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“… Eu contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos… Todo homem saberá que Eu sou o SENHOR, o teu Salvador e o teu Redentor, o Poderoso de Jacó” (v. 25 e 26).
O maior desafio do SENHOR com relação à humanidade, com certeza, sempre foi no que diz respeito à CONFIANÇA. Se Adão e Eva tivessem confiado na palavra de Deus não teriam caído na armadilha do inimigo. Se Sara tivesse confiado na providência divina não teria oferecido sua serva a Abraão e nem Abraão teria aceitado a oferta. Se Jacó confiasse que Deus cumpriria a Sua promessa, não teria enganado seu pai. Se Israel tivesse confiado no SENHOR não teria passado quarenta anos peregrinando no deserto. As consequências da falta de confiança são desastrosas e, muitas vezes, irreversíveis. Porém, o convite de Deus continua sendo o mesmo: CONFIEM EM MIM!
Com um amor insistente e uma graça superabundante, o SENHOR tem chamado todos os povos a dar ouvidos à Sua Palavra (v. 1). Israel rejeitou, vez após vez, o chamado de ser o povo que manifestaria a glória de Deus (v. 3) e que seria luz para as demais nações (v. 6). Ao invés de ser um transmissor da verdade, tornava-se um receptor da maldade. Facilmente, Israel trocava os princípios dados por Deus pela cultura das nações circunvizinhas, deixando de cumprir com os propósitos divinos. Eram essas ações negativas que levavam o povo a perder, paulatinamente, a relação de confiança com o SENHOR, e, por conseguinte, a percepção quanto à Sua Palavra.
Porém, como na lei da física toda ação produz uma reação, as más ações traziam maus resultados, e era aí que o povo caía em si e clamava pelo socorro do seu Criador. E diante das amargas consequências, com pesaroso espanto dizia: “O SENHOR me desamparou, o SENHOR Se esqueceu de mim” (v. 14). Mas a resposta de Deus quebra toda e qualquer possibilidade de abandono:
“Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, NÃO ME ESQUECEREI DE TI” (v. 15).
Você e eu estamos gravados nas palmas das mãos do nosso Criador (v. 16). Tão certo como Ele vive (v. 18), os que nEle esperam “não serão envergonhados” (v. 23). Muito em breve “os que te devoravam estarão longe de ti” (v. 19). Deus nos livrará dos destruidores e assoladores (v. 17) e nos vestirá com Sua justiça (v. 18). Precisamos confiar em Suas promessas e com firmeza embraçar “o escudo da fé”, com o qual poderemos “apagar TODOS os dardos inflamados do Maligno” (Efésios 6:16).
HOJE é o “tempo aceitável”, o “dia da salvação” (v. 8)!
“Eis, AGORA, o tempo sobremodo oportuno, eis, AGORA, o dia da salvação” (II Coríntios 6:2).
A oportunidade que o SENHOR nos estende HOJE, AGORA, é completamente plena de um amor que supera a forma humana mais sublime de amar! Ele nos convida a uma experiência pessoal e diária com Ele para que então possamos saber que Ele é o SENHOR e que não irá nos decepcionar. Se o SENHOR disse que vai contender “com os que contendem contigo” e que vai salvar os teus filhos (v. 25), é porque Ele vai! Qual é a tua parte então? CONFIAR! CRER! Acredite que não tardará, e o SENHOR que te formou “desde o ventre para ser Seu servo” (v. 5), te guiará e te conduzirá “aos mananciais das águas” (v. 10) e TODOS saberão que o SENHOR é “o teu Salvador e o teu Redentor, o Poderoso de (seu nome)” (v. 26)!
Feliz sábado, filhos do Deus Altíssimo!
Desafio do dia: Medite na letra do hino 49 “NÃO ME ESQUECI DE TI” e confirme cada vez mais a sua confiança nEle.
Rosana Garcia Barros
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“Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o SENHOR, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar” (v. 17).
Uma das coisas que mais admiro em meus filhos é a facilidade que têm de pedir perdão. Quando recebem ordens à contra gosto ou quando são repreendidos, logo ficam chateados, mas depois vêm até mim e pedem desculpas. A repreensão e a correção os leva à reflexão, e a reflexão ao arrependimento. A verdadeira disciplina deve conduzir o errante à compreensão de sua condição, para que então possa haver a escolha de arrepender-se, ou não. Israel havia se afastado de Deus. Apesar de jurar pelo nome de Deus e de confessar Seu nome, isto não acontecia na prática (v. 1). Como Pai, o SENHOR precisava disciplinar Seus filhos.
