Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 23 – Comentado por Rosana Barros
17 de agosto de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Eis que sou contra esses profetas, diz o SENHOR, que pregam a sua própria palavra e afirmam: Ele disse” (v. 31).


Dando sequência às profecias de juízo sobre os reis de Judá, Jeremias agora expressa os juízos de Deus sobre os maus pastores e sobre os falsos profetas. Na verdade, os pastores representam toda a liderança da nação, desde os reis até os sacerdotes. À frente das ovelhas do pasto do SENHOR estavam pastores que ao invés de congregá-las, as dispersavam com suas ideias contrárias às palavras de Deus. Mas o SENHOR mesmo voltaria a recolher o restante de Suas ovelhas e levantaria pastores que as apascentassem, de forma que nenhuma delas se desgarrasse.

Semelhantemente, os falsos profetas dispersavam o povo com suas profecias fajutas, de tal forma que Deus declarou: “Mas nos profetas de Jerusalém vejo coisa horrenda” (v. 14). Em contraste com a mensagem verdadeira revelada a Jeremias, os falsos profetas alegavam sonhar e ter visões da parte de Deus, declarando: “Paz tereis” e “Não virá mal sobre vós” (v. 17). Contudo, Deus não os havia escolhido e nem tampouco falado com eles (v. 21).

Estamos diante de um tema extremamente sério. O que estava acontecendo com Judá foi predito por Jesus que aconteceria em nossos dias: “porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mateus 24:24). O fundamento de nossa fé não pode jamais estar baseado em doutrinas de homens que pregam de forma contrária ao ASSIM DIZ O SENHOR, ou que omitem preciosas verdades das Escrituras. A ordem de Deus é clara: “mas aquele em quem está a Minha palavra fale a Minha palavra com verdade” (v. 28).

Assim como “nos últimos dias” o povo entenderia os desígnios do SENHOR “claramente” (v. 20), quão digna de prioridade deveria ser para nós a busca pela verdade. Como seres inteligentes, Deus nos dotou de capacidade para compreender os Seus desígnios para a nossa vida aqui e no porvir. Quando alguém se dispõe, humildemente, a buscar ao SENHOR e compreender a Sua Palavra, o Espírito Santo é enviado para o guiar aos “pastores” levantados por Ele (v. 4). Como o oficial de Candace, a ovelha recebe a verdadeira instrução e todo o medo e toda a dúvida se vai (Atos 8:31).

Muito cuidado, amados! Pois “a terra está cheia de adúlteros” (v. 10). São falsos profetas que proclamam mentiras em nome de Deus e que ainda cometem a vileza de afirmar: “Ele disse” (v. 31). Com que terror deveriam estes temer as consequências de suas ações! Jesus afirmou que seria melhor pendurar uma grande pedra ao pescoço e se lançar ao mar do que fazer tropeçar um dos Seus (Mateus 18:6).

O recado de Deus para mim e para você hoje é curto e objetivo: “Não deis ouvidos às palavras dos profetas que entre vós profetizam e vos enchem de vãs esperanças”! Por quê? Porque “falam as visões do seu coração, NÃO O QUE VEM DA BOCA DO SENHOR” (v. 16). Ninguém, repito, ninguém, vai poder alegar no grande Dia do SENHOR que foi enganado e não sabia. Da mesma forma que Jesus veio a primeira vez para executar “o juízo e a justiça na terra” (v. 5), Ele virá segunda vez como “SENHOR, Justiça Nossa” (v. 6).

Multidões têm declarado seguir a Jesus e mal sabem abrir uma bíblia. Vivem uma religião de manifestações físicas, enquanto o coração é conduzido tal qual as maldades de Sodoma e Gomorra (v. 14). É muito confortável permanecer em um lugar onde não há compromisso com a verdade. O fato é que é fácil ser “cristão” em nossos dias. É só frequentar uma igreja, gostar de música gospel e acompanhar o êxtase emocional da congregação. Mas, assim como Deus mesmo recolheria as Suas ovelhas de Judá, hoje, Ele está recolhendo os Seus filhos “de todas as terras para onde os tinha arrojado” para que muito em breve habitem “na Sua terra” (v. 8).

“Que tem a palha com o trigo? – diz o SENHOR” (v. 28). Que tem o injusto com o justo? Que tem a mentira com a verdade?

“Eis a tempestade do SENHOR!”, e com ela o furor de Sua ira “sobre a cabeça dos perversos” (v. 19). Mas “tão certo como vive o SENHOR”, “eis que vêm dias” em que “Judá será salvo e Israel habitará seguro”, e por meio de Jesus Cristo seremos coparticipantes das recompensas eternas. Como Pedro, sejamos cautelosos e nos mantenhamos firmes no ASSIM DIZ O SENHOR: “Vós, pois, amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza; antes, crescei na graça e NO CONHECIMENTO de nosso Senhor Jesus Cristo…” (II Pedro 3:17-18).

Bom dia, trigo do celeiro divino!

