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“Invoca-Me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes” (v. 3).
Paz e prosperidade têm sido aclamados no mundo desde que o pecado iniciou seus nefastos resultados. Assim, a humanidade têm experimentado as terríveis consequências da sua própria maldade (v. 5). Encarcerado, Jeremias experimentou na pele o que o povo de Deus teria de passar. Mas, se tão-somente confiassem e buscassem ao SENHOR de todo o coração, e fossem fiéis à Sua Palavra, assim como esteve com Jeremias até na prisão, Ele estaria com eles também.
A promessa da restauração de Jerusalém e do regresso de Israel às suas cidades deveria encher o coração do povo de Deus de esperança. O só cumprimento das palavras de Jeremias sobre o exílio babilônico deveria lhes ser prova suficiente de que assim como se cumpriram as palavras de juízo, também se cumpririam as palavras de paz. A ira do SENHOR não duraria para sempre, mas findo o período pré-estabelecido de setenta anos, o Seu povo voltaria a gozar de “abundância de paz” (v. 6).
Em todo o tempo, Deus tem falado através das profecias. E, “certamente, o SENHOR Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Amós 3:7). As “coisas grandes e ocultas” já podem ser entendidas por todo aquele que com sinceridade busca as verdades do SENHOR. Infelizmente, no meio do povo de Deus houve uma classe rebelde que recusou-se a ouvir as palavras da profecia e, usando suas próprias armas, suas casas foram alvo de destruição e morticínio (v. 5).
Amados, as profecias para o tempo do fim apontam para uma mesma batalha sangrenta, onde o alvo principal da fúria do maligno é a família. Munidos de justiça própria e incredulidade, muitos têm derrubado as suas casas e as tornado trincheiras vulneráveis. E o terrível resultado disto tem sido “cadáveres de homens” (v. 5), mulheres e crianças, vítimas da rebelião que devastará este mundo até que o “SENHOR, Justiça Nossa” (v. 16) estabeleça o Seu Reino de eterna paz.
Vejam que o SENHOR não nos deixou desprevenidos. O Seu amor revelado nas páginas sagradas nos apontam o tempo em que Ele restaurará “a sorte da terra como no princípio” (v. 11). Mas, “ainda passarão os rebanhos pelas mãos de quem os conte, diz o SENHOR” (v. 13). Ainda existem ovelhas desgarradas que o Bom Pastor precisa trazer de volta ao Seu aprisco. O SENHOR cumprirá a Sua “boa palavra” (v. 14), “sobre a terra, cabalmente e em breve” (Romanos 9:28). E o que Ele nos pede que façamos até lá não inclui a destruição do nosso lar, mas a restauração das famílias de Seu povo.
Um lar em que o SENHOR habita é a melhor oferta “de ações de graças” (v. 11) que podemos Lhe oferecer. Como está escrito no livro do profeta Malaquias, a grande obra “antes que venha o grande e terrível Dia do SENHOR” (Malaquias 4:5) será a da restauração do altar da família, em que Deus “converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” (Malaquias 4:6). Não permita que Satanás destrua a sua casa numa guerra em que ele já foi vencido. Mas, com destemida convicção e mediante os méritos do “Renovo de justiça” (v. 15), decida firmemente: “eu e minha casa serviremos ao SENHOR” (Josué 24:15).
Bom dia, famílias do SENHOR!
Desafio do dia: Restaure o altar da família. Todos os dias, realize em sua casa o culto familiar. Faça de seu lar o cumprimento da profecia de paz.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias33
#RPSP
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“Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que Me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos” (v. 39).
Deus tem várias maneiras de falar com Seus filhos. Sem dúvida alguma, a Sua criatividade nas ilustrações através dos Seus profetas mostram que o Criador bem sabe que o homem melhor compreende algo não somente com palavras, mas também com recursos visuais e com objetos ou costumes que lhe são familiares. Não foi sem razão que a maior parte dos ensinamentos de Cristo foi feita com o uso de parábolas.
Jeremias estava preso por ordem de Zedequias. E mesmo encarcerado e sabendo que mais cedo ou mais tarde Jerusalém seria tomada pelos caldeus, o SENHOR lhe pede que compre certa propriedade. Ainda que não soubesse o motivo para um pedido tão estranho, o profeta conhecia a voz do seu Deus, e entendeu “que isto era a palavra do SENHOR” (v. 8). Então, comprou o campo, assinou a escritura, fechou-a com selo e entregou os documentos a Baruque, para que este os guardasse num vaso de barro como forma de conservá-los.