Nem todos têm compreendido o real sentido da correção divina e questionam a sua aplicação valendo-se de conceitos humanos. Porém, a verdade é que o nosso Pai também é o nosso Criador, e mais do que ninguém sabe exatamente os meios mais eficazes para nos educar no caminho em que devemos andar (Provérbios 22:6). As provas não são para a nossa ruína, mas para a nossa felicidade eterna. Para todo aquele que deseja alcançar a perseverança e uma vida em santo procedimento (I Pedro 1:15), a “fornalha da aflição” (v. 10) não se trata de um símbolo de castigo, mas do amor de um Deus que “repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” (Provérbios 3:12).
O SENHOR tem guiado o Seu povo desde o princípio e continuará guiando até o fim. Contudo, não poucas vezes, a aparência não condiz com a realidade, e o povo que se chama pelo nome de Deus não revela a glória do Seu Criador. Por quatro vezes Deus apela ao coração do Seu povo:
“Ouvi isto” (v. 1).
“Dá-Me ouvidos” (v. 12).
“Ajuntai-vos, todos vós, e ouvi!” (v. 14).
“Chegai-vos a Mim e ouvi isto” (v. 16).
Insistentemente o apelo divino revelava a misericórdia e a longanimidade de um Pai que desejava ensinar “o que é útil” (v. 17) e conduzir Israel às recompensas eternas (v. 19).
A ligação entre o nome de Deus e a forma como vive o Seu povo não pode ser ignorada. “Por amor do Meu nome” (v. 9), disse o SENHOR, foi a causa de não exterminar aquele povo infiel. Não há ligação nenhuma entre a luz e as trevas. E se a luz dissipa as trevas, ninguém pode estar nos dois lugares ao mesmo tempo. A ordem “Saí da Babilônia” (v. 20) define bem onde estava o coração do povo. Professar ser de Deus não basta. Muitos têm professado, “mas não em verdade nem em justiça” (v. 1), sustentando uma vida dupla e desonrando o nome acima de todos os nomes (v. 11). “Saí da Babilônia” também é uma ordem para o povo de Deus HOJE (Ap. 18:4), para que andemos na luz do SENHOR dando ouvidos aos Seus mandamentos (v. 18).
Firmados e alicerçados no ASSIM DIZ O SENHOR, a fornalha nos será conduto de salvação, a repreensão resultará em fruto de paz e o devido temor ao nome santo de Deus nos motivará a crer e a viver, em verdade e em justiça, a seguinte promessa:
“O SENHOR remiu a seu(a) servo (a) _____ (seu nome)____” (v. 20).
Bom dia, provados para a salvação!
Desafio do dia: Escolha uma pessoa que você considere um cristão que vive de forma coerente e faça uma “entrevista”. Pergunte como foi sua conversão e o que o motiva a permanecer fiel. Orem juntos no final.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías48
#RPSP
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“Quanto ao nosso Redentor, o SENHOR dos Exércitos é Seu nome, o Santo de Israel” (v. 4).
Um juízo definitivo é declarado sobre Babilônia. A sua arrogância em tomar para si um atributo que só a Deus pertence seria derribada. A declaração “Eu só, e além de mim não há outra” (v. 8 e 10) revela a pretensão daquela nação, que desejou a glória do “nosso Redentor” (v. 4). A confiança em seus próprios méritos e na prática das ciências ocultas (v. 9) lançaria por terra a “chamada senhora de reinos” (v. 5), e sobre a cabeça de ouro (Daniel 2:38) sobreviria “tamanha desolação” como não imaginava (v. 11).
Diante deste cenário profético, cujo cumprimento se deu com precisão após o fim dos setenta anos do cativeiro de Judá (II Crônicas 36:17-23), descortina-se o destino da humanidade e o fim dos tempos. Babilônia, a “grande meretriz” (Ap. 17:1), “retorna” como a representação da infidelidade a Deus e à Sua Palavra. “A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA” (Ap. 17:5) engana, seduz e corrompe “os reis da terra… com o vinho de sua devassidão” (Ap. 17:2). Mas, assim como a antiga Babilônia foi por Deus julgada e condenada sem haver quem a salvasse (v. 15), a atual meretriz já teve a sua sentença decretada pela segunda voz angélica:
“Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap. 14:8).
Babilônia simboliza um mundo cuja corrupção espiritual pode ser revelada pelo total afastamento de Deus, ou até pela falsa piedade. De forma sutil e articulada, Satanás tem atuado com a pressa de quem sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap. 12:12); e como profundo conhecedor da mente humana tem se valido de estratégias específicas para cada classe de pessoas. Céticos e religiosos têm sido alvo dos ataques demoníacos e, fazê-los pensar que estão no caminho certo é, sem dúvida, a maneira mais eficiente de mantê-los “cativos” em Babilônia sem que nem percebam. Por um lado, a sabedoria humana e a ciência mal aplicada desviam os céticos da verdadeira adoração ao Santo de Israel, e, por outro, a religião licenciosa conduz multidões a uma falsa adoração.