Desafio do dia: Oremos por nossos pastores e líderes para que eles bem representem o nome do SENHOR e, se acaso têm sido desviados da verdade, que o Espírito Santo os reconduza.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias23
#RPSP



JEREMIAS 22, Comentado por Rosana Barros
16 de agosto de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Julgou a causa do aflito e do necessitado; por isso, tudo lhe ia bem. Porventura, não é isso conhecer-Me? – diz o SENHOR” (v. 16).


Digamos que eu saiba o seu nome, a sua profissão e onde você mora. Isto significa que eu lhe conheço de verdade? Não. É apenas um conhecimento superficial. Esta era a situação do povo e, principalmente, de seus governantes. As profecias agora se dirigem a uma sucessão dos reis de Judá. De uma forma reiterada, um rei após o outro buscava apenas seus próprios interesses egoístas e ignorava as palavras do SENHOR por intermédio de Seu servo Jeremias.

A coroa real não representava uma posição privilegiada apenas, mas deveria ser o peso da responsabilidade que sobre cada monarca repousava de governar sob a égide do direito e da justiça. Abaixo do rei estava o povo, mas acima dele deveria estar Deus. Quando o Rei dos reis e SENHOR dos senhores governava o coração de um rei terreno, sob Sua administração havia justiça prática e “tudo lhe ia bem” (v. 16). No entanto, os reis citados no capítulo de hoje buscaram seu próprio infortúnio e, servindo a outros deuses, edificaram para si patrimônio para destruição.

Não tem nada mais ofensivo a Deus do que a injustiça. Como também não tem nada mais agradável ao SENHOR do que a prática da justiça. Os reis de Judá também atuavam como juízes do povo. Sua jurisdição compreendia toda a nação e, diante de tal encargo, com que demasiado interesse deveriam pedir a Deus o mesmo que pediu Salomão: “Dá, pois, ao Teu servo coração compreensivo para julgar a Teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?” (I Reis 3:9).

A prática da justiça segundo o coração de Deus é a prova mais contundente de que verdadeiramente O conhecemos: “Porventura, não é isso conhecer-Me?”.

O discípulo amado em sua primeira epístola disse o seguinte: “Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nEle não está a verdade” (I João 2:4). Ao ser indagado sobre qual seria “o grande mandamento na Lei”, Jesus respondeu: “Amarás o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” e, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:36-39). Cristo não criou algo novo, mas repetiu as palavras de Deuteronômio 6:5 e de Levítico 19:18, declarando que a essência da lei de Deus é o AMOR. O apóstolo Paulo igualmente inspirado por Deus, declarou: “O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei”, ou seja, a prática da justiça, “é o amor” (Romanos 13:10).

No grande Dia da volta de Jesus, Ele fará a separação entre dois grupos: os justos e os injustos; os que amaram e os que não amaram; os que O conhecem e os que não O conhecem. E a descrição feita por Ele em Mateus 25:31-46 (Leia!) comprova a veracidade do título perfeitamente apropriado de uma das obras do pastor Alejandro Bullón: “Conhecer Jesus é tudo”, que diz o seguinte: “Se não existir um relacionamento de amor entre Cristo e nós, a vida se torna vazia, oca. O cristianismo vira um fardo, uma pesada carga de proibições e deveres. Podemos carregá-lo um ou dois ou vinte anos, mas um dia chegamos ao limite e o largamos, ou nos tornamos zumbis, homens [e mulheres] sem vida…” (p. 60).

Precisamos desfrutar de um relacionamento íntimo com o nosso Salvador e não viver um cristianismo de formalidades. Jesus deseja ter uma relação de amizade conosco. “Ó terra, terra, terra! Ouve a palavra do SENHOR!” (v. 29), é um clamor dAquele que pagou o preço do teu resgate para que você possa muito em breve encontrar o teu melhor Amigo. Saber o nome de Jesus, que Ele é Deus e que mora no Céu, não faz de você um cristão. Ser cristão é calçar as “sandálias” de Cristo e desgastá-las por amor a Deus e ao próximo. Está você disposto?

Bom dia, cristãos!

Desafio do dia: Adquira o livro “Conhecer Jesus é tudo”. E boa leitura! Acesse: www.cpb.com.br

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias22
#RPSP



JEREMIAS 21, Comentado por Rosana Barros
15 de agosto de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“A este povo dirás: Assim diz o SENHOR: Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte” (v. 8).

As profecias dadas a Jeremias começaram a mostrar a sua veracidade. De uma forma persistente e muito clara, o profeta havia predito a futura destruição caso o povo não se arrependesse dos seus maus caminhos. Porém, obstinados e insubmissos, os líderes do povo tinham sido os primeiros a negar-se a ouvir as palavras proféticas, e encaminharam a nação rumo a uma guerra já vencida.