O interessante é que apesar de Deus já haver revelado o porquê daquele negócio humanamente néscio (v. 15), Jeremias faz uma oração com o fim de compreender melhor o que acabara de fazer. Com palavras de exortação, ele manifesta a sua fé na providência divina através do relato da criação, da história de livramento no êxodo de Israel, além do cumprimento da profecia do cativeiro babilônico. “Contudo” (v. 25), com humildade, reconheceu que não entendeu a finalidade do último pedido de Deus.
A resposta do SENHOR teria sido semelhante a outras que já tinha ouvido se o capítulo tivesse encerrado no versículo 36. Ele poderia simplesmente ter dito: “Apenas confie em Mim, Jeremias. Eu sei o que estou fazendo”. Mas a resposta de Deus a um filho Seu SEMPRE ultrapassa as expectativas. Se Ele tivesse pulado do verso 36 para o 43, já teria respondido o questionamento de Jeremias. Portanto, nos versos 37 a 42 encontramos o “plus” da resposta divina.
Assim como Deus prometeu que o Seu povo iria reaver a terra de Canaã, Jesus prometeu aos cristãos um novo céu e uma nova terra (Ap. 21:1). Condenado a padecer e morrer por pecados que jamais cometeu, Ele deu o Seu sangue para nos comprar não apenas para que desfrutemos de “um campo” da Nova Jerusalém, mas dela toda. Ele poderia simplesmente ter parado na promessa da vida eterna, o que já é demais considerando que não merecemos coisa alguma. Mas Ele foi além, e prometeu nos preparar um lugar (João 14:1-3) que sobrepuja qualquer tentativa humana de imaginar o que lá contém (I Coríntios 2:9).
A primeira mensagem angélica como uma mensagem inaugural do tempo do fim deixa bem claro que o temor do SENHOR é um princípio que deve acompanhar TODAS as gerações: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap. 14:7). E temer a Deus inclui amor abnegado, estrita obediência e plena confiança. O SENHOR nos tem chamado para cumprir a última missão na terra: “Trarão todos os vossos irmãos, dentre todas as nações, por oferta ao SENHOR” (Isaías 66:20). Ele espera que o Seu povo, como nos dias da igreja primitiva, conservem “um só coração e um só caminho” para que o Seu temor, todos os dias, lhes conduza para o bem (v. 39). Podemos agora não ter respostas para todas as coisas, mas, certamente, cheios do temor do SENHOR, seguiremos cumprindo a missão com amor, obedecendo aos propósitos divinos, na confiança de que a “aliança eterna” (v. 40) feita por Cristo nos levará para a Casa do Pai, onde teremos todas as respostas.
Bom dia, povo do SENHOR!
Desafio do dia: Participe de forma ativa no projeto “Quebrando o silêncio” em sua comunidade. Para mais informações, acesse o site: http://quebrandoosilencio.org
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias32
#RPSP
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“De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno Eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (v. 3).
Com uma ternura inigualável e linguagem demasiadamente amorável, o SENHOR Se dirige a Seu povo com um discurso bem diferente dos que temos visto até agora. Semelhante ao pai do filho pródigo (Lucas 15:20), Deus prediz o tempo em que acolheria de volta o filho rebelde (v. 9). Semelhante ao pastor que vai em busca da ovelha perdida (Lucas 15:4), Ele traria Israel de volta e o guardaria, “como o pastor, ao seu rebanho” (v. 10). No momento certo, os atalaias de Deus anunciariam: “Levantai-vos, e subamos a Sião, ao SENHOR, nosso Deus!” (v. 6).
A promessa divina era de proteger o Seu povo e livrá-lo das mãos dos mais fortes, assim como livrou Jacó da ira de Esaú (v. 11). O clamor seria convertido em júbilo e a tristeza em alegria. O choro de Raquel, esposa amada de Jacó, que faleceu no parto do seu segundo filho (Gênesis 35:16-19) e foi sepultada em Belém, foi usado como uma profecia que se cumpriria nos dias de Cristo, com a morte dos inocentes de Belém (Mateus 2:18).
Diante de Israel estava uma nova oportunidade, uma esperança para o futuro (v. 17). O povo se converteria e se arrependeria, reconhecendo ao SENHOR como seu Deus (v. 18) e se envergonharia do tempo em que ignoraram a Sua voz (v. 19). Porém, os filhos de Israel teriam de prestar atenção e estar bem seguros nos marcos estabelecidos por Deus (v. 21). A aliança seria renovada (v. 31), e, como a renovação de votos matrimoniais, o SENHOR receberia de volta a menina dos Seus olhos e gravaria em seu coração e mente, as leis que haviam abandonado (v. 33).