Deixar de crer na Bíblia não invalida o fato de que Deus cumprirá a Sua última promessa assim como tem cumprido as demais. E ser religioso não é sinônimo de estar fora da zona de perigo. Se assim o fosse, a conduta de Saulo de Tarso não teria sido reprovada por Deus (Atos 9:4). O “nosso Redentor” também é “o SENHOR dos Exércitos” (v. 4), e Ele virá reivindicar para Si um povo peculiar cuja vida esteve escondida debaixo da única via de salvação: a graça de Cristo. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e ISTO NÃO VEM DE VÓS; É DOM DE DEUS” (Efésios 2:8). A nossa única salvaguarda é a fé na graça salvífica de Jesus, que é um presente do SENHOR para nós. “O poder das chamas” (v. 14) não foi preparado para mim e para você, mas “para o diabo e seus anjos” (Mateus 25:41). Porém, todo aquele que decidir apoiar-se em si mesmo como senhor de seu próprio destino e em pessoas que pregam e vivem heresias, descobrirá, tarde demais, a terrível sentença: “ninguém te salvará” (v. 15).
Meus amados, a salvação só tem um nome, e é Jesus Cristo. Continuem examinando as Escrituras, pois são elas mesmas que dão testemunho de Jesus e nos conduzem à vida eterna (João 5:39). A decisão que um dia tomamos de aceitar a Cristo como o nosso Salvador foi apenas o primeiro passo em Sua direção. O nosso dia-a-dia nEle é o que definirá o nosso destino eterno. Não se trata de apenas andar COM ELE, mas permitir que Ele habite em nós. Que mesmo diante de um mundo dividido entre o ceticismo e a religião mascarada, que possamos, como atalaias de Deus dos últimos dias, declarar com palavras e ações:
“Quanto ao nosso Redentor, o SENHOR dos Exércitos é Seu nome, o Santo de Israel” (v. 4).
Bom dia, salvos pela graça de Jesus Cristo!
Desafio do dia: Faça uma visita a alguma família. Orem, louvem e juntos estudem um texto bíblico. Reforcemos os laços do amor e da fraternidade!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías47
#RPSP
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“Ouvi-Me, ó casa de Jacó e todo o restante da casa de Israel; vós, a quem desde o nascimento carrego e levo nos braços desde o ventre materno” (v. 3).
Conta-se uma ilustração muito conhecida de alguém que andando pela areia da praia deixava suas pegadas e observava mais um par de pegadas ao seu lado. Porém, ao olhar para trás, percebeu que justamente nos momentos de maior dificuldade só tinham duas pegadas na areia. Inconformado, protestou: — Senhor, como pôde me abandonar nos momentos em que mais precisei de Ti? Então, com um sorriso no rosto, calmamente Jesus lhe respondeu: — Filho, em momento algum Eu te deixei. Pois as pegadas que vistes na areia não são as tuas, mas as Minhas, te carregando no colo!
Em meio a um capítulo profético de juízo sobre uma nação ímpia e idólatra, Deus profere uma das mais lindas declarações de amor aos Seus filhos: Eu os levo em Meus braços desde o ventre até a sua velhice (v. 3 e 4). A promessa “Até à vossa velhice, Eu serei o mesmo” (v. 4) é real para todos os que creem que só o SENHOR é Deus e que não há outro semelhante a Ele (v. 9). Ele tem nos revelado por meio de Sua Palavra todas as coisas que hão de acontecer (v. 10) e tem nos alertado quanto à brevidade dos tempos (v. 13). O que temos feito com tamanho amor e misericórdia?
Às vezes parece que as tribulações desta vida querem nos esmagar e nos tirar a paz que só Cristo pode nos dar. Nosso coração facilmente se atemoriza e nossos passos ficam tão vacilantes a ponto de não conseguirmos nos sustentar em pé. Então, mediante o nosso clamor, Jesus vem, nos sustenta em Seus braços e nos diz: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27).
“Não está longe” (v. 13) o Dia da justiça do SENHOR. “Babilônia”, seus deuses e práticas abomináveis serão destruídos uma vez por todas. A salvação e o livramento do SENHOR “não tardará”. “Lembrai-vos disto e tende ânimo” (v. 8)! “Ouvi-Me vós” (v. 12), diz o SENHOR, “levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei” (v. 4)!
Descansemos, pois, nos braços da Salvação!
Bom dia, “restante da casa de Israel”!
Rosana Garcia Barros
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“Eu sou o SENHOR, e não há outro; além de Mim não há Deus; Eu te cingirei, ainda que não Me conheces” (v. 5).