Nabucodonosor foi escolhido por Deus como um vingador e o momento disso cumprir-se era chegado. Durante muito tempo o profeta havia erguido o último chamado de Deus, sendo por isso ridicularizado e escarnecido. Então, ao ver os exércitos de Babilônia cercar a cidade, o rei Zedequias reconheceu, pela primeira vez, a autenticidade das palavras de Jeremias: “Pergunta agora por nós ao SENHOR” (v. 2). Contudo, ERA TARDE DEMAIS!

A invasão era inevitável e o cerco estava estabelecido. O que o SENHOR havia dito que faria estava diante dos olhos de todo o povo. Contudo, novamente, Ele coloca diante de todos a possibilidade de escolherem “o caminho da vida” (v. 8). Dentro dos portões de Jerusalém, a corrupção e a idolatria prevaleciam e, fora deles, o SENHOR lhes estendeu uma nova chance: “mas o que sair e render-se aos caldeus, que vos cercam, viverá, e a vida lhe será como despojo” (v. 9). A mensagem central era: Entreguem-se à Babilônia, e vocês não irão participar dos juízos que recairão sobre Jerusalém e toda a Judá.

A história comprova que Babilônia assumiu o governo do mundo da época e, com cetro de ferro, Nabucodonosor ergueu um império que teve grande êxito por quase 70 anos. Porém, após este período, Deus faria o Seu povo sair de Babilônia e regressar para Jerusalém. O que nos mostra que, para cada fase da história, o SENHOR tem um chamado especial para o Seu povo, que se resume na seguinte ordem: “Ouvi a palavra do SENHOR!” (v. 11).

A escatologia bíblica nos mostra, de uma maneira evidente e, historicamente contundente, que as profecias para o tempo do fim iniciaram suas aplicações no ano de 1798, segundo o livro de Daniel e o livro de Apocalipse (Não se preocupe, estudaremos estes livros de forma mais profunda). A partir deste ano, não mais estamos diante de uma guerra entre nações apenas, mas de um conflito que dará fim a toda a história de pecado deste planeta. E, semelhante ao término do jugo babilônico, o chamado do SENHOR para nós é que saiamos da Babilônia contemporânea: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap. 18:4).

A situação dos seres humanos nos últimos dias é descrita por Paulo em II Timóteo 3:1-5 (Leia!). E a sua advertência para todo filho de Deus é: “Foge também destes”, porque “estes resistem à verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto à fé” (II Timóteo 3:5 e 8). Da mesma forma que os que seguiram os falsos profetas e líderes foram punidos juntamente com eles na época de Jeremias, o mesmo se dará nestes últimos dias. E o chamado para os filhos de Deus tem sido: “Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o SENHOR” (II Timóteo 2:22). Coração puro não significa ouvir a voz do nosso coração enganoso, e sim a voz dAquele que é “o caminho, e a verdade, e a vida” (João 14:6).

Jesus mesmo foi enfático ao declarar: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas AQUELE QUE FAZ A VONTADE DE MEU PAI, que está nos céus” (Mateus 7:21). A VONTADE do Pai está contida em Sua Palavra, e, conhecendo-a, passamos a conhecer também o caminho da vida (João 17:3). Não há meio termo no fato de que estamos diante do mesmo dilema: “Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte”. E, como nunca antes, a profecia de Joel é um clamor urgente de um Deus que deseja ardentemente nos salvar: “Multidões, multidões no vale da Decisão! Porque o Dia do SENHOR está perto, no vale da Decisão” (Joel 3:14). Que a minha e a tua decisão seja pelo caminho da vida!

Bom dia, chamados para a salvação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias21
#RPSP



JEREMIAS 20, Comentado por Rosana Barros
14 de agosto de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Mas o SENHOR está comigo como um poderoso guerreiro…” (v. 11).


Pela primeira vez, o livro de Jeremias relata uma violência física contra o profeta. Pasur, “presidente na Casa do SENHOR” (v. 1), feriu o homem de Deus “e o meteu no tronco” (v. 2). Atentem bem para dois detalhes muito importantes: Pasur era líder religioso e feriu e prendeu o profeta “na Casa do SENHOR” (v. 2). Ou seja, a mensagem de advertência que deveria ser aceita em primeiro lugar pelos líderes da igreja, além de ter sido rejeitada, ainda foi motivo de uma violência contra Jeremias com o propósito de que em algum momento ele se deixasse persuadir (v. 10). Só que existe uma coisa que ímpio algum consegue entender, e é esta:

Quando um cristão assume um compromisso genuíno de fidelidade ao SENHOR, e nEle confia de todo o coração, um “tronco” não o impede de avançar, mas o impulsiona para o alvo!

Aquele líder maldito receberia exatamente o preço de seu ato maligno. Ele, bem como todos os seus amigos que seguiram as suas falsas profecias, receberiam a mesma punição e, pela primeira vez, algo na sua vida seria uma profecia verdadeira: o seu novo nome, “Terror-Por-Todos-Os-Lados” (v. 3). A saga do mal teria fim com Jeremias ainda em vida. O profeta seria testemunha ocular da destruição de seus inimigos pelos exércitos de Babilônia (v. 5).

