apocalipse 15:4).
Oremos: Santo Deus, que não desprezemos as Tuas palavras, pois elas são justas e benignas e nos guiam para a Tua salvação!
Bom dia, salvos pela justiça de Cristo!
Desafio do dia: Temos muitos motivos para orar por nós mesmos e pelos outros. Mas, hoje, peça ao SENHOR que lhe indique um nome especial, de forma que ele esteja presente em todas as suas orações este ano.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías16
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“O meu coração clama por causa de Moabe…” (v. 5).
As profecias de Isaías têm mostrado um alto teor de justiça. Deus não deixaria sem punição os algozes de Seu povo. A Sua voz não foi levada em consideração por aquelas nações. De forma desmedida e terrível, permitiram ser guiados por suas iniquidades e idolatria. O profeta chega a condoer-se grandemente pela provável visão que teve a respeito da destruição de Moabe. Porém, mais terrível do que a destruição material de uma nação é a destruição espiritual.
As aparentes atitudes (v. 2 e 3) nada valiam se não fossem acompanhadas de arrependimento genuíno. Os moabitas entrariam em estado de calamidade e seu choro seria ouvido de longe. Mas seus corações permaneceriam endurecidos e rejeitariam a oportunidade de agir diferente. A “bacia de lavar” de Deus (Salmo 108:9) seria transformada em águas de “pura assolação” (v. 6).
Hoje, o mundo clama por paz e por justiça. E com razão. A realidade mundial é de pobreza e violência extremas. Quando pensamos que já vimos de tudo, membros de nossa família humana cometem atrocidades ainda piores. A maldade tem sido tão divulgada que as pessoas assistem aos “plantões” policiais enquanto comem suas refeições; que o derramamento do sangue alheio já não causa mais compaixão; que a televisão tem sido um verdadeiro “matadouro público”; e o direito à vida como o célebre e primordial direito fundamental, banalizado. Cumprem-se, então, às palavras de Jesus ao se referir aos últimos dias desta Terra: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24:12). Louvado seja Deus por esse “QUASE”!
Você e eu precisamos fazer parte do restante que clama ao SENHOR com todo o coração e não apenas da boca para fora. Do restante que conserva o amor e a compaixão em sua vida. Que não se alegra com a aflição dos inimigos, mas que ora por eles (v. 5), seguindo a ordem do Mestre: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5:44). Eis o caminho da perfeição (Mateus 5:48)! Eis o caminho da paz e da justiça eternas! Quando o assim diz o SENHOR é trocado pelo “grito de desespero” (v. 5), o resultado são “leões” (v. 9) que trazem ainda mais dor e sofrimento. Escolha, hoje, confiar em Deus e em Seus propósitos, e, certamente, não estarás entre o “QUASE TODOS”, mas entre “os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap. 17:14), com Cristo!
Bom dia, herdeiros do Reino de paz!
Rosana Garcia Barros
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“Que se responderá, pois aos mensageiros dos gentios? Que o SENHOR fundou a Sião, e nela encontram refúgio os aflitos do Seu povo” (v. 32).
O prenúncio da queda de Babilônia proclamado pela segunda voz angélica resume bem este capítulo: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Apocalipse 14:8). De igual forma, o profeta Isaías declara a queda do opressor: “Como cessou o opressor! Como acabou a tirania!” (v. 4).
Mas, de repente, o contexto se volta para alguém que prefigurou a maldade e que deu origem à servidão do pecado: “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!” (v. 12). De “filho da alva” a príncipe das trevas, Satanás tem tecido seu engano, desde que despovoou terça parte dos anjos do Céu, até os confins deste mundo. Mas o seu reinado maligno está chegando ao fim. Os cativos que o inimigo não deixa ir para casa (v. 17), estão prestes a contemplar a justiça que o SENHOR dos Exércitos determinou (v. 27).