Imagine que você está lendo a Bíblia e, de repente, você toma o maior susto ao ver o seu nome ali descrevendo algum feito seu. E eu não me refiro aqui a você ter um nome igual ao de um personagem bíblico, mas a certeza de que a Bíblia está falando exatamente a seu respeito. Pois foi o que aconteceu com Ciro (v. 1), rei da Pérsia. De uma forma praticamente exclusiva, Deus cita o nome da pessoa que, no futuro, livraria o Seu povo do exílio babilônico e daria ordens para a reconstrução de Jerusalém (v. 13); o que cumpriu-se conforme a palavra do SENHOR que não torna atrás (v. 23; Esdras 1:1).
A história e a arqueologia têm confirmado de forma incontestável a veracidade das Escrituras Sagradas. O método historicista, mais do que qualquer outro, revela a precisão dos acontecimentos bíblicos de duas formas: Primeiro, como Deus tem cumprido cada uma de Suas promessas. E, segundo, como as profecias têm se executado cabalmente conforme as predições bíblicas.
Observem que, ao Se referir a Ciro como libertador de Israel, Deus repete a seguinte afirmação por três vezes: “Eu sou o SENHOR” (v. 3, 5 e 6). Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, no propósito de salvar o homem (v. 12) que criou para a eternidade (v. 17). A libertação de Israel não significaria apenas a saída de Babilônia, mas o retorno ao lar. Uma representação do desejo real de Deus: salvar o Seu Israel espiritual “com salvação eterna” (v. 17).
Em todo o tempo, cientistas e filósofos evolucionistas têm combatido o fato de que este mundo foi criado por um Ser maior e inteligente. Um Deus que tem propósitos até na vida daqueles que ainda não O conhecem (v. 5). Que fez a terra, o homem, os céus e tudo o que neles há (v. 12; Êxodo 20:11). São criadas fábulas e contrafações que desviam o olhar do ser humano do Seu Criador, e, por consequência, da salvação (v. 22). A sentença “Eu te cingirei, ainda que não Me conheces” (v. 5) também foi aplicada à vida do apóstolo Paulo. Ele era um profundo conhecedor da lei, mas não conhecia o SENHOR da lei. O encontro “com o Seu Criador” (v. 9; João 1:1-3) o transformou em mensageiro do evangelho que antes perseguia (Atos 9:4-5).
Vejamos o que o apóstolo dos gentios escreveu acerca dos que têm negado a criação de Deus:
“A ira de Deus se revela do Céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça… porque os atributos invisíveis de Deus, assim como o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, CLARAMENTE SE RECONHECEM, DESDE O PRINCÍPIO DO MUNDO, SENDO PERCEBIDOS POR MEIO DAS COISAS QUE FORAM CRIADAS. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato” (Romanos 1:18, 20, 21).
Ou seja: “Ai daquele que contende com o Seu Criador!” (v. 9).
Amados, tudo o que temos estudado até hoje não são palavras de homens, mas “assim diz o SENHOR, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu” (v. 18). Além disso, também temos à nossa disposição o segundo livro de Deus: a natureza. Contemplando a natureza podemos facilmente encontrar provas mais do que suficientes da criação e providência divinas. Na beleza de cada flor, na diversidade da fauna, nas cores do arco-íris, na complexidade do corpo humano, podemos “ler” do amor do SENHOR que os criou (v. 8). O homem insiste em negar o Seu Criador, mas nunca teve e nunca terá o poder de criar uma sementinha sequer. Enquanto isso, a humanidade continua suplicando a deuses que não podem salvar (v. 20) ou ignorando a verdade (v. 19) de que “não há outro Deus” (v. 21) além do nosso SENHOR, Criador e Salvador.
Porém, está chegando o Dia em que diante dEle “se dobrará todo joelho, e jurará toda língua” (v. 23). No fim, TODOS hão de reconhecer que “Tão somente no SENHOR há justiça e força; até Ele virão e serão envergonhados todos os que se irritarem contra Ele” (v. 24). “Mas no SENHOR será justificada toda a descendência de Israel e nEle se gloriará” (v. 25). O SENHOR nos tem chamado com amor eterno: “Congregai-vos e vinde; chegai-vos TODOS juntos” (v. 20)… “Olhai para Mim e sede salvos, vós, TODOS OS LIMITES DA TERRA; porque Eu sou Deus, e NÃO HÁ OUTRO” (v. 22).
Que parte de TODOS são chamados à salvação eterna e que NÃO HÁ OUTRO DEUS você ainda não entendeu? Assim como foi com Ciro e com Paulo, que a nossa vida seja um constante testemunho ao mundo: “Só contigo está Deus, e não há outro que seja Deus” (v. 14).
Bom dia, Israel de Deus!
Desafio do dia: Separe um momento para contemplar a natureza, nem que seja a caminho do trabalho. Ou quem sabe em uma caminhada matinal ao ar livre. Tanto quanto possível, faça disto um hábito.