O que o SENHOR tem para o Seu povo dos últimos dias hoje não é um convite, É UM CHAMADO! E “ninguém, pois, toma esta honra para si, senão quando chamado por Deus” (Hebreus 5:4). Não é preciso lutar, mas estar alerta (v. 21), para que sigamos com fé o caminho da “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (I Timóteo 3:15). Não devemos confiar em nós mesmos, pois já aprendemos que o nosso coração é enganoso (Jeremias 17:9). Mas devemos confiar nAquele que nos ama com amor eterno. A cruz é a resposta e a solução. Devemos apenas crer!
A convocação tem sido feita, assim como o SENHOR convocou os filhos de Israel para torná-los um só povo. Um remanescente ressurgirá, “o restante de Israel” (v. 7), de toda língua, tribo, povo e nação. Não haverá entre eles distinção, pois todos atenderão ao chamado de um só SENHOR. As trevas darão lugar ao intenso brilho das tochas acesas pelo poder dobrado do Espírito Santo e os lugares mais ermos e considerados impossíveis de serem alcançados, serão iluminados por elas. Também não haverá mais desculpas para o comodismo e Deus não mais suportará a falta de zelo e de amor pelo próximo. Ele não mais irá tolerar tamanho descaso daqueles que se chamam pelo Seu nome para com os pequeninos que foram comprados a custo tão alto.
“Eis aí vêm dias” (v. 27), e já chegou, de erguermos a bandeira da verdade que liberta, e balançarmos em todas as direções, buscando a reunião dos filhos do Altíssimo, para que voltem “da terra do inimigo” (v. 16). O SENHOR tem pressa! Ele tem saudades! E não mais suporta ver tanta dor e nem “Raquel chorando por seus filhos” (v. 15)! Como nos dias de Noé, “o mundo inteiro jaz no Maligno” (I João 5:19), e, quando Deus fechar a porta, a Terra gritará de dor, os seus gemidos penetrarão os Céus e o próprio exército de anjos entenderá que chegou a hora de brilhar não mais como uma estrela no firmamento, de erguer um cântico não mais apenas aos pastores no campo. Mas, chegada é a hora de toda a humanidade contemplar a Majestade dos Céus e a uma só voz reconhecer: Só o SENHOR é Deus!
Então, a glória de Cristo refletirá na face de um só povo, assim como refletiu na face de Moisés, pois ambos têm algo em comum na mente e no coração: A santa lei de Deus. Guardaram e amaram os mandamentos do SENHOR e dEle ouvirão: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu SENHOR” (Mateus 25:21). Entra em Jerusalém, lugar que preparei para você, que “jamais será desarraigada ou destruída” (v. 40)!
Ali, “todos Me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados JAMAIS ME LEMBRAREI” (v. 34)!
Não perca mais tempo! “Presta atenção”! Os sinais são evidentes. Ouça os passos de um Deus que Se aproxima!
Bom dia, chamados para a salvação!
Desafio do dia: Oremos pelo reavivamento e reforma em nossa vida e no meio do povo de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias31
#RPSP
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“Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela” (v. 7).
Jacó fez duas grandes fugas em sua vida. A primeira delas foi após enganar seu pai Isaque e seu irmão Esaú. Fugindo da ira de seu irmão, sentindo-se profundamente abatido e angustiado, a caminho da casa de seus parentes, adormeceu e teve um sonho. E ao contemplar aquela escada, percebeu que jamais poderia ter acesso a Deus e ao Seu perdão não fosse a bondade do SENHOR e a Sua graça que lhe era estendida como uma escada que dá acesso às cortes celestes, e que esta escada é Cristo (Compare Gênesis 28:12 com João 1:51).
Na sua segunda fuga, Jacó tomou tudo o que era seu, sua família e fugiu de seu sogro, Labão, de volta à terra de Canaã. Nos momentos que antecediam o Seu reencontro com Esaú, Jacó passou a noite lutando com Quem a Bíblia de início chama de “um homem”. Jacó lutou com Ele “até ao romper do dia”, obrigando aquela figura misteriosa a deslocar “a junta da coxa de Jacó”. Mas, apesar de cansado da luta, da dor descomunal em uma das coxas e da angústia que sentia em pensar que seu irmão poderia querer vingar-se dele, imagino Jacó agarrando-se a Jesus e implorando entre lágrimas e soluços entrecortantes: “Não Te deixarei ir se me não abençoares”. Então, após receber a bênção e um novo nome, com arrebatadora alegria e certeza da salvação, concluiu: “Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva” (Gênesis 32:24, 25, 26 e 30).