A realidade de que existe um conflito cósmico que teve início no Céu e se instalou na Terra tem sido ignorada, enquanto Satanás tece a sua teia de engano e entretece cada vez mais os corações que não temem a Deus. Porém, o tempo de sua destruição está determinado (v. 24), assim como do pecado e de todos aqueles que se recusarem a abandoná-lo (Mateus 25:41). E é por saber “que pouco tempo lhe resta” (Ap. 12:12), que ele está irado contra um pequeno povo que insiste em permanecer fiel aos mandamentos de Deus e ao testemunho de Jesus (Ap. 12:17). A Bíblia é muito clara, amados. Resta um grupo de crentes que, pela graça de Cristo, manterá uma fé firme e atuante nas Escrituras e na Sua eterna validade, que fugirá de Babilônia e de tudo o que se assemelhe às suas práticas e que jamais trocará a verdade pelo engano.
O nosso preparo precisa ser diário. Nossas orações, constantes. Nossa comunhão, íntima. O conhecimento de Deus, progressivo. Sigamos as orientações deixadas por Pedro: “Sede sóbrios e VIGILANTES. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (I Pedro 5:8). O grande conflito é real. Satanás é real. Precisamos ter isto em consideração a cada instante de nossa vida. Só consegue escapar do perigo quem está atento aos sinais e toma as devidas precauções. Sejamos, pois, vigilantes, mediante uma vida de oração fervorosa e de minucioso estudo da Bíblia.
Oremos: Santo Deus, que façamos parte do povo que erguerá no Teu grande Dia, o triunfante hino da vitória! Que em breve possam encontrar “refúgio os aflitos do Seu povo” (v. 32)!
Feliz sábado, povo de Deus!
Desafio do dia: Busque neste sábado, praticar a solidariedade. Quem mora próximo a regiões atingidas por calamidades, continue sendo um agente da esperança. Mobilize seus amigos, vizinhos e familiares a ajudar as vítimas com doações de alimentos, agasalhos e produtos de higiene pessoal.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías14
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“Eis que vem o Dia do SENHOR…” (v. 9).
A invasão ao reino de Judá por Babilônia foi devastadora, levando cativo o povo de Deus e deixando a terra desolada. Os babilônios exerceram poder por um tempo, mas Deus suscitaria os medos (v. 4 e 17) para lhes abater, profecia que foi cumprida com exatidão (Daniel 5:31). Além do contexto histórico e da profecia que já se cumpriu, há o contexto profético para além dos tempos bíblicos. E o cumprimento desta profecia está mais próximo do que possamos imaginar.
A proximidade do “Dia do SENHOR” tem sido a maior esperança daqueles que aguardam o segundo advento de Cristo. Será? A Bíblia nos dá um vislumbre do que acontecerá naquele grande Dia, mas a situação de letargia com que muitos se encontram parece obscurecer a mente do “dia de obscuridade e densas trevas, dia de nuvens e negridão!” (Joel 2:2). Para os salvos será um glorioso Dia, mas para os ímpios, Dia de assombro, dor e medo arrebatadores (v. 8). Se todos os que professam a fé adventista fizessem ideia da grande destruição que sobrevirá (v. 9), o compromisso com a pregação do evangelho seria muito maior e não desejariam que este Dia chegasse a menos que tivessem esgotado todas as forças para salvar mais pessoas.
Deus nos chama à uma obra que os anjos do Céu desejariam realizar. A obra inicial deve acontecer nos lares e daí para o mundo. O inimigo tem atacado as famílias e feito delas palco de maldições. Se os pais fizessem ideia da missão que nos foi confiada, quão diferente seria a realidade com a qual estamos convivendo. O caráter mal construído nos filhos, a ausência dos pais e a falta de tempo para o ministério do lar têm destruído o plano original do Criador e deixado fora da arca (Gênesis 7:1) muitas famílias.