Dica: Acompanhe o programa “Evidências”, na TV Novo Tempo, que tem comprovado a veracidade da Bíblia Sagrada através da arqueologia.
https://www.youtube.com/user/NTEvidencias
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías45
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“Assim diz o SENHOR, Rei de Israel, seu Redentor, o SENHOR dos Exércitos: Eu sou o primeiro e Eu sou o último, e além de Mim não há Deus” (v. 5).
A idolatria havia atingido o povo de Deus de tal forma, que seus sentidos foram embotados e seu coração não mais entendia a razão de tal abominação (v. 18-19). De uma forma terrivelmente pessimista, o profeta descreve a situação dos seguidores de imagens de escultura como uma ilusão que não lhes permite ver e nem entender que estão seguindo uma prática mentirosa (v. 20). Conforme os dois primeiros mandamentos do Decálogo (Êxodo 20:3-6), além do SENHOR não há Deus (v. 6). À pergunta: “Há outro Deus além de Mim?”, a resposta é enfática e indubitável: “NÃO, não há outra Rocha que Eu conheça” (v. 8).
O uso da rocha como ilustração do poder divino vem desde que Israel foi dessedentado por Deus no deserto. Moisés feriu a rocha, e dela fluiu um manancial. Então, pela segunda vez, o povo teve sede, e a ordem do SENHOR a Moisés não mais foi para ferir, mas para falar à rocha. Porém, o povo havia, numa linguagem contemporânea, enchido a paciência do velho líder, que, com ira, feriu a rocha duas vezes. (Êxodo 20:7-12). Então, quando vamos ao novo testamento, no final do sermão da montanha, Cristo conta uma parábola acerca de dois homens. Um constrói a sua casa sobre a rocha e esta permanece firme, mesmo em meio à forte tempestade. Porém, outro homem que constrói a sua casa sobre a areia, sobrevindo a tempestade, sua casa transforma-se em ruínas (Mateus 7:24-27). Cristo é a Rocha! O antigo e o novo testamentos se fundem para testemunho de um só SENHOR (João 5:39), uma só Rocha: Jesus Cristo. E o próprio Pedro confirmou esta verdade: “Chegando-vos para Ele, a PEDRA que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa” (I Pedro 2:4).
Tudo o que o SENHOR fazia pelo Seu povo no deserto, além de ser uma prova de Seu cuidado e terno amor, era também com o lindo propósito de lhe desvendar o plano da redenção. A rocha representava a Cristo, que seria ferido uma vez, para que então pudéssemos falar com Ele sem reservas. Quando Moisés e Arão foram ferir a rocha pela segunda vez, o povo perdeu de entender tal sabedoria: a rocha representa o nosso Redentor, que foi ferido uma vez por todas (Hebreus 7:27). Diante deste precioso conhecimento, “ajoelhar-me-ia eu diante de um pedaço de árvore?” (v. 19), quando eu sirvo à Rocha que me remiu dos meus pecados (v. 22)?
Faz algum sentido me deter diante de “uma imagem de escultura, que é de nenhum préstimo?” (v. 10). O SENHOR mais uma vez nos diz: “Vós sois as Minhas testemunhas” (v. 8) e perante tal privilégio, nossa vida deve ser uma intensa e constante declaração: “Eu sou do SENHOR”! “Eu sou do SENHOR”! (v. 5).
“Agora, pois, ouve” (v. 1), Israel de Deus: não deposite a sua confiança em nada além do SENHOR. A promessa do derramamento do Espírito Santo (v. 3) não ficou no passado e nem está em um futuro distante. Ela é uma promessa para HOJE. Deus nos convida AGORA a abandonar os “deuses estranhos” que têm desvirtuado o nosso coração da verdadeira adoração. Eles podem ser em forma de uma televisão, de um celular, de um computador, ou até mesmo de alguém que você odeia ou inveja. Temos duas escolhas a fazer: ou ferimos a Rocha, ou falamos com ela.
Aquele que “te formou desde o ventre materno” (v. 24) ainda permanece com a destra estendida para te remir e fazer de tua vida glória ao Seu nome (v. 23).
Oh, amados, não temos mais tempo a perder ferindo Quem deseja ter uma relação de amizade conosco! Falar com Deus, ter uma vida de oração, e ir em busca de Seu auxílio com sinceras súplicas, abre a porta do nosso coração para que o Espírito seja derramado e estejamos alicerçados sobre o firme fundamento de Suas palavras. Que a minha e a tua vida cumpram o propósito de glorificar a Deus! Que nossos atos e palavras revelem de Quem somos:
“Eu sou do SENHOR”!
Bom dia, testemunhas da única Rocha!
Desafio do dia: O que tem impedido a tua total entrega a Deus? Fale com a Rocha e permita que Ele faça fluir de você rios de água viva!
Rosana Garcia Barros
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Você já pensou numa aula de Teologia cujo professor seja o próprio Deus? O que Ele nos ensinaria?