Os descendentes de Jacó voltariam do exílio para Canaã, assim como ele também havia retornado. De igual forma, passariam por um momento de grande luta, mas, como o patriarca, prevaleceriam. Como Jacó, o povo voltaria para a sua terra e ficaria “tranquilo e em sossego” (v. 10). O castigo que ainda lhes sobreviria seria “em justa medida”, e, semelhante à desconjuntura na articulação da coxa de Jacó, a dor lhes seria “incurável” (v. 15). Contudo, seria esta dor que os faria achegarem-se a Deus à procura de cura: “Não Te deixarei ir se me não abençoares”! E o SENHOR lhes restauraria a saúde e curaria as suas chagas (v. 17).
A mesma promessa é-nos dada no tempo em que, descreve o profeta Daniel (Daniel 12:1), será tempo de angústia tal que este mundo nunca viu. A angústia de Jacó será sentida por todos os fiéis sentinelas de Deus que aguardam com ansiedade a sublime manifestação da glória do Unigênito do Pai. Como a escada vista por Jacó, estamos prestes a testemunhar o maior Dia do mundo deste a sua criação: “Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem” (João 1:51).
“Naquele dia” (v. 8), só prevalecerão aqueles que perseveraram em agarrar-se ao SENHOR e em nEle confiar. Estamos no meio de um campo de batalha e, se perseverarmos em permanecer no acampamento de Deus, Ele nos será por muro e protegidos estaremos todos, ainda que feridos. Ninguém retorna de uma guerra incólume. Mesmo os que voltam com vida, trazem as marcas da batalha, quer sejam físicas, quer sejam emocionais. No grande conflito espiritual não é diferente. À semelhança dos exilados, quando Jesus voltar encontrará o Seu povo ferido e cansado, mas não derrotado. Com um sorriso indescritível, Jesus olhará para os Seus fiéis soldados remanescentes e dirá: “Vós sereis o Meu povo, Eu serei o vosso Deus” (v. 22), PARA SEMPRE! A partir daí, amados, nunca mais as lágrimas, nunca mais a dor, nunca mais pecado, nunca mais a morte (Ap. 21:4)!
Está mais do que na hora de entendermos tudo isso (v. 24) e estarmos revestidos da armadura de Deus, empunhando a espada do Espírito e clamando com súplicas uns pelos outros (Efésios 6:10-18)! O Único que pode curar a dor incurável do pecado está às portas! “Eis a tempestade do SENHOR!” (v. 23).
Estais vós prontos para, como Jacó, exclamar: “Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva”?
Bom dia, soldados remanescentes do SENHOR!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias30
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“Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (v. 13).
O exílio tornou-se realidade. Grande parte do povo foi “deportado de Jerusalém para a Babilônia” (v. 1). Jeremias então, por ordem de Deus, lhes envia uma carta. Era uma carta de amor! Mesmo sob jugo babilônico, o SENHOR estaria com o Seu povo e o faria próspero em terra estranha se tão-somente orassem ao SENHOR pela paz daquela cidade e O buscassem de todo o coração. O povo de Deus recebeu a missão de ser um canal de bênçãos dentro de Babilônia.
Contudo, muitos se recusaram a sair de sua terra, e, neles, se cumpriria a profecia dos “figos ruins” (v. 17; Jeremias 24). Negando-se a seguir as ordens do SENHOR, ao invés de serem um espetáculo do poder de Deus em terra estrangeira, seriam “um espetáculo horrendo para todos os reinos da terra” (v. 18).
No exílio babilônico, em meio a uma multidão de milhares de judeus, quatro jovens decidiram ser fiéis em meio à infidelidade. Em contraste com o fim dos falsos profetas “os quais o rei da Babilônia assou no fogo” (v. 22), Daniel, Ananias, Misael e Azarias ergueram a bandeira da verdade de um Deus que é absoluto e negaram-se a prostrar-se diante de qualquer coisa, a não ser diante do SENHOR dos Exércitos. Nem uma fornalha superaquecida ou uma cova de leões famintos pode conter ou destruir a fé daqueles que decidem buscar ao Deus vivo de todo o coração.