E em meio a este completo caos, “todo o dia” (v. 8), Jeremias tinha que enfrentar escárnios e zombarias (v. 7) do povo pelo qual tinha “de gritar e clamar: Violência e destruição!” (v. 8). Era uma mensagem de juízo, mas também de redenção. Contudo, até os “íntimos amigos” (v. 10) do profeta planejavam a sua queda. Que cenário desesperador! Jeremias não podia contar com absolutamente ninguém! Sua família o perseguia, seus amigos conspiravam contra ele e os líderes religiosos desejavam matá-lo. O que fazer diante de tão aterradora realidade?

“Ó SENHOR” (v. 7), expressa o nome do único em quem o profeta podia confiar. E foi a Ele que Jeremias recorreu. Fazer a vontade de Deus estava muito além de suas forças. E negar fazer a vontade de Deus, muito aquém do desejo ardente de seu coração. O Poderoso Guerreiro estava a postos em favor de Seu profeta e o livraria “das mãos dos malfeitores” (v. 13). O mesmo Jesus que disse: “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada” (Mateus 10:34), também estava com seu servo Jeremias a lhe confortar pelo desprezo dos “da sua própria casa” (Idem, v. 36).

Ao aceitar o desafio de andar na contramão do mundo e na direção de Deus, todo discípulo assume o compromisso de andar nas pisaduras de seu Mestre. E este compromisso tanto requer fidelidade quanto exige humildade. Humildade para reconhecer que a sua natureza pecaminosa precisa constantemente do toque restaurador e purificador de Cristo; que como uma criança de colo, depende totalmente dos cuidados do Pai; e que, como Filipe, deve obedecer prontamente à voz do Espírito Santo (Atos 8:29).

Os sofrimentos do profeta eram muitos, porém passageiros. Semelhante a Jó, considerou mais vantajoso o não nascer do que prosseguir contemplando a dureza do coração humano e os resultados de tal mal. Ainda assim, conseguia encontrar forças para erguer louvores ao Deus que lhe faria justiça (v. 13).

A Bíblia não é um conto de fadas com fábulas que te iludem e te levam a suspirar por coisas banais. A Bíblia é a Palavra do SENHOR Deus Todo-Poderoso, que te fala a verdade, ainda que esta verdade não reflita o que você deseja. Erguer a bandeira da verdade, portanto, é estar envolvido em uma batalha e, onde há batalha, há inimigos. Mas Jesus nos orienta com as seguintes palavras: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma” (Mateus 10:28).

Assim como Jeremias confiou no SENHOR, confie a tua causa a Ele (v. 12), e diga, “todo o dia” (v. 8): “Mas o SENHOR está comigo como um poderoso guerreiro”! Siga os passos de Jesus e serás considerado digno de participar da tão preciosa promessa: “E eis que estou convosco TODOS OS DIAS até à consumação do século” (Mateus 28:20).

Bom dia, discípulos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias20
#RPSP

 

Deixe seu comentário:



JEREMIAS 19, Comentado por Rosana Barros
13 de agosto de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Então, quebrarás a botija à vista dos homens que foram contigo” (v. 10).


A tolerância do SENHOR para com a maldade do Seu povo não duraria por muito tempo. O Seu terno convite de torná-los um vaso novo foi rejeitado e, confiantes em “outros deuses, que nunca conheceram” (v. 4), terminariam da mesma forma como suas imagens: despedaçados.

A descrição dos resultados da desobediência é de uma nação completamente destruída e destituída de amor ou piedade, onde cada um comeria “a carne do seu próximo” (v. 9). A ilustração realizada sob o olhar “dos anciãos do povo e dos anciãos dos sacerdotes” (v. 1) era mais um clamor do SENHOR para que aqueles líderes caíssem em si e dirigissem o povo a um genuíno arrependimento. Só que, ao invés de encontrar nos experientes líderes compreensão e contrição, Jeremias se deparou com uma cerviz endurecida que se negava a ouvir a voz de Deus (v. 15). Diante de um quadro tão desanimador e, consequentemente, irreversível, cumpria ao profeta mostrar a alegoria do resultado de suas ações: uma botija quebrada.

Enquanto Jeremias ia “para onde o SENHOR o enviara a profetizar” (v. 14), o povo insistia em praticar as abominações que Deus nunca lhes ordenou, nem falou, muito menos pensou (v. 5). Tofete era um lugar de sacrifícios humanos e de terríveis cultos pagãos. Era como “o vale da Matança” (v. 6) das famílias. A “herança do SENHOR” (Salmo 127:3) era sacrificada e, à semelhança daquele lugar, “as casas de Jerusalém e as casas de Judá” tornavam-se imundas (v. 13).

O maior inimigo do homem tem sido o próprio homem. E quanto mais o tempo passa, mais comprovado fica que esta triste realidade começa dentro de casa. A maioria esmagadora das famílias têm sido verdadeiras bombas-relógio prestes a explodir. Os filhos são entregues no altar do “deus” internet e abandonados à própria sorte, enquanto os pais “queimam incenso” perante suas ocupações. Neste dia dos pais, o SENHOR estende a Sua mão para cada pai e deseja tornar-lhes verdadeiros sacerdotes do lar.