Podemos ter uma ideia (talvez bem vaga) nos capítulos seguintes do fabuloso livro do profeta Isaías. Leia na Bíblia, e depois acompanhe estes singelos comentários diários.
Deus quer que O conheçamos mais do que nós O queremos conhecer. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Oseias 6:3). Jesus declarou destemidamente numa oração ímpar, antes da cruz:
“E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (João 17:3). O profeta Isaías escreve várias sínteses teológicas que merecem nossa atenção:
Paul R. House destacou: “Isaías 43-48 ataca as barreiras que impedem Israel de ser um servo eficaz. A culpa não é de Deus. O Senhor criou e chamou Israel porque Yahweh ama Israel (43:1-7). Deus é o santo de Israel (43.3). O problema é que Israel tem buscado deuses estranhos (43.12), ídolos (44.9-20; 46:1-2) que não têm vida nenhuma. Para combater esse erro, o Senhor oferece a seguinte lista de verdades:
1. Só Deus é o Criador (43.1,7; 44.2,21,24; 45.7,8-12,18; 48.12,13).
2. Só Deus redime (43.1,11-21,25-28; 44.6-8,22-24; 45.17,21; 47.1-4; 48.17-19).
3. Só Deus revela o futuro (43.8-10,14-21; 44.6-8; 44.24-45.1; 45.21; 48.3-5,14-16).
4. Deus é incomparável (44.4,24; 46.5-11) e santo (43.3,15; 45.11; 47-4).
5. Yahweh é Deus, e não há outro (43.1-13; 44.6-8; 44.24-45.7; 45.14-25; 46.8-11)”.
A graça de Deus em face à desgraça de vida de Seu povo, que não progredia no crescimento e amadurecimento espiritual, é evidente. Israel merecia punição, rejeição e execução devido aos seus vergonhosos delitos, mas “o amor de Deus por Israel e Sua fidelidade à aliança são elementos centrais para a compreensão dos paradoxos do livro de Isaías: profecias de juízo e salvação, ameaças de destruição e promessas de preservação de um remanescente que levaria adiante a identidade e a missão do povo de Deus” (Bíblia Andrews).
Hoje, Deus conta com um remanescente que também leve adiante a identidade do verdadeiro cristão e a missão de Deus no mundo. Você se dispõe hoje mesmo?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão: quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (v. 2).
Em certo período da minha vida tive um sonho em que o SENHOR deixou bem definido de que forma se desenvolveria o ministério que Ele me confiou:
Eu estava andando em uma rua na companhia de meu esposo. De repente, começamos a subir uma ladeira bem íngreme, quando alguns meninos de rua começaram a nos ameaçar com grandes pedras nas mãos. Por um momento, eu senti medo. Porém, segurando a mão de meu esposo e olhando para cima, continuamos a subir ignorando as ameaças e eu já não tinha mais medo. Aqueles meninos então começaram a lançar as pedras na nossa direção, mas nenhuma delas nos atingiu. E pessoas que estavam no percurso daquela subida começavam a glorificar a Deus por aquele milagre.
A partir dali, eu compreendi que o chamado de Deus não era exclusivamente para mim, mas para nós. Vez após vez, Ele tem me confirmado e me conduzido ao ministério da família. Meu esposo e eu, unidos pela salvação de nossa casa, e por meio de nossa casa, para quantos Ele colocar em nosso caminho.
A promessa da proteção sobrenatural não ficou limitada aos milagres registrados nas páginas sagradas, mas tem alcançado a vida de muitos hoje também. O SENHOR tem agido no meio do Seu povo e com urgente clamor tem dito: “Não temas… tu és Meu” (v. 1). Do Norte ao Sul e “das extremidades da terra” (v. 6), Deus tem reunido “a todos os que são chamados pelo [Seu] nome” (v. 7) e lhes conferido a maior missão de todos os tempos: “Vós sois as Minhas testemunhas, diz o SENHOR, o Meu servo a quem escolhi” (v. 10). Fomos criados para a glória de Deus (v. 7), como Suas testemunhas. Ora, uma testemunha deve falar a favor do lado opositor? De forma alguma! Antes, faz de tudo para beneficiar a parte que nela confiou.
Jesus foi bem claro quando falou à Sua igreja primitiva: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (Atos 1:8). A obra atual do Espírito Santo tem sido a mesma: capacitar e guiar homens e mulheres que se submetem à vontade de Deus. Assim como um dia, Jesus transformou Saulo de perseguidor a perseguido por causa do Seu nome, Ele tem anunciado a salvação (v. 12) a muitos que ainda precisam entender que antes dEle “deus nenhum se formou, e depois” dEle “nenhum haverá” (v. 10). Assim diz o SENHOR: “Eu sou Deus” (v. 12) “e fora de Mim não há salvador” (v. 11). E apesar do enfado que Lhe causamos com os nossos pecados (v. 24), Ele continua a nos dizer: “Eu, Eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de Mim e dos teus pecados não Me lembro” (v. 25).