Um povo está sendo preparado pelo SENHOR, tanto para recebê-Lo com poder e grande glória, como para suportar a destruição que sobrevirá a este mundo. E este preparo deve ser iniciado em cada lar: “Os pais negligenciam demais seus deveres domésticos. Não preenchem o padrão bíblico. Mas àqueles que abandonam seus lares, cônjuges e filhos, Deus não confiará a obra de salvar vidas, pois eles têm se demonstrado infiéis a seus sagrados votos. Têm-se revelado infiéis às sagradas responsabilidades. Deus não lhes confiará riquezas eternas” (EGW, Conduta Sexual, p. 31).
Deus tem nos chamado para uma missão mais elevada dentro de nossa casa, especialmente às mães. “As crianças precisam do olhar vigilante das mães… O SENHOR não a chamou a negligenciar seu lar, esposo e filhos” (Idem, p. 29). O que acontecerá no grande Dia do SENHOR envolve dois extremos, de sofrimento ou de alegria. Para qual dos dois temos nos preparado e preparado nossos filhos? Por mais louváveis que sejam as suas atividades, inclusive as religiosas, elas nunca podem se sobrepor à santa e sagrada obra do lar. Estamos mui perto do Dia em que a terra e os céus (v. 10 e Mateus 24:29) serão abalados e precisamos, à cada dia, nos entregar à fervorosa oração e ao exame das Escrituras, para que não sejamos coparticipantes do mesmo destino de Babilônia (v. 19). Jesus nos convida hoje: “Segue-Me” (Mateus 9:9), para que, por Sua graça, façamos parte do seleto grupo que dEle ouvirá: “Muito bem, servo bom e fiel” (Mateus 25:21).
Bom dia, adventistas!
Desafio do dia: Como você tem administrado o seu tempo em família? Ore e peça ao Espírito Santo que lhe dê sabedoria para ser um missionário primeiramente em seu lar.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías13
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“Cantai louvores ao SENHOR, porque fez coisas grandiosas; saiba-se isto em toda a terra” (v. 5).
Um coração agradecido, cheio de louvor, entende que a sua principal motivação para isso não deve ser pelo que Deus faz, mas pelo que Deus É. Ao chamar Moisés para a grande obra de sua vida, este temeu por sua incapacidade e pela rejeição do povo. Então, ao pedir que o SENHOR revelasse o Seu nome, ouve a seguinte declaração da boca de Deus: “EU SOU O QUE SOU” (Êxodo 3:14). Ou seja, Deus É Aquele que subsiste pelo Seu próprio poder. Como diz a letra de uma canção, a nós, “basta aceitar que Deus é Deus”. O verso cinco não se trata de uma contradição a tal pensamento, mas uma confirmação de que É Ele quem realiza todas as coisas em favor daqueles que O buscam, o “restante do Seu povo” (Isaías 11:11).
Creio que o grande desafio da fé é crer que DEUS É. Que Deus não tem a salvação, “DEUS É a minha salvação… Ele se tornou a minha salvação” (v. 2). Que Deus não tem a força, “o SENHOR DEUS É a minha força” (v. 2). Deus não tem a grandeza, mas “grande É O SANTO DE ISRAEL no meio de ti” (v. 6). Compreendem? Se Deus não for o EU SOU em nossa vida, corremos o risco de viver uma fé baseada apenas em condições favoráveis, ignorando que neste mundo também passamos por aflições (João 16:33). Apesar da grande tribulação sofrida pelo povo, Deus consolaria o Seu remanescente. Para um cristão verdadeiro, as provações não são obstáculos que o afastam de Deus, mas são degraus que o fazem chegar mais perto dEle (Leia Tiago 1:2-4).