Pois, “eis que vêm dias” (v. 6), amados, em que o mundo se fechará completamente para ouvir os reclamos de Deus. Estamos caminhando a passos largos para que isso finalmente aconteça e, como “Tofete”, as piores atrocidades têm sido realizadas enchendo a terra “de sangue de inocentes” (v. 4). Mas, por mais que a maldade humana se multiplique, chegará o Grande Dia do SENHOR que quebrará todos os vasos que não foram por Ele moldados.

“Ouvi a palavra do SENHOR” (v. 3) e restaure o altar da família em sua casa! Não permita que a imundície do pecado invada o lugar onde, primariamente, Ele te chama a proclamar as Escrituras. Deus nos molde para esta obra sagrada!

Bom dia, famílias moldadas pelo SENHOR!
E um feliz dia dos pais a cada papai que tem sido reavivado por Sua Palavra!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias19
#RPSP



JEREMIAS 18, Comentado por Rosana Barros
12 de agosto de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Não poderei Eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? – diz o SENHOR; eis que, como barro na mão do oleiro, assim sois vós na Minha mão, ó casa de Israel” (v. 6).


Mediante uma obra artesanal, Deus deu mais um recado ao Seu povo através de Jeremias. A situação era demasiadamente grave, porém, para o SENHOR, não era impossível. O furor de Sua ira contra uma nação pode ser contido através de uma atitude: CONVERSÃO. A mudança de rota do mal para o bem promove igualmente uma mudança no plano divino.

Quando o profeta Jonas se recusou a ir a Nínive, o seu medo não foi provocado simplesmente pela malícia daquele povo, mas por saber que as misericórdias do SENHOR são infinitamente maiores do que  a Sua ira: “pois sabia que és Deus clemente”, confessou Jonas, “e misericordioso, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e que Te arrependes do mal” (Jonas 4:2). Jonas teve medo de que o SENHOR perdoasse aquela nação detestável e sentou de camarote esperando a destruição de Nínive.

Diferente de Jonas, Jeremias enfrentou a fúria do povo e aceitou o chamado proclamando as palavras de Deus com rogos e com lágrimas. Tomado de compaixão, o profeta clamava para que o povo se arrependesse e se convertesse de seus maus caminhos. Deus estava disposto a mudar-lhes a sorte e transformar-lhes de barro estragado em um lindo vaso. Mas a resposta do povo era terrível. E, em meio a ameaças e línguas ferinas, o profeta clama por justiça.

Não havia mais lembrança de Deus entre o povo (v. 15) e “a dureza do seu coração maligno” (v. 12) não permitia que reconhecessem as palavras de Jeremias como sendo uma revelação do SENHOR.

Abusavam da boa vontade e da sensibilidade do profeta ferindo-o com a língua. Usavam de falsidade para atingi-lo emocionalmente e para dar fim ao seu ministério.

Mas o clamor do homem de Deus não ficaria sem resposta. Nenhum filho de Deus que com o coração quebrantado diga: “Olha para mim, SENHOR” (v. 19), deixa de ser atendido. O Céu se volta para o contrito de coração e é movido para atender uma prece como estas. Jeremias não pediu algo diferente do que Deus já havia dito que faria aos ímpios. Ele simplesmente dirigiu a Deus o clamor de um bem-aventurado: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos” (Mateus 5:6).

Assim como em um contrato existem cláusulas que consistem em direitos e deveres, e o descumprimento de tais deveres suscitam penalidades; também a aliança feita entre o SENHOR e o Seu povo estava sendo quebrada, e passível tornou-se das sanções (maldições) muito bem elencadas pelo profeta (v. 21). À semelhança de Ananias e Safira, o povo vivia uma falsa religião e receberia a mesma sentença daquele casal avarento (Atos 5:1-11).

Devemos sim seguir a ordem do Mestre amando os nossos inimigos e orando pelos que nos perseguem (Mateus 5:44), mas assim como aquela geração de Israel, bem como Ananias e Safira receberam a maldição pelas obras de seus corações malignos, também podemos orar, como Jesus orou, que o SENHOR nos guarde do mal (João 17:15). Jeremias notou bem, pelo Espírito de Deus, com que espécie de gente estava lidando, a mesma que Paulo nos rogou para que nos afastemos: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; AFASTAI-VOS DELES, porque estes tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim a seu próprio ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos” (Romanos 16:17-18).

Está chegando a hora e, já chegou, em que  o SENHOR diz “a vós outros que conheceis o tempo: JÁ É HORA de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, AGORA, mais perto do que quando no princípio cremos” (Romanos 13:11). Portanto, “convertei-vos, pois, AGORA, cada um do seu mau proceder e emendai os vossos caminhos e as vossas ações” (v. 11). É tempo de fechar a nossa boca para falar uns dos outros e a usarmos para erguer clamores diante do SENHOR.