O desejo do Santo de Israel (v. 14) é de apagar o nosso passado (v. 18) a fim de nos dar um futuro novo e glorioso (v. 19)! “Por amor de [nós]” (v. 14), destruir os inimigos e abrir “caminho no deserto” (v. 20). Você e eu não precisamos temer a homens ou a situações adversas, e o SENHOR nos explica o porquê:
“Porque Eu te remi” (v. 1).
Porque “Eu te amei” (v. 4).
“Porque Sou contigo” (v. 5).
Se ainda lhe resta alguma dúvida com relação à forma como deve testemunhar de Jesus, ore a respeito. Humildemente, peça ao Espírito Santo que lhe oriente. E tenha certeza de que Ele vai lhe conduzir, anjos serão enviados em seu favor (Hebreus 1:14) e nenhuma das “pedras” lançadas pelo maligno lhe atingirão. Pois agindo Deus, quem O impedirá? (v. 13)
Bom dia, testemunhas de Jesus!
Desafio do dia: Compartilhe conosco um testemunho do livramento divino em sua vida.
Rosana Garcia Barros
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“Eu, o SENHOR, te chamei em justiça, tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios” (v. 6).
O ser humano tem uma grande facilidade em desvirtuar a adoração ao SENHOR para pessoas ou coisas. Somos adoradores por natureza. Portanto, se não adoramos a Deus, algo está tomando o lugar que só a Ele pertence. O prenúncio da vinda do Servo do SENHOR mostra a manifestação do direito (v. 3) e da devida glória e honra (v. 8) ao único Deus digno de toda a adoração. A Sua primeira vinda não só seria o cumprimento de uma promessa, mas o início de uma nova fase para o mundo, onde o antes e depois de Sua vida deixaria bem clara a Sua missão: abrir “os olhos aos cegos” e tirar “da prisão o cativo e do cárcere, os que jazem em trevas” (v. 7).
Cristo não viria como Israel esperava, mas viria como Israel e todo o mundo gentílico necessitava. Até então, tudo o que o SENHOR prometera que aconteceria havia se cumprido. “Novas coisas” (v. 9) surgiriam, mas o povo não estaria desavisado. As profecias apontavam para o nascimento de um Deus que decidiu despir-Se das vestes reais para vestir-Se de Servo sofredor. A Sua vida determinaria não só o destino da nação eleita, mas de todas as nações. O mesmo SENHOR que “formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo que nela está” (v. 5), viria “como valente” (v. 13), não fazendo caso de Sua vida, para a salvação de “todo aquele que nEle crê” (João 3:16).
Porém, o cântico ao SENHOR (v. 10) que deveria ter sido entoado por Israel diante daquele estábulo em Belém, foi por ele aviltado, e os anjos precisaram descer para louvar ao Rei da glória. A cegueira espiritual os havia tomado o coração de tal forma, que não conseguiram enxergar a glória que reis do Oriente viajaram quilômetros para contemplar. Deixando de olhar para o alto, perderam o vislumbre da luz que os conduziria para bem perto do Santo de Israel. Ao contrário do que esperava, o Messias não viria para glorificar Israel, mas para guiá-lo e conduzi-lo em caminhos planos (v. 16). Ele viria para “engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (v. 21), mostrando ao Seu povo a verdadeira essência da obediência: o amor (João 14:15).
Estamos diante de um tempo parecido com aquele que precedeu o nascimento do nosso Salvador. Assim como o povo de Deus experimentou um período do silêncio divino (v. 14), também atravessamos um período de considerável silêncio. Aguardamos o regresso de Jesus. Ou melhor, estamos de fato O aguardando? A expectativa deste evento, decisivo para toda a humanidade, também contém o mesmo perigo de cegueira espiritual. Israel se autoproclamava a única nação “digna” de salvação, enquanto ignorava o chamado de ser luz para as demais nações. Já a igreja dos últimos dias, com o grande e sagrado ministério de, igualmente, ser “luz para os gentios” (v. 6), está a ponto de ser vomitada da boca de Deus, pois diz: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Apocalipse 3:16 e 17).
O SENHOR chamou Israel para uma obra além de suas fronteiras, “contudo, não o entenderam” (v. 25). Esta terrível situação não precisa ser real em nossa vida se tão-somente aceitarmos “fazer compras” no lugar certo (Leia Apocalipse 3:18). “Surdos, ouvi, e vós, cegos, olhai, para que possais ver” (v. 18) a seara madura e pronta para ser colhida! “Deem honra ao SENHOR e anunciem a Sua glória nas terras do mar” (v. 12). “Cantai ao SENHOR um cântico novo” (v. 10) e despertai para a missão que Paulo e a igreja primitiva (Atos 13:47) abraçaram, cheios do Espírito Santo (v. 1). O SENHOR promete nos tomar pela mão e nos conduzir nesta obra. Você aceita este serviço?