Em João 8, por três vezes, Jesus declarou enfaticamente: “EU SOU” (João 8:24, 28 e 58) e de forma clara afirmou ser o mesmo Deus que falou com Moisés na sarça ardente. O nosso louvor e adoração deve ser ao único Deus: “Aquele que É, que ERA e que HÁ de vir” (Apocalipse 1:8). E a nossa adoração deve ser conhecida “em toda a terra”. Temos o privilégio de sermos atalaias do Deus Todo-Poderoso e permitirmos que o poder atuante e constante do Espírito Santo faça de nossa vida um cântico de louvor ao SENHOR para que o último sinal que antecede a volta de Jesus seja cumprido: “E será pregado este evangelho do Reino por todo o mundo, PARA TESTEMUNHO A TODAS AS NAÇÕES. Então, virá o fim” (Mateus 24:14).
Seja a minha e a sua vida um cântico de louvor em testemunho do Deus EU SOU, e certamente faremos parte “naquele dia” (v. 4) do grupo de salvos que entoará o cântico de abertura dos portais da eternidade! “Exulta e jubila, ó habitante de Sião, porque grande É o Santo de Israel no meio de ti” (v. 6)!
Bom dia, “habitante de Sião”!
Rosana Garcia Barros
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“Não se fará mal nem dano algum em todo o Meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar” (v. 9).
A descrição de Cristo como um “rebento” ou “renovo” (v. 1) da casa de Davi é seguida de Seu ministério na terra e, como consequência disto, do estabelecimento de Seu Reino eterno. Ao ser batizado, a Bíblia relata que “o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corpórea como pomba” (Lucas 3:22), dando início ao ministério de Jesus. Repousou sobre Jesus o multifacetado “Espírito do SENHOR” (v. 2), tornando a Sua vida e missão um “espetáculo” do amor de Deus para a humanidade caída.
Seu deleite estava em fazer a vontade de Seu Pai (João 15:10). Não julgava pelo que via e nem repreendia pelo que ouvia (v. 3). Seus olhos eram de misericórdia e Seus lábios destilavam justiça (v. 4). Não era conivente com o pecado, mas amava o pecador. Sua vida era tão-somente para abençoar os outros e Seus pensamentos estavam sempre em íntima ligação com o Céu. Em Seu trato com os homens, fazia o que podia para abrandar-lhes o coração e conduzi-los ao caminho da salvação. Não pensava em Seu próprio bem-estar, mas o seu único objetivo era o bem-estar eterno do ser humano. As mãos que no princípio haviam modelado Adão, eram as mesmas que se estendiam para curar, afagar e admoestar.
Billy Graham escreveu: “O maior acontecimento da história não foi o homem subir e pisar na lua, foi Deus descer e pisar na Terra“. O Deus Todo-Poderoso deixou a glória do Céu para lhe salvar! Você já parou para meditar sobre isso? Ele não somente viveu neste mundo de trevas por amor a você. Ele morreu por te amar! E Ele ressuscitou para te amar para sempre! Para que, muito em breve, você esteja no Lar eterno onde “o lobo habitará com o cordeiro” (v. 6). Onde “o leão comerá palha como o boi” (v. 7). Onde “a criança de peito brincará sobre a toca da áspide” (v. 8). Onde não haverá mal ou dano algum. Onde toda a terra estará cheia “do conhecimento do SENHOR” (v. 9). “Naquele dia… a glória lhe será a morada” (v. 10).
Amados, estais vós prontos para viver esta promessa de anos infindáveis e felizes? O SENHOR continua com a Sua mão estendida “para resgatar o restante do Seu povo” (v. 11). Todo aquele que O aceita e O segue, dEle recebe a fiel promessa: “E eis que estou convosco TODOS OS DIAS até a consumação do século” (Mateus 28:20).
“Haverá caminho plano para o restante do Seu povo” (v. 16) e, pela fé, chegaremos à eternal terra prometida! Aleluia! Amém!
Bom dia, meus compatriotas!
Desafio do dia: Medite na letra deste louvor e compartilhe-o em suas redes sociais com a hashtag #voumorar e o verso nove do capítulo de hoje.
Rosana Garcia Barros
https://youtu.be/9h1pXTsD3sE
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