A escolha é sua: barro estragado ou vaso de bênçãos?

Bom dia, vasos de bênçãos!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias18
#RPSP



JEREMIAS 17, Comentado por Rosana Barros
11 de agosto de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (v. 9).


A ilustração acerca do “pecado de Judá” (v. 1) revela a dimensão da rebelião daquele povo. E a diferença entre os versos 5 e 7, o motivo de sua destruição. Escolheram a maldição (v. 5) e rejeitaram a bênção (v. 7). Atentem para os resultados da maldição contidos no verso 6 e para os resultados da bênção no verso 8. O conteúdo deste último verso como uma continuação do verso 7, é praticamente uma repetição do Salmo inaugural: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios… Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (Salmo 1:1 e 3).

Deixar de confiar em Deus para confiar em palavras humanas não é somente uma escolha errada, mas uma maldição. Deixar de seguir a voz de Deus para seguir a voz de nosso enganoso coração é, no mínimo, “insensato” (v. 11). “Ouça a voz do seu coração” tornou-se uma frase ovacionada em um mundo cada vez mais destituído de princípios. E a vida é transformada em uma “roleta-russa” cujo desfecho termina em tragédia, trocando o vital pelo fatal.

Amados, três princípios fundamentais estão contidos neste capítulo. Primeiro deles: “Bendito o homem que confia no SENHOR” (v. 7). Esta bem-aventurança é a garantia da vitória sobre o mal: “e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (I João 5:4). A confiança nos leva a ter um relacionamento pessoal com o nosso Salvador e, por meio dEle, somos justificados.

O segundo princípio está contido no verso 10: “Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração, Eu provo os pensamentos”. Deus sonda cada coração humano. Jesus revelou a importância deste princípio ao colocar uma “lupa” sobre os mandamentos no sermão da montanha. Ele ampliou a observância da lei ao deixar bem claro as obras que o SENHOR leva em conta: “Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com INTENÇÃO IMPURA NO CORAÇÃO, já adulterou com ela” (Mateus 5:28). Quando Ele voltar, todos “conhecerão”, diz Jesus, “que Eu sou Aquele que sonda mentes e corações, e vos darei a cada um segundo as vossas obras” (Apocalipse 2:23). Ou seja, Deus não olha para o que fazemos, mas com que intenção fazemos.

E o terceiro e último princípio que gostaria de destacar é o que “Assim diz o SENHOR: Guardai-vos por amor da vossa alma” (v. 21). A santificação do sábado, quarto mandamento do Decálogo, faz parte não apenas de um conjunto de regras impostas por Deus, mas da “lei da liberdade” (Tiago 2:12) que nos guarda pelo amor de um Pai que o criou para o nosso próprio bem (Marcos 2:27). A obediência aos mandamentos do SENHOR não consiste em uma fé cega, mas em uma confiança pré-estabelecida através de um relacionamento de amor com o SENHOR dos mandamentos. Bem observa George Knight: “É normal para o cristão guardar a lei, pois o próprio princípio da lei, que é amor a Deus e ao próximo, se acha escrito nas ‘tábuas de carne’ do coração (2 Co. 3:3). Assim, o cristão está mais próximo da lei de Deus do que o legalista, pois os verdadeiros cristãos ‘nasceram do alto’ (João 3:3, 7) e tiveram a mente e o coração transformados (Rm. 8:4-7)” (Pecado e Salvação, p. 70-71).

“Ouvi a palavra do SENHOR” (v. 20)! Ele nos chama com grande urgência para uma entrega completa e genuína do nosso coração. Os sinais mostram o cumprimento das profecias para o tempo do fim, e a nossa maior necessidade hoje é do poder dobrado do Espírito Santo a nos conduzir “a toda a verdade” (João 16:13). Que como Jeremias, possamos clamar a cada dia: “Cura-me, SENHOR, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque Tu és o meu louvor” (v. 14)!

Bom dia, benditos do SENHOR!

Desafio do dia: Você já fez a sua assinatura da lição da escola sabatina? Faça já a sua. Não fique sem o seu maná diário. Acesse o site: https://projetomana.cpb.com.br

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias17
#RPSP



JEREMIAS 16, Comentado por Rosana Barros
10 de agosto de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Portanto, eis que lhes farei conhecer, desta vez lhes farei conhecer a Minha força e o Meu poder; e saberão que o Meu nome é SENHOR” (v. 21).


De todos os profetas, Jeremias recebeu de Deus ordens inusitadas e singulares. Uma delas foi o celibato. Semelhante ao início da maioria dos mandamentos de Deus, a ordem expressa uma negativa: “NÃO tomarás mulher, NÃO terás filhos nem filhas neste lugar” (v. 2). Por mais que soe como algo ruim, o NÃO de Deus representava um livramento para o sensível profeta. Por mais que a solidão lhe fosse um desafio emocional, certamente lhe seria uma prova acima de suas forças a perda de sua família. Além do mais, o SENHOR tinha um recado para dar ao Seu povo através de sua vida solitária.