Não se engane meu querido irmão e minha querida irmã, diante de nós está a mesma escolha entre ser fiel às palavras do SENHOR, ou não. Não há meio termo quando o assunto é fidelidade. O jovem Daniel, um adolescente entre os dezesseis e os dezessete anos, decidiu “firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Daniel 1:8). Da mesma forma, os três amigos de Daniel, seguindo o mesmo caminho, enfrentaram a fúria de um rei ímpio e, com intrepidez e santa ousadia, decidiram caminhar para o fogo, dando a Nabucodonosor o privilégio de contemplar não apenas um milagre, mas o próprio Filho de Deus.
O desejo do SENHOR é de nos tornar Suas testemunhas para que a nossa vida testifique e revele a Jesus Cristo tal qual Ele é. Não os cristos que têm sido pregados pelo mundo afora segundo o desejo do coração dos incautos (v. 8), mas O CRISTO, o SENHOR dos Senhores, “Aquele que era, que é e que há de vir” (Ap. 4:8). Os pensamentos dEle a nosso respeito são infinitamente maiores e melhores do que os nossos (v. 11). Aceite-os, busque ao SENHOR de todo o teu coração e encontrarás a verdadeira paz!
Bom dia, testemunhas de Jesus!
Desafio do dia: Oremos pela paz da cidade em que moramos e para que a nossa vida seja uma luz para a nossa comunidade.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias29
#RPSP
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“Disse Jeremias, o profeta, ao profeta Hananias: Ouve agora, Hananias: O SENHOR não te enviou, mas tu fizeste que este povo confiasse em mentiras” (v. 15).
Perante os líderes religiosos e todo o povo, Jeremias foi afrontado por um falso profeta. De forma desafiadora, Hananias distorce a verdadeira palavra profética alegando também ser um enviado de Deus. Com um sonoro ASSIM DIZ O SENHOR, o falsário lançou a verdade por terra e, infelizmente, semelhante ao período de apostasia revelado pelo profeta Daniel, “o que fez prosperou” (Daniel 8:12).
Apesar do trágico fim de Hananias e de sua fala mentirosa, o povo preferiu dar ouvidos a esta mensagem pois soava mais agradável. Os canzis simbólicos foram quebrados e junto com eles a possibilidade de haver algum tipo de paz. Judá, portanto, escolheu tomar sobre si “canzis de ferro” (v. 13). “E Jeremias, o profeta, se foi, tomando o seu caminho” (v. 11).
Desde Gênesis temos estudado a Bíblia um capítulo após o outro e descobrimos que, mesmo aqueles textos que já havíamos lido antes, trouxeram para nós uma nova luz. A Palavra que se renova a cada dia nos oferece o maravilhoso privilégio de ouvirmos a voz de Deus. Mas nem todos estão realmente dispostos a ouvi-la. Como filhos rebeldes, desejam ouvir apenas o que convém, mas a correção é descartada assim como um filho insensato foge da repreensão do pai.
As palavras dadas pelo SENHOR a Jeremias não eram palavras fáceis de se ouvir. Elas atingiam diretamente os pecados do povo e de seus líderes. E temos visto que muitos dos conceitos apresentados neste livro têm uma ligação direta com os eventos dos últimos dias relatados em Apocalipse; além da história de hoje se encaixar perfeitamente com um dos sinais que antecedem a volta de Cristo: o surgimento de falsos profetas (Mateus 24:24). Insistentemente, Jesus nos advertiu de que ficássemos atentos:
“Vede que ninguém vos engane”.
“Vede que vo-lo tenho predito”.
“… ficai também vós apercebidos”.
(Mateus 24:4, 25 e 44).
O engano é sutil. Ninguém é enganado com uma nota de trinta reais simplesmente porque ela não existe. Mas pode sim ser enganado com uma nota falsa de cinquenta reais. Entende? Somente quando pedimos a direção do Espírito Santo e assumimos uma postura de submissão à vontade de Deus é que podemos extrair da Sua Palavra a verdade que liberta (João 16:13). Que o meu e o seu desejo seja sempre o de ouvir a voz de Deus. Ainda que não seja bem aquilo que desejamos ouvir, certamente será o que PRECISAMOS OUVIR.
Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!