Feliz sábado, servos do SENHOR!
Desafio do dia: Faça algo gentil para seu(s) vizinho(s). O(s) presenteie com um pão ou um bolo caseiro, por exemplo. Não se esqueça de orar antes. Não dê um passo sequer sem oração.
Rosana Garcia Barros
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“Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a Minha destra fiel” (v. 10).
O capítulo de hoje é um chamado à verdadeira adoração. Enquanto as demais nações desafiavam e cercavam Jerusalém confiando em seus ídolos, o SENHOR convocou o Seu povo a dEle se aproximar e a nEle confiar, pleiteando juntos (v. 1) e juntos se fortalecendo (v. 6); um exército de eleitos unidos em oração em nome do SENHOR de todo o Universo! Com um amor imensurável, a expressão “Não temas!” (v. 10, 13 e 14) revela uma inquietação no coração do Pai. Apesar de todas as demonstrações de Seu poder eterno (v. 4), Seus filhos facilmente eram tomados pelo desespero diante da ameaça de inimigos. Andavam “aflitos e necessitados” (v. 17), com a língua seca de sede quando a Fonte de Água Viva estava à sua disposição.
Conhecido como o pai da fé, Abraão foi chamado por Deus de uma das formas mais lindas da Bíblia: “Meu amigo” (v. 8). Era como se Deus estivesse dizendo ao Seu povo:
– Se vocês forem meus amigos, não precisam ter medo de nada! Eu estarei com vocês assim como estive com Meu amigo Abraão!
Você consegue entender a dimensão desta mensagem? O Deus Eterno deseja ter uma relação de amizade íntima com você e comigo! Era isso que Ele queria que Israel compreendesse. Abraão tinha um relacionamento tão estreito e tão intenso com o SENHOR que realmente estava disposto a imolar o seu único filho (Gênesis 22:10). Sua vida não foi totalmente livre de tropeços, mas em cada um deles ele tinha a liberdade de ir até o seu melhor Amigo e pedir perdão. Em cada um deles, Deus orientava o Seu amigo Abraão a como andar e permanecer em Sua presença. Abraão verdadeiramente creu que o seu Deus o tomava pela mão direita e o ajudava em todo o tempo (v. 13).
A experiência espiritual de cada cristão, que pisa ou que já pisou nesta terra, é singular. A minha experiência nunca será igual à sua e nem a sua igual à minha. Porém, o canal é o mesmo: comunhão com Deus. Todos os que desejam viver a intensidade do relacionamento que teve Abraão com o SENHOR, precisam vivenciar a alegria de ser um escolhido (v. 9) para este propósito eterno. “Aquele que desde o princípio tem chamado as gerações à existência” (v. 4), não tem nos chamado simplesmente para uma existência passageira em um mundo em contagem regressiva. O Deus Todo-Poderoso tem nos convidado para morar em Sua Casa, onde enfim a famosa frase dos contos infantis fará todo o sentido: “E eles viveram felizes para sempre”! Até quando ficaremos nos prendendo a um lugar onde só há “vento e vácuo” (v. 29)? Quando veremos, saberemos, consideraremos e entenderemos (v. 20) que todas as obras do maligno “são coisa nenhuma” (v. 29) e que o Santo de Israel nos chama para que muito em breve estejamos vivendo a alegria e glória eternas (v. 16)?
Meus amados, o SENHOR nos convida a sermos nada menos do que Seus amigos e a externarmos esta amizade na convivência de uns com os outros (v. 6). Ele nos promete ajudar, fortalecer, sustentar (v. 10) e contender com os que contendem conosco (v. 11). A nossa expectativa de vida não precisa corresponder apenas aos limites de nosso corpo mortal, mas podemos, pela graça de Deus, e pelo sangue do Redentor “a cujos passos segue a vitória” (v. 2), dEle receber as vestes incorruptíveis de um corpo imortal (I Coríntios 15:54) e em perfeita harmonia com os mundos não caídos. Quer você viver esta experiência eterna? Então, comece a vivê-la HOJE, amanhã e todos os dias, até que o seu Amigo volte!
Bom dia, amigos de Jesus!
Desafio do dia: Tenha o seu caderninho de oração. Anote ali todos os pedidos de oração, as pessoas pelas quais intercede e tenha momentos especiais na semana para estender este caderninho perante o SENHOR. Esta prática precisa ser um hábito na vida de todo aquele que deseja revestir-se da armadura de Deus (Leia Efésios 6:18).
Rosana Garcia Barros
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