Os profetas de Deus não apenas pregavam com palavras, mas com a vida. Suas ações, motivadas pelo ASSIM DIZ O SENHOR, eram recados vivos para o povo. Deus Se fazia conhecer através de Seus profetas e Seus desígnios eram de admoestar para salvar. Porém, não foi o que aconteceu com os contemporâneos de Jeremias. Pior do que seus pais, aquela geração escolheu andar “segundo a dureza do seu coração maligno” (v. 12) e não deram ouvidos à voz do SENHOR. Não encontrariam misericórdia (v. 13) simplesmente porque a rejeitaram!

O que os olhos do homem não podem enxergar, Deus vê: “… ninguém se esconde diante de Mim, nem se encobre a sua iniquidade aos Meus olhos” (v. 17). E, ao contrário do que somos ensinados a pensar, Deus não olha para dentro de nós como um investigador criminal pronto para nos condenar, mas como um Pai de amor pronto a nos perdoar. O Seu maior desejo é nos levar de volta para casa (v. 15): “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar VOLTAREI e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (João 14:1-3).

Deus tem enviado os Seus “pescadores” (v. 16) de homens a todos os cantos deste mundo para reunir o Seu povo de volta. Mas desta vez não chamará os Seus para que tomem posse de uma terra perecível, mas da Terra linda e eternal! O povo de Judá rejeitou conhecer a Deus e teria de conhecer a Sua força e poder por meio das consequências que eles mesmos provocaram.  Jeremias podia não ter família e amigos, mas ele tinha infinitamente mais: “Ó SENHOR, força minha, e fortaleza minha, e refúgio meu no dia da angústia” (v. 19). É este relacionamento que o SENHOR deseja ter comigo e com você. Que O busquemos hoje. Que O conheçamos hoje. Então, no Dia do SENHOR, não nos esconderemos “nas fendas das rochas”, mas de lá sairemos e diremos: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará” (Isaías 25:9).

Bom dia, benditos do Pai!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias16
#RPSP



JEREMIAS 15, Comentado por Rosana Barros
9 de agosto de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Achadas as Tuas palavras, logo as comi; as Tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração, pois pelo Teu nome sou chamado, ó SENHOR, Deus dos Exércitos” (v. 16).


Após negar-lhe a intercessão pela terceira vez, Deus dá conforto e alento ao Seu profeta. Jeremias enfrentou uma grande angústia depois de receber a revelação das “quatro sortes de castigo” (v. 3) com as quais Deus puniria o Seu povo. Ele reconheceu a sua natureza pecaminosa, mas ao mesmo tempo expôs a sua vida íntegra diante de Deus enquanto era duramente perseguido e afrontado por seus inimigos. A longanimidade de Deus era uma prova de amor para com a rebeldia do povo, entretanto, aos olhos do profeta, também era um risco de morte para ele (v. 15). Pois quanto mais falava as palavras do SENHOR, mais era perseguido e mais era ameaçado.

Levantar a bandeira da causa de Deus nunca foi tarefa fácil. Milhares de homens e mulheres já deram a vida em defesa da verdade. E quanto mais a luta entre o bem e o mal avança para o fim, maior se torna a necessidade de clamarmos pelo auxílio divino. Desde que o pecado entrou no mundo, o medo passou a fazer parte de nossa essência. E uma de nossas maiores necessidades passou a ser segurança.

Deus tornou a repetir ao profeta a mesma promessa que havia feito no início de seu ministério: “Eu te porei contra este povo como forte muro de bronze; eles pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque Eu sou contigo para te salvar, para te livrar deles, diz o SENHOR” (v. 20). As ameaças dos inimigos não teriam poder algum sobre Jeremias, pois o SENHOR do universo estava com ele.

O que fez a diferença na vida do profeta, continua sendo a fórmula contra o medo e contra a dúvida: o amor pela Palavra de Deus. Da mesma forma com que Cristo iniciou a vitória no deserto, Jeremias experimentou ao “comer” o maná do Céu. Ele achou nas palavras do SENHOR “gozo e alegria para o coração” (v. 16), mas ainda passava por duras aflições. Como entender tamanha contradição? Jesus nos explica: “No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (João 16:33).

Por mais angustiante que seja a nossa situação aqui. Por mais que a nossa dor não encontre alívio. Por mais que a solidão nos maltrate. Há um Deus que já venceu o mundo e que deseja nos blindar como muros de bronze e nos fortalecer “para o bem” (v. 11). Que a Bíblia seja sempre a sua principal “refeição” diária e, então, no lugar do medo haverá amor e no lugar da dúvida, fé.

Bom dia, fortalecidos pelo SENHOR!

Desafio do dia: A oração é a “argamassa” da vida espiritual para que os muros permaneçam firmes. Estabeleça horários e propósitos de oração diários.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias15
#RPSP



JEREMIAS 14, Comentado por Rosana Barros
8 de agosto de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Disse-me o SENHOR: Os profetas profetizam mentiras e em Meu nome, nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, adivinhação, vaidade e o engano do seu íntimo são o que eles vos profetizam” (v. 14).