Desafio do dia: Oremos por todos aqueles que têm acompanhado o projeto do Reavivados por Sua Palavra ao redor do mundo e para que prossigamos firmes em ouvir o ASSIM DIZ O SENHOR.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias28
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“Assim me disse o SENHOR: Faze correias e canzis e põe-nos ao pescoço” (v. 2).
O canzil é um símbolo de jugo, de submissão. São dois pedaços de madeira unidos a uma parte central, usado geralmente no boi, amarrado com cordas. Mais uma vez, de uma forma ilustrativa, Deus enviou Jeremias com outro apelo ao Seu povo. Ou eles se entregavam ao rei de Babilônia, ou teriam de sofrer as consequências da desobediência. E a prova do amor de Deus para com as demais nações, ainda que inimigas declaradas de Israel, é que Ele também enviou mensageiros a Moabe, Amom, Tiro e Sidom.
Imagine a cena. O rei Zedequias poderia estar em um de seus banquetes, comendo e bebendo e pensando em como tudo estava tranquilo. De repente, entra em sua presença Jeremias preso a um canzil, como um animal de carga, e declarando que aquela paz que os falsos profetas haviam declarado não era real e que ele precisava conduzir o povo a entregar-se ao jugo de Nabucodonosor. Zedequias deve ter pensado: Mas este homem só pode estar louco! Quando é que ele vai desistir?
Vocês percebem o desespero do SENHOR em salvar o Seu povo? Ele estava implorando para que Lhe desse ouvidos. E ninguém em sã consciência faria o que Jeremias fez se antes não amasse a Deus e ao próximo. Era muito amor envolvido em cada mensagem. O Criador de todas as coisas (v. 5) desejava simplesmente que a obra-prima de Suas mãos compreendesse que Ele lhe fez para um propósito grandioso. Ele criou todas as coisas para o nosso deleite e deseja nos dar o melhor da terra.
A justiça de Cristo nos concede o privilégio imerecido de, pela Sua graça, nos tornarmos justos com Ele. Em todo o tempo, desde que o pecado entrou no mundo, o conceito de graça iniciou os seus efeitos: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gênesis 3:15). Esta foi a primeira profecia messiânica, dada aos nossos primeiros pais. A partir dali, o homem deveria aprender a viver pela fé nAquele que um dia pagaria o preço para nos libertar do jugo do pecado.
Desde então, todos nós estamos presos a um canzil que se chama pecado. E a única forma de nos vermos livres dele é conhecendo Aquele que é a verdade: “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32). O povo de Judá não conhecia mais o Seu Deus, por isso que também não reconheceram a Jeremias como um mensageiro enviado de Deus. Limitaram-se a uma vida de aparatos religiosos, enquanto a verdadeira religião era ignorada. Preocupavam-se mais com “os utensílios da Casa do SENHOR” (v. 16), do que em cultivar uma vida de oração (v. 18).
Coisas vêm e coisas vão, mas fé, amor e fidelidade são legados que ficam para a posteridade como testemunho do poder de Deus na vida daqueles que são “chamados segundo o Seu propósito” (Romanos 8:28). Creia que o SENHOR te criou com o propósito específico de glorificar o Seu nome (Isaías 43:7), e, ainda que você não entenda a princípio os planos dEle para a tua vida, “[ore] ao SENHOR dos Exércitos” (v. 18) e Ele te conduzirá ao conhecimento que liberta.
Bom dia, libertos em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias27
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“… porque, na verdade, o SENHOR me enviou a vós outros, para me ouvirdes dizer-vos estas palavras” (v. 15).
O ministério profético dado a Jeremias não foi apenas desafiador, mas um risco de morte. Não, o profeta não foi mandado a pregar dentro de um presídio perante os piores assassinos. ELE FOI ENVIADO A PREGAR NA IGREJA! E, ainda que a sua integridade física estivesse em jogo, a ordem de Deus era de que ele não omitisse “nem uma palavra sequer” (v. 2).
Enquanto sua voz ecoava pelas paredes do templo, chocava-se com os corações endurecidos do povo. Mas o SENHOR não desistia deles, pois a Sua essência não permitia. O Seu amor para com aquela nação fazia com que colocasse na boca de Jeremias um apelo após outro. Mas eles consideravam a sua situação muito confortável para dar ouvidos à mensagem de juízo.