Jeremias passou pela terrível experiência que profeta algum havia passado. Por três vezes consecutivas, teve suas preces rejeitadas em favor do povo pelo qual intercedia. Já não bastasse a solidão do profeta, suas orações também não seriam respondidas. A primeira intercessão do profeta contém palavras de rogo em apelo a um povo que não correspondia à santidade do nome do Deus pelo qual eram chamados. Na segunda, o profeta acusa os falsos profetas e o poder de persuasão deles de fazer com que o povo acreditasse em uma falsa paz. Já a terceira, é uma súplica pela ação divina em resposta à incapacidade dos ídolos dos gentios de realizar qualquer obra. Porém, todas as três orações FORAM REJEITADAS.

Fico imaginando o que Jeremias sentiu. Afinal, ele não estava pedindo somente por ele, mas pelo povo. Ele poderia ter desistido na primeira negativa de Deus, mas continuou insistindo. De todas as formas possíveis tentou colocar diante de Deus tudo o que estava destruindo o povo, apelando por Suas misericórdias não por amor do próprio povo, mas por amor do Seu nome que estava sendo profanado. Só que a conexão de Jeremias com o SENHOR, não era a mesma dos habitantes de Jerusalém. As pessoas haviam se tornado completamente indiferentes aos apelos divinos e, enquanto o profeta de Deus erguia suas súplicas, elas davam ouvidos às palavras dos falsos profetas porque eles falavam exatamente o que elas desejavam ouvir.

A seca que Judá enfrentou não se tratava apenas de falta de água, ia muito além disso, a escassez era espiritual. Não havia quem buscasse o SENHOR. À semelhança dos líderes judeus que dependurariam o Messias na cruz do Calvário, aquela geração tornou-se totalmente seca e desprovida de qualquer chance de mudança. “[Voltavam] com seus cântaros vazios e, decepcionados e confusos, [cobriam] a cabeça” (v. 4). Choravam, se curvavam e clamavam, mas não ao Deus do Céu. Não para um lavar regenerador da Água da vida. Não estavam dispostos a se entregar a Deus em detrimento do próprio “eu”. Era mais agradável ouvir as “doces” palavras dos falsos profetas do que as “amargas” palavras de Jeremias.

Meus irmãos, será que estamos diferentes daquela seca espiritual? Não é muito mais fácil dar ouvidos àqueles que pregam palavras bonitas do que àqueles que pregam tão-somente o ASSIM DIZ O SENHOR? Não é confortável permanecer no lugar onde o nosso ego é amaciado e onde não somos desafiados a passar por um doloroso processo de mudança? Todos querem a Cristo como Salvador, mas quase todos O rejeitam como SENHOR. É fácil ser um cristão de aparência. É muito fácil fingir ser o que não é. Difícil é ser o que Deus pede que sejamos: “Sede santos, porque Eu sou santo” (I Pedro 1:16). A jornada é difícil, mas é simples. É tão simples que muitos têm confundido o papel da graça. Ora, o que é de graça é gratuito. Você e eu não precisamos fazer nada para obtê-la. Ela nos é dada como um presente. Um presente que já foi pago por Cristo na cruz. Basta aceitá-la! Mas, quando a aceitamos, consequentemente, vivemos por ela. E é esse viver que devemos buscar seguindo o nosso único Exemplo: “Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos EXEMPLO PARA SEGUIRDES OS SEUS PASSOS” (I Pedro 2:21).

Muito em breve cessarão as intercessões. Como aquela geração de Judá, estamos diante de uma geração que prefere ouvir mentiras a aceitar a verdade. E a situação é tão agravante, que esta realidade tem sido vista inclusive no meio daqueles que se chamam pelo nome de Deus. Como Cristo mesmo nos advertiu, muitos falsos profetas têm se levantado para confundir e enganar, “se possível, os próprios eleitos” (Mateus 24:24). E o que nós temos feito? O projeto Reavivados Por Sua Palavra não surgiu ao acaso, mas do coração do nosso Sumo Sacerdote que tem derramado as Suas últimas lágrimas por amor a mim e a você. Na verdade, creio que não foram as orações de Jeremias que foram rejeitadas, mas o coração endurecido de um povo que não mais conhecia o seu Deus. Não permita que isto aconteça com você! Há uma batalha muito grande acontecendo e é a sua vida que está em jogo. Permita, HOJE, que a Água da Vida opere um lavar regenerador em seu coração. Não rejeite o chamado da salvação!

Bom dia, encharcados pela Água da Vida!

Desafio do dia: Um dos remédios naturais deixados pelo Criador para nós foi a água. Se você ainda não faz bom uso desta dádiva de Deus, comece a beber pelo menos 08 copos de água por dia. Você perceberá que terá mais disposição física, mental, e terá mais saúde. E, consequentemente, ouvirá melhor a voz de Deus.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias14
#RPSP