O inimigo tem usado seus agentes na luta contra o povo de Deus e tem levantado dentro da própria igreja pessoas que, enfermas espirituais, vivem apenas um cristianismo superficial. Esta foi a realidade não somente nos dias de Jeremias, mas também nos tempos de Cristo e da igreja apostólica. Jesus foi condenado e morto pelo Seu povo. Paulo e seus companheiros de missão foram duramente perseguidos, açoitados e muitos foram mortos por seus patrícios. E nem o fato do rosto de Estêvão ter brilhado como o rosto de um anjo impediu os líderes judeus de apedrejá-lo até a morte.
A Bíblia está repleta de testemunhos de pessoas que deram a vida por amor ao evangelho simplesmente porque aceitaram transmitir as palavras do SENHOR. Falando aos gálatas, Paulo escreveu: “Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade?” (Gálatas 4:16). Jeremias tornou-se um inimigo nacional porque declarava as palavras que de Deus recebia. A sua acusação era de que falava o que não era agradável de se ouvir. Porque, aos olhos dos habitantes de Jerusalém, estava tudo certo, quando, na verdade, estava tudo errado.
Amados, Deus tem pressa em nos salvar e, “começando de madrugada”, tem nos falado a mesma mensagem com um tom ainda mais urgente do que o foi nos dias de Jeremias. Precisamos depositar o nosso coração no gazofilácio celeste e clamar pelo poder transformador do Espírito Santo. Lembremos que o homicídio não só acontece fisicamente, mas também ocorre dentro do coração rancoroso e vingativo (Mateus 5:22), que derrama sangue inocente com palavras e sentimentos maliciosos. “E traríamos nós tão grande mal sobre a nossa alma?” (v. 19).
Que o SENHOR nos livre de derramar “sangue inocente” (v. 15) e nos faça influentes para o bem como foi com Aicão (v. 24).
Bom dia, alvos da misericórdia divina!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias26
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v.32: “Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis que o mal passa de nação para nação, e grande tormenta se levanta dos confins da terra”.
Mediante a rebelião obstinada do povo, bem como dos seus líderes, a invasão babilônica estava prestes a ser consumada e as palavras do profeta cumpridas. “Durante 23 anos”, Jeremias anunciava a palavra do Senhor, “começando de madrugada” (v.3).
E não foi uma obra exclusiva de Jeremias, mas o Senhor enviou “todos os seus servos, os profetas” (v.4) com uma mesma mensagem: “convertei-vos agora, cada um do seu mau caminho e da maldade das suas ações” (v.5).
Todavia, não deram ouvidos ao chamado de Deus, andando cada um segundo a maldade do seu coração. Nabucodonosor, rei da Babilônia é chamado por Deus como “Meu servo” (v. 9), como aquele pelo qual cumpriria o Seu juízo. “Setenta anos” (v.11) foram determinados pelo Senhor como período em que o Seu povo seria mantido em cativeiro babilônico. Porém, após este período, outro juízo se manifestaria, desta vez, não somente “a Jerusalém e as cidades de Judá” (v.18), mas também “a todos os reinos do mundo sobre a face da terra” (v. 26).
O cálice da ira de Deus representa todo o seu furor contra tudo aquilo que o mal tem causado. E quando vamos aos capítulos 16 a 19 do livro de Apocalipse, encontramos vários textos que contém o mesmo contexto do capítulo de hoje. Se aplicarmos portanto o texto para os nossos dias, podemos extrair o seguinte:
O Senhor fará cessar a falsa alegria deste mundo, de forma que as músicas cessarão e haverá densas trevas (v.10; Ap.18:22-23).
E assim como castigou a iniquidade do rei de Babilônia (v.12), se lembrará da Babilônia dos últimos dias e fará descer sobre ela a retribuição “segundo os seus feitos” (v. 14, Ap.16:19; 17:1; 18:7,8; 18:6).
Derramará sobre a terra “O cálice do vinho do furor da sua ira” (Ap.16:19; v.15) e castigará “os moradores da terra” (v.19; Ap.19:21; 19:15). Do Seu santuário celeste, o Senhor ergue a Sua voz (v.6; Ap.16:17) e declara a Sua “contenda com as nações” (v.31; Ap.16:16; 19:11).
Os dias do mal que “passa da nação para nação” (v.32) pela manifestação de “espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem ao resto mundo inteiro” (Ap.16:14), estão para se cumprir: “porque já se cumpriram os vossos dias de matardes e dispersardes” (v.34). E “os que o Senhor entregar à morte” (v.33), morrerão “com a espada… dAquele que estava montado num cavalo” (Ap.19:21).
Estamos, pois, diante de uma mensagem do tempo que se aproxima, em que Deus manifestará a sua justiça e destruirá “os que destroem a terra” (Ap 11:18); e de uma mensagem atual de nos convertermos “cada um do seu mau caminho” (v.5) e de buscarmos ao Senhor enquanto ainda podemos achá-Lo (Is.55:6). “Começando de madrugada” (v.4), Deus tem falado com todos e a todos, estendido a oportunidade de salvação em Cristo. Ele não deseja nos fazer “mal algum” (v.6), mas nos salva por meio dAquele que tomou o cálice da ira de Deus no meu e no seu lugar (Mateus 26:39). Portanto, acredite, aceite e prepare-se para receber as recompensas eternas pelos méritos de Jesus!
Feliz sábado, salvos pela graça de Cristo!
Rosana Garcia Barros
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“Dar-lhes-ei coração para que Me conheçam que Eu sou o SENHOR; eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus; porque se voltarão para Mim de todo o seu coração” (v. 7).
A visão dos dois cestos de figo representava a situação dos filhos de Judá no período do exílio babilônico. O fato dos figos terem sido recolhidos em cestos, indica que o SENHOR mesmo separaria os frutos bons dos frutos ruins. A rendição daqueles que fossem levados como exilados os favoreceria em terra estranha, de forma que Deus os conservaria e os conduziria à verdadeira adoração. Já os que insistiriam em permanecer em Jerusalém ou em fugir para as terras do Egito, sofreriam as consequências da desobediência e não teriam a bênção do SENHOR.
Diferente da atitude do grande e primeiro patriarca do povo, a maioria escolheu não dar ouvidos ao SENHOR e permanecer na terra natal ou voltar à terra onde outrora haviam sido libertos da escravidão. Quando Deus disse a Abraão: “Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei” (Gênesis 12:1), o resultado foi obediência. Abraão não questionou a ordem de Deus, mas prontamente obedeceu e foi. Simplesmente porque ele fez uma coisa: ele creu.
A descrença dos filhos de Judá os levou a triste realidade de frutos “ruins, que, de ruins que eram, não se podiam comer” (v. 2). Isto é, que não prestavam para mais nada, senão para serem lançados fora. E esta mesma realidade incrédula pode ser notada hoje também. Notem bem que as advertências que temos estudado não foram dadas a povos pagãos, mas ao povo escolhido de Deus. Judá tornou-se uma nação arrogante e, cheios de si, seus líderes transmitiam “ao restante de Jerusalém” (v. 8) uma religião repleta de rituais, mas vazia de Deus.
Nossa geração de cristãos, chamada por Deus de Laodiceia, nos coloca diante da mesma visão dada a Jeremias centenas de anos atrás. Estamos no cesto dos frutos bons ou no cesto dos frutos ruins? Os laodiceanos são aqueles que não rejeitam a Deus totalmente, mas que também não O servem por completo. Ou seja, se intitulam cristãos, vivem como cristãos, se orgulham do título de cristãos, mas não se gloriam em conhecer a Deus e sim em seus próprios méritos: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma”, porém, não sabem que são figos muito ruins, infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus (Apocalipse 3:17).
O fato de fazermos parte desta geração não nos condiciona a vivermos a realidade de Laodiceia. Podemos, pela graça maravilhosa de Jesus, fazer parte da cesta dos “figos temporãos” (v. 2), se tão-somente buscarmos nEle tudo o que precisamos para a nossa subsistência espiritual: “Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Ap. 3:18).
A declaração de Cristo “Venho sem demora” (Ap. 3:11) nunca esteve tão perto de seu cumprimento. O mundo geme e grita as dores de um planeta que não suportará mais tanto tempo as consequências advindas das ações dos “que destroem a terra” (Ap. 11:18). O SENHOR está separando os frutos bons dos frutos ruins e tem clamado com a linguagem da súplica e das lágrimas para que todos tenham a oportunidade de ouvir o Seu último clamor.
Até quando vais resistir? Permita que Deus lhe conceda um coração que O conheça e que seja completamente conduzido por Ele. Então, recolhido no cesto do SENHOR, terás o olhar do Pai a seu favor e Ele lhe plantará no “Reino do Filho do Seu amor” (Colossenses 1:13).
Bom dia, figos muito bons!
Desafio do dia: Aprofunde o estudo da Palavra do SENHOR e, se ainda não possui, adquira e LEIA a série “O Grande Conflito”, de Ellen G. White. Seus olhos se abrirão para uma melhor compreensão das Escrituras.
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Rosana Garcia Barros
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